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O projeto atenderá crianças e adolescentes que vivem em extrema situação de vulnerabilidade social encaminhadas pelo CRAS do município de Embu-Guaçu e irá desenvolver oficinas culturais de capoeira que acontecerão 1 vez por semana no período da manhã e tarde. Serão realizadas apresentações de maculelê e puxada de rede em 2 escolas pública e haverá um espetáculo de finalização denominado "O navio negreiro" que acontecerá no ginásio de esportes da organização gratuitamente para as famílias e toda comunidade.
Apresentação: A PUXADA DE REDE (Classificação Livre) A Puxada de Rede, era a atividade pesqueira dos negros recém-libertos, que encontraram na pesca do “xaréu” uma forma de sobreviverem, seja no comércio, seja para seu próprio sustento. Nos meses decorrentes entre outubro e abril, esses peixes procuravam as águas quentes do litoral nordestino afim de procriarem. Então era a época certa para lançarem a rede ao mar. Ficha Técnica Direção: Samuel Costa Elenco: crianças e adolescentes do projeto Fotografia e designer gráfico: Sabrina Apresentação: MACULELÊ (Classificação livre) Maculelê é um tipo de dança folclórica brasileira de origem afro-brasileira e indígena. O maculelê em sua origem era uma arte marcial armada, mas atualmente é uma forma de dança que simula uma luta tribal usando como arma dois bastões, chamados de grimas (esgrimas), com os quais os participantes desferem e aparam golpes no ritmo da música. Num grau maior de dificuldade e ousadia, pode-se dançar com facões em lugar de bastões, o que dá um bonito efeito visual pelas faíscas que saem após cada golpe. Esta dança é muito associada a outras manifestações culturais brasileiras como a Capoeira e o frevo. Ficha Técnica Direção: Samuel Costa Elenco: crianças e adolescentes do projeto Fotografia e designer gráfico: Sabrina Espetáculo: O NAVIO NEGREIRO (Classificação livre) O poema "O Navio Negreiro" de Castro Alves exige uma abordagem sensível e profunda, dada a temática intensa e a importância histórica do poema. O poema é um libelo contra o tráfico de escravizados africanos para o Brasil, destacando-se pela sua força lírica e denúncia da crueldade humana. Ato 1: Introdução · Cenário: Mar aberto, sugerido por um fundo azul escuro. Sons de ondas e vento. · Narração: Voz em off recita os versos iniciais, introduzindo a tragédia do navio negreiro. · Ação: Ator representando Castro Alves escreve à mesa, angustiado. Levanta-se, caminha até a proa imaginária do navio, olha para o horizonte. Ato 2: A Carga Humana · Cenário: Interior do navio. Correntes, sombras, luzes tênues. · Ação: Escravizados são trazidos ao palco em correntes, expressões de dor e sofrimento. Coreografia lenta e dolorosa, movimentos que sugerem o balanço do mar. · Narração: Versos descrevendo a condição dos escravizados, alternados com gritos e sussurros dos atores. Ato 3: A Travessia · Cenário: Transição entre o interior e o convés do navio. Luzes oscilantes criam o efeito de água. · Ação: Representação da viagem, com atores balançando, simulando o movimento do navio. Sons de tempestade. Ator principal (o Poeta) observa, angustiado. · Narração: Recitação dos versos que retratam a viagem, a tempestade, a luta pela sobrevivência. Ato 4: A Denúncia · Cenário: Retorno ao convés. Luz mais intensa, mas ainda sombria. · Ação: O Poeta se coloca entre os escravizados e o público, gestos largos, declamando os versos de denúncia com paixão e revolta. · Narração: Versos finais, focando na denúncia contra a escravidão, a injustiça, o apelo à humanidade. Ato 5: Epílogo · Cenário: Simples, foco no Poeta. · Ação: O Poeta, agora sozinho, reflete sobre o futuro, a liberdade, a esperança. Gestos suaves, olhar perdido no horizonte. · Narração: Versos finais, um apelo por justiça e liberdade. Luzes se apagam lentamente. Elementos Importantes: · Música: Utilizar trilha sonora que evoca o mar, a tristeza, a esperança. Instrumentos tradicionais africanos podem ser incorporados. · Figurino: Trajes que remetam ao século XIX para o Poeta; roupas simples e desgastadas para os escravizados. · Iluminação: Variar entre tons azuis, cinzas e escuros, com momentos de intensidade para destacar a emoção dos versos. · Coreografia: Movimentos que refletem dor, sofrimento, mas também resistência e força. Ficha Técnica Direção: Samuel Costa Elenco: crianças e adolescentes do projeto Fotografia e designer gráfico: Sabrina Iluminação: Isac
Promover o atendimento de crianças e adolescentes que vivem em situação de vulnerabilidade social encaminhadas pelo CRAS do município, por meio de oficinas de capoeira, resgatando a cultura afro-brasileira e a histórica resistência dos negros no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento físico, mental e social, estimulando a disciplina, o respeito mútuo e a integração social, garantindo o pleno exercício dos direitos culturais, promovendo o acesso aos meios de fruição, produção e difusão cultural, visando à construção de novos valores de cooperação e solidariedade. - Produto oficina de capoeira: oferecer oficina de capoeira para 100 crianças e adolescentes de 6 a 15 anos durante 12 meses. - Produto Apresentações: Realizar 1 apresentação de puxada de rede e maculelê em 2 escolas públicas do município de Embu-Guaçu. - Produto Espetáculo: Realizar um espetáculo "O navio negreiro" no ginásio de esportes da organização gratuitamente para as famílias e toda comunidade. - Produto roda de capoeira: Realizar 2 rodas abertas de capoeira nas praças pública da cidade. - Contrapartida social: Realizar 2 ensaios abertos no ginásio de esportes da organização gratuitamente para toda comunidade.
O projeto necessita do uso do Mecanismo de incentivo para estimular o apoio da iniciativa privada no setor cultural, pois implica diretamente no crescimento e desenvolvimento econômico do município. De acordo com a Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991 o projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º citados abaixo, bem como nos objetivos do Art. 3º também citados abaixo. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O município de Embu-Guaçu está situado na região metropolitana de São Paulo e possui 171 km² com a população de 66.970 e uma vasta densidade demográfica. O município faz divisa com a cidade de São Paulo, São Lourenço, Juquitiba, Itapecerica da Serra e Itanhaém além de ser considerado 100% de proteção de mananciais. É considerado uma cidade dormitório e possui baixa oferta de emprego. De acordo com as pesquisas da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo, Embu-guaçu é apontada como uma cidade com grande índice de violência. Soma-se a esses fatores a inexistência de equipamentos culturais no município. As ações culturais executadas pelo Movimento Renovador vêm logo após a emancipação da cidade de Embu-Guaçu da cidade de Itapecerica da Serra, momento no qual não existiam equipamentos culturais oferecidos a população. Dessa forma é que festivais, festas populares, mostras, exposições, fanfarras, bandas e grupos deram vazão às suas produções, tendo como principal agente articulador e núcleo de difusão o Movimento Renovador Paulo VI, que possui espaços como:3 salas para ensaios e 1 Ginásio Poliesportivo Multiuso. Por se tratar de uma das três organizações da sociedade civil a atender demandas sociais de crianças e adolescentes no município de Embu-Guaçu, a organização representa para a comunidade a excelência em serviços socioculturais, bem como espaços de aprendizagem, de desenvolvimento de aptidões e oportunidades de manifestação cultural, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, religioso ou político, sendo reconhecido em 2009 como Ponto de Cultura na cidade de Embu-Guaçu com o projeto Aprender a Semear, Viver e Cultivar aprovado pelo Secretaria de cultura do Estado de São Paulo. Na área de abrangência do projeto o acesso aos equipamentos culturais é muito baixo tendo apenas 1 Centro cultural, sendo, portanto, premente o estímulo e o fomento à implantação de opções de cultura, dessa forma a população recorre às cidades como São Paulo, onde o custeio se torna alto, favorecendo somente o público com maiores condições financeira. Assim, o projeto vem sendo como uma alternativa de enfrentamento aos complexos problemas sociais que se apresentam no município de Embu-Guaçu - SP, envolvendo criança e adolescentes _ com drogas, álcool, exploração sexual, trabalho infantil, abandono, espancamento, evasão escolar, etc. A instabilidade de laços afetivos contribuí para a execução social e afastamento da vida em comunidade. Visando contribuir com a melhoria desse cenário buscamos por meio do projeto "Raízes da Capoeira" promover ações que favoreçam a inclusão social e o fortalecimento de vínculos, ampliação do acesso aos meios do fazer cultural, incrementando a economia no município e assegurando a todos o direito a cultura, buscando divulgar e valorizar a cultura afro-brasileira e estimular o senso de pertencimento e a participação social, contribuir com a capacidade de desenvolver novas relações sociais. Desta forma sentimos a necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para desenvolvermos o projeto na sua totalidade, beneficiando direta e indiretamente mais de 3.000 pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social e com pouco acesso aos meios culturais.
O projeto irá atender 100 crianças e adolescentes que serão encaminhados pelo CRAS - Centro de Referência da Assistência Social que vivem em extrema vulnerabilidade social. A organização dispõe de ampla infraestrutura para o desenvolvimento do projeto. Tem grande credibilidade com a comunidade pelos projetos que desenvolve e pelos prêmios conquistados em seus 57 anos de trabalho social e cultural no município de Embu-Guaçu. · 2007 Projeto “Ler é viver, pensar e interagir” de incentivo a leitura, contemplado pelo Itaú Fies · 2009 Projeto “Aprender e Semear, viver e Cultivar” contemplado pela Secretaria de Estado de Cultura, nos tornando o único ponto de cultura do município; · 2009 fomos semifinalistas do Prêmio Itaú Fies com o projeto “Semeadores do Futuro”. · 2010 Projeto Ação Educativa (reforço escolar) contemplado pelo Instituto HSBC. · 2011 recebemos o Prêmio Hottary Club reconhecimento social do município e desenvolvimento do projeto de leitura; · 2013 fomos semifinalistas do Prêmio Itaú Fies com o Projeto Reciclagem do Som - Transformando Sucata em Música. · 2015 fomos Vencedor Regional da 11º Edição do Prêmio Itaú-Unicef em parceria com a escola Estadual Paschoal Carlos Magno com o Projeto Entre o Sonho e a Realidade. · 2016 Projeto “Profissionalização em Rede” aprovado pelo CONDECA – Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente. · 2016 Projeto “Entre o Sonho e a Realidade” aprovado pelo Itaú Social no edital de apoio ao Fundo da Infância e da Adolescência. · 2017 Projeto Instrumentando aprovado pelo PROAC- ICMS · 2017 - Construindo Olhares - Vencedor Regional da 12º Edição do Prêmio Itaú-Unicef com a E.E Leonice A. Oliveira · 2017 - Teia Cultura - FUNCAD · 2018 - Construindo e Fortalecendo Olhares - Semifinalista 13º Edição do Prêmio Itaú-Unicef. · 2018 - Alimentação café da tarde - Arautos do Evangelho · 2018 - Aprender e semear, viver e cultivar - Edital 49/2018 de Chamamento e Seleção para Premiação de Iniciativas da “Rede de Pontos de Cultura da Política Nacional de Cultura Viva no Estado de São Paulo · 2019- Preparação e inserção ao mercado de trabalho - aprovado Enel · 2019 - Alimentação almoço - aprovado Arautos do Evangelho · 2019 - Projeto Crê- ser - aprovado Furnas (compras de brinquedos educativos) · 2019 - Comunidade Educativa, educação integral e a garantia de direitos - aprovado pelo Itaú Social no edital de apoio ao Fundo da Infância e da Adolescência. · 2020 - Comunidade Educativa (Cestas básicas) · 2023 - Kit Cultural audiovisual · 2024 - Fortalecendo nossos vínculos: histórias de Embu-Guaçu Fundação Beneficente Elijass Gliksmanis · 2024 - Um olhar para consciência - edital municipal de chamamento Público Política Nacional Aldir Blanc de fomento à Cultura - PNAB
Mês 1: Introdução à Capoeira Objetivo: Apresentar a capoeira, seus fundamentos e história. Atividades: · Explicação sobre as raízes da capoeira e suas influências culturais. · Cultura afro-brasileira e a histórica resistência dos negros no Brasil · Ensino dos primeiros movimentos básicos: ginga, esquiva, golpe de meia-lua. · Prática de música: toques básicos de berimbau. · Dinâmicas para familiarizar com o ritmo e os movimentos. Mês 2: Fundamentos e Coordenação Motora Objetivo: Trabalhar a coordenação e aprimorar os movimentos básicos. Atividades: · Prática de ginga e movimentos básicos (armada, chapa). · Treinamento de flexibilidade e equilíbrio. · Jogos para desenvolver a coordenação motora e a agilidade. · Introdução aos nomes e funções dos instrumentos na roda de capoeira. Mês 3: Movimentos de Defesa e Ataque Objetivo: Introduzir as técnicas de ataque e defesa. Atividades: · Ensino de esquivas e contra-ataques. · Prática de combinações de movimentos: ginga com esquiva e golpe. · Simulação de "jogo" com parceiros. · Exploração de ritmos e variações na música (berimbau, pandeiro, atabaque). Mês 4: Aprofundamento na Música e Canto Objetivo: Desenvolver a musicalidade e o canto dentro da capoeira. Atividades: · Aprendizagem dos toques do berimbau (Angola, São Bento Grande, Iúna). · Iniciação ao canto e aos nomes dos pontos de capoeira. · Prática de rodas de capoeira com música ao vivo. · Trabalhar a interação entre os movimentos e os cantos. Mês 5: Capoeira Angola e Regional Objetivo: Apresentar os estilos de capoeira: Angola e Regional. Atividades: · Diferenças entre os estilos e suas características (movimentos, músicas, filosofias). · Prática de movimentos típicos de cada estilo. · Jogos específicos para cada estilo de capoeira. · Estudo sobre as figuras históricas e mestres de cada estilo. Mês 6: Introdução ao Maculelê Objetivo: Apresentar o maculelê e sua conexão com a capoeira. Atividades: · História do Maculelê: Explicar a origem da prática, sua relação com a resistência e com a capoeira. · Demonstração básica: Mostrar como é a movimentação do maculelê, a postura e o uso dos bastões. · Ensinar a batida do bastão: Começar a ensinar os movimentos básicos, como bater os bastões no chão ou no ar, criando o ritmo. · Ensaios da apresentação de maculelê Mês 7: Introdução à Puxada de Rede Objetivo: Apresentar o conceito e a importância da puxada de rede dentro da capoeira e da cultura afro-brasileira. Atividades: · História da puxada de rede: Explicar o significado da puxada de rede, sua relação com as comunidades tradicionais e a capoeira. · Relação com a cultura popular: Mostrar como a puxada de rede se conecta com rituais de trabalho, celebrações e momentos de união. · Demonstração prática: Mostrar como deve ser realizada a atividade, com ênfase no trabalho coletivo e no ritmo. · Ensaios da apresentação puxada de rede Mês 8: Aprofundamento nos Movimentos de Jogo Objetivo: Explorar a dinâmica do jogo de capoeira. Atividades: · Jogo livre entre os participantes (trocando constantemente de parceiro). · Estudo de "trapaças" e estratégias no jogo. · Discussão sobre a ética e a filosofia do jogo de capoeira. · Prática de improvisação dentro da roda. · Realização de roda de capoeira na praça pública Mês 9: Introdução e Contextualização O navio Negreiro Objetivo: Preparar os participantes para a importância cultural e histórica de "O Navio Negreiro". Atividades: · Explicar o contexto histórico e social da obra "O Navio Negreiro", abordando o sofrimento dos negros durante a travessia do Atlântico e o impacto dessa história na cultura afro-brasileira. · Leitura e interpretação do poema de Castro Alves, destacando passagens chave que podem ser representadas através da capoeira. · Refletir com os alunos sobre a relação da capoeira com a resistência e luta contra a escravidão, ligando a luta de capoeira com a resistência descrita no poema. · Preparação e ensaios do espetáculo O navio Negreiro Mês 10: Defesa Pessoal e Capoeira no Contexto Atual Objetivo: Utilizar a capoeira como ferramenta de defesa pessoal e prática social. Atividades: · Treinamento de movimentos de defesa pessoal usando técnicas de capoeira. · Discussão sobre o papel social da capoeira em diversas comunidades. · Prática de jogos com aplicação de técnicas de capoeira em situações de defesa. · Dinâmicas para estimular a confiança e o trabalho em grupo. · Realização de roda de capoeira na praça pública Mês 11: Apresentação de maculelê e puxada de rede Objetivo: Preparar os alunos para uma apresentação nas escolas públicas Atividades: · Apresentação de puxada de rede e maculelê em 2 escolas pública do município · Ensaios do espetáculo O navio negreiro. Mês 12: Apresentação do espetáculo “O Navio Negreiro” Objetivo: Realizar um espetáculo gratuito para comunidade como fechamento do projeto Atividades: - Realização de espetáculo cultural “O navio negreiro” aberto para toda comunidade - Avaliação do desenvolvimento das crianças e adolescentes no projeto
Considerando a relevância cultural e social do projeto apresentado, dadas as suas características de: ACESSIBILIDADE FÍSICA: A organização tem seu espaço adaptado para a acessibilidade com corrimãos e barras laterais, banheiros adaptados para deficientes e rampas de acesso para portadores de necessidades especiais, mobilidade reduzida e cadeirantes e piso antiderrapante. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: O projeto contará com um interprete em libras nas apresentações contribuindo para a acessibilidade de conteúdo às pessoas que possuem deficiência auditiva, e audiodescrição para aqueles que possuem deficiência visual.
De acordo com o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania o projeto também adotará como democratização de acesso, os seguintes incisos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
O Movimento Renovador Paulo VI tem como presidente Maria Vani Pedroso de Oliveira que atua na organização há 38 anos acompanhando o desenvolvimento de diversos projetos que foram realizados durante os anos. No projeto Raízes da capoeira que desenvolverá oficinas de capoeira para crianças e adolescentes, Maria Vani será a articuladora de parceria em rede com o CRAS, CMDCA, Secretária da cultura, Secretaria da educação e os diretores das escolas pública, para a realização de apresentações e encaminhamento das crianças e adolescentes para o projeto. Além de acompanhar o desenvolvimento do projeto e estreitar a parceria realização das apresentações e rodas abertas nos espaços público ela também será a responsável técnica-financeira para que todo recurso destinado ao projeto seja utilizados de maneira responsável e eficiente. Nome completo: Samuel Manoel da Costa Função no projeto: Educador de capoeira Currículo resumido: Professor de capoeira, Produtor cultural Sonoplastia de Cia de teatro e dança Professor de percussão brasileira Educador de cultura popular. Formação: Licenciatura plena em Educação Física 2007 - (UNIB) -Universidade Ibirapuera Bacharel em Educação Física 2008- (UNIB) -Universidade Ibirapuera Formação extracurricular: Comunicação e Expressão 2006 - (PMESP) Defesa pessoal e Primeiros Socorros 2006 - (PMESP) Curso de Movimentação de Capoeira Angola 2007- Grupo Caifazes Capoeira - Companhia Athletica Curso de Capoeira e vivências culturais 2009- Grupo Caifazes Capoeira Curso de Capoeira Educativa 2012- Instituto Brincante Prevenções e Lesões no Esporte 2013- (ADCM - Professor Sidney / Educador físico e ex atleta). Congressos e palestras: Oficina de Expressão Corporal, Panelafro 2006 - 2007 Baração Cultural Capoeira: passado, presente e perspectivas futuras 2007 - Grupo Caifazes Capoeira Congresso agilidade e velocidade em criança praticantes e não praticantes de capoeira 31° Simpósio Internacional de Ciência do esporte (CELAFISCS XIII Clínica de Capoeira 2012- CEPEUSP Formação de educadores culturais 2013 - Ação Comunitária Formação de danças brasileiras 2016- Cia Brasílica Musicalidade brasileira 2017- Cia Brasílica. Nome completo: Elisangela Campos Função no projeto: Coordenadora Currículo resumido: Musicista por paixão, Pedagoga de formação, especialização em Coordenação Pedagógica e Supervisão Escolar, em curso para a Música e Cognição, Educação Especial e Inclusiva e Gestão de Projetos Sociais. Inserida na vivência da música desde os 9 anos de idade, com curso para leitura de partituras musicais e práticas de instrumentos de sopro como: saxofone, fagote, requinta e clarineta, tocando em bandas marciais e sinfônica, orquestra filarmônica, canto coral e popular. Atuante como Educadora Musical há 12 anos, mesclando entre prática instrumental, musicalização e teoria musical. Trabalhos desempenhados em escola de música, escolas particulares nos seguimentos do Ensino da Educação Infantil, Ensino Fundamental I – Anos Iniciais e Ensino Fundamental I I – Anos Finais, Projeto Mais Educação do Ministério da Educação – Governo Federal, Projetos Sociais na área musical em alcance de crianças no risco de vulnerabilidade Formação: Graduação: Pedagogia - 2018 - Universidade Paulista – UNIP Pós-graduação: Coordenação Educacional e Supervisão Escolar 2021 - FAVENI Música e Cognição - Cursando 2024 FASUL Educação Especial e Inclusiva - Cursando - 2024 - FASUL Gestão de Projetos sociais - Cursando 2024- FASUL
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.