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Série de concertos e vídeos idealizados pelo pianista e compositor Fábio Caramuru, apresentando convidados como instrumentistas, cantores, conjuntos instrumentais e corais, em diversas cidades das cinco regiões do Brasil.
Contrapartidas sociais O projeto contará com intercâmbios e discussões, no mínimo uma ação por cidade, com estudantes de escolas euniversidades públicas, organizados por artistas participantes do projeto.A iniciativa também propõe oficinas e/ou palestras para jovens estudantes de música e para o público em geral, a respeito doprojeto EcoMúsica, dos repertórios abordados, bem como a respeito da importância da preservação do meio ambiente. O roteiro musical propriamente será definido ao longo da fase de pré-produção, conforme a valor a ser efetivamente captado.
Objetivo geral - Trata-se de uma série de eventos bastante abrangente que irá promover uma série musical com diversos artistas, realizando um repertório diversificado. Objetivo específico - O projeto terá como protagonista o pianista e compositor Fábio Caramuru, as cantoras Vânia Bastos e Francine Lobo, o pianista Marco Bernardo, um contrabaixista, um flautista, um percussionist, violoncelista Ricardo Fukuda, grupo coral liderado pela regente Regina Kinjo e, eventualmente outras atrações e artistas de sólida formação. As apresentações irão percorrer as cinco regiões brasileiras. Os artistas poderão ser alterados conforme a isponibilidade no momento dos eventos. O roteiro musical trará composições representativas do repertório brasileiro e internacional. O projeto contará com a gravação de vídeos artísticos com os participantes.
Justifica-se pela relevância de seus ojetivos descritos acima, bem como pela abrangência temática e abrangência geográfica de sua realização. É importante também salientar seu forte caráter educativo e informativo, levando a diversos locais do país uma manifestação musical pouco conhecida do grande público, pomovendo a conscientização paraa preservação da natreza. O projeto exige uma grande logística e não tem caráter comercial, dedicando-se a temáticas ainda pouco abordadas no país, características que exigem o incentivo fiscal para sua concretização Por ser planejado para ocorrer em diferentes estados do país, com o projeto se buscará firmar parcerias com prefeituras e governos estaduais, ampliando o alcance e a divulgação da iniciativa. Também serão contatadas instituições musicais locais, além de instituições voltadas para a preservação do meio ambiente. Tais parcerias buscarão ampliar a relevância do projeto, bem como gerar futuros desdobramentos para novas edições. É importante salientar que em 2025 o Brasil sediará, na cidade de Belém, Pará, a COP 30, importante evento que tem como foco as mudanças climáticas no planeta, e um projeto como esse tem um grande potencial de adquirir ainda mais destaque diante desse importante fórum, que trará autoridades, jornalistas e personalidades dos mais variados países.
O projeto contará com grande participação de dos(as) mais variados profissionais, de diversos estados brasileiros.Será necessário contratar técnicos locais, iluminação, sonorização, profissionais de projeção, fotógrafos(as) locais,artistas de orquestras e coros, parcerias com instituições etc. Nos programas impressos do projeto haverá a orientação: "Preserve a natureza. Recicle." O projeto acontecerá em todas as regiões do país: Norte . Nordeste . Sudeste . Sul . Centro-Oeste O projeto possui particpantes integrantes de grupos sub-representados: Pessoas com deficiência . Pessoas do segmento LGBTQIAPN+ Pessoas negras . Pessoas oriundas de povos indígenas . O projeto tem temática (escopo principal) voltada para integrante de grupos sub-representados: Comunidades tradicionais / Terreiros / Quilombolas . Mulheres . Pessoas negras . Pessoas oriundas de povos indígenas
Os espaços escolhidos para realização do projeto são os mais importantes teatros de capitais brasileiras de todas asregiões do Brasil. Tais espaços foram escolhidos para garantir o acesso a pessoas com dificuldades de locomoção(deficientes, idosos, grávidas), priorizando-se locais com vagas de estacionamento para pessoas com necessidadesespeciais, com rampas de acesso para cadeirantes, e equipes treinada para orientar o acesso a pessoas comdeficiência visual, para que cheguem aos seus assentos e consigam aproveitar as apresentações. Os espaços possuembanheiros adaptados para pessoas com necessidades especiais.Para os eventos musicais serão elaborados programas impressos, com linguagem acessível. As páginas serãopreferencialmente claras, com fontes escuras e dimensões apropriadas, com o intuito de facilitar a leitura.Alguns dos produtos do projeto serão vídeos e documentários que poderão ser acessados por deficientes visuais. Nadescrição do material haverá textos explicativos, com linguagem simples e acessível, detalhando o contexto em queas obras foram realizadas, além de apresentar resumos do conteúdo dos vídeos.Em seguida, os conteúdos dos vídeos serão descritos textualmente da esquerda para a direita e de cima para baixo,mencionando, cores, imagens e cenas. Os principais elementos dos vídeos serão explicados textualmente,localizando as cenas geograficamente e apresentando detalhes relevantes. As principais características musicais dosvídeos também serão explicitadas, bem como informações sobre os(as) artistas participantes.Parte do material audiovisual gerado para o projeto contará com intérprete em libra
O projeto terá o protagonismo de artistas de diversas etinias, contratará profissionais LGBQIAP+, mulheres ehomens, sem distinção de faixa etária ou classe social. O projeto contará com grande participação de mulheres, artistas representantes de grupos afro-brasileiros, além decontemplar integrantes que fazem parte da comunidade LGBTQIAPN+. As pessoas que participarão da iniciativaserão provenientes das mais variadas regiões do Brasil. O projeto tem um forte caráter empreendedor, por unir, em uma única iniciativa importantes músicos, gerando eventos culturais incomuns emodos promissores de se formar parcerias entre grupos bem diversificados.
Direção Artística e composição - Fábio Caramuru Cantoras - Vânia Bastos e Francine Lobo Pianistas e arranjadores - Fábio Caramuru e Marco Bernardo Violonistas - Ronaldo Rayol e Daniel Murray Violoncelista - Ricardo Fukuda Percussionista - Edsno Ghilardi Contrabaixista - Tiê Pereira Grupo coral liderado por Regina Kinjo Direção de filmagem - Otavio Dias Coordenação de Produção - Alexandre BarrosO projeto contará também com Equipes dos Teatro locais, em cada uma das cidades brasileiras e Equipes locais deprodução Assessoria de Imprensa: Lúcio Nunes + equipe de assistentes Aline Alves - Atriz e responsável para acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva Rodrigo Fernandes (MG) - Produtor executivo Principais artistas participantes do projeto: Fábio Caramuru é um pianista, compositor e produtor brasileiro conhecido por sua versatilidade e diversidade deperformances artísticas. Recebeu uma bolsa do governo francês para se especializar com a pianista Magda Tagliaferro(1893-1986). Caramuru se apresenta regularmente como solista e com orquestras em importantes salas de concerto emtodo o mundo. Nos últimos anos, tem se dedicado especialmente ao trabalho de Tom Jobim e a seu próprio projeto,EcoMúsica, que vem desenvolvendo desde 2013. Vânia Bastos Em 1992, lança o disco Vânia Bastos Canta Caetano, que foi sucesso de crítica e público. Em maio de 1997, lançou o álbum Diversões Não-Eletrônicas, uma homenagem à figura do maestro-arranjador. Em maio de 1999, lançou o CD Belas e Feras, só com canções de compositoras brasileiras, como Adriana Calcanhotto, Fátima Guedes, Baby do Brasil, Rita Lee, Dona Ivone Lara, Ângela Ro Ro, Marina Lima, Lucina, Joyce e Zélia Duncan. Em 2010, a artista lançou o trabalho Na Boca do Lobo, álbum totalmente dedicado à obra de Edu Lobo.[5] Ronaldo Rayol foi o diretor musical, arranjador e violonista deste álbum, que contou também com a participação do próprio Edu Lobo. Em 2016, Vânia Bastos lançou o singular disco Concerto para Pixinguinha, com arranjos do maestro Marcos Paiva.O disco foi elogiadíssimo pela crítica especializada de todo Brasil. Disco destaque de 2016. Vencedor do Prêmio Profissionais da Música em 2017. Em 2022, apresentou a turnê “Superbacana”, uma visita de Vânia à sua trajetória de mais de 30 anos de carreira. Francine Lobo Formou-se no curso técnico de canto lírico na Escola de Música de Brasília. Apresentou diversos Shows no Teatro Nacional e outras casas de show, ao lado de artistas como Claudio Nucci e Leila Pinheiro. Em São Paulo atuou como integrante do coro da OSESP por seis anos. Durante sua trajetória atuou como cantora e atriz em consagradas montagens de musicais da Broadway, no Brasil, como A Bela e a Fera, Cats e O Fantasma da Ópera, todos em cartaz no Teatro Renault, além de montagens de espetáculos de Teatro Musical Brasileiros. É licenciada em música pela Universidade Claretiano, possui especialização em Educação Musical Waldorf - Antropomúsica pela Faculdade Rudolf Steiner. Atualmente cursa na UNIABEU pós-graduação em Psicomotricidade e Artes, é preparadora vocal nos cursos de Teatro Musical no Instituto de Artes Luana Lopes e Sociedade HÍpica de Campinas, onde também é atriz no espetáculo apresentado no Teatro Municipal Castro Mendes de Campinas. Marco Bernardo Natural de São Paulo, capital, nasceu em uma família de talentosos músicos pelo ramo paterno, que muito o influenciaram: seu tio Ciccillo (Francisco Bernardo) foi violinista-spalla das orquestras Sinfônica Brasileira (OSB) e da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, além de músico requisitado em importantes gravações nas décadas de 40 a 60. Já seu tio Arthur Bernardo foi violonista, vocalista, compositor e um dos fundadores do célebre conjunto vocal-instrumental Demônios da Garoa. Estudou piano com os professores Rosa Lourdes Civile Melitto, Lourdes França, Gilberto Tinetti e Lina Pires de Campos. É diplomado em Licenciatura em Educação Artística com Habilitação em Música pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Daniel Murray Considerado um dos mais talentosos violonistas brasileiros de sua geração, Daniel Murray desenvolve ativa carreira como intérprete e compositor, apresentando-se no Brasil, America Latina e Europa desde 1998. A conquista de seu primeiro prêmio, no “Concours International de Guitarre de Trédez-Locquémeau” - Bretanha – França, aos 14 anos de idade, marca o início de sua carreira. Sua discografia é composta por onze álbuns, cinco dos quais dedicados ao violão solo. Seu primeiro trabalho, gravado em 2008 – “Universos Sonoros para Violão e Tape”, foi realizado através do prêmio Petrobrás Cultural. Depois, seguiram-se “Tom Jobim para Violão Solo” e “Autoral”, ambos produzidos por Paulo Belinatti, “Universos em Expansão”, dedicado à música erudita contemporânea, além de trabalhos gravados como integrante do Duo Saraiva-Murray, Trio Opus 12, Quarteto Tau e Núcleo Hespérides. Ronaldo Rayol Começou a carreira artística em fins dos anos 1960 apresentando-se em festas e bailes. Em 1970 gravou um compacto simples pela Copacabana. No ano seguinte, ficou em primeiro lugar no Festival da TV Record de São Paulo com a música “Rumo certo”, apresentada em companhia dos irmãos Agnaldo e Reinaldo. Entre 1972 e 1978 acompanhou o irmão Agnaldo em apresentações por todo o Brasil. Em 1981 participou do Festival MPB Shel da TV Globo com a música “Canto chão”. No mesmo ano laçou um compacto simples pela CBS com as músicas “Canto chão” e “Menino”, ambas de sua autoria. Produziu discos de Agnaldo Rayol, Antônio Carlos e Jocafi e Dinho Nascimento. Acompanhou como instrumentista, Cláudia Teles, Peninha, Wilson Simonal, Zé Kéti, Dinho Nascimento e outros. Tiê Pereira Um dos principais músicos da cena instrumental de Santa Catarina na atualidade, o baixista Tiê Pereira está por trás de alguns projetos de referência em todo o Estado, como o Sexta Jazz AF e o Hoje é Dia de Jazz Bebê - que neste ano não teve nenhuma edição, em razão da pandemia. Embora sempre "na cozinha", como se diz no meio musical, Tiê é um dos artistas mais atuantes justamente porque é figura essencial em diferentes formações, seja tocando baixo acústico ou elétrico.Ao longo da carreira - que se consolidou inclusive na Holanda, onde ele se formou no Conservatório Holandês de Rotterdam -, o músico participou de trios, quartetos e outras formações: Coletivo T.A.E., Soulvenir e Moods, entre outras. Regina Kinjo, regente coral Regente coral, atualmente professora do Coral Infantojuvenil na Escola Municipal de Música de São Paulo, Coral do Colégio Oshiman, Regente do Coral Infantil no projeto AMIS e grupo vocal Madrigal “Sempre en Canto” desde sua formação. REGINA KINJO é natural de São Caetano do Sul -SP, graduada em Educação Artística pela Faculdade Marcelo Tupinambá. Já trabalhou em diversos projetos e instituições como: Projeto Guri, ULM-Emesp Tom Jobim- Santa Marcelina, Meninos do Morumbi, Instituto Baccarelli e Coral Vozes da Infância em João Pessoa na Paraíba. Com experiência diversificada na área musical, ministrou aulas de Canto Coral Infantil e Infanto Juvenil no Festival de Inverno de Campos do Jordão e Regência Coral Infanto-Juvenil na Oficina de Música de Curitiba, Coral Infantil e Adulto no Festival de Artes de Itu, Festival de Artes em Bragança Paulista, Festival Música nas Montanhas (Poços de Caldas-MG) e Festival Internacional Música na Serra em Santa Catarina, além de Workshops diversos Ricardo Fukuda Ricardo Fukuda, violoncelo Iniciou seus estudos musicais aos 7 anos de idade, inicialmente com o violino, sendo orientado pelo seu tio Yoshitame Fukuda e mais tarde com Erich Lehninger. Logo após opta por começar seus estudos no violoncelo com Zygmunt Kubala na Escola Municipal de Música, prosseguindo-os com Watson Clis e aperfeiçoando-se com Jed Barahal, Richard Markson e David Chew. Estudou musica de Câmara com Walter Bianchi, Chaim Taub (Israel) e Quarteto Takcs (Hungria). Foi semi–finalista no Concurso Eldorado de musica, indicado para bolsa na Academia da Filarmônica de Berlin (Fundação Karajan) também foi vencedor do concurso jovem solista da Orquestra Sinfônica do Estado. Realizou vários recitais em São Paulo e no interior, tanto solos como em musica de câmara com o Quarteto Fukuda. Integrou a Camerata Fukuda, Orquestra Crescendo, Orquestra Nova Sinfonieta. Membro da Bachianas Chamber com quem fez o concerto de abertura da temporada do Carnegie Hall em Nova York (2007- 2008) e também no Lincoln Center nos anos seguintes, é o chefe do naipe de cellos da Bachiana Filarmônica-Sesi SP
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.