Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A sexta edição do festival circulasons intitulada ‘Escuta! Música & Ecologia Sonora’ foi pensada em suas relações com a "casa" _ oikos _ isto é, o lugar do som na relação com a nossa morada comum, o mundo, e com a nossa maneira de apreendê-lo, ou seja, a relação som-mundo-natureza. Durante 10 dias circularemos, com uma programação de shows, concerto, palestras, oficinas, mostra de cinema, mostra radiofônica, instalação sonora e exposição. Nosso(a)s convidado(a)s: Ailton Krenak, Magda Pucci, Fábio Caramuru, Marlui Miranda, Djuena Tikuna, José Augusto Mannis e Tiago Pỹn Tánh de Almeida.
- SHOW Fala de Bicho Fala de Gente, com Marlui Miranda & Grupo Cantigas tradicionais da etnia Juruna, localizada na região norte do Parque Indígena do Xingu (MT), serão interpretadas pela cantora e pesquisadora Marlui Miranda com harmonias e arranjos jazzísticos no show Fala de bicho, fala de gente. Acompanhado de um quarteto composto por grandes nomes da música instrumental contemporânea -- Paulo Bellinati (violões), Rodolfo Stroeter (contrabaixo), Caíto Marcondes (percussão) e Ricardo Mosca (bateria). Reconhecida como uma das mais importantes intérpretes e pesquisadoras da música indígena do Brasil, com mais de 30 anos dedicados ao trabalho com índios, a recriação dessas cantigas tem arranjos instrumentais contemporâneos assinados pelo maestro e pianista Nelson Ayres. A cantora e pesquisadora assinala que as cantigas são oriundas de um tempo mitológico, onde antes da existência do ser humano havia apenas "os bichos e, depois, os bichos-gente". - SHOW Torü Wiyaegü, com Djuena Tikuna e Diego Janatã Torü Wiyaegü é fruto do constante aprendizado de Djuena Tikuna sobre a cultura do seu povo, em especial a música. Trata-se de uma forma de homenagear e registrar os seus saberes que dão um significado especial à cultura do seu povo, originário do Alto Solimões, na fronteira do Brasil como Peru e a Colômbia, no coração da floresta amazônica. Essa interação com a reprodução dos sons e a força que a grande floresta emana, é a trilha sonora para o conjunto de imagens de diversos povos indígenas da Amazônia, em especial seu povo Tikuna, projetados no palco durante uma hora de apresentação da cantora Tikuna. Djuena sempre canta na sua língua materna, como forma de valorização e resistência cultural, representando os mais de 50 mil Tikuna. - CONCERTO EcoMúsica: Vozes da Natureza, com Fabio Caramuru EcoMúsica, composições e interpretações tendo como ponto de partida os sons coletados na natureza, que integram a obra e caracterizam a sua essência, sendo, portanto, indissociáveis da composição. A criação musical acontece em total simbiose com esses sons ou também com sons associados a imagens, no caso dos vídeos. - INSTALAÇÃO SONORA IMERSIVA– EcoSon, com José Augusto Mannis A instalação sonora imersiva é dedicada à escuta dos biomas terrestres, bem como das sonoridades da vida rural e urbana com a intenção de sensibilizar as pessoas à riqueza da biodiversidade brasileira e ao impacto da presença humana transformadora de todos esses meios. PALESTRAS - REFLEXÕES: SONÂNCIAS E RESSONÂNCIAS - Uma outra ideai sobre Natureza e Ecologia, com Ailton Krenak Interlocutoras: Marlui Miranda e Magda Pucci - A cultura e a residência dos Kaingang, com Tiago Pỹn Tánh de Almeida Interlocutora: Magda Pucci OFICINA ‘Caminhos para Alcançar a Música Indígena no Brasil’ Facilitadoras: Marlui Miranda e Magda Pucci MOSTRA DE CINEMA - Vozes da Floresta, de Ailton Krenak - Katahirine - Rede Audiovisual das Mulheres Indígenas - Documentário Vida Kaingang de Nelson Akira Ishikawa, realizado com recursos do Programa Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Londrina. - Documentários curta-metragens roteirizados, filmados e editados por indígenas Kaingang da Terra Indígena Apucaraninha. - MOSTRA RADIOFÔNICA - “Programa de Índio”: série radiofônica produzida por Ailton Krenak pela Radio USP. Será veiculada pela Radio UEL FM, emissora educativa da Universidade Estadual de Londrina, parceira do festival circulasons. - “Kayapó - O Choro do Chefe Raoni”, do artista sonoro Robin Minard (documentário sonoro/radiofônico – Obra comissionada pela DeutschlandRadio, Berlin (versão em português) EXPOSIÇÃO KAINGANG (FOYER DO CTOV) Acervo – Museu Histórico de Londrina A exposição "Inclusão da memória indígena" é resultado do trabalho desenvolvido por um grupo de pesquisadores, em parceria com lideranças indígenas dos povos Kaingang, Guarani, Xetá, que também conta com apoio da diretoria do Museu. Ela mostra o processo de criação do norte pioneiro, com poucas referências aos povos indígenas que viviam na região, e não faz nenhuma menção aos povos que ainda vivem aqui. A exposição ainda narra que a chegada dos colonizadores ocorreu em meio ao vazio demográfico, porque eliminou a presença dos povos indígenas que já habitavam o território.
Obejtivo Geral O circulasons propõe estimular e provocar o público a pensar o som que se move em ambientes de abordagens abertas e com múltiplas conexões, com diversificadas implicações e aplicações divulgando, promovendo e disseminando seus potenciais abrangendo o envolvimento de músicos, educadores, pesquisadores, artistas sonoros, ecologistas, arquitetos, antropólogos, etnomusicólogos, entre outros. A programação é dirigida para a escuta e reflexão de diferentes musicalidades com foco nas sociedades indígenas, nas sonoridades das florestas, nos sons da natureza e nos sons urbanos. A interação com essas musicalidades e sonoridades é uma forma de valorização e de resistência cultural que serão transmitidas através de shows, concertos, instalação sonora, oficinas, palestras com debates, mostra de filmes/documentários, exposição e uma mostra radiofônica temática. Objetivos Específicos A programação da sexta edição do festival circulasons, será composta da realização das seguintes atividades: - 02 Shows - 01 Concerto - 01 Instalação Sonora - 01 Exposição - 01 Mostra Radiofônica - 01 Oficina - 01 Mostra de Filmes e Documentários - 02 Palestras
"A ideia de ecologia está relacionada a um conjunto de referências sobre um determinado lugar. Ecologia, para quem vive em uma floresta, é floresta viva a respirar e a inspirar: a vida da floresta é o suporte para a materialidade e a espiritualidade da existência, da cultura e da produção/reprodução da subsistência." Ailton Krenak Escutar, perceber e dialogar com os sons que estão ao nosso redor faz surgir diferentes escutas e infinitas possibilidades de criação musical além de permitir instigantes e infinitas interações com o meio ambiente. A imersão em diferentes contextos, espaços e sonoridades, ao mesmo tempo em que se estabelece um contato profundo com aspectos da ecologia, da história, do espaço acústico e da geografia dos ecossistemas, trata-se de uma missão pedagógica e artística intimamente atrelada aos mais nobres valores relacionados à preservação da natureza, sempre destacando esse posicionamento, tão necessário nos dias de hoje. Com o advento da industrialização e, consequentemente, da urbanização e da revolução eletrônica, percebe-se a transformação no que se refere ao ambiente sonoro: ruídos das máquinas, murmúrios urbanos, buzinas, serras motorizadas, entre tantos outros. Diante desse quadro, uma reviravolta dos princípios estéticos e uma nova atitude face ao som começam a se delinear, ainda nas primeiras décadas do século XX, provocando uma significativa mudança na história da escuta e nos processos de criação artística. Refletir sobre a evolução e as transformações da escuta significa ler a história da emergência do som, uma história que se decompõe em várias histórias: do som, do ruído, do silêncio, da escuta (dos sons), da imersão (no som), do espaço (acústico), da ecologia (do som, da escuta, da vida), da substituição da composição do som à composição com os sons. Conhecer e refletir sobre as diversas expressões sonoras é se dar conta que existe um saber e um fazer musical que possui estéticas próprias, pensamentos próprios. A música é um processo de construção de mundos, é um sistema simbólico capaz de criar diversas linguagens. Diante de diferentes expressões, cujos parâmetros extrapolam nossa compreensão, há um estranhamento e dificuldade grande em se ouvir determinadas músicas, cantos e vozes de diferentes sociedades e culturas que se apresentam muito diferentes da estética da música europeia e norte-americana, principalmente da cultura midiática, que definiu e define um padrão de escuta. É urgente a necessidade de se debater, compreender e intervir sonicamente em um mundo em que a escuta é uma ferramenta essencial, fundamental e está para além do ouvido. Entendemos a escuta como um constante jogo entre diferentes saberes e pensares imbricados em e pela multitude dos sentidos _ sejam eles corporais, ontológicos, ou para além do corpo e do ouvido. Embora exemplos de composições que fazem referências aos sons da natureza, do ambiente rural e urbano possam ser encontrados ao longo da história da música ocidental, apenas no final dos anos 1960 as conexões entre música e ecologia assumiram uma forma radicalmente nova e surgem os conceitos de paisagem sonora, passeio sonoro, ecologia sonora e instalação sonora promovendo, gradativamente, uma nova consciência do som como voz e pulsação dos ambientes envolventes - sejam naturais ou urbanos, públicos ou privados. Um número cada vez maior de músicos, artistas sonoros e ecologistas sonoros, preocupados com o futuro do mundo, estão abordando questões ambientais. Alguns abordam questões sociais ou políticas, questões relacionadas a gênero, temas descoloniais, entre outros. Tem havido um aumento nas práticas artísticas que estão situadas e comprometidas com certas ideias, reconectando-se com a ideia de arte "engajada", seja em termos de renovação de materiais e formas sonoras, seja de uma contribuição ativa para mudar o mundo. Neste caso, pensar o futuro é um gesto baseado na esperança e na convicção ética-afetiva de que toda escuta é, em princípio, uma escuta posicional e situada. Um gesto que reconhece o Outro como um agente produtor e receptor do fenômeno sonoro. Nesse sentido, que futuros podem ser articulados através do sonoro? Pensando nas sociedades indígenas, nas sonoridades das florestas, nos sons da natureza e nos sons urbanos selecionamos e convidamos artistas e pesquisadores que estão conectados com esse pensamento, com essa escuta e com a essência dos sons que existem em nosso entorno. Um país que manteve por muito tempo uma atitude abertamente anti-indígena, é necessário que apresentemos expressões da cultura indígena do Brasil de seus artistas que tem ganhado força nos novos meios de comunicação e em nichos da cultura urbana, apresentando-se em palcos de grandes teatros dentro e fora do Brasil. A interação com essas sonoridades é uma forma de valorização e resistência cultural que serão transmitidas através de shows, concertos, instalação sonora, oficinas, conferências e debates, convidando e provocando o público a pensar o som que se move em ambientes de abordagens abertas e com múltiplas conexões, com diversificadas implicações e aplicações. No festival circulasons queremos, também, demonstrar como a música, a sociedade, a ecologia e a espiritualidade estão inter-relacionadas no imaginário dos artistas convidados integrando uma unidade indivisível. As formas musicais, as misturas e as mudanças de gênero e estilo, as melodias inspiradas em sons das falas e de cantos das aves, de sons urbanos, as harmonias, as modulações, os modos de compor estão explicitados e relacionados à ideia de música sem fronteiras e sem preconceitos. Esse é o eixo e o fio condutor desta quinta edição do festival circulasons. Enfim, esse festival será dirigido para a escuta de diferentes musicalidades, diferentes sonoridades que produzem impactos e suscitam a reflexão e o questionamento dos ouvintes de forma que esses ampliem e diversifiquem seu modo de pensar e de escutar, bem como os múltiplos significados e sentidos dos sons. O propósito maior é propiciar a aproximação do público com os amplos e possíveis aspectos do som, divulgando, promovendo e disseminando seus potenciais abrangendo o envolvimento de músicos, pesquisadores, educadores, ecologistas, arquitetos, antropólogos, etnomusicólogos, entre outros.
HISTÓRICO CIRCULASONS Com a proposta de fazer a música circular surge a primeira edição do circulasons no Cine Teatro Ouro Verde – UEL, no ano de 2018. O evento contou com a participação de artistas como Ná Ozzetti, José Miguel Wisnik, Lívia Nestrovski, Fred Ferreira, Badi Assad, Claudinho Santana, Grupo Mawaca, Duo Gisbranco e Egberto Gismonti. Foram realizados 06 shows, 03 oficinas, 03 palestras e lançamentos dos livros de José Miguel Wisnik e Magda Pucci/ Berenice de Almeida (Grupo Mawaca). Abrindo a segunda edição de 2019, o circulasons leva ao palco do Cine Teatro Ouro Verde, Arrigo Barnabé com Paulo Braga (piano) e Sergio Espíndola (violão), que além do show "Quero que vá tudo pro inferno" também realizou o lançamento do livro "No Fim da Infância", com textos autobiográficos e compartilhou seu processo criativo numa palestra intitulada "Arrigo Barnabé e sua Música", proporcionando momentos de aproximação e aprendizado entre os artistas convidados e o público local. Dando continuidade à programação, recebemos os shows de DUO CLAVIS, André Siqueira Trio e Toninho Ferraguti. Encerrando suas atividades do ano, o circulasons traz a cidade de Londrina o poeta, cantor, compositor, artista visual e autor de livros, Arnaldo Antunes, acompanhado de Curumin (bateria, violão, programação e vocal) e Betão Aguiar (baixo, guitarra, violão e vocal) com o show RSTUVXZ. A terceira edição do circulasons, de 26 setembro a 1 de outubro de 2022, apresentou a Palestra da arquiteta Juliana Suzuki; o lançamento do livro Jardim de Inverno e Verão de Cristina Santeiro; a Mostra de Cinema com curadoria de Rodrigo Grota e o Show Clara Crocodilo, obra do compositor Arrigo Barnabé com arranjo da banda Aminoácido e participação da cantora Tetê Espíndola. Em 15 de dezembro de 2022, recebemos a Palestra com Patrícia Zanin e Tony Hara, “Cine Teatro Ouro Verde 70”, seguido da exibição do curta metragem “Abedo”, de Auber Silva. Também foi transmitida pela Rádio UEL, de 12 a 16 de dezembro, a série de programas radiofônicos “Ouro Verde 70 Anos”. Dando continuidade às comemorações, em 2023, realizamos a quarta edição do circulasons - 70 anos do Cine Teatro Ouro Verde, patrocinada pelo PROMIC e empresas locais, com um mês de programação totalmente gratuita: shows com Paulo Barnabé + Banda Patife e Simone Mazzer; concerto com Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina (OSUEL); exposição DOCUMENTA 70 com a curadoria de Fernanda Magalhães. Para celebrar os 90 anos de Londrina, a quinta edição do circulasons convidou uma das vozes mais expressivas do Brasil, a cantora e compositora Tetê Espíndola, que completa 70 anos, homenageada em um espetáculo inédito, idealizado e concebido pelo seu amigo e compositor Arrigo Barnabé. Nesta edição convidamos também a cantora-compositora Alzira E e a banda londrinense Caburé Canela, apresentando um mergulho em suas composições e nas de Itamar Assumpção, parceiro de Alzira, Tetê e Arrigo. CLIPPING E VÍDEO INSTITUCIONAL https://drive.google.com/drive/folders/1SyoyTMIH6VDmoE-vf4vpADE4ykb5kYxD
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS OFICINAS Oficina: Caminhos para Alcançar a Música Indígena no Brasil Facilitadoras: Marlui Miranda e Magda Pucci Duração: 6 horas Turma: 01 | 30 pessoas Esta oficina prática oferece uma imersão nas tradições musicais indígenas brasileiras. Os participantes terão a oportunidade de experimentar sons, cantos e danças tradicionais de diversas etnias, utilizando vídeos e muitas escutas como parte do processo. Além de conhecer os aspectos culturais e sociais das sociedades indígenas, a oficina promove uma experiência vivencial única, que desperta o corpo e os sentidos para a musicalidade dos povos originários do Brasil. A oficina será dinâmica e imersiva, combinando práticas corporais e vocais com momentos de escuta e discussão. Serão utilizados vídeos, gravações sonoras e demonstrações ao vivo para enriquecer a experiência sensorial dos participantes. Haverá atividades em grupo, com foco no aprendizado colaborativo e na experimentação criativa.
Em atendimento ao Art da IN, serão adotadas as seguintes medidas: PRODUTO PRINCIPAL E SECUNDÁRIO Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização dos shows e concerto, apresentarão condiçõesde acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outrasinstalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso depessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Acessibilidade de Conteúdo: Intérprete de libras para atender aos alunos PCDs auditivos Realizaremos a descrição de imagens, utilizando a #ParaTodosVerem com o intuito de nos comunicar com todas as pessoas que possam precisar do recurso do texto alternativo, em nossas publicações pelo Instagram.
O festival CIRCULASONS apresenta uma programação predominantemente gratuita, sendo: - 01 Instalação Sonora - 01 Exposição - 01 Mostra Radiofônica - 01 Oficina - 01 Mostra de Filmes e Documentários - 02 Palestras Ainda será realizado, com a cobrança de ingressos: - 02 Shows - 01 Concerto Para esses produtos culturais, garantimos a distribuição gratuita de 10% dos ingressos, para estudantes de universidades públicas, grupos e ONGs culturais, entre outros. Contrapartida Social - Realização de Palestra Gratuita.
Coordenação Geral - Janete El Haouli Graduada em Musica, com mestrado e doutorado em Artes, ambos pela ECA-USP. Foi diretora da Rádio UEL FM, da Casa de Cultura da UEL e da Divisão de Informação e Comunicação do Centro Cultural São Paulo -CCSP. Criou e dirige a ‘TOCA : arte ação criação’, espaço cultural voltado para a criação e produção cultural. Em mais de quarenta anos de profissão, realizou inúmeros projetos culturais com artistas de projeçãointernacional propondo ao público ouvir o mundo sonoro em sua ampla diversidade cultural. Como artistasonora, pesquisadora e produtora participou, coordenou e realizou inúmeros eventos no Brasil e Exterior. • Coordenadora da Exposição de Artes Visuais ‘MÚSICA’, do artista Antonio Peticov. Galeria de Artedo Banestado, Londrina, 1992.• Produtora e coordenadora do Curso “”O Ouvido Pensante com o compositor e educador canadense R. Murray Schafer. Universidade Estadual de Londrina e Festival de Música de Londrina, 1992.• Diretora e Produtora da área pedagógica do “13o. Festival de Música de Londrina”, 1993.• Produtora e coordenadora do curso “O Som e o Sentido” com o músico e pesquisador José MiguelWisnik. Núcleo de Música Contemporânea da Universidade Estadual de Londrina – UEL, 1993.• Diretora e Produtora da área pedagógica do “14o. Festival de Música de Londrina”, 1994.• Diretora e Produtora da área pedagógica do “15o. Festival de Música de Londrina”, 1995.• Idealizadora, produtora e coordenadora do “I Fórum de Ecologia Acústica” de Londrina. Núcleo deMúsica Contemporânea da Universidade Estadual de Londrina – UEL, 1999.• Produtora e coordenadora da “Oficina de Voz” com a cantora e pedagoga Sonia Prazeres. Núcleo deMúsica Contemporânea da Universidade Estadual de Londrina – UEL, 2000.• Produtora e coordenadora do “I Encontro de Rádios Comunitárias”. Núcleo de Música Contemporâneada Universidade Estadual de Londrina – UEL, 2001.• Produtora e coordenadora do “I Fórum Estadual de Rádios Comunitárias” Núcleo de Música Contemporânea da Universidade Estadual de Londrina – UEL, 2003• Integrante e palestrante da equipe de profissionais que participaram dos Seminários do projeto Rumos Música Itau (16 capitais do Brasil), 2003• Produtora e coordenadora da “Oficina de Percussão Corporal: Barbatuques”. Núcleo de MúsicaContemporânea da Universidade Estadual de Londrina – UEL, 2004.• Diretora Superintendente da Rádio Universidade FM, emissora educativa da Universidade Estadual deLondrina, 2001 a 2005• Produtora e coordenadora do curso “A Voz Crescente” com a cantora e pedagoga Sonia Prazeres.Núcleo de Música Contemporânea da Universidade Estadual de Londrina – UEL, 2006.• Coordenadora e produtora da Exposição “Vitrine das Artes”. Casa de Cultura da UEL_Setor de ArtesPlásticas, 2008.• Idealizadora, produtora e coordenadora do encontro “Voz.Performance.Jogo.Poesia.Corpo” com artistasda Italia, Espanha e Alemanha. Festival Internacional de Londrina - FILO, 2009.• Produtora e coordenadora do “Fotolink - Encontro Internacional da Imagem”. Casa de Cultura da Universidade Estadual de Londrina – UEL 2009.• Produtora e coordenadora do “Seminário Economia da Cultura”, com Luiz Carlos Prestes Filho. Casa de Cultura UEL, 2009.• Idealizadora, produtora e coordenadora do “RadioForum_em busca de um radio inventivo”, encontrointernacional com artistas, pesquisadores e radialistas. Casa de Cultura da Universidade Estadual deLondrina – UEL 2009.• Produtora e coordenadora dos Concertos realizados pela OSUEL/ Orquestra Sinfônica da UniversidadeEstadual de Londrina, Casa de Cultura da UEL, 2007 a 2009.• Diretora Geral da Casa de Cultura da UEL (Divisão de Música, Artes Visuais, Cinema, Artes Cênicas),de 2007 a 2011• Diretora da Divisão de Informação e Comunicação do Centro Cultural São Paulo_CCSP, 2012• Idealizadora, diretora e produtora da TOCA arte ação criação (2003 até o momento, espaço artísticocultural, na cidade de Londrina -PR.• Produtora executiva do espetáculo de música e dança “CAPRICHOSA VOZ QUE VEM DO PENSAMENTO”, com Tato Taborda & Maria Alice; direção de Aderbal Freire-Filho em Londrina e Curitiba, 2015.• Idealizadora e produtora do evento “TRIBUTO A HJK 100: homenagem ao centenário do compositor e educador Hans Joachim Koellreutter”, 2015. Centro Cultural São Paulo_CCSP - Sala Jardel Filho• Curadora, Produtora e coordenadora brasileira da “documenta de Kassel – radio documenta : Every Time A Ear di Soun”, uma realização da documenta 14 em parceria com Deustschlandradio / Kultur, Berlin, Alemanha. Atenas, Grécia | Kassel, Alemanha.Países conectados e participantes do projeto:Grecia, Colombia, Camarões, Indonesia, Alemanha, Brasil, EUA, Líbano. No Brasil, de 09 a 28 deJULHO, pela Radio MEC FM• Idealizadora, curadora e produtora do festival circulasons em 2018, tendo realizado até o momento 17shows e inúmeras atividades pedagógicas com artistas de projeção internacional, em Londrina – PR Direção de Produção - Fabricio Polido Ator e Produtor Cultural. Graduado em Artes Cênicas – bacharel em interpretação – pela Universidade Estadual de Londrina (UEL|2003) e Mestre em Artes Cênicas – Linha de Pesquisa | Estudos em Artes Cênicas: conhecimentos e interfaces da cena – pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU|2024), com formação em políticas públicas culturais pela Escola Instituto Itaú Cultural. Há vinte anos reside na cidade do Rio de Janeiro, onde participou de mais de 40 produções artísticas como ator, produtor, assistente de direção e diretor residente, desenvolvendo trabalhos com Gringo Cardia, Miguel Velhinho, Tim Rescala, Gustavo Gasparani, Bruce Gomlevsky, Camila Amado, José Mauro Brant, Maneco Quinderé, Fernando Philbert, Jorge de Carvalho etc. Pelo espetáculo “O Príncipe Poeira e a Flor da cor do Coração”, recebeu o prêmio de Melhor Ator Protagonista no VIII Prêmio de Teatro Botequim Cultural (2020) e foi indicado no VI Prêmio CEBETIJ de Teatro para Crianças (2020). Também recebeu o prêmio de Melhor Direção de Produção, por “MAKURU – um musical de ninar” de José Mauro Brant e Tim Rescala, no IV Prêmio CEBTIJ de Teatro para Crianças (2017) e XII Prêmio Zilka Salaberry de Teatro (2018). Ainda, Melhor Ator Coadjuvante nos espetáculos “Anjo Malaquias”, da obra de Mario Quintana, no XV Festival de Teatro do Rio (2009) e “Madame Blavatsky” de Plínio Marcos, no Mapa Cultural Paulista (1999). Desde 2021, assina a Coordenação de Projetos e Produção do festival circulasons, em sua quinta edição, na cidade de Londrina – PR. Atualmente é produtor do premiado espetáculo “Meu Corpo Está Aqui”, de Clara Kutner e Júlia Spadaccini. Artista Convidado - Ailton Krenak É um pensador, ambientalista, filósofo, poeta e escritor brasileiro da etnia indígena crenaque. É também professor Honoris Causa pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e pela Universidade de Brasília (UnB). Nascido em 1953 no município de Itabirinha, no estado de Minas Gerais, na região do Médio Rio Doce, aos dezessete anos de idade Ailton mudou-se com sua família para o estado do Paraná, onde se alfabetizou e se tornou produtor gráfico e jornalista. Na década de 1980, passou a dedicar-se exclusivamente ao movimento indígena. Em 1985, fundou a organização não governamental Núcleo de Cultura Indígena, que visa promover a cultura indígena. À época da Assembleia Nacional Constituinte, uma emenda popular assegurou a participação do grupo no processo de elaboração da nova Carta Magna, momento em que Ailton assumiu ativo papel na defesa dos direitos de seu povo. Em 1988, participou da fundação da União dos Povos Indígenas, organização que visa representar os interesses indígenas no cenário nacional. No ano seguinte, participou da Aliança dos Povos da Floresta, movimento que visava o estabelecimento de reservas naturais na Amazônia – onde fosse possível a subsistência econômica através da extração do látex da seringueira, bem como da coleta de outros produtos da floresta. Aí, retornou a Minas Gerais, onde passou a dedicar-se ao Núcleo de Cultura Indígena. Desde 1998, a organização realiza, na região da Serra do Cipó, em Minas Gerais, um festival idealizado por Ailton: o Festival de Dança e Cultura Indígena, que promove a integração entre as diferentes tribos indígenas brasileiras. Em 1999, sua obra O Eterno Retorno do Encontro foi publicado no livro A Outra Margem do Ocidente, organizado por Adauto Novaes. Em 2000, foi o narrador principal do documentário Índios no Brasil, produzido pela TV Escola. Dividido em dez partes, o vídeo aborda a Identidade, as línguas, os costumes, as tradições, a colonização e o contato com o branco, a briga pela terra, a integração com a natureza e os direitos conquistados pelos indígenas até fins do século XX. Entre 2003 e 2010, Ailton Krenak foi assessor especial do Governo de Minas Gerais para assuntos indígenas, durante as gestões de Aécio Neves e António Anastasia. No ano de 2014, Ailton foi um dos palestrantes do seminário internacional Os Mil Nomes de Gaia, ocorrido no Rio de Janeiro sob organização de Eduardo Viveiros de Castro, antropólogo do Museu Nacional, e Deborah Danowski, filósofa da PUC-Rio. Em abril de 2015, durante a Mobilização Nacional Indígena, convocada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – Apib, foi lançado um livro da coleção Encontros, da Azougue Editorial, que reúne diversas entrevistas concedidas por Ailton Krenak, entre 1984 e 2013. Os textos foram organizados pelo editor Sérgio Cohn e contam com apresentação de Viveiros de Castro. No dia 18 de fevereiro de 2016, a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) concedeu a Krenak o título de Professor Doutor Honoris Causa, um reconhecimento pela sua importância na luta pelos direitos dos povos indígenas e pelas causas ambientais no país. Nesta mesma universidade, Krenak leciona as disciplinas “Cultura e História dos Povos Indígenas” e “Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais”, ambos em cursos de especialização. Em 2018, foi um dos protagonistas de uma série na Netflix chamada Guerras do Brasil, que relata com detalhes a formação do Brasil ao longo de séculos de conflito armado, começando com os primeiros conquistadores até a violência na atualidade. Em 2020, conquistou o Prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano concedido pela União Brasileira dos Escritores (UBE). Em dezembro de 2021, a Universidade de Brasília concedeu a Ailton Krenak o título de Professor Doutor Honoris Causa. Tem vários livros publicados. Sua obra está traduzida para mais de treze países. Atualmente vive na Reserva Indígena Krenak, no município de Resplendor, no estado de Minas Gerais. Artista Convidado - Fábio Caramuru Formado em arquitetura, com mestrado em música pela ECA - USP. Atuando como pianista desde a década de 70 e como produtor cultural desde a década de 80. Venho desenvolvendo projetos variados na área cultural, prioritariamente no campo da música. Entre os projetos de destaque realizei festivais e concertos em homenagem a Tom Jobim, no Brasil e no exterior, bem como ações ligadas ao meu projeto autoral EcoMúsica, unindo o piano e sons da natureza. Artista Convidado - DIEGO JANATÃ O músico Diego Janatã é produtor musical, percussionista e flautista com experiência na música indígena daAlém de músico de palco, trabalha com a criação de trilhas sonoras para produções de cinema, rádio eComunicação Social / Bacharel em Jornalismo, pela Faculdade São Luís, tem atuado como repórter fotográficocom importante acervo de imagens de povos indígenas e comunidades tradicionais em diversas partes do Braspor diversas comunidades indígenas registrando a musicalidade e a cultura dos povos originários parafundamento seu trabalho com a cantora indígena Djuena Tikuna. Como pesquisador tem se dedicado a remanifestações da rica cultura indígena da região amazônica. Brincante de Bumba meu Boi, segue as trupiadas dno período junino sempre em busca de uma musicalidade especial. Janatã também é praticante da arte do Tmanifestação tradicional do Maranhão e vem aprendendo nas festas de tambor comandadas por Mestre Amaraloutros mestres anônimos nas comunidades quilombolas do interior do Estado. No Amazonas foi discípuloBarroncas, renomado percussionista amazonense, fundador do grupo Raízes Caboclas e referência da mAmazonas. Em Manaus, integrou o grupo de Tambor de Crioula Punga Baré, do Mestre Castro, que além de comque é o pioneiro do gênero em Manaus, também é cantador no Boi de Pindaré, um dos mais tradicionais do Mada baixada. Como jornalista e documentarista, Janatã tem se ocupado em realizar produções audiovisuais quee a cultura dos povos indígenas. Em parceria com a cantora e jornalista indígena Djuena Tikuna tem partiprojetos musicais, inclusive dos três álbuns da cantora. Artista Convidada - DJUENA TIKUNA Em 2017 a artista fez história ao tornar-se a primeira indígena a produzir e protagonizar um espetáculoAmazonas, em mais de 120 anos de existência do local, onde lançou o álbum Tchautchiüãne, indicado ao Indigena maior premiação da música indígena mundial. Djuena Tikuna é uma das pioneiras em interpretar o hino naclíngua materna, com o qual se apresentou na abertura dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro e, enquanparticipou de campanhas musicais como “Amazonia” e “Demarcação Já”, obras coletivas marcantes na recentebrasileira, que uniu a voz de Djuena Tikuna às vozes de Maria Betânia, Gilberto Gil, Elza Soares, Ney MatogrDjuena Tikuna é a primeira jornalista indígena formada no Amazonas e também documentarista com o olhmusicalidade dos povos originários. Como produtora cultural, realizou no ano de 2018 a primeira Mostra deWIYAE, demarcando a cultura indígena no Estado do Amazonas. No ano seguinte, Djuena Tikuna foi uma daspara o Sonora Brasil, o maior projeto de circulação nacional promovido pelo SESC. Nesse mesmo ano a artistsegundo trabalho autoral “Wiyaegü”, com o qual realizou uma breve turnê na Europa, nas cidades de Paris, AmViena, onde divulgou a musicalidade indígena através de shows, oficinas culturais e palestras. Durante a pandeartista se conectou à diversas atividades e campanhas para contribuir com as famílias indígenas em situação devirtude do isolamento social. Em agosto de 2022, lançou no palco do Teatro Amazonas a obra Torü Wiyaegü,livro, um álbum e um curta- metragem, patrocinados pelo edital Natura Musical e pela GIZ - Agência AleInternacional, com o apoio cultural do Museu Magüta. Em março de 2023, Djuena Tikuna faz parte do memorávethe Forest” realizado no Teatro Amazonas, ao lado da Orquestra do Massachusetts Institute of Technology, dosmesmo concerto se repete nos E.U.A no mês seguinte. Em abril de 2023, em São Paulo, Djuena realiza o lançaseu último trabalho - Torü Wiyaegü - em um Teatro Anchieta com casa cheia para ouvir os cantos Tikuna. Na mlado da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí sob a regência do maestro Emanuele Baldini, foi a primeia apresentar seus cantos em língua materna na prestigiosa Sala São Paulo, templo da música erudita e o maisde concertos da América Latina. Ainda em abril de 2023, Djuena interpreta o Hino Nacional Brasileiro emCongresso Nacional, em Brasília, durante sessão em Homenagem ao 19ª Acampamento Terra Livre, principal evde lutas do movimento indígena que acontece todos os anos na Esplanada dos Ministérios. Artista Convidado - José Augusto Mannis Compositor, performer eletroacústico, produtor de rádio, pesquisador em documentação musical, acústica e engenharia de som. É professor do Departamento de Música do Instituto de Artes da Unicamp. Compositor, performer eletroacústico, produtor de rádio, pesquisador em documentação musical, acústica e engenharia de som. É professor do Departamento de Música do Instituto de Artes da Unicamp. Artista Convidada - Marlui Miranda Cantora, compositora, arranjadora, e doutora em etnomusicologia dedicada há quase trinta anos à pesquisa eproduções musicais na área da música indígena, tem sido reconhecida como a mais importante intérprete epesquisadora da música indígena do Brasil. Recebeu os prêmios da Academia Alemã de Crítica (SchallplattenKritik) pelo CD IHU, Todos os Sons;Prêmio Chico Mendes de Meio Ambiente, do MMA em 2005; Ordem do Mérito Cultural do MINC em 2002Recebeu bolsas de apoio à pesquisa no Brasil e no exterior, tais como a Fundação Rockfeller, a The John Simon Guggenheim, Fundação Vitae e Rio Arte. Possui 9 álbuns lançados.Realiza turnês e shows no Brasil e no exterior e já se apresentou e gravou com músicos como MiltonNascimento, Hermeto Pascoal, Naná Vasconcellos, Trilok Gurtu, John Surman, Jack DeJohnette, Egberto Gismonti, grupo Pau Brasil e muitos outros. Artista Convidada - Magda Pucci Magda Pucci é musicista, antropóloga, pesquisadora de músicas do mundo e das musicalidades indígenas, educadora musical e curadora de festivais e ações de formação. Formada em Regência pela USP, é mestre em Antropologia pela PUC-SP e Doutora em Pesquisa Artística pela Universidade de Leiden, na Holanda. É diretora musical, arranjadora, cantora e fundadora do Mawaca, grupo que recria canções de várias partes do mundo, interpretadas em mais de 20 línguas, buscando mostrar a diversidade sonora de grupos minoritários. É autora de seis livros relacionados a temas indígenas e educação musical e ministra oficinas e cursos de música. Écoordenadora estadual da seção brasileira do FLADEM - Fórum Latino-Americano de Educação Musical.Tem desenvolvido projetos musicais em colaboração com comunidades indígenas como Kayapó, Guarani Kaiowá, Huni-Kuin, Paiter Surui, Waujá, Ikolen-Gavião, Fulni-ô eoutros, além de projetos sociais com crianças em ONGs e refugiados em São Paulo. Em 2019 esteve em turnê pelo projeto Sonora Brasil (SESC) viajando por 45 cidades do Norte eNordeste ao lado da cantora indígena Djuena Tikuna. Seus interesses incluem musicologia cultural, música indígena brasileira, pedagogia das músicas do mundo, etnomusicologia aplicada e/ou participativa, música comunitária, pesquisa artística, performance e antropologiaindígena. É associada do International Council of Traditional Music - ICTM - desde 2013 e participa da Junta Diretiva doGrupo de Estudos de Músicas Latino-americanas e do Caribe do ICTM. Publicou artigos nas revistas Música Popular, Vibrant, ABEM, entre outros. Convidado - Tiago Pỹn Tánh de Almeida Graduando em Geografia pela Universidade Estadual de Londrina, militante indígena e coordenador do Coletivo Nenga. Professor indígena Kaingang no Colégio Estadual Indígena Benedito Rokag. Palestrante sobre a cultura Kaingang na Universidade Estadual de Londrina e em diversas Escolas Municipais,Estaduais e em Escolas Kaingang. Temas sobre Festa do Emi, Festa do Pãri e sobre o surgimento dos Kaingang.
PROJETO ARQUIVADO.