Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto propõe a itinerância do espetáculo teatral "Píppi Meialonga", adaptação infanto-juvenil da obra da escritora sueca Astrid Lindgreen, que há mais de uma década está entre os 10 livros infantis mais lidos no Brasil. A referida obra já teve adaptações em séries de TV, longa-metragem, histórias em quadrinhos, espetáculos teatrais, espetáculos circenses, personagens em brinquedos infantis, porém nunca foi feita uma adaptação teatral profissional em solo brasileiro. Propõe-seuma temporada de estreia em SP (16 sessões) e um bate-papo sobre tema a ser definido posteriormente naprimeiraapresentação da semana durante toda a temporada. Contrapartida social: realizar 1 apresentação a alunos e profissionais de escolas públicas e pessoas de comunidades carentes da região.
Píppi Meialonga é uma menina de 9 anos, muito inteligente, divertida, irreverente e autoconfiante. Sua mãe faleceu quando ela tinha 2 anos e seu pai é marinheiro e vive numa ilha dos Mares do Sul. Quando Píppi chega a uma cidade muito, muito pequena, com uma mala cheia de moedas de ouro, dada pelo seu pai, vai viver numa casa chamada Vila Vilekula, com o macaco Senhor Nilsson e seu cavalo, que vive na varanda da casa. Vivendo ali, ela conhece dois irmãos, seus vizinhos, de quem se torna amiga. Píppi Meialonga é uma menina como nenhuma outra: ela mora sozinha, faz comidas deliciosas, derrota ladrões e ainda tem tempo para brincar com os irmãos Tom e Aninha. Conta histórias mirabolantes sobre todas as aventuras que viveu pelo mundo, quando navegava pelos mares com seu pai. Conheceu diversos países e tem uma história sobre cada um deles, deixando sempre os amigos encantados. Píppi enfrentará muitos desafios ao ter que lidar com a assistente social e com os policiais da cidade, que insistem em leva-la para um orfanato e a se matricular na escola, pois acreditam que suas histórias são mentirosas e que ela é apenas uma órfã que não pode viver sozinha. "Píppi Meialonga" não é apenas um espetáculo, é uma obra que convida ao encontro: de cada um com o outro que nos olha, é uma troca de afeto e conexão através da arte teatral com leveza, humor e a pluralidade de significados. Embalado pelas icônicas assimilações feitas pela protagonista, o espetáculo transcende o palco, promovendo uma celebração da inocência da infância, a esperança de um mundo justo pautado pela honestidade de todos. Nessa obra icônica, o público é convidado a uma jornada que transcende o tempo e o espaço, ressignificando trajetórias, celebrando a vida e a energia contagiante da personagem-título. De risos soltos a lágrimas disfarçadas, "Píppi Meialonga" é um espetáculo que deixa marcas no coração, transformando cada espectador em cúmplice dessa peça teatral imperdível. Prepare se para rir, emocionar-se e vivenciar um universo que vai muito além do que nossos olhos podem ver. *Classificação indicativa do espetáculo teatral: A classificação indicativa é: Livre. Esta classificação considera possível a presença de armas sem violência, morte não violentas, ou violência fantasiosa, como acontece em desenhos animados. A classificação indicativa visa garantir que a audiência possa apreciar plenamente a riqueza do espetáculo, levando em conta a maturidade emocional e cognitiva do espectador. *Tema do bate-papo a ser realizado em 01 apresentação em cada cidade: "As abordagens pedagógicas modernas e suas conexões com personagens da literatura clássica infantil". Duração de aproximadamente 60 min.
Objetivos Gerais: *Realizar a circulação do espetáculo teatral "Píppi Meialonga", promovendo uma experiência cultural única, que traz a reflexão sobre relações sociais, a amizade, a riqueza da honestidade e transparência que temos enquanto crianças e como isso se reflete na fase adulta. "Píppi Meialonga" traz aos palcos a diversidade social, as diferentes visões de mundo e o respeito mútuo entre elas, proporcionando ao público momentos de diversão, identificação e muitas emoções. *Promover o resgate de questões da infância e juventude, ancorada na oralidade e na própria construção de um universo místico, lúdico e cênico nas suas criações mais representativas, que transcendem o pensamento dualístico de bem e mal, certo e errado, ordem e desordem. *Promover uma reflexão acerca da nossa cultura em sua característica mais pungente: a pluralidade. *Trazer aos palcos brasileiros uma história mundialmente conhecida e bem sucedida que marcou e marca diversas gerações. O projeto está, portanto, de acordo com os seguintes valores: inclusão social; desenvolvimento econômico, social e humano; valorização da arte; democratização; representatividade; pluralidade; inovação; experiência do público. *Promover acessibilidade, garantindo que as apresentações sejam acessíveis a diferentes públicos, por meio da disponibilização de recursos como tradução em libras, legendas ou audiodescrição, contribuindo para a inclusão de pessoas com deficiência. *Estabelecer parcerias com artistas locais, instituições culturais e comunidades, buscando enriquecer a experiência do espetáculo e promover uma integração mais profunda entre arte, cultura e público. *Monitorar a receptividade e a satisfação do público nas redes sociais e mídias digitais para avaliar o sucesso do projeto e identificar oportunidades de melhoria, destacando a linguagem universal da obra de Astrid Lindgreen. *Estimular a economia local e o turismo cultural, incentivando a participação do público em estabelecimentos locais e eventos culturais, promovendo assim o fortalecimento da cultura e ressaltando a influência de uma obra global na identidade cultural local. Objetivos Específicos: *Realizar 16 apresentações do espetáculo teatral "Píppi Meialonga" em São Paulo. Estimativa de público por apresentação: 300 pessoas. Quantidade total de público: 4.800 espectadores. *Oferecer 01 apresentação a estudantes e profissionais de instituições públicas de ensino, bem como moradores de comunidades carentes de São Paulo a título de contrapartida social, e uma palestra de 1h de duração, sobre tema a ser definido posteriormente, contextualizando o público sobre a mensagem principal da obra, sua pluralidade, o respeito a diversidade social, cultural e a infância e juventude. Número de beneficiários: 320 pessoas *Promover 01 bate-papo com os espectadores sobre tema a ser definido posteriormente na primeira apresentação realizada em cada semana de apresentação, proporcionando interações significativas entre o elenco e o público, destacando a importância da mensagem principal da obra, sua pluralidade, o respeito a diversidade social, cultural e a infância e juventude. Número de beneficiários: 300 pessoas
O projeto "Píppi Meialonga" tem o propósito de resgatar e preservar a rica cultura de uma obra conhecida e de alta referência no imaginário infantil, celebrando suas tradições, expressões artísticas e valores. A realização do espetáculo contribui para a manutenção e valorização do patrimônio cultural que influi também no Brasil. O espetáculo destaca-se como uma expressão lúdica da infância e adolescência, trazendo diversos desafios culturais e sociais desta época, o que gera uma reflexão pela alta e rápido identificação do público à temática da obra. A proposta visa fortalecer os laços de pertencimento e valorização da diversidade cultural que compõem o Brasil. A realização do projeto é motivada pelo desejo de realizar a primeira montagem teatral da obra de Astrid Lindgreen no Brasil, reconhecendo sua contribuição única para diversas gerações mundo afora. O espetáculo não apenas reproduz sua história mais famosa, mas também destaca sua influência no cenário cultural, proporcionando uma celebração memorável de sua vida e obra. Ao impulsionar a circulação de um espetáculo teatral adaptado de um texto amplamente conhecido, reproduzido nas mais diversas expressões artísticas e premiado, o projeto contribui para o estímulo da produção artística nacional, incentivando a criação de obras que valorizem as diversas manifestações culturais presentes também no Brasil. Isso reforça a importância do teatro como meio de expressão e enriquecimento da produção cultural no país. A inclusão social é um pilar fundamental do projeto, que busca proporcionar acessibilidade às apresentações, garantindo que pessoas de diferentes perfis possam desfrutar da experiência cultural. Ações como tradução em libras, legendas e audiodescrição refletem o compromisso com a democratização do acesso à arte. A circulação do espetáculo promove a integração entre diferentes comunidades, permitindo uma troca rica de experiências culturais. A interação com artistas locais e a colaboração com instituições enriquecem a vivência do público, estabelecendo pontes entre as diversas manifestações artísticas presentes no Brasil. A itinerância do espetáculo não apenas leva entretenimento, mas também estimula o turismo cultural, incentivando a visitação ao local do espetáculo para apreciar a apresentação teatral. Isso impulsiona a economia local, fortalecendo setores como hospedagem, alimentação e comércio, além de promover a divulgação das peculiaridades da região. Em um contexto em que a sociedade busca momentos de descontração e reflexão, o espetáculo teatral "Píppi Meialonga" se destaca como uma oportunidade de proporcionar ao público alegria, risos e reflexões, oferecendo um escape culturalmente enriquecedor para as pressões do cotidiano. Ao considerar essas justificativas, o projeto se revela como uma iniciativa relevante, capaz de promover benefícios culturais, sociais e econômicos, consolidando-se como um elo importante na preservação e celebração da diversidade e pluralidade cultural. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, conforme a Lei 8.313/91, é essencial para viabilizar e potencializar a realização do projeto "Píppi Meialonga", permitindo a captação de recursos e contribuindo para o alcance dos objetivos culturais e sociais propostos. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8.313/91: Art. 1º (...) I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Ao facilitar o acesso a fontes culturais diversificadas e promover a participação ativa na vida cultural, o projeto contribui para a democratização da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, fortalecendo a identidade cultural do país e promovendo a inclusão social através da arte. II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Ao promover a valorização da cultura, o projeto contribui para a diversidade cultural do país, estimula a produção artística local e fortalece a identidade cultural das comunidades envolvidas, enriquecendo o cenário cultural e artístico brasileiro de forma descentralizada e inclusiva. III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Ao apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, o projeto contribui para o fortalecimento e enriquecimento do cenário cultural brasileiro, promovendo a diversidade, a inclusão e a valorização da cultura nacional em suas múltiplas formas e expressões. IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Ao proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e promover o pluralismo da cultura nacional, o projeto contribui para o fortalecimento da identidade cultural do país, a preservação da diversidade cultural e a promoção da justiça cultural e social. V _ Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Ao salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, o projeto desempenha um papel vital na preservação da identidade cultural, na promoção do desenvolvimento sustentável e na construção de uma sociedade mais inclusiva, criativa e resiliente. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, o projeto contribui para a construção de uma sociedade mais inclusiva, tolerante e culturalmente enriquecida, promovendo o diálogo entre diferentes culturas e a compreensão mútua entre diferentes comunidades e nações. Objetivos do Art. 3° da Lei 8.313/91 que o projeto pretende alcançar pretende alcançar: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
PÚBLICO-ALVO O projeto "Píppi Meialonga" tem como público-alvo uma ampla gama de espectadores, abrangendo diferentes faixas etárias e perfis. A proposta visa envolver e cativar os seguintes segmentos: Amantes da Cultura Lúdica: Pessoas que têm afinidade e apreço pela rica e diversificada cultura lúdica, interessadas em vivenciar uma representação vibrante dessa tradição artística. Adeptos da Comédia: Pessoas que têm afinidade com o gênero de comédia, interessadas em experiências teatrais que combinem humor, música e narrativa envolvente. Famílias e Grupos de Amigos: O projeto é ideal para famílias e grupos de amigos em busca de entretenimento de qualidade, proporcionando momentos de diversão compartilhada e fortalecendo laços sociais. Estudantes e Educadores: Alunos e profissionais da área educacional interessados em atividades culturais enriquecedoras. O projeto oferece potencial para ser utilizado como ferramenta educativa, proporcionando experiências que vão além da sala de aula. Turistas Culturais: Visitantes que buscam experiências culturais autênticas durante suas estadias em diferentes regiões do Brasil, contribuindo para o turismo cultural e fortalecendo a economia local. Artistas e Profissionais do Setor Cultural: A iniciativa é destinada a artistas, produtores culturais, diretores e profissionais do setor que desejam participar e se inspirar em uma produção que celebra a diversidade e a riqueza da cultura brasileira e mundial. Público Jovem e Novas Gerações: A proposta busca atrair o público mais jovem, introduzindo-o a uma forma artística única e estimulante. Ao abranger esses diversos segmentos, o projeto visa criar uma experiência cultural inclusiva e diversificada, enriquecendo a apreciação artística e contribuindo para a preservação e difusão da obra mundialmente conhecida de Astrid Lindgreen. PLANO DE DESLOCAMENTO ITINERÂNCIA DO PROJETO O projeto se apresentará da seguinte forma: · São Paulo: 12 apresentações +04 (contrapartida social) Número total de apresentações: 16. DETALHAMENTO DO PLANO DE DESLOCAMENTO: Por obrigação contratual junto a aquisição dos direitos autorais da obra, é necessária a vinda de dois representantes da empresa detentora dos direitos ao Brasil. Desta forma, faz-se necessário o deslocamento da seguinte forma: 1) São Paulo, SP Transporte aéreo: CPH X GRU. 2 pessoas. Hospedagem: 2 quartos single em hotel 4 estrelas (exigência da detentora dos direitos). PLANO DE COMUNICAÇÃO Objetivo: O plano visa promover e divulgar o espetáculo "Píppi Meialonga" de maneira abrangente, envolvendo o público-alvo, parceiros, e a comunidade em geral. Buscaremos criar uma identidade forte para o projeto, destacando seus elementos culturais e artísticos, bem como garantir a visibilidade em toda a região onde o espetáculo será apresentado. Estratégias de Comunicação - Desenvolvimento de uma identidade visual única e marcante, utilizando elementos que remetam ao lúdico presente na obra e à atmosfera visual vibrante do tema. - Criação e atualização de perfis em plataformas como Facebook, Instagram, Twitter e YouTube. - Publicação de conteúdos exclusivos, bastidores, entrevistas com o elenco e vídeos promocionais. - Uso de hashtags exclusivas para engajamento do público. - Desenvolvimento de um site responsivo e informativo, contendo detalhes sobre o espetáculo, elenco, datas de apresentação e venda de ingressos. - Parcerias com veículos de comunicação locais, rádios, jornais e blogs culturais para ampliar a divulgação em cada cidade de apresentação. - Realização de eventos promocionais, como coletivas de imprensa, lançamento de teasers e eventos temáticos para criar expectativa e entusiasmo. - Parceria com influenciadores locais para criar conteúdo exclusivo sobre o espetáculo e promover a interação com o público. - Garantir que todos os materiais de comunicação sejam acessíveis, incluindo descrições em áudio, legendas em vídeos e materiais em formatos alternativos, em conformidade com a legislação vigente. Calendário de Comunicação: *Pré-Lançamento (2 meses antes): - Teasers e anúncios nas redes sociais. - Lançamento do site oficial. - Início das parcerias locais. *Lançamento (2 semanas antes): - Evento de lançamento com coletiva de imprensa. - Divulgação de vídeos promocionais. - Intensificação das ações nas redes sociais. *Período de Vendas (até a estreia): - Atualizações frequentes nas redes sociais. - Promoções e sorteios de ingressos. - Engajamento com a comunidade local. *Pós-Espetáculo: - Cobertura pós-evento nas redes sociais. - Agradecimentos e interação com o público. - Coleta de feedback para melhorias futuras. *Mensuração de Resultados: - Monitoramento constante das métricas de engajamento nas redes sociais. - Análise do tráfego no site oficial. - Pesquisas de satisfação após as apresentações. *Ajustes: - Avaliação contínua do desempenho das estratégias. - Ajustes conforme feedback do público e parceiros. - Adaptação rápida a novas oportunidades e desafios. Este plano de comunicação visa garantir uma divulgação eficaz do projeto, criando uma experiência envolvente para o público e estabelecendo uma conexão duradoura com as comunidades onde o espetáculo será apresentado.
As ações de acessibilidade propostas no projeto são fundamentadas na legislação vigente, visando garantir que pessoas portadoras de deficiência possam desfrutar plenamente do espetáculo e participar ativamente das atividades culturais. Essas medidas não apenas atendem a requisitos legais, mas também refletem o compromisso do projeto em promover uma cultura verdadeiramente inclusiva e acessível a todos os públicos. A inclusão de ações de acessibilidade no projeto "Píppi Meialonga" é crucial para garantir que o espetáculo seja acessível a todos os públicos. Serão implementadas as seguintes ações de acessibilidade: *Tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais): Contratação de intérpretes de Libras para realizar a tradução das letras das músicas e diálogos, proporcionando uma experiência inclusiva para pessoas surdas ou com deficiência auditiva. *Legendagem em Tempo Real: Disponibilização de telas de legenda em tempo real durante as apresentações, permitindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva acompanhem o conteúdo falado e cantado. *Audiodescrição: Implementação de audiodescrição para oferecer informações sobre elementos visuais importantes da peça, como cenários, figurinos e expressões faciais, beneficiando espectadores com deficiência visual. *Acessibilidade nos Espaços Físicos: Garantia de acessibilidade nos locais de apresentação, incluindo rampas de acesso, elevadores e banheiros adaptados, para proporcionar uma experiência confortável a pessoas com mobilidade reduzida. *Programação em Braille: Desenvolvimento de programas em Braille, disponibilizando informações sobre o elenco, músicas e enredo, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão acompanhem detalhes do espetáculo. *Assentos Reservados: Oferta de assentos reservados próximos ao palco para facilitar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, garantindo uma visão clara do espetáculo. *Atendimento Especializado: Treinamento da equipe de atendimento para lidar com necessidades específicas, oferecendo assistência personalizada a espectadores com deficiência e suas necessidades particulares. *Comunicação Acessível: Utilização de material de divulgação acessível, como fontes de fácil leitura, imagens descritivas e informações em formatos eletrônicos que possam ser lidos por softwares de leitura de tela. Ao incorporar essas ações, o projeto não apenas se torna mais inclusivo, mas também enriquece a experiência para todos os espectadores, promovendo um ambiente cultural verdadeiramente acessível e acolhedor.
Os produtos culturais resultantes do projeto "Píppi Meialonga" serão distribuídos, respeitando os seguintes limites do Artigo 29 da IN 11/2024: I- até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Respeitando a parametrização determinada pelo § 3º do Art. 29 da IN 11/2024. Além disso, o projeto adotará as seguintes medidas, do Art. 30 da IN 11/2024: IV - disponibilizar na Internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Serão implementadas as seguintes ações, respeitando os limites supracitados: Política de Preços e Ingressos Gratuitos: *Reserva de uma parcela dos ingressos para distribuição gratuita ou com descontos significativos. *Parcerias com instituições sociais, escolas e organizações culturais para distribuição desses ingressos. *Definição de uma faixa de preços acessíveis para garantir que o espetáculo seja acessível a diferentes camadas da sociedade. Ações Específicas para Cada Região: Política de Preços Diferenciada: *Consideração das realidades econômicas de cada região para ajuste dos preços de acordo com a capacidade financeira média do público local. Reservas para Públicos Específicos: *Alocação de uma parte dos ingressos para grupos vulneráveis, como idosos, pessoas em situação de vulnerabilidade social e comunidades de baixa renda. *Implementação de um sistema de "ingressos solidários", onde os espectadores têm a opção de adquirir ingressos adicionais a preços mais elevados para subsidiar ingressos de baixo custo para outros públicos. Parcerias e Patrocínios: *Busca por parcerias com empresas locais para patrocínios que possibilitem a oferta de ingressos gratuitos ou descontos. *Colaboração com instituições públicas, como prefeituras e governos estaduais, para obter subsídios que permitam a distribuição de ingressos a preços acessíveis. Distribuição Justa de Ingressos: *Garantia de que a venda de ingressos seja realizada tanto online quanto presencialmente, assegurando a acessibilidade a diferentes públicos. Divulgação das Políticas de Acesso: *Informação clara sobre as políticas de preços, ações específicas para cada região e formas de acesso gratuito ou subsidiado. Campanhas de Conscientização: *Campanhas nas redes sociais, mídia local e outros canais de comunicação para conscientizar o público sobre as opções de acesso e a importância da democratização cultural.
CARLA CANDIOTTO - DIRETORA Carla Candiotto é uma artista que cria, escreve, dirige e produz espetáculos há mais de 25 anos. Iniciou sua formação teatral na Europa, onde viveu por 10 anos. Estudou teatro em Paris, na Ecole Internationale Phillippe Gaullier e no Théâtre du Soleil, com Ariane Mnouchkine. Em Londres, estudou na Desmond Jones School of Mime. Na Itália estudou Commedia Dell'arte com Antonio Fava. Atuou e dirigiu espetáculos em diversos países da Europa, além de China e Austrália. Entre seus principais trabalhos estão a direção de "A Casa de Brinquedos" e "A Canção dos Direitos da Criança" - espetáculos com músicas de Toquinho , "Que Monstro te Mordeu?", adaptação para o teatro da série de TV de Cao Hambuguer, e "Cinderla LáLáLá" e as demais obras desenvolvidas na cia Le Plat du Jour ao longo de 20 anos de trajetória. "Momo e o Senhor do Tempo", adaptação da obra de Michael Ende, é seu trabalho mais recente e tem a realização de sua produtora, Candiotto Produções. Ao longo de sua carreira recebeu os prêmios APCA, Prêmio São Paulo de Teatro Infantil e Jovem e o Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2015, na categoria Arte para Crianças. DANIELLI GUERREIRO – ATRIZ e COORDENADORA DO PROJETO Estudou no Teatro Escola Macuinaíma. Bailarina clássica pelo Estúdio de Dança Célia Oliveira. Atuou em mais de 18 espetáculos teatrais, entre eles “A Dança dos Signos”, “Noturno”, “Léo e Bia”, os três de autoria e direção de Oswaldo Montenegro, sendo que esse teve turnê nacional durante dois anos, incluindo as principais capitais brasileiras, entre 1997 e 1999. Em 2000 participou da novela “Esplendor” de Ana Maria Moretzson, exibida pela TV Globo, com direção de Wolf Maya e Maurício Farias. Iniciou em 2001 a carreira no cinema, participando do premiado curta-metragem “Velhos Amigos, Novos Estranhos” de Alan Shimilevitch. Foi responsável pela criação e produção de figurino deste curta. Em 2004, assumiu a administração do Teatro Cazuza, em São Paulo, função que exerceu durante dois anos. Fundou a Cia. Por Que A Gente é Assim?. No mesmo ano atuou nos espetáculos "O Dinheiro É O Terror!" e "Esketosko", ambos criações coletivas da Cia. No ano de 2005, atuou em “Ciranda da Infância” de Glória Rabelo e “O Sujeito Oculto” de Carlos Mello. Em 2007, participou do espetáculo “Não Blue” de Camilo Brunelli, com direção de Marta Guerreiro, onde atuou e também criou o figurino. De 2007 a 2020, foí professora de Teatro na Escola Faces Ensino Bilíngue, onde ministrou aulas de interpretação para crianças da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Em 2009, participou do espetáculo “Sinos Imaginários” de Maíra Vianna. Neste espetáculo, também assina o figurino. Em 2012, atuou nos curtas “Jogaram Um Urso de Pano No Meio da Rua”, direção de Gustavo Haddad e “Casa de Família”, dirigido por Vinícius de Oliveira. Neste último, criou e produziu o figurino. Em 2011 e 2012 fez parte do grupo AMESMA Companhia de Investigação Teatral, dirigida por João Fábio Cabral, onde exerceu as funções de atriz e figurinista. Em 2014 e 2015 atuou no espetáculo “Manual para Dias Chuvosos”, texto e direção de Dan Rosseto. Em 2016 atuou no ensaio fotográfico intitulado “Desamor” do projeto “re.forma” de Fabio Torres. Em 2017 protagonizou o episódio “Catarina, a pequena” da série Cidade Grande no Escuro com textos de Clara Averbuck e direção de Emerson Coutinho. MARCO LIMA - CENÓGRAFO Cenógrafo, Figurinista e Bonequeiro. Graduado em Artes Plásticas pela E.C.A, USP (1984). Junto com Eduardo Amos, cria a Companhia de Teatro de Bonecos “A CIDADE MUDA” (1983). Responsável pela direção, roteiros, criação de bonecos e direção de arte; realizou 10 espetáculos, recebendo as seguintes premiações: PRÊMIO BIBI FERREIRA – Melhor Cenografia – “GASLIGHT” (2023)- PRÊMIO PECINHA É A VOVOZINHA – Melhor Cenografia por “KAFKA e a BONECA” e “QUASE DE VERDADE”(2024) - PRÊMIO APCA – Melhor peça/filme- “QUASE DE VERDADE” (2021) - - PRÊMIO BIBI FERREIRA – Melhor cenografia – “O MISTÉRIO DE IRMA VAP” (2019)/ PRÊMIO APCA – Personalidade Artística pelos trabalhos realizados como Cenógrafo e Figurinista (2018)/ PRÊMIO APCA – Melhor espetáculo de Animação - “QUE MONSTRO TE MORDEU?” (2017)/ PRÊMIO SÃO PAULO - Melhor Cenografia – “CANÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA” (2015)/ PRÊMIO SHELL – Melhor Cenografia – “CAROS OUVINTES” (2015)/ PRÊMIO SÃO PAULO - Melhor Cenografia - “A FAMOSA INVASÃO DOS URSOS NA SICÍLIA” (2014)/ COCA COLA – FEMSA Melhor cenografia - “A BRUXINHA ATRAPALHADA” (2009)/ COCA COLA – FEMSA Melhor figurino - “OS DIREITOS DA CRIANÇA” (2004)/ PANAMCO – Melhor figurino - “A ARROMBADA” (2001)/ APCA e PANAMCO – melhor espetáculo infantil -“CIRCUS – a nova tournée (2000)/ MAMBEMBE – melhor espetáculo infantil (Rio de Janeiro e São Paulo) “CIRCUS” (1995)/ MAMBEMBE – criação de bonecos “CIRCUS” (1995)/ SHELL – categoria especial – Inovação da linguagem do Teatro de Bonecos-“CRACK” (1990)/ APCA – melhor figurino - “LEONCE E LENA” (1987). CHRIS CRUZ - ATRIZ e DIRETORA DE MOVIMENTO É atriz, dançarina contemporânea, mímica e palhaça. Iniciou sua pesquisa com máscara teatral com Cida Almeida e íntegra a turma de formação no Centro de Pesquisa da Máscara/Máscara Neutra, estudou com Luis Louis desde 2015, finalizando seus estudos com o mesmo no Curso Diploma em Mímica Total/Teatro Físico na turma de 2017. No final desse ano começou a criação do seu primeiro solo nessa linguagem. Estudou teatro, dança contemporânea, dança-teatro, canto, contato improvisação, improviso cênico, BMC e palhaço no Estúdio Nova Dança de 2001-2006 com Renata Mello, Georgette Fadel, Lu Favoretto, Andrea Drigo, Alex Ratton, Tica Lemos, Rose Akras e Cristiane Paoli Quito; seguindo seus estudos na arte da palhaçaria com outros professores: Ésio Magalhães, Pierre Bylan (Fr), Andrea Macera, Circo Di Soladies, Leris Colombaioni(Ita), Giovanni Foresti (Ita) entre outros. Integrou o Avoa! núcleo artístico como intérprete criadora de 2006 até 2011 (Dança contemporânea em espaços urbanos). CARLOS MARIANO - ATOR Ator do programa “Glub Glub” exibido pela TV Cultura. Participou do elenco da novela “Carinha de Anjo” e também do programa “Câmera Café”, ambos exibidos pelo SBT. Fez “Minha Nada Mole Vida” pela Rede Globo, foi apresentador do programa “Tagarelas” pela TV Bandeirantes. Teve grande destaque no mercado publicitário onde realizou mais de 500 filmes, sendo cinco deles premiados em Cannes. No teatro atuou em “Trair e Coçar é Só Começar”, de Marcos Caruso, “Agora” de José Scavazini, “Ainda” de Gilda Elisa, “Porca Miséria” de Jandira Martini e Marcos Caruso, “No Natal a Gente Vem te Buscar” de Naum Alves de Souza, entre outras. DENAN PETTMANT - PRODUTOR EXECUTIVO Foi diretor de produção do Espetáculo da Broadway Fame – O Musical, em cartaz em São Paulo. Foi produtor executivo do espetáculo “Antes do Café”, com direção de Jorge Farjalla e do espetáculo “O Segredo de Areia”, com direção de Delson Antunes. Como produtor executivo e desenvolvedor comercial, fez o filme “Vestido pra Casar”, com Leandro Hassum, uma coprodução MGM Studios, o programa “Vai pra Onde?”, em 2014, com Bruno De Luca no canal Multishow e o programa OFF Girls, do canal OFF, ambos do Grupo Globo. Foi produtor local da série documental canadense “Gimme the beat” para a Netflix. Na área musical, produziu com Bruno Levinson e Leonardo Fiorito os clipes de João Napoli, Daniel Jobim e Paula Fernandes. Assistiu à direção do “1º Prêmio Rádio Globo Quem de Música” em 2021 e nos filme-clipes de João Ventura rodados em Portugal. Denan escreveu, produziu e dirigiu os espetáculos “Pega ou não pega?”, “Entre todos Nós”, “A Culpa é da terceira idade”, “DR: Definindo a Relação” e “Risotrio”. Também é cocriador do podcast “Risotrio na Rádio Globo”, disponível em todas as plataformas do grupo.
PROJETO ARQUIVADO.