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O projeto "A Arte de Bioconstruir" visa produzir um documentário que dissemina técnicas construtivas ecológicas e economicamente viáveis, com foco em técnicas ancestrais e contemporâneas aplicadas artesanalmente. O documentário incluirá entrevistas com especialistas e demonstrações práticas, abordando soluções sustentáveis e acessíveis para a construção civil, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O conteúdo audiovisual será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais, promovendo a conscientização sobre práticas de construção de baixo impacto ambiental e beneficiando comunidades ao apresentar soluções de baixo custo que fomentam a inclusão social e econômica.
O documentário "A arte de bioconstruir" é um projeto cultural que combina práticas de construções sustentáveis e educação comunitária. O objetivo desse projeto é documentar a construção de uma cabana, projetada com os ideais da bioarquitetura, visando a reutilização de materiais, implementação de técnicas de bioconstrução, ao mesmo tempo em que envolve a comunidade em oficinas práticas e educativas. Documentação dos processos da construção A construção da cabana será detalhadamente documentada, capturando cada etapa do processo, desde a fundação até os acabamentos finais. Especialistas em bioconstrução compartilharam seu conhecimento sobre materiais sustentáveis, técnicas inovadoras e os benefícios ambientais deste tipo de construção. O processo será explicado de maneira acessível e visualmente rica, permitindo que o público compreenda a importância e a viabilidade da bioconstrução. Oficinas educativas: Ao longo da obra, serão realizadas oficinas práticas abertas à comunidade. Essas oficinas permitirão que os participantes aprendam e apliquem técnicas de bioconstrução, como a construção de paredes de barro, instalação de telhados verdes e formas de acabamentos com rebocos e tintas naturais. As oficinas serão conduzidas por especialistas e documentadas para integrar o aprendizado prático ao conteúdo do documentário. Será cinco oficinas ao total: *Implantação de telhado verde *Técnica de vedação com terra *Reboco com terra *Tinta natural *Gestão de águas Edição e produção do documentário: O material capturado será editado para criar um documentário envolvente e informativo. A edição incluirá narrações, entrevistas com especialistas e participantes das oficinas, além de gráficos e animações que ilustram conceitos técnicos. O documentário será acessível a todos, com versões contendo audiodescrição, legendas descritivas e tradução para Libras. Apresentação e Disponibilização: O lançamento oficial de "A Arte de Bioconstruir" será realizado em um espaço cultural público no município, promovendo uma experiência de imersão e diálogo para a comunidade local. Esse evento incluirá uma sessão de exibição gratuita seguida de uma roda de conversa com os realizadores, especialistas e participantes das oficinas, incentivando a troca de ideias sobre construção ecológica e resiliente. Após o evento de lançamento, o documentário será exibido em pelo menos mais cinco instituições públicas de ensino na região, especialmente em universidades focadas em arquitetura e urbanismo, e engenharia. Em cada exibição, além da projeção, os arquitetos e especialistas envolvidos no projeto participarão de uma roda de conversa, explorando com os estudantes e participantes os princípios e práticas sustentáveis abordados. Para ampliar o acesso ao conteúdo, "A Arte de Bioconstruir" será disponibilizado gratuitamente em plataformas de streaming gratuitas. O objetivo é alcançar um público diverso e inspirar outras comunidades a integrar práticas de construção sustentável e projetos ambientais em seu dia a dia. O documentário também será enviado a universidades públicas de todo o Brasil, com destaque para os cursos de arquitetura, urbanismo e engenharia, incentivando a disseminação de técnicas que respeitem e trabalhem em harmonia com o ambiente. "A arte de bioconstruir" visa promover a conscientização ambiental, disseminar conhecimentos sobre bioconstrução e envolver a comunidade em práticas sustentáveis. Ao documentar e compartilhar essa jornada, o projeto espera inspirar um movimento em direção a construções mais ecológicas e a um estilo de vida mais sustentável.
Objetivo geral: Produção de documentário audiovisual, que visa promover a conscientização ambiental, envolvendo a comunidade em práticas sustentáveis. Objetivos específicos: Promover quatro oficinas (contemplando até 120 pessoas), durante os processos da bioconstrução, ofertando-as gratuitamente à comunidade local.Divulgar esse documentário em plataformas de acesso gratuito, promovendo o incentivo e a conscientização sobre a importância da sustentabilidade na construção civil. 1. Produzir um documentário de média metragem de até 70 minutos no formato 16:9 em FullHD, mostrando todas etapas da bioconstrução, assim como as oficinas que aconteceram nesses momentos.2. Promover quatro oficinas (contemplando até 120 pessoas), durante os processos da bioconstrução, ofertando-as gratuitamente a comunidade local.3. Levar o documentário a 5 instituições de ensino, promovendo debates sobre técnicas construtivas ecológicas e envolvendo no mínimo 500 estudantes e futuros profissionais, incentivando-os a aplicar essas práticas em seus projetos futuros."4. Divulgar esse documentário em plataformas de acesso gratuíto, promovendo o incentívo e a conscientização sobre a importância da sustentabilidade na construção civil.
O documentário "A Arte de Bioconstruir" tem como objetivo principal disseminar conhecimento sobre métodos construtivos ecológicos e economicamente viáveis, promovendo técnicas ancestrais que foram amplamente utilizadas em nossas edificações e que ainda hoje são aplicadas de forma artesanal, embora com menor frequência. Ao documentar esse projeto, buscamos alinhar-nos com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), demonstrando como a bioconstrução pode contribuir diretamente para a realização dos ODS, abordando a construção sustentável e inspirando tanto profissionais da construção civil quanto o público em geral. Este projeto se enquadra nos incisos I, II e V do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao promover a valorização, a proteção e a difusão da cultura nacional, além de estimular o conhecimento e a prática das artes, fortalecendo a cidadania cultural. O financiamento por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é imprescindível para garantir a execução desse trabalho, que não só preserva a memória de técnicas construtivas tradicionais, mas também promove o desenvolvimento sustentável, educando a sociedade sobre práticas ecológicas e engajando as comunidades locais em processos de aprendizagem e valorização cultural. Ademais, o projeto contribui diretamente para a realização dos objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei, especialmente ao incentivar a produção cultural e artística (inciso I), promover a difusão de bens culturais de valor universal (inciso II), preservar bens materiais e imateriais da história (inciso IV). Assim, o apoio da Lei Rouanet é crucial para viabilizar este documentário, que não só documenta e celebra a bioconstrução como uma forma de expressão cultural, mas também educa e conscientiza sobre a importância de práticas construtivas sustentáveis para o futuro. A construção civil é responsável por uma significativa emissão de gás carbônico para a atmosfera, o que a torna uma das indústrias mais poluentes do planeta. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o setor de construção é responsável por cerca de 39% das emissões globais de CO₂ relacionadas à energia. Com as mudanças climáticas cada vez mais presentes no nosso dia a dia, vemos que o debate sobre construir com menor impacto ambiental vem sendo não só importante, como necessário. Isso está diretamente relacionado ao ODS 13: Ação Contra a Mudança Global do Clima, que visa tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos. A bioconstrução é uma forma de se construir que utiliza técnicas ancestrais e tradicionais aliadas às soluções modernas de construções sustentáveis. Visando sempre o menor impacto ambiental, o maior conforto, promovendo saúde e bem-estar dos ocupantes e garantindo resiliência e durabilidade das edificações. Além disso, oferece benefícios econômicos e sociais, ao reduzir custos a longo prazo, apoiar a economia local e proporcionar habitações acessíveis, enquanto promove a inovação e a educação sobre sustentabilidade. Esses aspectos estão alinhados com o ODS 11: Cidades e Comunidades Sustentáveis, que busca tornar as cidades e assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. O documentário trará diversos benefícios socioambientais. Primeiramente, ele servirá como uma ferramenta educativa, aumentando a conscientização sobre a importância da construção sustentável e apresentando maneiras práticas de implementá-la. Através de uma narrativa envolvente e visualmente rica, o público aprenderá sobre a reutilização de materiais e o uso de recursos naturais, promovendo uma mudança de mentalidade em relação às práticas construtivas tradicionais. Essas ações estão em sintonia com o ODS 12: Consumo e Produção Responsáveis, que assegura padrões de produção e de consumo mais sustentáveis. Além disso, ao demonstrar técnicas de construção de baixo impacto ambiental, o documentário incentivará a redução de resíduos de construção e a preservação de recursos naturais. A promoção de materiais reciclados e naturais ajudará a diminuir a pegada ecológica das construções, contribuindo para a sustentabilidade do planeta. Isso se relaciona diretamente ao ODS 15: Vida Terrestre, que visa proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres. O projeto também destacará soluções acessíveis e de baixo custo, beneficiando comunidades de baixa renda e permitindo que mais pessoas possam construir de forma sustentável. Ao apresentar exemplos práticos e replicáveis, o documentário incentivará a adoção de práticas sustentáveis em larga escala, fomentando a inclusão social e econômica, em conformidade com o ODS 8: Trabalho Decente e Crescimento Econômico, que promove o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos. A cabana será executada no espaço Upaba, um local dedicado ao estudo, pesquisa e disseminação de conhecimentos sobre o bem-viver. Este espaço se destaca pela produção de alimentos por meio de sistemas agroflorestais, alinhando-se ao ODS 2: Fome Zero e Agricultura Sustentável, que visa acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e promover a agricultura sustentável. Também é adotada a captação e manejo sustentável das águas, em conformidade com o ODS 6: Água Potável e Saneamento, que busca garantir a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos. Além disso, são utilizadas técnicas de bioconstrução, correspondendo ao ODS 9: Indústria, Inovação e Infraestrutura, que promove a construção de infraestruturas resilientes, a industrialização inclusiva e sustentável e o fomento à inovação. Entre outras atividades, o espaço também enfatiza a utilização e, acima de tudo, a preservação e otimização dos recursos locais. A relevância cultural e científica do documentário é significativa. Ele abordará técnicas construtivas tradicionais que utilizam materiais locais e naturais, preservando e valorizando conhecimentos ancestrais. Ao incorporar entrevistas com especialistas e profissionais da área, o projeto contribuirá para o avanço da pesquisa em construção sustentável, apresentando inovações e novas abordagens. Isso apoia o ODS 9: Indústria, Inovação e Infraestrutura, que promove a construção de infraestruturas resilientes, a industrialização inclusiva e sustentável, e o fomento à inovação. O documentário "A arte de se bioconstruir" representa uma oportunidade única de promover práticas construtivas responsáveis e inspirar uma nova geração de construtores e cidadãos conscientes. Ao unir educação, sustentabilidade e inovação, este projeto não só contribui para a preservação ambiental, mas também para a construção de um futuro mais justo e sustentável.
DOCUMENTAÇÃO DOS PROCESSOS CONSTRUTIVOSO processo de construção será documentado em todas as fases, desde a fundação até os acabamentos, incluindo as oficinas práticas. Equipe: Roteirista, Produtor Cinematográfico, Diretor Artístico, Consultor Técnico, Operador de Câmera, Operador de Som, Produtor Executivo, Auxiliar de Produção, Operador de Drone.Equipamentos: Câmera Sony A7IV com lente 24-70 mm, Drone DJI Mini 3 para capturas aéreas, microfones direcionais e de lapela, iluminação portátil.Cronograma: Estima-se de 10 a 15 dias de captação.Entrega: Material bruto audiovisual documentando todas as etapas da construção.OFICINAS PRÁTICASCinco oficinas práticas serão realizadas, descritas individualmente abaixo. Telhado VerdePúblico: Até 30 participantesEquipe: Profissionais especializados e monitoresMaterial de Apoio: 30 e-books “Telhado Verde: Guia prático para iniciantes e entusiastas”Materiais e Ferramentas: Suprimentos necessários para a execução da oficinaEPI: Equipamentos de proteção individual para participantesAlimentação: Refeição para participantes e equipe durante a oficinaTécnicas de VedaçãoPúblico: Até 30 participantesEquipe: Profissionais especializados e monitoresMaterial de Apoio: 30 e-books “Planejando a sua bioconstrução”Materiais e Ferramentas: Suprimentos necessários para a execução da oficinaEPI: Equipamentos de proteção individual para participantesAlimentação: Refeição para participantes e equipe durante a oficinaReboco de TerraPúblico: Até 30 participantesEquipe: Profissionais especializados e monitoresMaterial de Apoio: 30 e-books “Planejando a sua bioconstrução”Materiais e Ferramentas: Suprimentos necessários para a execução da oficinaEPI: Equipamentos de proteção individual para participantesAlimentação: Refeição para participantes e equipe durante a oficinaTinta de TerraPúblico: Até 30 participantesEquipe: Profissionais especializados e monitoresMaterial de Apoio: 30 e-books “Planejando a sua bioconstrução”Materiais e Ferramentas: Suprimentos necessários para a execução da oficinaEPI: Equipamentos de proteção individual para participantesAlimentação: Refeição para participantes e equipe durante a oficinaGestão de ÁguasPúblico: Até 30 participantesEquipe: Profissionais especializados e monitoresMateriais e Ferramentas: Suprimentos necessários para a execução da oficinaEPI: Equipamentos de proteção individual para participantesAlimentação: Refeição para participantes e equipe durante a oficinaEDIÇÃO E PRODUÇÃO DO DOCUMENTÁRIOMontagem do material bruto captado durante as oficinas e todas as etapas da construção. Equipe: Editor de Vídeo, Motion Designer, Editor de Som, Especialista em Legendagem, Intérprete de LibrasFerramentas: Adobe Premiere Pro, softwares de edição de som, Adobe Illustrator, Adobe Photoshop, Adobe After EffectsEntrega: Documentário finalizado em formato 16:9, com até 70 minutos de duração, em resolução Full HDAPRESENTAÇÃO E DISPONIBILIZAÇÃOO lançamento oficial de "A Arte de Bioconstruir" será realizado em um espaço cultural de acesso público, priorizando a inclusão e o engajamento de todos. O evento contemplará uma exibição gratuita do documentário, seguida de uma roda de conversa com especialistas, realizadores e participantes das oficinas, visando reunir pelo menos 300 pessoas da comunidade local. Após o lançamento, outras cinco exibições estão programadas em instituições públicas de ensino, com foco em universidades de arquitetura e urbanismo, e engenharia. Cada sessão incluirá a presença de arquitetos envolvidos no projeto e uma roda de conversa para discussão das técnicas sustentáveis abordadas, esperando-se um público de até 100 pessoas em cada debate. Para maior alcance, o documentário será disponibilizado gratuitamente em plataformas de streaming, ampliando seu acesso e inspirando outras comunidades a adotar práticas de construção sustentável e engajamento ambiental.
Medidas de Acessibilidade nas Oficinas: Atitudinal - Todos os oficineiros serão treinados para acolher e apoiar adequadamente pessoas com deficiências. Caso algum dos participantes tenha uma deficiência, o projeto se compromete a fazer as adequações necessárias para garantir o acesso e a participação de todos. Os monitores também receberão treinamento para assegurar um ambiente inclusivo, e o espaço será ajustado conforme as necessidades específicas. Produto principal - Documentário: Acessibilidade Física: O documentário será disponibilizado em plataformas de streaming gratuitas, garantindo acesso digital para pessoas com deficiências físicas. Não há necessidade de previsão de item específico na planilha orçamentária para acessibilidade física, uma vez que o documentário será veiculado online e não requer adaptações físicas adicionais.Acessibilidade para Deficientes Visuais: O documentário será acessível para deficientes visuais por meio de audiodescrição.Acessibilidade para Deficientes Auditivos: O documentário será acessível para pessoas com deficiências auditivas, incluindo legendagem descritiva e uma “janela” para intérprete de Libras. Medidas de Acessibilidade no Lançamento do Documentário: O local onde será realizada a apresentação pública do documentário atenderá aos padrões necessários para garantir a acessibilidade para pessoas com deficiência, incluindo rampas, espaços reservados e outras adequações conforme exigido. Medidas de Acessibilidade nos debates do Documentário: O local onde será realizada a apresentação e debate do documentário atenderá aos padrões necessários para garantir a acessibilidade para pessoas com deficiência, incluindo rampas, espaços reservados e outras adequações conforme exigido.
Democratização de acesso: Em conformidade com a Seção II das Medidas de Democratização de Acesso da IN 01/2024, informamos que todo o conteúdo produzido pelo projeto será disponibilizado gratuitamente na internet. As medidas de democratização de acesso também atendem ao inciso III do Art. 30 da referida Instrução Normativa, que estabelece: “Disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhados de LIBRAS e audiodescrição.” O produto final será acessível ao público de forma gratuita e irrestrita por meio do YouTube e será amplamente divulgado nas redes sociais. Produto secundário – Contrapartida social – Ação formativa: Em conformidade com a IN 01/2024, todas as atividades do projeto serão realizadas de forma gratuita, o que dispensa a apresentação de medidas adicionais de ampliação de acesso. Além disso, o projeto contará com uma apresentação pública de lançamento, que incluirá uma roda de conversa com os envolvidos na produção e especialistas no tema abordado. Esse evento de estreia permitirá um primeiro contato direto do público com o documentário e um espaço aberto para debate sobre os temas explorados. O projeto também prevê exibições em cinco instituições de ensino, onde serão promovidas rodas de conversa após cada apresentação. Essa iniciativa tem como objetivo envolver diretamente um público de no mínimo 100 estudantes e futuros profissionais por instituição, fomentando discussões sobre a aplicação de técnicas construtivas ecológicas. Essas sessões de debate serão fundamentais para ampliar o conhecimento e promover o diálogo sobre práticas sustentáveis, incentivando a futura adoção dessas técnicas entre jovens profissionais e ampliando o impacto do projeto para além da exibição do documentário
James Taynnã SchmittFunção no projeto: Proponente. Atuará como produtor executivo, com atribuições de planejamento e responsabilidade pelo desenvolvimento do projeto, em conjunto com outras coordenações. Além disso, contribuirá como consultor técnico sobre as técnicas de construção ecológica envolvidas e será um dos oficinantes. Arquiteto formado pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), James atua há 5 anos na área de bioarquitetura e bioconstrução. Desde 2020, é sócio-fundador do escritório ArteNativamente, onde desenvolve projetos sustentáveis que integram técnicas ecológicas e materiais naturais. Sua atuação inclui a organização de cursos, palestras e oficinas voltados para a disseminação de práticas construtivas sustentáveis e o envolvimento comunitário. Na universidade, James trabalhou como monitor na disciplina de Canteiro Experimental de Bioconstrução e participou de projetos de extensão na área de bioconstrução. Também foi bolsista e participou de projetos culturais da instituição. Além disso, possui experiência em trabalho voluntário em bioconstrução, saneamento ecológico e telhados verdes, além de publicações acadêmicas em simpósios nas áreas de planejamento rural e bioconstrução. William Viana Função no projeto: Atuará como produtor cinematográfico, editor, designer gráfico de vídeo e será responsável pela legendagem dos conteúdos audiovisuais. Produtor audiovisual com mais de 10 anos de experiência no mercado, formado em Design Gráfico com especialização em Motion Design. Focado no setor publicitário e artístico de Santa Catarina, William já atuou como produtor e diretor em projetos como os documentários Raiz - O Vale do Rio Colorido e Santos de Casa. Também integrou a equipe de grandes festivais, como Bradamundo, Revirada e Psicodália, onde foi diretor do setor audiovisual e membro da equipe de criação. Na publicidade, William escreveu e dirigiu filmes para marcas regionais como Faculdade SATC, Center Shopping, Arroz Kika, ACIVA e Cersul, destacando-se pela qualidade técnica e narrativa visual. Além disso, trabalhou na Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Santa Catarina (SDE), sendo responsável pela produção de vídeos e materiais gráficos para a divulgação das ações do órgão. Entre suas principais competências estão a elaboração de roteiros, operação de câmeras e drones, direção cinematográfica, edição de vídeo, design gráfico e motion graphics. Paulina EnglerFunção no projeto: Coordenadora geral e produtora associada, com atuação na organização das oficinas, como oficinante e também como debatedora nas apresentações do documentário. Arquiteta e urbanista formada pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Paulina estagiou por dois anos na Prefeitura de Erechim-RS, junto à Secretaria de Cultura e ao Departamento de Patrimônio Histórico, onde participou da organização de eventos e auxiliou no processo de inventário das edificações históricas do município. Desde 2020, atua como bioarquiteta e bioconstrutora junto ao escritório ArteNativamente, onde, em parceria com seu sócio, desenvolve projetos de edificações ecológicas utilizando materiais naturais e de baixo impacto ambiental. Ela também ministra cursos de bioconstrução, oferece consultorias técnicas e promove a capacitação de mão de obra na área. Paulina é membro da Rede Terra Brasil, colaborando ativamente na comissão de comunicação da rede. Alex Cardoso dos SantosFunção no projeto: Direção artística, operador de câmera e responsável pela produção do evento de lançamento. Iniciou sua carreira em 2015 como artista e produtor cultural, formado pelo IFSC Araranguá. É criador do Ateliê Calle7, um espaço dedicado às artes urbanas e ao fomento de artistas independentes de Araranguá e região. Com 10 anos de carreira como artista independente no bairro Divinéia em Araranguá, também atua como músico, compositor e vocalista da banda Os Divinéias, além de guia cultural no projeto Lagartos o Morro. Sua atuação abrange as artes visuais, especialmente o graffiti e muralismo, fortemente inspirada pela educação infantil, estudos em arte urbana, hip hop e graffiti. Participou de exposições no Sesc Araranguá, Unesc e em escolas de Araranguá. Também atuou como arte-educador no Cras Araranguá, oficineiro no projeto Mais Educação, produtor de arte no Festival Bradamundo, produtor local na Escola de Curta Metragem Sopa de Pedra e na produção do curta-metragem Divinéia. Atualmente, é arte-educador no Ateliê Calle7, professor de arte urbana na Casa da Fraternidade e atua na produção de marketing do documentário Santos de Casa. Vitor de Almeida Campos Função no projeto: Curador do espaço UPABA e assistente de produção. Engenheiro agrônomo formado pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), estagiou durante dois anos no projeto Lixo Orgânico Zero Lages, que visa à destinação correta dos resíduos orgânicos o mais próximo de sua fonte de produção. Teve participação no programa Amigos da Terra, onde coordenou a feira orgânica e liderou um grupo de estudos em agroecologia, entre outras atividades relacionadas à agroecologia. Atualmente, é produtor agroflorestal e atua como consultor técnico na área de sistemas agroflorestais e planejamento de propriedades rurais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.