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PRONAC 250348Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A Praga Arrogante

FRANCISCO DE ASSIS CARDOSO SOBRINHO
Solicitado
R$ 297,7 mil
Aprovado
R$ 297,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2025-01-15
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Trata-se da produção de uma animação 3D, em QHD, com cerca de 8 minutos e sem diálogos sobre um futuro próximo, com cidades cheias de fuligem, pouca água e plantas quase sem vida, em que as pessoas interrompem tudo para contemplar as raríssimas manifestações da natureza. Voltada a todos os públicos, de todas as idades, a intenção é que, após o lançamento, em Curitiba, ela seja inscrita em diversos festivais nacionais e internacionais de animação e meio ambiente e, por fim, disponibilizada livremente na internet.

Sinopse

Num futuro próximo, pouca gente circula pelas ruas cobertas de fuligem em uma grande cidade. A poluição é palpável e quase nunca chove, apesar das nuvens ameaçadoras que parecem grudadas no céu. Água, só de quatro em quatro dias. O sol pode queimar, literalmente. Nos parques, árvores escuras retorcidas, lagos quase secos e uma vegetação amarronzada dão o tom. O canto dos pássaros imita sons mecânicos. Eles têm penas sujas, falhas, e os humanos peles pálidas e ressecadas. Coisas artificiais são mais coloridas que as naturais, apesar de muitas estarem sujas e desbotadas. Tempestades e vendavais viram catástrofes. A natureza agoniza e, quando se manifesta, é de forma exagerada e magnífica, a ponto de deslumbrar os seres humanos, paralisar suas atividades e lembrá-los da sua insignificância. De alguma maneira, eles se revigoram ao verem algo verdadeiramente vivo e saudável, como não existe mais. Porém, um incidente vai reverter essa situação. Com proposta narrativa fora dos padrões, a história é conduzida pelo ponto de vista do Homem, que simboliza um humano qualquer ou a humanidade toda. Um narrador em silêncio, testemunha ocular e igualmente vítima dos acontecimentos, pois até as manifestações inesperadas da vida em movimento já pertencem ao grande capital. A estética arrojada, com perspectivas inspiradas em hqs urbanas, contrapõe o ambiente degradado às impressionantes reações da natureza, que culminam com a reafirmação do seu poder sobre tudo. Quando o ser humano é contido, ela se regenera. Isso acontece através de um Bonobo que, para muitos é o elo entre humanos e animais, mamífero de espírito magnânimo, capaz de grande desprendimento. Tudo começa com o Homem passeando num parque onde peixes limosos agonizam numa água podre e os frequentadores se protegem do sol com mantas transparentes, guarda-sóis dobráveis de metal e se lambuzam com uma pasta alaranjada. Um calombo cresce lentamente num canto do gramado e todos correm pra ver. Logo, um enorme cogumelo colorido se ergue magnífico e vigoroso, metros e metros acima de todas as cabeças boquiabertas. Do nada, surgem Dois Guardas de Branco com grandes telas hi-tech transparentes, prontos pra cercar o fungo turbinado. Em seus uniformes, um logotipo formado por cifrões. Eles descobrem Dois Filhotes de Bonobo, na maior inocência ali no meio, e os expulsam com violência descomunal diante daquela gente indiferente. Então, isolam o Cogumelão. A multidão passa o dia contemplando o espetáculo. Cai a tarde e o supercogumelo vira pó diante dos admiradores. Guarda de Branco Um afasta quem se aproxima, enquanto o Dois aspira toda a poeira com uma máquina blindada. Na volta, Homem espera o trem na plataforma cheia de pessoas cansadas, curvadas ao peso de suas rotinas. Súbito, um reflexo brilhante rompe o ar estagnado. A ponta de uma asa desponta, depois duas antenas surgem no topo da estação. É uma imensa Borboleta Azul-Prateada, que desfila lenta e majestosa diante dos aplausos invisíveis e olhares extasiados. O trem chega, ninguém nota. Do nada, Dois Guardas de Branco aparecem em uma fresta mais abaixo e lançam telas hi-tech sobre ela, mas erram. A Borboletona desaparece lá no alto, assim como surgiu. Os passageiros sobem as escadas correndo, na esperança de vê-la uma última vez. O trem vai embora vazio. Todos retornam rindo e falando alto. Homem belisca uma torta de quiabo com embalagem supercolorida e tira a camisa, a caminho do banheiro. Abre o chuveiro, nada. Põe a mão na cabeça, decepcionado ao ver o calendário que marca de quatro em quatro dias com uma gota azul. Ele come a torta e esfrega a fina gordura escura sobre sua pele com lenços umedecidos daquela meleca alaranjada. Pingos pretos caem sobre o prato. Homem desembarca de um ônibus colorido e desbotado na área rural, onde a natureza é pouco mais viçosa. Agricultores colhem verduras feias e subdesenvolvidas, folhas verdes já nascem murchas. Alto uso de agrotóxicos. Ele anda por ali, tentando espairecer. Mais adiante, um pequeno fio verde brota da terra e ganha volume. Sua coroa amarela desabrocha e um gigantesco Girassol toma forma, já com pose de soberano. Todos correm para apreciar o fenômeno. Dois Guardas de Branco surgem do nada com telas hi-tech e examinam os circunstantes, até encontrarem um Velho Bonobo, de aspecto sábio e tranquilo, em completa sintonia com a situação. Sinalizam rudemente e o ameaçam, tentando enxotá-lo dali, mas o Bonobo faz sinal pacífico e continua numa boa. Os dois abrem caminho e partem pra cima do primata, que apenas se desvia dos golpes. Num dos movimentos, sem querer ele estica a tela high-tech e, quando o Guarda de Branco Um vai atacá-lo, acaba se enrolando nela. A tela se fecha e o imobiliza. Nesse exato momento, uma grama verde nasce e flores se espalham ao redor. Guarda de Branco Dois parte pra cima do pacato Bonobo e também acaba enrolado. Imediatamente, arbustos começam a crescer, roedores e aves pequenas circulam por ali. Todos transbordando saúde. Homens mais próximos tentam agredir o sábio macaco e acabam presos nas telas. A cada humano imobilizado, a natureza se recupera um pouco. Novas aves e animais e ajudam a entelar outros humanos. O ambiente se torna cada vez mais sadio e verdejante. Um animal se aproxima bem rápido e faz um movimento de um lado pra outro. A imagem fica meio desfocada, como se agora nós todos enxergássemos de dentro de uma tela. Lá fora, a natureza continua se multiplicando. E animais, flores, frutas, insetos e pássaros invadem toda a cena, esbanjando vida.

Objetivos

Objetivos gerais Criar uma animação de qualidade técnica e apelo artístico capazes de fazer as pessoas refletirem sobre o futuro sombrio que nos espera, caso não sejam tomadas medidas urgentes para deter a destruição do planeta. Produzir uma obra que espalhe beleza e encante plateias ao redor do mundo, enquanto lembramos que somos apenas mais uma dentre as inúmeras espécies na superfície da Terra. Que, por sinal, passaria bem melhor sem a gente. Utilizando a ficção, retratar o cenário de destruição atual de forma levemente exagerada, com o objetivo de chamar a atenção para onde estamos nos encaminhando. Contribuir com a elevação da qualidade da animação brasileira e sua divulgação em diversas plataformas. Contar uma história que diz respeito a todos nós, sobre um futuro desolador, que permanecerá acessível por tempo indefinido a qualquer pessoa, pela internet. Tratar de um tema universal, porém pouco abordado na ficção e animação, de maneira poética e contundente, a fim de que a emoção despertada se torne gatilho para a ação e reflexão. Levar uma mensagem ambiental a todos os cantos do planeta, uma vez que não depende da barreira da língua. Mostrar que, nesse caso, a ficção está tão distante da realidade. Objetivos específicos Produzir uma obra de qualidade, que seja selecionada em diversas mostras pelo mundo, conquiste alguns prêmios e sensibilize plateias das mais diferentes nacionalidades com uma mensagem de fácil compreensão. Mostrar que, mesmo que muitos não percebam, nesse exato momento, a natureza se esforça duramente para sobreviver a tantos maus-tratos -e nos manter vivos. Evidenciar que qualidade de vida e preservação ambiental estão intimamente ligadas e que as decisões importantes obedecem a interesses econômicos. Lembrar aos mais diversos públicos da urgência da preservação do planeta, antes que seja tarde demais. Falar de isolamento social, individualismo e comportamentos coletivos massificados, cada vez mais presentes. Alertar sobre o risco de escassez de água, recurso fundamental para a manutenção da vida. Colaborar para que a preocupação com questão ambiental atinja um número cada vez maior de pessoas. Destacar que o ser humano não é mais importante que os outros seres vivos e que não há motivos para sua imensa arrogância.

Justificativa

A arte é instrumento fundamental na promoção da inclusão social. Nossa proposta se enquadra nos incisos I, II, VII e IX do Artigo 1º da lei 8313/1991, e nos incisos IIa) e IVa), do Artigo 3º. Optamos pela Lei Federal de Incentivo à Cultura porque é a ferramenta mais eficiente de valorização da arte nacional e da democratização ao seu acesso, pois independe da sazonalidade dos editais e, por sua abrangência, possibilita uma ligação maior entre o artista e o público. Nossa proposta trata de um tema bastante atual e necessário, já que os extremos climáticos se agravam e os desastres ambientais estão cada vez mais devastadores. A destruição do planeta se aproxima do ponto de não retorno. Não faltam sinais de que a Terra pede socorro, mas muita gente ainda insiste em ignorar. São raras as atitudes drásticas dos governantes e menos ainda dos responsáveis pela situação, obcecados por lucros. Principalmente, porque essa sede insaciável por recursos naturais costuma prejudicar os grupos menos favorecidos. Uma questão urgentíssima. Basta lembrar que, em julho desse ano, uma matéria no jornal O Globo citou polêmico estudo da NASA que coloca o Brasil como um dos cinco lugares inabitáveis do planeta, em 50 anos. Logo apareceu quem dissesse que não é bem assim. Talvez seja pior, pois cada mês vemos o mundo superar o recorde climático do mês anterior. Nesse momento, a Amazônia (quem diria!) enfrenta mais uma seca, queimadas atingem níveis nunca vistos no país, assim como as enchentes, poucos meses atrás. Embora não sejam tratadas com o devido destaque e seriedade, notícias assim são cada dia mais frequentes e geralmente passam despercebidas. Corre-se o risco de normalizar a catástrofe. A destruição da natureza não atinge somente plantas e animais. Ela já interfere na saúde das pessoas, agora mais expostas a alergias, doenças respiratórias e pandemias; no preço dos alimentos, que requerem mais insumos, como água, na produção e estragam mais fácil no calor; no mercado de trabalho, pois funcionários expostos a temperaturas mais altas e ambientes mais degradados custam mais caro às empresas e podem ter salários reduzidos; e até na taxa de natalidade, já que muita gente descarta ter filhos num planeta em decomposição. Enfim, basta olhar ao redor para percebermos o quanto já somos impactados. A temática ambiental é pouco explorada no cinema e menos ainda nas animações, que têm mais liberdade de inventar novos universos e facilidade em cativar os mais jovens. Ao exagerar um pouco a situação atual e levá-la a diversos formatos de telas, temos uma ótima oportunidade de expor a todos os públicos a gravidade do assunto. E uma história sem diálogos, baseada em sons e imagens de impacto, pode levar essa mensagem a qualquer lugar. Acreditamos que, ao lado da educação, a arte é o instrumento mais eficaz para promover mudanças significativas na sociedade. Propomos uma abordagem diferenciada, com tratamento visual instigante, que às vezes lembra hqs, e trilha sonora marcante, com pitadas de rock industrial, para atrair o espectador. E, primeiramente pela originalidade, depois pela identificação com situações corriqueiras, demonstrar que é preciso começarmos a nos preocupar com o destino da humanidade. Pois, quando falamos em natureza, isso inclui todos nós.

Estratégia de execução

- Apesar de acreditarmos que o roteiro funciona bem da maneira apresentada, optamos por incluir duas consultorias especializadas (script-doctors), a fim de extrair o máximo potencial de sua estrutura narrativa diferenciada, de forma a aperfeiçoar o resultado final. As duas, de patamares diferentes (uma de renome nacional, outra de um site de roteiristas), para melhor avaliação da aceitação ou não das sugestões. - Com relação ao impacto ambiental, por se tratar de uma animação, produzida quase totalmente em estúdio ou parte em home-office, os impactos ambientais são muito menores que uma live-action, que demanda deslocamentos, alimentação, cenários, etc. As equipes presenciais são contratadas conforme a demanda dos projetos, por tempo determinado. O estúdio não utiliza copos descartáveis, a água consumida vem de filtros de barro, evitando galões de plástico. Além disso, o verso das folhas impressas serve de rascunho, antes de serem encaminhadas para reciclagem. Pequenas ações, mas significativas. - A Canindé Mox Studios é uma associação entre a Canindé Filmes (https://canindefilmes.com.br) e o Mox Studios (https://moxstudios.com.br) e, se os valores destinados a ela ultrapassarem o teto da lei, não significa que ela irá recebê-los, pois efetivamente se destinam ao pagamento dos diversos integrantes da equipe de produção, e poderão ser comprovados através do fornecimento de notas fiscais, pois é assim que funciona a indústria do audiovisual. - Ao final do projeto, faremos solicitação para utilizar o rendimento da aplicação dos recursos nas taxas de inscrição para mostras e festivais, comprando créditos adiantados, quando possível, em plataformas como Festhome, Freeway, Shortfilmdepot, que porderão ser comprovados até a prestação de contas final. Caso não seja possível, usaremos recursos próprios para as inscrições.

Especificação técnica

Animação digital 3D com duração aproximada de 8 minutos, formato de vídeo QHD (Quad HD, 2560x1440p, 16:9, 24fps). O visual da animação será estilizado, imagens em profundidade, mais voltado para o realista em termos de proporção, com acabamento estilizado 2D usando sombras duras e contornos evidentes. Perspectivas ousadas, em vários momentos lembrando linguagem de hqs. A animação será produzida em um motor de jogos gratuito desenvolvido pela Epic Games, a Unreal Engine, com renderização em tempo real para garantir otimização em tempo de render. A edição e finalização serão feitas no software DaVinci Resolve.

Acessibilidade

Por não apresentar diálogos, a animação terá apenas audiodescrição e legenda descritiva (closed-caption) como recursos de Assessibilidade de Conteúdo. As contrapartidas sociais voluntárias devem acontecer nos próprios espaços já frequentados pelo público-alvo em suas atividades rotineiras, no caso, escolas e grupo escoteiro. Por isso, não haverá necessidade de adaptações para Acessibilidade Física durante as ações.

Democratização do acesso

Nenhum item relacionado ao trabalho será comercializado e todas as exibições da animação serão gratuitas, desde o seu lançamento. Findo o circuito de festivais, o curta será disponibilizado livremente na internet. Pretendemos realizar uma ação cultural voluntária, voltada ao público infantil e infantojuvenil, com: - Duas exibições da animação em uma escola pública municipal, seguidas de bate-papos com os alunos sobre o vídeo e a questão ambiental. - Duas exibições da animação em uma escola pública estadual, seguidas de bate-papos com os alunos sobre o vídeo e a questão ambiental. - Uma exibição da animação para um grupo escoteiro de Curitiba, seguida de bate-papo com os integrantes sobre o vídeo e a questão ambiental. Além de ser uma excelente experiência, essa ação também servirá como teste de audiência com uma parte muito importante do público-alvo.

Ficha técnica

CHICO CARDOSO - Coordenação Geral - Produção Executiva - Roteiro - Direção Roteirista e diretor audiovisual (DRT 34317/PR). Jornalismo e Psicologia na Universidade Federal do Paraná, não concluídos. Ex-repórter na Folha de S. Paulo, Gazeta do Povo, A Notícia e várias publicações especializadas. Ex-redator publicitário na Datamídia FCBi, MPM Sunset, GreyZest, Fábrica, Exclam e Ishiki, entre outras. Escreveu e editou os livros: Árvores de Curitiba (Lei Municipal de Incentivo à Cultura, 2004) e Cia do Abração -Uma Pequena História (Lei Municipal de Incentivo à Cultura, 2010). Roteirizou, dirigiu e produziu o curta-metragem Mãos à Lata (Lei Municipal de Incentivo à Cultura, 2013), selecionado no Festival Cine Eco, Seia, Portugal; e o média-metragem Árvores de Curitiba (Lei Rouanet, 2015). Roteirizou e dirigiu a animação Vai e Volta (Edital Resíduos Sólidos, Ministérios da Cultura e do Meio Ambiente, 2014). Também é roteirista e codiretor das animações A Face, (Edital de Produção Audiovisual, Secretaria da Cultura PR, 2019) e HUGo (Lei Municipal de Incentivo à Cultura, 2022), em produção. CANINDÉ&MOX STÚDIOS - Animação Resultado da união entre a Canindé Filmes (https://canindefilmes.com.br) e o Mox Stúdios (https://moxstudios.com.br), atua há cerca de dois anos na produção de animações e live-actions de ficção e institucionais. Seus trabalhos mais recentes são a série em animação Hera (2024), o curta animado Mel e Pedrinho (2023), a websérie DOZE (2023), e vários vídeos institucionais para o Sebrae. No momento, desenvolve os curta-metragens de animação GA-IA, e DUDA, em 3D, e HUGo, em 2D. CARLA HENZE - Produção Formação Universitária em Gravura pela Escola de Música e Belas Artes Paraná -EMBAP. Especialista em Cinema com ênfase em Produção pela UNESPAR.) Especialista em Infografia pela UTFPR, Especialista em Cinema – Projetos e Processos pela Universidade Positivo -UP. Atualmente cursando especialização em Inteligência Artificial pela UTFPR. Entusiasta do audiovisual desde 2015, quando iniciou os estudos sobre cinema. Formação técnica em cinema pelo Centro Europeu. Fundadora da Canindé Filmes, empresa em que atua como diretora criativa. Atuou como produtora em projetos como a Criação do Centro de Memória da RPC TV em 2010 e a Exposição Comemorativa dos 50 Anos da emissora, afiliada da Rede Globo em Curitiba, em 2011. E em projetos audiovisuais como roteirista, diretora e produtora executiva, como na websérie DOZE (2024), e na animação Mel e Pedrinho (2023), contemplada na Lei Municipal de Incentivo à Cultura, 2019. É codiretora da animação HUGo, selecionada na Lei Municipal de Incentivo à Cultura (2022), em produção. RAFAEL MOX - Direção de Animação Formação Universitária em Gravura pela Escola de Música e Belas Artes Paraná -EMBAP. Especialista em Animação Digital com dupla certificação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná -PUCPR e British Columbia Institute of Technology -BCIT. Com vasta experiência em ilustração e animação, em 2009 atuou no IESDE Brasil, produzindo animações educacionais para cursos de EAD. Em 2010, fundou o Estúdio Leite Quente Design LTDA, empresa focada em atender demandas de ilustração e animação vindas de segmentos Institucionais, Publicitários e Editoriais. Posteriormente, ingressa na carreira docente ministrando cursos de curta duração de História em Quadrinhos e Ilustração no Solar do Rosário - Curitiba. Atuou também como professor e coordenador de pós-graduação em Animação Digital na PUCPR, e como professor também nos cursos de graduação da escola de Arquitetura e Design até 2019. Atualmente dedicado à produção audiovisual, tendo fundado o Mox Studios em parceria com a Canindé Filmes, trabalhando em curtas-metragens autorais como ilustrador, animador, diretor de arte e diretor de animação. É coordenador de animação no curta HUGo, selecionado na Lei Municipal de Incentivo à Cultura (2022), em produção. https://www.instagram.com/moxartstudios/ ULISSES GALETTO - Sonorização Doutor em história pela UFPR, é também músico, produtor, compositor, arranjador e designer de som para cinema e televisão (UG Audio). É professor colaborador do Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estadual do Paraná – UNESPAR. Integra o grupo FATO desde 1994, com o qual produziu 9 CDs, 3 DVDs, 13 shows, um livro de partitura e diversos videoclipes. No cinema e na TV como Designer de Som – edição e mixagem, trabalhou em dezenas de produções, entre curtas e longas-metragens e séries para a TV. Nas áreas de políticas públicas, produção cultural e artística e desenho de som – edição e mixagem, ministra disciplinas em cursos de pós-produção em diversas instituições públicas e privadas, em cursos de graduação e pós-graduação: UFPR, UNESPAR, UTFPR, PUC/PR, UNIUV e Tuiuti. Atua desde 1993 na composição de trilhas sonoras para teatro e cinema. GRACE TORRES - Trilha Sonora Mestre em Música (UFPR/2008), pianista, tecladista, compositora e produtora. Integra o grupo FATO (www.fato.org) desde 1994, que representou o Paraná no ano do Brasil na França (2005) e já gravou com Pedro Luís, Maurício Pereira e Lenine. O FATO tem sua sonoridade reconhecida por críticos no Brasil e no exterior em 9 álbuns, 2 DVDs e muito material em Vídeo (YouTube). Em 2022 o grupo realizou a Turnê Mercosul e em 2023-2024 a Turnê Paraná. Compõe trilhas sonoras para cinema, vídeo, dança e teatro - adulto, sombras e bonecos - desde 1993, sendo que desde 2013 está mais dedicada a trilhas para audiovisual: curtas, médias e longas, em documentários, ficção e animação. Desde 2006 participa de diversos projetos pianísticos com o Coletivo PianoVero. Em 2011 foi pianista intérprete em concertos das Sonatas e Interlúdios para Piano Preparado, de John Cage, com CD gravado ao vivo. Em 2016 e em 2023 o projeto fez novas turnês, apresentando-se em diversas cidades do Paraná e do Brasil. Tem experiência como docente em cursos de música no ensino superior: lecionou na graduação da UEPG/PR (2010-2011) e na FAP/UNESPAR (2005 a 2007).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.