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PRONAC 250187ArquivadoMecenato

Inteligência Ancestral

URBANAUTA EXECUCAO E PRODUCAO DE PROJETOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 199,3 mil
Aprovado
R$ 199,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto "Inteligência Ancestral" propõe a realização de um laboratório cultural que visa aproximar e valorizar os saberes das comunidades indígenas ancestrais - das sociedades urbanas contemporâneas, em um contexto de pesquisa, reflexão social e fruição cultural. O projeto inicia com um programa de Identificação e Reconhecimento de Saberes Ancestrais junto à comunidadede indígena em Porto Alegre, RS. Por meio de ações integradas, busca instrumentalizar os saberes e fazeres da comunidade, promovendo sua valorização, conscientização, empoderamento social e treinamento didático. Na segunda fase, as oficinas e workshops elaborados em conjunto com a comunidade, serão oferecidos aos alunos das escolas públicas de Porto Alegre, proporcionando uma aproximação cultural que vai além dos estereótipos, rompendo preconceitos e promovendo o respeito às tradições ancestrais. As etapas de desenvolvimento serão documentadas e é prevista exposição pública dos resultados dessa experiência na vanguardista galeria Bronze, no centro histórico de Porto Alegre, destacando iniciativas centradas na sedimentação de uma práxis intercultural.

Sinopse

O projeto "Inteligência Ancestral" é uma iniciativa cultural que visa promover a valorização e o reconhecimento dos saberes e fazeres das comunidades indígenas, conectando-os às sociedades urbanas contemporâneas. O foco principal do projeto é estreitar laços entre os conhecimentos ancestrais indígenas e o universo educacional urbano, oferecendo uma série de oficinas imersivas, workshops práticos e uma exposição visual com os resultados do projeto. A primeira fase envolve uma pesquisa colaborativa para mapear os saberes imateriais da comunidade, como técnicas de tecelagem, danças tradicionais, medicina natural, culinária, modelagem em barro, cestaria e outros elementos culturais significativos. Esses saberes serão catalogados e organizados pela equipe pedagógica, a fim de construir uma metodologia educativa que instrumentalize sua aplicação em oficinas realizadas pela própria comunidade. Na segunda fase, o projeto se desdobra levando as oficinas diretamente às escolas públicas de ensino fundamental em Porto Alegre, com a participação ativa dos membros da comunidade indígena. Essas atividades oferecem uma oportunidade de conexão, valorização e conscientização, além de proporcionar uma formação remunerada para os indígenas envolvidos, promovendo o reconhecimento e a dignidade de seus saberes nas relações interculturais. Além disso, o projeto prevê a produção de uma exposição que documentará as etapas do processo, desde o mapeamento dos saberes até os resultados obtidos nas oficinas. A exposição prevê recursos de legendagem descritiva e audiodescrição, garantindo acessibilidade e alcance ampliados para todos os públicos. "Inteligência Ancestral" busca valorizar o patrimônio imaterial indígena, fortalecer o diálogo entre culturas e fomentar o intercâmbio de conhecimentos que transcendem fronteiras sociais. O projeto reforça a importância da preservação da memória e da transmissão dos saberes ancestrais, proporcionando uma experiência cultural transformadora para estudantes, educadores e para a própria comunidade indígena.

Objetivos

Objetivo Geral Promover o intercâmbio entre os saberes ancestrais indígenas e a sociedade contemporânea, valorizando práticas culturais primordiais, em um programa educativo imersivo, que fortaleça a noção de patrimônio imaterial existente nos saberes e fazeres, sedimentando uma práxis intercultural que potencializa e fortalece iniciativas centradas na educação decolonial e libertadora. Objetivos Específicos 1- Realizar mapeamento de 'saberes e fazeres' da comunidade;2- Desenvolver metodologia didática para transmissão dos saberes indígenas, bem como empoderar socialmente, participantes indígenas como protagonistas nas oficinas interativas a serem oferecidas;3- Realizar oficinas e workshops sobre teorias e práticas do patrimônio imaterial indígena em escolas públicas de Porto Alegre, destinadas a alunos do ensino fundamental envolvendo tecelagem, danças, medicina natural, culinária, agricultura, modelagem, cestaria, dentre outros saberes;4- Capacitar membros da comunidade indígena para que se tornem facilitadores e possam transmitir seus saberes em atividades remuneradas;5- Realizar exposição pública dos resultados do laboratório de práticas ancestrais na galeria Bronze, centro histórico de Porto Alegre, destacando iniciativas centradas em uma práxis intercultural, prevendo recursos de acessibilidade como intérprete de Libras e audiodescrição.

Justificativa

O projeto "Inteligência Ancestral" se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, que define as diretrizes de incentivo à preservação e difusão do patrimônio cultural imaterial e à promoção do acesso à cultura por todos os setores da sociedade. Esse projeto se alinha especialmente com o objetivo de preservar e valorizar as manifestações culturais das comunidades indígenas brasileiras e fomentar o intercâmbio entre culturas tradicionais e contemporâneas. Os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 também são claramente atendidos, uma vez que o projeto: -Promove a democratização do acesso à cultura, levando oficinas interativas e práticas ancestrais diretamente para o ambiente escolar, integrando saberes indígenas a comunidades urbanas;-Fortalece a identidade cultural brasileira por meio da valorização do patrimônio imaterial ancestral indígena;-Contribui para o desenvolvimento de programas educativos, incentivando uma maior aproximação entre as tradições indígenas e os educandos das escolas públicas, rompendo estereótipos;-Estimula a formação artística e cultural, ao capacitar e remunerar os membros da aldeia para ministrar oficinas, reconhecendo seu papel como agentes de preservação cultural. Quanto à articipação popular e à capacitação técnica, o projeto promove o desenvolvimento de comunidades indígenas e oferece uma ponte entre a Porto Alegre central e suas periferias. Diversos estudos denunciam a persistência de reverberações coloniais contra os povos indígenas e este projeto fortalece iniciativas centradas em uma educação libertadora. Ao inserir as práticas culturais indígenas nos espaços escolares e em debates abertos, o projeto proporciona uma oportunidade de crescimento tanto aos facilitadores indígenas quanto aos alunos, que passam a ter uma visão mais próxima e real dos povos indígenas contemporâneos. O Censo Demográfico do IBGE em 2010, apontou que quase 900.000 pessoas declaram-se indígenas e quase 60% vivem em áreas oficialmente reconhecidas. Estas áreas, territórios originários, são berços incubadores de tecnologias sociais - tecnologias primordiais, originadas nos espaços onde cada povo encontra suas maneiras de viver, utilizando e preservando seus recursos, e sobretudo honrando sua ancestralidade e perpetuando saberes originários. Em um estado como o Rio Grande do Sul, que enfrenta altos índices de violência e intolerância, a proposta é bastante relevante, pois a promoção do diálogo intercultural visa combater o preconceito, o desrespeito e a marginalização que afeta direta e indiretamente nossas comunidades. É uma proposta inovadora, pois integra práticas ancestrais em um formato pedagógico e interativo, utilizando recursos para ampliar o alcance dos conteúdos e dos saberes, fomentando a devida remuneração pelos serviços prestados pelos participantes indígenas oficineiros. Em um contexto de desigualdade socioeconômica, oferece uma oportunidade para que as comunidades indígenas e os alunos das escolas públicas participem de um intercâmbio genuíno, promovendo a miscigenação de seus saberes.

Especificação técnica

1. Mapeamento dos Saberes e Fazeres da ComunidadeO mapeamento consiste na catalogação dos conhecimentos ancestrais e práticas tradicionais da comunidade indígena, como tecelagem, danças, medicina natural, culinária, modelagem em barro, entre outros. Pesquisa em campo, entrevistas gravadas, registros audiovisuais dos membros da comunidade. Uso de cadernos de campo para anotações, gravações em áudio e vídeo. Duração: 2 meses de pesquisa contínua, com visitas programadas à aldeia e reuniões com líderes da comunidade. Equipe Envolvida: Pesquisadores, agentes culturais, pedagogos e equipe de produção. 2. Construção de Metodologia PedagógicaDesenvolvimento de uma metodologia para traduzir os saberes ancestrais em oficinas educativas a serem aplicadas em escolas, destinadas ao ensino fundamental. Prevê a elaboração de guias didáticos ilustrados com conteúdos voltados para educadores e facilitadores e apostilas para alunos. 10 páginas de guia pedagógico, incluindo descrição de atividades, passo a passo das oficinas e bibliografia de referência. Duração: 1 mês de desenvolvimento e revisão do material. Projeto Pedagógico:Dividido em módulos, com cada módulo abordando um saber específico (ex: medicina natural, danças tradicionais, etc.). Estrutura voltada para atividades práticas, proporcionando uma imersão nas práticas culturais e ecológicas indígenas. 3. Oficinas e Workshops Sobre o Patrimônio Imaterial (Itinerância nas Escolas)Realização de oficinas e workshops práticos em escolas públicas, ministrados por membros da comunidade indígena e facilitadores, abordando temas como tecelagem, dança, medicina natural, culinária, agricultura, modelagem em barro e madeira, cestaria, entre outros. Duração: Cada oficina terá 2 a 3 horas de duração. Implementação das oficinas nas escolas públicas de Porto Alegre, aproximando alunos da cultura e dos saberes indígenas. A itinerância será realizada em escolas que demonstrarem interesse mediante agendamento prévio. Serão realizadas 10 oficinas no total, ao longo de 3 meses. As oficinas serão adaptadas para as idades dos alunos, prevendo atividades para crianças do ensino fundamental (até o 5o ano). Ferramentas e materiais específicos para cada oficina: Kits pedagógicos com materiais práticos para aplicação dos saberes tradicionais (fios, tecidos, tintas naturais, argila, alimentos, entre outros).Material audiovisual para registro (filmagem e fotografias das oficinas).Público-alvo: estudantes de ensino fundamental das escolas públicas de Porto Alegre. Previsão de atender até 400 alunos.Equipe Envolvida: Instrutores indígenas, educadores facilitadores, tradutores e mediadores culturais. 4. Exposição de EncerramentoApresentação pública dos resultados das oficinas em um evento de encerramento, com exposição dos objetos produzidos (tecelagem, cerâmica, cestaria) e exibição da documentação gerada pelo projeto. Local: Bronze galeria, centro histórico, Porto Alegre. o por 1 mês. Duração: Exposição aberta ao público por 1 mês.Material: Montagem de cenografia, exposição dos objetos produzidos durante as oficinas, instalação diversas. Acessibilidade: Espaço acessível para pessoas com deficiência física, além de material de audiodescrição para as obras expostas. Acessibilidade: Espaço acessível para pessoas com deficiência física, intérprete em Libras sempre que necessário, além de material de audiodescrição para as obras expostas.

Acessibilidade

O objetivo é oferecer uma experiência completa e inclusiva para todos, garantindo que o projeto "Inteligência Ancestral" possa alcançar um público mais amplo e diversificado. Intérprete de Libras: Ao longo do desenvolvimento o projeto prevê em todas as etapas a presença de intérprete de Libras para facilitar a compreensão do conteúdo, sempre que necessário. Audiodescrição: A audiodescrição será implementada na exposição dos resultados do projeto, para garantir que pessoas com deficiência visual possam também ter uma experiência completa ao participar, com o mesmo grau de imersão que o público em geral. A audiodescrição incluirá: Descrição de cenários e ambientes (explicação detalhada sobre os contextos visuais relevantes, como o espaço onde os workshops ocorrem, a aparência dos participantes e a cenografia da exposição).Descrição de gestos e ações (explicação das expressões faciais, gestos e movimentos dos facilitadores e participantes, assim como as práticas demonstradas nas oficinas).Descrição de elementos visuais importantes (abordará elementos culturais e simbólicos, instrumentos usados, a construção dos objetos artesanais e a natureza dos recursos).

Democratização do acesso

Todas as atividades de "Inteligência Ancestral", desde oficinas, workshops e exposição visual serão gratuitos e divulgados junto às escolas públicas de ensino fundamental. A iniciativa também contará com medidas de acessibilidade, como intérpretes de Libras para as atividades sempre que necessário e legendas descritivas e audiodescrição na exposição, garantindo que pessoas com deficiência possam participar e se beneficiar do conteúdo. Participação Comunitária: o projeto prevê a participação ativa dos membros da comunidade indígena, que receberão capacitação técnica e remuneração para atuar como facilitadores nas oficinas e workshops. Dessa forma, o projeto não só democratiza o acesso à cultura para os participantes, como também valoriza e incentiva o empoderamento social das comunidades indígenas. Aproximação Entre Centro e Periferia: ao realizar as oficinas em escolas públicas de Porto Alegre, o projeto promove uma aproximação entre os saberes indígenas e os educandos, que muitas vezes tem uma visão estereotipada ou distante da realidade das comunidades indígenas. Ao incluir a comunidade indígena no espaço urbano, o projeto contribui para uma aproximação libertária, através de uma práxis intercultural que dissolve preconceitos e intolerâncias e estimula a miscigenação do diálogo.

Ficha técnica

PROPONENTE: URBANAUTA - Eduardo Saorin é arquiteto e urbanista graduado pela Universidade Federal de Santa Maria em 2000 e com mestrado em Planejamento Urbano e Regional pelo PROPUR-UFRGS na área de Sistemas Configuracionais Urbanos onde realizou uma pesquisa sobre simulações digitais do crescimento de cidades. Após um período de estudos em Londres, retornou à Porto Alegre onde realizou trabalhos em diversos campos de atuação, da construção civil ao planejamento urbano, passando por projetos de paisagismo e design gráfico. Atualmente é o diretor da URBANAUTA, estúdio especializado em cenografia e exhibition design. Com mais de 15 anos de experiência na área, coordenou com sucesso projetos de grande porte, incluindo o Projeto Expográfico das 8ª, 9ª e 11ª edições da Bienal do Mercosul, onde foi responsável pela museografia das exposições, além de ter trabalhado na recuperação e adequação dos edifícios históricos que abrigaram as mostras. Realizou projetos nos mais importantes espaços expositivos de Porto Alegre, como Farol Santander, MARGS, Instituto Ling e Fundação Iberê Camargo, alem de centros culturais como Instituto Tomie Othake em São Paulo, Centro de Artes Aplicadas da Hochschule Hannover e pavilhão do Brasil na 55º Bienal de Veneza. Atualmente vive entre Porto Alegre e Berlin e, além de seus trabalhos em expografia, tem se dedicado a projetos para espaços de inovação e tecnologia, projetando e executando cenários para eventos, direção de arte e consultoria técnica para artistas. https://www.urbanauta.art.br/ IDENTIDADE VISUAL E GALERIA BRONZE: Andressa Cantergiani é artista transdisciplinar e multimedia. Vive e trabalha entre Berlin e Porto Alegre, é doutora em Poéticas Visuais pelo PPGAV-UFRGS, mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Graduada em Artes Cênicas pelo DAD/UFRGS. Estudou Performance na UDK-Universidade das Artes em Berlim. Doutorado Sanduíche University of Applied Sciences and Arts- Hoschulle Hannover - Alemanha. Artista representada da Galeria Mamute, Porto Alegre - Brasil. Gestora da BRONZE Residência e galeria Península em Porto Alegre. Curadora e educadora do PPPP [Programa Público de Performance Península] premiado duas vezes pelo editais #Juntospelacultura FAC ProculturaRS, pelo FUMPROARTE, Atelier Livre Poa e Prêmio Açorianos como melhor Projeto de Divulgação e Inovação Cultural. Prêmio FUNARTE MINC Brasil Cultura-Lisboa e CDEA- Centro de Cultura Européia e Alemã. Realiza projetos transdisciplinares em diversos espaços em redor do mundo tais como Fundação Iberê Camargo/RS/BR, Brasil, MAC/RS- Museu de Arte Contemporânea, Museu de Arte Contemporânea Bispo do Rosário/RJ/BR, Residência Terra Una/MG. Residência Insurgências, Berlin/ALE. Possui obras em coleções particulares e nos acervos do MARGS-RS, MAC-RS e AMARP-RS. PROJETO PEDAGÓGICO: Ana Lúcia Liberato Tettamanzy possui Graduação em Letras (1988), Mestrado em Letras - Área Literatura Brasileira (1993) e Doutorado em Letras - Área Literatura Brasileira (1999), todas titulações pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul desde 2002. Tem experiência em ensino e pesquisa em Literatura Brasileira e Literaturas Portuguesa e Luso-Africanas, com ênfase nos seguintes temas: narrativa oral, interculturalidade, pós-colonialismo, poéticas populares e tradicionais. Coordena desde 2005 o Projeto de Extensão Quem conta um conto - contadores de histórias, atividade relacionada às pesquisas que realiza. Foi coordenadora do GT de Literatura Oral e Popular da ANPOLL (Biênio 2012-2014). Foi editora da Revista Nau Literária (2011-2013). Foi editora da Revista Boitatá (biênio 2014-2016). Coordenou o Projeto de Pesquisa A Vida Reinventada: pressupostos teóricos para análise e criação de acervo de narrativas orais (2009-2015). Desenvolveu o projeto de pesquisa Letras e Vozes Anticoloniais (2015-2019). Participoui de 2014 a 2021 como docente colaboradora da Ação "Saberes Indígenas na Escola- Grupo UFRGS", e desde 2016 da disciplina Encontro de Saberes/UFRGS, em que Mestres e Mestras de matrizes negras e indígenas conduzem prática interepistêmica e colaborativa. É membro do NEABI (Núcleo de Estudos Africanos, Afro-brasileiros e Indígenas) da UFRGS desde a sua criação em 2014. ORCID: http://orcid.org/0000-0001-7811-2190. Letícia Cao Ponso é professora Adjunta da Universidade Federal do Rio Grande, onde também atua como membro do corpo docente do Programa de Pós-graduação em Linguística e Ensino de Língua Portuguesa. Doutora em Teoria e Análise Linguística pela Universidade Federal Fluminense, com estágio-sanduíche na Universidade Eduardo Mondlane - Moçambique, com tese sobre identidades, práticas e representações linguísticas acerca do português em contato com as línguas autóctones moçambicanas no contexto póscolonial. Mestre em Estudos da Linguagem e graduada em Letras - Licenciatura Plena Português-Latim pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Co-autora do livro Pesquisa e Ensino em Línguas Moçambicanas. É vice-líder do Laboratório de Estudos sobre as Relações Étnico-raciais (ERER-FURG). Atua no Grupo de Pesquisa Políticas Linguísticas Críticas (UFSC). É membro do GT Transculturalidade, Linguagem e Ensino da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística (ANPOLL) e membro do Comitê de Políticas Públicas da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN). Seus interesses estão direcionados para a área de ensino de Língua Portuguesa, Política Linguística, Sociolinguística e Línguas em Contato, abrangendo multilinguismo, interculturalidade, processos de variação e mudança das línguas minoritárias, letramentos acadêmicos, educação para as relações étnico-raciais. PLANEJAMENTO E GESTÃO ADMINISTRATIVA: Giuliana Neuman Farias é responsável pelo planejamento cultural e a administração financeira do projeto, até a prestação de contas. Especialista em Gestão de Projetos Sociais e Administração de Empresas, dedica-se à elaboração de projetos culturais desde 2017. Vive e trabalha em Porto Alegre. Seu portfólio inclui:-Exposição Karin Lambrecht - Nem eu, nem tu: nós (Pronac, 2017);-Seminário Curadoria em Artes Visuais (Pronac, 2018); Exposição Fernando Pessoa - A minha arte é ser eu(Pronac, 2018);-Seminário Fernando Pessoa Múltiplo (Pronac 2018); Incubadora Cultural MEME (Lei Aldir Blanc 2021);-Projeto CHAMAS (FAC - Edital SEDAC n°16/2021); Coleção Sartori no MARGS (LIC RS, 2022);-Espetáculo Raiz Amarga (Edital CHC Santa Casa, 2022); -Espetáculo Raiz Amarga (Edital SEDAC 03/2024 - ATOS E CENAS DO RS);-Museu Histórico Visconde de São Leopoldo (Lei Rouanet 2023 - em andamento); -Bibliopinacoteca (Edital SEDAC/LPG no 11/2023 - Pesquisa, Registro e Memória (em andamento);-O Grito do Pampa (Pronac 248850 - em andamento); -Botannica Tirannica (Pronac 248533 - em andamento). FACILITAÇÃO DAS OFICINAS E ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO: Chana Manica (DRT 0006346/RS) é atriz, bailarina, performer, professora de teatro, gestora cultural e publicitária. Atua profissionalmente desde 2000 quando inicia sua pesquisa contínua em dança-teatro ancorada nas técnicas de work in progress e improvisação. Em DANÇA é a idealizadora do "Projeto Chamas" e intérprete criadora do espetáculo de dança-teatro "Chamas" que estreou em Agosto/23 e teve financiamento do Edital SEDAC no16/2021-FAC Artes do Espetáculo. Integra o Grupo MEME há 19 anos, participando de espetáculos com destaque para “Teresinhas” e “BU – um olhar adulto sobre a criança que há em nós” (premiado com 4 Açorianos inclusive de melhor espetáculo e produção), videodanças, performances e festivais. Em TEATRO participou de diversas montagens, festivais, performances teatrais, teatro empresa. Principais diretores: Zé Adão Barbosa e Rogério Beretta. Em VÍDEO/CINEMA participou de diversos média e curta metragens em digital, 16 mm e Teledramaturgia, entre eles: SCHÍZO (documentário sobre saúde mental); O Segredo (série portuguesa); Histórias Curtas; Contos de Inverno; Especiais Mário Quintana; Especiais Érico Veríssimo; Histórias Extraordinárias e produções independentes como: “Justiça Infinita” (prêmio de melhor atriz em Juiz de Fora). Em PUBLICIDADE também participou de diversos VTs comerciais e editoriais de moda como modelo fotográfico, atriz e bailarina. Em PERFORMANCE participou em diversas exposições e eventos de arte e cultura com destaque para Singularidades na Galeria Gravura e Consequências no Memorial do Rio Grande do Sul. Em PRODUÇÃO atua em teatro, dança, circo, cinema, artes visuais e fotografia, com destaque para os projetos Chamas (financiamento FAC/RS), MEME Incubadora Cultural (financiamento LAB); Articulando a Dança pelo RS: À La Carte (financiamento LAB). Espetáculos: Teresinhas, Memórias e Pinturas (financiamento FUMPROARTE), Despidas por seus Celibatários (financiamento FUMPROARTE) e BU – um olhar adulto sobre a criança que há em nós (prêmio Açorianos de melhor produção). Vive e trabalha em Porto Alegre. ACESSIBILIDADE: Mil Palavras é uma empresa brasileira dedicada ao desenvolvimento de recursos de acessibilidade para produções artísticas e culturais, conteúdos educacionais ou publicitários e eventos diversos. A empresa também oferece consultoria em acessibilidade, auxiliando produtores culturais, empresas e instituições na implementação de políticas e práticas que contemplem as pessoas com deficiência de forma plena e adequada. Em atividade desde 2009, a Mil Palavras é referência em audiodescrição e legendagem para surdos e ensurdecidos, promovendo a ampliação do acesso de pessoas com deficiência aos bens sociais e culturais. O comprometimento com o objetivo particular de cada projeto e o diálogo constante com a equipe de criação da obra ou do evento estão entre as principais características da Mil Palavras, garantindo ao público-alvo a mais completa e marcante experiência.Alguns trabalhos mais recentes:FERROVIA DO TRIGO: Vídeo documentário com direção de Cleber Zerbielli. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=CfMYZhFoI8YINSPIRAÇÃO: Espetáculo de dança com direção do Grupo GROSS, com circulação pelo RSBIBLIOTECA PÚBLICA DO ESTADO DO RS: Audioguia com a descrição de todos os ambientes da BPE abertos à visitação.CIRCO INTERNACIONAL DA CHINA - MUNDO JURÁSSICO: Espetáculo circense com produção local de Opus Promoções.CLIPES DE DESSA FERREIRA – MÚSICA AFRO-INDÍGENA: Três clipes produzidos pela Diáspora Films, financiados pelo edital Natura Musical. Disponíveis em https://youtu.be/pvUPzTwUtEA; https://youtu.be/Y1DXzS6t_38; https://youtu.be/YfEClWxb9_JUDY, O ARCO-ÍRIS É AQUI: Espetáculo de teatro musical com Luciana Braga. Direção de Flávio Marinho e produção de Fábio Oliveira. Produção local de Little John Entretenimento.DISNEY ON ICE – 100 ANOS DE EMOÇÃO: Espetáculo infantil de patinação no gelo, com produção de Feld Entertainment e produção local de Opus Promoções.OS GUARDIÕES DAS ÁGUAS: Livro infanto-juvenil em animação, de Daniela Tartari Brusco, com ilustrações de Letícia Losso. Editora Bichinho. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=8gsfZmkHR88MISTÉRIO NO MAJESTIC: Documentário em curta-metragem escrito e dirigido por Giordano Gio para a Casa de Cultura Mário Quintana. Disponível em https://youtu.be/JOY8eFU7QmsALÉM DE NÓS: Longa-metragem de ficção. Direção: Rogério Rodrigues. Produção: Atama Filmes. https://www.milpalavras.net.br/ Para Todos é um coletivo de profissionais qualificados e com uma vasta experiência em serviços e soluções de acessibilidade em diversos produtos. Sua missão é promover acessibilidade de qualidade PARA TODOS, comprometida com as especificidades de projeto e respeitando as necessidades dos usuários e as legislações vigentes. Produz acessibilidade para filmes, teatros, shows, materiais literários, publicidade, debates políticos, âmbito educacional, lives e para web. https://paratodos.art.br/

Providência

PROJETO ARQUIVADO.