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O ciclo de conferências a ser realizado pela "Artepensamento" em 2025, "Mutações: constelações imaginárias", prevê conferências de uma hora e meia, a serem apresentadas por estudiosos nacionais e estrangeiros. Serão 20 conferências no Rio de Janeiro e 20 em Belo Horizonte, de modo a totalizar 40 delas. A abordagem do tema será filosófica e artística.
1. Trata-se de ciclo de conferências realizado há mais de 30 anos, cujos temas voltados para as áreas do pensamentos são propostos aos conferencistas convidados, que se reúnem em Tiradentes debaterem os temas.2. Para este ciclo Mutações - A outra margem da política, são propostos os seguintes temas: O que imaginação O que é imagem O que é imaginário Imaginação criadora Imaginação e a criação política Imaginação e ideologia A indústria do imaginário Imagens sem objeto Mito e imagem A imaginação e o corpo Imaginação e espírito Imaginação, devaneio e melancolia Imagens do passado.
O ciclo de conferências a ser realizado pela "Artepensamento" em 2025, "Mutações: constelações imaginárias", prevê conferências de uma hora e meia, a serem apresentadas por estudiosos nacionais e estrangeiros. Serão 20 conferências no Rio de Janeiro e 20 em Belo Horizonte, de modo a totalizar 40 delas. A abordagem do tema será filosófica e artística. Alguns temas sugeridos O que imaginação O que é imagem O que é imaginário Imaginação criadora Imaginação e a criação política Imaginação e ideologia A indústria do imaginário Imagens sem objeto Mito e imagem A imaginação e o corpo Imaginação e espírito Imaginação, devaneio e melancolia Imagens do passado. Conferencistas Marilena Chaui José Miguel Wisnik Vladimir Safatle Eugênio Bucci Lilia Schwaecz Jorge Coli Tania Rivera Larissa Drigo Agostinho Roberto Zular Guilherme Wisnik Luiz Camillo Osório João Cezar de Castro Rocha Márcia Cavalcante Schuback Luiz Alberto Oliveira Pedro Duart Pascal Dibie Francis Wolff Fréderic Gros Thomás Zicman de Barros Yudth Rosembaum Marcelo Jasmin Oswaldo Giacoia Jr. Pedro Duarte Pretende-se ainda: 2. Concentrar esforços de estudiosos brasileiros e estrangeiros de diversas áreas do pensamento na discussão do tema proposto; 3. Democratizar conhecimento normalmente restrito ao âmbito universitário; 4. Apresentar a amplo público o pensamento de estudiosos brasileiros e estrangeiros; 5. Dar continuidade ao estudo de temas à luz do conceito de "mutações", esse novo estado de coisas que não deriva de uma crise, mas de uma ruptura. Pela ordem, foram apresentados os seguintes ciclos: "Mutações: novas configurações do mundo" (de 2007), "Mutações: a condição humana" (2008), "Mutações: a experiência do pensamento" (2009), "Mutações: a invenção das crenças" (2010), "Mutações: elogio à preguiça" (2011), "Mutações: o futuro não é mais o que era" (2012), "Mutações: o silêncio e a prosa do mundo" (2013), "Mutações: fontes passionais da violência" (2014), "Mutações: entre dois mundos - 30 anos de experiência do pensamento" (2016), "Mutações: o novo espírito utópico" (2016), "Mutações: entre dois mundos" (2017), "Dissonâncias do progresso" (2019), "A outra margem da política" (2019), "Mutações: ainda sob a tempestade" (2020) e "Mutações: a coragem e outras virtudes" (2022) e "Mutações: a sensibilidade e a construção do mundo" (2024). No caso deste ciclo de conferências, o perfil dedicado a ele no Instagram alcançou, em dois meses, 16.600 outros perfis. A transmissão das conferências via internet 70.000 pessoas (vide anexo).Pretende-se que o novo ciclo seja transmitido ao vivo via internet para todas as universidades e instituições interessadas; 6. Como aconteceu anteriormente, transformar o ciclo em livro e material para "site" gratuito a ser verificado em www.artepensamento.com.br, sem custos de edição para o projeto. 7. Desenvolver ação de FORMAÇÃO DE PLATEIA, através do convite a um conferencista por capital para debater seu tema com professores e alunos de escolas públicas de ensino superior.
Depois de breve percurso do ciclo de conferências "A sensibilidade e a Construção do mundo" onde a reflexão sobre os sentidos foi o centro da questão, fomos levados a pensar as constelações imaginárias. A primeira grande pergunta, implícita em cada conferência, era: o que são os sentidos sem o trabalho da imaginação? Mais: o que é imaginação, o que são as imagens, o que é o imaginário? A conclusão é simples, mas as consequências impressionam: a história é feita pelo trabalho da imaginação. Ou melhor, o humano opera sempre através da imaginação em diálogo permanente com as coisas, os acontecimentos, a política, resultando, enfim, na construção do mundo. Mas, ao falar de imaginação, um primeiro problema se põe: a partir dos sentidos e do corpo, algo surge muito além daquilo que a "consciência" teria podido produzir. A imaginação é o grande e permanente mistério que nos é imposto: ver, escreve Alain, é ver mais do que o que se vê. Merleau-Ponty completa: "Nenhuma coisa, nenhum lado da coisa, se mostra a não ser escondendo ativamente os outros lados". Eis o trabalho da imaginação: ela é uma faculdade geral inseparável da consciência, mas muito mais que isso. Em breve ensaio sobre a imaginação, Alain começa assim: "Definindo a imaginação como uma percepção falsa, diz-se o que mais importante, uma vez que as pessoas são tentadas a considerar a imaginação como um jogo interior, do pensamento com o próprio pensamento, jogo livre e sem objeto real. Assim, se deixaria escapar o que mais importa, a saber, a relação da imaginação com os estados e os movimentos do nosso corpo". Na percepção mais rigorosa, ou seja, no trabalho de cada sentido - o olhar, por exemplo _ a imaginação circula sempre, e " a cada instante ela se mostra e é eliminada através de rigorosa pesquisa". Nossa percepção é uma luta permanente contra os erros de interpretação; as paixões têm um peso enorme nessa história, por exemplo, "à noite, quando o medo nos espera… E mesmo durante o dia, quando os deuses saltam de árvore em árvore." Nesse breve ensaio, Alain distingue três espécies de imaginação: imaginação controlada, que é metódica e só erra se for muito audaciosa, e está sempre sob o controle da experiência ("um policial diante das impressões digitais"); a imaginação que se desvia das coisas, "fecha os olhos, atenta principalmente aos movimentos da vida e às frágeis impressões que resultam disso, o que poderia chamado de fantasia; por fim, a imaginação passional, que se definiria principalmente pelos movimentos convulsivos." Ele fala ainda de outro tipo, a imaginação controlada: ela trabalha as três anteriores mas à sua maneira: é a imaginação poética. Mas a imagem criada de certo objeto guarda nela variações. O que o poeta e o artista tentam é criar um "objeto" fora da linguagem comum. * * * No que tange à natureza e ao enquadramento do projeto "Mutações: a sensibilidade e a construção do mundo" nos objetivos contidos no art. 18 da Lei Rouanet, cumpre-nos ressaltar: 1 - O projeto é um desdobramento da série de ciclos e livros dedicados ao conceito de "mutação", esse novo estado de coisas, que não deriva de uma crise, mas de uma ruptura. Foram eles: "Mutações: novas configurações do mundo" (de 2007), "Mutações: a condição humana" (2008), "Mutações: a experiência do pensamento" (2009), "Mutações: a invenção das crenças" (2010), "Mutações: elogio à preguiça" (2011), "Mutações: o futuro não é mais o que era" (2012), "Mutações: o silêncio e a prosa do mundo" (2013), "Mutações: fontes passionais da violência" (2015), "Mutações: entre dois mundos _ 30 anos de experiência do pensamento" (2016), "Mutações: o novo espírito utópico" (2016), "Mutações: entre dois mundos (2017)", Mutações: dissonâncias do progresso" (2019) e "Mutações: a outra margem da política" (2019), "Mutações: ainda sob a tempestade" (2020) e "Mutações: a coragem e outras virtudes" (2022). Todos devem à parceria entre Ministério da Cultura e "Artepensamento". Há mais de 30 anos os ciclos são desenvolvidos, primeiro através da Fundação Nacional de Artes, e depois pela "Artepensamento", com boa parte destes recorridos à lei Rouanet contando com enquadramento do artigo 18, com base na derivação do ciclo em edição de livros de valor humanístico que contêm a coletânea dos ensaios _ mais de 700 _ redigidos pelos diversos conferencistas convidados, sem custos de edição lançados para o projeto. Além disso, há a passagem da quase totalidade dos ensaios e audiovisuais da coletânea para um "site" gratuito a ser verificado em www.artepensamento.com.br. Diante disso, passamos ao enquadramento do projeto: considerando sua essência, há enquadramento na área de Humanidades, no segmento de filosofia e nas modalidades de estudos e pesquisas ou ainda seminários. O enquadramento em Artes Integradas pressupõe o alcance do objeto em mescla para diversas áreas, o que não é o caso em análise; o enquadramento do projeto na Lei 8.313/91 se dá por: "Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e Canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: (...) IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: (...) b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; (...) Assim, materializa-se objetivamente o enquadramento do projeto, em essência, na alínea "b" do §3º do art. 18 da lei Rouanet, Em evento literário e também considerando que haverá a edição de livro de valor humanístico, lastreado nos ensaios dos Conferencistas elaborados após as conferências. Apenas se configura a diferença de projeto específico de edição de livros, pela salutar economicidade produzida, uma vez que os Custos da edição não caberão aos recursos de renúncia fiscal. Naturalmente, como nos ciclos anteriores enquadrados no artigo 18, serão oferecidos os créditos ao Ministério da Cultura e à Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Não aplicável.
Não se aplica.
Todos os espaços que receberão o ciclo de conferências são dotados de adaptações para acesso aos portadores de necessidades especiais e idosos, nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741, de 1° de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999. A princípio, o ciclo acontecerá, no Rio de Janeiro, na Fundação Casa de Rui Barbosa e, em Belo Horizonte. Serão adotados procedimentos de tradução simultânea para as conferências de estrangeiros.
Para efeito do disposto no Art. 53, da Instrução Normativa n° 1/2017, informamos a adoção da seguinte medida de democratização de acesso às atividades resultantes do projeto, a saber: o público alvo será constituído de estudantes universitários da área de ciências sociais, pesquisadores, historiadores, filósofos, jornalistas, professores universitários e público em geral. Espera-se atingir diretamente 100 mil pessoas, na forma presencial e por transmissão pela internet. Na forma presencial, serão disponibilizadas 1.000 (um mil) ingressos, sendo observados os limites estabelecidos pela norma legal: a) mínimo de 10 % (dez por cento) exclusivamente para distribuição gratuita à população; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita pelos patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; Os valores das inscrições a preços acessíveis para todo o ciclo (20 ou 15 conferências) conforme plano de distribuição. A democratização do projeto se estende, também, ao desenvolvimento de um “blog” para ampliar a discussão e a interação dos conferencistas com o público, com base na experiência alcançada com os blogs vinculados aos ciclos: "Mutações: elogio à preguiça" (2011) (www.elogioapreguica.com.br), que refletiu 56.455 acessos; "Mutações: o futuro não é mais o que era" (2012); (www.ofuturonaoemaisoqueera.com.br), com 69.701 acessos; "Mutações: o silêncio e a prosa do mundo" (2013). www.osilencioeaprosadomundo.com.br), repercutindo em 23.826 acessos; "Mutações: fontes passionais da violência" (2014) (www.mutacoes.com.br), que refletiu 37.962 acessos (também através do link http://video.rnp.br/portal/transmission.action). De "Mutações: a sensibilidade e a construção do mundo", cuja conta no Instagram alcançou em dois meses 16.600 outras contas, houve a transmissão ao vivo de suas conferências, o que resultou em mais de 70.000 visualizações (vide anexo). Com "Constelações imaginárias", a estratégia a ser adotada será parecida. Ressalte-se que o "site" da "Artepensamento" conta com mais de 1.000.000 de visitas. São também significativos os livros derivados dos ciclos "Mutações: Elogio à preguiça" e “Mutações: fontes passionais da violência”, que foram premiados com o Jabuti, obtendo o primeiro lugar na categoria Ciências Humanas. FORMAÇÃO DE PLATEIA A ação de FORMAÇÃO DE PLATEIA será realizada através de convite a um conferencista por capital para debate acerca dos temas do Ciclo com professores e alunos de escolas públicas de ensino superior. Pretente-se atender 160 (cento e sessenta) pessoas distribuídas nas duas cidades em que acontecerão o ciclo, o que corresponde a 10% do público presencial estimado.
Adauto Novaes ganhou o prêmio “Faz Diferença” do jornal “O Globo”, o título de “Chévalier des Arts et Lettres” (do governo francês) e a medalha Rui Barbosa. Foi jornalista, professor, e, por 20 anos, diretor do Centro de Estudos e Pesquisas da Funarte. Em 2000, fundou a empresa de produção cultural Artepensamento. Os ciclos de conferências que organizou resultaram em mais de 30 livros de ensaios, 3 prêmios Jabuti, audiovisuais e conteúdo para o "site" www.artepensamento.com.br, com mais de 1.000.000.000 de visitas. Professor aposentado de Literatura Brasileira pela USP, José Miguel Wisnik é ensaísta, músico e articulista. Escreveu: “O som e o sentido”, “Sem receita” e “Veneno remédio – o futebol e o Brasil”. Participou de diversas coletâneas organizadas por Adauto Novaes. Vladimir Safatle é doutor em filosofia pela Universidade Paris VIII, sob orientação de Alain Badiou. Dá aula na USP. Foi durante muitos anos colunista da “Folha de S. Paulo”. Escreveu: “O circuito dos afetos: corpos políticos, desamparo e o fim do indivíduo”. Participou de diversas coletâneas organizadas por Adauto Novaes. Eugênio Bucci foi repórter, editor, diretor de revistas, secretário editorial da editora Abril e presidente da Radiobras. Há cerca de 30 anos atua em jornais e revistas de destaque. Escreveu “A Superindústria do Imaginário”. Participou de diversas coletâneas organizadas por Adauto Novaes. Marcelo Jasmin é doutor em ciência política pelo IUPERJ, com pós-doutorado na Universidade de Stanford. Escreveu: “Alexis de Tocqueville: a historiografia como ciência política”. Participou de diversas coletâneas organizadas por Adauto Novaes. João Cezar de Castro Rocha é escritor, historiador, enxadrista e professor de literatura comparada. Foi aluno de René Girard e orientado por Hans Ulrich Gumbrecht. Seus estudos concentram-se na contribuição da teoria mimética para o contexto cultural da américa latina e na discussão da atualidade do movimento antropofágico e dos escritos de Machado de Assis. Francis Wolff é filósofo e professor emérito de filosofia da École Normale Supérieure (Paris). Foi também professor na USP entre 1980 e 1984. Conhecido por seu trabalho sobre o pensamento antigo, escreveu “Pensar com os Antigos”. Atualmente, dedica-se aos temas do ser humano e do universalismo moral que dele decorre, como em “Nossa humanidade”. Participou de diversas coletâneas organizadas por Adauto Novaes. Bacharel pela École Normale Supérieure e doutor pela Université Paris-Est-Créteil-Val-de-Marne, Frédéric Gros é professor de filosofia na Université Paris-XII e de Pensamento Político no Institut d’Études Politiques de Paris. Escreveu: "Estados de violência", "Andar, uma filosofia" e "Desobedecer". Patrice Maniglier é doutor em filosofia. Foi professor de filosofia do século 20 na universidade de Essex. É professor da Escola Normal Superior, da Escola de Belas Artes de Montpellier e da Escola de Arte de Arson. Escreveu “A vida enigmática dos símbolos, Saussurre e o nascimento do estruturalismo”. Participou de diversas coletâneas organizadas por Adauto Novaes. Marcia Cavalcante é professora titular de filosofia na Universidade de Södertörn (Suécia). Entre outros livros, é autora de “Olho a Olho – ensaios de longe”. Algumas de suas traduções para o português são “Ser e tempo”, de Martin Heidegger, “Hipérion e Reflexões”, de Hölderlin, “Mares do leste”, de Tomas Tranströmer, “A arte de pensar”, de Paul Valéry. Verteu para o sueco “Primeiras estórias”, de Guimarães Rosa. Graduado em arquitetura e urbanismo, Antônio Leite Brandão é doutor em filosofia pela UFMG e pós-doutorado na Fundation Maison des Sciences de l'homme (Paris).Escreveu: “O combate da arte em Leon Battista Alberti”. Professor da Unicamp, Jorge Coli é formado e mestre em História da Arte e em História do Cinema na França. Doutorou-se em Estética pela USP e foi pesquisador da Universidade de Nova York. Deu aulas nas universidades de Princeton, Sorbonne e Osaka. Escreveu "Ponto de fuga". Participou de diversas coletâneas organizadas por Adauto Novaes Guilherme Wisnik é doutor pela USP, da qual é professor. Escreveu: “Lucio Costa”, “Caetano Veloso”, “Dentro do nevoeiro: arquitetura, arte e tecnologia contemporâneas" e “Dentro do nevoeiro”. Participou de diversas coletâneas organizadas por Adauto Novaes. Luiz Camillo Osorio é professor do Departamento de Filosofia da PUC-Rio. Foi curador do MAM Rio. Participou do pavilhão brasileiro na Bienal de Veneza de 2015 e da exposição “Calder e a Arte Brasileira”. Escreveu “Olhar à margem”, além de ensaios e críticas em revistas e catálogos. Físico e doutor em Cosmologia, Luiz Alberto Oliveira foi pesquisador do Grupo de Cosmologia, Relatividade e Astrofísica do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Foi Curador Geral do Museu do Amanhã do Rio de Janeiro de 2010 a 2020. Participou de diversas coletâneas organizadas por Adauto Novaes. Tania Cristina Rivera é psicanalista, escritora, curadora e professora. Atualmente é professora titular da UFF e colaboradora nos programas de Pós-graduação em Estudos Contemporâneos das Artes (UFF), Artes da Cena (UFRJ) e Teoria Psicanalítica (UFRJ). Foi ganhadora do Prêmio Jabuti, com "Arte e Psicanálise”. Larissa Drigo Agostinho é bacharel em letras português/francês pela USP, mestre em filosofia pela Universidade de Paris I Panthéon Sorbonne, mestre em literatura francesa e doutora pela Universidade de Paris IV-Sorbonne. Deu conferências e escreveu artigos sobre letras, filosofia e psicanálise. Roberto Zular é doutor em Língua e Literatura Francesa pela USP, da qual é professor. Atualmente, como desdobramento do estudo da recepção de Paul Valéry no Brasil, sua linha de pesquisa principal está ligada ao estudo da VOZ, especialmente a relação entre corpo e escrita e um outro modo de pensar as noções de historicidade e ritmo. Lilia Schwarcz é historiadora e antropóloga brasileira. É doutora em antropologia social pela USP e professora dela. Escreveu livros importantes como “Raça e diversidade”, “As Barbas do Imperador” (ganhador do Prêmio Jabuti), "A longa viagem da biblioteca dos reis” e “Brasil: uma Biografia”. Acauam Oliveira é bacharel, mestre e doutor em Letras pela USP. Voltou-se para o campo da canção popular brasileira enquanto era professor da educação básica em São Paulo. Atualmente é professor adjunto da Universidade de Pernambuco. É autor do prefácio do livro "Sobrevivendo no Inferno", dos Racionais MC’s. Renato Lessa é professor da PUC-RJ, professor titular de filosofia política da UFF e pesquisador associado do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Membro da Ordem Nacional do Mérito Científico, Renato Lessa presidiu a Biblioteca Nacional. Escreveu “Veneno pirrônico – ensaios sobre o Ceticismo” e diversos ensaios para livros organizados por Adauto Novaes. Pedro Duarte é Professor-Doutor do Departamento de Filosofia da PUC-Rio. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq e Pesquisador do Programa Jovem Cientista do Nosso Estado da Faperj. Ocupou, no Pós-doutorado, a Cátedra Fulbright de Estudos Brasileiros na Universidade Emory (EUA). Escreveu “O ensaio como narrativa". Yudith Rosenbaum é professora de Literatura Brasileira na Usp. Sua abordagem aproxima-se da psicanálise. Dedica-se às literaturas de Clarice Lispector e João Guimarães Rosa. Foi aluna de João Luiz Lafetá. Escreveu “Crítica literária e psicanálise”.
PROJETO ARQUIVADO.