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PRONAC 250178ArquivadoMecenato

Anos 50 - Mulheres de Plástico

KAPSULA PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (4)
Canoas Rio Grande do SulLajeado Rio Grande do SulPelotas Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Este projeto visa à criação, produção e circulação do espetáculo de dança contemporânea "Anos 50 - Mulheres de Plástico" pela GEDA Cia de Dança Contemporânea em comemoração aos seus 40 anos de atuação no Rio Grande do Sul. As apresentações irão ocorrer em Porto Alegre, Lajeado, Canoas e Pelotas, cidadesque declararam calamidade em função das enchentes de maio de 2024. Preveem-se, ainda, oficinas e rodas conversas a fim de compartilhar a pesquisa e os processos criativos do grupo com o público.

Sinopse

Sinopese do espetáculo de dança: "Anos 50 - Mulheres de Plástico" tem como dramaturgia o universo feminino localizado nos anos 50, no Brasil. As mulheres desta década convivem com a ditadura de um comportamento pasteurizado, que as emoldura como seres frágeis, obedientes, sendo coroadas como “rainha do lar”. As mulheres eram sentenciadas a não terem voz, dando prioridade aos sons das batedeiras, liquidificadores e utensílios domésticos, chancelando a submissão sem resultado reconhecido de produção social. Esta obra mostra uma mulher enclausurada, sendo sempre suporte e nunca protagonista. A poética desta obra de dança contemporânea localiza, denuncia e critica este comportamento que padronizava a todas e não reconhecia o gestual individual da mulher. Classificação indicativa: 14 anos Sinopse das Oficinas: A o oficina “Corpo político - Corpo resiliente” pretende chegar ao objetivo que deverá desconstruir um corpo viciado gestualmente transformando em outro corpo com significado e pertencimento com a apropriação de um inventário de novos movimentos.

Objetivos

Objetivos Gerais: - Criar e produzir o espetáculo de dança contemporânea "Anos 50 - Mulheres de Plástico" e realizar 06 apresentações em quatro cidades atingidas pela mancha da enchente: Porto Alegre, Lajeado, Canoas e Pelotas. com a finalidade de proporcionar trabalho para trabalhadoras e trabalhadores da cadeia produtiva da dança diretamente atingidos pelas cheais de maio e pelas consequências dos eventos climáticos extremos que acometeram o RS. Objetivos Específicos: A) Produto ESPETÁCULO DE DANÇA CONTEMPORÂNEA: • Realizar 3 apresentações com entrada gratuita em Porto Alegre para um público de, aproximadamente, 200 pessoas, cada, totalizando 600 pessoas, aproximadamente, garantindo recursos de acessibilidade; • Realizar 01 apresentação com entrada gratuita na cidade de Canoas para um público de 304 pessoas, aproximadamente, garantindo recursos de acessibilidade; • Realizar 01 apresentação com entrada gratuita na cidade de Lajeado para um público de 145 pessoas, aproximadamente, garantindo recursos de acessibilidade; • Realizar 01 apresentação com entrada gratuita na cidade de Pelotas para um público de 524 pessoas, aproximadamente, garantindo recursos de acessibilidade. B) Produto OFICINAS: • Realizar 01 aula de 3h de dança contemporânea, com Waleska van Helden, para estudantes e professores de dança, na cidade de Porto Alegre, com escopo de 25 pessoas, garantindo recursos de acessibilidade; • Realizar 01 aula de 2h de dança contemporânea, com Waleska van Helden, para estudantes e professores de dança, na cidade de Canoas, com escopo de 25 pessoas, garantindo recursos de acessibilidad; • Realizar 01 aula de 2h de dança contemporânea, com Waleska van Helden, para estudantes e professores de dança na cidade de Lajeado, com escopo de 25 pessoas, garantindo recursos de acessibilidade; • Realizar 01 aula de 2h de dança contemporânea, com Waleska van Helden, para estudantes e professores de dança, na cidade de Pelotas, com escopo de 25 pessoas, garantindo recursos de acessibilidade; C) RODAS DE CONVERSA: • Realizar 01 Roda de Conversa ao final de uma apresentação de Porto Alegre, garantindo recursos de acessibilidade; • Realizar 01 Roda de Conversa ao final da apresentação de Canoas, garantindo recursos de acessibilidade; • Realizar 01 Roda de Conversa ao final da apresentação de Lajeado, garantindo recursos de acessibilidade; • Realizar 01 Roda de Conversa ao final da apresentação de Pelotas, garantindo recursos de acessibilidade.

Justificativa

JUSTIFICATIVA Lei 8.313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Pois... É direito de todo o cidadão ter acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais. A realização do projeto "Anos 50 - Mulheres de Plástico" irá possibilitar com que recursos materiais e humanos sejam mobilizados para a geração de produtos e serviços culturais que irão impulsionar a cadeia produtiva da dança por meio dos postos de trabalho, bem como pelo bem estar que irá proporcionar à população, beneficiária final destas apresentações. A proposta visa garantir a ampliação do acesso ao seu conteúdo por meio de diversas formas de distribuição e iniciativas voltadas à inclusão cultural. A estratégia de democratização envolve não apenas a acessibilidade de formato, mas também a criação de oportunidades para que o público possa vivenciar o processo artístico e educativo. Nesta direção, o plano de acessibilidade cumpre a função de garantir a todos/as o livre acesso ao produto/serviço cultural gerado, na medida em que contempla acessibilidade arquitetônica, consultoria e preparo da equipe, acessibilidade comunicacional, acessibilidade atitudinal, acessibilidade digital, sinalização e produção de material de divulgação em formatos acessíveis, como audiodescrição para imagens, textos simplificados e contraste adequado para pessoas com baixa visão, bem como assegura que todos os canais de comunicação, incluindo redes sociais e materiais impressos sejam acessíveis e cumpram as diretrizes de acessibilidade digital. Também está garantida a acessibilidade econômica pelo acesso gratuito a todas as atividades. As enchentes, para além dos transtornos de ordem sanitária e de estagnação na economia regional, trouxeram, consigo, o necessário isolamento da Capital gaúcha (devido à paralisação do aeroporto), fator que se refletiu no setor cultural. A realização deste trabalho irá trazer oportunidades para o grupo ao proporcionar a geração de um novo produto cultural para seu usufruto e sustento, proporcionando-lhes perspectivas de continuidade a partir da possibilidade de circulação da obra . II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Pois ... A circulação do espetáculo por três cidades gaúchas que estão na mancha da enchente _ Lajeado, Canoas, Pelotas _ permitirá a contratação de produtores e técnicos locais, fortalecendo a formação de redes, a interiorização da produção cultural e o trânsito de informações entre a Capital e o Interior do Estado. VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Pois (...) Entendemos que a geração de produtos e serviços culturais são estratégicos para desenvolvimento social e econômico de nosso Estado. Ao produzir um espetáculo de dança contemporânea envolvendo e movimentando uma vasta cadeia produtiva, contribuímos, de forma inequívoca, para estimular a produção e a difusão de bens culturais de valor universal, que são formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, de modo a acolher, entreter, informar e interagir, principalmente em um contexto de crise ambiental e climática, decorrente das enchentes de maio. "Anos 50 - Mulheres de Plástico" propõe uma crítica ácida, mas bem humorada, aos rígidos padrões impostos às mulheres na década de 50, período considerado "Os Anos Dourados", quando o Brasil e o mundo se deslumbravam diante das novidades tecnológicas que assomavam à vida moderna, conquistas fruto das pesquisas do Pós-Guerra e da ascensão capitalista. Tais padrões buscavam delinear o que seria a mulher ideal: bela, educada e do lar, praticamente reduzida à condição de mero utensílio doméstico. O espetáculo parte da chegada do plástico no Brasil, como arauto de uma nova era, para questionar o papel ocupado pelas mulheres naquele período histórico, conhecido como "Anos Dourados", e os reflexos desse comportamento(ou fenômeno) nos dias de hoje. É importante ressaltar que a presente obra focaliza uma determinada mulher - branca, de classe média alta -, em que pesem outras realidades, como o das mulheres negras, que em 1950 (e desde sempre) estiveram organizadas, a exemplo de seu protagonismo diante do surgimento do Conselho Nacional das Mulheres Negras no Rio de Janeiro, denotando a insurgência de uma pujante classe média negra em ascensão. No contexto dos anos 50 era imperioso para as jovens de classe média o estudo da dança clássica, que sublinhava as atitudes de colonialismo e de bons princípios culturais que emolduravam o gestual da época. Este recorte social e comportamental, que se perpetuou ao longo das décadas seguintes, aparece, nesta obra, por meio da dança contemporânea e fomenta as discussões que estarão na base dos encontros com o público durante as rodas de conversa. Por se enquadrar nas exigências do presente mecanismo de incentivo a projetos culturais é que justificamos a necessidade de sua aprovação do presente projeto pela Lei Federal de Incentivo à Cultura. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; As ações propostas estão em conformidade com o objeto e com as diretrizes previstas no presente edital. A criação e produção de um espetáculo de dança, que marca às comemorações dos 40 anos da GEDA Cia de Dança Contemporânea, atende plenamente ao referido inciso da lei, pois fomenta o fazer teatral em dança, gera postos de trabalho para profissionais do setor, extremamente prejudicado pela cheias de maio e seus reflexos. Ao mesmo tempo, legitima uma das mais importantes companhias de dança do RS, responsável pela formação e profissionalização de várias gerações de bailarinos e bailarinas. A realizadora desta iniciativa, GEDA Cia. de Dança Contemporânea, dirigida por Maria Waleska van Helden, reúne as condições artísticas, técnicas e administrativas para concretizar, com sucesso, seu intento. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Todas as atividades serão ofertadas gratuitamente, de modo a garantir o pleno acesso e conhecimento dos bens e valores culturais gerados. Este projeto aplica recursos em benefício de pessoas PCDs, LGBTQI+, negres e mulheres. c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Pois (...) É fundamental que iniciativas como a que estamos propondo também proporcionem estímulos à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura. Nesta direção, este projeto ganha relevância social pelas ações formativas que promove, por meio de uma série de oficinas presenciais que serão realizadas em todas as cidades em parceria com uma instituição de ensino público, favorecendo a troca de conhecimentos e experiências, tanto pelo tema abordado, como pelo processo de construção da obra coreográfica. Estão previstas ações de acessibilidade em Libras e audiodescrição, bem como ampla divulgação das ações por meio de assessoria de comunicação, favorecendo a difusão das ações. Todas as atividades serão ofertadas gratuitamente, de modo a garantir a democratização de acesso aos produtos e serviços culturais gerados. Este projeto aplica recursos em benefício de pessoas PCDs, LGBTQI+, negres e mulheres. Por se enquadrar nas exigências do presente mecanismo de incentivo a projetos culturais é que justificamos a necessidade de sua aprovação do presente projeto pela Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Especificação técnica

Nome da Oficina: Corpo político - Corpo resiliente Atividade: Oficina Ministrante: Maria Waleska Van Helden Carga horária: 3h Número de vagas: 25 Conceito: A o oficina pretende desconstruir um corpo viciado gestualmente, transformando em outro corpo com significado e pertencimento com a apropriação de um inventário de novos movimentos. 2 - Plano de atividade: A oficina será administrada tendo como objetivo a pesquisa corporal trazendo a tona, movimentos genuínos, baseados em uma atitude corporal que respeite e seja sensível a todos os corpos abordados. 3 – A mentoria resultará em um produto gestado em pesquisas de todos os corpos e no enfrentamento dos movimentos genuínos atravessados pela influência vigente na sociedade da época que eram ditadas para modelar o gestual feminino. 4 – As descobertas através da pesquisa individual e em grupo, será provocado por uma investigação e provocações estimuladas pelos exercícios na dança contemporânea. 5 – A sala grande e arejada com a exposição de materiais de uso feminino darão suporte como elemento cênico para exercício dos corpos dos ministrados. 6 – Serão usados todas as referências de conhecimento adquiridas na oficina como: dança-teatro, drmaturgia do movimento, composição coreográfica e outras técnicas, assim como material bibliográfico, videográfico. Todos o material teórico ficará a disposição dos ministrados. Minibio Maria Waleska: Maria Waleska van Helden: Formada em Ballet Clássico pela escola de JoãoLuiz Rolla; formada em curso de tecnólogo em Dança na Ulbra (Canoas); Pósgraduada em Composição Coreográfica na Universidade de Havana; Cursos esporádicos dentro do Brasil e no exterior. Coreógrafa e Diretora durante 29 anos da Escola de Dança Maria Waleska (Alegrete-RS); Mentora e Diretora do projeto Dança Alegre Alegrete; Recebeu o Prêmio Mambembe do Ministério da Cultura em 1989; Delegada do Conselho Brasileiro de Dança (1995-1996); Presidente do Conselho Municipal de Cultura de Alegrete; Organizadora da publicação dos Anais do Congresso Nacional de Dança (CONDANÇA); Proponente do CONDANÇA durante 08 anos realizado na cidade de Porto Alegre-RS; Diretora do GEDA Cia. de Dança Contemporânea (40 anos de atividades em dança ininterruptas); Curadora do Gestos Contemporâneos (Theatro São Pedro – Porto Alegre – RS); Coreógrafa das seguintes obras de dança contemporânea: Il faut trouver chassur a son pieds (2000), O corte (2004), Quatro Estações em Movimento (2004-2008), Cem metros de Valsa e um Grama (2010), Dores em Allegro (2011), Não me toque sou cheia de lágrimas (2005), Verde Intenso (2016), Vaga (2018), Uma noite para criar, um dia para dançar (2017), Às vezes eu Kahlo (2018). Recebeu o Prêmio Açorianos de Dança na categoria Produção com o espetáculo Cem Metros de Valsa e um Grama.

Acessibilidade

Produto: ESPETÁCULO DE DANÇA CONTEMPORÂNEA ACESSIBILIDADE FÍSICA: detalhar quais serão as medidas adotadas. Para as apresentações, será dada preferência para espaços que tiveram acesso para deficientes físicos ou com mobilidade reduzida, com rampas de acesso, elevadores, guias táteis e banheiros adaptados e poltronas para obesos. Serão equipamentos de fácil acesso. Serão destinados assentos prioritários e espaços reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida nas áreas de plateia. ACESSIBILIDADE para PcDs VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. Como medida de acessibilidade para PcD VISUAIS, o espetáculo de porto Alegre terá audiodescrição realizada ao vivo. Será feita a descrição textual das imagens e vídeos publicados nas redes sociais e no site do projeto. • Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE para PcDs AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. Como medida de acessibilidade para PcD AUDITIVOS, todos os espetáculos terão interpretação em Libras. Todos os vídeos promocionais e conteúdos digitais terão legendas para garantir a acessibilidade a pessoas com deficiência auditiva. • Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. Será contratada profissional que dará consultoria especializada em acessibilidade para estar presente nas apresentações e será feita uma capacitação da equipe sobre como atender e auxiliar pessoas com deficiência de maneira respeitosa e eficaz. Será disponibilizada ao menos uma pessoa treinada para auxiliar pessoas com deficiência em suas necessidades específicas durante as apresentações. Também será feita uma campanha de sensibilização para o público em geral sobre a importância da acessibilidade e do respeito às diferenças. • Item da planilha orçamentária: Produto: OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: detalhar quais serão as medidas adotadas. No local, será dada preferência para espaços que tiveram acesso para deficientes físicos ou com mobilidade reduzida, com rampas de acesso, elevadores, guias táteis, banheiros adaptados e poltronas para obesos. Pessoas com mobilidade reduzida terão acento preferencial. • Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE para PcDs VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. Como medida de acessibilidade para PcDs VISUAIS, todas as oficinas terão audiodescrição, realizada pela empresa especializada. • Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. Será contratada profissional que dará consultoria especializada em acessibilidade e estará presente em todas as oficinas. Será feita uma capacitação da equipe sobre como atender e auxiliar pessoas com deficiência de maneira respeitosa e eficaz. Será disponibilizada ao menos uma pessoa treinada para auxiliar participantes com deficiência em suas necessidades específicas durante as oficinas. Também será feita uma campanha de sensibilização para o público em geral sobre a importância da acessibilidade e do respeito às diferenças. • Item da planilha orçamentária: Produto: RODAS DE CONVERSA ACESSIBILIDADE FÍSICA: detalhar quais serão as medidas adotadas. No local onde será realizada a oficina será dada preferência para espaços que tiveram acesso para deficientes físicos ou com mobilidade reduzida, com rampas de acesso, elevadores, guias táteis, banheiros adaptados e poltronas para obesos. Pessoas com mobilidade reduzida terão inscrição preferencial. ACESSIBILIDADE para PcDs VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. Como medida de acessibilidade para PcDs VISUAIS, a roda de conversa terá audiodescrição realizada pela própria equipe. ACESSIBILIDADE para PcDs AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. Como medida de acessibilidade para PcDs AUDITIVOS, a roda de conversa contará com a presença de um (a) tradutor (a) de Libras. • Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. Será contratada profissional que dará consultoria especializada em acessibilidade e estará presente em todas as Rodas de conversa. Será feita uma capacitação da equipe sobre como atender e auxiliar pessoas com deficiência de maneira respeitosa e eficaz Será disponibilizada ao menos uma pessoa treinada para auxiliar participantes com deficiência em suas necessidades específicas durante as rodas de conversa. Também será feita uma campanha de sensibilização para o público em geral sobre a importância da acessibilidade e do respeito às diferenças. • Item da planilha orçamentária:

Democratização do acesso

A democratização do acesso às atividades deste projeto será garantida por meio de apresentações presenciais, de oficinas e de sessões de bate-papo gratuitas da companhia com seu público. Nas sessões presenciais, os ingressos serão disponibilizados gratuitamente, obedecendo a ordem de chegada, precedidos de uma ampla divulgação nos meios de comunicação da mídia tradicional, das redes sociais e via assessoria de imprensa. Ainda como medida de democratização de acesso, será realizada a oficina intitulada "Corpo político - Corpo resiliente", em uma instituição de ensino público, em cada uma das quatro cidades que integram o projeto, de forma presencial e gratuita. A forma de acesso será informada por meio de divulgação prévia e a seleção será estabelecida em comum acordo com a instituição de ensino. Seão contempladas 25 vagas em cada uma das cidades, totalizando 100 beneficiários/as. Será permitida a captação de imagens das atividades, bem como autorizada a veiculação de trechos dos espetáculos por redes públicas de televisão e redes sociais do projeto (Instagram, Facebook, Youtube). Desta forma, as medidas de ampliação de acesso estão enquadradas e atendem aos seguintes incisos do art. 21 da IN 02/2019, a saber: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.

Ficha técnica

Maria Waleska Van Helden – Diretora Artística, Oficineira e Coreógrafa Silvia Mara Abreu – Diretora de Produção e Assessoria de Imprensa Consuelo Vallandro – Produção Executiva Diego Stefani – Cenógrafo, Aderecista e Figurinista Carini Pereira - Bailarina Graziela Silveira - Bailarina Clarissa Gomes - Bailarina Débora Rodrigues – Bailarina Consuelo Valandro – Bailarina Tais Virmond - Bailarina convidada Glau Barros - Cantora Maurício Rosa - Iluminador e Coordenador Técnico Kitty Santos - Trilha Sonora Original Mimi Aragón (OVNI) - Acessibilidade (Audiodescrição e Libras) Marieri Gazen Braga - Contadora Tony Rebechi Capellão - Gestão de Mídias Digitais CURRÍCULOS: Maria Waleska Van Helden Formada em Ballet Clássico pela escola de João Luiz Rolla; formada em curso de tecnólogo em Dança na Ulbra (Canoas); Pós-graduada em Composição Coreográfica na Universidade de Havana; Coreógrafa e Diretora durante 29 anos da Escola de Dança Maria Waleska (Alegrete-RS); Organizadora da publicação dos Anais do Congresso Nacional de Dança; Diretora do GEDA Cia. de Dança Contemporânea (40 anos de atividades ininterruptas); Curadora do Gestos Contemporâneos (Theatro São Pedro – Porto Alegre); Coreógrafa das seguintes obras de dança contemporânea: Il faut trouver chassur a son pieds (2000), O corte (2004), Quatro Estações em Movimento (2004-2008), Cem metros de Valsa e um Grama (2010), Dores em Allegro (2011), Não me toque sou cheia de lágrimas (2005), Verde Intenso (2016), Vaga (2018), Uma noite para criar, um dia para dançar (2017), Às vezes eu Kahlo (2018). Recebeu o Prêmio Açorianos de Dança na categoria Produção com o espetáculo Cem Metros de Valsa e um Grama. Silvia Mara Abreu Jornalista e produtora cultural, com 30 anos de atuação no mercado cultural. É pós-graduada em Administração e Organização de Eventos pela Faculdade de Hotelaria e Turismo Senac-SP e especialista em gestão e design de projetos culturais. Sua atuação abrange a música, o teatro, o circo, a dança, o audiovisual, a literatura, o carnaval e as artes plásticas, com diversos prêmios recebidos. É uma das autoras do livro “Negro em Preto e Branco – História Fotográfica da População Negra de Porto Alegre (Prêmio Açorianos de Literatura). Em 2021 venceu o Edital Natura Musical com o projeto “Dessa Ferreira – Música Afro-Indígena Contemporânea”. É idealizadora do projeto Cartografia dos Palcos - Mapeamento dos Equipamentos Culturais do RS. Em junho de 2021 foi contemplada com o Prêmio Trajetórias Culturais Mestra Sirley Amaro. Mais em: http://lattes.cnpq.br/6719034506961094 Diego Steffani Diego é um multi-artista que transita entre o teatro, cinema e artes plásticas; é ator, acrobata circense, cenógrafo e figurinista. Já trabalhou em mais de 20 espetáculos incluindo Teatro, Circo Ópera e Dança, espetáculos pelos quais recebeu diversos indicações e prêmios como o Prêmio Açorianos de Teatro, o Prêmio Tibicuera de Teatro Infantil e o Prêmio Cenym de Teatro Nacional. Portfólio: https://drive.google.com/drive/folders/1_gDU26gz1uir0_jMKraH6FY6lm8WkefJ?usp=sharing Graziela Silveira Graziela Silveira é jornalista graduada pela Unisinos em 2002; formada em ballet clássico pela Fundação Cultural de Canoas em 1999 e integrante, desde 2003, da Cia de Dança Flamenca Tablado Andaluz, onde é professora desde 2006. Graduada pelo Curso Superior de Dança da Ulbra em 2007, ela é bailarina da Geda Cia de Dança Contemporânea desde 2008. Foi indicada ao Prêmio Açorianos de Melhor Bailarina de 2011 pelo espetáculo “Cem metros de valsa e um grama” e ao Prêmio Açorianos de Destaque em Flamenco em 2014. Débora Rodrigues Atriz e artista circense, Débora Rodrigues é coordenadora e integrante do Circo Teatro Girassol, tendo participado das encenações e criações de mais de 15 espetáculos do grupo. Também é criadora e coordenadora do Núcleo de Aéreos, grupo de pesquisa e encenações nos equipamentos circenses aéreos. Consuelo Vallandro Multiartista LGBTQIA, começou seu trabalho corporal com a ginástica acrobática voltada para apresentações artísticas no início dos anos 90 aos 13 anos de idade, transitou para o circo com os aparelhos aéreos e posteriormente à dança aérea. Há mais de duas décadas vem expandindo seus horizontes e práticas artísticas no campo da arte transdisciplinar, envolvendo a dança contemporânea, o circo e a performance, sendo esta última foco de sua pesquisa de mestrado junto ao PPG-AC da UFRGS. Taís Faria Virmond Aos 83 anos, Tais Virmond se mantém em franca atividade e é uma contribuição luxuosa para o elenco do espetáculo “Anos 50 - Mulheres de Plástico”. Foi bailarina de destaque no Estado entre as décadas de 50 e 60, quando protagonizou diversos espetáculos de dança. Foi professora de dança. Teve sua formação em Porto Alegre, primeiramente com a professor Maria Júlia e, posteriormente, com Tony Petzhold Faz aulas de dança clássica, regularmente, sob a orientação de Vitória Milanez. Clarissa Gomes Bailarina convidada de dança folclórica gaúcha, graduada em dança pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e integra o grupo de danças gaúchas desta universidade. Integra o elenco do espetáculo Verde Intenso, da GEDA Cia de Dança contemporânea. Mestranda em Dança e Educação pela Ufrgs. Glau Barros Cantora, compositora, atriz, figurinista e professora gaúcha com uma carreira de mais de 30 anos na música, no teatro e no audiovisual. Nascida em Porto Alegre e criada em Gravataí, Glau começou como cantora de uma banda de MPB e pop rock na década de 1990. Como atriz, desde 2002 faz parte do Grupo Caixa Preta de Teatro, no qual interpretou personagens clássicos do teatro, como Antígona (Sófocles) e Ofélia (Shakespeare). Kiti Santos Kiti Santos é instrumentista, cantora, atriz e professora. Possui graduação, mestrado e doutorado em Música pelo Programa de Pós-Graduação em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É professora adjunta da Universidade Estadual do RS desde 2009. Ganhou o Prêmio Tibucuera 2019 de melhor atriz coadjuvante pelo trabalho no espetáculo O maravilhoso mágico de OZ (2019 até a presente data). Participou do Show Xaxados e Perdidos (2013), liderado por Simone Rasslan. Maurício Rosa Estudou no DAD da UFRGS e no SENAI. Atuou nas maiores produtoras do RS: Opinião Produtora, Opus, Branco Produções, atendendo artistas e iluminadores do Brasil e do mundo. Iluminador premiado com Açorianos e muitas indicações. Trabalhou em todas as edições do POA Em Cena, onde realizou as funções de coordenador técnico, iluminador e operador de espetáculos. Coordenador técnico e iluminador do Teatro Renascença no Palco Giratório. Atuou nas companhias: Vera Bublitz, Dullius, Cadica, CIA H, Geda e Cia. Mun. de Dança. Maria Emilia Aragón Borne Prestes de Sordi Mimi Aragón é audiodescritora e produtora de recursos de acessibilidade comunicacional desde 2010, quando iniciou seus estudos com Lívia Motta, no Instituto Vivo, em Porto Alegre/RS. Em 2014, com Kemi Oshiro, fundou a OVNI Acessibilidade Universal, empresa que produz audiodescrição, legendas para surdos e ensurdecidos, Libras e presta assessoria e consultoria de acessibilidade comunicacional. Integra a programação de conferências e encontros sobre acessibilidade comunicacional no Brasil e no Exterior. Tony Rebechi Capellão Formado em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo e Marketing, Tony Capellão é sócio fundador do Jornal No Palco, que atua como veículo de comunicação exclusivamente cultural e na produção de eventos culturais. Atua como fotografo há 13 anos com foco em fotografia de shows, espetáculos e eventos em geral e é responsável pela comunicação e assessoria de imprensa da Gravadora Soma. Marieri Gazen Braga Marieri Gazen Braga, CRCRS 092765, contadora e representante da Cestacorp Soluções Empresariais, CRCRS 08019. Graduada em Ciências Contábeis e pós graduada em Gestão de Projetos, participou de diversos e relevantes de projetos culturais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.