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PRONAC 250210Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

4º Festival KIKA de Cinema

22.181.163 FERNANDA OZORIO DA CONCEICAO
Solicitado
R$ 499,5 mil
Aprovado
R$ 499,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2025-02-01
Término
2026-02-28
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina

Resumo

Realizar um festival de cinema de 6 dias com filmes, nacionais e internacionais, além de incluir uma série de ações culturais paralelas. Sua quarta edição marca uma nova fase do festival, que agora assume caráter internacional e adota novo nome, substituindo a antiga denominação Festival Lanterna Mágica de Cinema. Destaca-se como o único festival de cinema de rua em Santa Catarina, e um dos poucos no Brasil, com acesso totalmente gratuito. A proposta oferece um espaço frutífero para debates sobre a produção cinematográfica nacional e internacional. A experiência do evento se completa com atrações culturais como apresentações musicais, oficinas, exposições, feira gastronômica, artesanal e litetária que fortalecem o vínculo com a comunidade do Ribeirão da Ilha, um bairro distante dos principais equipamentos culturais de Florianópolis.

Sinopse

O 4º Festival Kika de Cinema - Mulheres à Beira-Mar tem como principal objetivo a difusão da filmografia brasileira feita por mulheres em cargos de liderança nas produções. O festival se desdobra em uma programação de seis dias consecutivos com exibições de curtas, médias e longas-metragens, tanto nacionais quanto internacionais, além de incluir uma série de ações culturais paralelas. Esta quarta edição marca uma nova fase do festival, que agora assume caráter internacional e adota o novo nome, substituindo a antiga denominação de Festival Lanterna Mágica de Cinema. Além disso, destaca-se como o único festival de cinema de rua em Santa Catarina, e um dos poucos no Brasil, com acesso totalmente gratuito para a comunidade. A programação não se limita às exibições de filmes. O festival oferece um espaço frutífero para debates sobre a produção cinematográfica local e nacional, com ênfase no trabalho realizado por mulheres. Além disso, duas oficinas serão realizadas em escolas públicas da região sul de Florianópolis, promovendo o acesso à formação audiovisual para estudantes e professores. A experiência do evento se completa com atrações culturais como apresentações musicais, exposições, feira gastronômica e feira artesanal, que fortalecem o vínculo com a comunidade do Ribeirão da Ilha, um bairro distante dos principais equipamentos culturais de Florianópolis. O festival, realizado na Praça Hermínio Silva, em frente à Igreja Nossa Senhora da Lapa, proporciona uma opção cultural acessível e de qualidade para toda a família. Em dezembro de 2024, o festival celebrará sua terceira edição, consolidando-se no calendário anual de eventos culturais da cidade. O festival também se destaca por seu potencial turístico, sendo realizado durante o verão, período de maior fluxo turístico em Florianópolis, e no Ribeirão da Ilha, um bairro conhecido por sua rica gastronomia, história e beleza natural. Ao longo de suas edições, o festival tem se firmado como um importante veículo de promoção do Ribeirão da Ilha, utilizando em suas peças de divulgação imagens que destacam a riqueza histórica, cultural, natural e gastronômica da região. Acreditamos que o desenvolvimento do festival pode contribuir para reposicionar o Ribeirão não apenas como uma via gastronômica, mas também como um polo cultural relevante de Florianópolis. Após três edições bem-sucedidas como Festival Lanterna Mágica de Cinema, decidimos fortalecer a identidade do evento com uma nova marca. Inspiradas nas orientações da empresária e produtora criativa Minom Pinho, idealizadora do Festival Internacional de Mulheres - FIM, criamos o Festival Kika de Cinema, uma homenagem à personagem introduzida na segunda edição do evento, que simboliza a poética das mulheres à beira-mar. O nome Kika foi escolhido para reforçar a originalidade e a participação feminina no cinema, consolidando o festival como uma iniciativa singular, voltada à valorização da cultura local e à promoção do cinema brasileiro, além de abrir espaço para a discussão de temas relevantes para o Estado. O Ribeirão da Ilha, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) por seu valor histórico e paisagístico, é reconhecido como uma das mais belas freguesias luso-brasileiras da Grande Florianópolis. O bairro é conhecido por sua arquitetura açoriana, sua próspera produção de ostras e a calmaria das águas da Baía Sul, proporcionando uma paisagem única, que inclui um dos mais belos pores do sol da capital catarinense. Com sua rica herança cultural e natural, o Ribeirão da Ilha impõe ao Festival Kika de Cinema a responsabilidade de honrar esse legado e de promover o bairro como um símbolo cultural da Ilha de Santa Catarina.

Objetivos

Objetivo Geral: Consolidar o 4º FESTIVAL KIKA DE CINEMA - Mulheres à Beira-Mar como um espaço de difusão e valorização do cinema feito por mulheres, promovendo o acesso democrático à cultura e ao cinema, e fortalecendo a identidade cultural e o patrimônio do Ribeirão da Ilha, contribuindo para a formação de novos públicos e o fomento da economia criativa e local. Objetivos Específicos: - Difundir o cinema dirigido por mulheres: Ampliar a visibilidade de obras audiovisuais realizadas por mulheres, especialmente brasileiras, promovendo a diversidade de narrativas e perspectivas no cinema. - Promover a formação de novos públicos: Oferecer oficinas e ações educativas que capacitem professores e estudantes em práticas cinematográficas, incentivando o desenvolvimento de pensamento crítico e criativo, e fomentando o interesse pelo cinema entre comunidade e turistas. - Valorização do patrimônio cultural do Ribeirão da Ilha: Integrar a história, cultura e arquitetura locais na programação do festival, através da Exposição "Patrimônio Ribeirão" e homenagens às mulheres da comunidade, fortalecendo a identidade cultural da região. - Fomentar a economia criativa e local: Impulsionar a economia do bairro por meio da realização de uma feira artesanal, gastronômica e literária, além da contratação de mão de obra local, gerando renda e promovendo a economia criativa e solidária. - Contribuir para o desenvolvimento da economia do cinema: Posicionar o festival como um importante evento cultural e cinematográfico em Santa Catarina, fomentando a produção audiovisual regional e nacional, projetando Florianópolis no cenário cinematográfico global. - Proporcionar acesso gratuito à cultura e ao cinema: Garantir que toda a programação do festival seja acessível a diferentes públicos, sem cobrança de ingressos, democratizando o acesso à cultura e ampliando o alcance social do evento. - Fortalecer o turismo cultural em Florianópolis: Aproveitar o aumento do fluxo turístico na cidade durante o mês de dezembro para consolidar o festival como um atrativo cultural que promova a imagem de Florianópolis e Santa Catarina no Brasil e no exterior.

Justificativa

O Ribeirão da Ilha, com sua rica história açoriana, afrodescendente e sua exuberante natureza, é o cenário perfeito para um festival que celebra as mulheres no cinema. Assim como o Festival de Cinema de Gramado e a Mostra de Cinema de Ouro Preto, que conservam suas características históricas e geográficas na memória do público, almejamos que o projeto se torne um marco na história da difusão do cinema em Santa Catarina, contribuindo para a formação de públicos, com ações educativas e o fortalecimento da produção cinematográfica nacional e internacional. Promoveremos um grande encontro com vistas à formação de plateia e à fruição do cinema e da cultura, ao mesmo tempo em que consolidamos o festival como um evento voltado à produção cinematográfica de mulheres. O sucesso das ações culturais já realizadas pelo Coletivo Lanterna Mágica no Ribeirão da Ilha evidencia a carência da região por iniciativas dessa modalidade. Essa constatação levou a proponente a vislumbrar a continuidade do festival com a proposição do 4º FESTIVAL KIKA DE CINEMA. Por conta de suas praias e vocação turística intensificada com o verão, Florianópolis recebe nesta estação um incremento importante de turistas. A escolha do mês de dezembro para a realização do festival o coloca como mais um atrativo turístico para a cidade. Em dezembro de 2024, Florianópolis deverá receber 332.190 turistas, um salto de quase dez vezes em relação aos 35.028 turistas esperados para novembro (fonte: Setur-SC/Almanach, com dados disponíveis da Celesc-2024). O festival também se consolida por seus impactos econômicos, tanto em âmbito local (movimento do comércio e contratação de mão de obra local), quanto municipal e estadual, ao se firmar como mais um veículo difusor da imagem de Florianópolis e de Santa Catarina para outros estados e países. Com sua abertura para obras internacionais em 2025, o festival se posiciona como um importante evento no cenário cinematográfico global, projetando a imagem de Santa Catarina para o mundo. Ao mesmo tempo, o festival continua a fortalecer a economia local, gerar empregos e promover a cultura brasileira. O Festival KIKA é um exemplo de como a cultura pode ser um motor de desenvolvimento e um instrumento de diplomacia cultural. Este projeto também destaca a importância de pensamentos e espaço para a economia criativa. "Somos diretamente responsáveis por uma parcela do PIB maior do que a gerada pela fabricação de carros, caminhões e ônibus, por exemplo", explicou Andressa Pappas, diretora da Motion Picture Association - MPA, para a Veja Negócios (maio/2023). A economia da cultura e das indústrias criativas do Brasil movimentou R$ 230 bilhões em 2020, o que equivale a 3,11% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no período, enquanto o setor automotivo respondeu por 2,1%. O crescimento da economia criativa e cultural, com um avanço de 78% entre 2012 e 2020, demonstra a perspectiva de geração de empregos e renda pela cultura. O festival é um espaço de encontro, diálogo e troca de ideias, onde a diversidade de opiniões e a inclusão são fundamentais. Ao celebrar a história das mulheres e suas diversas experiências, o festival contribui para a construção de uma sociedade mais igualitária. Nesse sentido, as duas oficinas propostas são essenciais, fortalecendo o vínculo entre o cinema e a comunidade ao capacitar professores e estudantes. Essas ações também contribuem para a formação de novos públicos e a criação de um ambiente propício para a produção e apreciação cinematográfica. As oficinas estão alinhadas aos princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), proporcionando um espaço privilegiado para a educação cinematográfica e estimulando o desenvolvimento de competências essenciais como o pensamento crítico e a criatividade. Ao levar o cinema para as ruas, o festival democratiza o acesso à cultura e contribui para a formação de cidadãos mais conscientes e criativos. A lei nº 13.006/2014, ao incluir filmes nacionais no currículo escolar, reconhece o cinema como uma ferramenta poderosa para a educação. Ao apresentar o cinema brasileiro, especialmente sob a perspectiva de mulheres diretoras, o festival contribui para a construção de um repertório visual mais diverso e representativo, desafiando estereótipos e ampliando horizontes. Essa iniciativa é fundamental para que professores e alunos possam conhecer a riqueza e a diversidade da produção cinematográfica nacional, desmistificando a ideia de que o cinema brasileiro é restrito a determinados gêneros ou temáticas. O projeto também atende aos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: Inciso I _ Estimular a formação do cidadão por meio do acesso à cultura e ao desenvolvimento de sua capacidade de expressar e comunicar suas ideias: As oficinas e a programação cinematográfica democratizam o acesso ao cinema e à cultura, especialmente para moradores do Ribeirão da Ilha, Campeche e estudantes, formando cidadãos mais conscientes, críticos e criativos. Inciso II _ Proteger as expressões culturais e valorizar a cultura local: O festival homenageia as mulheres do Ribeirão da Ilha, como rendeiras e benzedeiras, e promove a preservação e a valorização do patrimônio cultural da região por meio da Exposição "Patrimônio Ribeirão", reafirmando a identidade local. Inciso V _ Estimular o desenvolvimento cultural e a economia da cultura: Além de fortalecer a economia criativa local com a feira artesanal e gastronômica, o festival gera emprego e renda para trabalhadores locais, contribuindo também para o fortalecimento da indústria cinematográfica catarinense e a projeção de Santa Catarina como destino cultural. Inciso VI _ Apoiar, valorizar e difundir o cinema nacional: O festival fomenta o cinema brasileiro, especialmente sob a perspectiva de mulheres cineastas, criando um espaço para a difusão de filmes que desafiam estereótipos e ampliam a diversidade da produção audiovisual nacional. O cinema ajuda a construir novos imaginários Qual é a participação das mulheres no cinema? É justamente por meio da atenção dada à participação feminina na filmografia que buscamos contribuir para a construção de novos imaginários, por meio da desconstrução de estereótipos e vislumbre de narrativas não homogêneas, com trocas simbólicas entre os filmes e o público. A experiência de assistir e debater coletivamente um filme potencializa as histórias que buscamos valorizar com o Festival KIKA. Acreditamos na importância e na singularidade das produções realizadas por mulheres, nas várias funções que exercem num set, para difundir mais uma parte da construção da narrativa incluindo etnias, idades e territórios que compõem as várias identidades femininas brasileiras. Os principais cargos do cinema brasileiro ainda são dominados por homens. Além disso, as mulheres ganham menos. Dados da ANCINE mostram que a participação feminina representou cerca de 40% dos empregos formais no setor audiovisual entre 2011 e 2021. A remuneração feminina foi 26,1% menor que a dos homens nesse período. Agora vem o plot twist: os filmes brasileiros com direção feminina são mais lucrativos e, proporcionalmente, levam mais público aos cinemas. Os títulos com direção feminina obtiveram melhor desempenho de público e renda em comparação com a média geral. As obras dirigidas por mulheres somaram 19,3% das obras brasileiras exibidas no cinema, mas representaram 45,3% da renda e 39,4% do público, ainda conforme a ANCINE.

Estratégia de execução

2024 - 3º Festival Lanterna Mágica de Cinema O 3º Festival Lanterna Mágica de Cinema é o projeto em execução e voltado à difusão de filmografia brasileira feita por mulheres em cargos de liderança destas produções, com programação distribuída em quatro dias sequenciais de exibição de curtas, médias e longas metragens, além de ações culturais paralelas. É o projeto em execução programado para acontecer de 12 a 15 de dezembro de 2024.O evento inclui, ainda, entretenimento de qualidade como atrações musicais, exposição, feira gastronômica e feira artesanal, junto à comunidade do Ribeirão da Ilha. Para difusão do projeto, várias foram as ações mas destacamos as séries de entrevistas com cineastas e comunidade em dois mini-projetos dentro do perfil do Festival: - 3 perguntas 1 dica: série em vídeo com mulheres que trabalham com cinema falando sobre o futuro do cinema e dando uma dica de filme de outras mulheres;- Uma rua de cinema: série em vídeo que celebra a história e a cultura do Ribeirão da Ilha, em que moradores contam narrativas inspiradoras sobre a cultura no bairro.Link para assistir: www.instagram.com/festivallanternamagica/ Link: https://www.instagram.com/p/C-forHMMQyw/ Desenvolvimento do making of para instagram e do curta KIKA, como contrapartida do projeto em 2024. A programação do 3º Festival Lanterna Mágica de Cinema será realizada em dezembro de 2024 em uma programação de quatro dias sequenciais que inclui: uma oficina de stop motion, uma exposição permanente realizada pelo coletivo, seleção de filmes selecionados divididos em noites temáticas, bate-papos e atrações culturais. A seleção dos filmes partirá do Banco de Audiovisuais do Coletivo Lanterna Mágica, que recebeu centenas de inscrições, majoritariamente de realizadoras brasileiras, e obras de diversas regiões do país, além de coproduções internacionais. 2023 - 2ª Festival Lanterna Mágica de Cinema - Trabalhadoras De 23 a 26 de novembro de 2023 ocorreu o 2º Festival Lanterna Mágica de Cinema - Trabalhadoras com quatro dias de programação com filmes, rodas de conversa, apresentações culturais e uma oficina de Sabão Ecológico para mulheres de baixa renda da região em busca de autonomia financeira. Foi disponibilizado, também, um vídeo tutorial sobre o conteúdo desta oficina, como forma de difundir esse conhecimento e executar a contrapartida social do projeto para 21 cidades do Estado de Santa Catarina. Paralelamente ao Festival, foram realizadas uma feira de artesanato e uma feira de gastronomia com pequenos empreendedores da região, contando com apoio da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e da Secretaria Municipal de Turismo, Cultura e Esporte. O Festival prestigiou a produção de cinema feita por mulheres, com exibição de 22 filmes - entre curtas, médias, longas e videoclipes -, todos com realizadoras mulheres na direção ou em funções de liderança (roteiro, prod. executiva, dir. de foto, dir. de arte etc). Foram cinco mostras em quatro dias, além de uma mostra especial em parceria com a Aliança Francesa Florianópolis. O 2º Festival Lanterna Mágica de Cinema - Trabalhadoras também foi um projeto selecionado pelo Prêmio Catarinense de Cinema, executado com recursos do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura.As mostras de filmes foram seguidas de rodas de conversa e, como atividades complementares, apresentações musicais. Estimou-se que, ao final da execução do projeto, entre empresas e pessoas físicas, aproximadamente 80 pessoas foram impactadas direta e indiretamente. Entre as ações de divulgação, produzimos uma vinheta em Stop Motion inspirada no Ribeirão da Ilha, bairro que centraliza as ações do Coletivo Lanterna Mágica. Para essa produção, desenvolvemos uma personagem, Kika, que usa o sol como fonte de luz para anunciar o Festival. Link para assistir: https://youtu.be/Z2fZWe6ADXo?si=AGnrOm-5dbPTzxQG A programação paralela do 2º Festival Lanterna Mágica de Cinema - Trabalhadoras incluiu uma oficina de produção de sabão ecológico que abordará empreendedorismo feminino, geração de renda complementar e economia circular criativa, por meio de uma prática sustentável de uso diário que é o sabão artesanal. Link: www.instagram.com/reel/CzZkak6Ak29/ Paralelamente ao 2º Festival Lanterna Mágica de Cinema - Trabalhadoras, promoveremos uma feira de artesanato e uma feira gastronômica. Essas feiras já ocorreram, em menor escala, em outras ações do Coletivo Lanterna Mágica. Ao integrarem a programação do Festival, incluindo brechó solidário, venda de alimentos produzidos localmente, as feiras de artesanato e gastronômica colaboram com o desenvolvimento da economia criativa e circular. Feiras Artesanal e Gastronômica e empreendedores.Total de público: 1200 pessoas em quatro dias de atividades.Total de inserção nas mídias online, rádio, tv e digital: 65 inserções na imprensa (5 TVs, 5 impressos e 3 rádios) e 40 posts no Instagram com 10.103 contas alcançadas. 2022 - 1º Festival Lanterna Mágica de Cinema Catarinense - Mulheres da IlhaEm 2022, realizamos o 1º Festival Lanterna Mágica de Cinema Catarinense - Mulheres da Ilha, que contou com uma participação expressiva da comunidade e revelou o forte potencial de impacto na movimentação da economia local.O evento foi realizado presencialmente no Ribeirão da Ilha, com atividades gratuitas em cinco dias, dedicado a exibir audiovisuais catarinenses realizados por mulheres, tendo como atividades complementares a realização de apresentações musicais, teatro e rodas de conversa, sendo realizadas em local de fácil acesso à comunidade. As atividades proporcionaram um ambiente de difusão das obras catarinenses e de debate com diversas convidadas, formando e informando o público, além de ter aproximado a comunidade da cultura audiovisual e de outras manifestações artísticas, contribuindo para a construção crítico-estético-político-social de moradores do bairro e arredores. Projeto selecionado pelo Edital Aldir Blanc 2021 e executado com recursos do Governo Federal e Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural, por meio da Fundação Catarinense da Cultura.Total de público: 170 pessoas em cinco dias de atividadesTotal de inserção nas mídias online, rádio, tv e digital: 35 NSC Notícias - NSC TV - 12/02/22 https://globoplay.globo.com/v/10296875/ Link: www.instagram.com/p/CaAdaC8p3lq/ 2022 - Cineclube CINE Lanterna MágicaAinda em 2022, realizamos o CINE Lanterna Mágica, cineclube com 11 sessões gratuitas (sendo uma delas como contrapartida) em diferentes espaços e escolas do bairro, em que oferecemos uma programação diversificada incluindo filmes, música, teatro, dança, artesanato e gastronomia. Exibimos audiovisuais catarinenses num momento de reabertura após a suspensão dos eventos culturais por conta da pandemia do coronavírus.Projeto selecionado pelo Prêmio Catarinense de Cinema, executado com recursos do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura.Total de público: 410 pessoas em 11 dias não contínuosTotal de inserção nas mídias online, rádio, tv e digital: 62 Entrevista AO VIVO - JORNAL DO ALMOÇO/NSC TV - 16/12/2022 https://globoplay.globo.com/v/11210108/ Vídeo para o relatório final: https://youtu.be/O4lzKH6Y5E0 Produções de Curtas 2023 - Vermelho Vermute Realização de curta-metragem: 3 doses de amor e 1 de liberdade! Esta é a receita para o curta-metragem VERMELHO VERMUTE. Alana, Joca e Nicolas vivem um pacato relacionamento à três, até que uma receita de coquetel desanda.Vermelho Vermute www.imdb.com/vermelhovermute 2022 - Verão da Ostra Realização de curta-metragem: Um escritor documenta a vida das pessoas de uma pacata comunidade sobre o inusitado evento conhecido como Verão da Ostra. Link Verão da Ostrawww.youtube.com/watch?v=CdkcolI4zjY

Especificação técnica

As atividades do Festival serão realizadas ao longo de seis dias na Praça Hermínio Silva, localizada em frente à Igreja Nossa Senhora da Lapa, no Ribeirão da Ilha. Esse local tem grande importância histórica e cultural para a comunidade, o que reforça o compromisso do festival em valorizar o patrimônio local e em promover o acesso à cultura em uma região afastada dos principais centros culturais de Florianópolis. Para a realização do evento, será montada uma estrutura física adequada para receber o público e acomodar as diversas atividades do festival, que incluem mesas de conversa, exibição de filmes, atrações artísticas e uma feira gastronômica. Essa estrutura contará com um pavilhão que abrigará as principais atividades, além de tendas “Chapéu de Bruxa” de 10x10m para proteger as áreas das sessões de cinema e demais atrações. Um palco de 6m x 2,5m x 80cm será montado para as apresentações artísticas, debates e mesas de conversa. O festival contará também com iluminação e sonorização de qualidade, incluindo: 6 caixas de som ativas JBL modelo Eon 6156 tripés de caixa1 mesa digital Mackie modelo DL 16082 microfones de mão sem fio Shure modelo SM 582 pedestais de microfonePara garantir a qualidade das exibições cinematográficas, será utilizado um painel de LED para projeção dos filmes, que também servirá para apresentar as logomarcas e a programação do festival, reduzindo o uso de materiais descartáveis. O festival prioriza a acessibilidade, com a instalação de banheiros acessíveis e o apoio estrutural da Igreja Nossa Senhora da Lapa, que disponibilizará espaços como camarins, escritórios e copa. A igreja funcionará como ponto de apoio, oferecendo infraestrutura complementar para o conforto dos participantes e da equipe organizadora. Para maior segurança, haverá serviços de segurança e brigadista 24 horas, garantindo que todas as atividades sejam realizadas em um ambiente seguro e acessível para todos os públicos. O Festival também está comprometido com a sustentabilidade em todas as suas fases de planejamento e execução. Para garantir que o evento siga práticas sustentáveis, será contratada a empresa X, especializada em consultoria de sustentabilidade. Essa empresa será responsável por orientar a organização do festival na implementação de soluções ecológicas, como a correta destinação de todos os resíduos produzidos ao longo dos seis dias de atividades. A empresa X atuará diretamente no planejamento da logística de resíduos, incluindo a separação e destinação adequada de materiais recicláveis, orgânicos e não recicláveis. Além disso, promoverá o uso consciente de recursos, incentivando o uso reduzido de materiais descartáveis, como no caso do painel de LED para exibição de filmes, que elimina a necessidade de cartazes e banners de curta duração. Essa iniciativa está alinhada com os planos estratégicos do Floripa 2030, que visam transformar Florianópolis em um modelo de cidade sustentável. Diversos festivais locais já adotaram essas medidas, e o Festival Kika de Cinema segue essa tendência ao incorporar práticas que minimizam o impacto ambiental. Plano de programação Duração das Ações As atividades do festival terão uma programação extensa e diversificada, com duração aproximada de seis dias. As principais ações incluem: Oficinas de 3 horas cada, totalizando 12 horas antes da realização do festival.Exposição Patrimônio Ribeirão, que estará disponível durante todos os dias do evento.Bate-papo (cerca de 1 hora), realizado após as sessões de filmes.Sessões de cinema, com filmes selecionados, que terão aproximadamente 1 hora de duração cada.Atrações culturais, como apresentações musicais e feiras, com duração variável ao longo dos dias do festival. Programação Prévia 1º Dia Mostra 1 Infantojuvenil (1h) Mesa Temática 1 (1h) Sessão de Abertura (Mostra 1 filmes selecionados) (1h) Feira Literária 2º Dia Mostra 2 Infantojuvenil (1h) Mesa Temática 2 (1h) Mostra 2 com filmes selecionados (1h) Feira Literária 3º Dia Mostra 3 Infantojuvenil (1h) Mesa Temática 3 (1h) Mostra 3 com filmes selecionados (1h) Feira Literária 4º Dia Mostra 4 Infantojuvenil (1h) Mesa Temática 4 (1h) Mostra 4 com filmes selecionados (1h) Feira Literária 5º Dia Feiras Literária, Gastronomia e Artesanal Mesa Temática 5 (1h) Mostra 5 com filmes selecionados (1h) Atração Musical Passeios de barco a vela 6º Dia Feiras Literária, Gastronomia e Artesanal Mesa Temática 6 (1h) Mostra 6 com filmes selecionados (1h) Atração Musical Passeios de barco a vela Oficinas As oficinas educativas serão realizadas ao longo do segundo semestre de 2025, antes do festival. Serão duas oficinas principais, uma voltada para professoras/es e outra para crianças e adolescentes. Oficina 1: Mulheres de Cinema Público-alvo: Professoras/es Quantidade de participantes: 120 pessoas (4 turmas de 30) Carga horária: 12 horas (3 horas cada oficina) Locais: Escolas públicas da região sul de Florianópolis Oficina 2: Contando histórias pelo cinema Público-alvo: Crianças e adolescentes Quantidade de participantes: 120 pessoas (4 turmas de 30) Carga horária: 12 horas (3 horas cada oficina) Local: E.E.B Dom Jaime de Barros Câmara

Acessibilidade

O Festival KIKA está empenhado em oferecer uma experiência com acesso universal desde 2023. Para isso, contamos com uma assessoria especializada em acessibilidade que atuará em todas as etapas do evento, desde o planejamento até a execução. Espaços e estruturas adaptadas: Localização: A escolha da Praça Hermínio Silva foi estratégica, considerando a necessidade de um espaço amplo e acessível. O local será adaptado com rampas, passagens adequadas e banheiros adaptados, garantindo a mobilidade de todos os visitantes.Parcerias: A Igreja Nossa Senhora da Lapa, localizada nas proximidades, será nossa parceira, oferecendo áreas acessíveis e serviços complementares, como estacionamento.Áreas reservadas: Serão reservados espaços exclusivos e confortáveis, com excelente visibilidade, para pessoas idosas e com deficiência (PCDs), garantindo que possam participar ativamente de todas as atividades do festival. Comunicação acessível: Libras: Teremos intérpretes de Libras presentes em todas as atividades que envolvam comunicação oral, como mesas de debate e cerimônias de premiação, assegurando a inclusão do público surdo e ensurdecido.Materiais: Todos os materiais de divulgação e comunicação do festival, como programas, banners e posts nas redes sociais, serão produzidos em formatos acessíveis, com fontes legíveis, contraste adequado e descrição de imagens.Audiodescrição e legendagem: Os filmes exibidos no festival contarão com audiodescrição e/ou legendagem (LSE), permitindo que pessoas com deficiência visual e auditiva possam apreciar plenamente as obras. Outras iniciativas: Capacitação: Nossa equipe será devidamente orientada para atender às necessidades de pessoas com deficiência, garantindo um atendimento acolhedor e eficiente.Alimentação: Trabalharemos com parceiros que ofereçam opções de alimentação acessíveis, com informações nutricionais claras e opções para pessoas com restrições alimentares.

Democratização do acesso

O 4º Festival Kika de Cinema tem como objetivo central a democratização do acesso às suas atividades, todas oferecidas de forma gratuita em praça pública. Trata-se do único festival do gênero em Santa Catarina, e um dos poucos no Brasil, a ser realizado na rua e aberto à comunidade. A escolha pela Praça Hermínio Silva, no Ribeirão da Ilha, como local de realização do festival, reflete a importância da praça como espaço público por excelência — um lugar de encontro, troca de ideias e construção de comunidade, que remonta à ágora da Grécia Antiga. Assim como na pólis grega, a praça moderna é o espaço da cidadania, onde as pessoas se reúnem para debater e vivenciar assuntos que dizem respeito à coletividade. O Ribeirão da Ilha, famoso por sua relevância histórica e cultural, carece de atividades culturais regulares. Localizado a 21 quilômetros do Centro de Florianópolis, o bairro está distante dos principais equipamentos culturais da cidade. A escolha do Ribeirão como sede do festival é, portanto, uma ação estratégica que atende a uma demanda reprimida por eventos culturais na região. Como aponta a publicação "As Freguesias Luso-Brasileiras na Região da Grande Florianópolis" (IPHAN, 2015), o bairro mantém vivas muitas de suas tradições, reforçando a conexão do festival com a identidade cultural local. Ao ocupar esse espaço com atividades culturais, o festival promove o desenvolvimento local, incentivando o comércio, o turismo e a economia criativa. A realização do evento em uma região afastada dos centros urbanos mais acessados proporciona à comunidade um raro acesso a atividades cinematográficas e culturais de alta qualidade, contribuindo para a formação de novos públicos. Além disso, o evento fortalece a cadeia produtiva do audiovisual ao oferecer uma plataforma para a exibição de obras nacionais e internacionais, impulsionando, assim, a economia local e regional. No contexto do festival, essa democratização vai além do acesso físico pois em sua quarta edição, o festival assume caráter internacional, levando o Ribeirão da Ilha para o mundo por meio de uma estratégia de transmissão online de parte da programação, incluindo mesas de conversa e debates. Essa medida permite que públicos de diversas regiões, que não possam estar presentes, também acompanhem as atividades do festival. Além disso, o conteúdo gerado será posteriormente disponibilizado em um acervo digital, garantindo que as discussões sobre o cinema produzido por mulheres alcancem uma audiência ainda mais ampla. Essa estratégia expande significativamente o alcance e o impacto do festival, conectando o público local a uma rede global de participantes e espectadores. Como parte de sua estratégia de democratização, o festival também ampliará a programação voltada ao público infantojuvenil e aos professores da rede pública. Três meses antes do evento, serão realizadas oficinas de cinema em escolas públicas da região, aproximando os jovens e educadores da linguagem cinematográfica. Essas oficinas proporcionarão uma introdução teórica e prática ao cinema, incentivando a exploração do audiovisual como ferramenta de expressão e reflexão crítica. Essa preparação prévia permitirá que o público infantojuvenil e os educadores interajam de forma mais significativa com os filmes e debates durante o festival, reforçando o compromisso do festival com a educação audiovisual e a democratização do acesso à cultura. O festival não é apenas um evento de exibição de filmes, mas sim um agente de transformação social. Desde a primeira edição, o projeto foi pensado para atender a uma comunidade diversa, com diferentes classes sociais e realidades, garantindo fácil acesso à cultura. Ao descentralizar o acesso ao cinema, o Festival Kika de Cinema cumpre seu papel na construção de uma sociedade mais justa, ao mesmo tempo em que fortalece a produção audiovisual brasileira e incentiva a economia criativa em regiões menos favorecidas. As oficinas do Festival KIKA de Cinema, alinhadas aos princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), proporcionam um espaço privilegiado para a educação cinematográfica, estimulando o desenvolvimento de competências essenciais como o pensamento crítico e a criatividade. Ao levar o cinema para as ruas, o festival democratiza o acesso à cultura e contribui para a formação de cidadãos mais conscientes e criativos. A lei nº 13.006/2014, ao incluir filmes nacionais no currículo escolar, reconhece o cinema como uma ferramenta poderosa para a educação. Ao apresentar o cinema brasileiro, especialmente sob a perspectiva de mulheres diretoras, o festival contribui para a construção de um repertório visual mais diverso e representativo, desafiando estereótipos e ampliando horizontes. Essa iniciativa é fundamental para que professores e alunos possam conhecer a riqueza e a diversidade da produção cinematográfica nacional, desmistificando a ideia de que o cinema brasileiro é restrito a determinados gêneros ou temáticas. A escolha pela praça como local de realização do festival não é casual. A praça, como espaço público por excelência, é um lugar de encontro, de troca de ideias e de construção de comunidade. Ao levar o cinema para a praça, o festival reforça a importância da cultura como um bem comum e democratiza o acesso à arte. É nesse espaço de convívio que crianças, jovens e adultos podem experimentar a magia do cinema, compartilhar suas impressões e construir um olhar crítico sobre a realidade.

Ficha técnica

Direção artística: Fernanda Ozório da Conceição (Proponente - portfólio anexo) Direção curatorial: Ally Collaço é cineasta e educadora de trajetória na articulação entre cinema e educação, com foco especial na infância. Doutora em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Ally tem como tema central de sua pesquisa a criação de uma pedagogia feminista do cinema voltada à infância, inspirada pela cineasta pioneira Alice Guy. Sua carreira de mais de uma década na área de cinema e educação inclui a fundação da primeira escola de cinema de Florianópolis voltada para crianças, jovens e adultos, onde ministra oficinas, cineclubes e promove eventos de cinema ao ar livre. Parceira de longa data da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, Ally é referência na curadoria de projetos voltados ao público infantil, ministrando oficinas de cinema para crianças em diversas mostras e eventos culturais da cidade. Além disso, atua na formação de professores da Rede Municipal de Educação de São José e no projeto de extensão IFSCineminha do IFSC-Garopaba, onde atende escolas públicas de Garopaba, Imbituba, Pescaria Braba e Paulo Lopes. Sua expertise em cinema e educação também se estende ao cenário latino-americano, sendo integrante ativa da Rede Kino – Rede Latino-Americana de Cinema, Educação e Audiovisual. Por meio dessa rede, participa ativamente de debates e articulações que promovem a integração entre cinema e educação no Brasil e na América Latina. No campo da produção cinematográfica, Ally Collaço também acumula experiências em trabalhos. Destacam-se o curta-metragem Desejos (2008), que foi indicado ao "Pommer de Ouro" por Melhor Direção de Arte e exibido em festivais como o Catavídeo e o Festival Cuco. Além disso, foi produtora do projeto Curta no Intervalo, uma iniciativa da Cinemateca Catarinense em parceria com os Correios, que promovia exibições de curtas-metragens catarinenses e nacionais em espaços públicos, democratizando o acesso ao cinema. Direção de programação: Marina Argenta é produtora cultural, diretora e atriz, graduada e mestranda em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). É produtora do Coletivo Lanterna Mágica desde 2022, junto do qual realizou o 1° Festival Lanterna Mágica de Cinema Catarinense – Mulheres da Ilha, selecionado pelo Edital Aldir Blanc 2021. Como Diretora de Programação realizou o CINE Lanterna Mágica, selecionado pelo Prêmio Catarinense de Cinema 2021, e atualmente também é responsável pela Direção de Programação do 2ª Festival Lanterna Mágica de Cinema - Trabalhadoras, contemplado no Prêmio Catarinense de Cinema 2022. Possui curso de formação intensiva em pós-produção para cinema pelo INC – Instituto Nacional de Cinema (2020), formação em roteiro para audiovisual (2020) com Maria Augusta Nunes e especialização em montagem com Renato Vallone (2020). Atuou na equipe técnica de diversos festivais nas funções de produtora e também iluminadora, como o 8º FITA - Festival Internacional de Teatro de Animação (2014), FETO - Festival Estudantil de Teatro de Belo Horizonte (2015), FIK - Festival Internacional de Arte e Cultura José Luiz Kinceler (2020) e IV Festival Nacional de Teatro Revirado (2022). Fez parte da equipe técnica do LUZ – Laboratório da UDESC realizando diversas montagens e criações para eventos universitários e junto a grupos teatrais como Dearaque Cia, (E)xperiência Subterrânea e Coletivo Trocado. Também desenvolve trabalhos de iluminação para shows tendo criado, montado e operado luz para bandas como Entrevero Instrumental, Rédea Solta, O Exótico Quark Encanto, Brass Groove Brasil e François Muleka. Como iluminadora teatral fez parte da equipe editorial da Revista A Luz em Cena - Pedagogias e Poéticas Cenográficas (2022). Idealizou o projeto Mulheres que Atuam: A Trajetória de Atrizes Catarinenses contemplado pelo Edital Aldir Blanc 2021, também foi contemplada pelo Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2014 com o projeto “INUNDAR O ATO - A Construção de uma dramaturgia e seu laboratório prático”, no qual dirigiu e escreveu a dramaturgia. Como diretora também desenvolveu o espetáculo “Restrição” (2017) e “A (I)Realidade Que Dorme” (2019), ambos apresentados na Maratona Cultural de Florianópolis. Assina também a direção do espetáculo “Efrata” (2018), do grupo Rédea Solta (SC), e dos videoclipes “Condução” (2019) de Ana Zechini (CO), “Pretexto Luz” (2021) em parceria com o músico Arthur Boscato, e do álbum visual “Deixar-se Ver” (2021), de Gabi Veras. Como iluminadora teatral e produtora fez parte da equipe editorial da Revista A Luz em Cena - Pedagogias e Poéticas Cenográficas (2022) e atuou na equipe técnica de diversos festivais como o 8 º FITA- Festival Internacional de Teatro de Animação (2014), FETO - Festival Estudantil de Teatro de Belo Horizonte (2015) com a peça “Assemblage”, dirigida por Jussara Xavier e no FIK - Festival Internacional de Arte e Cultura José Luiz Kinceler (2020). Fez parte da equipe técnica do LUZ – Laboratório da UDESC realizando diversas montagens e criações para eventos universitários e junto a grupos teatrais como Dearaque Cia, (E)xperiência Subterrânea e Coletivo Trocado. Também desenvolve trabalhos de iluminação para shows tendo criado, montado e operado luz para bandas como Entrevero Instrumental, Rédea Solta, O Exótico Quark Encanto, Brass Groove Brasil e François Muleka. Direção Executiva: Blenda Trindade é artista cênica e produtora cultural bacharela em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 2018, pós-graduada em Gestão Cultural com ênfase em Cultura e Mercado pelo SENAC (2021), e licenciada em Artes Visuais pela Universidade Cidade Verde (UNICV), concluindo sua formação em 2023. Atuou na gestão cultural do SESC Itajaí entre 2022 e 2023, onde foi responsável pela curadoria e produção da Rede SESC de Teatros, coordenando espetáculos teatrais e shows autorais de músicos catarinenses. Também desempenhou papel central na produção das exposições coletivas “Do que é feito o sonho” e “Vida Fotogênica”, além de produzir eventos como “Biblioteca Inquieta” e “Arte da Palavra” em 2022 e 2023. Blenda também coordenou a gestão de cursos de arte e cultura, abrangendo modalidades como jazz, ballet, violão, teclado, ukulele, guitarra e musicalização. Ainda no SESC, produziu a Mostra SESC de Cinema e foi responsável pela produção local de importantes projetos como o Palco Giratório e Baú de Histórias. Entre 2014 e 2018, Blenda atuou como produtora executiva e diretora do Grupo Teatral Abaporu, dirigindo os espetáculos “Pegando do Resto” e “Clownsificados”. Durante esse período, participou do Festival Isnard Azevedo, Mostra Experimenta e Mostra Cena Universitária do SESC Prainha. Sua trajetória acadêmica incluiu pesquisa em Iniciação Científica, sendo premiada em 2017. Desde 2023, Blenda também está à frente da produção executiva do Grupo Cultural Rebuliço em Garopaba, coordenando projetos contemplados pela Lei Paulo Gustavo, incluindo montagem de espetáculos, publicação de livros e curta-metragens. Além disso, atua como produtora executiva e pesquisadora no projeto Caras Catarinas, com pesquisas e experimentações audiovisuais aprovadas por editais como o Elisabete Anderle e a Lei Paulo Gustavo. Atualmente, Blenda é produtora executiva de vários projetos, como o Formação de Mediadores de Leitura e a Formação em Teatro Fórum no Sertão Catarinense, ambos contemplados por diferentes leis de incentivo cultural. Além disso, é responsável pela produção do Festival Teatro Agosto (2024). Blenda possui ainda experiência como produtora no Festival Internacional de Teatro de Animação (FITA), onde coordenou atividades formativas e colóquios em várias edições, além de trabalhar como assistente de atividade no SESC São João Batista entre 2019 e 2022, gerindo acervos de bibliotecas, promovendo ações de mediação de leitura e coordenando produções locais de eventos culturais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.