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PRONAC 250262Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Residência Artística Casa Rocha

CASA ROCHA VH PROMOCOES E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-07-01
Término
2026-02-28
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Implantação da Residência Artística Casa Rocha no bairro de Santa Teresa (Rio de Janeiro/RJ). O espaço oferecerá suporte para a permanência de bailarinos, músicos e artistas na cidade com o objetivo de promoção e intercâmbio artístico. Também serão realizadas aulas, workshops e oficinas.

Sinopse

O projeto Residência Artística Casa Rocha propõe o acolhimento de artistas nacionais e internacionais em Santa Teresa, oferecendo uma estrutura de apoio à pesquisa e criação, promovendo a troca cultural e a descoberta de diferentes contextos socioculturais, além de garantir diversidade e inclusão na seleção dos participantes. Durante a programação estão previstas apresentações abertas ao público, além de aulas e workshops.

Objetivos

A Residência Artística Casa Rocha oferece um espaço de acolhimento para pesquisa e criação artística de grupos nacionais e internacionais. Visando garantir a inclusão e a diversidade na seleção dos participantes, ao longo do processo, o projeto vai acomodar 5 semanas para residentes internacionais, 3 semanas para residentes nacionais e/ou do Mercosul e 2 semanas para residentes regionais. Para todas as companhias, artistas e coletivos, nacionais e internacionais, que participarem, a bolsa de criação, de R$ 1.500 por semana para cada grupo, incluem como contrapartida a realização ao menos de: 1 workshop de 2 horas de duração para profissionais da dança da cidade do Rio de Janeiro;1 aula semanal para os alunos da Casa Rocha (os alunos da Casa Rocha fazem parte de outro projeto da Casa Rocha que prevê formação continuada de dança para crianças talentosas selecionadas no Morro dos Prazeres e comunidade de Santo Amaro);1 apresentação pública de espetáculo ou um vídeodança;1 vídeodança curto por semana para registro e divulgação do trabalho nas redes sociais. Essa Residência é destinada a artistas ou companhias de todas as nacionalidades, gêneros e idades, convidados ou selecionados com base em um portfólio, que desejam combinar criação e transmissão, permanecer em um local inspirador que esteja vinculado e a serviço da área em que está localizado. O programa está aberto a artistas com experiência comprovada em seu campo e presença nacional e internacional, produzindo trabalhos coreográficos, musicais e de performance, projetos de vídeos e instalações. Como uma residência artística deve oferecer aos artistas experiências cruciais para o desenvolvimento de sua carreira profissional, tanto em termos de descoberta de diferentes contextos socioculturais quanto de diversificação de suas redes de distribuição, os residentes da Casa Rocha têm a oportunidade de entrar em diálogo com profissionais locais associados à estrutura para combinar suas habilidades e com salas parceiras para realizar apresentações. Além de fornecer apoio para superar as dificuldades encontradas pelos artistas durante a criação e a divulgação de seus projetos, a Casa Rocha coloca a mediação no centro de suas prioridades e tem como objetivo atuar como um vetor de abertura cultural e dinamismo regional. OBJETIVO GERAL: Viabilizar o acolhimento de artistas nacionais e internacionais em Santa Teresa (Rio de Janeiro/RJ);Oferecer uma estrutura de apoio à pesquisa e criação;Promover a troca cultural e a descoberta de diferentes contextos socioculturais;Garantir diversidade e inclusão na seleção dos participantes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Receber 1 companhia internacional com 3 artistas para 5 semanas de residência, incluindo:Café da manhã e almoço de segunda a sexta-feiraAcomodação na Casa RochaPassagem aéreaBolsa de criação de R$ 1.500,00 semanais para a companhia Receber 1 companhia nacional ou do Mercosul com 4 artistas para 3 semanas de residência, incluindo:Café da manhã e almoço de segunda a sexta-feiraAcomodação na Casa RochaPassagem aéreaBolsa de criação de R$ 1.500,00 semanais para a companhia.Receber 1 companhia do Rio de Janeiro com 5 artistas para 2 semanas de residência, incluindo:Almoço de segunda a sexta-feiraBolsa de criação de R$ 1.500,00 semanais para a companhiaObservação: Como moram no Rio de Janeiro, não há necessidade de despesas com deslocamento aéreo ou acomodação na casa. A vivência dos artistas na Casa Rocha com bolsa de criação, as atividades geradas pela residência no bairro de Santa Teresa, e os encontros semanais com os alunos em formação de dança na Casa Rocha, cria um ambiente propício para: Oferecer aos artistas experiências diferenciadas para a descoberta de diferentes contextos socioculturais.Promover um diálogo com profissionais locais associados à estrutura a fim de promover um intercâmbio cultural e para a combinação das respectivas habilidades.Fomentar a realização de atividades com artistas internacionais e nacionais (pesquisa, aulas, oficinas e apresentações) como uma forma de fortalecimento da relação entre a Casa Rocha e a comunidade de Santa Teresa, e com o Rio de Janeiro.Garantir a igualdade de tratamento e de oportunidades por meio da inclusão e da diversidade na seleção por portfólio ou por convite.Hospedados em regime de meia pensão numa casa configurada especificamente para o projeto artístico, os residentes são liberados de todas as preocupações logísticas e têm espaços de trabalho adaptados à sua prática.Oferecer uma ajuda de custo a fim garantir a permanência dos artistas e o desenvolvimento de trabalhos artísticos;Servir refeições preparadas com produtos locais e sazonais como parte de uma economia circular e difusão da cultura carioca; A primeira companhia internacional convidada e já confirmada é a francesa, HUNDRED-Jeremy Tran. As demais companhias serão selecionadas através de chamada pública. Sobre a residência de HUNDRED-Jeremy Tran, está prevista: A produção e realização de uma residência artística de 5 semanas da companhia francesa HUNDRED-Jeremy Tran, com o objetivo de produzir videodança com os alunos da Casa Rocha, usando técnicas de dança contemporânea e improvisação. Realização de 4 workshops de videodança com 4h de duração ministrados por Jeremy Tran para 12 profissionais da dança do estado (artistas, professores, coreógrafos), com o objetivo de ensinar as habilidades técnicas e artísticas necessárias para criar uma coreografia para a imagem, filmar e editar o filme de forma independente. Produção de videodanças para registro, memória e difusão do trabalho através da realização de 05 vídeos curtos com dois minutos de duração cada. O material será disponibilizado gratuitamente ao público através de redes sociais como YouTube, Instagram e Facebook. Produção de videodança com direção de Jeremy Tran, que procura retratar a energia e a presença dos corpos dos alunos em suas vidas cotidianas, suas histórias e seus instintos. O resultado será disponibilizado gratuitamente ao público através da plataforma internacional especializada em videodança "Numéridanse" e apresentado em festivais nacionais e internacionais de curtas-metragens.

Justificativa

O projeto Residência Artística Casa Rocha propõe, em sua essência, o acolhimento de artistas internacionais e nacionais para períodos de pesquisa, criação e intercâmbio cultural com duração entre 2 e 5 semanas, em espaços de trabalho adaptados à sua prática. O objetivo é receber 1 companhia internacional, 1 companhia nacional ou do Mercosul, e 1 companhia do Rio de Janeiro (como especificado nos objetivos específicos). A partir da presença destes artistas, será desenvolvido um espaço de fomento a realização de pesquisa, aulas, apresentações e intercâmbio artístico entre brasileiros e estrangeiros, jovens em formação em dança, profissionais de dança e outras linguagens artísticas. Com base neste entendimento recorre-se à Lei Rouanet como instrumento de viabilização de recursos para a execução das propostas educacionais e artísticas para o ano de 2025, alinhando-se aos incisos do Artigo 1º da Lei Rouanet da seguinte maneira: 1. Inciso I: O projeto é uma atividade cultural e educacional que promove dança e intercâmbio cultural na Casa Rocha, unindo jovens e profissionais de diversas origens. 2. Inciso II: Incentiva a participação de artistas locais e nacionais, criando um espaço para atividades culturais brasileiras e valorizando conteúdos locais. 3. Inciso III: A realização de atividades como pesquisa, aulas e apresentações, das mais diferentes origens, nacional e internacional, valoriza diferentes manifestações culturais, seus criadores e seus cruzamentos, intersecções e, até mesmo pode abrir vias para a criação de novas manifestações culturais. 4. Inciso IV: O projeto proporciona aulas de teoria e prática de dança contemporânea e ballet clássico, presentes no pluralismo da cultura nacional e internacional. 5. Inciso V: Os ensaios e apresentações gratuitas de alunos e residentes da Casa Rocha promovem o acesso à cultura aos participantes e aos espectadores, difundindo a dança nas suas mais diversas formas de criar, fazer e viver. A bolsa de criação artística para os residentes brasileiros, e todo apoio com acomodação, alimentação, e produção das atividades e espetáculos, oferece um tempo precioso de paz para que os artistas brasileiros possam criar sem stress, e sem preocupações, e para que possam criar novas coreografias, videodanças, e também criarem novas conexões com outros artistas, professores e alunos. 6. Inciso VI: Preserva o bem imaterial do patrimônio cultural brasileiro, destacando a dança que se desenvolve atualmente, por meio da criação de videodanças que registram a dança dos residentes e suas vivências na residência artística no Rio de Janeiro. 7. Inciso VII: A realização de workshops e aulas com os residentes nacionais e internacionais, e a produção de videodança em conjunto, permite o aprendizado, a troca e o desenvolvimento de respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. 8. Inciso VIII: Alinha-se a este inciso ao promover um intercâmbio cultural que estimula a produção e a difusão de bens culturais de valor universal. Isso é realizado através da acolhida de artistas nacionais e internacionais, que colaboram em workshops e aulas, compartilhando saberes e técnicas. A criação de videodanças em conjunto documenta essas interações e serve como ferramenta de divulgação, enquanto apresentações públicas ampliam o acesso do público a novas expressões artísticas. Além disso, o projeto fortalece redes culturais, promovendo conexões que perpetuam o intercâmbio mesmo após o término da residência, contribuindo assim para a valorização e o respeito entre diferentes tradições artísticas, para a formação de conhecimento, cultura e memória, e para novas possibilidades de trabalhos. O projeto "CASA ROCHA" também se relaciona com o Artigo 3º da Lei Rouanet por meio do incentivo ao desenvolvimento de um espaço cultural que funcionará como Residência Artística promovendo, dessa maneira, a formação cultural e o fortalecimento de projetos, alinhando-se da seguinte maneira: Inciso I (a): Incentiva a formação artística e cultura através de bolsa de criação artística, acomodação e alimentação em pensão parcial para os residentes.Inciso II (a): A produção de conteúdo audiovisual, como videodanças semanais e um curta-metragem, também estimulam a participação da sociedade civil e a difusão da cultura.Inciso II (c): A realização de ao menos 3 espetáculos ou exposição de videodança, um por cada companhia residente.Inciso III (a): Contribui para a criação e organização de novo equipamento cultural no Rio de Janeiro, em uma casa linda em Santa Teresa, local de grande riqueza cultural, com vista para o ícone Pão de Açúcar, que oferece também acomodação aos residentes e local apropriado para suas criações, ensaios, aulas e workshops.Inciso IV (a): Distribuição gratuita de ingressos para espetáculos de dança e exibição de videodanças.Inciso IV (b): Incentivo à pesquisa na área da dança, e seus cruzamentos com outras áreas como artes visuais, fotografia, música e cinema.Inciso V (a): Apoio para a vinda de companhias de dança nacionais e internacionais para o Rio de Janeiro como fornecimento de passagens aéreas, acomodação, refeições (pensão parcial) e bolsa de criação artística.Inciso V (b): Contribui para a contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Em resumo, o projeto pode se alinhar com os incisos do artigo 3º da Lei Rouanet, que incluem a promoção da formação cultural, o estímulo à produção e disseminação de conteúdo cultural brasileiro e a participação da sociedade civil. Destacando-se ainda a relevância do projeto a partir da perspectiva educacional, artística e cultural.

Especificação técnica

A Residência Artística Casa Rocha é um laboratório cultural para artes cênicas (dança) localizado em Santa Teresa, Rio de Janeiro. É um espaço de encontro e troca para artistas internacionais e nacionais. Durante a estadia dos grupos além dos projetos de pesquisa, o processo e o resultado da experiência poderá ser apreciado em diversos formatos: 1 workshop de 2 horas de duração para profissionais da dança da cidade do Rio de Janeiro;1 aula semanal para os alunos da Casa Rocha (integrantes de outro projeto da Casa Rocha que prevê formação continuada de dança para crianças talentosas selecionadas no Morro dos Prazeres e comunidade de Santo Amaro - comunidades do entorno da Casa);1 apresentação pública de espetáculo ou um vídeodança;1 vídeodança curto por semana para registro e divulgação do trabalho nas redes sociais. A Casa Rocha será o local de acomodação dos participantes e também o local das refeições incluídas.

Acessibilidade

A fim de garantir que o projeto Residência Artística Casa Rocha promova ações de acessibilidade, algumas ações vêm sendo desenvolvidas: Diante da presença de artistas ou alunos que possuírem deficiência física ou cognitiva haverá um planejamento específico para acolher este grupo e garantir o acesso ao conteúdo e a experiência de aprendizagem e da rotina do projeto ao longo do ano.Contará também com um intérprete de Libras nos dias de apresentações abertas ao público.Todos os materiais de audiovisual produzidos durante a realização deste projeto contarão com a inserção de conteúdo produzido pelo intérprete de libras, além de legendas e audiodescrição, visando a inclusão social e cultural.

Democratização do acesso

O projeto em sua essência é um trabalho de promoção e intercâmbio artístico a partir da dança (clássica e contemporânea) ao propor a implementação de uma Residência Artística idealizada pela bailarina e idealizadora do projeto, Lysandra Van Heesewijk. A Casa Rocha entende seu espaço de atuação como local de acolhimento de artistas nacionais e internacionais. Estes artistas convidados ou selecionados a permanecerem na residência, realizarão workshops e aulas para os alunos do projeto de formação de dança para crianças e jovens, de 9 a 14 anos, que acontecerá em paralelo ao projeto da Residência, no mesmo local, a fim de ampliar ainda mais o repertório e promover uma troca de experiências entre os alunos do projeto e renomados artistas nacionais e internacionais. As atividades a serem realizadas, como pesquisas, oficinas, workshops, ensaios abertos e apresentações de dança, serão todas oferecidas de forma gratuita a jovens participantes do projeto no intuito de democratizar o acesso à cultura. Estes participantes são jovens do bairro onde se localiza a Casa Rocha, assim como moradores de comunidades do entorno. Destaca-se desde já a parceria em desenvolvimento com a Associação de Moradores dos Morro dos Prazeres e Santo Amaro. Ademais, tais ações fortalecem o vínculo dos alunos com seu local de origem e promovem a circulação destes jovens em regiões do entorno ao seu local de origem. Ampliando, assim, a sua relação com o território. Este princípio do projeto será documentado e transmitido via redes sociais. Trata-se da dança como uma importante ferramenta para apontar os desafios e necessidades que esta população e o projeto, por meio do ensino da dança, pode demonstrar como uma forma de reflexão para a mudança social, cultural e econômica da região. Desta forma, pretende-se, a partir deste registro, mostrar a realidade da população desta região.

Ficha técnica

Lysandra van Heesewijk - Idealizadora e coordenadora geral A franco-brasileira Lysandra foi bailarina profissional do Ballet du Grand Théâtre de Genève, na Suíça, por quase 10 anos. Depois de obter um MBA em gestão cultural, ela se juntou às equipes do Festival d'Avignon e, em seguida, do Théâtre du Châtelet, em Paris, como chefe de atividades culturais e público jovem. No Rio, ela ensina ballet na Deborah Colker companhia de dança. Como diretora da Casa Rocha, ela combina seu perfeito conhecimento da área, sua sólida rede de artistas internacionais e seu apego à ação cultural como uma ferramenta para a coesão social e o desenvolvimento de uma região que lhe é querida. Mariana Borgerth - Produção Cultural Formada em Comunicação Social pela UFRJ (2009), trabalha desde então como produtora executiva e na gestão de diversos projetos ligados às artes cênicas, literatura e música. Em parceria com diferentes idealizadores, esteve envolvida no lançamento do livro Chama das Histórias: O Brasil contado por mulheres (literatura), Tibicuera Costura o Brasil (literatura), Galeria Mundo (exposição fotográfica que circulou pelo interior do RJ), Pixinguinha para Crianças (música), Narrativas Indígenas (literatura), FIMA - Festival Interativo de Música e Arquitetura (2021/22, dirigido por Pablo Castellar); Dia do Choro (2018 e 2017 Produção executiva e prestação de contas do projeto Dia do Choro, dirigido pelo Instituto Casa do Choro. Rio de Janeiro - RJ); Festival MUSICAR (2017 - Produção executiva da primeira e segunda edição do MUSICAR, realizado no CCBB, que reuniu mais de vinte atrações voltadas para o público infantil. Brasília - DF). Além de ter acompanhado a circulação de diversos artistas nacionais e internacionais: “Álbum de Retratos” (abril e agosto de 2017 em cidades de São Paulo); Cabernet Vocal (outubro de 2015 - Idealização e circulação do grupo argentino Cabernet Vocal por unidades do SESI/SP); Os Seminários de Música Pro Arte (2010 - 2016; Elaboração e gestão de projetos voltados para música e educação musical (diversos municípios do RJ, Ouro Preto/MG, Olinda/PE). Flavia Cruz Aker - Produção Cultural Flavia Cruz Acker é professora de ballet clássico há 33 anos e possui mestrado em Engenharia de Sistemas e em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com ampla experiência em direção geral de projetos, dirigiu iniciativas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro como "Samba e Ballet: possibilidades e realidades" (2023-2024) e "O Software Coreográfico Petipa" em 2022. Desde 2015, dirige e organiza um espetáculo de fim de ano com a professora Thais Castro. Foi finalista do edital StartupRio 2019 da FAPERJ, ganhando o investimento máximo possível do programa, chegando até a última fase, e apresentando seu trabalho no DemoDay. Tatiana Baumworcel - Assessoria de imprensa e Programação Visual Tatiana é carioca formada em publicidade e propaganda pela ESPM desde 2016. Ela entrou no mundo artístico fundando a primeira marca de glitter cosmético após sair da faculdade, a Purpurine. Hoje, 8 anos depois, traz em seu portfólio parceria com algumas das maiores empresas do Brasil e do mundo, como Shell, Loreal, C&A, dentre muitas outras. Residência 1: Companhia HUNDRED-Jeremy Tran Coreógrafo e diretor : Jeremy Tran, Realizador : Robin Pogorzelski, Dramaturgo : Martin Boulanger Coreógrafo e diretor franco-vietnamita, a carreira de Jeremy Tran está no cruzamento entre a criação artística - dança, teatro, performance, vídeo e política cultural. Em particular, ele dirigiu uma série de vídeos de dança, incluindo “Artificial Landscapes”, programado para a Bienal de Dança de Lyon, França. Trabalhou também como artista de vídeo no Watermill Center, em Nova York, sob a direção do diretor Robert Wilson, bem como com a coreógrafa Anne Martin para a peça “Umvandlung”. Participa de iniciativas de conscientização, e iniciativas educacionais, e desenvolve projetos relacionados a treinamento, pesquisa e mediação. Desde 2020, ele ensina videodança no Centro National de Dança, Paris, e desde 2023 é membro do comitê de direção do festival de dança Allure Folle, onde deu aulas de dança contemporânea e videodança. Robin Pogorzelski trabalha como diretor e cinegrafista em projetos de publicidade e vídeos musicais, mas também trabalhou com várias agências parisienses como diretor e iniciou uma série de documentários “retratos” entre a França e Ruanda. Desde 2017, ele tem trabalhado como diretor de fotografia em projetos de documentários, como “Everest Green” (Block8 Production), filmado no Nepal e atualmente transmitido pela televisão (Ushuaia TV). Atualmente, está escrevendo seu próximo filme, “Terre Brûlée”, sobre o impacto da energia nuclear nas pessoas que vivem em áreas contaminadas. Convencido de que a dança, assim como o vídeo, é uma arte do movimento, a criação de um vínculo entre os dois também é um tema importante em seu trabalho. Depois de dois anos em uma classe preparatória literária, Martin Boulanger se formou em canto lírico, primeiro no Conservatório de Toulouse e depois em Paris. Ele também teve aulas de teatro em uma escola profissional, onde aprofundou sua compreensão das questões do palco. Em seguida, treinou para acompanhar artistas e descobriu a hipnose e o sonhar acordado, dois temas pelos quais é apaixonado. Formado pelo Institut Français d'Hypnose Ericksonienne, ele desenvolveu uma carreira como terapeuta ao lado de sua pesquisa artística. Ele usa todas essas ferramentas para refinar sua compreensão da relação entre o indivíduo e seu ambiente, e agora as combina com suas habilidades literárias como dramaturgo da Compagnie Hundred - Jérémy Tran.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.