Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Projeto de circulação nacional da comédia teatral ÜBERMENSCH: ACIMA DE TODOS, ou DEMASIANDAMENTE HUMANO? com dramaturgia e direção do artista mineiro Sartre. Livremente inspirado no romance/ficção filosófica "Assim Falou Zaratustra" do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, e com pitadas de musical, tem como principal diferencial uma proposta de acessibilidade diferenciada, onde uma das atrizes _ Danni Garcia _ atua em Libras e ainda narra integralmente o espetáculo de dentro da cena através de sua personagem.
Zara é uma mulher cética que durante anos seguiu uma doutrina espiritual, mas a abandonou após se decepcionar profundamente com seu guia, e se isolou em uma montanha. Anos depois, recebe inesperadamente a visita justamente deste guia espiritual, conhecido apenas como “O Senhor”, que agora foi destituído de seu cargo, e quer a ajuda de Zara para provar que as acusações de intolerância e abusos que recebeu seriam injustas. Livremente inspirada no romance filosófico “Assim Falou Zaratustra” de Friedrich Nietzsche, "Übermensch" é uma crítica e ácida comédia com texto e direção de Sartre e atuação de Ana Ramos, Danni Garcia e Morais Martins. Se destaca por sua proposta de acessibilidade imersiva, onde a interpretação em Libras é realizada pelo próprio elenco, dentro da cena.
OBJETIVO GERAL "ÜBERMENSCH: ACIMA DE TODOS, ou DEMASIANDAMENTE HUMANO?" é uma divertida e crítica comédia, com pitadas de musical, que possui autoria e direção do dramaturgo mineiro Sartre e é livremente inspirada no romance "Assim Falou Zaratustra" de Friedrich Nietzsche. O elenco traz Ana Ramos, Morais Martins e Danni Garcia. O espetáculo traz uma proposta de acessibilidade diferenciada tendo a linguagem de Libras como parte de sua dramaturgia e encenação. Isso se dá através da personagem Gabi, também narradora da história, que se comunica com o público o tempo inteiro em Libras, mesmo em momentos que fala ou canta em português. E sendo narradora, ela também traduz as falas dos outros dois personagens. A tarefa ficou a cargo de Danni Garcia, artista de teatro, com graduação em filosofia, mestrado em artes e especialista em Libras e nos mais variados dialetos de sinais por ser uma pessoa CODA, ou seja, possui pais surdos. O dialeto de sinais de seus pais, inclusive, foi sua língua materna, aprendendo português apenas a partir dos 4 anos de idade. Junto com Sartre, Danni adaptou toda a dramaturgia para Libras, criando uma tradução do texto. E a partir do momento que sua comunicação com o público surdo está integrada na sua atuação e na encenação do espetáculo, foi criada uma acessibilidade mais imersiva, colocando o foco de visão dentro da cena e não em uma área "de legenda" fora do enquadramento de ação, como ocorre convencionalmente. O enredo da peça nos apresenta um líder religioso conhecido apenas como Senhor, interpretado por Morais Martins, que foi destituído de seu posto por práticas abusivas com seus seguidores e por incentivar preconceitos e intolerâncias. Contrariado com a situação, ele vai atrás de Zara, interpretada por Alice Vieira, uma ex-seguidora que o deixou após sofrer abusos morais de sua parte. Nesse diálogo demasiadamente humano entre os dois personagens, acompanhamos as 3 fases da evolução humana e refletimos sobre a necessidade de separarmos o ser humano que comete abusos, alegando ser em nome de uma doutrina, da doutrina religiosa em si, não cabendo generalizações e intolerâncias étnicas/religiosas. Outro tema abordado pelo espetáculo, muito caro ao autor, é o abandono parental, apresentando difíceis decisões que uma mãe precisa tomar em uma situação de fuga do progenitor, assim como as consequências do ato na vida emocional e social da filha/filho gerada. Este projeto visa a viabilização de uma turnê do espetáculo contemplando 5 grandes polos culturais brasileiros, sendo 2 deles no Nordeste, com mínimo de 27 apresentações. A turnê buscará a valorização da acessibilidade nas artes cênicas e um reconhecimento amplo do projeto já em seu ano de estreia. Como contrapartida, em cada uma das cidades realizaremos 1 bate-papo com o público sobre os temas abordados no espetáculo e o atual estágio de relação entre o teatro e pessoas PCDs - artista e público. Este projeto promoverá os seguintes incisos do art. 2º do decreto 10.755 referente à execução do PRONAC: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Circulação de espetáculo teatral: Turnê nacional do espetáculo teatral, do gênero comédia, ÜBERMENSCH: ACIMA DE TODOS, ou DEMASIANDAMENTE HUMANO?, por 5 grandes polos nacionais de cultura, sendo 2 deles no Nordeste, com um mínimo de 27 apresentações. O espetáculo promove acessibilidade de forma diferenciada, com Libras integrada à sua dramaturgia e encenação. 2) Contrapartida social: Realizar 5 bate-papos com, entre equipe artística e público, sobre os temas abordados no espetáculo e o estágio atual da relação entre o teatro e pessoas PCD no Brasil.
Este projeto parte de uma reflexão sobre a efetividade inclusiva dos formatos de acessibilidade convencionais. Através de escuta de público e artistas PCDs, em especial de artes-cênicas, em Belo Horizonte, captamos vários questionamentos sobre camadas de comunicação que reduzem a experiência do PCD com a obra. Como, por exemplo, a localização convencional dos intérpretes de Libras, em cantos do palco fora do centro das ações, onde a atuação, a encenação, os efeitos, etc. ocorrem. A pessoa surda acaba sendo obrigada a alternar entre entender o que está sendo dito e assistir realmente o espetáculo, já os dois elementos não estão no mesmo campo de visão. Chegamos a esse formato adaptando o formato experimentado pelo ator baiano Fábio Osório em seu monólogo "Bola de Fogo", que colocou a intérprete de Libras ao seu lado, durante todo o espetáculo. Aqui resolvemos ir além, e compor a equipe com uma atriz que não apenas soubesse se comunicar em Libras, mas também tivesse um grau de experiência elevada nesta linguagem para que isto lhe desse mais liberdade e propriedade na criação. Danni Garcia, que assumiu esta missão, é uma pessoa CODA, ou seja, filha de pais surdos, tendo o dialeto de sinais de seus pais como língua materna e única língua até os 4 anos de idade. O know-how de Danni também se reflete na abordagem dos temas, pois, além de atriz e mestra em artes, é graduada em filosofia e ex-noviça, além de há muitos anos possui atuação marcante nas políticas sociais de Belo Horizonte. Ainda falando sobre a equipe e do compromisso em realizar uma ação artística inclusiva com o público PCD, vale destacar que a equipe artística principal ainda conta com mais 2 pessoas PCDs: o ator Morais Martins, que é PCD intelectual, e o diretor e dramaturgo do espetáculo Sartre, que é uma pessoa PCD com mobilidade reduzida. Sobre a temática, propomos reflexões que inegavelmente são pertinentes à quadra da história em que vivemos. Casos criminais de grande repercussão como João de Deus e Flordelis no Brasil, e atentados fundamentalistas na Europa e Oriente Médio, vem causando uma onda mundial de intolerância religiosa e xenofobia, chegando a pautar os debates eleitorais e as propostas de políticas públicas. Em território europeu, políticas segregadoras e higienistas tentam impor barreiras e sansões a imigrantes e seus descendentes. Grande parte desse comportamento tem origem em desinformação e conhecimentos rasos, que provocam generalizações infundadas. Nosso espetáculo tenta, de forma leve e sem tomar partido de nenhuma ideologia ou corrente religiosa, conscientizar de que precisamos ter maior escuta, maior conhecimento e empatia por realidades e contextos sociais diferentes e, principalmente, separar os atos cometidos por indivíduos, de tudo aquilo que representa uma cultura, um povo ou uma doutrina. O enredo apresenta um personagem falho, que na condição de líder religioso se comportava como um demagogo político e sofreu as consequências de seus atos, sendo obrigado a confrontar todos os seus aspectos demasiadamente humanos. Outro tema de abordagem pertinente trazido pelo espetáculo é o abandono parental. Um levantamento da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (ARPEN) mostra que, em 2022, mais de 164 mil crianças foram abandonadas pelo genitor ainda no útero materno. Em 2023, esse número passou dos 106 mil até julho. Sartre, autor do espetáculo, foi entregue a adoção pela progenitora, ainda recém-nascido, quando esta se viu abandonada pelo homem responsável pela gravidez. Ele, Sartre, teve a sorte de ser adotado, mas esta, infelizmente, não é a realidade da maioria, que acaba entregue em níveis profundos de vulnerabilidade social. O abandono parental não é um tema individual, e muito menos um fato que afeta uma pequena parcela da população. Ele é um distúrbio social extremamente pertinente que pauta há anos a formação e caracterização da sociedade brasileira. Por fim, vale destacar que se trata de uma obra 100% autoral de um artista mineiro negro, PCD e morador da periferia de Belo Horizonte. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do art. 1° do Pronac: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E nos seguintes incisos do art. 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Segundo o Art. 26 da Instrução Normativa MINC Nº 23 DE 05/02/2025, o proponente do projeto será remunerado através das rubricas coordenação geral, diretor artístico e palestrante (contrapartida), totalizando R$ 65.000,00. A interpretação em Libras do espetáculo é executada pelo próprio elenco e, por isso, não há rubrica específica para esta função.
1) Espetáculo de artes cênicas – Espetáculo teatral, do gênero humor absurdo, com 60 minutos de duração e classificação 12 anos. O elenco conta 3 pessoas, com uma delas atuando integralmente em Libras, e os outros 2 se comunicando em Libras em momentos pontuais, promovendo, assim, acessibilidade para pessoas surdas. 2) Contrapartida social – 5 bate-papos (em cada cidade) entre equipe artística e público sobre os temas abordados no espetáculo e o estágio da relação entre o teatro e artistas/público PCD no Brasil.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade Comunicacional – • Todas as apresentações do espetáculo contarão com acessibilidade imersiva em Libras; • Espectadores cegos serão convidados para ações sensoriais, como o reconhecimento tátil de cenário e objetos de cena, antes das apresentações; • Todo o material de divulgação contará com os símbolos das acessibilidades ofertadas, e o material on-line contará com legenda descritiva e a hashtag #ParaTodosVerem. Estes recursos serão cobertos pelos seguintes itens na planilha orçamentária: - Elenco - Execução; - Design gráfico - Custos de Comunicação; - Social Media - Custos de Comunicação; * A acessibilidade em Libras é executada por uma integrante do elenco e, por isso, não há rubrica para contratação de profissional especifiamente para interpretação em Libras. Acessibilidade Arquitetônica – • Serão selecionados para as apresentações apenas espaços culturais que contem com medidas de acessibilidade, como rampas, banheiros adaptados e lugares reservados na plateia; • Reservaremos e prepararemos lugares especiais para acomodação de pessoas com mobilidade reduzida. Este recurso será coberto pelo seguinte ítem na planilha orçamentária: - Locação de Teatro - Execução. Acessibilidade Atitudinal – • O dramaturgo e diretor artístico do espetáculo é uma pessoa PCD com mobilidade reduzida • Um dos atores do espetáculo é PCD intelectual. • Nossa equipe de produção estará instruída e disponível para dar atenção especial a pessoas PCDs. Estes recursos serão cobertos pelos seguintes itens na planilha orçamentária: - Elenco - Execução; - Produção Local - Execução. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Comunicacional – • Todas os bate-papos (palestras) contarão com intérprete de Libras; • Todo o material de divulgação contará com os símbolos das acessibilidades ofertadas, e o material on-line contará com legenda descritiva e a hashtag #ParaTodosVerem. Estes recursos serão cobertos pelos seguintes itens na planilha orçamentária: - Intérprete de Libras - Custos de Acessibilidade; - Design gráfico - Custos de Comunicação; - Social Media - Custos de Comunicação; Acessibilidade Arquitetônica – • Serão selecionados para as apresentações apenas espaços culturais que contem com medidas de acessibilidade, como rampas, banheiros adaptados e lugares reservados na plateia; • Reservaremos e prepararemos lugares especiais para acomodação de pessoas com mobilidade reduzida. Este recurso será coberto pelo seguinte ítem na planilha orçamentária: - Locação de Teatro - Execução. Acessibilidade Atitudinal – • O dramaturgo e diretor artístico do espetáculo é uma pessoa PCD física e um dos atores PCD intelectual. Ambos participarão dos bate-papos; Estes recursos serão cobertos pelos seguintes itens na planilha orçamentária: - Palestrantes - Execução (Contrapartida);
A turnê contará com medidas de democratização do acesso através de venda de ingressos a preços populares, preços promocionais para compra antecipada via plataformas on-line e distribuição gratuita para instituições de ensino e projetos sociais. Também haverá condições promocionais e/ou gratuidade para parceiros e investidores. Nossa proposta alcance os seguintes itens presentes no CAPÍTULO IV DA ACESSIBILIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA da IN MINC Nº 23 DE 05/02/2025. No art. 46: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). *§ 1º As cotas previstas no inciso I, II e III poderão ser cumpridas com realizações de sessões exclusivas. E também os seguintes itens do Art. 47: Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;
SARTRE SILVA E SOUZA (PROPONENTE) Nome artístico: Sartre Função: Diretor Artístico, Dramaturgo e Coordenador Geral. Currículo: Ator, encenador e produtor cultural formado em teatro pelo Centro de Formação Artística e Tecnológica em 2013. Atuou em espetáculos como “Cortejo Abre-Alas” do Lume (FIT BH 2012), “A Alma Boa de Setsuan” com direção de Glicério do Rosário (2013), “Antepenúltima Estação” com direção de Angela Mourão (2013), “Para Se Tá Mal” da Cóccix Cia Teatral (FIT BH 2014). Em 2016 dirigiu “Grêmio Recreativo Acadêmicos do Não me Calo”, espetáculo de conclusão do curso de teatro da UFMG. No mesmo ano, recebeu o prêmio de melhor roteiro original no Festival de Artes Cênicas de Conselheiro Lafaiete, pelo texto da peça “Ela não é Simone. Ele não é Ninguém”, na qual está circulação como ator e diretor desde 2015. É um dos idealizadores do projeto de cenas curtas A-Mostra.Lab, no qual foi produtor nos anos de 2012, 2013, 2014 e 2021. No Centro de Referência da Juventude, foi coordenador de produção e programação entre 2016 e 2021. Foi também um dos coordenadores de produção do Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte (FIT BH) na edição de 2022. Atualmente integra a equipe de produtores da Rubim Produções, onde foi produtor executivo de obras como a minissérie “Confessionário”, com direção de Carla Camurati, e atuação de Bel Kutner e Eriberto Leão; o espetáculo teatral “Quando a Noite Chegar”, com direção de Carlos Gradim e atuação de Teuda Bara; do espetáculo teatral “Pormenor de Ausência”, com atuação de Giuseppe Oristanio e direção de Ernesto Piccolo; e do Festival Teatro em Movimento. DANNI RAMOS GARCIA Nome artístico: Danni Garcia Função: Elenco Currículo: Foi atriz da Cia. Três Calados, atuando no espetáculo "Até que Aurora nos Prepare" entre os anos 2012 e 2016, e do Grupo de Teatro Experimental “Filhos da PUC”, pelo qual encenou “Feliz aniversário” (2005) e (Des)Memória de Mulheres (2008). É Coordenadora da Incubadora de Empreendimentos Econômicos Solidários da Saúde Mental de Belo Horizonte, desde 2020. Tem experiência na área de Artes, Saúde Mental e Educação com ênfase em Arte Educação. Especialista em linguagem de sinais, sendo fluente em Libras e diversos dialetos, é intérprete de Libras dos espetáculos "Sublime Travessia", "A Projetista" e "Maria de Lourdes" de Dudude Hermann; do espetáculo teatral "Orlando" do Grupo Expressões Humanas em Fortaleza; e do curta Dialeto, do qual também é produtora, e aborda o cotidiano de uma família com pais surdos e comunicando-se através de sinais (2015). Foi intérprete de Libras de eventos também como o Conexão Cultural, do Magma Cultura, em 2019 e da Arena Maya: Batalha de Danças Para Mulheres, organizado pelo Coletivo Maya em 2021. THIAGO MORAIS MARTINS Nome artístico: Morais Martins Função: Elenco Currículo: Morais Martins é ator formado desde 2013, pelo Núcleo de Estudos Teatrais. Ator comediante no elenco fixo do Clube de Comédia Copo Sujo. Seu show de comédia "Danos Morais" integrou a programação da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de Belo Horizonte em 2025. É cineasta independente, tendo produzido e dirigido o curta "Jornalismo é Foda!" e atuado no curta "Couro Rasgado", do diretor Henrique Falcão, que pode ser acessado no YouTube. É também locutor e trabalhou na Rádio Web "Feito em Casa", e no programa "Batalha de Jukebox". Na TV integrou o elenco do programa humorístico "Da Galera" na Band Minas e participou de quadros de humor do Programa Eliana no SBT. Digital Influencer, produz vídeos de comédia que publica em seu canal do YouTube "Danos Morais" e em seu Instagram @tmoraismartins. ANA LAURA RAMOS DA SILVA Nome artístico: Ana Ramos Função: Elenco Currículo: Ana Ramos é bacharela em filosofia, formada pela FAFICH/UFMG, mestra em filosofia (Conceito CAPES 6) - UFMG (2018 a 2020); doutoranda na linha de Ética e Filosofia Política, com ênfase em metaética – UFMG; e atriz formada pelo CEFART em 2022. Atuou nos espetáculos “Eixo Zero”, “Ensaio para Deméter”, “Esquina Esta” e “Plataforma 23”. Foi orientadora de pesquisa na montagem do espetáculo teatral "Ela não é Simone. Ele não é Ninguém", com texto e direção de Sartre e é professora de filosofia nas disciplinas de lógica, teoria do conhecimento e ética no COLTEC-MG.
PROJETO ARQUIVADO.