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O FIRQ+ 2026 é um festival internacional de cinema LGBTQIAP+ que acontece em São José dos Campos e promoverá a visibilidade e formação na cena audiovisual. O evento reunirá 32 filmes (curtas e médias-metragens) nacionais e internacionais de até 45 min, e contará com exibições presenciais e online, oficinas, rodas de conversa, performances artísticas e a publicação e distribuição de um e-book educativo com tiragens extras focadas na acessíbilidade (incluindo versões em braile e audiobook). O festival valoriza a diversidade, reservando vagas para cineastas pretos, indígenas, trans, PCDs, mulheres e ampla concorrência, e incentiva a produção audiovisual com uma premiação de R$30.400 distribuída em 16 categorias.
O FIRQ+ 2026 (Festival Internacional de Cinema Ruídos Queer+) oferece uma programação rica e diversificada, composta por exibições de filmes, debates, mesas redondas, oficinas, apresentações de performances artísticas e a publicação de um e-book educativo. O festival tem como proposta promover um espaço de reflexão e expressão para a comunidade LGBTQIAP+, abordando questões sociais, afetivas, educacionais, e de inovação e experimentação artística. Exibição de Filmes: O festival exibirá uma seleção de filmes queer, com foco em questões de identidade, gênero, resistência, e outros temas contemporâneos que tocam a realidade da comunidade LGBTQIAP+. As exibições serão acessíveis, com legendas em português para todas as produções e sessões adaptadas para pessoas com deficiência auditiva.Debates e Mesas Redondas: O evento contará com debates e mesas redondas com cineastas, artistas e pensadores, promovendo discussões sobre os filmes exibidos e os desafios da produção cinematográfica queer. Essas atividades proporcionarão um espaço de aprendizado e troca de experiências.Oficinas Abertas ao Público Geral: O festival promoverá oficinas abertas, abordando temas como criação artística, produção audiovisual e performance queer. As oficinas serão uma oportunidade de capacitação para o público e um espaço para o desenvolvimento criativo e colaborativo.Apresentações de Performance Artística: Durante a abertura e encerramento do evento, haverá apresentações artísticas, incluindo performances musicais e de arte queer, como intervenções de drag queens, buscando envolver o público em uma experiência sensorial única e provocadora, que resgata a importância da arte como expressão de resistência e identidade.E-book Educativo: O festival gerará um e-book educativo, com conteúdos sobre o universo do cinema queer, reflexões críticas, artigos, e estudos de caso sobre as obras exibidas. Este material estará disponível em versão braille e audiobook, ampliando o acesso à informação para pessoas cegas e com deficiência visual. Classificação indicativa: O festival terá classificação 18+, devido ao conteúdo das produções e ao enfoque em temas adultos e sensíveis. Acessibilidade: O FIRQ+ 2026 garantirá acessibilidade total para pessoas com deficiência, com intérprete de Libras durante todas as atividades e uma estrutura adaptada para garantir a participação de todos os públicos. O evento será realizado em espaços acessíveis, como o Teatro Municipal de São José dos Campos, e todos os filmes serão legendados em português. Com essa programação, o FIRQ+ 2026 reforça seu compromisso com a democratização da cultura, a visibilidade LGBTQIAP+ e a inclusão social, promovendo um evento que celebra a arte como um espaço de liberdade, resistência e transformação.
Objetivo Geral O FIRQ+ 2026 tem como objetivo principal fomentar e consolidar a produção audiovisual queer, promovendo a visibilidade, a formação e o debate crítico acerca de temáticas de identidade, gênero, sexualidade, racismo, colonialismo e novas estéticas. O festival busca democratizar o acesso à cultura e estimular a inovação e a excelência técnica e criativa no setor, fortalecendo redes de colaboração entre cineastas, artistas e o público, sobretudo de grupos historicamente marginalizados. Dessa forma, o projeto contribui para a descentralização cultural em São José dos Campos, ampliando oportunidades e garantindo a inclusão de diferentes vozes e narrativas no cenário audiovisual nacional e internacional. Objetivos Específicos Exibição e Programação Audiovisual: - Selecionar e exibir 32 filmes (curtas e médias-metragens) nacionais e internacionais, distribuídos em sessões presenciais e online, organizadas em 3 noites temáticas, conforme cronograma previamente definido.- Garantir a diversidade de linguagens e formatos, com categorias específicas que abrangem videoclipes, experimental, ficção (curta e média-metragem) e documentário (curta e média-metragem). Capacitação e Formação Profissional: - Realizar oficinas, debates e rodas de conversa ministradas por profissionais e especialistas do audiovisual e da cultura queer, visando a qualificação técnica e artística de cineastas e profissionais emergentes.- Promover debates e mesas-redondas que incentivem a troca de experiências e a reflexão crítica sobre os desafios e avanços na produção audiovisual LGBTQIAP+. Premiação e Incentivo à Produção: - Distribuir uma premiação total de R$ 30.400,00, organizada em 16 categorias (ex.: Melhor Filme do Festival, Melhor Filme Experimental, Melhor Videoclipe, Melhor Filme Documentário, entre outras), valorizando tanto a criatividade quanto a excelência técnica dos trabalhos apresentados.- Oferecer uma ajuda de custo de R$ 500,00 para cada filme selecionado, contribuindo para o licenciamento e viabilização da exibição, tanto nas atividades presenciais quanto online. Acessibilidade e Inclusão: - Assegurar acessibilidade plena durante todo o evento, através da presença de intérprete de Libras em atividades orais (abertura, debates, oficinas, rodas de conversa) e a disponibilização de legendas em português para todos os filmes.- Desenvolver e publicar um e-book educativo com versões acessíveis, incluindo uma edição em braile e um audiobook, para ampliar o acesso ao conteúdo e estimular a reflexão crítica.- Adequar os espaços de realização do festival (como teatros e cinemas) para garantir a acessibilidade física e garantir a participação de pessoas com mobilidade reduzida. Promoção da Diversidade e Representatividade: - Implementar uma política de reservas que assegure a participação de grupos historicamente marginalizados, com distribuição de vagas específicas: 7 para pessoas pretas e pardas, 3 para pessoas indígenas, 7 para pessoas trans e não binárias, 2 para pessoas com deficiência (PCDs), 5 para mulheres (cis e trans) e 8 vagas em ampla concorrência para outros membros da comunidade LGBTQIAP+.- Estimular a diversidade de narrativas e estilos, garantindo que o festival seja um espaço representativo e inclusivo para diferentes segmentos da sociedade. Comunicação, Parcerias e Descentralização Cultural: - Desenvolver uma estratégia de comunicação integrada (redes sociais, assessoria de imprensa, site e mídias digitais) para promover o festival e ampliar seu alcance, tanto no âmbito local quanto nacional e internacional.- Estabelecer parcerias estratégicas com instituições culturais, universidades, coletivos LGBTQIAP+ e veículos de comunicação, ampliando a rede de apoio ao audiovisual independente e fomentando a descentralização cultural em São José dos Campos.- Implementar ações de mídia e divulgação que garantam o engajamento do público, com métricas definidas (número de inscritos, audiência online, alcance nas redes sociais) para a mensuração dos resultados. Gestão e Prestação de Contas: - Realizar a captação e gestão de recursos de forma transparente, por meio de parcerias, editais de fomento (incluindo a Lei Rouanet) e patrocínios privados, assegurando a sustentabilidade financeira do projeto.- Monitorar e avaliar o impacto do festival através de indicadores quantitativos (quantidade de participantes, número de exibições, alcance digital) e qualitativos (feedback de participantes, avaliações dos parceiros), possibilitando a prestação de contas detalhada e fundamentada.
A utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura, previsto na Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), é estratégica e indispensável para a realização do FIRQ+ 2026, projeto que visa transformar o cenário audiovisual ao promover narrativas e criadores LGBTQIAP+, historicamente marginalizados. A justificativa estrutura-se em quatro pilares interligados: adequação legal, reparação histórica, impacto sociocultural e viabilidade econômica, todos alinhados aos objetivos da Lei Rouanet. 1. Adequação Legal: Enquadramento nos Arts. 1º e 3º da Lei 8.313/1991O FIRQ+ 2026 atende aos seguintes dispositivos da Lei Rouanet: Artigo 1º Inciso I: "Facilitar o acesso às fontes da cultura" _ O festival democratiza o acesso ao propor exibições presenciais (em São José dos Campos) e online (abrangendo todo o Brasil), garantindo alcance nacional.Inciso IV: "Apoiar manifestações culturais dos grupos formadores da sociedade" _ O projeto valoriza produções LGBTQIAP+, reconhecendo sua relevância como parte da diversidade cultural brasileira.Inciso VIII: "Estimular a produção de bens culturais de valor informativo" _ As obras selecionadas rompem estereótipos, promovendo reflexões críticas sobre identidade, gênero e exclusão. Artigo 3º Inciso I: "Incentivo à formação artística" _ Oficinas e masterclasses capacitam 40 profissionais LGBTQIAP+, ampliando sua inserção no mercado audiovisual.Inciso II: "Fomento à produção cultural" _ A exibição de 32 filmes (curtas e médias-metragens) fortalece a cadeia produtiva independente, com ênfase em diretores e roteiristas da comunidade. 2. Reparação Histórica: Resgate de Narrativas MarginalizadasA invisibilidade LGBTQIAP+ no audiovisual é um legado de décadas de censura (e.g., Código Hays, Ditadura Militar) e estereótipos persistentes. Dados ilustram essa exclusão: Representatividade insuficiente: Apenas 11,9% dos personagens em séries globais são LGBTQIAP+ (GLAAD, 2022), e no Brasil, mesmo em produções independentes, há sub-representação de temas interseccionais (negros, trans, periféricos).Barreiras na produção: Profissionais LGBTQIAP+ enfrentam dificuldades para acessar editais tradicionais, com apenas 2,1% de protagonismo em grandes produções comerciais (Ancine, 2023).A Lei Rouanet atua como instrumento reparador ao financiar iniciativas como o FIRQ+ 2026, que: Cria um arquivo vivo de memória cultural, resgatando histórias apagadas.Oferece visibilidade a cineastas emergentes, como diretores trans e não binários, cujas obras são frequentemente excluídas de festivais mainstream. 3. Impacto Sociocultural: Democratização e Transformação SocialO projeto não se limita à exibição de filmes: Debates temáticos: Discussões sobre racismo, colonialismo e transfobia ampliam o diálogo social, alinhando-se ao Art. 3º, inciso II (difusão cultural).Premiações e reconhecimento: Premiação e reconhecimento de agentes culturais na área do cinema independente, de acordo com o artigo 3º, Inciso II.Educação cultural: 100% das atividades são gratuitas, incluindo sessões escolares, cumprindo o Art. 1º, inciso I (acesso universal).Estudos do IPEA (2021) comprovam que projetos como este elevam a autoestima de jovens LGBTQIAP+, reduzindo índices de evasão escolar e vulnerabilidade social. 4. Viabilidade Econômica: Multiplicador Cultural e DescentralizaçãoO financiamento via incentivo fiscal é custo-eficiente e gera impactos em cadeia: Dinamização local: O festival movimentará a economia de São José dos Campos (SP) com contratação de serviços locais (transporte, hospedagem, alimentação), em sintonia com o Art. 1º, inciso IV (regionalização). Geração de redes: Emprego temporário de mais de 20 profissionais da região, com potencial para replicação do modelo em outros municípios, ampliando o impacto e a sustentabilidade do projeto. Retorno fiscal: Para cada R$ 1 investido, projetos culturais geram R$ 3 em receita indireta, conforme dados do Ministério da Cultura (2020). Conclusão EstratégicaA Lei Rouanet não é apenas um mecanismo de financiamento, mas uma ferramenta de equidade. Ao viabilizar o FIRQ+ 2026, cumpre-se o mandamento constitucional de valorizar a "diversidade étnico-cultural" (Art. 215, CF/88) e responde-se a uma demanda urgente por representatividade. O projeto, ao alinhar-se rigorosamente aos Arts. 1º e 3º da Lei 8.313/1991, posiciona-se como modelo de política cultural inclusiva, garantindo que o audiovisual brasileiro reflita, de fato, a pluralidade de seu povo. Por que a Lei de Incentivo à Cultura?Porque é o caminho mais eficaz para transformar exclusão em protagonismo e recursos fiscais em legado cultural.
Distribuição dos Filmes por Categoria Videoclipes: 7 filmes | Tempo médio: 6 min até 7 min | Tempo total: 42 minExperimental: 7 filmes | Tempo médio: 6 min até 10 min | Tempo total: 42 minFicção (Média-Metragem): 5 filmes | Tempo médio: 40 min até 50 min | Tempo total: 200 minFicção (Curta-Metragem): 5 filmes | Tempo máximo 20 min | Tempo total: 100 minDocumentário (Média-Metragem): 4 filmes | Tempo médio: 40 min até 50 min | Tempo total: 160 minDocumentário (Curta-Metragem): 4 filmes | Tempo médio: 20 min | Tempo total: 80 min Total Geral: 32 filmes | Tempo médio de exibição: 624 min (~10h30min) Critérios para a Distribuição das VagasO FIRQ+ 2026 reafirma seu compromisso com a equidade e a representatividade no audiovisual ao estabelecer uma distribuição de vagas que prioriza grupos historicamente marginalizados no cinema. Essa estrutura busca corrigir desigualdades estruturais e fomentar narrativas diversas, garantindo que diferentes perspectivas da comunidade LGBTQIAP+ e de grupos racializados tenham espaço dentro do festival. A divisão das 32 vagas para filmes selecionados segue a seguinte distribuição: Pessoas pretas e pardas – 7 vagas (21,9%)A sub-representação de pessoas negras no mercado audiovisual brasileiro reflete um histórico de apagamento e exclusão estrutural. Ao garantir essa reserva, o festival promove o fortalecimento do cinema feito por pessoas racializadas, incentivando novas narrativas e ampliando a diversidade de vozes na tela.Pessoas indígenas – 3 vagas (9,4%)As produções indígenas seguem sendo sistematicamente invisibilizadas, enfrentando barreiras tanto na realização quanto na distribuição. Essa reserva visa dar visibilidade a narrativas originárias, contribuindo para um cinema decolonial que respeita e valoriza as cosmologias e histórias dos povos indígenas.Pessoas trans e não binárias – 7 vagas (21,9%)Cineastas trans e não bináries enfrentam múltiplos desafios no acesso a recursos, espaços de exibição e reconhecimento na indústria. A reserva busca garantir que essas produções tenham um lugar de destaque no festival, fortalecendo a representatividade de artistas trans e ampliando a diversidade de linguagens e estéticas no evento.Pessoas com deficiência (PCDs) – 2 vagas (6,3%)O cinema ainda apresenta grandes barreiras para a participação de profissionais com deficiência, tanto na produção quanto na fruição. Essa reserva não apenas incentiva a presença de cineastas PCDs no festival, mas também reforça o compromisso do FIRQ+ com a acessibilidade e a inclusão no audiovisual.Mulheres (cis e trans) – 5 vagas (15,6%)Embora as mulheres estejam presentes no setor cinematográfico, sua atuação em posições de direção e autoria ainda é desproporcional em relação aos homens cis. A reserva visa fortalecer o cinema feito por mulheres, promovendo equidade e ampliando sua presença no festival.Ampla concorrência - LGBTQIAP+ – 8 vagas (25%)As vagas de ampla concorrência permitem a participação de qualquer realizador da comunidade LGBTQIAP+ que não se encaixe nos critérios anteriores ou que opte por concorrer sem reserva específica. Isso mantém a diversidade de estilos, abordagens e contextos dentro da seleção, garantindo que o festival também possa contemplar produções de diferentes trajetórias artísticas. Pilares Curatoriais: Os pilares curatoriais do FIRQ+ 2026 seguem os mesmos princípios das edições anteriores, com foco em: Experimentação e Inovação: Valorizamos obras que desafiem convenções, explorando novas formas de expressão e narrativa no cinema queer.Originalidade e Criatividade: Buscamos projetos que tragam perspectivas inéditas e contribuições inovadoras ao cenário artístico LGBTQIAP+.Excelência Técnica: Embora priorizando a ousadia, exigimos um alto padrão técnico em direção, cinematografia e edição, para garantir uma comunicação clara e impactante.Impacto Social: O festival busca filmes que provoquem reflexão sobre questões sociais, direitos humanos e resistência, promovendo o diálogo sobre temas relevantes para a comunidade LGBTQIAP+.Inclusão e Representatividade: A curadoria valoriza a representatividade, dando visibilidade a diferentes realidades dentro da comunidade, promovendo um ambiente inclusivo e plural. Categorias de Premiação: Premiação de 30.400,00 R$Melhor Filme do Festival (R$ 5.000)O prêmio máximo do festival, concedido ao filme que se destacou em todas as áreas, considerando sua contribuição artística, temática e técnica, e sua capacidade de engajar e emocionar o público.Melhor Filme Experimental (R$ 1.900)Destinado a premiar a inovação e a quebra de convenções no formato experimental, onde a linguagem cinematográfica se mistura com outras formas artísticas, criando uma experiência única e desafiadora.Melhor Videoclipe (R$ 1.900)Reconhece a excelência na produção audiovisual de videoclipes, destacando a criação visual, o conceito, a sincronia com a música e a inovação estética no formato.Melhor Filme Documentário (R$ 2.500)Premia o melhor documentário, com foco na pesquisa profunda, na narrativa envolvente e na relevância do tema abordado, proporcionando uma reflexão crítica sobre o mundo.Melhor Filme de Ficção (R$ 2.500)Premia o melhor filme de ficção, considerando a criatividade da história, a qualidade da narrativa e a execução técnica, valorizando a construção de personagens e a originalidade da trama.Melhor Média-Metragem (R$ 2.500)Destinado ao melhor filme de média-metragem, premiando a qualidade narrativa e técnica, considerando o formato mais extenso e a construção profunda do conteúdo, seja documentário ou ficção.Melhor Curta-Metragem (R$ 1.900)Premia o melhor filme de curta-metragem, destacando a criatividade e impacto dentro de um tempo reduzido, onde a narrativa, a execução e a mensagem precisam ser claras e potentes.Melhor Direção (1.900)Reconhece o(a) diretor(a) que demonstrou um domínio excepcional na direção do filme, com destaque para a visão criativa, a gestão da equipe e a execução técnica que resultaram numa obra coesa e impactante.Melhor Paisagem Sonora (1.500)Premia a melhor criação sonora, desde a trilha sonora até os efeitos sonoros, reconhecendo como a paisagem sonora contribui para a imersão do público e fortalece a atmosfera do filme.Melhor Fotografia (1.500)Premia o(a) diretor(a) de fotografia que criou imagens impactantes e visualmente memoráveis, com uso criativo de luz, cor e composição, que enriqueceram a narrativa e a estética do filme.Melhor atuação (1.500)Premia a melhor atuação, destacando a força, a sensibilidade e a entrega do artista no papel, com ênfase na profundidade emocional e na construção do personagem.Melhor Edição e Montagem (1.500)Reconhece o melhor trabalho de edição e montagem, considerando como a edição contribui para o ritmo, a fluidez da narrativa e a estética do filme, além de como estrutura e transições impactam a experiência do público.Melhor Roteiro (1.500)Premia o melhor roteiro, considerando a originalidade, a profundidade da história, a construção de diálogos e personagens, e como a trama se desenvolve de forma envolvente e coesa. Destina-se a reconhecer a capacidade de criar uma narrativa cativante e bem estruturada.Melhor Filme Internacional (1.900)Premia a melhor produção internacional, reconhecendo a excelência do cinema de outros países e culturas, valorizando a diversidade de perspectivas e formas narrativas.Melhor Filme Nacional (1.900)Premia a melhor produção nacional, destacando a qualidade e o impacto das obras cinematográficas produzidas no Brasil, com foco na originalidade, inovação e relevância cultural.
1. Exibição de Filmes Duração: 3 Sessões de filmes com duração de 4 horas, em dias diferentes. Além de mais 3 Sessões de exibição online em dias diferentes.Material: Filmes em formato digital (MP4, MOV), resolução mínima 1080p Full HD, legendados em português.Projeto Pedagógico: O festival promove o cinema queer como uma ferramenta de reflexão sobre identidade, resistência e questões contemporâneas. A seleção prioriza a diversidade, representando diversas perspectivas dentro da comunidade LGBTQIAP+, e busca fomentar discussões sobre essas questões por meio das exibições. 2. Debates e Mesas Redondas Duração: 30 a 60 minutos por sessão.Material: Painéis com especialistas, cineastas, e realizadores, incluindo projeções em telas, slides e microfones.Projeto Pedagógico: A proposta das mesas redondas é criar um ambiente colaborativo de aprendizado, onde se discutem os desafios da produção cinematográfica queer. Este espaço educacional busca inspirar a troca de ideias, reflexões e experiências entre participantes e público, promovendo uma compreensão crítica das questões sociais e culturais abordadas no festival. 3. Oficinas Abertas ao Público Geral - Oficina de Produção Audiovisual e Oficina de Produção Cultural e Captação de Recursos Duração: 2 horas por oficinaMaterial: Apostilas impressas e digitais, recursos audiovisuais (vídeos e slides), kits para atividades práticas.Projeto Pedagógico: As oficinas serão espaços formativos que proporcionam capacitação nas áreas de criação artística e produção audiovisual, com foco na arte queer. Elas buscam fortalecer habilidades práticas e expandir a compreensão sobre as novas linguagens artísticas emergentes, ao mesmo tempo que incentivam a criação colaborativa. 4. Apresentações de Performance Artística Duração: 15 a 20 minutos por performance. Material: Figurinos, cenários simples, iluminação, trilha sonora e outros elementos performáticos.Projeto Pedagógico: As performances têm a intenção de provocar o público a refletir sobre as questões sociais e afetivas dentro da comunidade LGBTQIAP+. A arte performática será usada como um veículo de resistência e expressão de identidade, estimulando a participação ativa e sensorial do público, promovendo uma experiência educativa. 5. E-book Educativo Duração: Disponível de forma contínua após o eventoMaterial: Versão digital (PDF), versões em Braille e audiolivro.Projeto Pedagógico: O e-book busca ser uma ferramenta educativa para aprofundamento no cinema queer, com artigos, reflexões críticas e estudos de caso. Ele servirá como recurso didático para educadores, estudantes e público geral, promovendo o aprendizado contínuo sobre as questões abordadas no festival e no contexto do cinema queer. 6. Acessibilidade Duração: Garantida durante todo o evento, incluindo filmes, debates, mesas redondas e apresentações.Material: Filmes legendados em português, intérpretes de Libras durante os debates e mesas redondas, estrutura adaptada para pessoas com deficiência física e cognitiva.Projeto Pedagógico: A acessibilidade é uma prioridade pedagógica do festival, assegurando que todas as atividades sejam inclusivas. A presença de intérpretes de Libras e o acesso em formatos como Braille e audiolivro garantem que pessoas com diferentes necessidades possam participar ativamente e se beneficiar do evento.
Acessibilidade Física:O FIRQ+ 2026 garantirá a total acessibilidade do espaço físico destinado à realização do festival. Todos os locais escolhidos para as atividades – como teatros, cinemas e espaços de eventos – contam com adaptações que asseguram a mobilidade de pessoas com deficiência. Essas adaptações incluem rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização tátil nos corredores e áreas comuns, facilitando a locomoção e o deslocamento seguro e confortável dos participantes. Acessibilidade de Conteúdo:Para promover a compreensão integral do projeto e assegurar que as informações sejam acessíveis a todos os públicos, o festival implementará diversas medidas de acessibilidade de conteúdo. Durante as atividades presenciais – como a abertura, debates, oficinas e apresentações artísticas – haverá intérpretes de Libras, permitindo a comunicação efetiva com o público surdo. Ademais, todos os filmes exibidos terão legendas em português do Brasil, garantindo que pessoas com deficiência auditiva ou que necessitem de suporte adicional para compreender o conteúdo possam acompanhar integralmente a programação. Todo o material informativo, incluindo a programação e os materiais impressos e digitais, será disponibilizado em formato acessível, e o e-book educativo será produzido também em versões Braille e em audiobook, ampliando o acesso às informações e facilitando a compreensão do projeto por pessoas com diferentes necessidades.
O FIRQ+ 2026 reafirma seu compromisso com a democratização da cultura, garantindo acesso amplo e irrestrito ao festival. Todas as sessões de exibição de filmes serão gratuitas, permitindo que pessoas de diferentes perfis socioeconômicos possam participar sem barreiras financeiras. Os ingressos serão distribuídos de forma antecipada e presencialmente, além de haver uma reserva de vagas para atendimento por ordem de chegada, assegurando a participação do maior número possível de espectadores. Além das exibições cinematográficas, a programação do festival incluirá oficinas formativas gratuitas, abertas ao público em geral, abordando temas como produção audiovisual, curadoria queer e políticas culturais LGBTQIAP+. Essas atividades complementares permitirão a qualificação de profissionais da área, bem como a introdução de novos talentos ao setor cinematográfico. O festival também oferecerá um e-book educativo, desenvolvido como contrapartida sociocultural, reunindo reflexões críticas sobre a produção audiovisual LGBTQIAP+, estudos de caso sobre os filmes exibidos e materiais pedagógicos para estudantes e educadores. Esse material será distribuído digitalmente e enviado para bibliotecas públicas e instituições de ensino, ampliando o alcance do projeto e incentivando a difusão do conhecimento sobre cinema queer. Para alcançar um público ainda maior, partes da programação do festival, como debates e mesas-redondas com cineastas e pesquisadores, serão transmitidas ao vivo pelas redes sociais, permitindo a participação de espectadores de diferentes localidades. Além disso, entrevistas, análises e conteúdos extras serão disponibilizados em plataformas digitais, criando um arquivo acessível de conhecimento e discussão sobre cinema e diversidade. Com essas estratégias, o FIRQ+ 2026 busca não apenas ampliar o acesso ao cinema LGBTQIAP+, mas também fortalecer a representatividade e estimular a produção e o consumo de conteúdos culturais diversos e inclusivos.
A Coletiva Transperformática Ruidosa Alma, como instituição proponente, assumirá a condução integral do FIRQ+ 2026, garantindo sua execução alinhada aos princípios da Performance Ruidosa e das práticas interdisciplinares que orientam suas ações artísticas e pedagógicas. Suas principais responsabilidades incluirão: Coordenação Geral e Gestão Estratégica: Supervisão de todas as etapas do festival, garantindo coesão conceitual e alinhamento com os objetivos curatoriais e educacionais.Curadoria e Seleção Artística: Organização do processo de escolha dos filmes e atividades paralelas, assegurando diversidade e representatividade na programação.Gestão Financeira e Administrativa: Controle orçamentário, pagamentos, prestação de contas e desenvolvimento de estratégias para sustentabilidade do festival.Estratégias de Comunicação e Divulgação: Planejamento e execução de ações de mídia, assessoria de imprensa e relacionamento com o público e instituições culturais.Mediação e Acompanhamento dos Participantes: Promoção de espaços de troca e diálogo entre realizadores, artistas e espectadores, fomentando redes colaborativas para além do festival. Equipe Principal e CurrículosRuya Carlo – Diretora Geral e Coordenadora de ProduçãoArtista, produtora cultural e cofundadora da Ruidosa Alma, Ruya Carlo tem uma trajetória consolidada em curadoria e gestão de projetos artísticos e audiovisuais. Idealizadora do FIRQ+ - Festival Internacional de Cinema Ruídos Queer+, coordenou sua 1ª edição em São José dos Campos e a 2ª edição em Pelotas. Produziu e dirigiu a Residência Artística IRANRAN INA, além de atuar na concepção da Mostra Ruídos Emergentes. Tem experiência na captação de recursos e gestão financeira, sendo contemplada por editais como a Lei Aldir Blanc e a Lei Paulo Gustavo. Em 2020, recebeu o Prêmio de Reconhecimento da Cultura Pelotense, pelo impacto de suas produções no cinema experimental. Como dirigente e idealizadora do projeto, Ruya Carlo desempenhará um papel fundamental na estruturação e implementação da residência, sendo responsável por: Direção Geral: Coordenação global do projeto, garantindo que cada etapa seja realizada de forma eficiente e alinhada aos objetivos artísticos e pedagógicos. Supervisão da Equipe Técnica e Artística: Acompanhamento das ações dos membros da equipe técnica e artística, com suporte na execução das atividades audiovisuais, de curadoria e nas ações de mediação cultural e performática durante o festival. Desenvolvimento e Execução Logística: Gerenciamento dos recursos humanos e materiais, elaboração de cronogramas, orçamentos e controle de qualidade das ações realizadas. Articulação Institucional: Diálogo com parceiros, coletivos e instituições culturais para potencializar a difusão e continuidade do projeto. Direção de Produção: Planejamento e execução da produção prática do festival, desde a definição de cronogramas até a gestão das atividades logísticas. Será responsável pela coordenação das atividades diárias, controle dos recursos materiais e humanos, acompanhamento da infraestrutura necessária para as exibições e eventos, além de garantir a resolução de qualquer imprevisto que possa surgir durante a realização do festival e suas atividades complementares. ---- Sá Pretto – Diretora Artística, Direção de Curadoria e Produtora executivaArtista multidisciplinar, pesquisadora e cofundadora da Ruidosa Alma, Sá Pretto desenvolveu o conceito de Performance Ruidosa, que orienta as práticas do coletivo. Com experiência em teatro, audiovisual e performance, participou de montagens como Genon&Cídios, Dois Pontos e Altar da Pátria. Atua como curadora e produtora no FIRQ+, além de desenvolver projetos experimentais de cinema e artes cênicas. Sua pesquisa investiga a relação entre corpo, ruído e a subversão de narrativas convencionais. Kowawa Apurinã – CuradoraArtista indígena, pesquisadora e ativista, Kowawa Apurinã traz sua experiência em debates sobre ancestralidade, decolonialidade e resistência no campo das artes. Atuou como palestrante e consultora no FIRQ+, colaborando para um olhar mais amplo sobre a interseção entre cultura indígena e audiovisual. Participou da Residência IRANRAN INA, promovendo discussões sobre a representatividade indígena no cinema e nas artes performáticas. Ed Pretto – Coordenador de Comunicação, assistente de produção e Social MediaCurador, artista e produtor cultural, Ed Pretto trabalha na articulação e visibilidade de redes artísticas independentes. Atuou na produção e comunicação do FIRQ+, além de integrar a curadoria da Mostra Ruídos Emergentes. Sua pesquisa transita entre artes visuais, performance e estratégias digitais para difusão de produções culturais. Carolina Leão – Assistente de produção e Apoio TécnicoAtriz, educadora e pesquisadora, Carolina Leão tem experiência em processos formativos voltados para teatro, performance e audiovisual. Atuou na Residência IRANRAN INA, desenvolvendo estratégias pedagógicas para artistas emergentes. No FIRQ+, sua atuação será focada na organização das atividades educativas e no suporte logístico das mesas, oficinas e debates. Adler Flores – Curador Suzellen Mota – Produção Audiovisual É produtora audiovisual, cinegrafista e editora. Formada em Edição de Vídeo, Fotografia Digital e Computação Gráfica, atualmente cursa Produção Audiovisual (UFBRA) e Engenharia em Design Digital (UniFCV). Com experiência desde 2020, participou de coberturas de eventos como a Virada SP 2022 e a Festa do Mineiro. Trabalhou em vídeos institucionais da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e animou logos para eventos. Foi produtora, cinegrafista e editora dos VideoCasts "Vozes da Cultura" e "Café com Trans", além de atuar na 1ª edição do FIRQ+ e na peça online "Não Urine no Chão". Max Maurer – Edição de Vídeo Maximiliano Augusto Maurer da Silva é filmaker independente formado em Comunicação Social – Rádio e Televisão pela Universidade do Vale do Paraíba. Atua na área desde 2016, com passagens pela TV Univap, TV Câmara SJC e TV Band Vale, onde desempenhou funções de produção, apresentação, locução, roteirização, direção de imagens e edição. Desde 2018, presta serviços à Fundação Cultural Cassiano Ricardo, com destaque para a cobertura da Virada SP e vídeos institucionais como “A Cultura Não Para”. Foi produtor audiovisual na 1ª edição do FIRQ+ e diretor de imagem dos VideoCasts "Vozes da Cultura" e "Café com Trans". Também atuou em diversos projetos institucionais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.