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Montagem da peça "O SOM QUE VEM DE DENTRO" de Adam Rapp, com tradução de Clara Carvalho. Uma história atual, relevante e universal que apesar de se passar nos Estados Unidos, se conecta com todo o mundo e com todas as classes sociais, vide as diversas montagens que se espalharam pelo mundo todo desde sua estreia na Broadway e que agora finalmente chega ao Brasil. O texto de Adam Rapp, um dos mais incensados autores americanos da atualidade, tem dois personagens: Bela, uma professora que luta contra um câncer, representante das mulheres modernas que escolhem uma vida diferente do "casada e com filhos" e que é feliz assim, e um jovem escritor talentoso e sensível que não se encaixa nos padrões da maioria dos outros estudantes.
Bella Lee Baird é uma professora de literatura em Yale que acaba de receber o diagnóstico de câncer em estágio 2. Dirigindo-se diretamente ao público, como se estivesse lendo em voz alta um romance em andamento, ela descreve suas decisões pouco ortodoxas de tratamento. Isso acaba envolvendo Christopher Dunn, um calouro que tem aula com ela. Christopher é um desajustado em Yale: ele não usa e-mail nem bebe café sofisticado. Ele também pode ser um desajustado em qualquer outro lugar, com suas explosões de grosseria, torrentes de injúrias e interesse obsessivo por “Crime e Castigo”. Mas ele é, mesmo assim, na opinião de Bella, um prodígio. Enquanto ele compartilha com ela as páginas de seu próprio romance em andamento, os dois ficam mais próximos. No momento em que suas histórias (e ficções) começam a se fundir, o prazer de acompanhar essa historia é irremediavelmente misturado com o medo do que pode acontecer a seguir.
OBJETIVO GERAL Montagem e temporada da peça "O SOM QUE VEM DE DENTRO" de Adam Rapp na cidade do Rio de Janeiro em 2025 com tradução de Clara Carvalho e direção de João Fonseca. Queremos apresentar um espetáculo teatral com uma dramaturgia original e simples, explorando a versatilidade do trabalho do ator e suas potencialidades na atuação e representação, oferecendo ao público, um espetáculo de qualidade que conta com uma equipe de criação e técnica de relevância para o teatro brasileiro. OBJETIVO ESPECÍFICO Realizar 33 apresentações e 3 ensaios abertos do espetáculo no período de três meses. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar: 3 ensaios abertos do espetáculo com ingressos gratuitos para um total de 480 espectadores 3 Palestras gratuitas com 50 participantes totalizando um total de 150 pessoas.
Em todos esses meus quase 30 anos de carreira venho construindo sempre, seja no gênero de teatro que for, uma linguagem cênica focada essencialmente no jogo teatral, o palco como espaço para provocar a imaginação do espectador, onde ele participa desse jogo ativamente, potencializando ao máximo o trabalho do ator e o texto. Por isso nada mais natural que meu encantamento com o texto de Adam Rapp, que possibilita uma encenação exatamente como venho buscando, onde quanto mais criatividade mais poderemos ampliar o alcance de suas palavras e adentrar por todos os lugares, criando uma literatura cênica viva e original. Dessa forma toda a tensão estará na atuação dos atores e na atmosfera criada por eles com elegância e beleza. Sofisticação e delicadeza. Para tanto conto no elenco com a força de Glaucia Rodrigues, atriz experiente e premiada e com quem tive o prazer de trabalhar duas vezes anteriormente, que possui a vocação cênica perfeita para se jogar nessa criação e construir essa personagem com a complexidade que ela necessita e de André Celant, jovem ator com quem tenho trabalhado nos últimos anos, e que também possui a mesma entrega e talento de Glaucia. Acredito que essa intimidade com minha forma de trabalhar contribuirá para que realizemos não só uma boa peça de teatro mas uma experiencia rica e transformadora. O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso. (Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Uma história atual, relevante e universal que apesar de se passar nos Estados Unidos, se conecta com todo o mundo e com todas as classes sociais, vide as diversas montagens que se espalharam pelo mundo todo desde sua estreia na Broadway e que agora finalmente chega ao Brasil com a montagem da Cia Limite 151. O texto de Adam Rapp, um dos mais incensados autores americanos da atualidade, tem dois personagens: Bela, uma professora que luta contra um câncer, representante das mulheres modernas que escolhem uma vida diferente do “casada e com filhos” e que é feliz assim, e um jovem escritor talentoso e sensível que não se encaixa nos padrões da maioria dos outros estudantes. A partir do encontro dos dois, o autor através de um jogo teatral bastante original, vai revelando as diversas camadas de assuntos tão delicados, como o sofrimento que a falta de perspectiva no tratamento de uma doença grave pode causar, assim como o sofrimento que o jovem passa num mundo tão difícil de se enquadrar. Tudo isso feito com uma carga de tensão e mistério que surpreendem o espectador do início ao fim.
Uma história atual, relevante e universal que apesar de se passar nos Estados Unidos, se conecta com todo o mundo e com todas as classes sociais, vide as diversas montagens que se espalharam pelo mundo todo desde sua estreia na Broadway e que agora finalmente chega ao Brasil com a montagem da Cia Limite 151. O texto de Adam Rapp, um dos mais incensados autores americanos da atualidade, tem dois personagens: Bela, uma professora que luta contra um câncer, representante das mulheres modernas que escolhem uma vida diferente do “casada e com filhos” e que é feliz assim, e um jovem escritor talentoso e sensível que não se encaixa nos padrões da maioria dos outros estudantes. A partir do encontro dos dois, o autor através de um jogo teatral bastante original, vai revelando as diversas camadas de assuntos tão delicados, como o sofrimento que a falta de perspectiva no tratamento de uma doença grave pode causar, assim como o sofrimento que o jovem passa num mundo tão difícil de se enquadrar. Tudo isso feito com uma carga de tensão e mistério que surpreendem o espectador do início ao fim. Em resumo, “O som que vem de dentro”, é um espetáculo que: - Possui uma temática universal; - Trata de assuntos extremamente importantes para a sociedade, como o suicídio e as dificuldades em lidar com um câncer; - É um texto inédito premiado e mundialmente bem recebido, com excelente repercussão de público e crítica - Tem como protagonista uma mulher independente e empoderada que assume uma vida diferente dos padrões estabelecidos - Traz uma dramaturgia original e surpreendente. - Coloca a literatura e o prazer de ler e escrever como centro da ação, estimulando a pratica da leitura e trazendo para cena nomes como Dostoievsky, Mary Schelley e diversos autores fundamentais. - Dá continuidade ao trabalho de uma Cia. de teatro com mais de 30 anos de existência e resistência e que retorna depois de um período difícil de pandemia e apagamento cultural.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UM TEATRO QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZARE SESSÃO COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR SESSÃO COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UMA SALA QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS.
Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. Realizar 3 Palestras gratuitas com 50 participantes totalizando um total de 150 pessoas. Distribuir 1000 ingressos gratuitos para estudantes da Rede Pública de Ensino Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: Realizar: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitoF
PROPONENTE: SPIRA PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO LTDA. será COORDENADOR GERAL, GERENCIA FINANCEIRA e ATOR (Guilherme de Almeida) MINI CURRÍCULUM Fundador ao lado do ator Fábio Junqueira da produtora Júpiter Teatro Produções Ltda. em agosto de 1994, na cidade do Rio de Janeiro, tendo como objetivo principal a produção e exibição de eventos culturais. Foi o responsável pela produção de 14 espetáculos teatrais de 1994 entre eles estão: “Molly Sweeny – Um Rastro de Luz” de Brian Friel, direção de Celso Nunes (2005) “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes, direção de João Bethencourt (2005); “Amor Perfeito” de Denise Crispun, com direção de Beto Brown (2008) e “O Especulador”, de Honoré de Balzac, direção de José Henrique (2009) e “A Varanda de Golda”, de William Gibson, com direção de Ary Coslov (2011), “Fazendo História” de Alan Bennett, com direção de Gláucia Rodrigues (2014), “Tem Um Psicnalista na nossa cama” de João Bethencourt, com direção de Gláucia Rodrigues (2015/16) e “Gays Modos de Amar” de Flávio Braga com direção de Gláucia Rodrigues (2021). E pela produção das tournées dos espetáculos “A Importância de Fiel” (2004), “A Mandrágora” (2005) “Major Bárbara” (2005) e “As Criadas” (2017/18), todos dirigidos por Eduardo Tolentino de Araújo. JOÃO FONSECA – DIRETOR Diretor de teatro, cinema e televisão. Paulista de Santos, iniciou sua carreira como ator em São Paulo no Centro de Pesquisas teatrais de Antunes Filho. Em 1993 se muda para o Rio de Janeiro e estreia como diretor de teatro em 1997 na Cia Os Fodidos Privilegiados do grande Antônio Abujamra com “O Casamento” de Nelson Rodrigues! Nos seus 25 anos de carreira tem em seu currículo mais de 70 espetáculos de todos os gêneros e diversas indicações / premiações como melhor diretor, entre os quais o Prêmio Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Prêmio Cesgranrio, Dirigiu alguns dos principais sucessos dos palcos e da TV no Brasil nos últimos anos, entre eles os musicais "Tim Maia - Vale Tudo" de Nelson Motta (2011), “Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, o Musical" (2013) de Aloísio de Abreu, e os espetáculos "Minha Mãe é uma Peça" de Paulo Gustavo (2006) que se tornou filme, e “Maria do Caritó” de Newton Moreno (2010) com Lilia Cabral, que lhe deu seu segundo Premio Shell. Na televisão dirigiu oito temporadas de "Vai Que Cola", programa de TV do canal Multishow , “A Vila”, e a segunda temporada de “Tem que suar” no mesmo canal. Em 2020, fez sua estreia na direção de longa-metragens com “Não Vamos Pagar Nada”, com Samantha Schmutz e Edimilson Filho. Seus trabalhos mais recentes incluem um musical sobre Tom Jobim e um musical brasileiro de Rafael Primot chamado “Kafka e a boneca viajante” e uma série jovem para Netflix intitulada “ Sem Filtro”. NELLO MARRESE – CENÓGRAFO e FIGURINISTA Criou o cenário das peças: “Édipo Unplugged” de Sófocles; “Escravas do Amor” de Nelson Rodrigues; "Pão com Mortadela” de Bucovisck; “O Casamento do Pequeno Burguês” de Bertolt Brecht, “Édipo Unplugged” de Sófocles; “Escravas do Amor” de Nelson Rodrigues; “O Santo e a Porca” de Ariano Suassuna; Gota D´Àgua de Chico Buarque; “Era no tempo do Rei” musical de Ruy Castro; “Opereta Carioca” de Gustavo Gasparini; “Oui,Oui, a França é aqui!” de Gustavo Gasparini, “Velha é a mãe!, de Fábio Porchart, “Thérèse Raquin” de Emile Zola; “Meu Remédio” de Mouhamed Harfouch e “Tom Jobim, o musical” de Nelson Motta, entre outros. DANI SANSHES - ILUMINADORA Iniciou sua carreira com Antonio Abujamra na cia fodidos privilegiados, onde fez inúmeros trabalhos ao lado deste, e de Joao Fonseca. Atualmente tem assinado grandes shows ( Martnalia) e grandes musicais, tais como BettleJuice, e Leci brandão, por este ultimo esta indicada ao Premio Shell de 2023. GLÁUCIA RODRIGUES – ATRIZ Bacharel em artes cênicas pela UNIRIO, bailarina clássica formada pela Escola de Danças Maria Olenewa estreou no teatro em 1982 em Nelson Rodrigues: O Eterno Retorno, de Nelson Rodrigues, com direção de Antunes Filho, participando de festivais de Teatro em Londres e Berlim. Em 1982 atuou em Macunaíma, de Mário de Andrade, com direção de Antunes Filho, cumprindo uma excursão pela Europa, México e Ilhas Canárias, num total de nove países. Em 1991 funda a Cia Limite 151 com a peça “OS Sete Gatinhos de Nelson Rodrigues, com direção de Marcelo de Barreto. A partir de então atua e produz os espetáculos: A Comédia dos Erros e O Mercador de Veneza, ambas de William Shakespeare com direção de Claudio Torres Gonzaga(1992/93), As Armas e O Homem de Chocolate de Bernard Shaw, com direção de Claudio Torres Gonzaga (1995) As Malandragens de Scapino de Molière com direção de João Bethencourt (1996), O Olho Azul da Falecida de Joe Orton com direção de Sidnei Cruz(1996), A Moratória de Jorge Andrade com direção de Sidnei Cruz (2001), O Avarento (2002),Tartufo, O Sedutor (2003) O Doente Imaginário (2005), As Preciosas Ridículas, (2006) e As Eruditas (2007) todas de Molière com direções de Jaqueline Laurence, João Bethencourt, Claudio Torres Gonzaga e Jose Henrique Moreira. Em 2011, comemorando os 20 anos da Cia Limite 151 protagonizou a peça Thérèse Raquin, Émile Zola, com direção de João Fonseca. Em 2012 participou da montagem da peça “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna, com direção de Sidnei Cruz e da remontagem da peça “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, com direção de José Henrique Moreira. Em 2016 participa da montagem da comédia “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna. ANDRE SELANT - ATOR Andre Celant é ator formado em Atuação Cênica pela UNIRIO. Dentre seus trabalhos, atualmente está em cartaz com “A Comunidade do Arco-íris” de Caio F. Abreu, sob direção de Suzana Saldanha e Gilberto Gawronski. Integra o elenco de “Alzira Power”, de Antônio Bivar, com direção de João Fonseca; e "Sangue Como Groselha", dirigido por Ricardo Santos. Fez parte do elenco de Gabriela o musical e Evoé o musical, dirigidos por João Fonseca e Nello Marrese. Participou do festival Dança em Trânsito com o espetáculo “Quase”, direção de Vanessa Garcia. Integrou o elenco da peça “Othello, O Mouro de Veneza”, de William Shakespeare, com direção de Carlos Fracho. Faz parte do coletivo Prática de Montação, onde atuou no espetáculo “Cabeça de Porco”. Como Assistente de direção, participou do projeto “Grau Zero”, texto de Diogo Liberano e direção de Marcéu Pierrot; “Ensaio Sobre a Perda” texto de Herton Gustavo Gratto e direção de João Fonseca; e "A Pedra Escura" texto de Alberto Conejero e direção de João Fonseca.
PROJETO ARQUIVADO.