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Publicação de um livro de arte sobre o pintor, desenhista, ilustrador, fotógrafo e publicitário Sepp Baendereck (1920-1988). O artista registrou como poucos as paisagens e os habitantes da região amazônica e foi pioneiro na abordagem da temática ambiental na produção de suas pinturas e desenhos. Sepp lançou as bases conceituais para uma nova consciência ambiental pela via artística ainda nos anos de 1980. O projeto será desenvolvido com uma concepção gráfica diferenciada, com reproduções de alta qualidade em edições de capa dura. A tiragem será de 1.000 exemplares.
1 - Publicação de um livro de arte sobre o pintor, desenhista, ilustrador, fotógrafo e publicitário Sepp Baendereck (1920-1988). O artista registrou como poucos as paisagens e os habitantes da região amazônica e foi pioneiro na abordagem da temática ambiental na produção de suas pinturas e desenhos. Sepp lançou as bases conceituais para uma nova consciência ambiental pela via artística ainda nos anos de 1980. O projeto será desenvolvido com uma concepção gráfica diferenciada, com reproduções de alta qualidade em edições de capa dura. A tiragem será de 1.000 exemplares. Classificação etária: livre.
Objetivo Geral: Divulgar a obra de Sepp Baendereck, artista precursor na abordagem da temática ambiental em suas obras e que - como publicitário e artista plástico de sucesso durante os anos 1970 e 1980 - vivenciou o início do movimento ecológico global. Sua obra é atemporal, principalmente no que diz respeito à preservação ambiental, às riquezas naturais do Brasil e aos povos originários. Portanto, o livro pretende provocar a necessária discussão sobre esses temas fundamentais para o Brasil atual. Objetivos específicos: - Publicar um livro de arte sobre o artista plástico Sepp Baendereck com texto crítico, cronologia, fortuna crítica e cerca de 150 fotos de suas obras para atender mais de 1000 pessoas, considerando a expansão de leitura de cada volume. - Proporcionar o acesso do grande público à importante obra do artista Sepp Baendereck que lançou as bases conceituais para uma nova consciência ambiental pela via artística. O projeto disponibilizará 30% da tiragem do livro (300 unidades) de forma gratuita em bibliotecas, museus, instituições públicas e pontos de cultura permitindo maior acesso ao público em geral em diversas regiões do país. Contrapartida: - Será realizada 1 palestra sobre o artista, oferecendo de forma gratuita interpretações e reflexões distintas a respeito da obra de Sepp Baendereck. O público será de cerca de 100 pessoas. A palestra terá o acompanhamento de um intérprete de LIBRAS e também de um mediador (pedagogo especializado no atendimento do público com deficiência intelectual). A palestra se destina a estudantes do ensino médio de escola pública e alunos de ONGs dedicadas ao ensino artístico. O agendamento e a definição das escolas/ONGs participantes serão realizados oportunamente.
Através do fomento cultural por meio de leis de incentivo à cultura é possível viabilizar debates importantes do atual contexto social e permitir que projetos culturais alcancem o público em geral ampliando as percepções de mundo através da arte e da cultura. O projeto do livro "Sepp Baendereck" atende o Art. 1: da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Para cumprimento das finalidades do Art. 30 temos: II _ Fomento, produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; A obra de Sepp Baendereck aborda e discute temas muito atuais e relevantes como os povos originários e a necessária preservação do meio ambiente. A partir do início dos anos 1970, o artista realizou inúmeras viagens à Amazônia, em companhia de Frans Krajcberg (1921) e do crítico Pierre Restany (1930-2003), percorrendo os rios Purus, Solimões e Negro. Dessa experiência surgiu o Manifesto do Rio Negro - Naturalismo Integral. Esse manifesto deseja lançar as bases conceituais para uma nova consciência ambiental e existencial, que seria o naturalismo integral. A ideia é que a arte, assim como a visão ambiental do ser humano, seja destituída da busca pelo poder, em qualquer âmbito, para encontrar uma nova sensibilidade aguçada, livre de julgamentos e diretamente ligada à percepção. Pioneiro na abordagem da questão ambiental pela via artística, Sepp organizou, em 1986, a exposição Brasil Natureza Morta, em São Paulo. Nesta ocasião, mostrou desenhos cujo tema é a destruição da floresta amazônica. Obras como Dantesca (1986), Apocalíptica (1986) e Catastrófica (1985) falam das queimadas que o artista testemunhou em suas expedições. São temas importantíssimos e cada vez mais presentes na agenda nacional e internacional.
Não se aplica, todas as informações relevantes foram devidamente fornecidas.
LIVRO Tamanho fechado: 230x280 mm Tamanho aberto: 460x280mm Capa dura (4 x 1 cor) Miolo impresso em couché fosco 150g, 4 x 4 cores, laminação fosca, 200 páginas + guardas Tiragem: 1000 exemplares
PRODUTO: Livro I - ACESSIBILIDADE FÍSICA NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local do lançamento do livro será cuidadosamente escolhido para garantir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida e pessoas idosas e que também ofereçam: rampas de acesso, sinalização para deficientes visuais nas áreas de circulação interna e externa e banheiros acessíveis. II - ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEPUDO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL, INTELECTUAL E AUDITIVA, PSICOSSOCIAL OU MÚLTIPLA): a) O livro terá um QR Code com a audiodescrição (e que inclui tradução em LIBRAS) das obras reproduzidas na publicação. b) No lançamento do livro haverá um intérprete de LIBRAS e também um psicopedagogo especializado no atendimento a pessoas com deficiência intelectual. III – ASPECTO COMUNICACIONAL E DIVULGAÇÃO Visando garantir a acessibilidade às pessoas autistas e às pessoas com deficiência (intelectual, física, auditiva, visual, psicossocial ou múltipla) produziremos um flyer com um breve resumo do livro em linguagem mais simples e didática para atender as principais necessidades especiais.
O projeto disponibilizará 30% da produção do livro de forma gratuita em bibliotecas, museus e instituições públicas e privadas – devidamente identificados - permitindo maior acesso ao público em geral. Distribuição * Proponente 30% (300 exemplares), sendo: 20% (200 exemplares) destinados à venda no valor estipulado de R$ 120,00 (duzentos reais); 10% (100 exemplares) destinados à equipe de produção, arquivo do proponente e distribuição pessoal. Em substituição à venda de 20% da tiragem a preços populares, propomos a doação desses 200 exemplares aos participantes da palestra e à instituição que receber essa ação educativa. * Distribuição Gratuita 50% (500 exemplares), sendo: 10% (100 exemplares) destinados Divulgação; 10% (100 exemplares) destinados ao Patrocinador; 30% (300 exemplares) destinados a Bibliotecas Públicas, Museus e Pontos de Cultura. Das Medidas de Ampliação de Acesso Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;
COORDENAÇÃO GERAL A Cult Arte e Comunicação (www.cultarte.com.br) atua há 20 anos nas áreas de desenvolvimento de projetos culturais. Sua principal expertise é a produção executiva de exposições de artes visuais, livros de arte e apresentações musicais. Principais Realizações Culturais - Exposição e lançamento do livro de Juan Esteves – Campos Elíseos – história e imagens - Complexo Cultural Porto Seguro – São Paulo/SP - Tarsila do Amaral - Percurso Afetivo (CCBB Rio de Janeiro) - Anita Malfatti – 120 anos de nascimento (CCBB-DF e CCBB Rio) - 100 anos de Iberê (livro de arte) - Marcello Grassmann – Sombras e Sortilégios (Caixa Cultural de Salvador e Rio de Janeiro) - Goeldi – Soturno Caminhante (Espaço Cultural dos Correios – Fortaleza) - Tomie Gráfica (SESC Araraquara) - Niobe Xandó - Mostra Antológica (Museu Oscar Niemeyer) - Tarsila do Amaral - Percurso Afetivo (Museu Oscar Niemeyer) - O Jardim Monumental de Burle Marx (Santander Cultural/SP) PROJETO GRÁFICO: Regina Cassimiro Designer gráfica especializada em mídia impressa e com grande experiência em livros de arte, catálogos e projetos para cultura e educação. Licenciada em Educação Artística, pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo em 1990, trabalhou em agências de publicidade, estúdios de design e também com cenografia para teatro e exposições. No ano 2000 começou a trabalhar com livros de arte e em 2001 criou sua empresa, a Catavento Design Gráfico, que teve sede por 10 anos no bairro de Pinheiros (São Paulo). Em 2012 viveu em Madri, onde trabalhou com o artista Juan Genovés, e produziu o livro e demais peças gráficas para a sua exposição Crowds, em Valência. Atualmente trabalha em home-office, e forma equipes de acordo com as necessidades de cada projeto. Trabalhos premiados - Livro “Brecheret e a Escola de Paris” – 2º lugar na categoria Artes do prêmio Jabuti 2012 - Livro “Brecheret – A Linguagem das Formas” – Prêmio Sérgio Milliet da Associação Brasileira dos Críticos de Arte, 2007 - Livro “Brasilessência – A Cultura do Perfume” – Certificado ao Mérito, Premier Print Awards 2002 e Prêmio Fernando Pini de Excelência Gráfica, 2002 - Sacola “Luxepack Brasil” – Prêmio Fernando Pini de Excelência Gráfica, 2002 - Calendário “P&O Nedlloyd – Peixes” – Prêmio Fernando Pini de Excelência Gráfica, 2002 O ARTISTA: Sepp Baendereck (Uzice, Iugoslávia, atual Sérvia e Montenegro 1920 - São Paulo SP 1988). Nasce em Odžaci (antiga Iugoslávia) em 9 de outubro de 1920. Estuda na Universidade de Belgrado, na Universidade de Berlim e na escola de Belas Artes de Zagreb, até 1945. Refugiado na Áustria ao final da guerra, integra o grupo Sezession e ensina desenho na Escola de Ofícios de Graz. Em 1948 emigra para o Brasil e começa a trabalhar no Rio de Janeiro, em uma empresa de cartazes. Faz amizades com artistas, entre os quais Portinari, Djanira, Henrique Boese, Santa Rosa e Thiago de Mello. Realiza a primeira exposição individual no Ministério da Educação do Rio em 1951 e começa a participar de salões, bienais, etc. Abre um ateliê de desenhos publicitários com Ulisses Alvares Arce e em 1957 funda a Denison Propaganda S/A. Em 1959, muda-se para São Paulo. Realizou 25 exposições individuais, em galerias e museus do Brasil e do mundo, destacando-se a retrospectiva "25 anos de Pintura", nos museus de Arte Moderna de São Paulo e Rio em 1970 e 1971 e, a série "Brasil: Terra & Gente", no Museu de Arte de São Paulo e na Petite Galerie do Rio, em 1976. Em outubro de 1977 expõe "Novas Notícias do Brasil" na Galeria Global, após uma viagem pelo Alto Solimões. Participou de mais de 30 mostras coletivas, bienais e salões. À partir de 1974 inicia expedições pela região amazônica. Em 1978 Sepp promove expedições pelos rios Purus, Solimões e Negro, em companhia de Frans Kracjberg e Pierre Restany, ao final das quais nasce o texto de Pierre Restany "O Manifesto do Rio Negro - Naturalismo Integral ". Em 1979 os três apresentam o Manifesto do Rio Negro no Museu Beaubourg (Centre George Pompidou) de Paris em conferência e apresentação do filme documentário "Viagem ao Naturalismo Integral". Estas apresentações foram feitas também em Milão, Casablanca, Vienna, Tóquio, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Curitiba e na Universidade de Columbia em Nova York. Em 1980 Sepp e Frans Kracjberg realizam uma expedição amazônica pelos rios Amazonas, Tapajós, Solimões e Jutaí e em 1981 expõe imagens da Amazônia na Galeria São Paulo . A partir de 1981 viaja pelo pantanal e mostra desenhos da fauna e flora pantaneira na galeria S. Sassoun, em São Paulo. Nos anos de 1984 e 1985, em companhia do poeta João Carlos Meirelles e de Franz Krajcberg, viaja para o norte do Mato Grosso, região dos Rios Juruena e Aripuanã. Nesta área onde se desenvolve um grande projeto de colonização, Cotriguaçu, Sepp documenta a progressiva destruição da selva amazônica e decide mostrar estas imagens em desenhos de grande formato sobre papel. Expõe no Teatro Amazonas em Manaus em 1985, doando as obras vendidas ao INPA - Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia, Projeto Peixe-Boi para ajudar a construção do Centro de Pesquisas de Mamíferos Aquáticos. Em 1986 expõe "Brasil Natureza Morta" com desenhos e fotos de queimadas na Galeria Paulo Figueiredo em São Paulo. Após uma breve pausa em 1987 ele passa a pintar flores, numa profusão de cores na mais perfeita forma da exuberância e explosão de vida e realiza a exposição intitulada "Natureza Viva" na Galeria Múltipla.
PROJETO ARQUIVADO.