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PRONAC 250205Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CINE ECO SOLAR

MARFIZA C DE FRANCA
Solicitado
R$ 494,8 mil
Aprovado
R$ 494,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RO
Município
Jaru
Início
2025-03-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (10)
Ariquemes RondôniaCosta Marques RondôniaGuajará-Mirim RondôniaJaru RondôniaJi-Paraná RondôniaOuro Preto do Oeste RondôniaPimenteiras do Oeste RondôniaPorto Velho RondôniaRolim de Moura Rondônia

Resumo

O Cine Eco Solar é um projeto de mostra de cinema itinerante com equipamentos movidos a energia solar através de placas fotovoltaicas e percorrerá cidades do estado de Rondônia oferecendo sessões gratuitas de filmes locais, regionais e nacionais. Além das exibições, o projeto promoverá oficinas e rodas de conversa.

Sinopse

Exibições de Filmes Assunto: Exibição gratuita de filmes locais, regionais e nacionais, com foco em temas culturais, sociais e ambientais que dialoguem com as realidades das comunidades rondonienses.Classificação Indicativa: Classificação etária de cada filme será respeitada de acordo com a recomendação do órgão responsável, priorizando a programação para faixas etárias acessíveis ao público familiar (exibições com classificação livre, principalmente).Sinopse Geral: Cada sessão será precedida de uma breve introdução sobre o filme. Workshop de Produção Cultural Assunto: Workshop voltadas à produção cultural, introdutória sobre as novas leis de fomento e elaboração de projetos da escrita à prestação de contas.Classificação Indicativa: Trabalhadores da cultura a partir de 18 anos.Sinopse Geral: As oficinas abordarão conceitos básicos de elaboração de projetos e o papel da arte no desenvolvimento social.Roda de Conversa com Artistas e Especialistas Assunto: Após cada sessão haverá debate promovendo reflexões sobre os filmes exibidos e suas temáticas.Classificação Indicativa: A partir de 14 anos, devido à possibilidade de debates com temas complexos ou sensíveis.Sinopse Geral: As rodas de conversa serão espaços para os participantes interagirem com profissionais da cultura, discutindo os impactos do cinema e da arte no cotidiano e incentivando a prática da sustentabilidade nas comunidades.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Democratizar o acesso à cultura e à produção audiovisual e m comunidades rondonienses, promovendo a conscientização através de um cinema itinerante movido a energia solar, com sessões gratuitas de filmes voltados às temáticas urgentes, culturais e ambientais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:PRODUTO Festival/Mostra: - Realizar 10 sessões de exibições de 5 filmes de curta-metragens (locais/regionais/nacionais) em 10 municípios de Rondônia, em formato presencial, em local público, seguindo de debate após as exibições, fortalecendo o senso de comunidade e inclusão social, proporcionando momentos de interação e valorização da cultura, em regiões urbanas, rurais, quilombolas e indígenas do estado de Rondônia, impactando em média 200 pessoas diretamente por localidade, totalizando em média 2.000 pessoas ao longo da realização do projeto.PRODUTO - OFICINA: - Realizar 1 OFICINA de 'Elaboração de projetos culturais', com 25 vagas em cada localidade, totalizando 250 participantes, com duração de 2h cada, em formato presencial,com o objetivo de auxiliar os trabalhadores da cultura dessas regiões em todo o ciclo de um projeto cultural: da elaboração à prestação de contas.

Justificativa

O Cine Eco Solar é uma iniciativa que surge como uma resposta à necessidade de democratizar o acesso à produção cultural realizada no estado, promovendo além da difusão, a conscientização em comunidades rondonienses, especialmente em áreas de difícil acesso ou com infraestrutura cultural limitada. Em muitas dessas regiões, o direito à cultura e ao entretenimento de qualidade é escasso, e a falta de equipamentos e de atividades culturais impacta diretamente o desenvolvimento social e a inclusão comunitária. Dados recentes do Ministério da Cultura, atestam a baixa adesão dos municípios às políticas culturais disponíveis, com consequente enfraquecimento do Sistema Nacional de Cultura e forte impacto para a comunidade cultural do estado. Apesar de não encontrar abrigo específico na plataforma Salic, ao caráter de 'circulação' do Cine Eco Solar, a proposta atende à urgência de ações educativas descentralizadas em prol da preservação ambiental, alinhando-se ao contexto da Amazônia, onde o impacto das mudanças climáticas e a degradação do ecossistema ameaçam a biodiversidade e a qualidade de vida das populações locais. Utilizar um cinema movido a energia solar fortalece a mensagem de sustentabilidade ao mostrar, na prática, os benefícios das energias renováveis, reduzindo a pegada de carbono e promovendo o uso consciente dos recursos naturais, além de inspirar novos artistas. O projeto contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), como Ação Climática (ODS 13), Educação de Qualidade (ODS 4) e Redução das Desigualdades (ODS 10). A escolha dos municípios levou em conta o IDH dos municípios. A realização do Cine Eco Solar não só permite que a população tenha acesso a experiências culturais significativas, mas também desperta um senso de responsabilidade social e ambiental, capacitando indivíduos a se tornarem agentes transformadores em suas comunidades. Esta proposta se enquadra nos incisos II e III do art. 1º e inciso IV do art. 3º da Lei 8313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

Estratégia de execução

O Cine Eco Solar é um projeto pioneiro em Rondônia, promovendo acesso ao cinema e à produção cultural através de uma infraestrutura sustentável, alimentada por energia solar, num dos estados que apesar de ser fornecedor de energia para a região Sudeste, tem uma das tarifas mais altas da federação. Além de democratizar a cultura, a iniciativa incentiva a preservação ambiental, os direitos da natureza e os direitos humanos, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), como Ação Climática (ODS 13), Educação de Qualidade (ODS 4) e Redução das Desigualdades (ODS 10). Por meio da educação ambiental e cultural, o Cine Eco Solar promove o respeito ao meio ambiente e fortalece os direitos humanos, valorizando a dignidade, a inclusão e o respeito às comunidades, além de fomentar a consciência sobre a importância da harmonia entre a sociedade e a natureza. Para maximizar o impacto, o projeto também formará parcerias com escolas e associações locais, promovendo atividades voltadas ao público jovem e incentivando a formação de novos espectadores e multiplicadores culturais. O Cine Eco Solar reforça o compromisso de criar uma experiência imersiva e educativa para comunidades diversas, incluindo quilombolas e indígenas, priorizando um modelo inclusivo e participativo de desenvolvimento social através da arte e da cultura.

Especificação técnica

Formato: Mostra de Cinema itinerante com exibições em espaços públicos e preferencialmente abertos, utilizando energia solar para o funcionamento dos equipamentos. Localidade: Praças, escolas, centros comunitários e outros espaços públicos que sejam acessíveis em municípios do estado de Rondônia. Público-alvo: Famílias, crianças, jovens e adultos das comunidades locais, incluindo áreas rurais, quilombolas e indígenas. Classificação etária: Filmes com classificação livre, priorizando conteúdos adequados para todas as idades. Oficinas: Atividades educativas presenciais com suporte visual, palestras e exercícios práticos sobre cultura e sustentabilidade. Duração: 1:30h por sessão. Materiais: Painéis explicativos. Classificação etária: A partir de 18 anos. Público-alvo: Trabalhadores da cultura interessados em aprender sobre elaboração de projetos. Debates: Rodas de conversa ao final de cada exibição, com participação da produção, artistas e comunidade. Duração: Aproximadamente 1 hora por sessão. Participantes: Convidados locais e regionais (artistas, produtores, professores e membros da comunidade). Classificação etária: A partir de 14 anos. Público-alvo: Comunidade em geral. EQUIPAMENTOS:Tela de preção Inflável - 01 motor 110v - 5x7m;Projeto 4000 Lúmens, contraste 20.000:1;02 Caixas de som 1600w;02 Microfones SM 58 BETA ou similar02 pedestais03 praticáveis 1x1m01 amplificador02 Direct Box 01 Microfone para captação da ambiência02 MONITORES PLANOS TIPO SM400 ou similar01 Fonte 9v01 Estante de partitura01 Notebook Dell01 Suporte para notebook01 Cabo P2-P10 estéreo01 Monitor de Áudio01 AC110v01 MESA DE SOM DIGITAL 0IV-96, LS 09, M7CL OU MESA SIMILAR01 Datashow 5000 ANSILUMENS

Acessibilidade

Produto: Festival/Mostra - Audiovisual ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os públicos escolhidos para a realização das ações do projeto terão as condições necessárias para a promover a ACESSIBILIDADE FÍSICA às pessoas com deficiência física. Nos Locais que houver disponibilidade, locaremos banheiros incluindo banheiros PNE. Locaremos cadeiras para pessoas Obesas. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Disponibilizaremos acesso a internet e link a uma sala virtual para audição da audiodescrição dos filmes. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Todos os títulos contarão com janela de Libras. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Disponibilizamores monitores para pessoas com D.I. Produto: Oficina /Workshop/Seminário AUDIOVISUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Realizaremos em espaços públicos já adaptados. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Autodescrição dos participantes e a será oficina oralizada, com descrição de objetos cênicos e Slides. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Serão contratados serviços de tradução para LIBRAS em todas as oficinas. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Disponibilizaremos monitores para acompanhar pessoas com D.I.

Democratização do acesso

O Cine Eco Solar será totalmente gratuito para um público de estudantes e moradores das comunidades atendidas. Serão realizadas sessões diurnas e noturnas. Nas sessões diurnas, destinadas a escolas públicas, os ingressos serão distribuídos antecipadamente, organizando a presença de alunos e professores. Nas sessões noturnas, abertas à comunidade em geral, os ingressos serão disponibilizados no local da exibição, no dia do evento. Antes das exibições, o projeto oferecerá oficinas de Elaboração de projetos culturais, abordando desde a elaboração à prestação de contas. Após cada exibição haverá um bate-papo para aprofundar nos temas abordados no filme exibido bem como na temática do uso de energias renováveis, a importância da sustentabilidade e o papel da arte na conscientização ambiental. Seguindo o Art. 30. Em complemento, prevemos a adoção da seguinte medida de ampliação do acesso: VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. (Realizaremos uma oficina de grafite com grafitagem temática de meio ambiente)

Ficha técnica

1. MARFIZA DE FRANÇA é cantora, compositora, poeta, produtora cultural, consultora em direitos autorais e ativista. Graduando Letras/Inglês, Cursando Música e Negócios e Música Copyright e Tecnologia. Com uma carreira artística iniciada nos anos 1990, suas composições já foram gravadas por artistas como Thalles Roberto, Banda Black Rio e Seu Jorge. Marfiza participou de importantes festivais e tem 1 livro e 2 álbuns lançados. Entre seus prêmios, estão o Prêmio Mirtes Rufino (2018) e o Prêmio Grão de Música (2020). A frente da Magma produtora, atua na gestão de projetos fonográficos, administra as obras litero musicais do artista Thalles Roberto, na organização de eventos como o Festival Música de Valor.Possui experiência em grandes produções, tendo trabalhado com produtoras como: Conexão Marketing, Brmusic, Brazilian Roots (Cultne TV). Alcateia Audiovisual, You Entertainment, com artistas como Falcão, Dughettu, Velha Guarda da Mangueira, Gerson King Combo e colaborado em projetos da produtora Mônica Assis como Festival de Verão de Salvador e outros da Nike e Skol, da produtora Cilene Araujo com artistas como Tunai, Marcel Powell, Cristina Braga, Dado Vila Lobos, Zezé Mota e Gilson Peranzetta. No ativismo, é membra do Levante Feminista Rondônia (Fórum Popular de Mulheres) e fundadora do Movimento Pró-Cultura Rondônia, que visa fortalecer o setor cultural do estado de Rondônia. É Agente Democrático da Cultura (MinC/UFBA 2024) e Agente Territorial da Cultura (MinC/IFPA 2024).Proponente Responsável pela coordenação geral e gestão administrativa/técnico financeira do projeto durante todas as etapas: pré-produção, produção e pós-produção. Marfiza possui portfólio de atuação no cenário artístico-cultural em Rondônia e Rio de Janeiro, onde conquistou o reconhecimento de vários artistas, tabalhando na produção de shows com nomes regionais e nacionais, assim como realizou projetos culturais em âmbito Municipal e Estadual. São mais de 30 anos de carreira, como cantora e produtora cultural, tendo atuado em shows e eventos nacionais, projeto de educação ambiental através da arte, administração de estudios, label manager e artistic liasion coordinator de um selo americano, administração e produção, criação e execução de projetos culturais no Rio e em Rondônia. 2. EDIER WILLIAM tem uma formação diversa nas áreas de Letras, Produção de Áudio e Vídeo, e atuação teatral, com certificações de DRT para ator, diretor e técnico audiovisual. Atua como produtor cultural no cinema, teatro, música e literatura, desempenhando papéis como roteirista, diretor, montador e editor em cinema, além de dramaturgo e diretor teatral. Entre suas produções audiovisuais recentes estão documentários e videoclipes, como "Palcos Paralelos" (2023) e "XIV Amazônia Encena na Rua" (2023), atuando principalmente em direção e edição. Na literatura, é autor de romances e poesias, incluindo *Horizonte* (2021) e *Poemas Virais* (2020). Também idealizou e produziu eventos culturais, como o Cine RO e o Madeira Festival de Teatro de Rondônia, e participou de diversas oficinas de audiovisual. Recebeu prêmios em festivais nacionais e internacionais.3. VALDETE SOUSA é atriz, diretora teatral e produtora com DRT nº 683 (SATED/RO), além de arte-educadora e pesquisadora. Com graduação em Letras (UNIR, 2008) e pós-graduações em Arte-Educação (FAVENI, 2021) e Teatro e Educação (IFNMG, 2024), Valdete fundou o Teatro Wankabuki, onde atua como diretora e atriz desde 2004. Foi presidente dos conselhos estadual e municipal de política cultural de Rondônia. Sua formação inclui ampla participação em oficinas e workshops sobre teatro, palhaçaria, dramaturgia e produção cultural, e tem vasta experiência em festivais e eventos culturais, como o Festival Amazônico de Monólogos e o Festival Palco Giratório. Em sua trajetória, coordenou e produziu festivais e realizou várias oficinas de iniciação ao teatro e palhaçaria, além de dirigir e atuar em peças teatrais e performances. Entre suas produções destacam-se obras publicadas e participações em coletâneas culturais e de memória do teatro de Rondônia.4. RAISSA DOURADO é uma realizadora audiovisual rondoniense com formação em Comunicação Social, habilitação em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Estácio de Natal. Raissa é proprietária da produtora independente Eldorado Filmes, que atua na Amazônia desde 2017. Com uma carreira destacada no cinema, Raissa acumulou vasta experiência como diretora, produtora e fotógrafa em diversos projetos audiovisuais. Entre suas realizações, destaca-se a direção do longa-metragem "O Divino Guaporé", premiado na Mostra Sesc de Cinema Nacional em 2023. Ela também foi responsável por produções como "Vozes da Memória", "Interior da Terra" e participou da co-produção do documentário "SOS Amazônia", de José Padilha. Raissa tem se envolvido ativamente em eventos culturais, organizando mostras de cinema e oficinas formativas, além de atuar como curadora em diversas edições de festivais de cinema. Seu trabalho é reconhecido por abordar questões sociais e culturais relevantes, especialmente relacionadas aos direitos das mulheres e à preservação ambiental na Amazônia. Raissa Dourado é uma voz significativa no cenário audiovisual, promovendo a arte e a cultura de maneira inclusiva e transformadora.5. LEUZIENE LOPES é uma jornalista e fotógrafa socioambiental atuante na Amazônia brasileira, residente em Rondônia, especializada em assessoria de comunicação no Terceiro Setor. Sua experiência abrange trabalho com agricultura familiar regenerativa, cooperativismo solidário e direitos humanos, utilizando a fotografia como sua principal ferramenta de expressão. Suas imagens buscam capturar a essência de questões ambientais, sociais e culturais, servindo como uma ponte para a conscientização e a educação.Formada em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal de Rondônia (UNIR), campus Vilhena, Leuziene tem uma trajetória marcada por engajamento em projetos de pesquisa e ativismo, incluindo sua atuação no Grupo de Pesquisa e Extensão em Comunicação, Discurso e Gênero (Hibiscus). Ela também participou de formações em temas como Tecnopolítica, Marketing Digital e Racismo Ambiental na Casa Preta Amazônia, e Comunicação Popular na Amazônia, pela REPAM.Entre suas experiências profissionais, destaca-se como assessora de comunicação na União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (UNICAFES-RO) e no poder legislativo da Câmara Municipal de Ministro Andreazza. Além disso, foi co-coordenadora do projeto "Formar os Povos e Proteger o Cerrado", promovendo ações de defesa do bioma Cerrado e capacitação de comunidades rurais.Leuziene também foi bolsista do Programa Amazônia Urbana pela Climate Tracker América Latina e do Youth Climate Leaders, abordando mudanças climáticas e sua resiliência. Em 2024, participou do Fórum da Internet no Brasil (FIB) como painelista e foi selecionada como bolsista para o 19º Congresso da ABRAJI.Como fotógrafa, Leuziene foi contemplada pelo edital de Exposição Urbana PANAS, promovido pela Cáritas Brasileira em parceria com a ONU Migração, e exibiu seu trabalho na 2ª Mostra de Fotojornalismo Universitário da ECA/USP. Sua pesquisa acadêmica, "Terra é para quem Trabalha: A Trajetória dos Camponeses em Corumbiara, Rondônia", orientada pela professora Elizabeth Kimie Kitamura, marcou sua trajetória como comunicadora e ativista comprometida com a valorização e a defesa do território e dos direitos das comunidades locais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Vilhena Rondônia