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PRONAC 250180ArquivadoMecenato

CARAVANA SOFÁ NA RUA

ASSOCIACAO CULTURAL E EDUCACIONAL COLETIVO SOFA NA RUA
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Pelotas
Início
2025-03-01
Término
2025-09-01
Locais de realização (3)
Pelotas Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulRio Grande Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto Caravana Sofá na Rua prevê a execução de 03 edições de eventos gratuitos de grande porte em espaços públicos de 03 bairros periféricos de 03 cidades que foram fortemente atingidas pela enchente de maio deste ano. Para tanto, a coordenação, matriz do movimento, localizada na cidade de Pelotas, responsabiliza-se pela criação de 02 novas equipes do Sofá na Rua nas cidades de Porto Alegre e Rio Grande. Os eventos seguem as diretrizes da tecnologia Sofá na Rua que utiliza-se da linguagema musical regional.Para a formação das novas equipes estão previstas 04 atividades formativas presenciais, sendo 02 em Rio Grande e 02 em Porto Alegre , ambas coordenadas pela coordenação da Rede Sofá na Rua - Eixo Sul. Tais atividades caracterizam-se pela experiência de aprendizado através de encontros que aprofundam algum assunto ou temática disparadora e que servem para a qualificação das equipes em formação nos territórios.

Sinopse

O projeto CARAVANA SOFÁ NA RUA tem duração de 06 meses e propõe a criação de 02 novas equipes Sofá na Rua em 02 bairros periféricos do estado do Rio Grande do Sul ( Bairro Rural e Bairro Restinga) de 02 cidades atingidas pela enchente de maio de 2024. Sendo elas, Rio Grande e Porto Alegre, através de 04 atividades imersivas formativas presenciais com 01 oficineiro convidado por imersiva, totalizando 02 imersivas em cada uma das localidades e 03 eventos gratuitos de grande porte em espaços públicos periféricos de Rio Grande, Porto Alegre e Pelotas. Em Pelotas, onde o movimento se desenvolve de maneira ininterrupta e portanto, possui equipe formada e acúmulos tanto na execução dos eventos, quanto expertise em formação de equipes nas cidades que compõem a Rede Sofá na Rua - Eixo Sul. Através de atividades formativas imersivas em cada um dos novos territórios (Bairro Rural/RG e Bairro Restinga/POA) que pretendem aplicar a tecnologia Sofá na Rua, a coordenação da Rede Sofá na Rua - Eixo Sul acompanhará e dará suporte durante todo processo de formação das equipes. Desde o mapeamento dos artistas, espaço e rotinas da localidade, passando pelo chamamento à comunidade, até a execução do evento. Para o processo formativo, além das imersivas presenciais com oficinas temáticas que pretendem colaborar no entendimento e aprimoramento das inteligências que naturalmente fervilham nos territórios, o gerenciamento da rede, propicia encontros semanais entre as equipes que estão sendo formadas e a coordenação da rede durante o período de execução do projeto. As equipes que se formam a partir do apoio e suporte da coordenação da matriz do movimento, tem por característica envolver diversas frentes de trabalhadores e fazedores culturais criando oportunidade de geração de renda. Cada equipe conta com produtores, curadores, designers, social media, artistas, lideranças comunitárias entre tantos outros. Os oficineiros facilitadores das imersivas de formação são residentes ou possuem forte atuação dentro dos territórios (bairros) escolhidos pelo presente projeto para integrar a Rede Sofá na Rua - Eixo Sul, o que contribui para o mapeamento do território. O Sofá na Rua consolida-se como movimento cultural por ocupar espaços públicos das cidades que integram sua tecnologia com manifestações artísticas, tendo como carro chefe a linguagem musical autoral e a linguagem cênica. As edições dos eventos são de classificação livre e tem duração de 6 a 8 horas e um público que varia entre 3 mil e 5 mil pessoas. A feira Criativa autoral do Sofá na Rua é também marca registrada da iniciativa, convidando a comunidade de artistas e artesãos do local a ofertar seus fazeres. Outra característica do invento é o microfone aberto, convidando a comunidade a expressar-se através de pequenas intervenções poéticas.

Objetivos

O presente projeto tem como objetivo promover a descentralização e o fortalecimento da cultura comunitária em bairros periféricos do estado do Rio Grande do Sul, através da execução de três eventos Sofá na Rua de grande porte, além da criação e capacitação de duas novas equipes do movimento Sofá na Rua nas cidades de Rio Grande e Porto Alegre, atingidas pelas enchentes de maio de 2024. O projeto busca fomentar a geração de renda e a integração social por meio de 03 eventos culturais gratuitos, 04 atividades formativas, e o suporte contínuo da coordenação da Rede Sofá na Rua, consolidando a atuação do movimento cultural do Sofá na Rua em espaços públicos e fortalecendo as comunidades locais. 01 evento Sofá na Rua em Porto Alegre (Bairro Restinga) 01 evento Sofá na Rua em Rio Grande (Bairro Rural) 01 evento Sofá na Rua em Pelotas (Bairro Porto) 02 atividade formativas em Porto Alegre (Bairro Restinga) 02 atividades formativas em Rio Grande (Bairro Rural)

Justificativa

Em Pelotas, cidade originária do movimento Sofá na Rua, com equipe de 9 integrantes, entre produtores, artistas, técnicos, articuladores e gestores culturais, o evento Sofá na Rua está consolidado como o maior evento cultural público e gratuito do estado, totalizando ao longo de mais de uma década, 101 edições, que ocorrem mensalmente, com público que varia entre 3 a 5 mil pessoas por evento. Desta forma, o Coletivo Sofá na Rua tomou proporções de movimento cultural pois, maior que as apresentações ao ar livre, maior que a própria geração de seus criadores, o Sofá na Rua é hoje, referência no campo das artes e da cultura, resistência e fomento, criando legado de conexões com agentes do setor cultural e da economia criativa do país, espalhando-se em rede por diversas cidades do Brasil, sendo Pelotas a matriz dessa iniciativa. Portanto, pensando no movimento cultural que o Sofá na Rua representa dentro da categoria cultura de rua e diante das dificuldades impostas pelo período de desmonte das políticas de fomento à cultura no país, pela pandemia e a enchente de maio deste ano, aos quais resistiu se mantendo em atividade, entendemos que a aprovação do presente projeto atende a urgente necessidade de dar renovado fôlego a essa rede de coletivos, fomentando sua manutenção, sustentabilidade, perspectiva de continuidade, ampliação e qualificação da Rede Sofá na Rua - Eixo Sul. No que se refere a música, linguagem artística "carro chefe" impulsionada do movimento, sabe-se que o país tem uma cultura musical bastante diversificada em dezenas de gêneros e públicos, que se relaciona de maneiras distintas com os diversos segmentos da população, porém, existem fortes desequilíbrios na economia da música e do teatro no país, lógica, que se repete e acentua no Estado do Rio Grande do Sul, expressa na sua dependência do mercado fonográfico, que não possui compromisso com a ampliação e a diversificação dos repertórios, valorizando uma pequena parcela de artistas. Sendo assim, o movimento Sofá na Rua realiza busca ativa em seus territórios, descentralizando os fazeres culturais. Pensando na formação de público, uma dos fatores que não colaboram para o seu impulso, são os custos para acessar espetáculos que acabam por deixar de fora boa parcela da comunidade. Nesse sentido, os eventos Sofá na Rua, consegue proporcionar a fruição artística gratuitamente para seus públicos, contemplando todas faixas etárias. O Sofá na Rua ampara-se em métodos que dialogam com a educação popular para criação e desenvolvimento de suas equipes. Através de debates e encontros com potência para compartilhamento de experiências e aprendizado entre os agentes fazedores da localidade e os facilitadores oficineiros convidados pela coordenação do projeto, busca-se lançar um olhar com uma lente crítica e ao mesmo tempo humana para o território que está sendo convidado a participar da tecnologia. Nesse projeto a meta principal é executar três eventos de grande porte em três diferentes cidades, a exemplo do que acontece na cidade de origem do movimento, além de criar duas novas equipes Sofá na Rua, busca-se fomentar a cadeia da economia da cultura desses territórios, sendo esse, um vetor de desenvolvimento essencial para a inclusão social através da geração de ocupação e renda. Baseando-se nos números contabilizados anteriormente nas localidades em que a tecnologia abrange, estima-se impactar diretamente 200 pessoas entre músicos, artistas, técnicos, produtores e agentes culturais e indiretamente, 800 pessoas entre artesãos e colaboradores de rede de consumo local. O projeto tem como objetivos, tanto fortalecer artistas autorais, quanto qualificar profissionais da técnica e da produção, fomentando toda a cadeia produtiva da cena cultural dos bairros escolhidos pelo projeto, oportunizando a geração de emprego e renda para os trabalhadores deste setor. Assim como propôs o Programa Cultura Viva, o movimento Sofá na Rua traz atenção ao desvelar as potencialidades de cada território quando coloca em prática sua tecnologia replicável. Entendendo o potencial que fervilha nas cidades ou bairros do interior do Brasil mais profundo, escolhe-se deixar visível o que nem sempre é visto ou lembrado pela obviedade mercadológica. Caminhando por essa lógica, o movimento Sofá na Rua propõe ao longo de sua trajetória, uma rede de fazedores de cultura, espalhada pelo Brasil, que tem como um de seus pilares valorizar e dar protagonismo à agentes culturais e artistas e em especial aos artistas autorais independentes, propiciando que acessem mecanismos de financiamento sem abrirem mão da sua identidade artística. Ao longo de sua trajetória, o coletivo além de ganhar força de movimento cultural, passa a organizar-se e articular-se em rede de colaboração entre territórios de três estados brasileiros (RS, MG e RJ) formando equipes que orientam-se a partir das diretrizes e preceitos que tornam o movimento Sofá na Rua uma tecnologia social e originam a Rede Sofá na Rua Brasil. Cada estado conta com coordenação própria, o que garante o suporte às equipes que encampam a iniciativa. No estado do Rio Grande do Sul, onde a rede se destaca com força maior nas cidades de Chuí, Jaguarão e Bagé, cidades que fazem fronteira com o Uruguai, o que propicia a circulação de artistas, coletivos e grupos do país vizinho entre as cidades que compõem a rede. Nos últimos anos o coletivo adquiriu experiência na formatação e escrita de projetos e consequentemente na aprovação de editais. A exemplo disso, a coordenação da Rede Sofá na Rua Brasil, aprovou e está em plena execução do projeto I Festival Sofá na Rua - Fronteiras Artísticas, um festival itinerante que prevê a qualificação das equipes fronteiriças de Chuí, Jaguarão, Bagé e Pelotas através de atividades formativas presenciais entre as gestoras da equipe matriz, as gestoras locais e agentes culturais representativos dos territórios da Rede Sofá na Rua - Eixo Sul. O projeto tem como preocupação a pauta da acessibilidade, inclusão e diversidade, temática disparadora para o processo pedagógico da pesquisa da rede. É válido lembrar que enquanto localização geográfica, o movimento que floresce e irradia sua tecnologia de um município do interior do estado do RS, portanto fora do eixo RJ/SP, para municípios fronteiriços do estados e agora, neste projeto para dois bairros de duas cidades afetadas pela enchente de maio de 2024, ganha não somente força em diversidade de articulação cultural, mas também, fomenta e valida o intercâmbios, possibilitando que artistas e agentes culturais possam circular entre as cidades que compõem a rede. O projeto é essencial para a revitalização das cidades atingidas, oferecendo não apenas fruição, mas também ferramentas de organização e mobilização comunitária, utilizando a arte como veículo de transformação social. Ao ocupar os espaços públicos com manifestações culturais, o CARAVANA SOFÁ NA RUA reafirma a importância da cultura como direito e instrumento de coesão social.Um dos braços do movimento Sofá na Rua é a rede de consumo local que se apresenta em formato de feira a cada edição, gerando o fortalecimento da economia criativa dos territórios, quando identifica colaboradores e potencial público para que a se estabeleça um espaço de comercialização baseado na gestão solidária. É sabido que a Economia Criativa no país movimentou cerca de 217 bilhões em 2020 e que portanto, vem se mostrando como um setor em ascensão. A feira do Sofá, carrega características da região onde é realizado, pois se insere como uma possibilidade de reafirmação da identidade desse povo, já que destaca os costumes e a cultura popular. A rede de consumo local é composta por artesãs e artesãos. Sendo assim, podemos dizer que a partir da movimentação da feira que reúne diversos aspectos da cultura popular: oralidade, espacialidade, artesanato e festa. O projeto se enquadra nos Art Iº (I, II, III, IV, V, VIII e IX) e Art.IIIº (inciso I - c - inciso II - c, inciso IV) .

Estratégia de execução

É válido ressaltar que o projeto é essencial para a recuperação e revitalização das cidades atingidas, como é o caso de Rio Grande e Porto Alegre, onde o projeto propõe a criação de 02 novas equipes Sofá na Rua em comunidades periféricas, oferecendo não apenas fruição, mas também ferramentas de organização e mobilização comunitária, utilizando a arte como veículo de transformação social. Ao ocupar os espaços públicos com manifestações culturais, o CARAVANA SOFÁ NA RUA reafirma a importância da cultura como direito e instrumento de coesão social. Já em Pelotas, onde o movimento iniciou em 2012 e se desenvolve de forma ininterrupta, ofertando eventos gratuitos mensais à comunidade pelotense que reside e se envolve com a região portuária da cidade. Portanto, pensando no movimento cultural que o Sofá na Rua representa dentro da categoria cultura de rua e diante das dificuldades impostas pelo período de desmonte das políticas de fomento à cultura no país, pela pandemia e agora, com a enchente em maio deste ano, aos quais resistiu se mantendo em atividade, entendemos que a aprovação do presente projeto atende a urgente necessidade de dar renovado fôlego a essa rede de coletivos, fomentando sua manutenção, sustentabilidade, perspectiva de continuidade, ampliação e qualificação da Rede Sofá na Rua - Eixo Sul.

Especificação técnica

O presente projeto se apresenta entre processos formativos (oficinas) nas cidades de Rio Grande e Porto Alegre e eventos (música regional) em Pelotas, Rio Grande e Porto Alegre. Para o processo formativo através de oficinas, o Sofá na Rua ampara-se em métodos que dialogam com a educação popular para criação e desenvolvimento de suas equipes. Para a criação das equipes a coordenação geral do projeto fará busca ativa e chamadas abertas às comunidades periféricas do bairro Restinga em Porto Alegre e bairro Rural em Rio Grande com a finalidade de reconhecer os territórios com o apoio e suporte de lideranças culturais destas comunidades. Assim, inicia-se o processo de formação das 02 novas equipes Sofá na Rua. As equipes em formação são compostas por artistas, produtores, técnicos e agentes culturais locais que manifestem interesse em interagir com a tecnologia Sofá na Rua e consequentemente venham integrar a rede Sofá na Rua Brasil - Eixo Sul. Durantes 03 meses, a coordenação educativa irá propiciar debates e encontros semanais virtuais com potência para compartilhamento de experiências e entendimento do território em que o movimento pretende se desenvolver, além de 02 atividades formativas presenciais no Bairro Restinga/POA e 02 atividades formativas presenciais no Bairro Rural/RS, propiciando o aprendizado entre os agentes fazedores da localidade e os facilitadores oficineiros convidados pela coordenação do projeto (conforme citados na ficha técnica), busca-se lançar um olhar com uma lente crítica e ao mesmo tempo humana para o território que está sendo convidado a participar da tecnologia. O projeto conta com acompanhamento de 02 profissionais que amparam o processo quanto a estratégias de acessibilidade, inclusão e diversidade durante o processo de atividades formativas virtuais. A coordenação educativa, que também coordena o presente projeto, viajará para Rio Grande e Porto Alegre com o intuito de estabelecer intercâmbios das diferentes vivências gestoras, promovendo a troca de experiências por meio da imersão compartilhada. Consecutivamente, as duas novas equipes passam a integrar a rede. Esse processo, resultará em 01 evento de música regional em cada uma das 03 cidades envolvidas neste projeto, dando protagonismo aos fazedores de cultura e artistas locais, qualificando as equipes gestoras e envolvendo a economia criativa local através de feiras criativas que integram o escopo do evento, conforme propõe a tecnologia Sofá na Rua já desenvolvida em Pelotas e cidades fronteiriças da metade sul. Seguindo a lógica e as diretrizes dos eventos Sofá na Rua que acontecem nas localidades citadas anteriormente, a produção de cada cidade e suas equipes tem como compromisso organizar eventos que possuam em suas programação artística 02 bandas (música regional), 01 grupo ou espetáculo cênico, feira criativa com artesãos e artistas locais. Os eventos seguem a lógica de estratégias para a inclusão, acessibilidade para contemplar a diversidade de existência de seu público. Assim sendo, todos os eventos contam com intérprete em libras para a programação artística e banheiros PCDs

Acessibilidade

Estão previstas medidas de acessibilidade em todas as etapas do projeto aqui proposto, visando democratizar e universalizar o acesso da população à fruição e à produção cultural. Serão previstos intérpretes de libras tanto para as imersões (quando necessário e requisitado em formulário de inscrição) quanto para os eventos. Assim como, em todas as ações do presente projeto será utilizada linguagem simples e garantida vaga de estacionamento PCD. Além disso, todos os locais onde se realizam os eventos serão escolhidos de forma a garantir acessibilidade de pessoas com deficiência, assim como serão locados banheiros químicos PCD. No que tange o aspecto atitudinal, a equipe Sofá na Rua de cada região estará uniformizada e apta a receber pessoas com diferentes deficiências. O projeto conta com duas profissionais com expertise no que se refere a acessibilidade cultural e estratégias de inclusão para o público PCD e para a comunidade LGBTQIAPN+.

Democratização do acesso

O projeto CARAVANA SOFÁ NA RUA é concebido com o objetivo de ampliar o acesso da população aos bens culturais, assegurando que todas as atividades sejam gratuitas, abertas ao público e realizadas em locais com plena acessibilidade. Os eventos ocorrem em espaços públicos de regiões periféricas, promovendo uma troca cultural direta com as comunidades, fortalecendo o diálogo e a participação local. Além disso, o projeto adota uma visão ampla de democratização, integrando à sua equipe gestora uma profissional trans e uma profissional PCD. Elas são responsáveis pelo desenvolvimento de estratégias voltadas à inclusão, diversidade e equidade, garantindo que a pluralidade de vozes e experiências seja refletida em todas as etapas do projeto. Para ampliar o alcance do CARAVANA SOFÁ NA RUA, haverá transmissões online durante o evento, possibilitando que pessoas de outras localidades, ou com limitações de deslocamento, possam acompanhar as atividades. Após cada evento, serão disponibilizadas fotos e vídeos nas redes sociais, proporcionando àqueles que não puderam comparecer uma oportunidade de vivenciar parte da experiência cultural promovida. Dessa forma, o projeto se compromete a assegurar que todos, independentemente de localização ou condição, possam ter acesso a essa vivência.

Ficha técnica

O coletivo Sofá na Rua que nasce e se desenvolve na cidade de Pelotas e completa em 2024 12 anos de atividades mensais ininterruptas. Conta com equipe qualificada e propõe para o projeto Caravana Sofá na Rua a execução de 03 edições do evento Sofá na Rua em 03 bairros de 03 cidades que foram fortemente atingidas pela enchente, a coordenação do movimento (Pelotas) responsabiliza-se pela criação de 02 novas equipes nas cidades de Porto Alegre e Rio Grande. Para a formação destas equipes estão previstas atividades formativas geridas pela coordenadora da Rede Sofá na Rua - Eixo Sul e amparada na tecnologia Sofá na Rua. Dentro de suas diretrizes para a formação de novas equipes, a coordenação do movimento tem como regra, protagonizar fazedores culturais locais através de busca ativa. O projeto inicia com reuniões de produção entre as equipes de produção e comunicação para alinhamento de cronogramas, criação de identidade visual do projeto e reconhecimento entre os integrantes destas duas frentes de trabalho do projeto. Posteriormente a coordenadora da Rede Sofá na Rua Brasil - Eixo Sul, Renata Pinhatti, inicia a interlocução com as lideranças comunitárias dos Bairro Restinga e Bairro Rural para que estes possam contribuir na busca ativa de artistas, agentes culturais, bandas e grupos que possam vir a fazer parte das equipes Sofá na Rua em formação nos territórios. A partir desse contato iniciam as reuniões virtuais entre a produção geral do projeto, facilitadores locais de cada região e interessados em compor as novas equipes Sofá na Rua. As atividades formativas acontecem presencialmente em locais previamente mapeados entre as lideranças de cada comunidade e a coordenação do projeto. Cada atividade formativa conta com um oficineiro facilitador convidado que apresentará dinâmicas de trabalho que possam contribuir com o processo de criação das novas equipes e consequentemente dos eventos Sofá na Rua. Renata Pinhatti é atriz, produtora e articuladora cultural na região de Pelotas desde 2010. Gestora e produtora artística do Coletivo Sofá na Rua desde 2017. É responsável pela criação e coordenação da Rede Sofá na Rua Brasil - Eixo Sul onde tem a oportunidade de acumular experiência em gestão e suporte de equipes que são orientadas através da tecnologia Sofá na Rua. Integra a diretiva da Associação Sofá na Rua como Presidenta. É diretora de produção do I Festival Sofá na Rua Fronteiras Artísticas, festival itinerante entre cidades de fronteira da Metade Sul do RS aprovado pela LPG Estadual RS (em execução).Integra o Comitê de Cultura do RS – Secretaria Nacional de Comitês de Cultura – MinC. Integrou a mesa de conversas Construyendo Equidad Proyectos con perspectiva de género no Mercado da Música Uruguay Musical em maio de 2024.Idealizadora e apresentadora do Projeto Respeita, conteúdo digital que busca dar protagonismo e visibilidade para trajetórias e fazeres de mulheres de diversos segmentos, sendo este, selecionado como um dos microprojetos do Circuito de Cultura Periférica do RS com recurso da Lei Aldir Blanc.Para o projeto aqui proposto Renata acompanhará o processo de criação das equipes e organização dos eventos nas comunidades nos bairros Restinga e Rural respondendo pela função de coordenadora geral e fará a gestão e acompanhamento das 04 atividades formativas como coordenação educativa. Isadora Passeggio é produtora cultural, ativista social, agente cultural e educadora, à frente de projetos de extrema relevância como Instituto Hélio D' Angola e Sofá na Rua, onde atua como gestora. Iniciou sua carreira em 2007 como estagiária de produção no projeto ‘Katangas, Xarqueada, Katangas’, e ‘Arte ao Quadrado’. Em 2008 foi estagiária de produção no projeto‘Me gritaram Negra’. Em 2015 passou a integrar o coletivo cultural Instituto Hélio D’ Angola como produtora cultural, secretária executiva e oficineira, onde segue atualmente. Em 2016 passou a integrar o coletivo cultural Sofá na Rua, onde trabalhou como oficineira e a partir de 2017 passa a ser responsável pela produção executiva do evento. Hoje é gestora de projetos e uma das gestoras da Rede Sofá na Rua Eixo Sul. Em 2020 foi proponente e produtora do projeto aprovado pelo Fac digital RS, Podcast Cultura Viva – A dinâmica de coletivos culturais e a participação social. Em 2020 foi assistente de produção do curta "Pelotas Caridosa - Poemas Lidos de Lobo da Costa", aprovado no edital FAC DIGITAL RS.Em 2022 aprovou como proponente do Procultura Secult Pelotas o projeto Sofá na Rua. Ainda em 2022 participa como produtora executiva do edital aprovado no ProculturaSecult Pelotas o Projeto Reforma do telhado do Instituto Hélio D’ Angola. É produtora executiva do 1 Festival Sofá na Rua Fronteiras Artísticas, aprovado pela SEDAC RS no edital da Lei Paulo Gustavo em 2024. Para este projeto, Isadora responde pelas funções de produção executiva.Pedro Vasconcellos é gestor cultural com larga experiência na gestão pública da cultura, políticas públicas de juventude e projetos internacionais. Diretor de Políticas Culturais e Diversidade da SMC-São Leopoldo-RS entre 2007 e 2010, Coordenando a programação Cultural da Cidade e o Programa de Descentralização da Cultura, Secretário Municipal de Cultura de São Leopoldo-RS, coordenando Projetos Importantes Como o Fórum Social Mundial 10 Anos e a Casa Cuba em 2010, e a TEIA-RS em 2012. Foi Diretor de Cidadania e Diversidade Cultural da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, nos anos de 2013 e 2014, onde coordenou o Programa Cultura Viva e a Teia da Diversidade de 2014 em Natal-RN,. Diretor de Estudos e Monitoramento de Políticas Culturais da Secretaria de Políticas Culturais do MinC entre 2015 e 2016, estando a frente do PNC, do SNIIC e do Programa Cultura e Pensamento. Secretário de Cultura e Relações Internacionais de São Leopoldo-Rs de 2017 a 2022.Membro do GT de Transição da área da Cultura do Governo Lula em 2022 e Diretor de Articulação e Governança da Secretaria de Comitês de Cultura do Ministério da Cultura, onde implantou os 27 Escritórios Estaduais do MinC e o Programa Nacional dos Comitês de Cultura em 2023. Por tais acúmulos, Pedro integra a equipe como coordenador de produção. Santiago Neto é músico, compositor e produtor cultural gaúcho. iniciada em Com carreira iniciada em 1986, como profissional da arte, gravou 05 discos, criou a Banda Sombrero Luminoso, referência na cena do rock gaúcho e tem músicas que compõem as trilhas sonoras de filmes do cinema. Fez a abertura do Fórum Social Mundial 2005, ao lado de Gilberto Gil e Manu Chao e a posse da presidente Dilma em 2011. Trabalha com inclusão social pela arte desde 1997 quando integrou a coordenação de Descentralização da Cultura da SMC em Porto Alegre.Como gestor cultural, implantou o Fundo Municipal de Cultura em São Leopoldo em 2009 e foi diretor do Instituto Estadual de Música do Rio Grande do Sul (IEM) entre 2011 e 2014 e integra o projeto Caravana Sofá na Rua como diretor artístico. Marina Albuquerque é Doutora pelo Programa de Pós-graduação em Ciências da Comunicação na UNISINOS. Mestra em Comunicação pelo Programa de Pós-graduação em Ciências da Comunicação na UNISINOS (2012). Graduada em Comunicação Social - Relações Públicas pela UNISINOS (2002). com vasta experiência profissional na área da Comunicação, com ênfase em assessoria de comunicação, assessoria de imprensa Pesquisadora com foco nos eixos da cultura, da cidadania e das tecnologias da comunicação, com destaque para o desenvolvimento de estratégias e gerenciamento de mídias sociais, gestão de relacionamentos em plataformas digitais, responsável pela função de coordenação de comunicação do projeto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.