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Este projeto propõe a circulação do espetáculo PEGA, MATA e COME: 60 anos de Opinião.
O Espetáculo. Com linguagem híbrida entre a música e o teatro, esta é, ao mesmo tempo, uma homenagem e uma recriação livremente inspirada no “Show Opinião”, musical histórico dirigido por Augusto Boal cujo o álbum homônimo completa 60 anos em 2025. O elenco inicial era composto por João do Vale, Zé Keti e Nara Leão (posteriormente substituída por Maria Bethânia). Nessa releitura do espetáculo, a direção é de Jé Oliveira e a dramaturgia de Mariana Mayor e Julian Boal. O elenco, com 5 artistas, é composto por Xis, Ellen Oléria, Paulo Tó, Xeina Barros e Alessandra Leão. “Pega, Mata e Come: 60 anos de Opinião” tem linguagem híbrida, constituindo um teatro musical, com uma dramaturgia desenvolvida a partir de histórias trazidas pelo elenco. Classificação indicativa: 12 anos
Objetivo Geral: - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais ao oferecer as apresentações do espetáculo de maneira gratuita ao público; - Fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural ao promover na dramaturgia do espetáculo importantes discussões sobre o racismo e machismo e oferecer condições técnicas adequadas para a fruição e inclusão através de ações de acessibilidade; Objetivos específicos - Realizar a circulação do espetáculo "PEGA, MATA e COME: 60 anos de Opinião", com 21 apresentações gratuitas em 7 cidades. Esperamos atingir 600 pessoas em média, por apresentação, totalizando 12600 pessoas em toda a circulação.
Esta é, ao mesmo tempo, uma homenagem e uma recriação livremente inspirada no "Show Opinião", musical histórico dirigido por Augusto Boal, cujo o álbum homônimo completa 60 anos em 2025. O elenco inicial era composto por João do Vale, Zé Keti e Nara Leão (posteriormente substituída por Maria Bethânia). Nessa releitura do espetáculo, a direção é de Jé Oliveira e a dramaturgia de Mariana Mayor e Julian Boal. O elenco, com 5 artistas, é composto por Xis, Ellen Oléria, Paulo Tó, Xeina Barros e Alessandra Leão. "Pega, Mata e Come: 60 anos de Opinião" é um teatro musical com uma dramaturgia original, desenvolvida a partir de histórias trazidas pelo elenco. O emblemático "Show Opinião" foi a primeira resposta estética contra o golpe civil-militar de 1964 no Brasil e marcou a história da música popular brasileira ao propor uma nova forma de se pensar a relação entre música, teatro e política, e influenciando gerações de artistas interessados na realidade social brasileira. Nara Leão, Zé Keti e João do Vale apresentavam em cena suas histórias de vida, e, através de textos e canções, conectavam-nas com os problemas políticos e sociais que atravessava o Brasil daquele momento, como o êxodo rural, a desigualdade social, o imperialismo, a pobreza, o machismo, a falta de perspectiva do trabalho artístico na indústria fonográfica assim como com o sonhos de liberdade e transformação que também eram gestados. Esse projeto tem a importância de resgatar e reconectar a música brasileira contemporânea com aquele momento. E recolocar aquelas questões nos dias de hoje. Para cumprir esse papel a um público amplo, todas as apresentações do espetáculo serão oferecidas de forma gratuitas ao público. Devido à relevância do projeto e o impacto que pretende gerar é fundamental a utilização dos mecanismos de incentivo a cultura. Pelo resgate histórico, pela importância dos artistas envolvidos, pela relevância temática e pela gratuidade das apresentações, a proposta se enquadra nos objetivos do art. 1 da lei 8313: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Igualmente se enquadra nos objetivos do art. 3: Art. 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Os beneficiários das passagens serão os integrantes do elenco fixo do espetáculo (4 músicos e 5 artistas), equipe técnica (2 técnicos de som, 1 técnico de luz e 1 técnica de projeção), o diretor cênico, 1 produtor executivo e 1 assistente de produção, somando 16 pessoas.
O Espetáculo PEGA, MATA E COME: 60 anos de Opinião Teatro Musical Duração: 100 min Classificação indicativa: 12 anos Entrada gratuita mediante retirada de ingresso. O espetáculo conta com 13 pessoas no elenco: 5 atores/cantores, 4 músicos, 2 técnicos de som, 1 iluminador, 1 técnico de projeção. Serão realizadas 16 apresentações em 7 capitais brasileiras.
- Na escolha dos teatros será observado com rigor as condições de acessibilidade da arquitetura local, espaço para cadeira de rodas, assentos adaptados, visando pessoas com dificuldade de locomoção; - Os ingressos gratuitos serão distribuidos com 2 horas de antecedência para o público em geral. Para o público com com deficiência e seus acompanhantes serão reservados 5% do total dos ingressos, podendo ser retirados até 20 min antes do espetáculo. Somente então essa cota de ingressos, caso não preechida, será destinada ao público em geral. - Além dos profissionais da Sala de Espetáculo locada, teremos um produtor da nossa equipe dedicado para a distribuição dos ingressos e recepção do público, com o objetivo de orientar e facilitar o acesso de idosos, cadeirantes, gestantes, aos assentos reservados; - Todas as apresentações contarão com tradutores de libras; - Todas as apresentações contarão com audiodescrição, com sistema de transmissão com fones de ouvido;
- Todos os ingressos de todas as apresentações serão ofereceidos gratuitamente ao público, tendo retirada de ingressos 2 horas antes de cada espetáculo;
Paulo Tó (Paulo Cesar Torres da Silva) - PROPONENTE, CAPTADOR DE RECURSOS, ARTISTA e DIRETOR MUSICAL Paulo Tó é músico, compositor e produtor musical. Tem 5 álbuns autorais lançados: Temporal (2014), De Cara no Asfalto (2016), Domingo (2020), Galope (2021), Terno Azul (2024). Desde 2011 passou com seu trabalho por espaços importantes da música paulista como Sesc Pompeia, Sesc Belenzinho, Sesc Vila Mariana, Sesc Ipiranga, Sesc Avenida Paulista, Sesc São Carlos, Sesc Rio Preto, Sesc Bauru, etc. Nesse período, apresentou-se algumas vezes também nos estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Em 2019 fez lançamento do álbum "De Cara no Asfalto" em Portugal. Como produtor musical, assina alguns trabalhos de nomes da cena contemporânea da MPB, como o cantor Fábio Nogara. É mestre em Filosofia com ênfase em análise da canção pelo Instituto de Estudos Brasileiros da USP. É produtor executivo desde 2011, tendo produzido no último ano (2024) o espetáculo "Cantos da Revolução" e "Pega, Mata e Come: 60 anos de Opinião" com shows no Sesc Pompeia, Sesc Vila Mariana, Itaú Cultural e Casa de Francisca. Jé Oliveira - DIREÇÃO CÊNICA Jé Oliveira é ator, diretor, dramaturgo e Cientista Social formado pela Universidade de São Paulo – USP. Em 2008 funda o Coletivo Negro, grupo da cidade de São Paulo que se debruça sobre o estudo das representações estéticas, éticas e políticas acerca das questões raciais no Brasil. Concebeu, atua e dirigi o espetáculo “Gota D’Água {PRETA}”, obra que lhe rendeu o Prêmio APCA de Melhor Direção em 2019, se tornando o primeiro homem negro a ser contemplado. Possui 8 peças escritas encenadas, com destaque para “Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens”, obra tributária ao legado dos Racionais Mc`s, publicada pela Editora Javali e semifinalista do Prêmio Oceanos de Literatura em 2019 e ganhadora do 6o Prêmio Prêmio Questão de Crítica. Curou diversos editais públicos e festivais de teatro, com destaque para o FIT Rio Preto 2022, tendo sido curador das mesas formativas e debates de reflexões. Mariana Mayor - DRAMATURGA Mariana Mayor é professora de História do teatro no Departamento de Artes Cênicas da Univesidade de São Paulo. Atriz, diretora e pesquisadora de teatro, é doutora em Teoria e Prática Teatral pela ECA/USP e professora de História do Teatro no Instituto de Artes/ UNESP. Dirigiu os espetáculos "Cantos da Revolução dos Cravos", no TUSP (2019), "Agosto na cidade murada", em parceria com Jé Oliveira, com texto e músicas de Salloma Salomão (2018); a leitura dramatizada e musical de “Arena conta Zumbi”, de Augusto Boal e Guarnieri, no projeto Sankofa, do Sesc Vila Mariana (2016). Ganhou o prêmio Iberescena de dramaturgia em 2014, com residência na Argentina com o grupo El Bachín e participou dos grupos teatrais Os Fofos Encenam, [pH2]: estado de teatro, nas funções de atriz, dramaturgista e assistente de direção. Julian Boal - DRAMATURGO É praticante de Teatro do Oprimido e realizou oficinas em mais de 25 países. Curador e coordenador de diversos encontros internacionais de Teatro do Oprimido: na Índia com o Jana Sanskriti, na Espanha com o Pa'tothom, em Portugal com Oprima, na Croácia com o Istrian National Theatre, na França com o GTO-Paris e no Brasil com o MST. Ele é autor de Imagens de um Teatro Popular (Hucitec, 2000) e coautor de Companion to Theatre os the Oppressed (Routledge, 2019). Julian é membro da equipe de coordenação da Escola de Teatro Popular. Ellen Oléria - CANTORA/ATRIZ Ellen Oléria é atriz formada em artes cênicas pela Universidade de Brasília. Atua desde o ano 2000 no circuito cultural como cantora, compositora e instrumentista autodidata. Ganhou vários festivais em sua cidade natal. Em 2009, a cantora lança seu primeiro álbum solo, intitulado Peça, produzido por Rodrigo Bezerra. No ano de 2012, a cantora ganha notória visibilidade ao ganhar o título do reality show The Voice Brasil exibido pela TV Globo. Em 2013, Ellen Oléria grava seu segundo disco solo pela Gravadora Universal Music do Brasil, Ellen Oléria. O disco conta com a participação de Carlinhos Brown e foi dirigido por Alexandre Castilho. Com a turnê desse álbum homônimo, Ellen Oléria alcançou cidades de norte a sul do Brasil e também o público de Espanha, França, Angola e Estados Unidos. Xis - CANTOR/ATOR Marcelo Santos, mais conhecido pelo nome artístico Xis, é um dos principais nomes do rap brasileiro. Deu início à sua carreira musical no final dos anos 80. Em 1989 criou o grupo de rap DMN. Com o grupo participou da lendária coletânea Consciência Black volume 2, disco lançado pela gravadora e equipe de baile Zimbabwe em 1992. Seu ultimo show com a banda foi no lançamento do disco Sobrevivendo no Inferno do grupo de Racionais MCs. Xis seguiu em carreira solo no mesmo ano de 1997, ao gravar o single De Esquina, em parceria com o rapper Dentinho com produção musical do DJ Hum. Em 1999, lançou Seja Como For, seu primeiro disco solo pela gravadora 4P, que é uma sigla e significa "Poder Para o Povo Preto", em parceria com o DJ KL Jay, do grupo Racionais MC's. O álbum vendeu 50 mil cópias. O sucesso do disco foi impulsionado pela música Us Mano e As Mina, que rendeu a Xis o prêmio de "Melhor Videoclipe de Rap" no Video Music Brasil da MTV Brasil em 2000. Em 2001, lançou seu segundo álbum solo, Fortificando a Desobediência, pela Warner Music. O disco rendeu a Xis mais um prêmio como "Melhor Videoclipe de Rap" no Video Music Brasil da MTV, desta vez com a música Chapa o Coco. Alessandra Leão - CANTORA/ATRIZ Alessandra Leão é uma cantora, compositora, percussionista e produtora de música popular brasileira. Em 2006, iniciou sua carreira solo com CD Brinquedo de Tambor. Em 2009, lança o CD Dois Cordões. Também faz parte de sua obra a trilogia de EPs Língua, composta pelos EPs Pedra de Sal (2014), Aço (2015) e Língua (2015). Entre esses discos, também lançou os CDs dos projetos Folia de Santo (2008) e Guerreiras - Trilha Sonora Original (2010). E LeãoCaçapa, duo com o músico, arranjador, compositor e produtor Caçapa; e Punhal de Prata, com Rafa Barreto, guitarrista e compositor, em um show que celebra os quatro primeiros discos de Alceu Valença, lançados nos anos de 1970. Em 20 anos de carreira, Alessandra Leão atuou ao lado de músicos como Antônio Nóbrega, Siba, Juçara Marçal, Guilherme Kastrup, Tulipa Ruiz, Cátia de França, Jorge Du Peixe (Nação Zumbi), Anelis Assumpção e Assucena (Bahias e Cozinha Mineira), tem parcerias com Chico César, Kiko Dinucci, Juliano Holanda e Lívia Mattos. Em 2019, seu álbum Macumbas e Catimbós foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa e foi também eleito um dos 25 melhores álbuns brasileiros do primeiro semestre de 2019 pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Xeina Barros - CANTORA/ATRIZ Xeina Barros hoje é tida como uma das principais referências da percussão brasileira. Já dividiu o palco com Zeca Pagodinho, Criolo, Monarco da Portela e muitos outros. É integrante dos grupos Água de Vintém e Batuqueiros e Sua Gente, com os quais já gravou cinco CDs, além de ter participado de álbuns com Fabiana Cozza, Douglas Germano e outros grandes nomes da música. Integrou ainda o elenco do espetáculo “São Paulo“, com a atriz Regina Braga e direção de Isabel Teixeira. Thiago Sonho - MÚSICO Lua Bernardo - MÚSICA Rodrigo Caçapa - MÚSICO Marcelo Cabral - MÚSICO Matheus Brant - DESENHO DE LUZ Éder Lopes - FIGURINISTA E ASSISTENTE DE PRODUÇÃO Caio Alarcon - TÉCNICO DE SOM (PA) Ale Viana - TÉCNICO DE SOM (MONITOR) Bianca Turner - PROJEÇÃO
Periodo para captação de recursos encerrado.