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PRONAC 250564Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Produção de Documentário - Galópolis: Memórias de um Bairro Italiano

DUCLERC JOAO DA SILVA
Solicitado
R$ 617,4 mil
Aprovado
R$ 617,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Bom Jesus
Início
2025-04-03
Término
2026-10-03
Locais de realização (1)
Caxias do Sul Rio Grande do Sul

Resumo

Produzir documentário audiovisual média-metragem com 50 minutos de duração, finalização em Full HD 1920x1080, para contar a história e a cultura vibrante do bairro de Galópolis, em Caxias do Sul/RS, refletindo a herança italiana de seus fundadores, desvendando e narrando a história da imigração italiana, através de fatos e imagens, destacando a arquitetura única e o patrimônio cultural, bem como o exemplo de legado cultural e coesão comunitária.

Sinopse

Documentário Audiovisual "Galópolis: Memórias de um Bairro Italiano" Envolto por vales da Mata Atlântica ainda preservados, Galópolis emana o charme de um pequeno vilarejo, um refúgio de tranquilidade e coesão familiar, lembrando as pequenas cidades do interior da Itália. O projeto busca desvendar e narrar a história da imigração italiana através de fatos e imagens, destacando a arquitetura única e a herança cultural que fazem de Galópolis uma cidade dentro de outra cidade, como seu próprio nome diz, tendo o sufixo “polis" em seu nome, que significa “cidade-estado”. Fundada em 1892, a comunidade começou a se formar quando tecelões italianos de Schio vieram ao Brasil após uma greve reprimida pelo Estado. Estabelecendo-se nas 4ª e 5ª léguas de terras devolutas, os imigrantes nomearam o local de "Profondo" devido aos seus vales profundos. Com a abundância de arroios e quedas d’água, uma cooperativa de tecelagem foi criada em 1898, utilizando teares de uma empresa italiana falida. No entanto, dificuldades econômicas levaram à venda da cooperativa em 1907 para Ércole Galló, cujo nome originou o distrito de Galópolis. Galló, químico tintureiro, expandiu a tecelagem junto com Pedro Chaves Barcellos, formando o Lanifício Chaves Irmãos e Cia. Em 1979, a fábrica foi adquirida pelo Grupo Alfred e renomeada Lanifício Sehbe S/A, tornando-se um importante empregador na região na década de 1980, com 700 funcionários. Galópolis, com sua rica herança italiana, destaca-se pela sua tranquilidade e ambiente familiar. A consciência de preservação dos moradores reflete o espírito de gratidão e pertencimento, valorizando e mantendo vivo o legado cultural e histórico herdado dos imigrantes italianos. Esse rico patrimônio pode ser conhecido no Instituto Hércules Galló, onde a visitação é gratuita, permitindo que todos tenham acesso, oferecendo uma imersão autêntica nas tradições, costumes e memórias de uma comunidade. O documentário "Galópolis: Memórias de um Bairro Italiano" é audiovisual que trará à vida a história do bairro através de reconstituições históricas, depoimentos emocionantes dos moradores e imagens deslumbrantes das paisagens e edificações locais. A narrativa cinematográfica destacará a relevância da indústria têxtil, que fez de Galópolis uma referência nacional durante o período das guerras, e a vida cotidiana que se desenrola entre seus comércios, escolas e locais de convivência. As cenas também irão capturar a essência da preservação cultural que os moradores mantêm com tanto zelo, enfatizando o sentimento de pertencimento e orgulho comunitário. O intuito é alimentar a sensação de pertencimento e orgulho entre os moradores, além de apresentar ao público em geral a beleza e a importância cultural deste bairro histórico. Vamos imergir no ambiente do bairro, participando de atividades cotidianas, como tomar um café acompanhado de canudinhos recheados, para conhecer as histórias e vivências dos moradores. Essa convivência permitirá a identificação de passagens pitorescas e narrativas autênticas que enriquecerão o conteúdo. Este tipo de "pesquisa de campo", conforme definido pela antropologia, é essencial para obter uma visão autêntica e profunda do início das histórias que pretendemos contar. Mesclar o passado e o presente será fundamental para ilustrar o impacto histórico na formação das famílias locais, proporcionando um contraste visual e narrativo que enriqueça o documentário. Entrevistas: Contadores de Histórias - Elegeremos um local emblemático para montar nosso set de filmagem, um espaço que respire a essência do bairro e da história que queremos narrar. Convidaremos moradores locais que possuam conhecimentos e vivências sobre o passado e o presente, criando uma narrativa contínua e profunda. Este espaço se tornará um ponto focal para entrevistas, onde histórias serão entrelaçadas, revelando a importância histórica e cultural da imigração italiana na região. E, claro, entre tantos outros, são indicadas para conversarmos a historiadora Dra. Vânia Herédia, da UCS, e a arquiteta Daniela Ketzer Milano, autora de: “Uma vila operária na colônia italiana: o caso Galópolis (1906-1941). 2010. 186 f. Dissertação (Mestrado em História) - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2010.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produzir um documentário audiovisual média-metragem com duração de até 50 minutos que será utilizado para contar a história e explorar as raizes da colonização do bairro de Galópolis, em Caxias do Sul, a partir da imigração italiana, que servirá como registro e documento da trajetória desta colonização e suas peculiaridades, dando "cara e voz" a esses imigrantes para que não sejam esquecidos, revelando como foi moldada a cidade que conhecemos hoje. Com isso, além de uma obra audiovisual, estaremos favorecendo o reconhecimento e valorização do patrimônio cultural material e imaterial da região, com um produto importante produzido no 150º ano da Imigração Italiana. O projeto vai contribuir para a promoção cultural, resgatar, registrar e valorizar a cultura do RS, disseminar a arte e a cultura, promover o setor do audiovisual e contribuir para a formação de público. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produzir um documentário audiovisual média-metragem, em Full HD 1920x1080, a partir da investigação do início da colonização do bairro de Galópolis que será disponibilizado para veiculação em rádios e TVs comunitárias e públicas. Montar equipe de profissionais, incluindo escritores, cineastas, jornalistas e fotógrafos, entre outros, que possam assegurar a precisão histórica e a qualidade técnica e estética. Montar cenário/cenografia condizente com a proposta. Resgatar, preservar e divulgar a rica história e cultura do lugar como patrimônio cultural. Fazer entrevistas com historiadores, arquitetos e residentes do local para capturar a essência e as tradições do bairro. Realizar pesquisas aprofundadas, utilizando fontes diversas, como bibliotecas, arquivos municipais e sites especializados. Coletar materiais visuais e documentais que proporcionem uma base sólida de informações. Alugar um espaço casa/sala em Galópolis, para aque a equipe mantenha uma presença constante e convívio que possibilitarão a coleta de detalhes ricos do dia a dia. Montar set de filmagem em local emblemático para que possamos transmitir a essência do bairro e da história que vamos contar. Capturar imagens audiovisuais e fotográficas para enriquecer nossa narrativa visual, além de utilizar imagens de arquivo (fotos e vídeos antigos). Identificar e registrar locais históricos do bairro e que ainda são significativos e frequentados pelos moradores do lugar e visitantes, e que servisão como cenários para entrevista. Fazer captação e uso de imagens que apresentem especificades das quatro estações do ano. Como ação de contrapartida social, teremos ações específicas de democratização do acesso, sessões de apresentação pública do filme sem cobrança de ingressos. Contemplar ações afirmativas, principalmente através de entrevistas com pessoas que se autodeclaram LGBTQIA+ e/ou negros/pardos e/ou indígenas. Produzir banner de apresentação do projeto. Apresentar o audiovisual em locais públicos.

Justificativa

Situado no município de Caxias do Sul/RS, Galópolis é um bairro encantador e historicamente rico, um verdadeiro tesouro cultural que reflete a herança italiana de seus fundadores. Situado entre os km 161 e 159 da BR 116 e a apenas 9 km do centro da cidade e do aeroporto, o bairro se destaca como refúgio de tranquilidade e união familiar. Sua origem remonta a imigração de italianos, cujas influências são visíveis na arquitetura, na culinária e nas tradições locais. Além de ser um lugar de beleza natural e magnetismo urbano-cultural, Galópolis abriga uma comunidade diversificada e economicamente ativa, com uma economia variada que inclui negócios locais, empresas, agricultura e uma quantidade de comércios e serviços, demonstrando vitalidade única, e com a presença de instituições essenciais como escolas que atendem centenas de alunos do lugar e de áreas vizinhas, complementando a infraestrutura robusta do bairro. Os moradores valorizam profundamente a preservação do patrimônio histórico-cultural, promovendo eventos e iniciativas que buscam manter viva a memória e o espírito dos primeiros imigrantes. Nosso projeto visa explorar e celebrar a rica história e cultura de Galópolis, destacando sua importância como exemplo de legado cultural e coesão econômica. Também propomos um resgate e registro do patrimônio cultural material e imaterial, juntando-se a outras iniciativas que pretendem a preservação das tradições e cultura frente aos avanços tecnológicos e transformações sociais que muitas vezes acabam por sufocar as raízes da construção comunitária sob a pretensão do desenvolvimento futuro sem reconhecimento e respeito ao passado e ao nosso presente. Envolto por vales da Mata Atlântica ainda preservada, Galópolis emana o charme de um pequeno vilarejo, lembrando as pequenas cidades do interior da Itália, apesar da cada vez mais aproximação da "urbanidade", com saturação de prédios, pavilhões empresariais e o avanço da zona urbana. Com arquitetura distinta e marcante, composta por casarios históricos, é um testemunho vivo da colonização europeia que merece a devida atenção e tratamento para não sucumbir como apenas mais uma lembrança na memória dos que ali viveram ou conheceram. Os riscos de desmantelamento da sua originalidade são muitos, o que pode levar ao esquecimento caso não façamos estudos e registros como o que nos propomos. Até mesmo as ações do tempo e as intempéries são riscos iminentes, como a calamidade climática que se abateu no RS em meados de 2024 e que causou muitos danos em Galópolis, bem como outras chuvaradas que já ocorreram e que acabam por soterrar e destruir espaços marcantes. Fundada em 1892, Galópolis começou a se formar quando tecelões italianos de Schio vieram ao Brasil após uma greve reprimida pelo Estado, estabelecendo-se nas 4ª e 5ª Léguas de terras devolutas. É hoje uma cidade dentro de outra cidade, como seu próprio nome diz, tendo o sufixo "polis" em seu nome, que significa "cidade-estado". Se revela como um lugar curioso e instigante, merecedor de ser descoberto e celebrado. A influência dos imigrantes italianos é indiscutível. Pesquisa da Universidade de Caxias do Sul em 1984 registrou 2.759 moradores em Galópolis, destacando a presença de trabalhadores de localidades vizinhas. Atualmente, tem cerca de 6.800 habitantes e permanece como um testemunho vivo da herança italiana na região. Segundo a Dra. Vânia Herédia, da UCS, a relevância do lugar é regional, sendo um verdadeiro patrimônio devido ao legado cultural e histórico desses imigrantes, e que merece ser resguardado também em um belo documentário. A arquiteta Clarissa Zanatta, responsável pelo projeto Arquitetando Histórias, destaca que o patrimônio de Galópolis é também construído pela memória afetiva de seus moradores; é um exemplar significativo do patrimônio industrial de Caxias do Sul, notadamente pela preservação de seu conjunto arquitetônico e pelo lanifício, que desempenhou papel central na vida comunitária, promovendo a integração entre os trabalhadores e suas famílias através de diversas atividades. Essa ligação emocional e o senso de pertencimento são fundamentais para a valorização e preservação cultural, também servindo como ponto fundante para nossa produção audiovisual. Galópolis é um verdadeiro patrimônio histórico-cultural, abrigando construções emblemáticas como uma renomada empresa de moagem de farinha de trigo, o antigo cinema, a Igreja Nossa Senhora do Rosário de Pompeia, entre outros marcos. Consideramos a história de Galópolis como de inestimável valor, merecendo a execução deste projeto, que vai investigar o início da colonização, destacando as famílias pioneiras, suas motivações para escolherem o Brasil, e especificamente o Sul do país, como seu novo lar. Queremos entender as razões por traz dessas escolhas e desvendar as curiosidades das construções dos casarios únicos que adornam o bairro, atraindo a adminiração de turistas e arquitetos. Acreditamos que toda comunidade tem sua história única e cabe a nós, pesquisadores, produtores culturais cineastas, roteiristas, escritores, a sensibilidade de descobrir e narrar de maneira que encante e transforme o público. E assim deve ser com Galópolis, que já foi um distrito e hoje é um bairro vibrante de Caxias do Sul e desempenhou papel fundamental na formação da identidade regional. Nossa pesquisa se aprofundará nas transformações trazidas pela colonização e acontecimentos do dia a dia. A comunidade cultural merece uma obra detalhada que mergulha nos aspectos históricos, econômicos e culturais do bairro. A aprovação deste projeto é fundamental para que busquemos recursos que possibilitarão a realização das pesquisas "in loco", coleta de dados e informações, mantendo contato direto com a comunidade e os guardiões do patrimônio histórico-cultural que será essencial para a construção de uma obra que respeite, celebre e represente a identidade única do bairro. Queremos montar uma equipe apta e capacitada para produzir o documentário que se traduzirá como uma homenagem a um bnairro que, com suas raízes italianas e espírito comunitário, enriquece a cultura de Caxias do Sul (a maior cidade da Serra Gaúcha, a 2ª mais populosa do Estado e a 47ª maior cidade do Brasil) e enobrece toda uma região que é conhecida pela sua colonização europeia, não só a italiana. Vamos registrar, preservar e compartilhar com o mundo as belezas do lugar, resgatando memórias e tradições, contribuindo para o fortalecimento da identidade cultural local, auxiliando na promoção do turismo e incentivando a valorização do patrimônio, criando um elo entre passado e presente que perdurará para as futuras gerações. Esta obra se enquadra nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; e, V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; do Art. 1º da Lei 8313/91. Também nos objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; e, V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; do Art. 3º da referida norma serão alcançados.

Especificação técnica

O documentário será um média-metragem com duração de cerca de 60 minutos, finalização em Full HD 1920x1080, para veiculação em TVs e Rádios comunitárias e públicas. Captação de imagens audiovisuais e fotográficas em alta qualidade. Mescla de imagens históricas, de arquivo, fotografias e entrevistas. Imagens de pessoas, lugares, culturas agrícolas, espaços culturais e meio ambiente. A metodologia para a criação do documentário será multifacetada e rigorosa, visando garantir a autenticidade e a riqueza das obras. Inicialmente, realizaremos pesquisas aprofundadas utilizando fontes diversas, como bibliotecas, arquivos municipais e sites especializados. Entrevistas com historiadores, arquitetos e residentes locais serão fundamentais para capturar a essência e as tradições do bairro. A coleta de materiais visuais e documentais complementará essa fase, proporcionando uma base sólida de informações.

Acessibilidade

Como trata-se de um produto audiovisual, seguiremos todas as orientações para efetivação da melhor acessibilidade à todos os públicos. Para atendermos corretamente a esta demanda, prevemos a contratação de consultoria para desenvolvimento de um plano de acessibilidade condizente com a proposta, prevendo ações tradução/interpretação para Libras e legendagem. * PALESTRAS SOBRE ACESSIBILIDADE - Para professores de até três educandários e para servidores/colaboradores de espaços culturais, a serem selecionados pela equipe de produção. Contribuir para a qualificação pessoal e profissional de todos os participantes.Difundir a Língua Brasileira de Sinais – Libras e a audiodescrição, fomentando o respeito aos cidadãos que necessitam dessaacessibilidade. Contribuir para uma sociedade bilíngue e ofertar uma comunicação mais humanizada. DURAÇÃO - Até 1h30min. CONTEÚDO - Políticas públicas para inclusão; Projetos culturais inclusivos; e, Desenvolver atitudes quepromovam a inclusão.

Democratização do acesso

Para democratizar o acesso ao produto finalizado, pretendemos realizar pelo menos três ações/sessões de exibição do documentário abertas ao público, em eventos e promoções realizadas conjuntamente com a comunidade local, poder público, e empresas estabelecidas principalmente em Galópolis e Caxias do Sul. Destacamos que o lançamento oficial deverá ser no bairro de Galópolis, priorizando a participação de todos os envolvidos no processo de produção, sendo convidados especiais os moradores mais antigos, entrevistados, ativistas da cultura, autoridades, patrocinadores e apoiadores. Ofereceremos meios facilitadores para a participação, presença e visualização por públicos específicos, como educandários públicos e universidades. Também tentaremos a participação em festivais e mostras de audiovisual/cinema, possibilitando a divulgação e abrindo espaço para novos espectadores. Ofereceremos o material para veiculação em canais de rádio e televisão, públicas e comunitárias, para que possam compor grade de programação. Ainda, depois de um período a ser definido no lançamento oficial do documentário, pretendemos liberar o acesso livre através da rede mundial de computadores - Internet. Cabe destacar que como fixaremos um local de produção, com set de filmagem e ambientação emblemática, certamente este lugar será absorvido pela comunidade como espaço de convivência, troca de conhecimentos, lazer e fruição cultural. Divulgação do projeto em diferentes veículos de comunicação e na rede mundial de computadores. Disponibilizar, na Internet, registros fotográficos e/ou audiovisuais da produção. Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meiosde comunicação gratuitos.

Ficha técnica

O proponente fará a coordenação geral, abarcando atividades de captação de recursos, de gerenciamento/administrativa, deexecução, de produção, de contratação dos trabalhadores e serviços necessários. CURRÍCULO DUCLERC SILVA - https://lattes.cnpq.br/5207976419921853 - Licenciado em Sociologia (UFSM). Especialização emCiências Humanas e Sociais Aplicadas e o Mundo do Trabalho (UFPI). Cursou disciplinas de Comunicação Social Jornalismo e deTeatro na UCS. Integrou o GT Mapeamento na 5ª Conferência Estadual de Cultura RS 2020. Cursos de extensão em Administração Pública da Cultura (UFRGS), Elaboração de Planos Municipais de Cultura (UFBA), Capacitação de Agentes Culturais: estratégias de Cultura e arte para o futuro (UFCE), Atendimento ao Turista (IFECT/RJ) e de Extensão Universitária Cidadania e Comunicação: Diversidade, inclusão e novos formatos no jornalismo pós-cultura digital (ECO/UFRJ). Em 1996/1997 participou do Curso de Formação de Diretor e Ator de Teatro, ministrado por Rubinho de Oliveira. Em 1997 ganhou o troféu de Melhor Ator no Festival de Teatro Novo Tempo, em Bagé/RS, sendo assistente de direção no espetáculo “A Bruxinha Que Era Boa” agraciado também com o troféu de Melhor Cenário. De 1996 a 2016 foi diretor do Gazeta Serrana, jornal impresso com circulação nos municípios de Bom Jesus, Cambará do Sul, Jaquirana e São José dos Ausentes. Participou da II, da III e da IV Conferência Estadual de Cultura e de Fóruns Estaduais de Cultura; Foi Delegado do RS na II Conferência Nacional de Cultura (Brasília/2010), quando produziu um Filme Documentário Experimental da II CNC. Em 2011 integrou a comissão de avaliação de projetos do Polo de Audiovisual do RS (a primeira formada para o FAC). No ano de 2013 fez apresentação cênica no Plenário Ulysses Guimarães, no Congresso Nacional. Delegado do RS na III CNC (2013). Desde 2005 desenvolve de forma voluntária em Bom Jesus a Oficina de Iniciação Teatral Grupo Karas Arteiros(as) do Bonja. Já montou e atuou em diferentes espetáculos, entre eles “A Guerra da Água” que circulou por diversos municípios e foi classificado para a programação paralela da Copa do Mundo do Brasil (2014). Criou e coordenou o I Encontro de Carnaval em Canela (2014). Em 2017 e 2018 esteve como Assessor de Comunicação da Prefeitura de Bom Jesus. Em 2019 e 2020 esteve como coordenador do Departamento de Cultura da SMEC de Bom Jesus. De 2013 a 2019 integrou a Comissão Central Organizadora da Festa da Gila e Festa do Queijo Artesanal Serrano, em Bom Jesus. De 2019 a 2021 integrou comissões de avaliação do FAC/RS e relacionadas à implementação da Lei Aldir Blanc no Estado. Integrou o Colegiado Setorial de Artes Cênicas - Teatro do RS (2019/2021). Integrante do Colegiado Setorial de Culturas Populares do RS (2021/2024). Protagonista no curta-metragem “Surtada” (Conceitoh Filmes, 2021). Em 2022 esteve como oficineiro/palestrante do projeto Oficina de Cinema no Sul (Conceitoh Filmes/Pronac). Em 2022, participou do Festival Internacional de Teatro Rosário Em Cena, em Rosário do Sul/RS. Em 2023 produziu o curta-metragem “Histórias de Tropeiro” pela Lei Paulo Gustavo Municipal de São José dos Ausentes/RS. Proponente contemplado na Lei Paulo Gustavo Municipal de Bom Jesus para produção de curtametragem com o Grupo Karas Arteiros(as) do Bonja. Integra equipe do projeto Roteiro de Promoção da Igualdade Racial com Acessibilidade e Inclusão da Diversidade, contemplado no Edital 10/2023 da LPG do RS. Produtor cultural e diretor geral do projeto Expedição Xingu 2015 - Diacuí Kalapalo/Diacuí Cunha Dutra. Autor do livro “Diacuí Flor dos Campos 70 Anos (Editora Vecchio/AGES, 2024) e coautor do livro “Reminiscências de Bom Jesus o passado presente” (Berthier, 2014). Cursos de: Elaboração de Indicadores eInformações Culturais Municipais; Aperfeiçoamento dos Planos Setoriais de Cultura; de Planejamento e Gestão na Cultura; FundosPatrimoniais Aspectos Societário e Tributários; Conhecendo o Sistema Estadual de Cultura; e, Elaboração de Processos de Prestação de Contas; promovidos pela SEDAC/RS. Avaliador de projetos de Cultura no 4º Prêmio Boas Práticas (FAMURS). Compõe equipe de execução do Projeto Estação Cultural em Canela/RS. Desde 2015 atua como palestrante para orientação e conscientização sobre o cumprimento do Artigo 26 A da LDBEN. Realizou e esteve nas equipes de produção de diversos eventos, como Conferências de Cultura, de Promoção da Igualdade Racial e Feiras do Livro. Em 2023 dirigiu e apresentou o videocast "O assunto é...". com 39 episódios pelo Facebook e pelas ondas da Rádio Comunitária Monte Carmelo FM de São José dos Ausentes. Integra a equipe de produção do "Monstruário", Projeto cultural de resgate do folclore brasileiro, de valorização das histórias e trajetórias dos povos originários, dos povos negros e de outros povos que construiram as bases da cultura brasileira. Ator protagoniosta no filme "A Lenda da Cigana de Vacaria", produzido por Joana Casagrande através da Lei Paulo Gustavo Municipal de Vacaria. Palestrante nos projetos Oficina de Cinema em Bom Jesus e São Marcos, pelas respectivas LPG. Proponente contemplado pelo PNAB 2024 para produção de obra literária sobre o município de São José dos Ausentes. Delegado pelo setorial de Teatro do RS na 4ª Conferência Nacional de Cultura em 2024. Conselheiro de Cultura do Estado do RS eleito pelos segmentos de Culturas Populares.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.