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Impressos indígenas - Circuito de exposição de arte indígena no contemporâneo, onde o público reconhece produções de artistas indígenas e suportes utilizados, aproximando das suas histórias, cultura, línguas e maneiras de ver e estar no mundo. Para isso, buscas-se a estética expográfica híbrida entre as exposição/Mostra de arte com o formato das Feiras independentes de impressos e outros modelos expositivos. O Conceito deste Circuito de exposição de artes - "Impressos indígenas" - brinca com a forma como indígenas imprimem suas produções ao mesmo tempo que faz a alusão a maneira como imprimem o jeito de ser e estar no mundo, passado, presente e futuro.
Produto 1: Exposição Impressos indígenas, que reunirá durante a itinerância em três estados brasileiros - São Paulo, Brasília e Mato Grosso, produções estéticas indígenas, a fim de ampliar o debate sobre arte, cultura, cosmologias e fazeres estéticos dos povos indígenas no contemporâneo. As exposições ocorrerão em espaços parceiros, com duração de até 20 dias em cada localidade. Produto 2: Atividades formativas - compostas de 2 palestras sendo 1 comunicação para as vendas e posicionamento dos produtos indígenas, 1 mercado das artes e povos indígenas, com duração de até duas horas cada atividade. Produto 3: 1 Encontro/bate-papo em formato de roda de conversa com artistas e escritores indígenas para se pensar os caminhos para as artes indígenas, sustentabilidade, geração de renda, acompanhado de apresentação de obras literárias [se vendidas, o recurso será recebido diretamente pelo autor/editora responsável, não passando pela organização do projeto].
Objetivo Geral: Realizar o Impressos indígenas - Etnomídia indígena um evento que promoverá a produção artística-cultural indígena - composto por : a. Mostra artística Impressões indígenas b. Encontro entre artistas (locais e nacionais) c. Atividades formativas: mercado, comunicação e precificação. Objetivos Específicos: 1. promover a circulação da produção indígena- literários, papelaria diversa, moda. digital entre outros.2. Reconhecer as ferramentas e instrumentos nos quais indivíduos e grupos indígenas tem transferidosuas ideias, impressões e elementos culturais no contemporâneo.3. Expandir o mercado para profissionais indígenas, fortalecendo a economia e geração de renda.4. exercitar a presença dos indígenas em diferentes campos da produção cultural e cadeia criativa.5. fortalecer este evento para sua continuidade6. fortalecer o debate em torno das produções indígenas em comunicação, artes e cultura indigena.
Realizar o impressos indígenas, consolida mais uma vez a presença de profissionais indígenas no cenário da produção cultural nacional. O avanço da comunicação e da arte indígena, tem sido positivo, no sentido de difundir a presença dos povos e toda a luta que envolve os territórios e a própria sobrevivência indígena. Pesquisa já demonstram que a arte , são de fácil entendimento e acesso da população não indígena como um todo, pela sua rapidez e facilidade de alcance e tradução das demandas indígenas na atualidade. O conceito de ‘impressos’ aqui empregados, condiz com tudo aquilo que é impresso por indígenas, não no seu sentido literal, mas nas maneiras como indivíduos e grupos indígenas tem transferido suas ideias, impressões e elementos culturais em materiais distintos. Temos a experiência na realização de feiras de artesanias e literárias, mas as Feiras de impressos teve um pequeno case no dia 19 de abril de 2024 no SESC Araraquara _ SP, Galeria Olido em SP e outros locais, o que nos motivou a apresentar essa proposta e verificar que a recepção terá grande alcance. Impressões indígenas é um lugar de reconhecimento dos pro, entssos indígenas, seja da tecelã que cria formas gráficas a partir dos grafismos e imagens geradas pelo enlaçar, seja pelo realizador, que trabalha a partir da imagem digital, a criação de mensagens, memórias, historias, arte. A proposta tem seu braço na Mostra Etnomídia indigena criada e produzida pela Oráculo Comunicação, educação e Cultura e parceiros. A Mostra teve duas edições, que embora tenha focado o audiovisual, tem como conceito e marco curatorial a disseminação do pensamento indígena e a regeneração do pensamento popular acerca desses povos.
O evento é cem por cento gratuito, porém os participantes indígenas poderão negociar suas produções para venda, como nos eventos de arte e feiras afins. Nenhum tipo de recurso será recebido ou repassado para a empresa proponente e seus contratados. Deixaremos um espaço reservado para essa ação, acreditando nas dinâmicas de economia criativa e inovação que poderemos fomentar durante o Projeto
Produto 1: Exposição Impressos indígenas: até 20 dias em cada localidade, com textos de parede, legendas e organização expositiva de acordo com cada espaço. Prevê-se obras nas paredes, em cubos e nichos, mesas, de acordo com a curadoria de cada uma delas. Os artistas a seu critério podem colocar suas obras a venda, sendo a negociação realizada de forma direta, sem intermediação da Oráculo Comunicação, Educação e Cultura. Produto 2: Palestra comunicação para as vendas e posicionamento dos produtos indígenas e palestra mercado das artes e povos indígenas: duração de até duas horas cada atividade, para um público de pelo menos 20 pessoas em espaço acessível e com participação gratuita, com palestrantes previamente convidados, preferencialmente indigenas e que possam fomentar o tema. . Produto 3: 1 Encontro/bate-papo em formato de roda de conversa com artistas e escritores indígenas: encontro de até duas horas em espaço acessível, gratuito, com palestrantes previamente convidados, preferencialmente indigenas e que possam fomentar o tema.
Acessibilidade física: Obras acessíveis para pessoas cegas: buscaremos trazer para a exposição a experiência sensorial de algumas obras, para que pessoas cegas possam interagir com o espaço, assim como monitores full time para acompanhar visitantes com deficiências. Rampas e/ou cadeira de rodas escalante para pessoas com dificuldade de locomoção Acessibilidade de CONTEÚDO: empregaremos a linguagem simples em todo o material produzido, seguindo orientações que facilitem a leitura do público de todas as idades e origens. Interprete de libras nas atividades de formação e abertura do evento.
O Evento tem acesso totalmente gratuita a todas as suas atividades, respeitando as categorias etárias que podem orientar o acesso de crianças, jovens, adultos e idosos, sendo recomendado para todos os gêneros. As atividades formativas também serão gratuitas, e tem como publico preferencial pessoas indígenas das localidades.
Coordenação Geral: Naine Terena - Oráculo Comunicação, educação e Cultura A Oráculo Comunicação, educação e Cultura através de Naine Terena, artista educadora e curadora, insere no mercado novos profissionais e gere e apoia contratos e processos de consultoria e organização de eventos, tendo realizado dessa forma, contratações e representações jurídicas para exposições e eventos importantes no circuito das artes, como o Festival Desenho Vivo, a exposição Véxoa - Nós sabemos da Pinacoteca de São Paulo, Consultoria para o Museu Paranaense e diversas exposições para a rede SESC - SP. Criou o aplicativo para o ensino da língua Terena, o plano de divulgação nas redes sociais para indígenas, do filme A Febre, o Plano de comunicação e visibilidade da primeira exposição do Manto Tupinambá - Glicéria Tupinambá (exposição Kwá yapé turusú yuriri assojaba tupinambá | Essa é a grande volta do manto tupinambá). A empresa conta com um conselho consultivo formado por indígenas e não indígenas, profissionais da produção cultural com experiência, formando assim, uma redes em projetos da Oráculo e próprio desses profissionais. Naine Terena em 2023 fez uma imersão internacional (Universidades Norte-americanas), através de um projeto chamado Plataforma Voro´pi. A empresa é realizadora da Mostra Etnomídia indígena, que teve duas edições, criou Projeto Territórios Criativos indígenas - Termo de execução descentralizada (TED) do Ministério da Cultura com a UFMT (2016), formações em comunicação e geração de renda para povos indígenas (Projeto Programa REM-MT do Subprograma Territórios Indígenas/Mato Grosso), Pesquisa de consumo de produtos indígenas, Consultoria de visualidades do Espetáculo Amazonias - Ver a mata que te vê - SESC, entre outras ações. Curadoria: Gustavo Caboco Do povo Wapichana, sua produção artística se desdobra nas áreas das artes visuais, cinema e literatura. Na obra de Caboco encontramos dispositivos para reflexão sobre os deslocamentos dos corpos indígenas, os processos de (re)territorialização e a produção da memória. Parte importante de suas proposições acontecem em espaços educativos, como escolas, universidades, centros culturais, comunidades indígenas e quilombolas. Desenvolve pesquisa autônoma em acervos e arquivos museológicos como forma de contraposição às narrativas hegemônicas da colonialidade. Em 2001 fez o seu primeiro “retorno à terra” Wapichana. Em 2018, foi vencedor do Concurso FNLIJ Tamoios de Textos de Escritores Indígenas com o texto “Semente de Caboco”. No ano de 2019, publicou seu primeiro livro, “Baaraz Kawau”, no Museu Paranaense em Curitiba, e participou da Exposição ‘VAIVÉM’ no CCBB. Participou da exposição “VÉXOA - nós sabemos” na Pinacoteca e foi vencedor do 3º Prêmio seLecT de Arte e Educação em 2020. Foi artista convidado da 34ª Bienal de São Paulo e da exposição Moquém Surarï no MAM - São Paulo em 2021. Em 2022, realizou a performance “encontro di-fuso” na Universidade de Manchester durante o “Festival of Latin American Anti-Racist and Decolonial Art”, foi convidado para o encontro indígena “aabaakwad” no pavilhão Sámi na Bienal de Veneza, foi artista convidado do 32ª programa de exposições do CCSP com “Coma Colonial”, realizou a individual “ouvir àterra” na Millan (São Paulo), lançou o livro “Baaraz Ka’aupan” no Museu Paranaense em Curitiba. Em 2023, lançou na FLIP a publicação “Literatura do Invisível” e em 2024 assina a curadoria do Pavilhão Hãhãwpuá junto de Denilson Baniwa e Arissana Pataxó na Bienal de Veneza. Assessoria de Comunicação: Helena Corezomaé Do povo Balatiponé, popularmente também conhecido como Umutina, de Barra do Bugres, MT. Formada em Jornalismo e mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), desenvolve trabalhos como escritora, repórter, editora, assessora e fotógrafa. Atualmente, trabalha na OPAN - Operação amazonia NAtiva, atuou como repórter no site da afiliada da Rede Globo em Mato Grosso e atua como assessora de comunicação do Instituto Catitu, Rede Katahirine e colaboradora da Agencia Pública. Coordenação de programaçao: Aly Orellana do povo Guarani é Doutor em Educação: História, Política, Sociedade pela PUC- SP. Licenciado em Letras - Espanhol pela Universidade Federal de Rondônia. Atuou como professor no curso de Letras do Instituto Singularidades na disciplina Literaturas e Culturas Indígenas; Professor Substituto no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP; Professor da rede Estadual de Educação de Rondônia. Foi pesquisador no projeto do Observatório da Educação Escolar Indígena MEC/PUC-SP (2009-2012). Atualmente é Formador de professores para a Educação das Relações Étnico-Raciais segundo a perspectiva indígena: Lei 11.645/08. Produção Geral: Keiko Okamura Como PRODUTORA AUDIOVISUAL, possui experiência no mercado de 30 anos, atuando em diversas áreas da cadeia produtiva do setor do Audiovisual, sendo: - Produção de Obras Audiovisuais: atuando como Produtora, Produtora de Set, Produtora de Locação, Diretora de Produção, Produção Executiva, Produtora Local para produções de fora do Estado, projetista e também com experiência em Roteiro e Direção, principais trabalhos: Longa-metragem “MARIO” – Diretor Hermano Pena, Longa-metragem “Latitude 0°” – Diretor Tony Venturi, Longa-metragem “O Homem Mau dorme bem” – Diretor Geraldo Moraes, Longa-metragem “LOOP” – Diretor Bruno Bini, entre outros longas, documentários e curtas-metragens; - Difusão: atuação com atividades de Cineclubismo, Diretora de Programação, Produtora, Produtora Local de Festivais, Mostras e exibição itinerante de filmes, principais trabalhos: “Cine BR em Movimento”, “Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá”, “Mostra de Cinema e Direitos Humanos”, - Televisão: produtora de programas televisivos e conteúdo para TV de Mato Grosso; - Publicidade: produtora de conteúdos publicitários, institucionais e campanhas eleitorais; - Formação: instrutora de conteúdos de formação para o setor do audiovisual.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$160.000,00 em 13/02/2026.