Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 250391Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Oficinas Sabores da Resistência: Cozinhando a Nossa História, Nutrindo o Nosso Futuro - 2ª Edição

ASSOCIACAO DE MULHERES DO VALE DAS ARAPONGAS
Solicitado
R$ 203,2 mil
Aprovado
R$ 203,2 mil
Captado
R$ 203,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

99.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Jacobina
Início
2025-03-01
Término

Resumo

Implementar a segunda fase do projeto cultural "Sabores da Resistência: Cozinhando o Nosso Passado, Nutrindo o Nosso Futuro", com foco em ampliar o impacto cultural e socioeconômico na comunidade de Itaitu e Território do Piemonte da Diamantina. Esta fase inclui a criação de uma Biofábrica de Cultura Alimentar, novas oficinas de culinária, e uma Feira Cultural para promoção do patrimônio alimentar local. Produtos como registros audiovisuais e livro de receitas contribuirão para a preservação e difusão cultural.

Sinopse

PRODUTO PRINCIPAL: Oficinas Sabores da Resistência – Segunda EdiçãoNesta Segunda Edição do projeto, as Oficinas oferecem uma imersão prática e cultural na produção de alimentos com ingredientes locais – banana verde, aipim, jaca – e plantas alimentícias não convencionais (PANC). Ao longo de 12 encontros, as participantes irão explorar e criar receitas que unem tradição e inovação, fortalecendo sua autonomia e geração de renda. A estrutura das oficinas/laboratórios culinários inclui capacitações sobre memória culinária, práticas de segurança alimentar e produção de produtos alimentícios comercializáveis. O ciclo encerra com uma oficina de síntese e preparação dos produtos alimentícios para a comercialização e uma celebração dos sabores locais, consolidando os conhecimentos adquiridos e preparando as participantes para a produção e comercialização dos produtos de forma constante. Oficina 1: Memória Culinária da Cultura Alimentar do Território do Piemonte da Diamantina;Oficina 2: Boas Práticas para Manipulação de Alimentos:Oficina 3: Laboratório de Culinária: Potencialidades Culinárias e Gastronômicas da Banana Verde;Oficina 4: Laboratório de Culinária: Laboratório de Culinária: Potencialidades Culinárias e Gastronômicas do Aipim;Oficina 5: Laboratório de Culinária: Potencialidades Culinárias e Gastronômicas da Jaca;Oficina 6: Laboratório de Culinária: Potencialidades Culinárias e Gastronômicas das Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC);Oficina 7: Laboratório de Culinária: Novas Aplicações Culinárias da Banana Verde;Oficina 8: Laboratório de Culinária: Aplicações Avançadas da Banana Verde;Oficina 9: Laboratório de Culinária: Novos Produtos com Aipim;Oficina 10: Laboratório de Culinária: Expansão das Aplicações da Jaca;Oficina 11: Síntese e Preparação de Produtos para Comercialização;Oficina 12: Conclusão do Ciclo e Celebração dos Sabores da Resistência. PRODUTO: Biofábrica de Cultura AlimentarA Biofábrica de Cultura Alimentar é um espaço de produção e aprendizado, situado na sede da AMUVA, em Itaitu. Este local dedicado à fabricação de alimentos tradicionais e contemporâneos com banana verde, aipim, jaca e PANC, promove o empoderamento econômico e cultural das mulheres locais. A Biofábrica transforma esses ingredientes em produtos autênticos e saudáveis, respeitando práticas sustentáveis e estimulando o consumo consciente. Mais do que um local de produção, a Biofábrica se estabelece como um centro educacional, oferecendo formação contínua e promovendo a economia criativa e a segurança alimentar na região. PRODUTO: II Feira Sabores da ResistênciaA segunda edição da II Feira Sabores da Resistência será um evento de culminância que integra a comunidade de Itaitu com os resultados das oficinas e da Biofábrica. Aberta ao público, a II Feira celebra a cultura alimentar local com a exposição de produtos alimentícios tradicionais, apresentações culturais e atividades interativas. Esse evento é uma oportunidade de valorizar o patrimônio culinário e fortalecer a economia solidária, criando um espaço de reconexão com as tradições gastronômicas e estimulando o intercâmbio cultural. PRODUTO: Vídeo RegistroO Vídeo Registro documentará as etapas e momentos principais das Oficinas, com depoimentos das participantes e imagens do processo produtivo. Este documentário será uma peça central na feira, promovendo a divulgação do projeto e preservando a memória cultural local. Com duração entre 1 e 1,5 minutos, o Vídeo será distribuído gratuitamente na internet, ampliando o acesso à cultura alimentar e conectando comunidades. PRODUTO: Livro de Receitas e Memórias CulináriasO Livro Digital de Receitas e Memórias reúne as preparações culinárias desenvolvidas durante o projeto e histórias culturais das participantes, oferecendo uma perspectiva rica da cultura alimentar de Itaitu. Disponibilizado gratuitamente, o livro contribui para a difusão do patrimônio imaterial, preservando receitas e práticas culinárias tradicionais para as gerações futuras e possibilitando que a cultura alimentar local seja acessível a uma audiência mais ampla. Essa sinopse resume o conteúdo e o impacto de cada produto, destacando o caráter educativo e cultural da segunda etapa do projeto.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Ampliar a valorização e a preservação do patrimônio cultural alimentar no Piemonte da Diamantina, através da realização da Segunda Edição do Projeto "Sabores da Resistência: Cozinhando o Nosso Passado, Nutrindo o Nosso Futuro", promovendo a autonomia econômica de mulheres da Associação de Mulheres do Vale das Arapongas (AMUVA), por meio da produção, beneficiamento e comercialização de alimentos saudáveis e sustentáveis, da promoção continuada da educação cultural patrimonial e da garantia da segurança alimentar e nutricional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ● Realizar 12 Oficinas Culturais e Gastronômicas: Continuar com capacitações semanais sobre culinária tradicional, utilizando ingredientes regionais. ● Criar e Equipar uma Biofábrica de Cultura Alimentar: Estabelecer infraestrutura para a produção, beneficiamento e comercialização de alimentos locais e tradicionais, gerando renda para as mulheres e incentivando a economia criativa. ● Oferecer Bolsas de Estudo: Disponibilizar 15 bolsas de estudo para as participantes das Oficinas, possibilitando a continuidade de sua formação. ● Desenvolver e Registrar Produtos à Base de Banana, Aipim, Jaca e Plantas Alimentícias Não Convencionais: Produzir alimentos inovadores que resgatem a identidade alimentar local, promovendo uma experiencia cultural prazerosa e garantindo a segurança alimentar e nutricional das produtoras e das/os consumidoras/es. ● Organizar a II Feira Sabores da Resistência: Evento público para promover e celebrar a culinária tradicional do Piemonte da Diamantina, especialmente das comunidades em que vivem as associadas da AMUVA, de modo especial, através da apresentação e comercialização dos produtos desenvolvidos por elas durante a formação continuada. ● Criar Vídeo Registro: Produzir 1 (um) Vídeo Registro com as etapas do processo das Oficinas e da Segunda Edição da Feira Sabores da Resistência, depoimentos, imagens da comunidade, para exibição no evento de encerramento das Oficinas e distribuição gratuita na internet, como uma ação de difusão do patrimônio imaterial. ● Elaborar Livro Digital de Receitas Memórias Culinárias: Documentar o processo e as receitas tradicionais, feitas pelas mulheres da AMUVA, em um Livro Digital de Memórias Culinárias em formato de PDF, com histórias e depoimentos narrados por essas mulheres, garantindo a preservação do saber local para as presentes e futuras gerações. ● Garantir Acessibilidade e Democratização do Acesso: Disponibilizar conteúdos acessíveis em Libras e audiodescrição, além de adaptar os espaços para pessoas com deficiência. ● Contratar intérprete de libras e profissional que trabalha com áudio descrição, para garantir as medidas de acessibilidade => Produto: Áudio descrição do material didático / Tradução em Libras do Vídeo Book e do Vídeo Registro.

Justificativa

Este projeto visa a utilização das leis de incentivo à cultura, sobretudo a Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), para promover a preservação e difusão do patrimônio cultural alimentar brasileiro e fortalecer tradições regionais (art. 1º, incisos II e VI). Em sua segunda edição, o projeto Sabores da Resistência: Cozinhando o Nosso Passado, Nutrindo o Nosso Futuro busca atender à demanda crescente das mulheres participantes da primeira etapa, que expressaram grande interesse em expandir o aprendizado e fortalecer suas habilidades no universo da cultura alimentar, tanto para o desenvolvimento pessoal quanto para a geração de renda sustentável. O sucesso da primeira edição comprovou a relevância social e cultural deste projeto, que proporcionou uma experiência transformadora para as mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica da zona rural de Itaitu, Jacobina-BA e arredores. Como o direito fundamental à cultura é um compromisso garantido pela Constituição Federal de 1988, que assegura o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional, este projeto busca apoio para sua continuidade, assegurando que o conhecimento cultural adquirido nas oficinas iniciais seja ampliado, com novas técnicas e práticas sustentáveis de beneficiamento alimentar. Além das finalidades de valorizar os recursos humanos e os conteúdos locais (art. 1º, inciso II) e preservar a culinária brasileira, regional e local enquanto patrimônio cultural imaterial (inciso VI), o projeto contempla os incisos adicionais do art. 1º da Lei nº 8.313/91, conforme descrito a seguir: Facilitar o Livre Acesso às Fontes Culturais e ao Exercício dos Direitos CulturaisA culinária é uma das fontes culturais de maior expressão nacional. O projeto promoverá o acesso à cultura alimentar e incentivará o exercício dos direitos culturais por meio da formação continuada em práticas alimentares e educação patrimonial para as mulheres associadas à AMUVA (Associação de Mulheres do Vale das Arapongas). A segunda etapa das "Oficinas Sabores da Resistência" aprofundará o conhecimento sobre quatro fontes alimentares locais _ banana, aipim, jaca e plantas alimentícias não convencionais (PANC) _ com o objetivo de fortalecer e expandir as práticas tradicionais e inovadoras adquiridas. Promoção e Regionalização da Produção CulturalO resgate das tradições familiares e dos pratos típicos da culinária regional será realizado em conexão com os alimentos da agricultura familiar, estimulando a economia criativa e o crescimento sustentável das comunidades locais. A valorização dos conteúdos locais será uma constante nas atividades, promovendo o desenvolvimento regional, fortalecendo os laços comunitários e fomentando uma identidade cultural que conecta as mulheres a seus recursos e raízes. Apoio, Valorização e Difusão das Manifestações CulturaisA segunda edição do projeto dará continuidade ao resgate dos saberes e práticas dos povos formadores da identidade brasileira, incluindo as tradições alimentares nordestinas, sertanejas e itaituenses, aprofundando o conhecimento por meio das oficinas. A proposta é expandir o escopo, incorporando novas técnicas e ampliando a difusão dessas tradições para a comunidade e o público participante. Proteção das Expressões Culturais dos Grupos Formadores da Sociedade BrasileiraAo promover o aprendizado e o beneficiamento da culinária local, as oficinas visam proteger expressões culturais de grupos formadores da sociedade brasileira, especialmente aquelas ligadas às heranças indígenas, quilombolas e portuguesas. O projeto reforça a importância dessas práticas culinárias para a identidade e a coesão cultural. Salvaguarda e Florescimento dos Modos Tradicionais de Fazer e ViverAs oficinas darão continuidade ao resgate e salvaguarda dos modos tradicionais de cultivo, colheita, tratamento, armazenamento e preparo de alimentos da culinária nordestina, promovendo também a criação de uma Biofábrica de Cultura Alimentar, onde serão beneficiados alimentos para consumo e comercialização, garantindo a segurança alimentar e nutricional para as participantes e suas famílias. Prioridade ao Produto Cultural Originário do PaísO projeto será centrado em produtos culturais brasileiros originários do sertão e da região nordeste, onde banana, aipim, jaca e PANC se destacam. O uso desses ingredientes nas oficinas promove o reconhecimento da cultura alimentar regional e incentiva o consumo consciente e sustentável. Além de promover os direitos culturais garantidos pelo art. 1º, o projeto atende aos objetivos do art. 3º da Lei nº 8.313/91: Incentivo à Formação Artística e CulturalCom bolsas de estudo destinadas às mulheres participantes, o projeto facilita o acesso igualitário à formação cultural e ao aprendizado prático, promovendo a profissionalização e a inclusão socioeconômica. Fomento à Produção Cultural e ArtísticaA "Segunda Feira Sabores da Resistência: Cozinhando Nossa História, Nutrindo Nosso Futuro" será o evento culminante do ciclo, realizado em Itaitu, com exposição dos produtos desenvolvidos, participação de artistas locais e apresentações culturais, ampliando o acesso público à cultura alimentar e reforçando o valor da tradição. Preservação e Difusão do Patrimônio Cultural e HistóricoO projeto visa à preservação da cultura alimentar local por meio das oficinas e da criação da Biofábrica, ampliando a difusão com a produção de um Vídeo Registro e um Livro de Receitas e Memórias em formato digital, distribuídos gratuitamente através da internet para a comunidade. Estímulo ao Conhecimento dos Bens e Valores CulturaisAs oficinas incluirão estudos sobre o processamento da banana, do aipim, da jaca e das PANC, utilizando a literatura especializada como base pedagógica e realizando entrevistas e levantamentos de práticas locais, que serão compartilhados com a comunidade. Em resumo, a segunda edição do projeto busca continuar o trabalho transformador iniciado na primeira etapa, proporcionando uma experiência cultural, educativa e econômica que promove a autonomia das mulheres participantes e a preservação do patrimônio cultural alimentar de Itaitu e do Piemonte da Diamantina.

Estratégia de execução

A escolha dos alimentos banana verde, aipim e jaca como temas centrais das oficinas e produções da Biofábrica de Cultura Alimentar foi cuidadosamente fundamentada em diversos aspectos culturais, econômicos e nutricionais, que vão ao encontro dos objetivos do projeto e das demandas da comunidade. Esses três alimentos são amplamente acessíveis na região do Piemonte da Diamantina e fazem parte da cultura alimentar dos povos originários que moldaram as tradições culinárias do nordeste brasileiro. Cada um deles oferece versatilidade culinária, sendo adaptável a diferentes tipos de preparações, desde pratos principais e complementos até receitas de panificação e confeitaria. A fácil manipulação e cultivo local desses ingredientes, além de promoverem a sustentabilidade, permitem que as mulheres da AMUVA possam garantir autonomia produtiva e desenvolver habilidades culinárias que favoreçam a geração de renda. A banana verde, o aipim e a jaca também apresentam grande valor nutricional, com características que se alinham ao conceito de segurança alimentar e nutricional defendido pelo projeto. A banana verde, por exemplo, é rica em fibras e amido resistente, sendo uma alternativa saudável em preparações para pessoas que buscam restrição ao glúten. O aipim é uma fonte de energia e nutrientes essenciais, enquanto a jaca é valorizada pela textura e pelas propriedades que a tornam um substituto saudável de proteínas em pratos vegetarianos. A utilização desses alimentos reflete, portanto, uma continuidade da cultura alimentar local, onde esses ingredientes são tradicionalmente empregados em receitas familiares e comunitárias. Incorporar esses alimentos no projeto não apenas facilita o acesso e manuseio, mas fortalece a identidade cultural da comunidade de Itaitu, promovendo o resgate de práticas culinárias e a preservação do patrimônio cultural imaterial brasileiro.

Especificação técnica

OFICINAS - As Oficinas Sabores da Resistência: Cozinhando o Nosso Passado, Nutrindo o Nosso Futuro são centradas no ensino e resgate da cultura alimentar local, com temas que vão desde culinária afetiva até a preparação de receitas tradicionais com ingredientes regionais. A cada encontro, as participantes exploram a história e técnicas culturais da culinária. Realizadas semanalmente, com duração média de 4 a 6 horas cada. Uso de ingredientes locais e métodos de preparo tradicionais. PROJETO PEDAGÓGICO Oficina 1 - Memória Culinária da Cultura Alimentar do Território do Piemonte da Diamantina. OBJETIVO: Explorar e resgatar memórias afetivas e tradições da cultura alimentar do Piemonte da Diamantina, promovendo o reconhecimento das práticas culinárias locais como patrimônio imaterial e fortalecendo a identidade cultural das participantes através de histórias, técnicas e sabores ancestrais. Oficina 2 - Boas Práticas para Manipulação de Alimentos. OBJETIVO: Capacitar as participantes com os principais conceitos e práticas de segurança alimentar, desde a higienização até o armazenamento de alimentos, para assegurar a qualidade e a saúde dos produtos, visando prepará-las para uma produção sustentável e segura de alimentos tradicionais e contemporâneos. Oficina 3 - Laboratório de Culinária: Potencialidades Culinárias e Gastronômicas da Banana Verde. OBJETIVO: Apresentar a banana verde como um ingrediente versátil e nutritivo, explorando suas aplicações em receitas práticas, como pães, bolos e biscoitos, promovendo a valorização da biodiversidade regional e possibilitando a geração de novos produtos para comercialização. Oficina 4 - Laboratório de Culinária: Potencialidades Culinárias e Gastronômicas do Aipim. OBJETIVO: Explorar as potencialidades do aipim, ou mandioca, como base para preparos diversos, ensinando técnicas de processamento e aplicação desse alimento em receitas que valorizam a cultura local, como bolos, pães e outras preparações que possam contribuir para a economia familiar das participantes. Oficina 5 - Laboratório de Culinária: Potencialidades Culinárias e Gastronômicas da Jaca. OBJETIVO: Demonstrar a versatilidade da jaca como substituta de proteínas em preparações culinárias, incentivando a produção de receitas que integrem o sabor e a textura únicos desse ingrediente em pratos nutritivos e com apelo comercial, valorizando a culinária local e promovendo alternativas alimentares sustentáveis. Oficina 6 - Laboratório de Culinária: Potencialidades Culinárias e Gastronômicas das Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC). OBJETIVO: Introduzir as participantes às plantas alimentícias não convencionais (PANC), incentivando o uso de alimentos locais e sustentáveis, ampliando o conhecimento sobre sua incorporação no dia a dia e explorando suas possibilidades em receitas que promovem a biodiversidade alimentar e a autonomia na produção de alimentos. Oficina 7 - Laboratório de Culinária: Novas Aplicações Culinárias da Banana Verde. OBJETIVO: Aprofundar o conhecimento sobre a banana verde, incentivando a inovação culinária e a criação de novos produtos, como salgados e doces funcionais, ampliando o repertório das participantes e proporcionando opções adicionais para comercialização e consumo. Oficina 8 - Laboratório de Culinária: Aplicações Avançadas da Banana Verde. OBJETIVO: Desenvolver habilidades específicas para o preparo de alimentos inovadores com a banana verde, explorando técnicas de fermentação e preparo saudável que agreguem valor ao produto final, visando fortalecer a autonomia das participantes na criação de produtos diferenciados e com potencial de mercado. Oficina 9 - Laboratório de Culinária: Novos Produtos com Aipim. OBJETIVO: Capacitar as participantes para o desenvolvimento de receitas com aipim voltadas ao mercado de alimentos funcionais, com foco na elaboração de produtos saudáveis e nutritivos, explorando receitas que aliam tradição e inovação e promovem a segurança alimentar. Oficina 10 - Laboratório de Culinária: Expansão das Aplicações da Jaca. OBJETIVO: Contribuir para a diversificação do cardápio com produtos à base de jaca, abordando novas técnicas de preparo e conservação que ampliem a usabilidade do fruto e possibilitem a criação de produtos sustentáveis, oferecendo alternativas alimentares que atendem tanto ao consumo local quanto ao mercado. Oficina 11 - Síntese e Preparação de Produtos para Comercialização. OBJETIVO: Realizar uma síntese prática dos conhecimentos adquiridos nas oficinas anteriores, orientando as participantes na finalização e apresentação de produtos prontos para o consumo e comercialização, incluindo embalagens e rótulos, para fortalecer o processo de profissionalização e geração de renda. Oficina 12 - Conclusão do Ciclo e Celebração dos Sabores da Resistência. OBJETIVO: Encerrar o ciclo de oficinas com uma atividade de celebração e socialização dos produtos criados, promovendo uma confraternização para fortalecer os vínculos entre as participantes, valorizar as conquistas alcançadas e planejar os próximos passos para a consolidação dos conhecimentos e a sustentabilidade do projeto. Esses objetivos foram pensados para refletir a sequência prática e cultural das oficinas, abordando tanto o desenvolvimento técnico das participantes quanto a valorização da cultura alimentar local e a criação de produtos viáveis para o mercado. BIOFÁBRICA DE CULTURA ALIMENTAR: Surge como um espaço de inovação e preservação do patrimônio alimentar local, situado na sede da Associação de Mulheres do Vale das Arapongas. Esse ambiente é dedicado à produção de alimentos tradicionais com ingredientes cultivados na região, como banana, aipim, jaca e as plantas alimentícias não convencionais, fortalecendo a economia criativa e a segurança alimentar das famílias. Na Biofábrica, as participantes utilizam técnicas sustentáveis para transformar os alimentos em produtos autênticos e saudáveis, resgatando saberes ancestrais e contribuindo para a autonomia econômica das mulheres envolvidas. Mais do que um espaço de produção, a Biofábrica promoverá oficinas e práticas educativas voltadas ao empoderamento feminino e ao fortalecimento da cultura alimentar local. Ao transformar matérias-primas em alimentos e produtos com identidade regional, a Biofábrica também incentivará o consumo consciente e o respeito ao meio ambiente, preservando a biodiversidade e promovendo a sustentabilidade. Com uma estrutura simples, equipada com ferramentas acessíveis e de baixo custo, o espaço é planejado para ser uma referência de inovação em culinária regional, oferecendo formação contínua para as mulheres e ampliando o acesso da comunidade a alimentos saudáveis e culturalmente significativos. A Biofábrica de Cultura Alimentar será instalada em um espaço adequado na sede da AMUVA, equipado com bancadas de trabalho, prateleiras de armazenamento, freezers, fogões industriais, mesas para manipulação dos alimentos, pias para higienização e uma área para embalagem e rotulagem dos produtos. O ambiente contará com ventilação natural, iluminação adequada e equipamentos de segurança para manuseio de alimentos, atendendo às normas de vigilância sanitária e acessibilidade. II FEIRA SABORES DA RESISTÊNCIA: Um evento aberto ao público que promove a cultura alimentar, apresentando os produtos desenvolvidos na Biofábrica e celebrando a tradição culinária com apresentações culturais e gastronomia local. Estrutura com tendas, sistema de som, iluminação, acessibilidade para PCDs, duração de dois dias. VÍDEO REGISTRO: Documentário breve sobre o projeto, compartilhando o processo das oficinas, depoimentos e o impacto na comunidade. Duração de 1 a 1,5 minutos, produzido com qualidade para web, incluindo legendas e audiodescrição. LIVRO DE RECEITAS E MEMÓRIAS CULINÁRIAS: Registro em formato digital com as receitas e histórias das participantes, disponível gratuitamente para a comunidade, com acessibilidade visual e auditiva (Libras e audiodescrição).

Acessibilidade

PRODUTO 1: OFICINAS SABORES DA RESISTÊNCIA (12 OFICINAS CULINÁRIAS) Considerando as características específicas do público-alvo das Oficinas Sabores da Resistência, informamos que: Perfil Exclusivo das Participantes: As oficinas são direcionadas a um grupo fechado de 25 mulheres associadas à AMUVA (bolsistas e não bolsistas), previamente cadastradas e sem registro de participantes com deficiência física, visual, auditiva ou intelectual. Todas as cursistas foram selecionadas a partir de um diagnóstico comunitário realizado pela equipe do projeto, que identificou demandas específicas por capacitação em segurança alimentar e geração de renda, mas não incluiu PcD. Natureza das Atividades: As oficinas ocorrerão em um espaço comunitário já adaptado (Casarão da Vila/Itaitu), que atende às normas gerais de acessibilidade arquitetônica (rampas, banheiros adaptados). Contudo, como não há necessidade de recursos específicos para PcD no grupo atual, medidas adicionais (como intérprete de Libras ou audiodescrição) não se aplicam. Viabilidade Técnica e Orçamentária: A alocação de recursos para acessibilidade segue o princípio da proporcionalidade (art. 3º da Lei Brasileira de Inclusão – Lei nº 13.146/2015). Como não há beneficiárias PcD, os custos seriam desproporcionais ao impacto real. Ressaltamos que, caso haja demanda futura por parte de PcD, a AMUVA se compromete a adaptar as atividades, utilizando recursos próprios ou buscando parcerias. Fundamentação Legal: A Instrução Normativa MINC nº 11/2024 prevê que as medidas de acessibilidade devem ser implementadas conforme a necessidade do público atendido. Não sendo identificada essa necessidade, justifica-se a não obrigatoriedade neste ciclo do projeto. Compromisso com a Inclusão: Embora este grupo específico não requeira adaptações, o projeto assegura acessibilidade em outros produtos (como a II Feira, o Video Book e o Vídeo Registro), que são abertos ao público geral. PRODUTO 2: BIOFÁBRICA DE CULTURA ALIMENTARA Biofábrica, embora operada por equipe sem PcD, receberá público externo (consumidores(as), visitantes e participantes de eventos). As medidas atendem à Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência) e ao Decreto nº 10.782/2021. O compromisso social é com a garantia de acesso universal aos produtos culturais e econômicos gerados pelo Projeto. a) Acessibilidade Arquitetônica:Rampa de acesso e portas largas para cadeirantes.Sinalização tátil e visual. b) PcD Visuais/Auditivos:Equipamentos com alertas luminosos para avisos sonoros.Capacitação da equipe para orientar PcD visuais e auditivas.Disponibilização de cardápio/catálogo de produtos em formato digital acessível (compatível com leitores de tela). c) PcD Intelectuais:Demonstrações interativas dos processos de produção. PRODUTO 3: II FEIRA SABORES DA RESISTÊNCIA a) Acessibilidade Arquitetônica: Tendas com piso nivelado e corredores acessíveis.Banheiros adaptados.Espaço reservado para cadeirantes nas apresentações culturais. b) PcD Visuais: Audiodescrição ao vivo das apresentações e exposições.Mapas táteis do evento. c) PcD Auditivos: Intérprete de Libras no palco principal. d) PcD Intelectuais: Monitores(as) para orientação durante o evento.Atividades interativas adaptadas. PRODUTO 4: VÍDEO REGISTROLegendas descritivas e Libras incorporadas ao vídeo.Audiodescrição para cenas sem diálogo.Disponibilização em plataformas acessíveis (YouTube com recursos de acessibilidade). PRODUTO 5: VIDEO BOOK DIGITAL DE RECEITAS E MEMÓRIASVídeo Book com narração das receitas e depoimentos.Ilustrações com descrição textual. Todas as medidas de acessibilidade, ou já existem, ou estão previstas no orçamento analítico do projeto (ex.: intérprete de Libras, audiodescrição).Os locais das atividades (Casarão da Vila/Itaitu) já possuem estrutura básica de acessibilidade, que será complementada conforme as necessidades do projeto.Reiteramos o compromisso com a inclusão, conforme os objetivos do projeto e a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015).

Democratização do acesso

- Distribuição gratuita do Vídeo-Registro e do Ebook com as receitas e memórias das participantes; - Acesso à pagina do Instagram da AMUVA e do site que será criado durante a execução do Projeto; - Hospedagem gratuita no Canal do Youtube da AMUVA, das Oficinas Sabores da Resistência: Cozinhando o Nosso Passado, Nutrindo o Nosso Futuro; - Ações como oficinas abertas ao público; - Acesso livre aos eventos do projeto. - Compartilhamento dos produtos da Biofábrica de Cultura Alimentar durante a Segunda Feira Sabores da Resistência. - A concessao da bolsa de aprendizagem, como instrumento de democratização do acesso à Educação Patrimonial Cultural.

Ficha técnica

- ASSOCIAÇÃO DE MULHERES DO VALE DAS ARAPONGAS (AMUVA) - Coordenação. FUNÇÕES: elaborar e escrever o projeto, elaborar o projeto pedagógico das Oficinas junto com as instrutoras, elaborar o orçamento do projeto, mobilizar, cadastrar e matricular as participantes do projeto, contactar e contratar as instrutoras das Oficinas, as/os palestrantes e as/os prestadoras/es de serviço, realizar pagamentos, articular, liderar e coordenar a equipe para a realização das Oficinas, das palestras e da “II Feira Sabores da Resistência: Cozinha a Nossa História, Nutrindo o Nosso Futuro”, prestar contas. CURRÍCULO RESUMIDO: A AMUVA, Associação de Mulheres do Vale das Arapongas é uma associação civil sem fins lucrativos, criada em 08 de março de 2024, que tem por objetivo social central, promover os direitos humanos e o desenvolvimento socioeconômico das Mulheres do Vale das Arapongas, no Território de Identidade do Piemonte da Diamantina - BA, estimulando a formação de redes de apoio, de promoção de solidariedade, de compartilhamento de conhecimentos e experiências, e de fortalecimento dos laços comunitários. A sede da AMUVA, Associação de Mulheres do Vale das Arapongas está localizada no Casarão da Vila, em Itaitu, Jaacobina-BA, um equipamento cultural cedido por particulares para as associadas desenvolvierem as atividades dos projetos sociais e culturais. Além da realização das Oficinas Sabores da Resistência: Cozinhando o Nosso Passado, Nutrindo o Nosso Futuro, no Casarão também acontece o Projeto Quintal das Sementes, destinado à educação não formal de crianças, especialmente as filhas e filhos das associadas da AMUVA. A AMUVA também desenvolve o Projeto Pedagogias da Terra, na Biblioteca Elza Palmeira, Fazenda Molhadinha, e nasceu da necessidade de alfabetizar e escolarizar jovens e adultos/as, trabalhadores/as rurais da região do Vale das Arapongas (Comunidades do Covas, Itaitu e entorno) que não tiveram a oportunidade a educação em tempo regular. A Pedagogia da Terra é uma abordagem educacional que se concentra na valorização do conhecimento e das práticas culturais das comunidades rurais, especialmente aquelas ligadas à agricultura e à vida no campo. A Coordenação do Projeto será remunerada, nos moldes do artigo 13, da Instrução Normativa MINC nº 11, de 30 de janeiro de 2024. - VERANÚBIA MASCARENHAS – Instrutora de Oficinas, Palestrante e Gestora Pedagógica. FUNÇÕES: ministrar 70% das Oficinas Sabores da Resistência: Cozinhando a Nossa História, Nutrindo o Nosso Futuro, realizar a palestra “De volta à Cozinha: o resgate do caráter socializador da alimentação” e conduzir a gestão técnico-pedagógica do projeto junto com o coordenador. CURRÍCULO RESUMIDO: Nutricionista e Cozinheira. Trabalhou no Núcleo de Apoio a Saúde da Família/SUS em Caém-BA, e também em ações sociais como o SASOP (Serviço de Orientação a Organizações Populares e Rurais, ELO (Organização e ações sociais), APAE, Escola Umbuzeiro e Instituto de Permacultura da Bahia. Realizou oficinas de ecogastronomia através da ASPAF (Associação de Ação Social e Preservação das Águas, Fauna e Flora da Chapada Norte, em Itaitu-BA). Foi sócia e chefe do Restaurante Nirá. Idealizadora do Instituto Craibera em Jacobina-BA, um espaço para práticas integrativas de corpo e saúde, onde atende como nutricionista e realiza oficinas de culinária junto a outros profissionais. Especialista na criação e elaboração de receitas culinárias com uso de PANC e alimentos não convencionais, atua como palestrante, catering e buffet. Atualmente ela é Oficineira na primeira edição do Projeto Sabores da Resistência Cozinhando o Nosso Passado, Nutrindo o Nosso Futuro. - GABRIELLA BARBOSA SANTOS – Instrutora de Oficina e Palestrante Voluntária. FUNÇÕES: como voluntária, ministrar 2 Oficinas Sabores da Resistência: Cozinha a Nossa História, Nutrindo o Nosso Futuro e conferir duas palestras, com os temas: “A segurnaça alimentar das crianças e a defesa do patrimônio culinário brasileiro” e “A biomassa de banana verde como cultura alimentar na escola”. CURRÍCULO RESUMIDO: Mestra em Direito Público, Bacharela em Direito, Professora da Universidade do Estado da Bahia, Campus IV, Jacobina-BA, membro da Associação de Ação Social e Preservação das Águas, Fauna e Flora da Chapada Norte (ASPAFF), militante feminista pela soberania e segurança alimentar e nutricional. Atualmente ela é instrutora de oficina e palestrante na primeira edição do Projeto Sabores da Resistência Cozinhando o Nosso Passado, Nutrindo o Nosso Futuro. - AURIVONE FERREIRA – Instrutora de Oficina, Cantora, Compositora e Pandeirista no Grupo “Cocobando”. FUNÇÕES: Realizar oficina de Batik, uma técnica milenar de pintura de tecidos e se apresentar com o Cocobando durante a II Feira Sabores da Resistência: Cozinhando a Nossa História, Nutrindo o Nosso Futuro, mediante cachê artístico previamente estabelecido.sobre o gênero musical "Coco" enfatizando sua origem relacionada a cultura alimentar da quebra do coco babaçu e licuri, as principais representantes desse brinquedo/dança e sua representatividade na cultura popular. CURRÍCULO RESUMIDO: Multiartista, artista têxtil, compositora e produtora cultural, com formação em História pela Universidade do Estado da Bahia, mobiliza e atua em manifestações artísticas desde a década de 80 no município de Jacobina e região, além da capital baiana. É criadora da marca Fogo-Pagô Fina Estampa, que produz roupas e acessórios utilizando a técnica do batik e também ministra oficinas para compartilhar seus saberes. Participa de movimento de Economia Solidária, por meio de feiras e exposições onde divulga e comercializa suas produções. LUCIVALDO SANTOS – VídeoMaker e Editor de Imagens e Vídeos. FUNÇÕES: Fazer registros fotográficos e videográficos, produção e edição de vídeos. CURRÍCULO RESUMIDO: Quilombola nascido embaixo de um pé de manga no dia 22 de abril de 1990, filho de Elizabete Maria do Santos, pai de Arthur e Lara Sophia. Fotógrafo, Videomaker, Web.Designer, técnico de informática, técnico de sonorização, Músico (DjmegaMix), brigadista florestal, gestor de turismo, condutor ambiental. Faz parte da equipe executiva da primeira edição do Projeto Oficinas Sabores da Resistência: Cozinhando o Nosso Passado, Nutrindo o Nosso Futuro. ERVA DOCE PRODUTORA – Parceira colaboradora. CURRÍCULO RESUMIDO: A Erva Doce Produtora é uma microempresa individual constituída no ano de 2017 por Roberto Santos Teixeira Filho e vem realizando projetos e atividades voltados para o desenvolvimento de ações culturais, educativas e sociais no Território do Piemonte da Diamantina, especialmente no município de Jacobina/BA. A Erva Doce Produtora é a proponente da primeira edição do Projeto Oficinas Sabores da Resistência: Cozinhando o Nosso Passado, Nutrindo o Nosso Futuro. Roberto, Diretor da Erva Doce é Biólogo, Mestre em Educação e Diversidade, Produtor Cultural, Educador Popular. Atuou nas áreas de Educação Sexual, Análise do Discurso e Metodologia da Pesquisa e Escrita Científica. Milita nas áreas de Educação Não Formal, Cultura Popular, Reeducação Alimentar, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-06-25
Locais de realização (1)
Jacobina Bahia