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Este projeto visa a realização de montagem inédita e temporada do espetáculo teatral FROST FREE. O projeto também irá oferecer ensaio aberto e bate-papo como contrapartida social.
FROST FREE - A história gira em torno do luto de Alex, um homem cujo marido, Gabriel, faleceu e foi congelado em uma clínica de criogenia humana. No entanto, após a clínica decretar falência, Alex se vê diante de uma difícil decisão: encontrar uma nova solução para manter seu amado congelado, e preservar a esperança de ressuscitá-lo no futuro, ou sepultá-lo. Determinado a honrar os sonhos e planos que fez junto a Gabriel, Alex embarca em uma jornada emocional e desafiadora. Ele se depara com obstáculos legais, financeiros e éticos, enquanto busca alternativas para preservar o corpo congelado de Gabriel e encontrar um novo local onde possa ser mantido. Enquanto lida com suas próprias dores e perdas, Alex se envolve em uma busca incansável por respostas e soluções. Nesse processo, Alex encontra Eva, uma cientista idealista e especialista em criogenia, que se torna uma parceira essencial em sua busca. Juntos, eles enfrentam julgamentos sociais e barreiras tecnológicas, questionando os limites da ciência e a ética por trás da criogenia humana. "FROST FREE" mergulha nas profundezas do amor e do desejo de superar os limites impostos pelo tempo e pela morte. A história confronta questões filosóficas e éticas, explorando os laços que unem duas pessoas além das barreiras físicas e temporais. Alex se depara com suas próprias crenças e limitações, enquanto busca manter viva a esperança de um reencontro com Gabriel. Classificação Indicativa: 16 anos
Objetivo Geral. Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, através do espetáculo inédito FROST FREE, de temática LGBTQIAPN+, gerando a valorização acerca dessa comunidade, fomentando a representatividade e respeito à diversidade. Objetivos Específicos. Espetáculo de Artes Cênicas: Realizar temporada de apresentações do espetáculo FROST FREE, de Guillermo Alves, na cidade de São Paulo, totalizando 24 apresentações. Em cada apresentação, espera-se alcançar 200 espectadores, totalizando 4.800 ao fim do projeto. Contrapartida Social: Realizar um ensaio aberto seguido de bate-papo com a direção e elenco, sobre a temática e o processo de construção do espetáculo. Espera-se alcançar 200 pessoas com essa atividade.
É pertinente e significativa a realização do projeto FROST FREE, por trazer uma dramaturgia LGBTQIAPN+ inédita e distópica que, além de retratar uma história de amor entre dois homens, trará um impacto significativo para todos àqueles que tiverem contato com a obra, trazendo representações importantes que promovam a inclusão e a diversidade em um mundo que muitas vezes ainda é homofóbico e intolerante. Ao retratarmos uma história de amor entre dois homens e mostrarmos o luto vivido com a partida de um deles, o projeto ajudará a quebrar estereótipos e preconceitos enraizados em nossa sociedade. Mostrar que os sentimentos, os sonhos, as dores e o amor entre duas pessoas do mesmo sexo são tão legítimos quanto o amor entre pessoas de sexos diferentes, é um passo importante para a inclusão e o respeito a todas as orientações sexuais e identidades de gênero. FROST FREE servirá também como uma inspiração para muitas pessoas que enfrentam adversidades em suas próprias vidas. Mostrar que é possível superar as barreiras e acreditar no amor e na esperança pode ser um poderoso estímulo para aqueles que lutam contra a discriminação e a opressão. Ainda, o teatro é uma forma de arte que tem o poder de criar conexões profundas entre os atores e o público, e um espetáculo de temática LGBTQIAPN+ pode criar um espaço seguro e inclusivo para pessoas de todas as orientações sexuais e identidades de gênero. É uma oportunidade para se conectar e compartilhar experiências, celebrando as diferenças e a diversidade. Além disso, a importância de retratar histórias de temática LGBTQIA+ na cultura brasileira é inquestionável, especialmente quando consideramos os números alarmantes de violência e discriminação contra a comunidade no país. De acordo com dados oficiais, a cada 16 horas, um homossexual é morto no Brasil. Esse número assustador torna-se ainda mais preocupante quando percebemos que a maioria desses crimes não é devidamente investigada ou punida. Essa realidade de violência e discriminação é um reflexo da cultura heteronormativa que prevalece em nossa sociedade, na qual a heterossexualidade é vista como a única orientação sexual legítima e a expressão de gênero é rigidamente binária. Isso cria um ambiente hostil para aqueles que não se enquadram nesses padrões, levando a marginalização, exclusão e violência física e emocional. Devido a sua magnitude e o impacto que pretende gerar, é de extrema importância a utilização do mecanismo de incentivo à cultura. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no Art. 1 da Lei 8313/91, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também se enquadra perfeitamente no Art. 03 da mesma lei: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
O projeto tem como compromisso garantir a acessibilidade e inclusão, por isso será realizado em teatro que garanta medidas de acessibilidade para idosos e portadores de necessidades especiais, como rampas de acesso, banheiros adaptados e piso tátil. Também, a temporada do espetáculo prevê quatro sessões com intérprete de Libras (2) e Audiodescrição (2).
Será assegurada a democratização de acesso através dos limites e formas de distribuição do artigo 46 da IN nº 23/2025. Além disso, como consta no objetivo de Contrapartida Social, adotaremos o exposto no inciso V do artigo 47 da IN nº 23/2025, a saber: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas. * Será realizado ensaio aberto seguido de bate-papo com a direção e elenco, sobre a temática e o processo de construção do espetáculo.
Ronaldo Silva Pereira (Produtor geral do projeto, ator e dramaturgo) é um ator e produtor cultural que tem desbravado o cenário artístico, especialmente na zona leste de São Paulo, onde fundou o selo "Varal", atuante desde 2019, realizando projetos em teatro e cinema. Há treze anos contribuindo e trabalhando no mercado cultural de São Paulo, nas artes cênicas e audiovisual, o artista tem uma formação em Teatro pelo INCENNA Escola de Teatro, Televisão e Cinema, além de Administração de Empresas pela Universidade Cidade de São Paulo, e estudos complementares em instituições como GLOBE-SP e Estúdio de Treinamento Artístico. Sua jornada no teatro o levou a integrar a Cia. Gesto de Teatro em 2015, da diretora peruana Leslie Marko, e permanece na companhia até hoje, onde, além de ator, também assessora a produção, participando de produções marcantes como os espetáculos "Pétalas Vivas de Rosa Branca", realizada no Goethe Institut São Paulo, e "Mergulho", apresentando gratuitamente para alunos da rede pública de educação ao longo dos últimos anos em CEUs ligados a direitos humanos, localizados nas periferias de São Paulo. Além disso, fora da companhia, atuou em uma série de espetáculos, incluindo "Croácia Login" da Cia. Estricnina de Teatro Flamejante, onde também foi um dos produtores, "Indiscretíssimos", "Sorria, Você Está Sendo Manipulado" e diversos outros. Danilo Dal Lago (Diretor Artístico e produtor executivo) é Dramaturgo, Roteirista e Produtor. Formado Dramaturgo pela SP Escola de Teatro (2014) e Técnico em Teatro pela Escola Incenna (2014); e Administrador de Empresas pela PUC-SP (2011). Desde 2013, dirigiu e também escreveu diversas peças. Entre elas, “Memórias, Crônicas e Declarações de Amor”, com o grupo AtoContínuo, e “Croácia Login”, com a Estricnina de Teatro Flamejante, onde assina a codireção. Idealizou e Produziu a APARTE – Mostra de Teatro do ABCD, realizada em Diadema-SP (2016 e 2017). Com o texto “Tenha Fé” ficou em quinto lugar (entre mais de duzentos textos) no concurso nacional de dramaturgia do Centro Cultural São Paulo (2015). Atua como roteirista para escolas, empresas, produtoras de vídeo e eventos desde 2018. Em 2020, com Camila Flávio, criou a Fábrica de Teatro, onde desenvolve cursos e produções teatrais e audiovisuais. Em 2021, foi vencedor do concurso nacional de dramaturgia Jornadas Heroicas Possíveis, com o texto ‘O Empréstimo”. E ainda em 2021, escreveu, dirigiu e produziu o espetáculo O CONSÓRCIO, encenado e gravado em versão audiovisual. Marcela Arce (Atriz) é atriz, bonequeira, locutora. Também escreve e dirige. Pós-graduada em Artes da Cena pela Escola Superior de Artes Célia Helena como atriz e diretora, se formou atriz pelo Teatro Escola Célia Helena em 2007, mas começou a atuar na trupe de bonecos Broadway Delivery em 2004, logo após se formar em Comunicação Social pela ESPM. Desde então não parou de trabalhar com teatro e também com teatro de bonecos, máscaras e sombras. Seu trabalho como atriz se desenvolveu junto à crença na importância da formação do indivíduo através da arte. Logo após se formar atriz, começou a dar aulas de teatro na Casa do Teatro, do Centro de Artes e Educação Célia Helena, onde trabalhou por 13 anos. Paralelamente, Marcela continuava trabalhando com teatro de bonecos e também passou a integrar o Grupo Arte Simples de Teatro, com o qual ganhou diversos editais, prêmios e intercâmbios culturais com Canadá, Portugal e Guiné-Bissau. O Arte Simples tinha o Projeto Teatro em Heliópolis e o princípio de levar o teatro até as pessoas. Com o grupo, trabalhou como atriz, professora, produtora e também dramaturga junto às parceiras de grupo. Marcela saiu do grupo em 2021, mas continua em parcerias como no premiado “Alice no Seu Pequeno Grande Quarto das Maravilhas”, em que dirigiu a manipulação de formas animadas. Enquanto trabalhava com teatro, Marcela seguia amando o cinema. Fez parte do Grupo Ap 43 de Cinema, atuou em curtas-metragens e fez diversos cursos para atuação com câmera, como o do Estúdio Corazza, em Madri. Nas redes sociais, durante a pandemia, atuou no curta Irmãos, de sua autoria. Em 2024, atuou em 2 curtas-metragens contemplados pela Lei Paulo Gustavo. Marco Lima (Cenógrafo) é Figurinista e Bonequeiro. Graduado em Artes Plásticas pela E.C.A. - USP (1984). Junto com Eduardo Amos, cria a Companhia de Teatro de Bonecos “A CIDADE MUDA” (1983). Responsável pela direção, roteiros, criação de bonecos e direção de arte, realizou 10 espetáculos. Premiações: Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Cenografia – “GASLIGHT” (2023) - Prêmio Pecinha é a Vovozinha de Melhor Cenografia por “KAFKA e a BONECA” e “QUASE DE VERDADE” (2024) - PRÊMIO APCA – Melhor peça/filme- “QUASE DE VERDADE” (2021) - PRÊMIO BIBI FERREIRA – Melhor cenografia – “O MISTÉRIO DE IRMA VAP” (2019) / PRÊMIO APCA – Personalidade Artística pelos trabalhos realizados como Cenógrafo e Figurinista (2018) / PRÊMIO APCA – Melhor espetáculo de Animação - “QUE MONSTRO TE MORDEU?” (2017)/ PRÊMIO SÃO PAULO - Melhor Cenografia – “CANÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA” (2015)/ PRÊMIO SHELL – Melhor Cenografia – “CAROS OUVINTES” (2015)/ PRÊMIO SÃO PAULO - Melhor Cenografia - “A FAMOSA INVASÃO DOS URSOS NA SICÍLIA” (2014)/ COCA COLA – FEMSA Melhor cenografia - “A BRUXINHA ATRAPALHADA” (2009)/ COCA COLA – FEMSA Melhor figurino - “OS DIREITOS DA CRIANÇA” (2004) / PANAMCO – Melhor figurino - “A ARROMBADA” (2001)/ APCA e PANAMCO – melhor espetáculo infantil -“CIRCUS – a nova tournée (2000) / MAMBEMBE – melhor espetáculo infantil (Rio de Janeiro e São Paulo) “CIRCUS” (1995) / MAMBEMBE – criação de bonecos “CIRCUS” (1995)/ SHELL – categoria especial – Inovação da linguagem do Teatro de Bonecos- “CRACK” (1990)/ APCA – melhor figurino - “LEONCE E LENA” (1987). Dan Maia (Trilha Sonora). Músico, ator e físico de formação (UFMG). Como sound designer e compositor já assinou a trilha sonora de mais de 120 espetáculos de dança e teatro, produziu discos, compôs trilhas para o audiovisual, ganhou 6 prêmios (Sesc/Sated, Sisparc/Usiminas e Aplauso Brasil) e teve quatro indicações ao Prêmio Shell de Teatro. Durante sua trajetória estabeleceu parcerias com diretores e diretoras como Gabriel Villela, Marcelo Lazzaratto, Maria Thais, Marcio Aurelio, Elias Andreato, Tadashi Endo, Alexandre Reinecke, Dan Stulbach, Lígia Cortez, Cia. de Dança Palácio das Artes, Sônia Mota, Mika Lins, Alvise Camozzi, Cassio Scapin, Nelson Baskerville, Tó Araújo, entre outros. Cleber Eli (Desenho de Luz). Iniciou a carreira no meio artístico há 20 anos, teve estreia em um espaço onde auxiliou na montagem do Espetáculo Coração Bazar dirigido por José Possi Neto, com a atuação de Regina Duarte, a partir desse trabalho passou a operar e participar do processo criativo de diversos espetáculos tais como: Cartas de Amor, com Herson Capri e Angela Vieira, Por um Fio, com Regina Braga e elenco, Noites Brancas, com Debora Falabela e elenco, Andaime, com Elias Andreato e Claudio Fontana, Hamelet, com Tiago Lacerda e grande elenco, Rei Lear, com Juca de Oliveira, A tempestade, com Celso Frateschi e grande elenco, O Louco e a camisa, com Rosi Campos e Rainer Cadete e grande elenco, Boca de Ouro, com Malvino Salvador e elenco, os espetáculos que participou totalizam mais de 50 trabalhos realizados. Trabalhou com diretores como: Maneco Quideré, Aurélio de Simoni, Wagner Freire, Domingos Quintiliano entre outros. Atualmente faz projetos de iluminação para de Shows musicais e peças Teatrais em parceria com diretores renomados como: Elias Andreato, Gabriel Vilela, Ron Daniels, Dagoberto Feliz, entre outros.
Periodo para captação de recursos encerrado.