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O projeto "Abre Alas Associacao Canta Pra Sarar - Música e Cuidado nos Hospitais Públicos 2025" visa viabilizar, oferecer e proporcionar acesso a intervenções cênico-musicais a pacientes, familiares profissionais da saúde em hospitais públicos e instituições atendidas pelo SUS em São Paulo/SP. O presente projeto prevê o planejamento, articulação, implementação, gestão e oferecimento de 70 visitas de intervencões musicais gratuitas de músicos cuidadores plenamente capacitados e devidamente paramentados a leitos, UTI's e áreas de pronto atendimento em 6 unidades de saúde parceiras (Instituto da Criança do HC-FMUSP, Instututo do Coração do HC-FMUSP, ICESP, ITACI, GRAACC e Hospital São Paulo - UNIFESP) ao longo de 12 meses de projeto. CadaVISITA tem duração de 3 horas e consiste em intervenções realizadas por uma dupla de músicos que percorre oo hospital. Durante cada visita, são realizadas, em média, 17APRESENTAÇÕES, onde osartistas interagem diretamente com opúblico.
É possível guardar boas lembranças da passagem por um hospital? Há 20 anos, o CANTA PRA SARAR existe para provar que SIM! Em duos ou trios, músicos-cuidadores plenamente capacitados circulam pelo interior dos hospitais da rede pública ou instituições que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) da cidade de São Paulo, com o seu jaleco característico, realizando intervenções cênico-musicais em pronto-atendimentos, alas de internação, UTI's e também áreas administrativas. Dispondo de instrumentações variadas, as equipes sempre combinam vozes a violões, cavaquinhos, harpas, flautas transversais, saxofones e pequenos instrumentos de percussão. A partir do silêncio, tão comum nos hospitais, os Saracuras entoam, com delicadeza e cuidado, melodias e sonoridades que transformam o tempo e o espaço dos pacientes, transformando os ambientes e a experiência de confinamento.
OBJETIVOS GERAIS O presente projeto visa prover a viabilização e/ou continuidade das atividades da Associação Saracura Canta Pra Sarar dentro de hospitais da rede pública no âmbito da cultura, do encontro, do brincar e do cantar aplicados ao contexto da humanização hospitalar e do cuidado por meio da retomada do relacionamento e viabilização de atendimento aos setores de média e alta complexidade de unidades de cuidado da rede pública previamente atendidos pelas ações do coletivo. A proposta visa promover a humanização do ambiente hospitalar através da adequação dos saberes das artes da música e da cena enquanto experiências que proporcionem momentos de interação, integração e empoderamento a pacientes, familiares e equipes de cuidados em hospitais da rede pública em São Paulo, utilizando o encontro e o musicar como instrumentos de redução do estresse, ansiedade e sensação de isolamento ou abandono e, desta forma, promovendo o empoderamento, auto-estima e bem-estar psicossocial do público impactado pelas ações do projeto. Este projeto vai levar apoio e acolhimento a um contexto naturalmente desafiador, aproveitando-se do potencial da cultura e do encontro musical em conectar pessoas, reconectar afetos e ressignificar espaços e/ou experiências dentro de ambientes de cuidado. Com 20 anos de experiência consistente e bem sucedida em atividades e projetos semelhantes desenvolvidas em alguns dos principais hospitais da capital paulista, busca-se agora continuar e expandir o oferecimento de mais atendimentos do coletivo, por meio das atividades da Associação Saracura Canta Pra Sarar. Portanto, este projeto visa, especificamente, retomar o oferecimento de atendimento a 6 unidades de cuidado da rede pública previamente atendidas com sucesso pelos projetos do Grupo Saracura, além de fomentar o registro, debate e pesquisa, fortalecendo ainda mais a abrangência e a excelência dos serviços prestados pela iniciativa, no âmbito da cultura, da valorização do patrimônio cultural e da democratização da oferta e do acesso a bens culturais. Ao oferecer apresentações artísticas profissionais gratuitas em ambientes de atenção à saúde e internamento hospitalar, o projeto também busca a garantia e a promoção da democratização do acesso à cultura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao longo de 12 meses, o projeto "Abre Alas Associacao Canta Pra Sarar - Música e Cuidado nos Hospitais Públicos 2025" propõe a realização de 70 VISITAS musicais, cada uma contando com uma dupla de artistas atuantes, ccom duração de 3 horas de apresentações, abrangendo 6 hospitais de referência da rede pública de São Paulo (Instituto da Criança do HC-FMUSP, Instituto do Coração do HC-FMUSP, ICESP, ITACI, GRAACC e Hospital São Paulo - UNIFESP), impactando diretamente mais de 5.000 pessoas, entre pacientes, familiares, profissionais da saúde e transeuntes. Para uma projeção de execução, a frequencia média será de 3 VISITAS de apresentações de duplas de atuantes por quinzena, com 3 horas de duração cada e média de 18 apresentações por visita, totalizando a realização de aproximadamente 630 apresentações. Cada APRESENTAÇÃO impacta (diretamente) de 5 a 10 pessoas, totalizando um público diretamente impactado de aproximadamente 5.040 pessoas nas unidades de cuidado da rede pública, ao fim do projeto, de maneira inteiramente GRATUITA. A equipe de artistas especialistas (músicos-cuidadores) preza deliberadamente pela pluralidade e diversidade presente na sociedade, contando com profissionais representantes de diferentes gêneros, raças, credos e orientações afetivas. Cada visita realizada em uma unidade de cuidado prevê ainda a produção de um relato autoetnógrafico em texto, totalizando 35 relatos autoetnográficos, ao fim do projeto. Esse relatos estarão disponibilzados, gratuitamente para a sociedade. Serão conduzidas, ao longo do período de execução do projeto, análises e debates para a produção de materiais que reflitam as experiências vividas durante as atividades, com a realização de 3 RODAS ABERTAS de conversa. Essas rodas serão 100% gratuitas e acontecerão em espaços a serem definidos, podendo ser realizadas em áreas adequadas disponibilizadas dentro dos hospitais parceiros ou em locais externos determinados pela proponente. Cada encontro terá transmissão ao vivo na íntegra, de forma totalmente gratuita, garantindo ampla acessibilidade e participação. As rodas abertas de conversa abordarão temas diretamente relacionados às atividades do projeto e seus impactos no ambiente hospitalar, como as artes do encontro, a música como ferramenta de humanização e socialização, os desafios e benefícios das intervenções artísticas em hospitais, e o diálogo entre cultura, saúde e bem-estar. Esses encontros têm como objetivo desenvolver e disseminar novos saberes, fomentar novas criações e ampliar o conhecimento nas áreas das artes e da cultura, em diálogo com campos como a musicoterapia, a etnomusicologia, a segurança do paciente e a humanização hospitalar. Todas as rodas abertas de conversa serão também registradas em áudio e vídeo (gravadas) e posteriormente disponibilizadas gratuitamente em plataformas digitais, com legendas, transcrições e recursos de acessibilidade, garantindo que o conteúdo gerado alcance o maior número de pessoas possível e contribua para a disseminação do conhecimento produzido.Além disso, o projeto visa contribuir para a viabilização da continuidade das atividades da Associação Saracura Canta Pra Sarar, garantindo a manutenção e ampliação da entidade junto à sociedade civil, difundindo e aprofundando seu trabalho, pesquisa e produção estabelecendo novas parcerias e diálogos com outros artistas e pesquisadores da área, impulsionando a profissionalização dos músicos-cuidadores e incentivando a formação de novos profissionais capacitados para atuar em unidades de saúde de alta complexidade. Essas ações reforçam a importância da artes do encontro, da cena, da música, do musicar e da cultura como ferramentas de colaboração para a humanização no ambiente hospitalar e garantem a entrega de valor significativo à população atendida, contribuindo para a melhoria do bem-estar e da qualidade de vida de pacientes e familiares.
A experiência adquirida através das atividades realizadas nos últimos 19 anos nos principais hospitais da rede pública de São Paulo, aliada ao acompanhamento de estudos sobre o assunto e de projetos semelhantes em outros países, levou à constatação a falta de acesso à cultura e a importância dessa contribuição ao ambiente hospitalar, o que incentivou a busca da ampliação da iniciativa. A necessidade de utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, instituído pela Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), para o financiamento do projeto "Abre Alas Associacao Canta Pra Sarar - Música e Cuidado nos Hospitais Públicos 2025" é fundamentada pela importância estratégica da cultura e da música como ferramentas de conexão e humanização no ambiente hospitalar, um contexto que historicamente recebe menor atenção em termos de democratização do acesso a bens culturais. O presente projeto se enquadra perfeitamente nos objetivos traçados pelo Art. 1º da Lei 8.313/91, destacando-se os seguintes incisos: I: Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.O projeto promove o acesso à cultura em ambientes onde esse direito é frequentemente negligenciado, como os hospitais. Isso se dá, em grande parte, por conta do rigor das regras e protocolos específicos necessários à viabilização adequada e segura de intervenções neste espaços delicados e hiper controlados, que acabam se configurando em obstáculos não transpostos pela maior parte parte das iniciativas e coletivos de oferta cultural. II: Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.O projeto oferece uma plataforma robusta e bem estururada de produção, apoio, fomento e viabilização da atuação segura e confiável de músicos-cuidadores em unidades de cuidado, promovendo a difusão de expressões culturais por meio da música, do brincar e das artes a cena em um contexto hospitalar, com quase 20 anos de experiência. III: Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.Através do resgate, preservação, registro e disseminção de canções populares, o projeto visa ainda contribuir para o resgate, a manutenção e valorização do patrimônio cultural imaterial do Brasil como, por exemplo, as canções e parlendas tradicionais e os ritmos e cadências presentes no universo do Choro e seus riquíssimos subgêneros (polca, baião, maxixe, frevo, samba, tango brasileiro, valsa etc..) buscando reinserir tais ativos culturais tradicionais da nossa cultura popular ao cotidiano e ao imaginário afetivo da população. IV: Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.O projeto, ao oferecer apresentações artísticas e realizar atividades de registro e documentação de relatos, discussão, registro e formação, promove a produção cultural de valor universal, contribuindo para o bem-estar e a memória coletiva. O "Abre Alas Associação Canta Pra Sarar - Música e Cuidado nos Hospitais Públicos 2025" também se alinha com os objetivos do Art. 3º da referida norma, principalmente aos: I: Fomentar a produção cultural e artística.Através das 70 visitas do projeto a unidades de cuidados hospitalares o projeto não só fomenta a produção cultural, mas também a torna acessível a um público amplo, diverso e, naturalmente, carente de oferta cultural. II: Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais.As ações e atividades propostas pelo presente projetol visam não apenas oferecer apresentações artísticas, mas também pesquisar, registrar e catalogar relatos, canções e parlendas populares para a ampliação democrtática e acessível do conhecimento e do repertório cultural da sociedade. III: Apoiar outras atividades culturais e artísticas.As rodas de conversa e eventuais publicações oriundas das atividades executadas pelo projeto reforçam a conexão entre a cultura e outras áreas de conhecimento muito relevantes, promovendo uma abordagem interdisciplinar estruturada, eficaz e continuada.OBSERVAÇÃO:A distinção clara entre VISITAS e APRESENTAÇÕES é crucial para dimensionar o impacto do projeto. Enquanto cada VISITA corresponde a um período de atuação de 3 horas em um hospital, as APRESENTAÇÕES acontecem a cada quarto visitado, abrangendo entre 15 e 20 apresentações por visita e impactando diretamente de 3 a 7 pessoas em cada uma delas. Dessa forma, o projeto entrega não apenas um número significativo de intervenções culturais, mas também experiências individualizadas e contínuas de humanização hospitalar.Além disso, as atividades complementares, como as 3 Rodas Abertas de Conversa, garantem que o impacto do projeto vá além das apresentações, gerando reflexões, registros e novos conhecimentos sobre a interseção entre arte, cultura, saúde e bem-estar. Esses materiais serão disponibilizados de forma gratuita e acessível à sociedade, ampliando os resultados e democratizando o acesso à cultura. Soma-se a tudo isso, a notória escassez de trabalhos semelhantes devidamente capacitados e bem estruturados no país, o que provoca, incentiva e desafia a ASSOCIAÇÃO SARACURA CANTA PRA SARAR a buscar a ampliação de suas atividades, bem como capacitar cada vez mais músicos-cuidadores profissionais para atuar em hospitais. Em Paris, França, na Université de Paris-Sud, há o Centre de Formation de Musiciens Intervenants (https://cfmi.univ-amu.fr/), que desenvolve um trabalho com música não apenas na pediatria, como também em maternidades e em áreas exclusivas para idosos. Como o nome já diz, há cursos de formação de profissionais na área de música em hospitais. Em Portugal, há a Associação Portuguesa de Música nos Hospitais e Instituições de Solidariedade (https://www.musicanoshospitais.pt/), que dispõe de uma equipe de músicos que trabalha em hospitais e também oferece um curso de formação de dez meses. Vislumbra-se, portanto, a necessidade de formar no Brasil um maior contigente devidamente preparado para atuar em tal segmento, e a ASSOCIAÇÃO SARACURA CANTA PRA SARAR, junto à expertise do Grupo Saracura acredita estar dando continuidade a uma ação nesse sentido, em nosso país. Por essas razões, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura é imprescindível para garantir o início, a continuidade e expansão das atividades da ASSOCIAÇÃO SARACURA CANTA PRA SARAR. Em suma, o projeto, além de promover o acesso à cultura em um ambiente desafiador como o hospitalar, contribui para o resgate, preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro, fortalece a formação de novos profissionais na área cultural e promove o bem-estar psicossocial dos envolvidos e a garantia de acesso e promoção da cultura a públicos, historicamente, isolados devido ao confinamento intrínseco a uma internação e/ou jornada de cuidado. Assim, o financiamento via Lei Rouanet é não apenas apropriado, mas essencial para a realização deste projeto que impactará diretamente (presencialmente) dezenas de milhares de pessoas, reforçando o papel transformador e necessário da cultura, das artes e do cuidado em nossa sociedade moderna.
O projeto "Abre Alas Associação Canta Pra Sarar - Música e Cuidado nos Hospitais Públicos 2025" apresenta um caráter inovador e interdisciplinar ao integrar música, artes cênicas e práticas de cuidado em ambientes hospitalares. Com uma trajetória de mais de 20 anos, a equipe proponente j'aacumulou vasta experiência nesta atividade especializada em humanização hospitalar, atendendo populações vulneráveis e promovendo acesso à cultura em situações de adversidade ao mesmo tempo que que manteve relacionamentos positivamente harmonicos e de cooperacao e parceria com as unidades hospitalares (tanto com as equipes de cuidado quanto as de gestão). Além de seus objetivos diretos, o projeto visa fomentar a inclusão cultural e contribuir para a formação de novos saberes e campos de atuação, criando um legado para o setor cultural. A pesquisa e registro de atividades realizadas permitem documentar práticas e resultados, gerando materiais valiosos para disseminação em plataformas digitais e físicas, ampliando o alcance do impacto cultural. O compromisso com a acessibilidade total é uma prioridade: todas as ações do projeto, incluindo apresentações e rodas de conversa, serão acessíveis a pessoas com deficiência. As rodas abertas, por exemplo, contarão com intérpretes de Libras, legendas e transcrições. Por fim, o projeto busca estabelecer diálogos entre a cultura, a saúde e a sociedade, reforçando a arte, a música e a cultura como uma ferramenta transformadora e indispensável para a humanização, a dignidade e o bem-estar em contextos naturalmente desafiadores.
1. APRESENTAÇÕES CÊNICO-MUSICAIS As apresentações cênico-musicais das equipes de musicos-cuidadores da ASSOCIAÇÃO SARACURA CANTA PRA SARAR e do Grupo Saracura serão oferecidas e realizadas de forma gratuita em hospitais da rede pública ou instituições que atendem pelo Sistema Único de Saúde - SUS. A proposta é garantir aos pacientes o acesso à cultura, mesmo em períodos de internamento hospitalar, permitindo que sejam recebidos nos hospitais como pessoas completas, sem serem privados do universo de imaginação, criatividade e boas experiências. Todos músicos-cuidadores são artistas profissionais com plena formação técnica e teórica musical (tanto em universidades, como em conservatórios e escolas técnicas), bem como conhecimentos, instrução e habilidades técnicas cênicas, no que diz respeito ao treinamento corporal, movimentação e expressividade, de forma a se aproximar desse universo lúdico e efetivar a comunicação entre o artista e pacientes, muitos deles crianças. Em duetos, os Saracuras circulam pelo interior dos hospitais, com o seu jaleco colorido, realizando intervenções no pronto-socorro, nas alas de internação e também nas UTI's. Dispondo de variadas instrumentações, as equipes combinam suas vozes a violões, cavaquinhos, violinos, harpas, flautas transversais, saxofones e pequenos instrumentos de percussão. A partir do silêncio, tão comum nos hospitais, os Saracuras entoam com delicadeza e cuidado melodias, sonoridades, jogos e brincadeiras que transformam o tempo e o espaço dos pacientes, familiares e equipes de cudiado, alegrando os ambientes de confinamento. São brincadeiras cantadas, sonhos dançados, histórias musicadas, desenhadas ao som dos instrumentos musicais dos Saracuras. Sempre de acordo com as condições específicas de cada ambiente hospitalar, do estado de saúde dos pacientes e da sua idade, cada apresentação é única e singular. 2. RODAS ABERTAS DE CONVERSAAs Rodas Abertas de conversa serão encontros gratuitos e abertos ao público, focados em discutir temas relacionados às atividades dos músicos-cuidadores e aos impactos da arte no ambiente hospitalar. Formato e Estrutura: Serão realizadas 3 Rodas Abertas ao longo do projeto, cada uma com duração aproximada de de 2 horas, reunindo músicos-cuidadores, e abertos a profissionais de saúde, pesquisadores membros da comunidade hospitalar e/ou de qualquer outro segmento da sociedade, sem restrições. Os encontros serão realizados em espaços acessíveis dentro dos hospitais/instituições parceiras ou fora deles e também serão transmitidos de maneira online e gratuita. Os temas abordados nas Rodas Abertas de Conversa incluirão a música e as artes do encontro como ferramenta de humanização, os desafios e benefícios das intervenções artísticas em hospitais, e o diálogo entre cultura, saúde e bem-estar etc... Essas discussões serão mediadas por especialistas do coletivo e contarão com a participação ativa dos presentes.Todas as Rodas Abertas de Conversa serão registradas em áudio e vídeo, com posterior disponibilização gratuita em plataformas digitais, garantindo que o conteúdo gerado seja acessível a um público mais amplo. Serão incluídas legendas descritivas e transcrições para assegurar a plena acessibilidade do material.
O projeto “Abre Alas Associacao Canta Pra Sarar - Música e Cuidado nos Hospitais Públicos 2025" visa garantir que todas pessoas, independentemente de suas capacidades físicas ou sensoriais, tenham acesso às atividades propostas, reforçando nosso compromisso com a democratização da cultura e inclusão social. Acessibilidade FísicaTodas as atividades do projeto serão realizadas em hospitais públicos e instituições que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS), os quais já possuem infraestruturas adaptadas para atender às necessidades de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Especificamente: - Acesso Facilitado: Todos os hospitais e instituições participantes possuem rampas, elevadores adaptados e banheiros acessíveis, assegurando que pessoas com mobilidade reduzida possam acessar todos os espaços onde as atividades ocorrerão.- Guias Táteis e Sinalização Adequada: Alguns dos locais contam com guias táteis e sinalização em braille, facilitando a locomoção e orientação de pessoas com deficiência visual, promovendo uma experiência mais segura e independente. Acessibilidade de ConteúdoAcessibilidade de conteúdo é um pilar central do projeto, garantindo que participantes, incluindo aqueles com deficiências sensoriais, possam compreender e participar integralmente das atividades.Para isso, implementaremos as seguintes medidas: Libras (Língua Brasileira de Sinais): Todas eventuais transmissões de rodas de conversa contarão com intérpretes de Libras, permitindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva compreendam e participem das atividades. Audiodescrição: Será disponibilizada audiodescrição para transmissões de eventos que incluam elementos visuais, como apresentações musicais e saraus, permitindo que pessoas com deficiência visual sejam incluídos acontecimentos e ambientações.
O projeto “Abre Alas Associacao Canta Pra Sarar - Música e Cuidado nos Hospitais Públicos 2025" foi concebido com o firme propósito de garantir o mais amplo acesso à cultura, particularmente para as populações que, por conta do confinamento hospitalar e/ou sua condição socioeconômica, encontram-se frequentemente excluídas do exercício de seus direitos culturais. Todas as atividades e produtos culturais gerados pelo projeto serão oferecidos gratuitamente, assegurando que nenhuma barreira econômica impeça a participação ou o benefício das ações propostas. Distribuição e Comercialização dos Produtos As apresentações musicais e artísticas ocorrerão exclusivamente em hospitais públicos e instituições que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo que a democratização da oferta cultural atinja diretamente as camadas mais vulneráveis da população. As apresentações serão gratuitas para todos os envolvidos — pacientes, familiares, equipe médica e demais funcionários dos hospitais, bem como para as próprias instituições. Além das apresentações, os materiais produzidos pelo projeto, como publicações, registros audiovisuais e materiais de formação, serão distribuídos de forma gratuita e acessível a todos. As publicações, que incluem livros materiais digitais sobre as atividades do projeto, serão disponibilizadas gratuitamentebibliotecas públicas, instituições de ensino e organizações culturais, garantindo seu amplo acesso e disseminação livre, aberta e irrestrita para a sociedade, como um todo. Divulgação Ampla: As inscrições para o processo de formação com o Grupo Saracura serão amplamente divulgadas em redes sociais, sites especializados e outras mídias acessíveis, buscando atingir o maior número possível de pessoas interessadas em participar, especialmente músicos com experiência e interesse em atuar no contexto hospitalar. O curso, oferecido de forma gratuita, visa a capacitação de novos músicos-cuidadores, ampliando o impacto social e cultural do projeto.Por meio dessas ações busca não apenas oferecer arte e cultura a quem mais necessita, mas também criar oportunidades de participação e envolvimento ativo, promovendo a inclusão cultural em sua forma mais ampla, plural e significativa.
Coordenação Geral e Coordenação Administrativo Financeira será feita pelo proponente ASSOCIAÇÃO CANTA PRA SARAR Daniel Guttilla Zacharias - graduado bacharel em Música Popular pela UNICAMP. Graduado técnico em Regência pós Graduado em Musicoterapia pela FASM - Faculdade Santa Marcelina. Como educador, ministrou aulas de música para menores de comunidades da região periférica de Campinas na Fundação Eufraten e em São Paulo foi professor de guitarra, violão e teoria musical do Espaço Cultural do colégio Vértice. Integrou diversos conjuntos musicais como Horoya, Skafandros Orkestra, Conjunto de Choro da Pça Benedito Calixto, orquestra Frevo da Vila entre outros. Representou o Brasil no 15º Festival de Teatro de Havana, em Cuba, acompanhando as cias “Do Miolo” e “Pauliceia”. É o atual presidente da Associação Canta Pra Sarar. Mariana Zacharias Battaglia - cantora, professora de musicalização, palestrante e psicóloga. Graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mari Zacharias estudou técnicas de corpo e linguagem musical em teatro, dança e performance na Faculdade de Comunicação das Artes do Corpo. Fez aperfeiçoamento em Psicologia Hospitalar e se formou na primeira turma de "músicos atuantes em hospitais e instituições de idosos" realizado pelo Hospital Premier. Além disso fez cursos com Paulo Tatit, Sandra Oakt, Margareth Darezzo, Eny Parejo, entre outros. Atualmente realiza aulas semanais como professora de musicalização infantil, com crianças de um a quatro anos, na Escola Primeira e Escola Lourenço Castanho. Realizou palestras e apresentações musicais em congressos, escolas, faculdades, casamentos, feiras e eventos diversos. Destaca sua Palestra no TEDx São Paulo, na Sala São Paulo em 2016, na qual apresentou o projeto do grupo saracura para mais de mil e trezentas pessoas. Segue encantada pela música e seu poder transformador nas escolas, no hospital e na vida Gabriel Ribeiro Corrêa - formado em Licenciatura em Música pela faculdade Claretiano em São Paulo (2023) e em Violão Popular Brasileiro pela EMESP Tom Jobim, atual Escola de Música do Estado de São Paulo (2010). Em 2005 fundou o Grupo Saracura, grupo de humanização hospitalar através da música, onde atuou como músico nos hospitais durante 8 anos e hoje atua como diretor jurídico e financeiro. Atua desde 2013 como professor de música do Ensino Fundamental I e II no Colégio Ofélia Fonseca, em São Paulo, e atuou na escola Querigma como professor de violão, na escola NANE, voltada para crianças especiais e no ensino infantil na Escola Floresta Encantada, em Cotia-SP.Gustavo Valezzi - Assistente Administrativo - Se tornou especialista em Leis de Incentivo e foi Gerente de Projetos Incentivados na empresa Visualfarm de ago/22 até maio/24 (onde elaborava, aprovava, captava e executava os projetos), onde foi coordenador do Festival de Luzes 22 em São Paulo e 23 no Rio de Janeiro. Hoje trabalha com consultoria Leis de Incentivo para empresas patrocinadoras, bem como para artistas, tais como Favela da Paz (Jardim Ângela – SP), Hugo Bonemer, Ricardo Grasson, Nosso Cultural, Renata Vinciprova, Dinah Feldman entre outros. Fernando Bittencourt Estevam - Assistente de Produção - Produtor Cultural e de Eventos com curso superior de Propaganda e Marketing pelo Mackenzie, começou na área de eventos sendo coordenador da produção da Personal Press empresa de marketing espontâneo atuando em todo Brasil. Foi produtor e co-fundador da Zucchero Orquestra, empresa de música para eventos corporativos e sociais, produzindo eventos com grupos de diversos gêneros musicais como erudito, choro, pop entre outros. Julio Cesar Giacomelli Nogueira - Designer - atua como designer gráfico e professor em Campinas/SP. Entre os anos 2000 e 2010, trabalhou em agências de publicidade como diretor de arte, atendendo clientes dos mais diversos segmentos. Desde 2011 trabalha por conta própria, concentrando-se em projetos para a área das artes, cultura e pesquisa, atendendo grupos de Dança Contemporânea, Música, Artes Visuais e Teatro, além de criar publicações e identidades visuais para órgãos da Unicamp e grupos de pesquisa. Bacharel e licenciado em Artes Plásticas e mestre em Artes Visuais pela UNICAMP. Adriana Rosa de Andrade - Pós-graduada em canção popular, criação, produção musical e performance pela Faculdade Santa Marcelina com coordenação do professor Sérgio Molina. Seu trabalho de conclusão de curso foi com a orientação da estudiosa da voz Renata Gelamo. Cursou licenciatura em Música se formando em 2012 pela Faculdade Unisantana. Allan Huck Spirandelli - Pós-graduado em "Violão - Pedagogia e Performance" pela Faculdade Santa Marcelina, formado em Violão Popular pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul. É guitarrista e violonista da banda Samuca e a Selva, com quem lançou diversos álbuns, dentre eles "Madurar" - indicado ao prêmio da Música Brasileira em 2017. Celia Caroline Santos Teixeira - Descendente de uma mãe negra e um pai indígena, pessoa trans não binária, se autodeclara parda e possui deficiência visual. Multi instrumentista independente da MPB Paulistana, iniciou sua trajetória na música aos 12 anos, quando ganhou o primeiro violão de seus pais. Em 2017 iniciou sua trajetória profissional, estudando violão popular na EMESP Tom Jobim e no mesmo ano iniciou seus estudos na FAAM, onde cursou licenciatura em música com conclusão em 2019. Atualmente está finalizando sua pós graduação em Gestão de Projetos Culturais no Celacc USP. Felipe Glebocki - Atua como músico cuidador em instituições de saúde com o Grupo Saracura. Durante 4 anos coordenou o projeto de educação musical (Voz D´Agente) no espaço Girassol da Associação Metodista Agente, na comunidade de São Remo, local onde crianças e jovens frequentam no contraturno escolar. Felipe é licenciado em educação musical pela Universidade de São Paulo (USP) e antes disso formou-se no curso de violão popular na Universidade Livre de Música (ULM), atual EMESP. Fez o curso de musicalização para bebês com Enny Parejo e Musicoterapia Hospitalar com Mark Ettenberger. Também participou do primeiro curso de Músicos Atuantes no Brasil oferecido pelo Hospital Premier. Marcos Netto Congento - Estudou no Conservatório de Música do Brooklin Paulista, teoria musical e Violão erudito, aulas de canto com a renomada cantora professora de canto Tuca Fernandes, concluído na ULM Universidade Livre de Música (curso de Técnica Vocal). Participou de vários Workshops nesta área e tb de fonoaudiologia com Claudia Pacheco, entre outros profissionais. Atua como cantor profissionalmente há 35 anos. Rafael Lucas do Nascimento - estudou violão erudito no Conservatório Superior de Música Manuel de Falla, em Buenos Aires, Argentina. Atualmente se dedica a pesquisar e aumentar o repertório de obras clássicas para violão, com ênfase nas obras de compositores latinoamericanos. Samuel Guibson de Melo - Formado em Canto Popular Brasileiro pela Etec das Artes, e violão 6 cordas pela Escola de Choro, ambas em São Paulo. Participou da oficina de aperfeiçoamento do músico cuidador "A música e o cuidado no hospital" e "Corpo Consciente para atuação em humanização" promovida pelo Grupo Saracura. Na música popular trabalhou ao lado de artistas como: Carla Casarim, Guilherme Kafé, Dessa Brandão, entre outros. Vanessa Cristina Teixeira dos Santos - Mezzo- Soprano, bacharel em música com habilitação em canto erudito pela Universidade Cruzeiro do Sul, formou-se no Coro Acadêmico da Osesp sob Regência de Marcos Thadeu. Estudou na Escola Municipal de Música com a professora Elenis Guimarães, no Centro de Estudos Musicais Tom Jobim (ULM) com os professores Adriano Vasconcelos e Marcos Thadeu. Atualmente é aluna de Gilberto Chaves. É backing vocal de Anelis Assumpção no show: Anelis Canta Peter Tosh. É Jurada do Canta Comigo, da Endemol Shine, exibido pela TV Record, apresentado por Rodrigo Faro.
PROJETO ARQUIVADO.