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O projeto Circuito de Shows Coisas de Mar visa promover a circulação do novo álbum da cantora e compositora Ana Mascarenhas em cinco cidades da zona sul do estado do Rio Grande do Sul: Pelotas, Capão do Leão, Pedro Osório, Arroio Grande e Jaguarão. Ana Mascarenhas, com uma carreira marcada pela valorização da música autoral e a construção de uma sonoridade própria, traz em Coisas de Mar uma coleção de canções que dialogam com a natureza, o mar e a identidade cultural do sul do Brasil, misturando elementos da música popular brasileira e influências regionais. O show Coisas de Mar além de apresentar suas novas canções, revisita os marcos principais dos outros três álbuns de Ana Mascarenhas, proporcionando ao público uma viajem musical por sua carreira. O álbum "Coisas do Mar" é uma colaboração entre a cantora e compositora Ana Mascarenhas e do cantor e compositor Ricardo Fragoso, confirmando uma parceria musical de mais de trinta anos.
O álbum Coisas de Mar de Ana Mascarenhas representa uma importante fase de sua trajetória artística, descrita por um mergulho profundo nas temáticas da natureza, dos sentimentos humanos e da vida à beira-mar. Suas canções trazem uma sonoridade intimista e ao mesmo tempo envolvente, mesclando elementos da MPB com influências do folk e do pop contemporâneo. O mar, como metáfora para as emoções, o tempo e as memórias, permeia todo o álbum, criando uma atmosfera poética e sensível. A parceria de Ana Mascarenhas com Ricardo Fragoso, cantor e compositor, é uma parte fundamental da construção de Coisas de Mar. Ricardo Fragoso traz ao projeto sua vasta experiência como músico e produtor, somando uma sensibilidade especial ao processo criativo. Juntos, eles exploram novas sonoridades e arranjos, equilibrando o lirismo das composições de Ana com a densidade instrumental e a visão de Fragoso. Essa colaboração se reflete em um álbum que busca conectar as emoções do ouvinte de forma direta, evocando tanto os movimentos suaves quanto as tempestades emocionais que a metáfora do mar propõe. Além da criação musical, a parceria entre Ana e Ricardo extrapola o estúdio, ampliando a dinâmica artística dos dois em projetos ao vivo e nas oficinas formativas que acompanham o circuito de shows, proporcionando uma troca rica de experiências e conhecimentos com os participantes. Isso fortalece a dimensão colaborativa do projeto e reforça a presença de ambos no cenário musical, sempre com foco no compartilhamento de suas criações com diferentes Oficinas As oficinas de violão e pandeiro que acompanham o Circuito de Shows Coisas de Mar têm um papel fundamental no alcance dos objetivos educacionais e sociais do projeto, promovendo a democratização do acesso à música e a inclusão de comunidades em situação de vulnerabilidade social. Cada um desses workshops é planejado para ser um espaço de aprendizado, troca cultural e expressão criativa, com ênfase tanto no desenvolvimento técnico dos participantes quanto no impacto social de suas atividades. Objetivos EducacionaisOs escritórios buscam introduzir os participantes ao universo da música por meio dos instrumentos pandeiro e violão, oferecendo ferramentas básicas para que possam continuar desenvolvendo suas habilidades mesmo após o término do curso. Entre os objetivos específicos estão: Introdução aos fundamentos musicais: Os participantes aprendem noções básicas de ritmo, melodia, harmonia e coordenação motora, essenciais para a execução dos instrumentos. O conteúdo é apresentado de forma acessível, mesmo para aqueles sem experiência prévia.Desenvolvimento da criatividade e expressão pessoal: Os escritórios incentivam os participantes a explorar suas capacidades criativas, utilizando o pandeiro e o violão como meios de expressão. Além da técnica, o processo criativo e a interpretação musical são estimulados ao longo do curso.Estímulo à continuidade do aprendizado: Embora os escritórios tenham caráter introdutório, eles visam motivar os participantes a continuarem seu estudo de música de forma autônoma. Para isso, serão fornecidos materiais didáticos que apoiam esse processo, como apostilas com exercícios e repertório básico.Objetivos SociaisDo ponto de vista social, as oficinas de violão e pandeiro desempenham um papel importante na inclusão social e na criação de oportunidades para os participantes, principalmente aqueles oriundos de comunidades de baixa renda e grupos vulneráveis. Os objetivos sociais incluem: Inclusão social e acesso à cultura: Ao oferecer escritórios gratuitos com reserva de vagas para pessoas em situação de vulnerabilidade social, o projeto garante que a música e a arte sejam acessíveis a todos, independentemente de sua condição socioeconômica. A participação nessas atividades é uma forma de inclusão e de acesso à formação cultural.Fortalecimento da autoestima e da autoconfiança: O aprendizado de um instrumento musical pode ter um impacto significativo na autoestima dos participantes, que, ao desenvolverem novas habilidades, sentirem-se mais capazes de se expressar e de interagir com o mundo ao seu redor. Esse processo contribui para a construção de autoconfiança, especialmente entre jovens e adolescentes.Promoção da convivência comunitária e da cultura de paz: Os escritórios são, também, espaços de convivência e cooperação. Ao praticar música em grupo, os participantes aprendem a trabalhar em equipe, escutar uns aos outros e respeitar o tempo e o espaço do próximo, fortalecendo laços comunitários e promovendo uma cultura de paz e respeito mútuo.Despertar do interesse por práticas culturais: Ao terem contato direto com a música, muitos participantes podem despertar o interesse por outras formas de manifestação cultural, ampliando suas perspectivas e suas opções de lazer e desenvolvimento pessoal.as oficinas são, portanto, uma oportunidade não apenas de aprendizagem musical, mas de transformação social, incentiva
Objetivo GeralO objetivo geral do Circuito de Shows Coisas de Mar é promover a circulação cultural e artística do novo álbum da cantora e compositora Ana Mascarenhas, intitulada Coisas de Mar, em cinco cidades da zona sul do estado do Rio Grande do Sul, tendo um show em cada uma das cidades citadas: Pelotas, Capão do Leão, Pedro Osório, Arroio Grande e Jaguarão. Através desta iniciativa de circulação, o projeto visa difundir a música autoral de Ana Mascarenhas, fortalecer a cena musical local e proporcionar oportunidades de formação cultural para as comunidades visitadas, especialmente no campo da música popular brasileira, Ao levar o álbum Coisas de Mar para cidades fora dos grandes centros urbanos, o projeto busca democratizar o acesso à cultura, permitindo que um público mais amplo e diversos possa vivenciar a música ao vivo de maneira acessível. Com isso, o objetivo maior é não apenas realizar apresentações musicais, mas criar uma experiência completa que impacte socialmente as comunidades envolvidas, promovendo o acesso ao aprendizado musical e incentivando a participação ativa dos músicos locais. Além disso, o projeto pretende contribuir para a inclusão social e a formação artística por meio das oficinas de percussão e cavaquinho, que serão oferecidas em cada uma das cidades. A intenção é ampliar o acesso à educação musical, capacitando jovens e adultos para desenvolverem suas habilidades instrumentais e despertando o interesse pela música popular brasileira, especialmente entre aqueles que não têm acesso a esse tipo de formação em seus contextos locais. De forma ampla, o objetivo geral do projeto pode ser sintetizado em três grandes frentes: 1. Difusão da música autoral de Ana Mascarenhas e fortalecimento da identidade cultural local _ Por meio dos shows do álbum Coisas de Mar, o projeto visa consolidar a presença de uma música que dialoga com a cultura e a paisagem do sul do Brasil, trazendo elementos que reforçam a identidade regional. 2. Promoção da educação musical e formação cultural _ Ao oferecer oficinas de percussão e cavaquinho, o projeto promove o aprendizado de instrumentos populares, criando oportunidades de capacitação artística e incentivando a continuidade da prática musical nas comunidades envolvidas. 3. Inclusão social e democratização do acesso à cultura _ Através da distribuição gratuita de ingressos e do oferecimento de oficinas sem custo, o projeto garante que populações em situação de vulnerabilidade social, estudantes e moradores das periferias das cidades possam participar ativamente das atividades, contribuindo para a equidade no acesso à cultura. Ao aliar a realização de shows, a formação musical e a valorização de talentos locais, o objetivo geral do projeto é contribuir para o desenvolvimento cultural das cidades participantes, deixando um legado duradouro de inclusão, formação e fortalecimento da identidade cultural regional. Objetivos Específicos do Projeto Os objetivos específicos do Circuito de Shows Coisas de Mar detalham as ações práticas e os resultados que o projeto pretende alcançar, estruturando suas diversas atividades em torno da difusão cultural, formação artística e inclusão social. São eles: 1. Realizar cinco shows do álbum Coisas de Mar em cidades da zona sul do Rio Grande do Sul Promover apresentações ao vivo em Pelotas, Capão do Leão, Pedro Osório, Arroio Grande e Jaguarão, levando a música autoral de Ana Mascarenhas a diferentes públicos. Os shows têm como objetivo criar uma experiência imersiva, permitindo que o público entre em contato direto com as canções do álbum, que abordam temas ligados à natureza, ao mar e à identidade cultural do sul do Brasil. 2. Valorizar músicos e bandas locais nas cidades do circuito Convidar artistas locais para abrir os shows do circuito, sendo um em cada Show promovendo o intercâmbio entre músicos da região e a artista Ana Mascarenhas. Este objetivo visa incentivar a cena musical local, oferecendo uma oportunidade para que talentos emergentes possam se apresentar em um evento de maior visibilidade, contribuindo para a projeção desses artistas e fortalecendo a rede cultural nas cidades participantes. 3. Oferecer oficinas de pandeiro e violão em cada cidade do circuito Realizar oficinas formativas de percussão e cavaquinho, uma oficina de cada instrumento em cada cidade do circuito, com foco na introdução desses instrumentos, importantes na música popular brasileira. O objetivo é capacitar os participantes com noções básicas e práticas desses instrumentos, promovendo o aprendizado musical e incentivando o surgimento de novos músicos locais. Essas oficinas são voltadas tanto para iniciantes quanto para pessoas que já possuem algum conhecimento musical e buscam se aprimorar. este carater formativo fica designado como contrapartida do projeto. 4. Democratizar o acesso à cultura e à música ao vivo Garantir que os shows sejam acessíveis para um público diverso, realizando a distribuição gratuita de todos os ingressos e reservando 30% dos ingressos para estudantes, pessoas de baixa renda e grupos em situação de vulnerabilidade social, . O objetivo é garantir que todos, independentemente de sua condição econômica, possam participar dos eventos e aproveitar a programação cultural do circuito. 5. Descentralizar a oferta de eventos culturais Contribuir para a descentralização cultural ao promover um circuito com cinco shows fora dos grandes centros urbanos. Ao realizar o circuito em cidades de menor porte, o projeto busca oferecer acesso a eventos culturais de qualidade em regiões que, muitas vezes, são negligenciadas nos circuitos artísticos convencionais. Esse objetivo visa ampliar o alcance da música ao vivo, especialmente a produção autoral. 6. Estimular o turismo cultural e a economia criativa nas cidades visitadas Promover a movimentação cultural e econômica nas cidades do circuito, atraindo público das regiões vizinhas e gerando oportunidades para os profissionais envolvidos no evento (técnicos de som, iluminação, produção, entre outros). A realização dos shows e oficinas em espaços públicos e centros culturais também fortalece o uso desses locais como polos de produção cultural e entretenimento. 7. Fortalecer a identidade cultural regional através da música Conectar o público local com as canções de Coisas de Mar, que trazem referências culturais e paisagísticas da região sul do Brasil. O objetivo é reforçar a identidade cultural das comunidades por meio da música, criando um diálogo entre a obra da artista e as histórias e tradições locais. 8. Criar oportunidades de networking e intercâmbio artístico Fomentar o diálogo e a troca de experiências entre Ana Mascarenhas, os músicos locais e os participantes das oficinas. Essa troca visa ampliar as redes de contato, colaborando para o desenvolvimento da carreira dos artistas locais e para o crescimento do ecossistema cultural das cidades visitadas. 9. Deixar um legado de formação artística nas cidades do circuito Através das oficinas de percussão e cavaquinho, o projeto busca estimular o desenvolvimento contínuo da prática musical nas comunidades, promovendo a formação de novos músicos e a criação de grupos musicais locais. Este objetivo visa garantir que o impacto do projeto vá além do momento das apresentações, deixando um legado de capacitação artística. 10. Promover a inclusão social através da arte Facilitar o acesso de grupos historicamente marginalizados às atividades culturais, incluindo a distribuição de ingressos gratuitos e a realização das oficinas de forma acessível. Este objetivo visa criar um ambiente inclusivo, onde pessoas de diferentes origens e condições sociais possam se beneficiar das atividades do projeto.
Justificativa do Projeto O Circuito de Shows Coisas de Mar atendi Lei ROUANET, n° 8.313/91 em seu ensio 1, que apoia a valorização e difusão das manifestaçoes culturais e dos seus criadores. Este Circuito então surge como uma resposta à necessidade de descentralizar o acesso à cultura e à música autoral no Rio Grande do Sul, particularmente na região sul do estado. As cidades escolhidas para o circuito _ Pelotas, Capão do Leão, Pedro Osório, Arroio Grande e Jaguarão _ possuem uma rica herança cultural, mas muitas vezes enfrentam desafios em termos de acesso a eventos culturais de grande porte, especialmente no campo da música autoral e independente. A falta de circuitos contínuos e de infraestrutura cultural estável nessas cidades cria uma lacuna significativa, limitando a oferta de experiências artísticas diversificadas para suas populações. Ao propor este circuito, o projeto busca preencher essa lacuna, levando para essas comunidades a obra de uma artista reconhecida regionalmente, Ana Mascarenhas, cujo trabalho explora temas identitários profundamente conectados à cultura e ao ambiente da região sul, como o mar e as tradições locais. O álbum Coisas de Mar, representa uma oportunidade para que a música de Ana Mascarenhas seja vivenciada em espaços fora dos grandes centros urbanos, contribuindo para a circulação da arte local e o fortalecimento da música autoral como parte do patrimônio cultural da zona sul. Valorização da produção artística local Além da circulação da obra de Ana, o projeto também é justificado pela sua proposta de fomentar e valorizar a produção artística local. A abertura dos shows por músicos e bandas das cidades envolvidas fortalece a visibilidade desses artistas, permitindo que se apresentem ao lado de uma artista de renome. Em muitos casos, músicos locais encontram poucas oportunidades para se apresentar em espaços com boa infraestrutura técnica e com um público amplo, e este projeto oferece essa chance, incentivando o intercâmbio artístico e a profissionalização desses artistas. Fomento à formação cultural Outro ponto relevante da justificativa é o foco na educação musical. A inclusão de oficinas de percussão e cavaquinho agrega valor ao projeto, promovendo a democratização do acesso ao aprendizado musical. O oferecimento dessas oficinas visa dar oportunidade para que jovens e adultos das cidades visitadas possam não apenas apreciar a música, mas também aprender a produzi-la. O aprendizado de instrumentos populares, como a percussão e o cavaquinho, fomenta a continuidade das práticas musicais e, com isso, a perpetuação de tradições musicais brasileiras, especialmente ligadas ao samba, ao choro e outros gêneros da MPB. Em um contexto onde o acesso a formação artística de qualidade é muitas vezes restrito a grandes centros urbanos, as oficinas atuam como uma ferramenta de inclusão e desenvolvimento social. Elas capacitam os participantes a iniciar ou aprofundar sua prática musical, o que pode levar à criação de grupos musicais locais e ao fortalecimento da cena cultural nas comunidades. Inclusão social e democratização do acesso à cultura O projeto se alinha com a necessidade de promover a inclusão social por meio da arte, um dos seus pilares fundamentais. Ao destinar uma porcentagem dos ingressos de cada show para estudantes, pessoas de baixa renda e grupos em situação de vulnerabilidade, o projeto garante que essas populações, muitas vezes excluídas de eventos culturais pagos, tenham a chance de participar ativamente das atividades. A escolha por shows em espaços públicos ou de fácil acesso também reflete esse compromisso de garantir que a cultura chegue a todos os cantos, inclusive nas periferias das cidades. Impacto cultural e social duradouro O impacto esperado do projeto vai além da realização dos shows e oficinas, pois busca deixar um legado nas cidades visitadas. A circulação cultural de projetos como este tem o potencial de gerar transformações sociais, uma vez que estimula o envolvimento da comunidade, fomenta a criatividade local e fortalece o sentimento de identidade cultural. Ao participar de um circuito cultural que oferece tanto formação quanto entretenimento de qualidade, o público desenvolve uma relação mais próxima com a arte e, em alguns casos, pode até encontrar inspiração para desenvolver seus próprios projetos culturais. Além disso, o Circuito de Shows Coisas de Mar também tem o potencial de movimentar a economia local, gerando oportunidades para profissionais do setor cultural (técnicos de som, iluminação, produção, etc.), além de promover o turismo cultural nas cidades envolvidas, atraindo público de cidades vizinhas. Isso gera um ciclo positivo, em que a cultura se torna um vetor de desenvolvimento social e econômico. Contribuição para a diversidade cultural e regional Ao circular por cidades menores, o projeto contribui para a manutenção e o fortalecimento da diversidade cultural no Rio Grande do Sul, reafirmando a importância de se manter viva a cultura local e autoral. A obra de Ana Mascarenhas, com sua sonoridade enraizada na musicalidade regional e na tradição do sul, encontra eco nas paisagens e nas histórias das cidades visitadas, criando uma conexão autêntica entre o público e a artista. Portanto, a justificativa do projeto se baseia em quatro pilares fundamentais: a circulação da música autoral, a valorização de artistas locais, a promoção da educação musical e a inclusão social. Ao alinhar essas metas, o Circuito de Shows Coisas de Mar se posiciona como uma iniciativa abrangente e relevante, que busca transformar a realidade cultural das cidades da zona sul do estado e fomentar um legado artístico e social duradouro.
Contrapartidas As oficinas de violão e pandeiro se oferecem como contrapartida do projeto Circuito de Shows Coisas de Mar têndo um papel essencial na promoção do acesso à cultura e à música para as comunidades visitadas pelo circuito. Esses escritórios serão realizados gratuitamente em cada uma das cidades onde o show será apresentado: Pelotas, Capão do Leão, Pedro Osório, Arroio Grande e Jaguarão. Além de serem momentos formativos, esses oficinas reforçam o caráter social do projeto, democratizando o acesso à educação musical e ampliando a rede de participantes para além dos espectadores dos shows. A inclusão de um e-book gratuito também reforça o compromisso do projeto com a continuidade do aprendizado, mesmo após o término das atividades presenciais. 1. Oficina de ViolãoObjetivo: Oferecer aos participantes noções introdutórias sobre o violão, capacitando-os a compreender e executar acordes básicos, ritmos e melodias.Conteúdo Programático:Introdução ao violão: partes do instrumento, afinação e postura.Conceitos básicos de ritmo e andamento.Acordes fundamentais: maior, menor e dominante.Progressão de acordes e músicas simples.Noções de harmonia e aplicação prática em repertório popular.Exercícios para o desenvolvimento de desenvolvimento motor.Duração: 4 horas por escritório.Público-alvo: Jovens, adultos, estudantes e grupos em situação de vulnerabilidade social, com atenção especial para iniciantes.Capacidade: 20 participantes por cidade.Materiais: Cada participante receberá uma apostila impressa com conteúdo teórico e prático, incluindo exercícios para continuar praticando.2. Oficina de PandeiroObjetivo: Introduzir os participantes aos ritmos brasileiros tradicionais e contemporâneos por meio do pandeiro, ensinando técnicas básicas de percussão.Conteúdo Programático:Apresentação do pandeiro: estrutura, partes e afinação.Técnicas básicas de toque: pesquisa, dedos e platinelas.Ritmos brasileiros (samba, forró, choro, maracatu) e sua aplicação no pandeiro.Exercícios práticos em grupo para desenvolvimento do ritmo e progressiva.Integração do pandeiro com outros instrumentos.Duração: 4 horas por escritório.Público-alvo: Jovens e adultos de todas as idades, especialmente aqueles sem experiência musical prévia, com ênfase em grupos vulneráveis.Capacidade: 20 participantes por cidade.Materiais: Apostila impressa com exercícios práticos e teóricos.3. e-book de Distribuição GratuitaDescrição: Como parte da contrapartida formativa, o projeto disponibilizará um e-book gratuito para todos os participantes dos escritórios e do público em geral. Esse material será de acesso livre e estará disponível em plataformas digitais, promovendo o aprendizado prático e acessível a todos.Conteúdo do eBook:Introdução aos fundamentos do violão e do pandeiro.Explicação detalhada dos exercícios práticos dos escritórios.Sugestões de repertório e playlists para prática.Links para vídeos tutoriais complementares.Dicas para a continuidade do estudo musical de forma independente.Indicações de recursos online gratuitos (aplicativos, vídeos e artigos) para ampliar o aprendizado.Formato: PDF, adaptado para leitura em dispositivos móveis e computadores. Incluirá conteúdo visual (fotos e gráficos) para facilitar a compreensão.Distribuição: O e-book será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais da cantora Ana Mascarenhas e nas plataformas de divulgação do projeto. Será também enviado por e-mail para todos os participantes inscritos nos escritórios.Impacto das Oficinas e do eBookOs workshops, juntamente com o e-book, têm como objetivo gerar um impacto duradouro nas comunidades participantes, fornecendo ferramentas e conhecimentos que podem ser aplicados mesmo após o término das atividades. Ao capacitar os participantes a continuarem seus estudos musicais de forma independente, o projeto amplia suas ações educacionais, fortalecendo o vínculo entre cultura, educação e inclusão social. Essa iniciativa de oferecer um produto cultural digital gratuito também demonstra a preocupação com a acessibilidade e o alcance de pessoas que não puderam participar presencialmente, possibilitando que o aprendizado seja estendido para um público muito maior, dentro e fora das cidades do circuito.
1. Shows ao VivoQuantidade: 5 showsDescrição: O principal produto do projeto consiste na realização de cinco shows da cantora e compositora Ana Mascarenhas, apresentando o repertório de seu álbum Coisas de Mar. Os shows acontecem nas cidades de Pelotas, Capão do Leão, Pedro Osório, Arroio Grande e Jaguarão, contemplando a diversidade cultural e a descentralização do acesso à música. Cada apresentação será ao ar livre, em espaFormato: Shows de aproximadamente 1h30min de duração, com estruturas de som, iluminação e palco apropriados para garantir alta qualidade técnica e uma experiência imersiva ao público.Público: Público geral, com entrada gratuita, incluindo reserva de 30% dos ingressos para estudantes, pessoas de baixa renda e grupos em situação de vulnerabilidade social. 2. Oficinas de Pandeiro e ViolãoQuantidade: 10 escritórios (2 em cada cidade do circuito)Descrição: As oficinas formativas fazem parte da contrapartida social e educativa do projeto. Serão realizados dois escritórios em cada cidade: um de pandeiro e outro de violão. Esses workshops têm o objetivo de introduzir os participantes aos fundamentos dos instrumentos e despertar o interesse pela música, promovendo a democratização do conhecimento musical.Formato: Cada oficina terá carga horária de 4 horas, sendo ministrada por profissionais experientes na área de música e ensino.Público: Destinados a jovens, adultos e grupos em situação de vulnerabilidade social, com vagas reservadas para esses grupos em cada cidade do circuito. As oficinas terão capacidade para 20 participantes por cid 3. Material Didático das OficinasQuantidade: Apostilas para até 100 participantesDescrição: Produção de apostilas didáticas personalizadas para os participantes dos escritórios. O material incluirá noções básicas dos instrumentos, exercícios práticos e conteúdos que poderão ser utilizados pelos participantes após as oficinas. As apostilas serão fornecidas de forma física durante os escritórios e em formato digital (PDF), incentivando o estudo contínuo.Formato: Apostilas impressas e em PDF, com conteúdo acessível para facilitar a compreensão dos conceitos básicos de pandeiro e violão. 4. Registro Audiovisual dos Shows e OficinasQuantidade: 5 registros completos (um para cada cidade)Descrição: Cada show e escritório será registrado em vídeo e fotos, resultando em um produto audiovisual completo. Esses registros serão usados para a divulgação posterior do projeto, bem como para memória e documentação dos eventos e da interação com as comunidades.Formato: Vídeos de alta qualidade (com edição de áudio e imagem), incluindo cenas dos shows e dos processos pedagógicos das oficinas, além de entrevistas com os participantes e depPúblico: Os registros serão disponibilizados gratuitamente nas redes sociais da cantora e do projeto, acessíveis a todo o público. 5. Campanha de DivulgaçãoQuantidade: Material de comunicação para 5 cidadesDescrição: Desenvolvimento de uma ampla campanha de divulgação, incluindo peças gráficas (cartazes, folders, banners) e conteúdos digitais (posts para redes sociais, vídeos promocionais). A campanha será veiculada em cinco cidades contempladas pelo circuito, tanto em espaços físicos (escolas, centros comunitários, ruas) quanto em plataformas digitais, com o objetivo de atrair o maior público possível e garantir a participação em shows e workshops.Formato: Cartazes, folders, banners, anúncios em redes sociais, além de spots de rádio e mídia digital. A campanha digital também contará com conteúdo acessível, como vídeos com legendas e restrição de imagens. 6. Relatório de Impacto Social e CulturalQuantidade: 1 relatórioDescrição: Relatório final detalhando os impactos sociais, culturais e educacionais do projeto. Este documento incluirá uma análise qualitativa e quantitativa da participação do público, o alcance dos escritórios e a recepção dos shows nas cidades contempladas, além de depoimentos e feedback dos participantes.Formato: Documento em PDF, distribuído entre patrocinadores, apoiadores e agentes culturais locais e regionais. Esses produtos são essenciais para o cumprimento dos objetivos do Circuito de Shows Coisas de Mar , garantindo tanto a dimensão artística e cultural dos shows quanto a dimensão formativa e social das oficinas, promovendo o acesso gratuito e inclusivo às atividades em cada uma das cidades contempladas.
Acessibilidade dos Shows e OficinasA acessibilidade é um dos pilares centrais do Circuito de Shows Coisas de Mar, buscando garantir que as atividades culturais oferecidas pelo projeto estejam disponíveis para todos, independentemente de suas condições físicas, socioeconômicas ou culturais. Para isso, serão adotadas diversas medidas visando tornar os shows e oficinas inclusivos e acessíveis. 1. Acessibilidade Física· Locais Acessíveis Todos os shows e oficinas serão realizados em locais que possuam infraestrutura acessível para pessoas com deficiência (PcD). Isso inclui rampas de acesso, banheiros adaptados e espaços reservados para cadeirantes nos shows. A seleção dos locais será feita levando em consideração a facilidade de acesso para todos os públicos. · Sinalização Adequada A sinalização nos espaços dos shows e oficinas será clara e acessível, com indicações de banheiros, entradas e saídas, e lugares reservados. Será garantido que a comunicação visual nos eventos seja clara e visível, com tamanho de letra adequado e contrastes que facilitem a leitura. 2. Acessibilidade Auditiva· Intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) Durante os shows e as oficinas, será disponibilizado um intérprete de Libras para traduzir as falas e os conteúdos das atividades, garantindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam acompanhar e participar dos eventos. · Sistema de Amplificação de Som Os locais contarão com um sistema de amplificação de som de qualidade, garantindo que as oficinas e shows possam ser claramente ouvidos por todos, inclusive por pessoas com dificuldades auditivas leves. 3. Acessibilidade Visual· Material em Braille Material informativo sobre o circuito e as oficinas será disponibilizado em braille, permitindo que pessoas com deficiência visual tenham acesso às informações do evento. Haverá, também, a possibilidade de guias áudio-descritivos para facilitar a compreensão das atividades por pessoas com baixa visão. · Guias e Monitores Para os shows, serão disponibilizados monitores treinados para ajudar pessoas com deficiência visual a se locomoverem pelos espaços. Guias podem ser oferecidos para garantir o conforto e a segurança do público. 4. Acessibilidade Socioeconômica· Ingressos Gratuitos A totalidade dos ingressos para os shows será destinada gratuitamente, sendo que uma parcela destes será reservada a estudantes, pessoas de baixa renda e grupos em situação de vulnerabilidade social. Essa distribuição será feita através de parcerias com escolas, ONGs e instituições culturais, promovendo a democratização do acesso à cultura. · Inscrições Acessíveis para Oficinas As oficinas de percussão e cavaquinho serão oferecidas de forma gratuita para a comunidade, com inscrições simplificadas e acessíveis, tanto em formato online quanto presencial, através de instituições parceiras. Dessa forma, o projeto garante que todos possam participar das atividades formativas sem restrições financeiras. 5. Transporte e Acessibilidade Geográfica· Transporte Público e Parcerias Locais Em cada cidade, serão feitas parcerias com as prefeituras locais e empresas de transporte para facilitar o acesso do público aos locais dos shows e oficinas, com linhas de ônibus especiais ou descontos. Haverá também orientações claras sobre como chegar aos locais dos eventos usando transporte público. · Descentralização das Atividades A realização dos shows em cidades de menor porte já representa uma ação de descentralização cultural, levando o projeto para áreas que, tradicionalmente, recebem menos iniciativas artísticas. Esse fator contribui para uma acessibilidade geográfica maior, abrangendo públicos de diferentes regiões da zona sul do Rio Grande do Sul. Com essas iniciativas de acessibilidade, o Circuito de Shows Coisas de Mar busca promover a inclusão e o respeito à diversidade, garantindo que todos os públicos, independentemente de suas condições, possam desfrutar de uma experiência cultural rica e transformadora.
A democratização do acesso é um dos pilares centrais do Circuito de Shows Coisas de Mar, reforçando o compromisso do projeto com a inclusão social e cultural nas cidades da Zona Sul do estado do Rio Grande do Sul. Para garantir que o evento seja acessível a todos os públicos, serão adotadas várias estratégias que visam a remoção de barreiras econômicas e sociais, promovendo um espaço cultural diversificado e equitativo. Gratuidade Total dos IngressosO primeiro passo para garantir o acesso democrático é a gratuidade integral dos ingressos para todas as apresentações do circuito. Com essa abordagem, o projeto elimina um dos maiores obstáculos ao acesso à cultura para as comunidades de baixa renda, permitindo que todos os interessados, independentemente de sua situação econômica, possam vivenciar e apreciar o show da cantora Ana Mascarenhas e sua banda. A entrada gratuita é um convite aberto para que a comunidade participe da experiência cultural, promovendo o encontro entre diferentes grupos e gerações. Reserva de 30% dos Ingressos para Grupos PrioritáriosComo forma de garantir que o público em situação de maior vulnerabilidade social também tenha acesso garantido ao evento, será realizada uma reserva de 30% dos ingressos para estudantes, pessoas de baixa renda e grupos em situação de vulnerabilidade social. Esses ingressos serão disponibilizados de maneira antecipada, com apoio de organizações locais, escolas, projetos sociais e instituições que trabalham diretamente com esse assentamento. Essa iniciativa garante que, além de tornar acessíveis a toda a população, os eventos contemplem prioritariamente aqueles que frequentemente ficam à margem das atividades culturais. Acreditamos que a cultura deve ser um direito de todos, e esta ação garante que essa premissa seja cumprida na prática. Caráter Formativo: Contrapartidas de OficinasAlém dos shows, o Circuito de Shows Coisas de Mar oferece uma dimensão formativa como contrapartida social. Em cada cidade do circuito (Pelotas, Capão do Leão, Pedro Osório, Arroio Grande e Jaguarão), serão realizados dois oficinas gratuitas: um de pandeiro e outra de violão. Essas oficinas têm como objetivo promover o desenvolvimento artístico e musical local, principalmente entre jovens e moradores de comunidades de baixa renda. As oficinas têm caráter inclusivo, sendo oferecidas para iniciantes, e não desativam qualquer tipo de conhecimento prévio em música. Através de um processo didático, os participantes terão a oportunidade de aprender os princípios básicos desses instrumentos, incentivando a criação de novos vínculos com a música e a cultura. Essas oficinas servem como uma importante ferramenta de educação musical , permitindo que os participantes se conectem com a arte da forma ativa, em vez de serem apenas espectadores. Eles representam também uma continuidade do processo de democratização, já que oferecem, de maneira prática, o acesso ao aprendizado musical, possibilitando novas formas de expressão artística e desenvolvimento pessoal. Inclusão e Transformação SocialAo fornecer um evento gratuito, com reserva de ingressos para grupos em vulnerabilidade social e oficinas formativas, o projeto Circuito de Shows Coisas de Mar visa transformar a relação do público com a música e a arte, criando novas oportunidades de participação cultural, formação e empoderamento social. Dessa forma, a iniciativa contribui para o fortalecimento das práticas culturais nas cidades do interior e para a promoção da igualdade de acesso à cultura.
A execução do Circuito de Shows Coisas de Mar contará com uma equipe diversificada e especializada, composta por profissionais experientes em diferentes áreas da produção cultural, garantindo que todos os aspectos do projeto sejam bem coordenados e realizados de forma eficiente. A equipe será formada por gestores de produção, músicos, técnicos, profissionais de comunicação e parceiros locais. Cada membro terá um papel fundamental para assegurar o sucesso do circuito, desde a concepção até a finalização dos shows e oficinas. 1. Coordenação GeralResponsável: Coordenador Geral do Projeto: Lori NelsonFunções: O coordenador será responsável por supervisionar todas as etapas do circuito, assegurando que o cronograma seja cumprido e que a comunicação entre as diferentes áreas ocorra de maneira fluida. Ele atuará como elo entre a equipe de produção, os artistas e os parceiros locais, garantindo a execução dentro dos prazos e a qualidade das apresentações e oficinas.2. Produção ExecutivaResponsável: Produtor Executivo, Herberto PeilFunções: O produtor executivo será responsável pela logística do circuito, incluindo a contratação dos serviços necessários, reservas de locais, transporte da equipe e equipamentos, e contratação de fornecedores. Ele também será responsável pela documentação legal e burocrática, como autorizações de uso de espaço público e contratos com prestadores de serviços.3. Direção ArtísticaResponsável: Diretor Artístico: Luiz LeãoFunções: O diretor artístico será responsável pela criação e manutenção da identidade visual e estética do circuito. Ele supervisionará os aspectos artísticos do show, como cenografia, iluminação, figurino e projeções visuais, garantindo que estejam alinhados com o conceito do álbum Coisas de Mar e a proposta de cada apresentação. Também trabalhará em parceria com os músicos para o desenvolvimento do setlist e das transições no show.4. Equipe de Músicos· Responsável: Ana Mascarenhas e Banda · Funções: Ana Mascarenhas será a artista principal do projeto, acompanhada por uma banda composta por músicos especializados, incluindo: Guitarra/violão/Baixo,/Cavaquinho: Fabricio PardalViolão: Ricardo FragosoBateria/Percussão: Juca DeleonFlauta: Gil SoaresEsses músicos serão responsáveis pela execução ao vivo das canções do álbum Coisas de Mar, além de colaborar com a direção artística e adaptação das músicas para o formato dos shows ao ar livre. Eles também participarão de ensaios intensivos antes do início do circuito, garantindo a qualidade musical da performance. .Curiculo dos principais agentes: Nome: Lori Nelson Nogueira Dias, Cordenador Geral Com Formação acadêmica em Jornalismo e pós graduação em História do Rio Grande do Sul. Também tem formação como ator, tendo iniciado em 1982, como integrante do icônico "20 pras 8 lá no Mauá", com certeza, um dos mais importantes grupos de teatro na história pelotense. Nestes mais de 40 anos atuou em 25 filmes. Atualmente, é conhecido como Palhaço Bolaxa, desde 2008, sendo o circo híbrido o carro chefe do trabalho cênico. Um palhaço contador de histórias. ° Formado em Jornalismo pela UCPEL e pós-graduação Especialização em História do Rio Grande do Sul pela FURG. ° Na carreira são mais de 30 peças teatrais, 24 filmes entre longas-metragens, curtas, digitais e um Super-8 que ganhou o prêmio de melhor filme da categoria em Gramado/RS. Na TV são mais de 20 comerciais feitos em Pelotas e Porto Alegre. ° Participou de dezenas de oficinas, cursos, seminários, palestras, workshops, e congressos de arte & cultura. ° Militante cultural é filiado ao SATED RS, Sindicato dos Atores e Técnicos em Espetáculos no RS, desde 1991, há 33 anos. Por duas vezes, gestões, participou da diretoria do sindicato em Porto Alegre. Na pauta aproximar SATED RS e o Circo gaúcho. Nome: Herberto Peil, Produtor executivo Herberto Peil Mereb Bacharelado em Direito pela Universidade Federal de Pelotas (2001); Mestreem Educação pela Universidade Federal de Pelotas (Faculdade de Educação / FaE). Atualmente écoordenador da ONG AMIZ - Unidade de Formação e Capacitação Humana e Profissional(Organização Não governamental - www.amizong.blogspot.com.br -www.redevidadania.blogspot.com; pontodeculturaoutrosul.blogspot.com; eparalelo33transformundo.blogspot.com). Tem ampla experiência em Extensão Universitária(UFPel) tendo trabalhado como coordenador discente e executor (carga horária de 2720 h nos anosde 1998 a 2000); Atuou como Co-coordenador e Docente no Curso de Formação de Observador@s Nome: Luiz Leão, Diretor artistico Artista Visual multidisciplinar; Arte Educador; Produtor Cultural natural de Pelotas RS, onde mora e trabalha como artista visual, gestor do ARCOD (Atelier de Arte Contemporânea do Dunas), Mestre em artes Visuais pela UFPel, Bacharel em artes visuais pela UFPel, graduando em Licenciatura em Artes Visuais pela UFPEL. Tem atuação nos seguintes grupos de pesquisa: Deslocamentos e Cartografias Contemporâneas (DESLOCC), Gráfica Contemporânea e Casa Redonda. Nome: Ana Mascarenhas, cantora ecompositora A cantora e compositora pelotense, Ana Alice Mascarenhas de Souza, Ana Mascarenhas, vem construindo, desde a década de 80, ainda muito jovem, uma linguagem própria para falar de seu universo com suas canções. No início era para consumo particular ou para dividir com os amigos mais chegados, mas o incentivo desses mesmos amigos, fez com que a compositora levasse sua obra aos ouvidos do público pelotense. Após um período sem compor, em 1999, volta aos palcos na Mostra de Música de Bar, em Pelotas, com a canção “Marés”. Para esse retorno foi fundamental a parceria com Egbert Parada, diretor musical de seu trabalho. A partir daí, as composições ficaram mais frequentes e a seleção para o Projeto 222, da Coordenadoria de Artes Cênicas e Música da Secretaria Municipal da Cultura (SECULT), foi um processo natural. Nesse mesmo ano de 2001, começou a ser concebido o CD Paradouro. Entre os meses de julho e setembro de 2002, no estúdio Luvi, em Pelotas, foi gravado o primeiro CD autoral da compositora: Paradouro. Disco independente, viabilizado com o patrocínio de empresas gaúchas. Paradouro é composto por 12 faixas de canções, de autoria de Ana Mascarenhas, nas quais canta a vida cotidiana, passando por vários estilos e ritmos como folk, MPB, latin jazz, candombe e samba. O seu segundo disco “Depois de Julho” foi gravado em Pelotas, também no estúdio Lúvi e, mais uma vez, foi um trabalho independente. Mais acústico do que o primeiro disco, “Depois de Julho” foi lançado em janeiro de 2005, no Fórum Social Mundial, no palco Mário Lago, em Porto Alegre. No início do mês de março esteve na programação do Reponte da Canção, na cidade de São Lourenço do Sul e mais uma vez em Pelotas, no Centro Cultural Porto das Artes. O disco foi selecionado para ser apresentado em Brasília, no dia 7 de dezembro, na sala FUNARTE Caśsia Eller. No ano de 2016 a retomada aconteceu, com a aprovação no Procultura o grupo de músicos voltou ao estúdio, refez algumas faixas e completou a seleção com mais seis canções, totalizando assim as 12 músicas que compõem o disco, todas as letras são de autoria de Ana Mascarenhas e direção musical de Ricardo Fragoso e Egbert Parada, com direção geral de Fabrício “Pardal” Moura. No ano de 2017, em relação ao “Flor Palavra” - Colheita - Max Cirne escreveu no caderno de Cultura do Diaŕio Popular, de Pelotas, em 15/03/2017: “Uma flor que virou palavra. Um sentimento que se transformou em versos. Uma vivência que ressurgiu em música. São essas fases de brotamento que emergem do terceiro álbum da cantora Ana Mascarenhas, intitulado “Flor Palavra”, com lançamento marcado para sábado, 18/03, no Quadrado”.
PROJETO ARQUIVADO.