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O projeto visa a realização do documentário "Iguape, a Vida Caiçara e Seus Cantos".
O documentário pretende fazer uma ponte entre as riquezas naturais e culturais do povo caiçara. Retratar esses dois aspectos da região de Iguape é fazer um registro sobre o modo de vida e os saberes de uma comunidade tradicional que se desenvolveu e sobreviveu conservando o meio ambiente e suas tradições. “Os caiçaras representam um forte elo entre o homem e seus recursos naturais, gerando um raro exemplo de comunidade harmônica com o seu ambiente.”, segundo o analista ambiental Daniel Toffoli e Gustavo Mansur mencionam em seu artigo. Os dois aspectos a serem registrados são: 1. As áreas naturais preservadas de Mata Atlântica com sua biodiversidade, especialmente a avifauna e a atividade de observação de aves. 2. O modo de vida caiçara com sua cultura de subsistência, dando ênfase à arte da dança e costumes dos grupos de fandango e da música dos Mestres da Rabeca, incluindo o trabalho dos luthiers que existem na cidade. A classificação indicativa etária é livre.
OBJETIVO GERAL O objetivo deste projeto é realizar um documentário de média metragem sobre o conjunto de atrações naturais e culturais da região de Iguape, cidade do Vale do Ribeira, litoral sul do Estado de São Paulo. Os temas centrais são: o remanescente de Mata Atlântica com sua biodiversidade junto à atividade da observação de aves e a preservação da cultura dos povos tradicionais caiçara com seu modo de vida, seus saberes e sua arte do fandango, a fim gerar um produto audiovisual confiável que promova e divulgue a região para atividade do turismo de natureza, de base comunitária e da observação de aves. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto documentário: realizar o documentário "Iguape, a Vida Caiçara e Seus Cantos" com a duração de 30 minutos. 2) CONTRAPARTIDA: Realizar 02 sessões de exibições gratuitas para a comunidade caiçara, seguida de uma conversa sobre o processo de produção do documentário com a Produtora Executiva/Assistente de Direção, a Produtora/Editora/Finalizadora como ação formativa e representante da comunidade caiçara. 3) CONTRAPARTIDA: Realizar 01 sessão de exibição gratuita em uma escola pública da cidade de Iguape, seguida de uma conversa sobre o processo de produção do documentário com a Produtora Executiva/Assistente de Direção, a Produtora/Editora/Finalizadora como ação formativa e representante da comunidade caiçara. 4) CONTRAPARTIDA: Fornecer cópia do documentário para a comunidade caiçara, para a Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Turismo (SECET) e para a Secretaria de Educação de Iguape em mídia pen drive e por meio de links. 5) CONTRAPARTIDA: Disponibilizar link com cópia do documentário para a Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo. 6) CONTRAPARTIDA: Veiculação do documentário em uma TV Pública. 7) CONTRAPARTIDA: Disponibilizar o documentário no YouTube com acesso livre e gratuito. 8) CONTRAPARTIDA: Promover a descarbonização do projeto. 9) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Contratar um guia local para acompanhar a equipe na pré-produção e nas gravações. 10) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Contratar um assistente de produção local para acompanhar a equipe na pré-produção e nas gravações. 11) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Contratar um profissional de making of local para acompanhar a equipe na pré-produção e nas gravações. 12) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Contratar um cinegrafista local para os dias de gravações. 13) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Incremento financeiro de até 15 mil reais para até três Associações Culturais da cidade a fim de viabilizar melhorias pontuais, como por exemplo: adequações ou manutenções físicas em geral ou de acessibilidade da sede, compra de materiais ou equipamentos, serviço para adequação de site, serviço de tradução de comunicação para o inglês ou ainda conforme necessidade apresentada por representante legal. 14) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Incremento financeiro de até 15 mil reais para até três comunidades caiçaras a fim de viabilizar melhorias pontuais para receptivo de turistas, como por exemplo: adequações ou manutenções físicas em geral ou de acessibilidade da sede, compra de materiais ou equipamentos, serviço para adequação de site, serviço de tradução de comunicação para o inglês ou outras necessidades apontadas por representante legal. 15) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Verba de até 5 mil reais a ser utilizada como remuneração aos entrevistados pelo tempo dispensado durante as gravações das entrevistas, direitos de imagens e de vozes.
A região de Iguape, no Vale do Ribeira, Estado de São Paulo, reúne inúmeras singularidades e é pouco divulgada especialmente como destino para o ecoturismo, o turismo cultural e o turismo de base comunitária, atividades que visam a integração junto à natureza de forma sustentável e valorizam identidades e saberes tradicionais, enquanto ativam a economia local. Abordar e divulgar as riquezas naturais e culturais da região de Iguape por meio do documentário é colaborar para a preservação do patrimônio natural e imaterial, e, sobretudo, contribuir para que comunidades tradicionais, carentes sob vários aspectos, sobrevivam de forma sustentável. O projeto visa também auxiliar o desenvolvimento da cadeia cultural e do turismo de natureza já que prevê a destinação de verbas às comunidades caiçaras, às associações culturais e à remuneração dos entrevistados. Submeter este projeto ao apoio dos Mecanismos de Incentivo à Cultura, Lei 8.313/1991, se faz imprescindível para a obtenção de financiamento para a produção da obra, e citamos o Art. 1º, incisos "IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;" e "V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;", nos quais o projeto se enquadra. Ainda ressaltamos que o objetivo a ser alcançado está de acordo com o Art. 3º, item "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural" da mesma Lei. Com território de 1.964 km², o maior do Estado, e aproximadamente 31 mil habitantes (segundo censo de 2020), Iguape tem imensas áreas naturais preservadas em Estações Ecológicas e no Estuário do Lagamar, tombado pela UNESCO como Patrimônio Natural da Humanidade, e é o maior trecho contínuo de Mata Atlântica do Brasil, que, somado aos trechos do Paraná e Santa Catarina, forma o maior contínuo de Mata Atlântica ainda existente no mundo. O maciço da Juréia, em Iguape, abriga seis Unidades de Conservação, fundamentais para a preservação da biodiversidade e das comunidades tradicionais do litoral paulista. O interesse pela observação de aves cresce internacionalmente e essa região é um destino com potencial a ser desenvolvido. Segundo a Fundação Florestal há cerca de 120 espécies de aves só na Estação dos Chauás, que concentra espécies ameaçadas de extinção, e mais de 470 espécies em áreas vizinhas. Um evento anual, o Global Big Day, acontece simultaneamente em todo o mundo em que milhares de pessoas de vários países se dedicam à observação e registro fotográfico de aves na natureza. No Brasil, o Centro Nacional de Pesquisa de Aves (CEMAVE) do ICMBio apoia o evento e incentiva a participação dos amantes dos pássaros. O último evento, realizado em maio de 2024, reuniu 1.067 observadores de aves, que registraram 1.205 espécies diferentes no Brasil, durante as 24 horas do desafio, e São Paulo é o Estado líder no número de espécies registradas: 525, ficando à frente do Mato Grosso, de Santa Catarina, de Minas Gerais e do Paraná. Por outro lado, ressaltar a cultura caiçara é falar da miscigenação entre indígenas, negros quilombolas e portugueses, e dar sustentação à preservação desse patrimônio imaterial, imprimindo nas gerações mais jovens a autoestima e o orgulho por sua ancestralidade, ancorando o propósito da conservação de costumes e do meio ambiente. Segundo o artigo do analista ambiental Daniel Toffoli e Gustavo Mansur, "a população tradicional caiçara é hoje um dos últimos traços visíveis do momento da criação do povo brasileiro." A cientista social e musicista Kilza Setti diz: "o povo caiçara no litoral sudeste guarda preciosas tradições religiosas e profanas. A dança da fita, congada, festa do divino, chiba, dança de São Gonçalo, entre diversas outras, são expressões culturais ainda comumente praticadas. Essas danças e músicas compõem o repertório de músicas caiçaras, o fandango." Em nossas pesquisas prévias, conversamos com Mayara Nardes, neta de indígena, bisneta e filha de negros, cuja família vive no modo autêntico de vida caiçara. Ela nos conta: "Eu nasci em Iguape. A minha família paterna é caiçara, ou seja: ele é pescador, assim como meus tios, meus primos, toda minha família, e reproduzem modos de ser e saberes ancestrais, que envolvem a forma de cultivar, a medicina natural, a forma de se relacionar com a terra e o sentido de comunidade. Meu pai vive hoje na área onde ele nasceu, num bairro chamado Enseada, em cima do morro do Cristo de Iguape. Os vizinhos dele são irmãos, sobrinhos. Todo mundo foi formando família e fazendo sua casinha. Tem muitas relações consanguíneas nesse rolo, inclusive tem pesquisa acadêmica sobre isso. Na área que meu pai vive, a cidade já chegou. Hoje tem pessoas que não são de lá e compraram terra, pousada etc. Mas, em Iguape profundo, tem a Jureia, onde existe comunidades caiçaras numa enorme luta pelo direito de viver, de reproduzir sua cultura. É um conflito de terra de décadas, em que ocorre ao longo do tempo uma expulsão por cansaço. Alguns deles permanecem lá nessa área, que hoje tem uma denominação de parque ecológico, e lá reproduzem seus modos de viver, suas tecnologias, costumes, a música, o fandango, por exemplo, que é uma manifestação muito importante de lá, o artesanato de fibras naturais, o trabalho com a mandioca." Mayara Nardes é bacharel em Filosofia pela UNICAMP, tem extensão universitária em Museologia e Educação Museal e Pós-Graduação em Educação Musical. A globalização traz muitas vantagens, mas, infelizmente, há desvantagens. Estamos sofrendo um apagamento progressivo do nosso folclore e de suas manifestações culturais mais autênticas, principalmente nas grandes cidades, o consumo é pasteurizado. É importante ressaltar as nossas raízes como povo para promover a identificação como Nação.
Esse projeto se preocupa em ser sustentável em suas atividades e assumiremos dois procedimentos essenciais para assegurar esse aspecto. Planejamos fazer uso durante todas as etapas do projeto, inclusive para análise de conteúdo, de consultoria especializada em Ecoturismo e Desenvolvimento Sustentável por meio da contratação da profissional Paula Arantes, cuja mini bio segue abaixo e dispensa maiores comentários. "Paula Arantes é graduada em administração hoteleira, tem pós-graduação em turismo ambiental e é fellow do programa internacional LEAD de formação de lideranças para o desenvolvimento sustentável. Tem mais de 28 anos de experiência em planejamento e operacionalização de destinos de ecoturismo, turismo de base comunitária e em adoção de boas práticas para a sustentabilidade. Atuou em projetos para entidades socioambientalistas (SOS Mata Atlântica, WWF Brasil, Instituto Floresta Viva, ISA, TNC, Conservação Internacional, entre outras), do trade (Adventure Sports Fair e Associação Garupa), instituições governamentais (destinos), para o setor privado (RPPNs e propriedades particulares) e em programas internacionais de capacitação corporativa com foco na interação intercultural, utilizando processos participativos para o envolvimento e desenvolvimento comunitário. Coordenou as 14 edições do Fórum Interamericano de Turismo Sustentável (FITS), na Adventure Sports Fair. Operacionalizou e facilitou expedições de turismo comunitário em Terra Indígena na Amazônia, médio Rio Negro, pelo projeto Serras Guerreiras de Tapuruquara, parceria da Garupa com o Instituto Socioambiental. Contribuiu em consultorias pela Garupa, para a The Nature Conservancy, com o aprimoramento do turismo indígena Haliti-Paresi no Mato Grosso e recentemente, pela Seleção Natural, para a co-criação da Futuri, uma aliança para o turismo regenerativo no Extremo Sul da Bahia." A segunda ação é ser Carbono Neutro. Utilizaremos os serviços da empresa HARBOR Adventures/Compensei que estima a emissão aproximada de 50 toneladas de CO2 por meio das atividades que serão desenvolvidas durante as etapas de trabalho do projeto. A compensação das emissões de gases de efeito estufa será feita através do Modelo de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), que tem demonstrado sua importância para a conservação e restauração de áreas de manguezais, especificamente nos manguezais do Porto Veloso em Raposa, Maranhão, em colaboração das marisqueiras locais que participam ativamente na conservação desse ecossistema vital e que serve como fonte de renda para as comunidades. Será o primeiro documentário Carbono Neutro na Região Sudeste e da Mata Atlântica.
Adotaremos na captação e finalização o formato digital com resolução Full HD (1920x1080). Nas captações serão utilizados a Câmera BlackMagic Ursa G2 com fonte, tripé, cartões SSD T5 500gb, microfones de lapela, iluminação Lightpainel 50x50 com tripé, rebatedores, filtros, jogo de lentes. A finalização terá masterização de cor (tratamento de cor) e masterização de áudio.
PRODUTO: DOCUMENTÁRIO Medida de acessibilidade para PcD Visual e Intelectual: Audiodescrição Medida de acessibilidade para PcD Auditiva: Janela com tradução em LIBRAS, legendas e legendas descritivas Nos dias das exibições haverá um profissional especializado para receber as pessoas com deficiência física, visual e auditiva.
Conforme o Artigo 28 da IN no 01/2023, a medida a ser adotada no projeto para ampliação do acesso será a “IV” ao disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das gravações do documentário, produto principal, e a “V” ao garantirmos a captação e veiculação de imagens das gravações por rede pública de televisão local/regional. Nossa assessoria de comunicação se encarregará de enviar releases para a imprensa local, de fazer contato e de agendar entrevistas com um representante da equipe técnica e da comunidade caiçara, além do trabalho de assessoria que será feito com a imprensa regional, estadual e nacional. Para facilitar o trabalho da imprensa, vamos disponibilizar material gravado para elaboração de matérias. O documentário será exibido de forma gratuita e nessa ordem: · 02 sessões para a comunidade caiçara, seguida de uma conversa sobre o processo de produção do documentário com a Produtora Executiva/Assistente de Direção, a Produtora/Editora/Finalizadora como ação formativa e um representante da comunidade caiçara; · 01 sessão em uma escola pública da cidade de Iguape ou espaço público indicado pela administração pública da cidade, seguida de conversa sobre o processo de produção do documentário com a Produtora Executiva/Assistente de Direção, a Produtora/Editora/Finalizadora como ação formativa e um representante da comunidade caiçara; · em uma TV Pública; · na Internet, via YouTube Faremos a distribuição gratuita do documentário por meio da entrega de pen drives e/ou envio de link para a Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Turismo (SECET) e para a Secretaria de Educação de Iguape, com quem já estamos em contato, após a exibição em TV e a disponibilização do documentário no YouTube. Esta ação tem como objetivo a utilização do documentário como ferramenta de trabalho e de educação, tanto para os guias turísticos locais, quanto para os professores, que farão o papel de agentes multiplicadores da cultura local e da região como destino turístico.
ANA RITA ARANHA FERRACIOLLI Proponente, Produtora Executiva, Assistente de Direção, Assistente de Produção e Audiodescritora Ana Rita Aranha é formada em Comunicação Social pela ESPM. Começou como Atendimento na agência Salles Interamericana e depois na MPM. Migrou para a produção cinematográfica, produzindo inúmeras campanhas publicitárias para as maiores empresas e agências do país, tais como: Volkswagen, Ford, Fiat, Nestlé, Banco Itaú, Bradesco, e as agências Almap, Talent, DPZ, JW Thompson, McCann Erickson, Salles, MPM entre outros. Com a experiência nesse mercado, passou a atender clientes diretamente, como Projeto Rondon/SECOM, Instituto Arruda Botelho e a Camargo Correa Metais, e desenvolveu projetos de comunicação, culturais e documentários. Foi consultora UNESCO para o Ministério do Esporte/Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem, para o desenvolvimento de produtos audiovisuais educativos. Nos seis últimos anos esteve à frente da produção de diversos programas na TV Cultura, como Café Filosófico, Descobrindo o TCE, o documentário “Elis, 70”, uma série sobre a história da aviação comercial brasileira e os 100 anos da Semana de Arte Moderna. Com formação também em audiodescrição, realizou trabalho para acessibilidade do Relatório Anual 2022 e 2023 da VWFS e LM Mobilidade, 65 vídeos-aulas para a FTD/MEC, vídeos corporativos e em eventos culturais para a ONG Ritmos do Coração e a Orquestra Filarmônica de Santo Amaro. MAURICIO DE AGUIAR VALIM Diretor Geral e Diretor de Fotografia Mauricio Valim é formado em Comunicação Social, habilitação Rádio e TV pela FAAP e pós-graduado em Marketing e Propaganda pela Universidade São Judas Tadeu (USJT). Começou a trabalhar com 16 anos na Odil Fono Brasil com dublagem e em 1981, aos 19 anos, ingressou na TV Cultura como operador de áudio. Fez carreira na emissora exercendo as funções de cinegrafista, repórter cinematográfico, diretor de TV. Hoje é diretor de programa e responsável pela implantação de novos projetos. Dirigiu inúmeros programas e especiais musicais, de entrevistas, festivais e premiações para a grade de programação da TV Cultura e outras emissoras de TV, dentre eles, Viola, Minha Viola; Persona em Foco; Bem Brasil; Manos e Minas; Brasil Toca Choro, exibido internacionalmente; Jazz Sinfônica Convida; Nana Caymmi & Jazz Sinfônica de Nova Iorque; Winton Marsalis & Lincoln Center Jazz Orchestra; Teko Arandu - Viver Guarani; Rock In Rio 2001; Free Jazz Festival; Avon Women In Concert; Rumos Musicais; Especial Saudades de Jobim com o quarteto Jobim Morelenbaum; Prêmio SHARP. No formato documentário, dirigiu FNAC 10 anos – Encontros com a Fotografia e, como repórter cinematográfico, nos documentários premiados Avenida Ipiranga e Dívida Externa. Hoje, dirige o programa Balaio com Renato Teixeira e seu filho Chico e desenvolve mais 3 projetos a serem lançados na grade da TV Cultura. Foi professor na FAAP (1986-1992), no IMES (1999-2001) e na USJT (1996-2001). Coordenou e ministrou o curso "Los Ninhos Y Programas Periodicos" para diretores e produtores de TV da América Latina, realizado em Quito, Equador. Desenvolveu o site www.tudosobretv.com.br, referência em Comunicação Social, no Brasil e no exterior. SORAYA DA COSTA E SILVA PINTO DE AGUIAR VALIM Assistente de Produção, Editora, Finalizadora e Legendagem Soraya Costa é formada em Comunicação Social e pós-graduada em Marketing e Propaganda pela Universidade São Judas Tadeu (USJT). Possui curso de locução pelo SENAC. Começou como apresentadora do Radar, programa de Esportes Radicais pela TV Gazeta e fez locuções para a Atração Fonográfica e Joli. Co-autora do livro “História da TV via Embratel”. Foi coordenadora de produção e edição das produtoras Tom Brasil, Rentalcam e Studio SA. Trabalhou como produtora pelo History Channel; Programa Do Além com Teresa Guilherme, exibido pela SIC; Tagarelas, programa exibido pela TV Bandeirantes, 4 edições do TELETON. Especializou-se em edição e finalização de musicais e documentários. Pela TV Cultura: Me Diz Onde Dói da Casa TPM; Capas do Brasil, interprogramas dos trabalhos de Elifas Andreato; especial de final de ano Até Amanhã – 110 Anos Noel Rosa; Um Abraço Em Beirute, especial de 2 horas; 05 especiais de 1h de duração sobre a vida e a obra de Paulo Cesar Pinheiro. Principais DVDs: Angela Maria Estrela da Canção Popular, CAUBY PEIXOTO - 60 Anos de Música, Pixote 15 Anos, Grupo Paranga, Anastácia. Principais documentários: FNAC 10 anos e Elas aos 50 para a artista plástica Claudia Colagrande. Fez edição de audiodescrição para 65 vídeos-aulas com a audiodescritora Ana Rita Aranha para FTD/MEC. Atualmente, edita um projeto musical do DUO Rafael Beck e Felipe Montanaro, composto de 12 clipes.
Situação ajustada.