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Reimpressão de livro infantil "Tatá no Reino de Guapuruvu" da autora Fernanda Ortiz Machado, que conta a história da colonização de Joinville/SC de uma forma lúdica, instigando à reflexão sobre o meio ambiente e contribuindo para a formação cidadã de jovens catarinenses; e realização de contação de histórias do livro e oficinas de ilustração para estudantes e comunidade ao final.
O livro Tatá no Reino de Guapuruvu é um livro de literatura infantil com 11 capítulos e uma promessa, com a narrativa de um pequeno índio nativo, da tribo Guarani que dialoga com as árvores nativas da cidade de Joinville-SC. A história é contada por uma árvore, com muitos diálogos entre árvores, índio e vento. PrólogoNo prólogo uma árvore nativa dos mangues, a Siriúba (narradora da história), se queixa da poluição dos dias atuais comparando com o passado, especificamente no tempo da chegada dos imigrantes onde não havia poluição. Ela junto a outra árvore, o Jacatirão, verão uma criança que estará juntando o lixo perto deles e relembram os tempos antigos, recordando do seu amigo índio, Tatá e de outra árvore, Guapuruvu. Capítulo 2De volta ao passado, este capítulo abordará o dia em que Tatá (o menino índio) conhece Guapuruvu. E trata de como as amizades nascem e de quando alguém não quer fazer um amigo. Capítulo 3Um diálogo mais profundo de amizade entre árvore e índio. Trata das narrativas do início de uma amizade, as conversas cotidianas. Capítulo 4No diálogo entre Tatá e Guapuruvu ele conta sobre sua família (tribo Guarani) e seus costumes. Este diálogo revela um medo muito íntimo do pequeno índio e fortale sua amizade com a árvore. Capítulo 5Tatá passa a visitar a árvore todos os dias, e este capítulo aborda os escravos e portugueses com suas relações mútuas e também sua interferência no meio ambiente. E ainda traz uma resposta do porquê a árvore Guapuruvu não é de ter muitos amigos. Capítulo 6Tatá faz amizade com outras árvores despertando ciúmes em Guapuruvu. Tatá também não sabe como contar uma notícia à amiga. Os temas discutidos são o afastamento dos índios com a chegada dos imigrantes (eles seguem mata adentro), e a possível chegada de um príncipe à cidade. Capítulo 7Narra a chegada dos imigrantes e o choque que eles têm ao ver que a colônia ainda era uma picada e com terras lodosas, muitos retornam na mesma barca em que vieram. Guapuruvu se animará com a possível chegada de um príncipe, porém as árvores estão com medo de serem derrubadas para virar madeira de construção. Capítulo 8Guapuruvu descobre que vieram muitos profissionais para colônia e muita gente, porém não o príncipe, e se entristece. A colônia avança e a floresta diminui, assim os índios também irão para mais longe. Tatá encontra um menino branco e tem um diálogo. Os índios e brancos têm um conflito, onde morrem pessoas. Capítulo 9O índio se despede da árvore, pois a tribo irá para longe, porém promete um dia retornar. Capítulo 10Nas aberturas de picadas Guapuruvu acaba sendo morta. Trata do medo das árvores de virarem madeira de construção e de sua incapacidade de fazer algo para isso mudar. EpílogoNo diálogo dos dias atuais a criança que lembrou Tatá prometeu fazer sua parte na preservação do meio ambiente. Fala ainda do príncipe que nunca veio e do crescimento da cidade. A promessaMomento em que a narradora pede ao leitor para prometer que, se acaso o leitor vir Tatá, é para lhe dizer que uma árvore chamada Guapuruvu o amava.
Objetivo GeralContar a história da colonização de Joinville de uma forma lúdica, tendo como instrumento o livro infantil "Tatá no Reino de Guapuruvu", de Fernanda Ortiz Machado; mostrar a geografia do mangue e das árvores nativas da cidade, assim como a importância da sua preservação, dialogando sobre as consequências da poluição no mangue; revelar o choque cultural entre os índios e colonizadores, bem como seus costumes; contribuir para a educação e formação cidadã das crianças. Objetivos Específicos. imprimir 2.000 exemplares do livro "Tatá no Reino de Guapuruvu";. produzir 1 evento de lançamento, com acesso gratuito, para 100 pessoas ao total;. realizar como contrapartida social um circuito com 8 oficinas de ilustração a estudantes de escolas da rede pública de ensino, com duração de 4 horas cada, alcançando 200 alunos ao total, com acesso gratuito;. promover como contrapartida social 1 oficina de ilustração para a comunidade, com 20 vagas e duração de 3h.
A literatura infantil contribui com o processo de desenvolvimento cognitivo e da linguagem, ampliando a imaginação e o gosto pelas obras literárias. Ela estimula a criatividade, a empatia, o raciocínio, o respeito, a imaginação, o desenvolvimento cognitivo e da linguagem, uma visão de mundo mais ampliada, entre outros vários benefícios. Em conversas da autora com professores da cidade, verificou-se a necessidade de contar a história da colonização de Joinville de uma forma lúdica e real para auxiliar no aprendizado das crianças, visto ser comum encontrar entre elas uma ideia fantasiosa e não verdadeira sobre a mesma. Então a intenção foi, por meio da fantasia literária, contar uma história mais próxima da verdade. Então este o livro se configura numa ferramenta fundamental, lúdico-artística, de linguagem simples e acessível, que proporciona a compreensão de temas pertinentes como colonização brasileira, imigrantes, índios, árvores e mata nativa, mangue, preservação do meio ambiente e também a discussão sobre as relações de afeto, amizade, sonhos e frustrações, temas oportunos às crianças que estão descobrindo o mundo. Para continuar levando essa ferramenta as escolas e comunidade, se vê a necessidade de mais exemplares do livro,visto que os primeiros se esgotaram em menos de um ano; assim poderemos atender aos pedidos de escolas que gostariam de trabalhar com o livro e autora, e a comunidade que gostaria de adquirir exemplares. Para reimprimí-lo, necessita-se de recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Com este projeto contempla‐se o art. 1º da lei 8313/1991 nos incisos:I ‐ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II ‐ promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III ‐ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histo´rico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou naço~es; VIII ‐ estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX ‐ priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. E ainda alcança o art 3º da mesma lei nos incisos e ali´neas abaixo:II ‐ fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante:b) ediça~o de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV ‐ esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na a´rea da cultura e da arte e de seus va´rios segmentos.
LIVRO Tiragem 2.000 exemplares Capa 4x4, Triplex C2S 350 g/m2 Fechado 155 x 225 mm, Aberto 510 x 225 mm - dobrado Verniz UV Brilho Reserva Frente, Laminação Frente BOPP Fosco. Miolo 100 Páginas, 4x4 Couché Fosco 150 g/m2 155 x 225 mm Verniz Base D ́Água Fosco Total Frente e Verso Projeto didático Oficina para os Alunos da 5ª série do ensino fundamental e 2º período do infantil JustificativaToda criança chega ao mundo pesquisando. Pesquisa com os sentidos, é curiosa, espontânea e criativa. Desde bem pequena ela se revela investigadora com perguntas e hipóteses, buscando respostas e compreensão sobre fatos, fenômenos, ações, reações.Se uma criança cria um desenho, que veio da sua imaginação (para os adultos um mero rabisco) ela acha incrível. Ao longo da vida ela vai perdendo tudo isso, este senso de curiosidade e de expressão enquanto um indivíduo único, ela vai entrando em um padrão e começa a se comparar com o outro, antes ela criava um desenho e achava lindo, era sua expressão natural, agora ela compara com o outro, e acha que tem que ser igual ao de alguém, ou melhor, ou que o dela é pior.A arte tem o poder de retirá-la deste padrão imposto e devolver sua expressividade natural de representar ideias em linguagens particulares, como a literatura, a dança, a música, o teatro, a arquitetura, a fotografia, o desenho, a pintura.A arte através da sua livre expressão, segundo Lowenfeld e Brittain, é a imagem concreta da emoção e das experiências perceptivas do indivíduo na sua interação com o meio, possibilitando a expressão livre de instintos, tensões, desejos e sentimentos; possibilita à criança exteriorizar sua vida interior. Assim a prática da arte nessa livre expressão artística leva a criança a voltar a acreditar no seu potencial criativo, a ser curiosa, espontânea, criativa e desenvolver ideias como um individuo único, e consecutivamente, ter uma infância feliz.A arte na escola é importante para o desenvolvimento cognitivo dos alunos, o conhecimento da arte amplia possibilidades de compreensão não só da própria arte, mas do próprio individuo, do mundo e colabora para o melhor aprendizado de outras áreas do conhecimento. ProblemáticaComo despertar nas crianças o seu potencial criativo como um indivíduo único? Conteúdos / temas. Uma fala sobre criatividade natural;. Contação da história do primeiro capítulo do livro “Tatá no Reino de Guapuruvu”;. Uma fala sobre materiais para aquarela (papel, pincéis, tintas, mistura de cor, técnicas de aguada);. Desenho livre sobre o primeiro capítulo do livro “Tatá no Reino de Guapuruvu”;. Pintura usando as técnicas apresentadas e a expressão individual;. Uma exposição na escola dos trabalhos dos alunos. Objetivo Geral. Possibilitar, através da vivência, a conscientização da capacidade de cada indivíduo de ser criativo e ter uma expressão própria;. Promover o desenvolvimento cultural dos alunos;. Desenvolver a percepção e sensibilidade estética. Objetivos Específicos. Por meio da leitura de um capítulo da história do livro “Tatá no Reino de Guapuruvu”, despertar a curiosidade dos alunos, a criatividade e imaginação, e levantar questionamentos para produção de novas ideias;. Desenvolver as habilidades artísticas do aluno utilizando a criatividade aliada às técnicas de aquarela de forma pessoal e experimental;. Experimentar recursos expressivos (aquarela) aliados ao ato de ouvir uma história para fortalecer a capacidade de atenção, representação e observação;. Valorizar o seu trabalho como uma criação única de expressão pessoal através do desenho e pintura livre;. Desenvolver a autoconfiança do aluno através da introdução à técnica da aquarela, para que cada um se aventure a experimentar traços e estilos sem medo, assim encontrando seu próprio estilo de pintar com o qual se sente mais à vontade e entenda cada uma dessas experimentações não como erros e acertos, mas como parte do processo de descobrimento da própria técnica. Metodologia. Contação da história de um capítulo do livro “Tatá no Reino de Guapuruvu”;. Apresentação dos materiais, uso dos pincéis, tipos de papéis específicos para aguada, tipos de tintas;. Apresentação das técnicas: mesclagem e sobreposição de cores, escala tonal, técnicas de aguada e ilustração como abordagem poética e lúdica;. Exercício de desenho livre para aquarela que tem como temática ilustrar o capítulo já lido do livro a partir da poética individual do aluno;. Exercício de pintura livre com as técnicas de aquarela. CronogramaCada oficina terá duração de 4 horas por turma. Recursos Materiais ou Didáticos. Livros impressos - “Tatá no Reino de Guapuruvu”;. Quadro com canetões;. Papel para aquarela;. Tinta para aquarela;. Pincéis;. Lápis;. Godê;. Elementos da natureza;. Elementos não estruturados. ConclusãoExposição dos trabalhos dos alunos nas escolas. Ficará a critério de cada escola a data e a ocasião em que será realizada a exposição. Oficina para comunidade Tem por objetivo uma vivência da mesma oficina que será aplicada com as crianças da 4ª série e infantil. No entanto com vagas abertas a comunidade para beneficiar crianças (de 05 a 12 anos) que têm interesse em aquarela, porém não estão nas escolas selecionadas pelo projeto. Metodologia. Apresentação da história de um capítulo do livro “Tatá no Reino de Guapuruvu”;. Apresentação dos materiais, tipos de pincéis (numeração e formato dos pincéis de acordo com seu uso), tipos de papéis para aquarela (diferenças entre papéis, suas características e gramaturas), tipos de tintas (uso da tinta aquarela, suas propriedades, escalas tonais, luz e sombra);. Apresentação das técnicas: mesclagem e sobreposição de cores, escala tonal, técnicas de aguada e ilustração como abordagem poética e lúdica;. Exercícios de experimentação de cor (gradação tonal e pintura de observação básica);. Pintura de observação intermediária;. Diferenciação entre reprodução e criação no desenvolvimento artístico;. Exercício básico de criação poética ilustrativa com base no conhecimento adquirido;. Exercício de desenho livre para aquarela que tem como temática ilustrar o capítulo já lido do livro a partir da poética individual do aluno;. Exercício de pintura livre com as técnicas de aquarela CronogramaA oficina terá duração de 3 horas . Recursos Materiais ou Didáticos. Livros impressos - “Tatá no Reino de Guapuruvu”;. Quadro com canetões;. Papel para aquarela;. Tinta para aquarela;. Pincéis;. Lápis;. Godê;. Elementos da natureza;. Elementos não estruturados. ConclusãoExposição dos trabalhos dos alunos ao final.
PARA O LIVRO E EVENTO DE LANÇAMENTO Acessibilidade físicaOs locais que receberão os eventos de lançamento do livro contam com banheiro adaptado e rampa que permite o acesso a cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e idoso. Acessibilidade de conteúdoIntérprete de libras no evento de lançamento. PARA AS OFICINAS Acessibilidade físicaAs escolas visitadas contam com banheiros adaptados e rampas de acesso a cadeirantes.
O acesso aos eventos de lançamento do livro serão integralmente gratuitos. Em cumprimento ao art. 21 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, este projeto contempla: . Para os eventos de lançamento e para a contrapartida socialIII ‐ disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV ‐ permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. . Para o projeto como um todoVII ‐ realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. Como contrapartida social, em cumprimento ao art. 22 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, este projeto oferece um ciclo de palestras sobre ilustração a alunos e professores da rede pública, realizadas pela escritora e pela ilustradora, com o intuito de capacitá-los para multiplicarem esse conhecimento com suas turmas.
Daniel Machado - coordenação geral, coordenação administrativo-financeira, diagramação e fotógrafo2018 - Mestre em Patrimônio Cultural e Sociedade (Conceito CAPES 4). Universidade da Região de Joinville, UNIVILLE, Brasil. Orientador: Taiza Mara Rauen Moraes. Palavraschave: patrimonio cultural; sociedade. 2011 2012 Especialização em Fotografia Imagem e Movimento. (Carga Horária: 480h). Universidade Positivo, POSITIVO, Brasil. Título: Plano de negócios para estúdio fotográfico especializado em publicidade. Orientador: Joseane Daher. 2005 2009 Graduação em Design de Produto. Universidade da Região de Joinville, UNIVILLE, Brasil. Título: Embalagem para a área alimentícia com ênfase em meio ambiente. Orientador: Victor Henrique Fagundes. Bolsista do(a): Governo do Estado de Santa Catarina, SC, Brasil.Produções Produção bibliográfica Livros publicados/organizados ou edições1. MACHADO, DANIEL. Joinville de Serra e Mar. 1. ed. Joinville: Areia, 2018. v. 1. 72p 2. MACHADO, F. O. ; MACHADO, DANIEL . Dois olhares sobre Joinville. 2016. (Fotografia). 3. MACHADO, F. O. ; MACHADO, DANIEL . Dois olhares sobre Joinville. 2016. (Projeto Gráfico)Trabalhos completos publicados em anais de congressosMACHADO, DANIEL; MORAES, T. M. R. . Uma cartografia fotográfica da Estrada Imperial Dona Francisca: memórias reveladas. In: 9º Seminário de Pesquisa em Linguagens, Leitura e Cultura, 2018, Joinville. Anais do PROLER 2018. Joinville: Univille, 2018. v. 1. p. 1233.Produção artística/Cultural Artes visuaisMACHADO, DANIEL. AgroCultura. 2017. Fotografia. 2. MACHADO, DANIEL. De à Cavalo 400km pela Coxilha Rica. 2017. Fotografia. 3. MACHADO, DANIEL. Exposição Joinville de Serra e Mar. 2016. Fotografia. Fernanda Ortiz Machado - redatoraUniversidade da região de Joinville - Univille Curso: Artes visuais Cidade: Joinville Período: 2019 – em andamento Universidade da região de Joinville - Univille Curso: Design de Moda Cidade: Joinville Período: 2008 – 2011PublicaçõesMACHADO,FERNANDA ORTIZ, Tatá no Reino de Guapuruvu. – Joinville/SC: Areia, 2022 MACHADO,FERNANDA ORTIZ, Dois Olhares Sobre Joinville. – Joinville/SC: Areia, 2016 Jura Arruda / Editora Areia - revisor de copy-deskA Editora Areia foi criada em 10 de fevereiro de 2014 pelo escritor Jura Arruda, com o objetivo de lançar um olhar técnico e atencioso para a literatura catarinense. Inspirada no cooperativismo, reúne profissionais de áreas afins em seus trabalhos que vão da consultoria literária à coordenação editorial.A editora já publicou quase 50 títulos e tem sido grande parceira de novos escritores e de escritores já publicados. Em seu catálogo destacam-se os livros “Coração Guarani”, de Marlete Cardoso; “As Estrelas da Vila do Luar”, de Quésia Cunha, “Em pele de cordeiro”, de Andreia Evaristo, “Por que matei Rocky Lane?”, de Hilton Görresen; “A história da Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina”; além de “Primeiros Contos”, uma seleção de textos produzidos durante uma oficina de contos ministrada por Jura Arruda a alunos da rede municipal de ensino. Luísa de Almeida Magalhães Simão / ABÊ Studio Criativo - ilustraçãoExperiência ProfissionalUNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁDe 2011 a 2013 Professora de ilustração de moda, Desenho Técnico de moda e História da moda. UNIVERSIDADE FUMEC2012 a 2014 Professora de ilustração, Núcleo de Projeto e Desenho técnico de moda; Lu Simão Atelier2008 – 2015Diretora criativa. Desenvolvimento de vestidos de noiva exclusivos. Abê Studio Criativo2014 – Momento atual Ilustradora e diretora criativa. FormaçãoUNIVERSIDADE FUMEC (BH – MG) – 2003-2007Graduação em Design de Moda PUC MINAS (BH-MG) – 2008-2009Pós-graduação em Gestão de Negócios ESCOLA GUIGNARD (BH-MG) – 2007 – 2009 (não concluído)Graduação em Artes Visuais ANHEMBI MORUMBI (SP – SP) – 2009 - 2011 Mestrado em Arte, Moda e Tecnologia
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.