Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Cine Maré é um laboratório de incentivo ao audiovisual periférico pernambucano, voltado para impulsionar produções inéditas que abordam temas de inclusão e transformação social e é realizado em diversas etapas. Inicia com ciclo formativo de oficinas de roteiro, produção e direção cinematográfica. Para participar os interessados precisam enviar por meio de inscrições gratuitas o argumento da ideia do curta com duração de até 15 minutos para ser desenvolvida durante o LAB Cine Maré. Para essa fase, são selecionadas dez propostas por meio de curadoria e os cinco melhores roteiros elaborados durante o laboratório recebem um aporte financeiro para produção do filme. Após a finalização, os filmes participam de uma mostra competitiva onde são escolhidos as três melhores produções por meio de avaliação do júri técnico e votação popular, culminando com o Festival Cine Maré que vai reunir roteiristas, produtores, diretores, entre outros profissionais do audiovisual negro e periférico.
O Cine Maré é uma iniciativa de formação e produção audiovisual que visa promover o protagonismo das narrativas periféricas no cinema brasileiro. Focado na criação de curtas-metragens por cineastas e artistas de comunidades periféricas, o projeto busca capacitar e fortalecer novos talentos, proporcionando um ciclo completo de aprendizado e produção, desde a etapa de roteiro até a exibição final. O projeto abrange uma série de formações em roteiro, produção e direção cinematográfica, culminando na criação de cinco curtas-metragens inéditos, todos com temas que exploram inclusão e transformação social. Essas obras serão exibidas em uma mostra competitiva , no Recife, e os melhores filmes receberão premiações, avaliados por um júri técnico e pelo público. Além disso, o Cine Maré promove workshops, rodas de conversa e uma mostra com filmes de produtores negros e periféricos de todo o Brasil, fomentando discussões sobre representatividade e abordagens no audiovisual negro, periférico e independente. O evento inclui acessibilidade em Libras, audiodescrição e legendas descritivas, tornando-o inclusivo para um público diversificado. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos
Objetivo Geral: O objetivo geral do Cine Maré é promover a inclusão e a representatividade de jovens negros e periféricos no audiovisual, oferecendo formação, recursos e visibilidade para o desenvolvimento de projetos cinematográficos. O projeto visa capacitar esses jovens nas áreas de roteiro, produção e direção cinematográfica, estimulando a criação de curtas-metragens com temas voltados à transformação social e inclusão. Através de uma mostra competitiva e um festival, o Cine Maré busca destacar as vozes e narrativas da periferia, desafiando estereótipos e ampliando o acesso e as oportunidades no mercado cinematográfico para esses artistas. Além de Consolidar o Cine Maré como um evento anual que fomenta o audiovisual periférico, oferecendo uma plataforma de exibição para novos talentos e promovendo a diversidade de narrativas da periferia. Objetivo Especifico: Objetivos Específicos do Projeto Cine Maré Primeira Fase - Oferecer Ciclo Formativo em Audiovisual: 1-Realizar oficinas técnicas de roteiro, produção e direção cinematográfica, com duração de uma semana cada, no formato presencial, para os dez projetos selecionados. Cada projeto deve indicar uma pessoa distinta para ocupar cada função técnica na ficha de inscrição. 2-Contemplar 10 projetos periféricos, que receberão mentoria especializada e uma bolsa para os três membros indicados participarem das formações nesta primeira fase. 3-Apoiar a produção de cinco curtas-metragens inéditos com temas voltados à inclusão e transformação social, aplicando o conhecimento adquirido durante as formações. 4-Oferecer aporte financeiro para a produção de cada curta, com base no roteiro desenvolvido durante a formação, fundamentado na ideia apresentada na inscrição. Segunda Fase - Realização de Mostra Competitiva e Festival Cine Maré: 5-Organizar uma mostra competitiva exibindo as obras produzidas pelos cinco finalistas para um público de até 600 pessoas, considerando o sold out da primeira edição que aconteceu no Cine Teatro do Parque. 6-Premiar 3 curtas-metragens de maior destaque, escolhidos por votação técnica e júri popular. 7-Criar o site oficial do Cine Maré, onde os filmes estarão hospedados, junto com toda a programação e informações sobre os filmes e o projeto. 8-Desenvolver um aplicativo para auxiliar na votação popular no dia da mostra competitiva.Atividades Formativas e Culturais para o Público Geral: 9-Oferecer audiodescrição, Libras, legendas descritivas e acessibilidade física no evento de exibição. 10-Promover 2 workshops que abordem o cinema e audiovisual negro, periférico e independente, com temas e convidados definidos por meio de curadoria. 11-Realizar duas rodas de conversa abertas ao público, voltadas para profissionais do audiovisual das periferias, com convidados de destaque no audiovisual negro e periférico nacional, a serem definidos pela curadoria. 12-Exibir uma mostra com filmes realizados por produtores negros e periféricos de todo o país, produzidos entre 2023 e 2024, selecionados por meio de inscrições e curadoria. Registro, divugação e Execução do Projeto: 13-Contratar profissionais especializados e referências na área para garantir a execução de todas as etapas do projeto com excelência. 14- Registrar todas as etapas do projeto e disponibilizar um relatório de impacto que inclui feedback dos participantes e público, além de métricas de alcance e inclusão do projeto, disponibilizando-o online para o público e patrocinadores.
O Cine Maré é um projeto de impacto cultural que precisa do suporte da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) para alcançar seu potencial transformador nas comunidades periféricas do Recife. Este financiamento é essencial para garantir que jovens cineastas e criadores dessas áreas tenham acesso a formação técnica e recursos de produção, superando a barreira econômica que limita o acesso ao cinema a uma parcela privilegiada da sociedade. O Cine Maré se encaixa nos seguintes incisos do Art. 1º: Inciso II _ "A defesa e a valorização do patrimônio cultural brasileiro": O projeto valoriza as histórias e vivências culturais das periferias pernambucanas, que formam um patrimônio imaterial essencial para a identidade cultural do país.Inciso V _ "O desenvolvimento da consciência crítica da população": Por meio do incentivo a produções periféricas e a temas de transformação social, o Cine Maré promove um espaço de reflexão e ampliação de perspectivas, educando o público sobre as realidades e potências das comunidades periféricas.Inciso VI _ "A democratização do acesso aos bens de cultura": O projeto oferece não apenas a formação e a produção audiovisual, mas também realiza uma mostra final aberta ao público, democratizando o acesso ao cinema e promovendo uma experiência única para os cineastas e a audiência. O Cine Maré contribui para os objetivos do Art. 3º ao: Estimular a produção cultural: Incentivando a criação de filmes inéditos, o projeto promove uma produção cinematográfica que de outra forma não seria viável.Assegurar a universalização do acesso: Ao possibilitar que cineastas periféricos desenvolvam e exibam suas obras, o Cine Maré reduz as barreiras de acesso cultural para comunidades marginalizadas.Estabelecer condições para uma ampla participação na produção cultural: Por meio do apoio direto aos cineastas periféricos, o projeto amplia o acesso de produtores independentes ao mercado audiovisual, que historicamente é restrito a classes mais altas.Apoiar e valorizar a difusão de novas expressões culturais: As obras desenvolvidas durante o Cine Maré trazem narrativas frescas e autênticas, permitindo que a diversidade cultural da periferia ganhe espaço no panorama do cinema nacional. Além disso, Pernambuco é reconhecido como a "Meca do cinema" independente e de guerrilha no Brasil, com diversas produções cinematográficas de destaque internacional e berço de grandes nomes do cinema nacional. No entanto, esse cenário carregado de prestígio revela uma contradição ao perpetuar um cinema elitista, excludente e racista. Mesmo na estética "de guerrilha", o acesso ao setor continua restrito e atravessado por privilégios de classe e cor. Hoje, o cinema contemporâneo é mais que uma expressão artística: é uma ferramenta de transformação social, capaz de mudar consciências, padrões e estereótipos. Jovens periféricos que aspiram a ser diretores, produtores ou roteiristas encontram, por meio de smartphones, softwares gratuitos e tutoriais, formas criativas de iniciar suas carreiras. No entanto, essa entrada alternativa muitas vezes é limitada pela falta de recursos e pelas precárias condições de trabalho, sendo quase impossível para muitos realizarem uma formação completa em um setor onde os cursos e capacitações são caros e inacessíveis para a maioria. No Brasil, o acesso ao audiovisual é uma questão de classe. O perfil de quem consegue fazer cinema é restrito, e as histórias e narrativas da periferia são contadas quase sempre por quem desconhece suas realidades. Essa prática reforça estereótipos e limita a voz das favelas e periferias. Para desmitificar essa visão e promover uma mudança, o Cine Maré visa corrigir esse desequilíbrio, proporcionando uma plataforma inclusiva e acessível para jovens cineastas periféricos. Aqui, essas vozes encontram apoio para se fortalecerem, se profissionalizarem e criarem representatividade no cinema nacional, com espaço para ecoarem suas próprias histórias. Com o Cine Maré, buscamos não apenas formar novos roteiristas e cineastas, mas também quebrar padrões e abrir caminhos para talentos que só precisam de oportunidade para mostrar seu valor.Essa experiência completa é fundamental para que novos talentos não apenas se profissionalizem, mas também para que tenham a chance de ver suas produções exibidas e celebradas em espaços que historicamente lhes foram negados. Ao desmistificar e contrariar a lógica elitista, o Cine Maré amplia o alcance de histórias reais e relevantes, enriquecendo o cenário do cinema nacional e inserindo novas vozes e talentos que só precisam de oportunidades para florescer.
A primeira edição do projeto foi viabilizada com recursos da empresa pernambuca Mr. Plot, responsável pelo fenomeno infatil Mundo Bita. Os criadores são entusiastas das artes e do audiovisual que visam contribuir com a democratização da cultura em comunidades historicamente marginalizadas e está sendo desenvolvido e executado pelo Umbral das Artes, uma plataforma digital de artes urbanas, e pela Seabra Produção, uma produtora pernambucana que atua potencializando o mercado criativo independente e periférico no Estado.
1-Detalhamento Técnico do Ciclo Formativo em Audiovisual Duração: O ciclo formativo terá três oficinas presenciais, cada uma com uma duração específica: Oficina de Roteiro: 10 dias, voltada para a criação de roteiros originais e alinhados com os temas de inclusão e transformação social.Oficina de Produção: 1 semana, abordando aspectos técnicos e práticos para viabilização dos projetos.Oficina de Direção: 1 semana, com foco em técnicas de direção para curtas-metragens. Formato: Presencial, com sessões práticas e teóricas. Participantes: 30 pessoas, distribuídas entre 10 projetos selecionados, cada um indicando três membros para as funções de roteiro, produção e direção, conforme a ficha técnica enviada no ato da inscrição. Bolsa de Ajuda de Custo: Cada projeto receberá uma bolsa para facilitar a participação dos três membros indicados nas formações, cobrindo despesas de deslocamento, alimentação e outras necessidades para garantir que a experiência seja acessível a todos os participantes. Material Didático: Apostilas, guias de roteiro, materiais audiovisuais e exercícios práticos para apoio durante as aulas. Projeto Pedagógico: A metodologia de ensino será baseada na aplicação prática dos conteúdos, permitindo que os participantes desenvolvam diretamente seus curtas-metragens durante o ciclo formativo. Cada oficina proporcionará conhecimentos específicos e integrados, essenciais para a realização das produções audiovisuais. 2- Produção dos Curtas-Metragens Número de Obras: 5 curtas-metragens inéditos. Duração das Obras: De 8 a 15 minutos cada curta. Aporte Financeiro: Cada projeto receberá um valor para cobrir custos de produção. Temática: Inclusão e transformação social. Processo de Produção: O acompanhamento será feito pela equipe de mentoria do projeto, com suporte técnico durante as filmagens e edição. 3-Mostra Competitiva no Cine Teatro do Parque Localização: Cine Teatro do Parque, Recife. Capacidade: 637 lugares. Duração do Evento: 1 dia para exibição dos filmes e cerimônia de premiação. Acessibilidade: Audiodescrição, Libras e legendas descritivas. Interatividade: Votação popular por aplicativo desenvolvido especificamente para o evento. 4- Festival Cine Maré - Atividades Formativas e Exposição de Curtas Duração: 3 dias. Workshops: Dois workshops sobre cinema e audiovisual periférico e negro, com palestrantes especialistas no tema. Cada workshop terá 3 horas de duração. Rodas de Conversa: Duas sessões, abertas ao público, focadas em discussões com profissionais do audiovisual periférico. Cada roda de conversa terá 2 horas de duração. Mostra de Filmes: Exibição de filmes de produtores negros e periféricos de 2023 e 2024, selecionados via inscrição e curadoria. Material de Apoio: Apostilas e conteúdo digital distribuído aos participantes dos workshops. Projeto Pedagógico: Incentivar debates sobre abordagens periféricas e promover a troca de experiências entre profissionais do audiovisual. 5- Site Oficial do Cine Maré Funcionalidades: Hospedagem de filmes, programação completa do festival, histórico do projeto, e informações dos participantes. Interatividade: Votação popular e plataforma de engajamento. Acessibilidade: Compatível com ferramentas de leitura de tela e disponível em múltiplos formatos (vídeo, texto). 6- Aplicativo de Votação Popular Plataforma: Aplicativo móvel disponível para Android e iOS. Funcionalidade: Facilitar a votação do público durante a mostra competitiva. Segurança: Controle de votos por usuário e autenticidade das participações. Interface: Design acessível para todos os públicos. 7- Material Gráfico e Identidade Visual Itens Produzidos: Banner, camisas, adesivos, pôsteres, ecobags, panfletos, copos e bottons. Design: Identidade visual única e alinhada ao tema do festival. Distribuição: Utilizados no evento para engajamento e identificação. 8- Vídeo Documental do Festival Duração: Até 5 minutos. Conteúdo: Cobertura completa do festival, com registros de todas as atividades e depoimentos dos participantes e organizadores. Veiculação: Disponibilizado no site e nas redes sociais do Cine Maré. Objetivo: Documentar o impacto do projeto e divulgar os resultados para o público em geral.
Para garantir a Acessibilidade Física no Cine Maré, todas as exibições e atividades serão realizadas em locais com estrutura acessível, como o Cine Teatro do Parque, onde aconteceu a primeira edição, que dispõe de rampas de acesso, banheiros adaptados e assentos reservados para pessoas com mobilidade reduzida. Será oferecido suporte no local para facilitar a circulação e orientação de pessoas com deficiência visual, com guias táteis e assistência de monitores. Quanto à Acessibilidade de Conteúdo, o projeto prevê a tradução simultânea em Libras durante as exibições e rodas de conversa, além de audiodescrição para os filmes exibidos, legendas descritivas para pessoas com deficiência auditiva e materiais informativos em Braille. Haverá também visitas sensoriais ao espaço, permitindo que pessoas com deficiência visual tenham uma experiência mais tátil e completa do ambiente e dos equipamentos usados. Esses recursos têm como objetivo promover um evento inclusivo, acessível a todos os públicos. Além disso, o Cine Maré é inclusivo em todas as suas etapas: pessoas com deficiência também podem participar das formações e enviar suas propostas para o laboratório. O projeto oferecerá adaptações nas oficinas de roteiro, produção e direção, garantindo que os participantes com necessidades especiais tenham suporte adequado para acompanhar e desenvolver suas atividades. Com recursos de acessibilidade de conteúdo, como tradução em Libras e audiodescrição, buscamos assegurar que todos os interessados possam se envolver plenamente, desde a inscrição até a produção e exibição dos filmes.
O Cine Maré realizará uma exibição pública e gratuita dos filmes produzidos, em uma mostra competitiva em espaços semelhantes ao Cine Teatro do Parque. Esse evento será amplamente divulgado e aberto à comunidade, garantindo que moradores da região e público em geral possam assistir às produções periféricas em um espaço cultural de destaque. Além da exibição presencial, a mostra será transmitida ao vivo pela internet, com acesso gratuito, permitindo que pessoas de diferentes localidades acompanhem o evento. Os filmes também serão disponibilizados em uma plataforma online após a mostra, ampliando seu alcance e possibilitando que a obra dos participantes circule além das exibições presenciais. Para fortalecer o aprendizado e o envolvimento da comunidade, serão realizadas oficinas paralelas abertas ao público durante o dia do evento, abordando temas como técnicas de audiovisual, criação de roteiros e a importância da representatividade no cinema. Essas oficinas serão ministradas por profissionais da área e estarão acessíveis a qualquer interessado, independentemente de idade ou experiência.
Tássia Seabra : Produtora Executiva Afroempreendedora, CEO da Seabra Produção, uma produtora pernambucana de produção cultural, audiovisual e comunicação, que atua no mercado criativo profissionalizando artistas independentes, desenvolvendo projetos culturais e artísticos que causem impactos e evidencie narrativas de profissionais negres.Assinou a produção executiva de diversos álbuns, singles e EP 's entre eles:" A Mixtape comunista Rico", do Rapper pernambucano Diomedes Chinaski, que entrou na lista (2019) da Revista Rolling Stone Brasil como um dos 50 melhores álbuns da década. No audiovisual, assinou a produção de diversos videoclipes de música, exercendo múltiplas funções, mas se reconhece enquanto roteirista e diretora, mas seu gênero preferido são documentários. Onde dirigiu o documentário de 20 anos de carreira do Mc Leozinho, pioneiro do Brega Funk e maior porta-voz das periferias de Pernambuco e Lágrimas de Crocodilo, Vídeo Álbum do Rapper Diomedes Chinaski que retrata migração e xenofobia atualmente e foi indicado ao festival Londrino -Lift-Off Global, na categoria de “Video Music (Inglaterra)”. Tássia também integra o Can Cine Atlântico Negro, coletivo de produtores, roteiristas e diretores negres , fundado pelo diretor Carioca Clementino Jr. Os trabalhos mais recentes foi a produção executiva e curadoria do Festival Cine Maré, com apoio do fenômeno pernambucano Mundo Bita, assinou também a comunicação do Primeiro Festival Literários das Periferias de Recife que homenageou Inaldete Pinheiro e Odailta Alves e assina a produção executiva do Beco Street, startup potencializadora de artes urbanas. Shell Osmo: Ilustrador Shell Osmo é artista visual, leiloeiro, curador, e CEO do "Umbral das Artes", uma plataforma dedicada à promoção da arte urbana contemporânea. Co-fundador do Coletivo Pão e Tinta, que atua há onze anos em Recife, usa a arte como ferramenta de transformação social em territórios marginalizados. Desde 2008, Shell se destacou como graffiteiro e expandiu suas práticas para ilustrações e artes plásticas, participando de eventos nacionais e internacionais, como o Meeting of Styles (Peru, 2021) e a turnê Conexões Periféricas (França, 2022). Em 2022, assinou o design do vestido da cantora Lexa no Baile da VOGUE Brasil e realizou duas mostras solo em Recife. Atua ainda como curador em projetos como "Colorindo Recife" e organizador de leilões de arte urbana em São Paulo e Portugal. Ingrid Veloso - Coordenadora de Comunicação INGRID VELOSO É MULHER NEGRA, LÉSBICA, PERIFÉRICA, JUREMEIRA, CARTOMANTE, TARÓLOGA, MULTI ARTIVISTA. É NATURAL DO RIO DE JANEIRO, E HÁ 6 ANOS MORA EM RECIFE. INTEGRA A COLETIVA CABRAS, COLETIVA SOCIOPOLÍTICA FORMADA POR MULHERES, QUE ESTIMULA A AUTONOMIA DAS MENINAS E MULHERES DA COMUNIDADE DO BODE-PINA/PE, ONDE RESIDE. EXPRESSA SUA ARTE E LUTA ATRAVÉS DE PROJETOS AUDIOVISUAIS QUE VALORIZAM AS EXPRESSÕES ARTÍSTICAS, CULTURAIS E PERIFÉRICAS, PRESERVANDO E PROPAGANDO HISTÓRIAS ATRAVÉS DA IMAGEM E DA ORALIDADE. EM SUA TRAJETÓRIA, REÚNE EXPERIÊNCIAS COMO MÍDIAS SOCIAIS, COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL, EDUCADORA, FOTÓGRAFA, ROTEIRISTA, FILMAGEM E EDIÇÃO. ACREDITA QUE TODA EXPERIÊNCIA É REPERTÓRIO PRA ARTE E PRA VIDA. Patrícia Ramos - Coordenadora de Mídia Sociais e Designer Gráfica Patricia Souza é designer, social media, artista visual, figurinista, produtora de moda e proprietária da marca de roupas Maré Clothing. Atuante na área de social media e designer desde 2016, vem desenvolvendo estudos e trabalhos que permeiam entre gerenciamento de redes sociais para diversas empresas e projetos, bem como trabalhos na área de designer gráfico. Além deste universo, aprimorou seus estudos em cursos e oficinas na área de moda e artes visuais.Na área de design, desenvolveu identidade visual paraos projetos “Pinte como uma Garota”, aprovado pela Lei Aldir Blanc - CE e ministrado 2020,Afrofuturismo: arte, tecnologia e caminhos possíveis aprovado pela Lei Aldir Blanc – PE e ministrado em 2022, além de desenvolver peças gráficas para o Coletivo Pão e Tinta e Coletiva Cabras, que também é integrante. Proprietária e designer de moda da marca Maré, criada em 2016, desenvolve o trabalho de estamparia artesanal com o uso de matéria prima orgânica para criar peças de roupas e também desenvolve o trabalho de designer e social media. Atuou como social media na empena cega da Osmo Crew em homenagem a Reginaldo Rossi aprovada no Edital de Mega Murais da Prefeitura do Recife em 2023/2024, como Social Media no edital independente de cinema e hip hop Cinemaré 2024 e durante três meses como social media na Galeria de Arte paulistana Beco Street Art em 2024. Thays Rodrigues: Coordenadora de Fotografia Thays Medusa é fotógrafa e comunicadora que explora as dinâmicas cotidianas e culturais das comunidades periféricas de Pernambuco, com foco na comunidade do Bode, no Pina, zona sul do Recife. Natural de Paudalho, na Zona da Mata, ela vem se destacando na cena artística estadual. Em 2023, lançou sua primeira exposição solo no Museu da Abolição, intitulada “Eles Têm Medo De Nós”, composta por 31 fotografias que retratam a economia local, o estilo de vida e a identidade do bairro do Pina, uma comunidade pesqueira urbana com uma forte tradição em pesca e frutos do mar. Atualmente, Thays é coordenadora de comunicação do coletivo Pão e Tinta e membro do coletivo Cabras. Ela assinou a direção de fotografia da primeira edição do Cine Maré e também trabalha como fotógrafa na cena de artes urbanas e hip-hop de Pernambuco, ganhando destaque com sua visão única e sensível. Emannuel Vitor (Torvi) : Produtor Emmanuel Brito ou Torvi Osmo como é conhecido artisticamente é um professor, pesquisador, produtor cultural e grafiteiro. Atualmente atua como coordenador de projetos do coletivo Pão e Tinta, grupo que há mais de uma década trabalha com a revitalização do espaço público por meio da arte urbana e a integração das periferias por meio de iniciativas artísticas culturais e pedagógicas na Startup MegaCityLoop. Sua trajetória está centrada em pesquisa sobre curadoria, produção cultural, mercado artistico, graffiti e arte pública, com destaque para oficinas de arte-educação voltadas para crianças, jovens e comunidades periféricas.Sua experiência também se estende à curadoria e produção de painéis de arte urbana, com destaque para eventos locais e nacionais.
PROJETO ARQUIVADO.