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PRONAC 250472Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Circulação Bentu

NAPELE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,16 mi
Aprovado
R$ 1,16 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-04-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (7)
Salvador BahiaFortaleza CearáVitória Espírito SantoJoão Pessoa ParaíbaRecife PernambucoNatal Rio Grande do NorteRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Este projeto consiste na circulação do show Bentu, parceria fluida e potente entre os artistas Sérgio Pererê (MG) e Badi Assad (SP), cuja matriz artística são os Reinados de Minas Gerais. O trabalho traz diferentes climas, de solenidades e orações, a momentos de reflexão sobre a existência humana. Canções que refletem a espontaneidade de um encontro de mútua admiração e afinidade artística, e a grande força que perpassa o sagrado e a cultura popular do povo brasileiro. O álbum Bentu foi, recentemente, lançado em Belo Horizonte e em São Paulo e este projeto consiste na viabilização de sua circulação. Em cada cidade serão realizadas uma oficina de canto e um show. Todas ações gratuitas, abertas e realizadas em espaços públicos.

Sinopse

Bentu, que significa vento em criollo da Guiné-Bissau, é fruto da fluida e potente parceria entre Sérgio Pererê e Badi Assad. Álbum que deriva de um exercício de criação intuitiva em estúdio, cuja matriz artística são os reinados e os congados de Minas Gerais. Suas faixas autorais trazem ritmos inspirados nessa tradicional manifestação cultural e religiosa afro-mineira, especialmente das Guarda de Moçambique e Congo. As letras também versam sobre esse tema tão familiar ao cantor, compositor e multiartista de Belo Horizonte, que é coroado na Irmandade Os Ciriacos. E foi numa festa da Irmandade que a dupla iniciou o processo do disco, quando Badi Assad foi convidada a mergulhar nesse universo de cultura, fé e musicalidade. A partir dali, começaram as trocas entre Pererê e Assad, que agregou às canções seus talentos tanto como compositora quanto cantora, violonista e percussionista. O resultado são músicas regionais, com diferentes climas, de solenidades e orações, a momentos de reflexão sobre a existência humana. Canções que refletem a espontaneidade de um encontro de mútua admiração e afinidade artística, e a grande força que perpassa o sagrado e a cultura popular do povo brasileiro.

Objetivos

Obejtivo geral: O projeto consiste na circulação, ao longo de 2025 e 2026, do show Bentu, parceria fluida e potente entre Sérgio Pererê (MG) e Badi Assad (SP), cuja matriz artística são os Reinados de Minas Gerais. O trabalho traz diferentes climas, de solenidades e orações, a momentos de reflexão sobre a existência humana. Canções que refletem a espontaneidade de um encontro de mútua admiração e afinidade artística, e a grande força que perpassa o sagrado e a cultura popular do povo brasileiro. O álbum Bentu foi, recentemente, lançado em Belo Horizonte e em São Paulo e este projeto consiste na viabilização de sua circulação por outras capitais do Brasil. Os shows serão gratuitos, acessíveis e realizados em espaços públicos. Obejtivos específicos: Realizar sete apresentações de música regional (show Bentu) com os artistas Sérgio Pererê e Badi Assad; Realizar sete oficinas de canto com os artistas Sérgio Pererê e Badi Assad.

Justificativa

Em primeiro lugar, a inscrição deste projeto no Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, se deu em função de uma possibilidade de captação do projeto, via esse mecanismo. Acreditamos ainda que a Lei Rouanet é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada para realização de projetos culturais. Assim, consideramos que a finalidade do projeto está em consonância com o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e se enquadra, especialmente nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Considerando que a principal finalidade do projeto é viabilizar apresentações culturais, o mesmo se enquadra no seguinte inciso do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

Sobre a oficina A oficina de Recursos Vocais é realizada a partir de construções autorais, construídas ao longo de décadas de pesquisas, vivências e experimentações, de Sérgio Pererê e Badi Assad. Não trata-se de ensinamento de canto convencional. A metodologia envolve vários elementos que estão presentes nas técnicas de canto convencional, no entanto, através de um caminho mais lúdico, que não se vale dos termos técnicos europeus, como bocca chiusa, palato duro e mole. É trabalhada uma nomenclatura que se inspira em animais. Usamos sons de animais para conseguir reproduzir exercícios que se aproximam de exercícios vocais comuns, mas pelo fato de trabalhar com a figura dos animais, seus nomes e expressões, conseguimos chegar nesses recursos de modo mais sereno, mais orgânico, mais eficaz. Essas técnicas, utilizando nomes e sons de animais, funcionam como uma preparação do nosso corpo como instrumento e do nosso aparelho fonatório. O público são pessoas ligadas à arte ou não, mas acredita-se na eficácia para pessoas ligadas ao canto, com alguma experiência, interessadas em ampliar possibilidades vocais, buscar possibilidades para improvisação, criação e para também utilizar melhor o microfone em processo de gravação e shows. Bailarinos, atores, contadores de história, pedagogos e professores e também aqueles que tiverem interesse em experimentar a própria voz, sem a necessidade, sem a pretensão de se colocar no universo do canto. Faixa etária livre, no entanto, é preferível acima ou abaixo do período da muda vocal.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:O projeto vai contratar banheiros químicos adaptados e reservará espaço para para cadeirantes, obesos e idosos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:O projeto irá contratar profissional de audiodescrição que estará presente nos shows. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:O projeto irá contratar intérprete de libras que estará presente nos shows. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS:O projeto irá contratar monitores treinados para auxiliar esse público nos shows.

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto, artísticas e formativas, serão gratuitas e abertas. Conforme art. 28 da IN nº 01/2023 do MinC, o projeto vai: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

O proponente realizará os serviços de Coordenação geral e Coordenação de Produção. Para tal, receberá pelas rubricas de Coordenação geral e Coordenador de Produção. Sendo que o trabalho abrange a responsabilidade pela gestão administrativa / técnico-financeira do projeto. SÉRGIO PERERÊ - OFICINEIRO, CANTOR, MÚSICO, DIREÇÃO MUSICAL E ARTÍSTICA - Sérgio Pererê é músico, compositor, multi-instrumentista, escritor e ator nascido em Belo Horizonte. Junto com Santonne Lobato e Geovane Sassá, fundou o grupoTambolelê que excursionou por vários países do mundo e lançou dois discos: Tambolelê (2001) e Kianda (2004). Em carreira solo lançou os discos Linha de estrelas(2005), Labidumba (2008), Alma grande – Ao vivo (2010), Serafim (2011), Cada Um (2018), Revivências (2020), Canções de bolso (2021), Coração de Marujo(2021) e Cada Um Ao vivo (2021). Junto com Marcus Viana e Zal Sissokho fizeram Famalé (2014) e em parceria com o grupo de percussão argentino No Chillarealizaram o disco Viamão (2016). Em 2020, em parceria com Mauricio Tizumba lançou Mauricio Tizumba e Sérgio Pererê – Ao Vivo. BADI ASSAD - OFICINEIRO, CANTORA, MUSICISTA, DIREÇÃO MUSICAL E ARTÍSTICA - Badi é conhecida como uma destemida inovadora. Ela transcende os estilos tradicionais da música brasileira com uma mistura de pop, jazz e sons étnicos de todo o mundo. Uma cantora extraordinária, violonista e percussionista, ela cria um gênero musical emocionante que desafia toda a categorização. Em 1987, aos 17 anos, foi nomeada “Melhor Violonista Brasileira” no Festival Internacional Villa Lobos. Aos 20 anos, gravou seu primeiro álbum solo e foi selecionada para atuar na peça Mulheres de Hollanda, uma colagem teatral de músicas do compositor brasileiro Chico Buarque, que ficou em cartaz por mais de um ano. Badi gravou para a Chesky Records, cujo lançamento do seu CD Rhythms venceu a enquete da Guitar Player Magazine como Best Classical Album. Depois para a PolyGram e Deutsche Grammophon. O lançamento, em 2006 do CD Wonderland, foi selecionado como um dos 100 melhores CDs da BBC e os 30 melhores da Amazon.com. Posteriormente Badi ganhou prêmios como melhor compositora da APCA com o disco ‘Amor e Outras Manias Crônicas’; seu projeto infantil ‘Cantos de Casa’ recebeu o Troféu Cata-Vento (Fundação Padre Anchieta); ela foi selecionada entre os melhores 70 violonistas da história brasileira pela revista Rolling Stones; lançou seu primeiro livro ‘Volta ao mundo em 80 Artistas’, e teve sua vida documentada no filme ‘Badi’ de Edu Felistoque que trouxe para o Brasil o prêmio de melhor documentário no Festival de Cinema em Los Angeles – LABFF. ELIAS GIBRAN - COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO E GESTOR - É pós-graduado em Formulação e Monitoramento de Projetos Sociais, pela UFMG e tem graduação em Gestão de Organização do Terceiro Setor (Processos Gerenciais), pela UEMG. É gestor e produtor cultural e, em 2005, criou a Napele Produções Artísticas. Trabalhou em projetos relacionados à culturas tradicionais e populares, em produções teatrais, em produção de livros e discos, festivais de teatro e de música. É um dos idealizadores da coleção Arte e Teoria. Foi um dos diretores do filme Viamão (2023) e também é escritor. ALEXANDRE TAVERA - COORDENAÇÃO TÉCNICA E CENÓGRAFO - Artista plástico, figurinista e cenógrafo, Alê Tavera foi coordenador de arte-educação do Museu Inimá de Paula e responde pela criação de exposições como Reinado de Chico Calu Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos e 35 anos de Cultura Hip Hop em BH, no Festival de Arte Negra de Belo Horizonte. Seu trabalho autoral tem na relação entre cidade e sujeito a principal fonte de pesquisa e experimentação. MARIANA MISK - COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO E DESIGNER - Sócia criadora da OESTE (antiga Lab Design). Professora da Escola de Design da UEMG há 25 anos, Mariana é uma das grandes personalidades do design gráfico de Belo Horizonte, reconhecida tanto por sua atuação na docência quanto por seus trabalhos editoriais que já foram premiados no iF Design Awards e no Red Dot Communication Design. Tem trabalhos publicados no Anuário do Clube de Criação de Minas gerais (2004 e 2005), nos Catálogos da Bienal Brasileira de Design, promovida pela Associação de Designers Gráficos do Brasil (2014 e 2017) e projetos premiados internacionalmente no iF Design Awards (2017), no Red Dot Communication Design (2016) e no Prêmio Lusófonos de Criatividade (2016). SILVIA BATISTA - COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA - Com ampla experiência na gestão administrativo-financeira de projetos culturais, incluindo orientação sobre a legislação vigente e prestação de contas, Silvia Batista trabalha com importantes grupos e artistas do cenário cultural mineiro e nacional, como o Grupo Teatral Espanca!, a Cia de Teatro Luna Lunera, a Quick Cia de Dança e a Cia MaÌ?rio Nascimento. Foi responsável pela gestão administrativo-financeira do Grupo Galpão de 1997 a 2007, e de quase oitenta projetos dos mais diversos agentes culturais, nas áreas de música, teatro, dança e circo, inscritos nas leis municipal, estadual e federal de incentivo à cultura.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.