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PRONAC 250272Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Cinema dos Quilombos CCBB - Ano I

CARDES MONCAO AMANCIO 04745997604
Solicitado
R$ 491,6 mil
Aprovado
R$ 466,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Edital de Patrocinio CCBB 2023 - 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O produto principal é a Mostra Cinema dos Quilombos, que proporciona ao público sessões de filmes sobre a cultura e os territórios quilombolas realizados por seus integrantes e por não-quilombolas aliados. Serão 5 dias de mostra em cada CCBB (Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília). Serão duas sessões diárias compostas por curtas, médias e/ou longas, sendo uma sessão diária com debate com diretores/as, pesquisadores, críticos, lideranças quilombolas e/ou curadores do projeto. Haverão duas sessões infantis por mostra. Como produto sencudário será realizado durante a mostra o encontro de Realizadores Quilombolas. Esse projeto encontra-se aprovado no Edital de Patrocínio CCBB 2023 - 2025 (vide anexo).

Sinopse

- Mostra Cinema dos Quilombos: Historicamente a população negra e indígena foi alijada do fazer cinematográfico. A partir de 2003 há ampliação do acesso à universidade por cotas, bem como editais audiovisuais afirmativos, gerando crescimento da produção cinematográfica negra e dos quilombos. O cinema é um vetor da força da cultura e da resistência quilombola e nisso reside a importância da Mostra: a difusão deste cinema anima a produção de novos filmes como povoa o imaginário coletivo com a força e a resistência quilombola. - Seminário com diretores quilombolas tem como objetivo aproximar o público do pensamento cinematográfico quilombola, bem como promover trocas de experiências entre os diretores.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a circulação das obras audiovisuais realizadas por quilombolas ou não-quilombolas, acerca da reconquista e preservação dos territórios, cultura, tradições e outras particularidades dos quilombos. Promover o contato do público também com os realizadores quilombolas, permitindo uma ampliação da experiência estética para além dos filmes. Realizar a mostra em 3 CCBBs (Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília). Objetivo específico - A Mostra Cinema dos Quilombos proporciona ao público sessões de filmes sobre a cultura e o território quilombola realizados por seus integrantes e por não-quilombolas aliados. Serão 5 dias de mostra nos CCBBs: Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Serão duas sessões diárias compostas por curtas, médias e/ou longas, sendo uma sessão diária com debate com diretores/as. E duas sessões infantis por mostra. E um Encontro de Realizadores Quilombolas. - 1 debate diário com diretores dos filmes e o público. - 2 sessões para o público infantil por cidade. - Serão realizadas ao menos duas sessões de filmes com recursos de acessibilidade: audiodescrição, legenda para surdos e ensurdecidos e libras. O Encontro de Realizadores Quilombolas terá tradução simultânea em Libras.

Justificativa

A história da resistência quilombola é fascinante e um exemplo de não resignação para todos brasileiros. A força dos quilombos está em sua origem de buscar alternativa contra uma grave condição imposta _ a escravidão. Temos muito a aprender com as narrativas de liberdade transmitidas de geração em geração. Temos muito a somar com os que ainda hoje precisam desprender um enorme esforço para salvaguardar seus territórios e sua dignidade. E o cinema é um catalisador decolonialista que opera pela multiplicidade. Nos livros didáticos praticamente o único mencionado era o quilombo dos Palmares. Os que existem até hoje, urbanos e rurais, eram negligenciados. Esforços como a lei 10.639/03 que instituiu o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira são realizados para promover a igualdade. O audiovisual quilombola é uma das formas de colaborar com a ampliação do conhecimento sobre a História e Cultura Afro-Brasileira. A Lei de Incentvio à Cultura é importante para que possamos viabilizar o projeto. Ele está aprovado no Edital de Patrocínio CCBB 2023 - 2025 e provavelmente será patrocinado pelo mecanismo de incentivo federal. O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Pretendemos alcançar os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

O projeto se iniciou em 2014 promovendo oficinas audiovisuais em quilombos. Em uma delas, no Quilombo dos Marques, foi produzido a ficção “Nove águas”, co-dirigida por Gabriel Martins e circulou por diversos festivais. Em 2020 e 2021 foram realizadas a 1ª e a 2ª Mostra Cinema dos Quilombos, online devido à pandemia. No formato presencial ele ainda é inédito, teremos uma edição em BH, de 25 a 27/4/2023, no Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes. O projeto foi aprovado no edital de patrocínio do BB para ser realizado nos CCBB's: SP, RJ e DF. Consideramos que há uma forte representatividade nos filmes a serem exibidos, principalmente porque foram produzidos por quilombolas ou por pessoas muito próximas aos quilombos e suas causas. A pluralidade cultural, a diversidade e a riqueza das manifestações regionais brasileiras também estão notadamente presente, uma vez que existem mais de 6.000 comunidades quilombolas dispersas por todos os estados do país. Assim a multiplicidade do existir quilombola se refletem nas obras. Pensamos o cinema quilombola (e também o indígena) como parte da vanguarda do cinema nacional. Reunir e exibir o cinema dos quilombos é um esforço para se pensar as obras em conjunto e potencializar percepções estéticas. A riqueza gastronômica, de cultivo da terra, das danças, etc, chegarão ao público pelas obras a serem exibidas e pretendem promover a fartura das ideias e a abundância de visões de mundo e de formas de vida. A Mostra possui um recorte específico e se propõe a circular as imagens e os pensamentos quilombolas por importantes cidades do Brasil, aproximando do público os quilombos rurais e urbanos. O encontro dos realizadores entre si é um momento importante de troca sobre o ofício de filmar as comunidades. E de troca com o público, que poderá saber detalhes, por exemplo, dos processos produtivos que envolveram as obras exibidas. O encontro com a diferença, permeado pelo respeito e admiração é um dos motes da Mostra.

Especificação técnica

- Mostra terá duração de 5 dias em cada um dos três CCBB. Com duas sessões por dia. - Seminário terá duração de dois dias em cada um dos três CCBB. Sendo 1h30 por dia.

Acessibilidade

Os CCBBs de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro possuem acessibilidade física. Para acessibilidade de conteúdo serão realizadas ao menos duas sessões de filmes com recursos de acessibilidade em cada CCBB: audiodescrição, legenda para surdos e ensurdecidos e libras. O Encontro de Realizadores Quilombolas terá tradução simultânea em Libras.

Democratização do acesso

Toda a programação será gratuita, com ingressos retirados antes das sessões nas bilheterias e/ou internet.

Ficha técnica

Cardes Monção Amâncio - Proponente - Coordenador geral Formação Acadêmica - Doutor em Estudo de Linguagens com a tese defendida "Cinema, biopolítica e a construção do devir afropindorâmico". Centro Federal de Educação Tecnológica Concluído em 2019. -Mestre em Estudo de Linguagens. Centro Federal de Educação Tecnológica. Concluído em 2012. - Comunição Social bacharel em Publicidade e Propaganda na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Concluído em julho de 2002. Experiência profissional Colaborador do projeto Cinema dos Quilombos, que consiste em realizar oficinas de produção audiovisual em quilombos e mostras. Coordenação geral do projeto que gerou o filme "Nove Águas" (Gabriel Martins e Quilombo dos Marques, 2019). Exibido em cerca de 20 festivais no Brasil e no Mundo. Idealizador e coordenador geral do Cinecipó - Festival de Cinema. Premiado pelo programa Exibe Minas da Secretaria de Cultura de Minas Gerais em 2016. Aprovado e captado pelo edital IF nos anos de 2019 e 2020 da FMC / SMC / PBH. Organizador do livro "Cinema: Políticas da imagem" / Cardes Amâncio, Paulo Heméritas, Wagner Moreira (Organizadores). – Belo Horizonte: CeFeT-Mg, 2020.503 p. : il. - isBn 978-85-99872-52-9 Autor do capítulo de livro Urban Occupations: Cinema and the Struggle for the Right to Housing. In: CUNHA, Mariana; SILVA, Antonio Márcio da. (Org.). Human Rights, Social Movements and Activism in Contemporary Latin American Cinema. 1ed.: Springer International Publishing, 2018, p. 133-156. Autor do Guia de cineclubismo. 1. ed. Belo Horizonte: Naparama, 2017. v. 1. 36p . Diretor de Fotografia do longa "Os Lírios não nascem da lei", de Fabiana Leite, 2017. Direção de Fotografia do longa "Quando meu pai foi à lua", de Daniel Carneiro, 2015. Diretor do longa-metragem Rota do Sal Kalunga - 2014. Analista de projetos culturais do Fundo de Apoio à Cultura do Governo do Distrito Federal. 2014 a atual. Diretor do vídeo do projeto de extensão “Autorrepresentação midiática das comunidades de Ribeirão Santíssimo e Terras Frias”. Universidade Estadual do Norte Fluminense – UENF. 2013/2014 ------------------------------------------------------- Alessandra Brito - Curadoria Formação Mestrado em andamento no Programação de Pós-graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais (2019-2021) Graduação em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo, Universidade Federal do Tocantins (conclusão em dezembro/2009). Experiências profissionais Curadora da Mostra Cinema dos Quilombos 2021, 2022 e 2023 FestCurtas 2020Curadora da Mostra Minas e da Mostra Brasileira do 22º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte de Minas Gerais (FestCurtasBH) Grupo de Pesquisa Poéticas da Experiência (CNPq/UFMG) Pesquisadora integrante do Grupo de Pesquisa Poéticas da Experiência (CNPq/UFMG) - Março de 2019 até o momento Escola Livre de Artes Arena da CulturaCoordenadora da Área de Audiovisual da Escola Livre de Artes Arena da Cultura - Março de 2020 até o momento Pesquisadora Bolsista Programa de Pós-graduação em Comunicação, na Linha de Pesquisa Pragmáticas da Imagem (Março de 2019 - Março de 2020) Rede Minas – Produtora (agosto a dezembro de 2018)Produtora do programa Voz Ativa e colaboração nas produções dos programas Agenda, Mulhere-se e Mistura Fina. Cine 104 – Prestadora de serviços (março a dezembro 2017)Assessoria de imprensa para o Cine 104 Coletiva Malva – Prestadora de serviços (fevereiro e março 2017)Assessoria de imprensa para a três edições da Mostra de Cinema Feminista. ------------------------------------------------------- Rita Boechat de Oliveira - Produtora Formação Profissional:- Mestre em Ciências Sociais pelo (PPGCS) PUC-Minas, com dissertação intitulada “Os Redeiros: mobilidade e comércio ambulante”, 2016 - 2018- Graduação: Bacharel em Ciências Sociais pela PUC-Minas, 2010- Apresentação do artigo “Os Redeiros em Belo Horizonte: comércio ambulante, mobilidade e família” em GT na 30ª Reunião Brasileira de Antropologia (ABA), 2016- Formação em cinema e audiovisual pela Escola Livre de Cinema de Belo Horizonte, 2011- Formação em dramaturgia no Núcleo de Formação e Pesquisa do Galpão Cine Horto, 2011 - Direção e fotografia no curta-documentário O Pedaço de seu Fim, dirigido por Rita Boechat, Miriam Avelino, Breno Teixeira e Letícia Souza. Selecionado para programação da Cinedocumenta - 9ª Mostra de Cinema Documentário de Ipatinga, 2011- Direção, dramaturgia e atuação na cena curta “Leilão da Tia Carmem”, no 12º Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto, 2011- Concepção e produção no curta-documentário O Invisível não Existe, dirigido por Rita Boechat e Fabiana Leite. Apresentado em streaming no projeto Cidades Invisíveis Belo Horizonte/Buenos Aires, 2012- Assistente de direção e continuísta no curta A Batalha das Colheres, direção Fabiana Leite - Edital Carmen Santos Cinema de Mulheres, 2015- Continuísta e 2ª assistente de direção no longa Foro Íntimo, direção Ricardo Mehedff - distribuição Embaúba filmes, 2015- Suplente no Conselho Municipal de Cultura de Belo Horizonte pela Regional Nordeste. Mandato 2015 - 2017- Produtora do cineclube Cine Estrela situado na ocupação cultural Espaço Comum Luiz Estrela BH, 2014-2020- Coordenadora e curadora da Mostra Cine-Rua Feminista na Virada Cultural de Belo Horizonte, 2016- Produtora no festival de cinema Cine Cipó, 2019.- Coordenadora e curadora da Mostra de Cinema Feminista realizada pela Coletiva Malva, 2015 a 2021- Coordenadora e programadora no projeto Mulheres no Cinema: Retrospectiva Malva, 2021. ------------------------------------------------------- Amália Coelho de Souza - Curadora Formação Profissional Técnico em Eletrônica (CEFET- MG) Técnico em Áudio e Vídeo - OI Kabum! Escola de Arte e TecnologiaBacharel em Antropologia (UFMG)Graduanda em Cinema e Audiovisual (UFRB)Mestre em Comunicação (UFRB). Experiência profissional Elaboração e gestão de projetos culturais patrocinados: Circulabit - Distribuição Cinematográfica (ICMS- MG, 2018)IPORI - Projeto de performance internacional (SEC-MG, 2018)BUCALA: a pequena princesa do quilombo do Cabula (FSA, 2019)Mulheres Encarceradas (FRIDA FUND, 2017) EmpresasRede Minas, Programa MULHERE-SE (2016)It Filmes Comunicação e Entretenimento (2015-2018)Maxtrack Industrial (2013)Produção Cultural Independente:Coletivo C2off Hip-Hop (Betim- 2012,2013);Casa Roots Ativa (Aglomerado da Serra – Belo Horizonte 2013); Coletivo Sarau’Sarau (Betim-MG 2013,2014,2015); MOFUCE- Movimento de Fundação Casa do Estudante (Belo Horizonte, 2014,2015); GT de Comunicação- Festival DivErsas- Feminismo, Arte e Re(x)istencia (Belo Horizonte -2015,2016); GT de Comunicação- Rede Resiste Izidora (Belo Horizonte, 2014,2015);Bloco das Pretas- Comunicação (2014,2015,2016);Centro de Convivência Negra (2016, 2017); ATIVIDADES CIENTÍFICAS E ARTÍSTICAS Artes visuaisÌpòrì . Performance. Osun Osogbo Sacred Grove Festival. Nigéria, 2018.Ìpòri. Vídeo-performance. Manjar - Exposição. Rio de Janeiro, 2019Eu sou cobra d'água. Instalação. Open Studio. Death & Life. Cachoeira, 2019Cobra d'água. Instalação. Residência MUNA. Belo Horizonte, 2019. À venda. Instalação. O inusitado cabe dentro do comum. Betim, 2018.Orì . Instalação. Galeria Caminhos dos Futuro . Belo Horizonte, 2016.De Fora pra Dentro. Instalação. Sesc Venda Nova. Belo Horizonte, 2015.Voto-corpo-não-político. Performance.Galeria 4&25. Belo Horizonte, 2014.Vermelho. Performance.Galeria 4&25. Belo Horizonte, 2014. ResidênciasMUNA. Mulheres negras jovens nas artes visuais. Belo Horizonte, 2019.Death & Life. Art Africana e afro-diaspórica. Cachoeira, 2019. Artigos ou ensaios publicados de natureza científica ou literária SOUZA, A. C.; KIMO, P. S.'Eis que busco Lélia e meus processos semelhantes aos seus' sobre Em busca de Lélia, de Beatriz Vieirah. Publicação em Catálogo- Forum.doc BH. Belo Horizonte:Imprensa Universitária da UFMG, 2017. MARTELLO, Laura. ; SOUZA, A. C. Feminismos jovens autonomistas em conexão translocal In: XI Seminário Internacional ------------------------------------------------------- Associação Quilombola Marques - Produção Associação constituída por moradores do Quilombo dos Marques, zona rural de Carlos Chagas - MG, para protejer seu território, realizar benfeitorias e atividades culturais. Realizou o documentário "Quilombo Marques: Uma história de luta e fé" (https://youtu.be/PIUE-gCQ-Zg?si=uV9O-zsg3D67cb9P) e o curta de ficção "Nove águas" (https://www.youtube.com/watch?v=EV0wt2_Tbgk), ambos filmes são originados de oficinas na comunidade e os moradores exerceram diversas funções técnicas e atuaram.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.