Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Projeto voltado à formação de mulheres cozinheiras e quituteiras que atuam de maneira informal, em Salvador-BA, com a gastronomia de ruas e em feiras livres, para contribuir com a profissionalização e reconhecimento, evidenciando a importância de saberes destas mulheres para a cultura popular da Bahia e Brasil. O projeto celebra a gastronomia popular, com foco na valorização dos sabores e tradições culturais, presente em muitas comunidades de bairros periféricos da capital baiana. Reúne capacitação em curso, que inclui aulas regulares com instrutores, masterclasses e mentorias, sempre permeados por aspectos relacionados à identidade cultural afrobaiana, à relação entre as mulheres, gastronomia e ancestralidade e à arte e afeto presentes na produção gastronômica.
No projeto “Arte e Sabor Popular: o desafio das Mestras dos Quitutes” os produtos incluem curso e oficinas práticas, mentorias, masterclasse, premiação, uma publicação especial e eventos de degustação. Abaixo estão os resumos de cada um desses produtos: 1. Curso teórico e prático de Gastronomia PopularEsse curso têm como foco o ensino de técnicas tradicionais da culinária baiana e de pratos típicos da gastronomia popular, com o uso de ingredientes locais. Ministrado por instruturores, o curso inclui pesquisa, conteúdos sobre preparo de pratos emblemáticos, história das mulheres quituteiras na Bahia, valor afetivo dos pratos, identidades culturais baianas, empreendedorismo e marketing, e dicas para uma cozinha sustentável. 2. Masterclasses e Mentorias com Chefs BaianosAtividades especializadas conduzidas por chefs que se destacam na cena cultural baiana e que possuem projetos que aliam história, identidade, arte e cultura à gastronomia. Serão voltadas para estebalecer referenciais, aprimoramento das ideias e projetos das participantes, além de dicas de apresentação dos preparos, atribuição de valor aos pratos e aos projetos de empreendedorismo, além de divulgação e visibilidade. Serão três chefs convidados, cada um realizará uma masterclasse ao final de um dos trimestres de curso. No último mês do curso, já como uma preparação para o concurso da Mestra Quituteira, cada chef abrirá uma agenda para 20 mentorias, contemplando todas as 60 participantes.3. Publicação Especial “Sabores da Bahia”Livro ilustrado que reúne receitas, histórias de vida, história dos pratos, e os processos de produção culinária aprendidos durante o projeto. Inclui fotografias e bios das participantes do projeto e de suas criações, receitas tradicionais e dicas para o aproveitamento sustentável dos ingredientes locais. Essa publicação é um registro cultural que valoriza a memória gastronômica da Bahia e das comunidades participantes.4. Eventos de Degustação, Oficinas e Ensaio AbertoEventos realizados em feiras locais, como a Feira de São Joaquim, e praças dos bairros, onde as participantes apresentam seus produtos ao público. Durante os eventos, haverá sessões de degustação de pratos tradicionais, além de ensaios abertos para o concurso, onde o público poderá interagir com as participantes e instrutores, aprendendo sobre a história de cada prato e sobre a importância da valorização da gastronomia popular. Oficinas abertas para a comunidade em geral também serão realizadas ao longo do projeto, voltadas para a preparação de um prato e dicas de reproveitamento alimentar. 5. Premiação "Mestra dos Quitutes" Na etapa final do projeto, as quatro turmas participantes realizam, primeiramente, uma pré-seleção interna. Em cada turma, três participantes são escolhidas como finalistas, totalizando 12 cozinheiras que avançam para o evento final. Essa seleção interna é feita com base no desempenho técnico, criatividade e habilidade no uso dos ingredientes locais durante o percurso formativo. No evento final, as 12 finalistas competem apresentando um quitute autoral para uma banca composta por chefs convidados, entre eles os que participaram das masterclasses e mentorias, além de convidados do setor cultural. Cada prato é avaliado em critérios como sabor, técnica de preparo, originalidade, uso de ingredientes regionais e apresentação fincada nas identidades culturais baianas. Após a avaliação da banca, são escolhidas três vencedoras, que recebem o título de “Mestra dos Quitutes”. Essa última etapa busca promover a integração das participantes com a comunidade e valorizar o trabalho realizado por todas durante o processo, além de garantir visibilidade e incentivo para que as vencedoras, finalistas e demais participantes possam expandir suas atividades no setor gastronômico.
Objetivo Geral: Promover a valorização, capacitação e profissionalização de cozinheiras e quituteiras que atuam na gastronomia popular de Salvador de maneira informal, e que residem em bairros periféricos e/ou vulneráveis, resgatando e preservando a autenticidade dos sabores e tradições culturais baianas por meio de formações técnicas, masterclasses, mentorias, premiação e visibilidade midiática. Objetivos Específicos: 1. Capacitar cozinheiras e quituteiras informais em técnicas culinárias afrobaianas; empreendedorismo, gestão de negócios e marketing, higiene e manipulação de alimentos, cultura e identidade. Este último aspecto permeará todo o curso e os eventos, com a abordagem da história e identidade da gastronomia de rua na Bahia, destacando a arte, os temperos e apresentação que diferenciam os pratos, promovendo assim a profissionalização e o fortalecimento da atuação no mercado formal, com ênfase na ancestralidade e tradições culturais. 2. Valorizar e preservar a gastronomia tradicional de Salvador e o papel das mulheres quituteiras baianas, através de uma pesquisa avançada sobre ingredientes, técnicas e histórias culinárias dos bairros populares e das feiras, a exemplo da Feira de São Joaquim, gerando uma publicação com informações da pesquisa e receitas. 3. Promover a visibilidade e o reconhecimento da gastronomia popular, organizando competições de quitutes em formato de show, com ampla divulgação, participação de jurados especializados e personalidades culturais, além de eventos gastronômicos que deem destaque às tradições e ampliem as oportunidades de mercado para as participantes.
A culinária popular de Salvador e da Bahia, com seus quitutes e pratos tradicionais, transcende a mera expressão gastronômica; ela é um reflexo da ancestralidade e das tradições culturais de um território marcado por influências diversas, como africanas, indígenas e europeias, e diferentes vertentes culturais, como a da cultura negra, sertaneja e litorânea. Para muitas mulheres que mantêm viva a tradição gastronômicas nos bairros, nas ruas e mercados locais, como as feiras, e em seus restaurantes próprios, a produção culinária e gastronômica representam um meio de sobrevivência. Grande parte ainda atuando de maneira informal, essas mulheres, muitas vezes chefes de família, dependem da venda de seus pratos e quitutes para sustentar suas casas, criar seus filhos e enfrentar as adversidades de um contexto socioeconômico desafiador.Apesar do grande valor cultural de seus produtos, essas cozinheiras e quituteiras enfrentam enormes obstáculos para formalizar seus negócios e expandir suas atividades. Nesse contexto, o projeto "Arte e Sabor Popular _ o desafio das Mestras dos Quitutes" surge como uma intervenção significativa. Oferecendo capacitação técnica, masterclasses e mentorias com chefs que despontam na cena cultural a partir da Bahia, como Lili Almeida, Solange Borges e Jorge Washington, o projeto não apenas preserva a autenticidade desses saberes, mas também abre novas oportunidades para essas mulheres, que possuem uma gama de conhecimento de relevância cultural e são ainda pouco reconhecidas por isso. É importante ressaltar que os principais negócios relacionados à gastronomia identitária em Salvador tiveram mulheres como fundadoras, exemplos são os pontos de acarajé e restaurante de Dinha, os pontos de Cira do Acarajé, os restaurantes mais tradicionais da culinária afrobaiana, como o Yemanjá e Donana, e ainda o trabalho de chefs que relacionam o tradicional com toques da contemporaneidade como Teresa Paim do Casa de Teresa, Leila Carrero do Dona Mariquita, Ana Célia, do Zanzibar, entre outras. Além disso, o projeto se insere em um contexto bem atual, onde a gastronomia baiana popular tem ganhado destaque em restaurantes da culinária gourmet, contemporânea e para públicos de alto padrão aquisitivo. Empreendimentos como o Boteco Megiro, dos premiados chefs Fabrício Lemos e Lisiane Arouca, demonstram como os quitutes tradicionais podem ser reinventados e elevados a outro patamar, ampliando seu reconhecimento. Esse movimento endossa o potencial econômico e cultural dos quitutes, que agora podem transcender a informalidade e alcançar um novo status, o que também deve ser capitalizado pelas mulheres que preservam estas formas de saber e fazer.A realização de uma pesquisa sobre os ingredientes, histórias e técnicas da gastronomia popular, combinada com competições de quitutes e eventos de cozinha show, além da publicação de um livro, contribuirá para a visibilidade, registro e como um incentivo à continuidade destas tradições, ao mesmo tempo em que as conecta com as demandas e dinâmicas de oportunidades contemporâneas e tendências do mercado da gastronomia. Este projeto não apenas visa a valorização da culinária baiana, mas também reconhece a importância do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais, conforme estabelecido pela Lei 8313/91. Essa lei oferece uma estrutura fundamental para o financiamento de iniciativas que: II - promovam e estimulem a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiem, valorizem e difundão conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - protejam as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizem o produto cultural originário do País; com o que se alinha o presente projeto.Além disso, os objetivos do Art. 3º, que visam fomentar a valorização das expressões culturais, a promoção da inclusão social e a ampliação do acesso à cultura, são diretamente abordados por meio da capacitação e profissionalização dessas mulheres. Assim, buscamos não apenas fortalecer a cultura local, mas também proporcionar condições para que essas mulheres se tornem protagonistas de suas histórias, contribuindo para um futuro mais justo e igualitário no cenário gastronômico e social da Bahia.A proposta do projeto "Arte e Sabor Popular _ o desafio das Mestras dos Quitutes" dialoga com o projeto Pretas 40+, outra iniciativa da Humana Brasil, realizada em 2024, que trabalhou a autonomia de mulheres negras em situação de vulnerabilidade, proporcionando acesso a capacitação e oportunidades de empreendedorismo com o aproveitamento de alimentos. Assim como no Pretas 40+, onde a valorização da identidade e da força feminina é central, este proposta, agora pelo viés de valorização da cultura popular e das transmissoras destes saberes gastronômicos, busca reconhecer e fortalecer o papel das quituteiras na preservação da cultura baiana, promovendo sua profissionalização e inserção no mercado formal. Outras experiências neste universo pela Humana Brasil, ocorreram com os projetos "Yá Bahia" e "Bambá: força feminina quilombola", que também ecoaram essa missão ao promover a cultura afro-brasileira e a valorização de saberes tradicionais, demonstrando um compromisso contínuo com a inclusão e o protagonismo das mulheres negras baianas. Juntas, essas iniciativas criam uma rede de apoio e valorização que não apenas celebra a riqueza cultural da Bahia, mas também impulsiona mudanças significativas na vida dessas mulheres e nas comunidades em que estão inseridas. Esta rede será novamente evocada, fortalecida e ampliada através desse novo projeto.Ao destacar o protagonismo das quituteiras, buscamos enaltecer uma cultura rica em talento, força e luta, que tem sido perpetuada por gerações, desde as primeiras quituteiras que, com seus trabalhos, ajudaram a alforriar escravizados, chegando até às mulheres contemporâneas que se tornaram icônicas baianas de acarajé e chefs de cozinha na Bahia.
Não se aplica
Os produtos foram pensados para garantir um processo formativo rico, focado na prática e na valorização da gastronomia popular, além de fornecer suporte técnico e educacional às participantes, consolidando o conhecimento e a identidade cultural no contexto da culinária tradicional. Segue o detalhamento técnico: 1. Curso Teórico e Prático de Gastronomia PopularDuração: O curso terá aulas com duração de 4 horas, com um total de 8 horas semanais, ao longo de 09 meses.Material: Ingredientes para receitas típicas, utensílios de cozinha, material didático impresso (apostilas), aventais, toucas, e materiais descartáveis para degustação.Projeto Pedagógico: O curso segue uma abordagem prática e dialógica, com base no método “aprender fazendo”. Os conteúdos vão desde a parte conceitual, que envolve história e aspectos culturais da Bahia, da culinária tradicional baiana e do papel das mulheres nesta produção, passando pela escolha dos ingredientes e técnicas de preparo até a finalização e apresentação dos pratos, com orientação sobre sustentabilidade, uso integral dos alimentos e empreendedorismo gastronômico. 2. Masterclasses e Mentorias com Chefs Duração: Cada Masterclasse terá duração de 3 horas. No projeto, ocorrerão 3 Masterclasses - uma a cada trimestre, com um Chef de destaque convidado. Já as mentorias, que também ocorrerão com os mesmos chesfs das Masterclasses, serão oferecidas individualmente para todas as 60 participantes, com duração de 40 minutos, cada. Projeto pedagógico: essas masterclasses funcionam como aulas show, envolvendo a prática culinária com demonstração de preparo e dicas, permeada pela história dos projetos dos chefs convidados e suas trajetórias pessoais em conexão com as referencias tradicionais e ancestrais. Complementando as aulas, as mentorias individuais serão focadas nas necessidades e potencialidades das participantes, promovendo o desenvolvimento de técnicas e a aplicação dos conhecimentos em suas práticas culinárias e empreendimentos gastronômicos. 3. Publicação Especial “Sabores da Bahia”Características: Formato 25x25cm, capa em papel couchê 300g, laminação fosca e reserva de verniz, com orelhas, 4x0 cor, miolo com ilustrações e fotografias coloridas, papel couchê 150g, 96 páginas. Proposta editorial: Este livro terá o conteúdo organizado durante o projeto e será lançado durante o prêmio da Mestra Quituteira, fazendo parte do evento de encerramento. Buscará documentar a experiência, compartilhando receitas, aprendizados e, principalmente, sistematizando o conhecimento coletivamente construído, de forma a ensinar e inspirar novas iniciativas de mesma linha. 4. Eventos de Degustação, Oficinas e Ensaio AbertoDuração: Cada evento de degustação terá duração de 3 horas, com um total de 2 eventos ao longo do projeto.Material: Estrutura para montagem de estandes, mesa de exposição, aventais personalizados, descartáveis para degustação, e sinalização visual do projeto.Projeto Pedagógico: Os eventos são planejados para oferecer uma experiência sensorial ao público, com degustação e apresentações das receitas criadas pelas participantes. Os ensaios abertos permitem a interação entre o público e as cozinheiras, e experimentação do resultado de pratos e quitutes criados. Possibilitará que as participantes expliquem a história por trás de cada prato, promovendo uma experiência educativa e de valorização da cultura local. 5. Premiação "Mestra dos Quitutes" Duração: evento final será realizado no encerramento do projeto. No entanto, as etapas de pré-seleção ocorrerão ao longo da capacitação. Essas premiadas ganham também troféu Mestra dos Quitutes e kits de premiação. As demais finalistas recebem kits simbólicos em reconhecimento à participação. Projeto pedagógico: estrutura progressiva de avaliação e reconhecimento das participantes, com etapas de pré-seleção realizadas ao longo da capacitação. A final será uma oportunidade para aplicar as habilidades desenvolvidas ao longo do curso, com uma banca avaliadora.
Acessibilidade: 1. Acessibilidade Física:Locais com Acesso Facilitado: Os espaços onde serão realizadas as atividades de capacitação e os eventos do projeto terão rampas, corrimãos, e, se possível, elevadores. O projeto prevê verba de adaptação aos espaços físicos, com intervenções necessárias, caso os espaços parceiros não contemplem todas as condições.Circulação Ampla: O layout dos eventos e capacitações será organizado de maneira que permitam a circulação fácil para todas as participantes, incluindo pessoas com cadeira de rodas.Sinalização Adequada: Serão indicadas as áreas de circulação e as saídas de emergência com sinalização visível e em braile. 2. Acessibilidade Comunicacional:Intérprete de Libras: As capacitações (caso haja pessoas com deficiência auditiva com inscrições efetivadas) e eventos de apresentação do projeto irão contar com intérpretes de Libras.Material Informativo em Formatos Acessíveis: Serão disponibilizados folhetos e informativos utilizando fontes amplas, de fácil leitura, com QR Codes que direcionam para descrição em áudio das informações e para a versão digital dos impressos com descrição de imagens. 3. Acessibilidade Digital:Materiais Digitais Inclusivos: Nos materiais publicados em redes sociais, haverá descrição de imagens para leitores de tela, e legendas em vídeos.Plataformas Inclusivas nas Capacitações Virtuais: Nos encontros ou mentorias online, serão adotadas plataformas com suporte para legendas automáticas e será garantido que o conteúdo possa ser acessado também em dispositivos móveis. Livro versão e-pub3: o livro a ser gerado como produto do projeto, terá versão no formato digital epub3 que possui recursos de acessibilidade, compatível com programas de leitura e ampliação da fonte do texto para cegos e pessoas com baixa visão, descrição das imagens, etc. 4. Ambiente Inclusivo: Haverá capacitação da equipe para o atendimento inclusivo e respeitoso de todas as participantes, respeitando suas diferentes condições físicas, culturais e sociais.
A democratização de acesso é um princípio essencial do projeto "Arte e Sabor Popular: o desafio das Mestras dos Quitutes", garantindo que, principalmente participantes em condições de vulnerabilidade, possam participar e usufruir das atividades. Além da capacitação gratuita para as 60 mulheres e jovens que atuam na gastronomia popular, o projeto promoverá eventos e ações integradas abertas e gratuitas para o público geral: Ensaio Aberto e Degustações: Durante as atividades, serão realizados ensaios abertos para a premiação da Mestra Quituteira e sessões de degustação em locais acessíveis, possibilitando que moradores da região onde o projeto será realizado (Cidade Baixa, Salvador-BA) e de outros bairros em que se identifique no diagnóstico esta relação com as quituteiras, experimentem as receitas e conheçam o trabalho das cozinheiras. Esses momentos são planejados para incentivar o engajamento das comunidades, permitindo uma aproximação com as tradições gastronômicas e possibilitando feedbacks que valorizem ainda mais as produções das participantes. Oficinas Paralelas para a Comunidade: Além das formações direcionadas às participantes principais, o projeto oferecerá oficinas abertas de curta duração para o público geral, abordando temas como aproveitamento integral de alimentos, sustentabilidade na cozinha e pratos típicos da culinária baiana. Essas oficinas ampliam o alcance do projeto e incentivam práticas sustentáveis e acessíveis de alimentação para um público maior. Apoio e Inclusão Social Auxílio para Deslocamento: Será ofertado auxílio para transporte de participantes que morem em áreas mais distantes ou em situação de vulnerabilidade.
INSTITUIÇÃO PROPONENTE – HUMANA BRASIL: Gestão do projeto, com o acompanhamento de todas as etapas de execução e responsável pela implantação da estrutura necessária (processo de seleção e contratações de profissionais, adaptções física no espaço das atividades, efetivação das compras necessárias, etc.), monitoramento e avaliação, gerenciamento administrativo-financeiro dos contratos estabelecidos com os patrocinadores. Além do profissional de comunicação que possuirá horas dedeciadas ao projeto, outros o setor de comunicação da Humana Brasil atuará contrbuindo com a produção de conteúdos para site institucional, Assessoria de Imprensa, entre outras possibilidades. A Associação Humana Povo para Povo Brasil (Humana Brasil), fundada em 2007, é uma organização da sociedade civil que promove o desenvolvimento social com foco em inclusão, sustentabilidade e valorização cultural. Parte do Movimento Internacional Humana People to People, a Humana Brasil atua para fortalecer a dignidade humana e superar vulnerabilidades, promovendo capacitações, organização social e empoderamento econômico em comunidades em vulnerabilidade social na Bahia. Por meio de uma rede de parcerias e com uma equipe técnica multidisciplinar, já realizou em torno de 100 projetos, em mais de 240 municípios brasileiros, e se consolida como agente transformador para o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento sociocultural nas comunidades onde atua. Coordenadora Geral - Ingred Hayalla: responsável pela coordenação geral executiva do projeto, atuando como uma coordenadora de campo, e sendo a responsável, em conjunto com a instituição proponente, de coordenar a equipe do projeto, o processo de mobilização, inscrição e seleção das participantes, a realização das atividades, identificando necessidades materiais assim como o bom andamento do projeto pedagógico, abrindo a escuta e sugerindo adaptações que gerem mais efetividade e melhorias, conduzindo processo de avaliação do projeto juntamente com todos/as envolvidos. Chef de cozinha e nutricionista, formada em culinária nacional com ênfase em gastronomia regional e africana pelo SENAC-BA, com especialização em cozinha internacional pelo Mausi Sebess, na Argentina, e confeitaria pelo SENAI-BA. Possui bacharelado em Nutrição pela Estácio BA e está em pós-graduação em Nutrição Funcional e Fitoterapia. Com experiência em eventos e treinamentos gastronômicos, atuou em projetos de capacitação para comunidades quilombolas e cooperativas, promovendo o desenvolvimento socioeconômico e o fortalecimento de técnicas sustentáveis de culinária. Também presta consultoria em Boas Práticas de Manipulação de Alimentos para diversos estabelecimentos alimentícios. Chef marterclasses e mentora – Solange Borges Portfólio anexo Chef de cozinha, empreendedora e professora com formação em Letras e especialização em Fitoterapia. Nascida na Bahia, Solange se inspira na força e sabedoria de sua mãe, Joselita Borges, uma mulher de Candomblé, para fortalecer a identidade cultural e ancestral de sua comunidade. Em 2017, fundou o projeto Culinária de Terreiro, que busca promover a sororidade, o empoderamento feminino e o fortalecimento dos vínculos comunitários por meio da culinária afro-brasileira. Desde 2014, Solange desenvolve suas atividades no Sítio da Lagoa, localizado na Agrovila Pinhão Manso, em Camaçari, Bahia. Esse espaço é dedicado à realização de vivências culturais e à valorização do conhecimento ancestral afrodescendente, reunindo mulheres de iniciativas como as Mulheres Solares para criar uma rede de apoio e compartilhamento de saberes. Solange, além de mestre na culinária de terreiro, utiliza seu espaço para aproximar as pessoas de suas raízes, com o propósito de comunicar, preservar e promover o potencial cultural e a força das tradições afro-brasileiras. Chef marterclasses e mentor – Jorge Washington Portfólio anexo Afrochefe que se destaca-se pela promoção da culinária afro-baiana e pela valorização da ancestralidade negra. Sua trajetória começou ainda na infância, ajudando sua mãe na cozinha, e foi reconhecida em eventos do Bando de Teatro Olodum. Com talento e paixão, Jorge desenvolveu pratos como Bacalhau Martelo, Galinha ao Molho Pardo, Moqueca de Feijão, e Xinxim de Bofe, além de criações originais como Moqueca de Carne Seca com Mamão Verde. No Projeto Culinária Musical, ele realiza encontros mensais onde harmoniza sabores, ancestralidade e afeto. Atuou em instituições como o Vale do Dendê e o Instituto Federal da Bahia (IFBA-Catu) e participou de programas de TV, como Soterópolis e Mosaico Baiano, além de entrevistas em veículos impressos. Instrututora do Curso de Gastronomia – MANUELA GOMES (MANU BOMBOM) www.chefmannubombom.com Especialista em culinária afro-baiana, graduada em gastronomia pelo Instituto Gastronômico das Américas (IGA) e continuando seus estudos no Centro Universitário Cruzeiro do Sul. Tem se destacado na criação de pratos que capturam a essência da rica tradição culinária de Salvador. Suas receitas autorais refletem uma fusão de criatividade, influências familiares e descobertas em suas jornadas por viagens, bares e restaurantes. Especializada em criação de cardápios para empresas, bares, restaurantes ou pessoas que desejam incorporar a autêntica culinária afro-baiana em seus menus.
Periodo para captação de recursos encerrado.