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O presente projeto consiste na produção de um curta-metragem adaptado do conto "A Cidade" do escritor Murilo Rubião, com duração de 15minutos, a ser filmado na cidade de Tiradentes/MG e visa a democratização do acesso à cultura e a preservação e difusão de sua obra, tão peculiar dentre os escritores brasileiros. O filme será dirigido pelo proponente, com o objetivo de ser exibido em festivais e posteriormente ser distribuído e veiculado para canais de tv a cabo e VOD.
O roteiro, inspirado no hiper-realismo e na literatura do absurdo, lida, entre outros temas, com autoritarismo, assédio e injustiças que permeiam a justiça criminal brasileira. Na história, com forte influência kafkiana, o protagonista é preso e mantido em cárcere injustamente, sem saber os reais motivos de sua prisão. Além de preservar a obra de Murilo Rubião, o projeto pretende propor e levantar discussões sobre temas contemporâneos de grande relevância social, precipuamente sobre questões atinentes à democracia, à justiça criminal e aos abusos de poder perpetrados pelas autoridades públicas. O curta será filmado em preto e branco, sendo ambientado numa cidade pequena do interior, reproduzindo, assim, uma estética das décadas de 1960\70 na direção de arte e perpassando por espaços históricos e arquitetônicos devidamente preservados. A imagem em preto e branco contribuirá de modo a proporcionar um descolamento da realidade, oferecendo uma perspectiva nova sobre locais conhecidos e promovendo uma sensação de atemporalidade da história contada. O projeto contará com aproximadamente 27 (vinte e sete) profissionais do audiovisual, sendo filmado na cidade de Tiradentes/MG.
- Produção do curta-metragem "A Cidade", adaptado do conto homônimo do escritor mineiro Murilo Rubião, a fim de que possamos difundir a obra do autor através da linguagem cinematográfica. Objetivos específicos: a) Divulgar e disseminar a obra de Murilo Rubião, expoente singular da nossa literatura do absurdo e do realismo mágico, mas que é injustamente desconhecido pelo grande público; b) Debater questões jurídicas atinentes ao sistema criminal bem como os malefícios causados por períodos ditatoriais, mormente no que condiz ao desrespeito aos direitos e garantias fundamentais dos cidadãos em detrimento de um sistema acusatório estatal que vilipendia seus munícipes e flerta com o absurdo; c) Proporcionar a realização deste importante projeto na carreira do diretor de forma a oferecer boas condições para sua execução, com recursos suficientes para custear um plano de filmagem que respeite as necessidades do projeto e digno para o trabalho dos profissionais envolvidos, além de seus gastos com itens de figurino e cenografia de época, equipamentos, custos de produção envolvendo viagem e hospedagem. A equipe é composta por muitos profissionais que já trabalharam juntos em outros curtas, sempre com recursos limitados, mas ainda sim sendo capazes de executá-los muito bem. Esta seria então uma grande oportunidade para o diretor e equipe de realizar um próximo curta-metragem, desta vez com os recursos necessários, permitindo que esses profissionais envolvimentos mostrem todo o seu potencial; d) Desenvolver e fomentar a indústria audiovisual mineira por meio da priorização da contratação de seus técnicos audiovisuais e demais prestadores de serviço, inclusive da cidade de Tiradentes, com recebimento de investimentos diretos provenientes deste edital que propiciarão a execução de despesas cotidianas, como hospedagem, alimentação e contratação de profissionais locais; e) Resgate da memória cultural mineira pela preservação histórica de sua arquitetura de época;
A justificativa do presente projeto dá-se com base no art. 1º, incisos I, II, III , VI, VI, VIII e IX, da Lei 8.313/91, eis que proporcionará ao proponente a promoção e estímulos adequados à valorização da cultura brasileira, especialmente sobre a difusão do conto "A Cidade", de Murilo Rubião, que é um conto que trata sobre os riscos que a população sofre ao viver em regimes totalitários. A produção do filme propociará um resgate da nossa história, bem como de patrimônios materais e imateriais, já que se trata de uma adaptação de época, preservando e rememorando bens arquitetônicos históricos. Quanto ao objetivo, ressai-nos que o presente projeto encontra guarida no art. 3, inciso II, alínea "a", da refereida Lei 8.313/91, tendo em vista que o referido fomento cultural se dará através da produção de obra cinematográfica de curta-metragem.
Tendo em vista a instabilidade apresentada pela Plataforma Selic nos dias 31/10/2024 e 01/11/2024, tornou-se impossível o preenchimento dos itens constantes no Orçamento do Projeto, razão pela qual este proponente tomou a liberdade de anexar, na aba "Anexar Documentos" a planilha orçamentária do projeto na aba destinada à "Proposta". Espero que a comissão avaliada seja compreensiva nesse ponto e caso vejam a necessidade do preenchimento na aba específica do projeto, que permitam a este proponente a devida retificação no momento oportuno. Muito obrigado :)
O produto será um filme de curta-metragem a ser exibido em festivais e posteriormente distribúido.
O proponente se compromete em proceder com medidas de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitudinal no âmbito do presente projeto, como as doravantes descritas: contratações que visem uma melhoria na acessibilidade e maior inclusão social a fim de garantir uma maior participação das minorias no mercado de trabalho, bem como efetivar os princípios constitucionais da democracia participativa, pluralidade, acessibilidade e isonomia material. Para tanto, estarão previstas as seguintes práticas: a) inclusão de audiodescrição e legendagem descritiva a fim de aumentar a acessibilidade; b) formação e sensibilização de agentes culturais e demais envolvidos sobre a relevância de termos uma maior inclusão social dos portadores de necessidades especiais na cadeia produtiva social e do audiovisual; c) reserva de assentos para pessoas obesas e de vagas de estacionamento para idosos e deficientes; d) promoção de recursos para permitir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, idosas e deficientes no camarim e no set de filmagem;
Objetivando aumentar a democratização e difusão do acesso, e tendo em vista que as filmagens serão realizadas na cidade de Tiradentes/MG, o projeto contará com ações voltadas para a contratação da população local, tais como: a) contratação de atores e residentes locais e regionais para integrarem o elenco de apoio e figuração do filme; b) contratação de diversos profissionais liberais e estabelecimentos comerciais para execução das atividades cotidianas do projeto(serviços de hospedagem, alimentação, transporte, segurança, dentre outros). Com tais atividades, o projeto trará um impacto sociocultural na cidade, com aplicação de recursos que movimentarão a economia local.
Elenco: Otávio Muller, Marat Descartes e Laila Garin Otávio Müller de Sá, 58 anos, é um ator e diretor brasileiro. Com mais de trinta anos de experiência na teledramaturgia, participou, de dezenas de novelas e filmes nacionais, destacam-se, dentre outros, as novelas Vale Tudo, Anjo Mal, Dona Flor e seus dois maridos, Celebridade, dentre outras. Atuou em inúmeros programas humorísticos, séries e minisséries brasileiras, como Sob Nova Direção, JK, Tapas & Beijos, Zorra, e mais recentemente Segunda Chamada. No Cinema, recebeu o Prêmio de Melhor Ator no Festival Internacional de Cinema do Rio pelo filme “O Gorila”, dirigido por José Eduardo Belmonte; foi, ainda, agraciado com o Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante pelo filme “Um homem só”, de Claudia Jovin; e Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante Do Festival de Goiânia, pelo filme “Cabeça à prêmio”, Foi indicado, ainda, ao Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro pela sua atuação nos filmes “O Beijo no Asfalto”, “O Paciente – O Caso Tancredo Neves” e “Três Versões. Marat Descartes nasceu na cidade de São Paulo no ano de 1975. Estudou Letras na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), da USP. Também estudou teatro na Escola de Artes Dramáticas da USP, no ano de 1998, onde fez sua estréia no teatro. Nos dias atuais, já participou mais de 30 espetáculos, entre os espetáculos de mais destaque, estão "Aldeotas", do seu amigo Gero Camilo, e "Primeiro Amor", baseada em obra do dramaturgo Samuel Beckett, neste trabalho, Marat Descartes recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator, uma das maiores honras do teatro brasileiro.[1] Em sua carreira no cinema, Marat participou de diversas produções, com destaque para o filme Trabalhar Cansa, sendo selecionados para a mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes de 2011. Laila Garin destacou-se em 2013 ao interpretar a cantora Elis Regina no espetáculo musical Elis, A Musical, cujo enredo é a biografia da cantora[3], direção de Dennis Carvalho. Laila estagiou 15 dias no Théâtre du Soleil em Paris [4], atuou em Grease em São Paulo e seguiu para o Rio de Janeiro em 2009, quando estrelou o espetáculo Eu te amo mesmo assim, com direção de João Sanches e supervisão de João Falcão. Foi nessa ocasião que se mudou de São Paulo para o Rio de Janeiro. Atuou ainda no espetáculo Gonzagão - A Lenda. O tempo de carreira, no entanto, é longo. Começou a estudar teatro aos 11 anos e canto lírico aos 13. Com 15 anos, já integrava um grupo de teatro amador da Casa Via Magia, e atuou em montagens como Romeu & Julieta e Caetano, com fragmentos da obra de Shakespeare e canções do compositor, A Casa de Eros (1996), Medeia (1997), Roberto Zucco (1998) e Lábaro Estrelado (1999). Direção e roteiro: André Ladeia - André Ladeia é diretor e produtor. Produziu, dirigiu e roteirizou os filmes "O Nada", "Domingo em Rigel Kent" e "Morfina", estando este em fase de pós-produção. Seus filmes já foram exibidos em diversos festivais nacionais e internacionais, como Festival Internacional de Cinema de Moscow, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, Festival Internacional de Curtas de Bengaluru, Fantaspoa, dentre outros. Também é poeta e dramaturgo. Autor dos livros "Suave como a morte", "Alçapão", "Mordaça", e da peça "Ouro Branco". Direção de Fotografia: Giulia Donato - 26 anos, carioca, é Diretora de Fotografia, Assistente de Câmera e Diretora. Tem formação em Cinema pela Universidade Federal Fluminense, com intercâmbio na ENS Louis Lumière (França). Atua no audiovisual desde 2015 realizando curtas e videoclipes e, desde 2019, trabalha como Video Assist e Assistente de Câmera. Dirigiu a fotografia dos curtas “Com Carinho” (2023), Melhor Filme pelo Júri Popular no Festival Universitário de Cinema (FUCINE), “Kool Kids Tell The Night” (2019), exibido no 38º AleKino! (Polônia), além de dois curtas em colaboração com o diretor André Ladeia, sendo eles “Domingo em Rigel Kent” e “O Nada”; Dirigiu os videoclipes “Melhor Versão” (2021) e “Faz” (2020), além do curta ficcional “Lia”, exibido na 17ª Mostra do Filme Livre e na TV Brasil. Trabalhou em “Vale dos Esquecidos” (HBO), “O Jogo que Mudou a História” (Globo Play), “Novela” (Amazon Prime), “O Primeiro Natal do Mundo”, entre outros projetos nacionais e internacionais. Técnico de Som Direto: Renan Chaves - Trabalhou no Departamento de Som da Lime Pictures, em Liverpool. Realizou a próxima temporada da prestigiada série televisiva Hollyoaks. Realizou, recentemente, o último longa metragem do consagrado diretor Cacá Diegues – Deus ainda é brasileiro. É doutor e mestre em som para cinema e bacharel em música pela Unicamp. Foi pesquisador-artista convidado na Indiana University (The Media School) e no Center for Documentary Research and Practice, nos Estados Unidos, e na Monash University (Arts Research Graduate School, Faculty of Arts), na Austrália. Estudou som e música na Universidad Nacional del Litoral, na Argentina. É membro do Centro de Pesquisas de Cinema Documentário (CEPECIDOC) e do Grupo de Pesquisa em Música e Sound Design aplicados à Dramaturgia. Produção: Azparka Produções - produtora de audiovisual sediada no Rio de Janeiro, tendo produzido os filmes "O Nada", "Domingo em Rigel Kent" e "Morfina".
PROJETO ARQUIVADO.