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PRONAC 250591Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

HISTÓRIA - companhia brasileira de teatro

AUTONAUTA PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 2,64 mi
Aprovado
R$ 2,62 mi
Captado
R$ 1,56 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33000167000101PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS1900-01-01R$ 1,56 mi

Eficiência de captação

59.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Seleção Petrobrás Cultural - Novos Eixos 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2025-05-05
Término

Resumo

História é um projeto de manutenção da companhia brasileira de teatro, que comemora 25 anos de atividades em 2025, contemplado no Edital Seleça~o Pu´blica - Petrobras Cultural _ Novos Eixos - Ícones da Cultura Brasileira, que se estrutura em três eixos principais de atividades distribuídas ao longo do período de um ano com possibilidades de extensão e desdobramentos dessas ações para um período além desse circunscrito no projeto. Entre os produtos, estão previstas apresentações teatrais de espetáculos do repertório, criação, estreia e temporada de novo espetáculo, ações formativas como oficina, workshops, plataforma voo livre e seminários.

Sinopse

Espetáculos de repertório: a) AO VIVO [ dentro da cabeça de alguém] - estreou em 2024 no Teatro Popular do SESI SP. Com texto e direção de Marcio Abreu, o espetáculo leva ao palco a memória de uma atriz. Junto a Renata Sorrah, compõem o elenco Rodrigo Bolzan, Rafael Bacelar, Bárbara Arakaki e Bianca Manicongo. É uma criação com dramaturgia original e direção de Marcio Abreu, inspirada em A Gaivota, texto seminal do autor russo Anton Tchekhov, e dá sequência a uma das linhas de pesquisa da companhia brasileira de teatro, que reflete os tempos atuais a partir de diálogos inventivos com os clássicos. A peça se passa dentro da cabeça de uma artista. Da Renata, da Nina, da Bianca, da Bárbara, do Bolzan, do Rafael, de todas que criaram esse trabalho. Como se pudéssemos perceber outras consciências, outras subjetividades, coisas que são, e de repente já não são mais. Coisas que se revelam, e desaparecem, algo que vejo e de repente, já não está mais ou já não é. Quais questões levantadas pelo texto de Tchekhov atravessam o tempo e chegam até nós, hoje? E de que modo? E que formas são possíveis, hoje? Há formas novas, futuros possíveis? Quais direitos estão garantidos para uma mulher numa sociedade ainda machista, etarista e conservadora? Como jovens artistas buscam sua própria voz hoje? Qual o valor da arte, para quem se produz, com quem? Que espaços ocupar e construir? Como renovar, como artistas, os sentidos da vida, da liberdade e do amor, com e para o público, numa experiência viva, no agora? Tudo isso habita a memória e o imaginário de uma atriz, que nos anos 70 participou de uma célebre montagem de A Gaivota, no Rio de Janeiro, e está a caminho do ensaio e lembra que, naquele momento, num dia em dirigia um carro indo para o ensaio, teve uma sensação inédita, como se o topo da sua cabeça se abrisse e ela tivesse uma súbita consciência do todo: tudo ficou nítido, ela mesma, as outras pessoas, seu lugar no mundo, as coisas, sua conexão com o universo, o tempo passado e o tempo futuro. Nesse outro estado de consciência ela revê personagens de sua vida e de sua arte, atravessando o tempo e ressignificando suas existências, ao vivo, hoje. b) Descartes com lentes - Performance solo de Nadja Naira, direção de Marcio Abreu. Um fluxo de linguagem, que reinventa a língua. Uma construção literária que imagina a vinda do filósofo René Descartes para o Brasil na caravana de Mauricio de Nassau. O confronto entre as prerrogativas do pensamento cartesiano e outras formas do saber, baseadas nos fluxos exuberantes da terra brasilis. Um solo com a atriz Nadja Naira, que percorre os acidentes narrativos desse texto de juventude do poeta-farol Paulo Leminski. Escrito no final da década de 1960, o texto é considerado o embrião gerador de Catatau, a obra mítica do poeta curitibano. c) SONHO MANIFESTO, texto e direção de Marcio Abreu (obra em desenvolvimento) Trata-se de uma criação original no teatro a partir do diálogo com a obra do escritor e neurocientista Sidarta Ribeiro, com foco principal no livro Sonho Manifesto: Dez exercícios urgentes de otimismo apocalíptico. Sidarta, como pesquisador e pensador contemporâneo, transita por diversos campos do conhecimento e também por diversas manifestações da atividade humana, atravessando dimensões da ciência, da cultura, das artes e dos saberes ancestrais. No livro em questão o autor consegue articular através de uma linguagem direta e acessível um conjunto de proposições e de temas muito diversos, atuais e urgentes. A capacidade de falar para muitas pessoas sem abrir mão de abordar os assuntos em sua complexidade, faz com que sua obra se amplie e se manifeste como ação concreta no mundo. Essa capacidade de diálogo com as pessoas e com a sociedade plural na qual vivemos, a partir dos temas abordados, é o principal ponto de convergência entre o pensamento de Sidarta Ribeiro e o que buscamos nessa proposta artística. Pensamos o teatro como um território de convivência e como linguagem na qual o encontro das diferenças é fundamental e constitutivo. A peça será um obra de ficção e, assim como o livro de Sidarta Ribeiro, articulará um campo diverso de linguagens e de temas, e será dramaturgicamente estruturada em dez partes como as que são propostas pelo livro: 1 - Perceber a oportunidade de mudar 2 - Compreender a urgência do momento 3 - Curar nossa pior ancestralidade 4 - Honrar nossa melhor ancestralidade 5 - Assumir nosso lugar no universo 6 - Sonhar o futuro da vida 7 - Buscar a plenitude da mente incorporada 8 - Construir o caminho 9 - Aprender a aprender 10 - Sair do Labirinto Na nossa versão teatral, começaremos pela parte final do livro, ou seja, saindo do labirinto e acessando a ideia de Sonho Manifesto em pelo menos duas perspectivas: A do sonho como um manifesto, isto é, como uma afirmação para o mundo, como uma estratégia de vida e de luta, como reivindicação e como norteador de caminhos; e a do sonho manifestado, narrado, compartilhado, tornado público e, assim, assumido como possibilidade real, concreta. Nossa peça quer ser, uma vez mais, uma afirmação da vida. d) Contrapartida Social - Oficina Virtual DRAMATURGIA com Marcio Abreu, duração 12 horas, via Zoom. Até 200 participantes. A proposta dessa oficina consiste em traçar caminhos de criação no campo expandido das dramaturgias, pensando possíveis dissidências através da língua e das linguagens, a partir da trajetória e do movimento criativo do artista Marcio Abreu. Passando pela leitura e análise das estruturas de linguagem de diversas referências da obra do artista e de outros autores e autoras associados ao seu trabalho, pretende-se acessar um campo de ação criativa no qual cada participante trabalhe um esboço de escrita, composição ou articulação dramatúrgica de qualquer natureza a ser partilhada com o grupo no final da experiência. Além de textos e criações próprias, serão abordados autores, autoras e referências de múltiplas linguagens, tais como Paul B. Preciado, Luiz Antonio Simas e Luiz Rufino, Eleonora Fabião, Leda Martins, Alexandra Badea, Paulo Leminski, Julio Cortázar, Christiane Taubira, Pepe Mujica, Philippe Minyana, Noëlle Renaude, entre outras.

Objetivos

Objetivo Geral: História é um projeto de manutenção da companhia brasileira de teatro, que comemora 25 anos de atividades ininterruptas em 2025, contemplado no Edital Seleça~o Pu´blica - Petrobras Cultural _ Novos Eixos, que se estrutura em três eixos principais de atividades distribuídas ao longo do período de mais de um ano com possibilidades de extensão e desdobramentos dessas ações para um período além desse circunscrito no projeto. Objetivos específicos: a) 3 Semina´rios gratuitos sobre a histo´ria do Brasil, cada um com 15 horas de duração cada, sendo 1 em Brasi´lia, 1 em Manaus e 1 em Salvador, todos gratuitos para pu´blico de ate´ 100 pessoas, com cotas reservadas*, ministrados por profissionais a serem convidados durante a fase de pré-produção do Projeto em conjunto com os membros fixos da companhia; b) 3 Residências Voo Livre, cada uma com 80 horas de duração cada, sendo 1 em Brasi´lia, 1 em Manaus e 1 em Salvador, todos gratuitos para pu´blico de ate´ 30 jovens artistas de cada cidade, com cotas reservadas*, ministrados pelos membros fixos da companhia; c) 3 Workshops de Dramaturgias, Performances e Processos Criativos, cada um 12 horas de duração, sendo 1 em Sa~o Lui´s, 1 em Recife e 1 em Bele´m, todos gratuitos para pu´blico de ate´ 20 jovens artistas de cada cidade, com cotas reservadas*, ministrados pelos membros fixos da companhia, a partir de sua linguagem e pesquisa cênica; d) 9 apresentações públicas e gratuitas dos processos/ Residências Voo Livre (experiência a ser desenvolvida nas cidades - item b - com artistas locais) nas cidades de sua realização: Brasília, Manaus e Salvador, (3 sessões em cada cidade) para um público de 120 pessoas cada uma (total: 1080 pessoas), e com transmissa~o única nos canais do Youtube da companhia, dando visibilidade e desdobramentos às aço~es realizadas em cada uma dessas cidades; e) 9 apresentações de espetáculos do repertório da companhia, sendo 3 de cada um deles: Sonho Manifesto (título provisório da obra em processo de criação com estreia confirmada para julho/2025 na cidade de São Paulo/SP, com texto de Marcio Abreu a partir da obra homônima de Sidarta Ribeiro, duração de 90 minutos e autoclassificação indicativa de 16 anos), AO VIVO [dentro da cabeça de alguém] (último espetáculo da companhia com temporada realizada de 62 sessões em São Paulo com co-produção da FIESP/SESI SP, texto e direção de Marcio Abreu duração de 100 minutos e autoclassificação indicativa de 16 anos) e Descartes com lentes (performance solo de Nadja Naira, direção de Marcio Abreu, a partir da obra do poeta curitiba Paulo Leminiski, duração de 90 minutos e autoclassificação indicativa de 16 anos) f) criação e estreia do novo espetáculo da companhia brasileira de teatro, no ano de 2026, título provisório História, com texto e direção de Marcio Abreu, a partir da pesquisa realizada por esse projeto, seus eixos, ações e itinerância, com estreias e temporadas em Curitiba/PR - 8 sessões e Rio de Janeiro/RJ - 12 sessões. Este espetáculo será criado, escrito e ensaiado em 2026. g) uma oficina de Dramaturgia, via web, com o autor Marcio Abreu, de 12 horas de duraça~o, para até 200 artistas de todo pai´s; h) oferecer bolsas de estágio em cada cidade/etapa de realização do Projeto. *Cotas reservadas: 75% das vagas reservadas a artistas locais pertencentes a grupos sub representados, entre eles: indi´genas, negros, mulheres, em vulnerabilidade social, comunidades tradicionais, quilombolas, LGBTQIAPN+ e outros identificados em cada cidade/regia~o.

Justificativa

HISTO´RIA e´ um projeto de manutença~o da companhia brasileira de teatro que se estrutura em três eixos principais de atividades, distribui´das ao longo do peri´odo de 540 dias, com possibilidades de extensa~o e desdobramentos para ale´m desse circunscrito no projeto. E´ a continuidade de um fundo mergulho nas a´guas brasileiras, muitas vezes turvas e revoltas, iniciado em PROJETO bRASIL, de 2014, tambe´m patrocinado pela PETROBRAS, e que resultou ainda em outras duas montagens da companhia: PRETO (2017), tambe´m com patroci´nio da Petrobras e co-produtores internacionais na França e Alemanha, e Sem palavras (2021), uma co-produção da Oi, Mounsonturm (Frankfurt), CDN Dijon Bourgogne (França) e Sesc SP. Reflete a pesquisa e as leituras que fizemos de autores, brasileiros e estrangeiros, fundamentais a respeito da formaça~o de um pensamento sobre o Brasil. O primeiro eixo deste Projeto e´ a criaça~o de um novo espeta´culo iniciado com dramaturgia original, com o ti´tulo proviso´rio de HISTO´RIA, e que leva em conta as relaço~es possi´veis entre histo´ria coletiva e histo´ria pessoal, como cada indivi´duo, cada sujeito na sociedade pode interferir na histo´ria coletiva e como os fatos, os acontecimentos histo´ricos coletivos podem determinar a histo´ria de uma pessoa. A importância da relaça~o entre memo´ria coletiva e memo´ria i´ntima na construça~o de uma trajeto´ria histo´rica de um pai´s chamado Brasil. Essa peça sera´ construi´da com um grupo de pensadores e artistas, montando uma sala de roteiro para depois esse texto ser produzido, ensaiado e criado como uma peça de teatro. Tera´ sua estreia e 8 sesso~es em Curitiba/PR e uma nova temporada de 12 sesso~es no Rio de Janeiro/RJ. O segundo eixo deste Projeto, que acontece nas cidades de Salvador, Manaus e Brasi´lia, e´ a pesquisa para a construça~o dessa dramaturgia. A pesquisa envolve a presença de pensadores de diversas a´reas de todas as regio~es do pai´s e sera´ dividida em dois procedimentos: 1 - Semina´rios abertos ao pu´blico, a partir de três prismas fundamentais da histo´ria do Brasil: o ponto de vista indi´gena; o ponto de vista afro diaspo´rico e o ponto de vista europeu. 2 - Um dispositivo de criaça~o, criado por no´s da companhia, que se chama Voo Livre, ao mesmo tempo pedago´gico e criativo. Vamos reunir 20 a 30 jovens artistas de cada lugar e de cada regia~o do pai´s num workshop de 80 horas ministrado pela companhia e abordar as questo~es tema´ticas e de linguagem que envolvem a pesquisa para a criaça~o desse trabalho. Ao final do peri´odo do workshop, havera´ 3 apresentaço~es pu´blicas gratuitas das criaço~es feitas com esses jovens artistas em suas cidades. O terceiro eixo deste projeto e´ a circulaça~o de reperto´rio da companhia nas cidades de Recife, Sa~o Lui´s e Bele´m. Sera~o realizadas 3 sesso~es de uma das peças do reperto´rio e um workshop com a companhia. As peças sa~o: - Sonho Manifesto, uma criaça~o original, com o texto de Marcio Abreu a partir da obra homonônima do cientista e pensador Sidarta Ribeiro, com artistas de diversas regio~es do pai´s, e estreia prevista para julho/2025 na cidade de São Paulo. - Descartes com lentes, com texto de Paulo Leminski, um poeta brasileiro curitibano, com performance de Nadja Naira. - AO VIVO [ dentro da cabeça de alguém], nosso último espeta´culo co-produzido com a FIESP e SESI SP em 2024, e que inicia sua circulação em 2025, autoria de Marcio Abreu. Todo esse trabalho tem conexa~o entre esses três eixos, se desenvolve ao longo do ano com a participaça~o de profissionais, artistas, te´cnicos das diferentes regio~es, assim como a pesquisa se da´ com pensadores e pensadoras de a´reas mu´ltiplas, tambe´m com atuaça~o nos seus campos de trabalho em cada regia~o. A cada deslocamento dos profissionais da companhia havera´ a contrataça~o de profissionais em todas as regio~es ao longo do ano do projeto. Isso e´ absolutamente coerente com esses 25 anos de trabalho da companhia brasileira, sediada em Curitiba, mas que se afirma como um movimento criativo, dinâmico, em desenvolvimento e em transformaça~o, e que, nesses 25 anos, incorpora o olhar e o trabalho de artistas de diversas regio~es em todas as suas criaço~es e tambe´m a dimensa~o dos deslocamentos, tanto territoriais quanto fi´sicos, entendendo tambe´m os deslocamentos simbo´licos e de linguagem que esta~o envolvidos no pensamento da companhia. A urgência do momento e as transformaço~es da nossa sociedade sa~o absolutamente coerentes com a trajeto´ria desse coletivo que se espalha pelo Brasil, que se afirma no deslocamento no territo´rio brasileiro e para ale´m do Brasil, e na construça~o de um trabalho em longo termo, em longo prazo, de continuidade, de verticalidade na relaça~o com o pu´blico e de proposiça~o de ponta, de construça~o de arte de ponta com um dia´logo intenso com o pu´blico e de desenvolvimento de linguagem. O projeto se enquadra no Art. 1° nos seguintes Incisos, e por isso solicita recursos ao MinC por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histo´rico brasileiro; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. O Projeto ainda está devidamente enquadrado no Artigo 3o. nos seguintes Incisos e alíneas: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: c) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte, espeta´culos de artes cênicas, de mu´sica e de folclore; IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na a´rea da cultura e da arte e de seus va´rios segmentos;

Estratégia de execução

A companhia brasileira de teatro completa em 2025 seus 25 anos de história, existência e criação nas artes cênicas. Nessa trajetória já conquistou grandes realizações tanto nacionais como internacionais. Uma companhia premiada que ao longo destes 25 anos sempre trabalhou com artistas do Brasil todo, muitas vezes no mesmo espetáculo; que mantém vínculos com públicos e artistas de todo o Brasil, circulando com frequência, promovendo deslocamentos (físicos e simbólicos), ações formativas e apresentações públicas. Em História, a cada deslocamento dos profissionais da companhia haverá a contratação de profissionais específicos em cada uma das regiões pelas quais a gente transitará ao longo do ano. Isso é absolutamente coerente com esses 25 anos de trabalho da companhia brasileira, que é sediada em Curitiba, mas que se afirma como um movimento criativo, dinâmico, em desenvolvimento e em transformação, e que, nesses 25 anos, incorpora o olhar e o trabalho de artistas de diversas regiões em todas as suas criações e também a dimensão dos deslocamentos na importância do trabalho, tanto territoriais quanto físicos, mas também os deslocamentos simbólicos e de linguagem que estão envolvidos no pensamento da companhia. Seu núcleo é formado pelo diretor e autor Marcio Abreu, a diretora, iluminadora e atriz Nadja Naira, a atriz, diretora e produtora Cássia Damasceno e o produtor e dramaturgo José Maria, todos profissionais com trabalhos e reconhecimento público em sua atuação. Em todos os trabalhos uma pluralidade de pessoas, entre artistas, técnicos e pensadores se somam a cada experiência. É apoiada e patrocinada pelas principais instituições de cultura do país, tendo trabalhos em cartaz nos principais equipamentos culturais e Festivais de Artes. Recebeu os mais importantes prêmios na área, e possui co-produções frequentes com instituições na Alemanha, França e Portugal.

Especificação técnica

Residências Voo Livre: Uma plataforma artística criada durante o ano de 2023 pelos artistas e produtores Marcio Abreu, Cássia Damasceno, Nadja Naira e José Maria, no contexto das atividades diversas e contínuas da companhia brasileira de teatro, que em 2025 completará 25 anos de atividades ininterruptas dentro e fora do país. É um movimento que se articula em 4 eixos: formação, intercâmbio, criação e apresentação. Esses eixos não são estanques, pois agem transversalmente potencializando a experiência. Em outras palavras, pode-se dizer que existe dimensão pedagógica nas ações de intercâmbio, de criação e de compartilhamento com o público, da mesma maneira em que estão em jogo as dimensões artísticas nas atividades de formação e de troca. Pesquisa, aprendizado, encontro, transmissão, criação, performance e compartilhamento são articulados de maneira dinâmica e simultânea em Voo Livre. Há sempre um ponto de partida que pode ser um texto, um autor, uma situação ou contexto específicos ou um conjunto de referências artísticas ou culturais que mobilizam as ações e as pessoas na direção de uma experiência que é ao mesmo tempo processual e autônoma. Processual porque alimenta os processos criativos de obras futuras e autônoma porque se afirma como uma ação em si, que culmina com apresentações ao público, performadas em diálogo com os princípios estruturantes desta plataforma. É uma proposta afirmativa do lugar da arte na sociedade, uma plataforma de voo, criativa e livre, que se fundamenta ética e esteticamente na possibilidade de se estabelecer como território de permanência e ressignificação. Voo Livre não tem fim, pois se estabelece como território. É “começo, meio e começo”, como propõe Nêgo Bispo. Ou, como propõe Beckett: “O fim está no começo e no entanto continua-se”. O que já fizemos? Em setembro e outubro de 2023 realizamos no Rio de Janeiro, no Sesc Copacabana, a primeira série de ações e performances nomeadas de Voo Livre e que se estabeleceram como plataforma artística com potencialidade de múltiplas reedições e desdobramentos. Naquela ocasião, tomamos como material de estudo a obra de Anton Tchekov, com foco no seu texto seminal “A Gaivota” e desdobramos a experiência em 3 movimentos: Arte, Tempo e Futuros. Cada tema gerou uma articulação dramatúrgica distinta, com artistas e pensadores diferentes ocupando a cena e as interlocuções com o público. Foram 2 meses de trabalhos em sala de ensaio e 4 semanas de compartilhamentos e apresentações públicas de cada um dos voos livres criados. Havia um grupo fixo de artistas que atravessava toda a experiência e um grupo de convidados que se integravam a cada semana de criação/apresentação. Participaram dessa experiência artistas e pensadores como Leda Maria Martins, Sidarta Ribeiro, Renata Sorrah, Bianca Manicongo, Barabara Arakaki, Danilo Grangheia, Luíza Ugarte, Felipe Storino, Flow Kountouriotis, Fábio Osório Monteiro, Rafael Lucas Bacelar, Yumo Apurinã, Jéssica Meireles, Cristina Moura, além do núcleo mencionado da companhia brasileira e um conjunto de profissionais e técnicos. Em junho e julho de 2024 realizamos o início de uma nova edição da plataforma Voo Livre, em São Paulo, no Sesc Pompeia. Ocupamos o Teatro e o Galpão da unidade reeditando e reapresentando o Voo Livre (Futuros), um dos movimentos criado e apresentado no Rio de Janeiro no ano anterior e articulando a primeira etapa do Voo Livre (Sonho Manifesto), em formato de residência de criação com 30 jovens artistas de linguagens diversas, selecionados através de inscrições e que receberam ajuda de custo para participar. O trabalho se debruça sobre a obra do neurocientista e escritor Sidarta Ribeiro e teve a participação e orientação de artistas e pensadores como Helena Vieira, Kenia Dias, Key Sawao, Cristina Moura, Sidarta Ribeiro, Luíza Ugarte e Felipe Storino, além do núcleo mencionado da companhia brasileira e um conjunto de profissionais e técnicos. O que propomos agora nas Residências de História - Salvador, Manaus e Brasília A abordagem do projeto se caracteriza por uma forma inovadora que intitulamos de plataforma VOO Livre - plataforma essa que executamos em 2023 no Sesc Copacabana (Rio de Janeiro) com as ações: VOO Livre ARTE, VOO Livre TEMPO e VOO Livre Futuros, nesse projeto que propomos agora, o ponto de pesquisa é VOO Livre HISTÓRIA. VOO Livre é uma plataforma de criação e de povoação de gestos afirmativos na sociedade através das artes vivas. É uma mobilização coletiva que busca ventilar as estruturas de produção artística, colocando no mesmo plano e em simultaneidades os processos criativos, os ensaios e as ações de compartilhamento com as pessoas do público. Chamamos de AÇÕES o que apresentamos com e para o público e a sociedade. É um projeto que acontece no TEATRO, um lugar de ação e de ENCONTRO com o objetivo de articular outros campos de relação entre artistas, pensadores, fazedores e público. Ao longo de 1 semestre, será possível conferir três acontecimentos teatrais (Salvador, Manaus e Brasília) nos quais se articulam cenas, reflexões, conversas públicas, performances, leituras, escutas - a partir do tema motivador HISTÓRIA. “Perceberemos que a ação de criar e a ação de apresentar/compartilhar com público são simultâneas, como uma única experiência, com seus riscos, tempos e lacunas presentes" diz o diretor Marcio Abreu. Essa plataforma VOO Livre consiste em três ações concisas, profundas e pontuais (Salvador, Manaus e Brasília). - haverá uma seleção prévia com os artistas envolvidos na criação; duas semanas de trabalho pra criar com esse grupo a partir de estímulos prévios, resultando em três apresentações públicas (Salvador, Manaus e Brasília) e uma transmissão via web de cada cidade. Os planos pedagógicos de todas as ações afirmativas serão detalhados e validados junto a Petrobras e MinC com o apoio dos profissionais que participarão a partir das etapas de Pré-produção e Produção.

Acessibilidade

Para promover a acessibilidade, essencial para garantia da democracia, os Teatros e espaços escolhidos para realização deste projeto, assim como suas ações de democratização do acesso terão obrigatoriamente as melhores condições de segurança e autonomia em suas dependências para atender ao maior número possível de pessoas, afim de oferecer atenção especial a todos aqueles que possuem mobilidade reduzida ou quaisquer outras deficiências físicas e aos idosos. Acessibilidade arquitetônica - todos os produtos: Declaramos, com isso, que os espaços para realização do projeto possuirão obrigatoriamente acessibilidade arquitetônica, tais como rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros adaptados, poltronas para pessoas acima do peso, iluminação de solo, acompanhamento presencial a ser contratado pelo Projeto para auxiliar na locomoção de portadores de deficiência visual ou auditiva, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos de acordo com os artigos 42, 43 e 44 da IN 23/ 2025 e nos termos dos artigos 42, 43 e 44 da Lei no 13.146, de 6/7/2015, do artigo 46 do Decreto no 3.298, de 20/12/1999, do Decreto no 9.404, de 11/6/2018. Acessibilidade comunicacional: a) Produto: 3 Seminários gratuitos sobre a história do Brasil, cada um com 15 horas de duração cada, sendo 1 em Brasília, 1 em Manaus e 1 em Salvador, todos gratuitos para público de até 100 pessoas, com cotas reservadas*, ministrados por profissionais a serem convidados durante a fase de pré-produção do Projeto em conjunto com os membros fixos da companhia; Intérprete em Libras para público surdo, e monitoria para pessoas neurodivergentes e com deficência visual. Os custos para todas estas ações estão devidamente previstos na Planilha Orçamentária. b) 3 Residências Voo Livre, cada uma com 80 horas de duração cada, sendo 1 em Brasília, 1 em Manaus e 1 em Salvador, todos gratuitos para público de até 30 jovens artistas de cada cidade, com cotas reservadas*, ministrados pelos membros fixos da companhia; Intérprete em Libras para público surdo, e monitoria para pessoas neurodivergentes e com deficência visual, sempre que houver necessidade, e tiver artistas com deficiência participantes das residências. Os custos para todas estas ações estão devidamente previstos na Planilha Orçamentária. c) 3 Workshops de Dramaturgias, Performances e Processos Criativos, cada um 12 horas de duração, sendo 1 em São Luís, 1 em Recife e 1 em Belém, todos gratuitos para público de até 20 jovens artistas de cada cidade, com cotas reservadas*, ministrados pelos membros fixos da companhia, a partir de sua linguagem e pesquisa cênica; Intérprete em Libras para público surdo, e monitoria para pessoas neurodivergentes e com deficência visual, sempre que houver necessidade, e tiver artistas com deficiência participantes nos workshops. Os custos para todas estas ações estão devidamente previstos na Planilha Orçamentária. d) 9 apresentações públicas e gratuitas dos processos/ Residências Voo Livre (experiência a ser desenvolvida nas cidades - item b - com artistas locais) nas cidades de sua realização: Brasília, Manaus e Salvador, (3 sessões em cada cidade) para um público de 120 pessoas cada uma (total: 1080 pessoas), e com transmissão única nos canais do Youtube da companhia, dando visibilidade e desdobramentos às ações realizadas em cada uma dessas cidades; Intérprete em Libras para público surdo, monitoria para pessoas neurodivergentes e audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Os custos para todas estas ações estão devidamente previstos na Planilha Orçamentária. e) 9 apresentações de espetáculos do repertório da companhia, sendo 3 de cada um deles: Sonho Manifesto (título provisório da obra em processo de criação com estreia confirmada para julho/2025 na cidade de São Paulo/SP, com texto de Marcio Abreu a partir da obra homônima de Sidarta Ribeiro, duração de 90 minutos e autoclassificação indicativa de 16 anos), AO VIVO [dentro da cabeça de alguém] (último espetáculo da companhia com temporada realizada de 62 sessões em São Paulo com co-produção da FIESP/SESI SP, texto e direção de Marcio Abreu duração de 100 minutos e autoclassificação indicativa de 16 anos) e Descartes com lentes (performance solo de Nadja Naira, direção de Marcio Abreu, a partir da obra do poeta curitiba Paulo Leminiski, duração de 90 minutos e autoclassificação indicativa de 16 anos). Intérprete em Libras para público surdo, monitoria para pessoas neurodivergentes e audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Os custos para todas estas ações estão devidamente previstos na Planilha Orçamentária. f) criação e estreia do novo espetáculo da companhia brasileira de teatro, no ano de 2026, título provisório História, com texto e direção de Marcio Abreu, a partir da pesquisa realizada por esse projeto, seus eixos, ações e itinerância, com estreias e temporadas em Curitiba/PR - 8 sessões e Rio de Janeiro/RJ - 12 sessões. Este espetáculo será criado, escrito e ensaiado em 2026. Intérprete em Libras para público surdo, monitoria para pessoas neurodivergentes e audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Os custos para todas estas ações estão devidamente previstos na Planilha Orçamentária. g) uma oficina de Dramaturgia, via web, com o autor Marcio Abreu, de 12 horas de duração, para até 200 artistas de todo país; Intérpretes em Libras ao vivo para público surdo, e monitoria para pessoas neurodivergentes e com deficência visual. Os custos para todas estas ações estão devidamente previstos na Planilha Orçamentária.

Democratização do acesso

Optamos por dividir as ações de nosso Plano de Democratização de Acesso por eixo do Projeto, uma vez que cada um dos 3 eixos tem ações bastante específicas, relembradas genericamente aqui: Eixo 1 - Salvador, Manaus e Brasília - todas as ações são gratuitas, e consistem em cada cidade: Seminários para até 100 pessoas e Residências Voo Livre, com 3 apresentações públicas e uma transmissão via Youtube da companhia. Eixo 2 - Curitiba e Rio de Janeiro - estreias e temporadas de 8 sessões e 12 sessões de "História", respectivamente, em Curitiba e Rio de Janeiro. Eixo 3 - São Luís, Belém e Recife - 1 workshop e 3 sessões de espetáculo de repertório da companhia em cada cidade. Logo, atendendo ao Art. 46 da IN 23/2025, o plano de distribuição da proposta prevê as seguintes medidas de democratização do acesso nos 3 eixos e todas as ações: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). Atendendo ao Artigo 47 da IN 23/2025, em complemento ao Art 46 e Plano de Democratização, adotaremos o Inciso III, com a seguinte medida de ampliação de acesso: a) disponibilizar, na Internet, 1 registro audiovisual da apresentação pública de Voo Livre das cidades de Manaus, Salvador e Brasília, acompanhado com libras e audiodescrição a ser disponibilizado no canal do Youtube da companhia; Atendendo ao Art 49 da IN 23/2025, serão realizados como Contrapartidas: - 3 Seminários gratuitos sobre a história do Brasil, sendo 1 em Brasília, 1 em Manaus e 1 em Salvador, todos gratuitos para público de até 100 pessoas cada, com criação de vagas afirmativas, reservadas exclusivamente para manter, ampliar e tornar a diversidade algo mais acessível dentro da companhia.Para cada Seminário de criação do novo espetáculo - (total: 100 vagas) - 70 vagas reservadas a jovens de até 28 anos que são parte de minorias sociais, garantindo que eles tenham oportunidades de formação com profissionais da companhia; - 3 Residências criativas, sendo 1 em Brasília, 1 em Manaus e 1 em Salvador, todos gratuitos para público de até 30 artistas locais/regionais, com criação de vagas afirmativas,. - 3 Workshops de Dramaturgias, Performances e Processos Criativos, sendo 1 em São Luís, 1 em Recife e 1 em Belém, todos gratuitos para público de até 30 jovens artistas de cada cidade, com cotas reservadas - 75% das vagas reservadas a artistas locais pertencentes a grupos sub representados, entre eles: indígenas, negros, mulheres, em vulnerabilidade social, comunidades tradicionais, quilombolas, LGBTQIAPN+ e outros identificados em cada cidade/região.; - 2 Bate papos com público sobre a obra criada e o processo todo realizado por esse Projeto, com duração de 90 minutos - 1 por cidade - em Curitiba e Rio de Janeiro. - Uma oficina de Dramaturgia, via web, gratuita, para público de todo Brasil. Serão selecionadas até 200 pessoas e teremos cotas reservadas*; Nas cidades com apresentação de repertório, os profissionais contratados para produção local, assessoria de imprensa e técnica deverão, preferencialmente e sempre que possível, pertencer aos grupos sub-representados como mulheres, pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+, comunidades tradicionais, terreiros e quilombolas. Na criação do novo espetáculo, História, serão criadas 8 vagas e oportunidades de estágio para o mesmo grupo de pessoas acima citado.

Ficha técnica

Idealização, criação e execução - companhia brasileira de teatro - Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria. Marcio Abreu - Artista, diretor, dramaturgo, roteirista, natural do Rio de Janeiro, pesquisa e cria obras em campos plurais e expandidos das dramaturgias, envolvendo as linguagens do teatro, da performance, do audio-visual, da dança, entre outros. Sua formação tem passagens pela EITALC (Escola Internacional de Teatro da América Latina e Caribe e pela ISTA, (Escola Internacional de Antropologia Teatral). Nos anos 1990, em Curitiba, fundou o Grupo Resistência de Teatro, com o qual trabalhou por 6 anos. Diretor da companhia brasileira de teatro desde 2000, sediada em Curitiba, desenvolve pesquisas e processos criativos em intercâmbio com artistas, coletivos e pensadores de linguagens múltiplas e de diversas cidades do país e do exterior. Entre os últimos trabalhos, estão: Em 2012 foi escolhido como personalidade teatral do ano pelo jornal Folha de São Paulo. Recebeu o Prêmio SHELL RJ de melhor direção pelo espetáculo Esta criança. A peça Isso te interessa?, de Noëlle Renaude, recebe em 2012 o Prêmio APCA e o Prêmio Bravo! de melhor espetáculo do ano, além de 5 indicações ao Prêmio Questão de Crítica, levando o prêmio de melhor diretor. Em 2013 colaborou na direção da peça Cine Monstro, de Daniel MacIvor, dirigida e interpretada por Enrique Diaz. Dirigiu Nús, ferozes e antropófagos, em colaboração com a companhia francesa Jakart/Mugiscué e o Centro Dramático Nacional de Limousin. Em 2015 dirigiu KRUM de Hanock Levin, que rendeu prêmio de melhor espetáculo (Cesgranrio e Questão de Crítica). Ainda em 2015, também escreveu e dirigiu PROJETO bRASIL com os parceiros da companhia brasileira de teatro. Em 2016 dirigiu o renomado Grupo Galpão no espetáculo NÓS, texto escrito em parceria com Eduardo Moreira, e em 2018 também dirigiu o espetáculo OUTROS. Em 2017 coordenou e dirigiu o projeto PRETO da companhia brasileira de teatro, parceria com a atriz e dramaturga Grace Passô e com a atriz Renata Sorrah. Em 2018 dirigiu outra adaptação de Tchekhov, POR QUE NÃO VIVEMOS com Camila Pitanga e a companhia brasileira. Em 2022 escreveu e dirigiu SEM PALAVRAS com a companhia brasileira, estreou em 2021 na França, se apresentando também na Alemanha e em 2022 chega finalmente ao Brasil. Recebeu o Prêmio SHELL RJ e o Prêmio APTR de melhor dramaturgia da peça. Em 2022 dirigiu em parceria com Enrique Diaz O ESPECTADOR, adaptação do texto de Matei Visniec, com Renata Sorrah, Marieta Severo, Andrea Beltrão e Ana Baird, estreou em Junho de 2022 na reabertura do Teatro Poeira, no Rio de Janeiro. Em 2023 estreou VOO LIVRE, sequência de criações performáticas em formatos diversos com a participação de artistas e pensadores na Arena do Sesc Copacabana. Em 2024 estreou AO VIVO (dentro da cabeça de alguém), com texto próprio e desenvolveu o Projeto SONHO MANIFESTO, a partir do livro homônimo de Sidarta Ribeiro. Recebeu inúmeras indicações e prêmios por suas criações, tais como os Prêmios Bravo, APCA, Shell, Cesgranrio, Gralha Azul, Quem, Questão de Crítica. Tem textos publicados pelas editoras Cobogó, Javali, Revista Ensaia, Revista Subtexto e Maison Antoine Vitez. Nadja Naira - Iluminadora, diretora teatral e atriz, formada pelo Curso Superior de Artes Cênicas – PUC/PR e Centro Cultural Teatro Guaíra. Como iluminadora, trabalha há mais de 30 anos com importantes diretores de teatro. Trabalha também com companhias de dança e tem diversos trabalhos em música, como óperas, shows de MPB e concertos. Em recebeu 2015 o Prêmio APTR e o Prêmio Questão de Crítica de melhor iluminação pelo espetáculo KRUM. Em 2012 o Prêmio Shell RJ de melhor iluminação pelo espetáculo Esta Criança. Recebeu o Prêmio Governador do Estado PR – Troféu Gralha Azul de melhor iluminação em 2000, 1999 e 1998 e o Prêmio Café do Teatro Curitiba PR- Troféu Poty Lazarotto em 2001 e 1999. Em 2015, participou da equipe da representação brasileira para a Seção dos Países e Regiões da Quadrienal de Praga (Espaço e Design da Performance) com trabalhos sobre as peças Nômades e Esta Criança. Como diretora realizou: O medo da morte das coisas (2024) de Maíra Lour; Dito (2024) de Pablito Kucarz; Lusco-Fusco (2023) texto de Nina Rosa Sá; Penélope (2023) de Lígia Souza; O Universo está vivo como um animal (2022); People vs Tesla (audio peça 2020) texto de Isabel Teixeira; Bem-vindos à espécie humana (2019); Mesmas Coisas (2017) a partir de textos de Manoel Carlos Karam produção de Michelle Pucci. Como atriz participou recentemente dos trabalhos da companhia brasileira de teatro em: PRETO (2017), PROJETO bRASIL (2015), Nus ferozes e antropófagos (2014), Isso te interessa? (2011), Vida (2010), Descartes Com Lentes (2009), Suíte 1 (2004). Em 2024 escreveu o prefácio para a publicação de Descartes com lentes, conto de Paulo Leminski, relançado pela editora curitibana Arte&Letra. Integra a companhia brasileira de teatro desde 2002, tendo participado todas as suas produções. Cássia Damasceno - Atriz e administradora cultural – graduada na Faculdade de Artes do Paraná em 2000. Integra a equipe da companhia brasileira de teatro em 2008 e atua nas funções de direção de produção, administração e atriz. Seus trabalhos mais recentes como atriz (teatro) são: VOO LIVRE, direção Marcio Abreu (2023), RESSACA, direção Maíra Lour (2023), TRÊS LUZES, direção Aristeu Araújo (2023), PRETO, direção Marcio Abreu (2017); Cabaré Dalton, direção de Nena Inoue (2016); Billie, texto e direção de Alexandre França (2014). No cinema – ganhadora de nove prêmios de melhor atriz pelo curta Vai Melhorar (direção de Pedro Fiuza) em festivais como Cine Pe2020 e Short to the Point (Romênia). Premiada com um Kikito de melhor atriz no 47o Festival de Cinema de Gramado com o curta A Mulher que sou (direção de Natália Tereza). Atua na série O Rei da TV (Gullane Entretenimento), que teve estreia em 2022 (duas temporadas). José Maria é Diretor de produção, bacharel em Artes Cênicas formado em 2.004 pela Universidade Estadual de Londrina –PR. Em 2.007 cursou “Gestão de Políticas e Produtos Culturais” pela Faculdade São Luís (SP). Desde 2009, é diretor de produção da NIA Teatro, ao lado de Denise Fraga e Luiz Villaça, responsável pelo planejamento, execução e finalização dos Projetos Teatrais. Entre os principais trabalhos que o trio realizou, destacam-se ” O que só sabemos juntos”, com Denise e Tony Ramos (2024); “Eu de Você”, obra coletiva livremente inspirada em narrativas reais (2019-2020); “A Visita da Velha Senhora”, de Friedrich Dürrenmatt (2017-2019); “Pagliacci”, de Luís Alberto Abreu (co-produção com La Mínima Teatro, 2017); “Galileu Galilei”, de Bertolt Brecht (2015-2016); “Chorinho”, de Fauzi Arap (2012-2014); “A Descida do Monte Morgan”, de Arthur Miller (2013 e 2014); “Sem Pensar”, de Anya Reiss (2011 e 2012) e “A Alma Boa de Setsuan”, de Bertolt Brecht (2008-2010). Sua trajetória cruza com a da companhia brasileira desde 2003, ainda no Paraná, com a realização de “Volta ao Dia…”, de Marcio Abreu; e seguidamente com “Suíte 1”, de Philippe Minyana, em 2005. A partir de 2011 produz os trabalhos da companhia em SP: “Oxigênio”, de Ivan Viripaev (2011), “Esta Criança”, de Joël Pommerat (2013); “Krum”, de Hanock Levin (2015); PROJETO bRASIL, de Marcio Abreu (2016). A partir de 2017 integra o núcleo da companhia, e produz “PRETO”, de Marcio Abreu, Grace Passô e Nadja Naira (2017) e “Por que não vivemos?”, livre adaptação da obra Platonov, de Anton Tchekhov (2019), “Sem Palavras” (2021) e “VOO LIVRE” (2023).

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$780.000,00 em 22/04/2026.

2026-12-31
Locais de realização (8)
Manaus AmazonasSalvador BahiaFortaleza CearáBrasília Distrito FederalCuritiba ParanáBelém ParáRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de Janeiro