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O projeto é a circulação por sete cidades do Nordeste e duas no Norte do Brasil do espetáculo "Traidor", com texto e direção de Gerald Thomas e protagonizado por Marco Nanini. Com produção de Fernando Libonati. O espetáculo, aclamado pela crítica, foi eleito um dos melhores espetáculos de 2023, ano de sua estreia.
Em TRAIDOR, nosso personagem é o homem contemporâneo, representado por um ator que reflete sobre si e seu tempo. Escrita por Gerald Thomas para Marco Nanini, o personagem conduz o expectador por uma espécie de fluxo de sua consciência, um delírio psicológico composto por cenas imagéticas e fabulosas.
Objetivo Geral: O objetivo geral do projeto é apresentar ao público brasileiro de diferentes regiões um espetáculo de alta qualidade e relevância, uma obra que reúne dois dos maiores nomes da cultura brasileira: Gerald Thomas e Marco Nanini. Objetivos específicos: - Realizar circulação nacional de um espetáculo teatral de grande relevância artística - Realizar apresentações em 9 estados brasileiros: Salvador, Maceió, Recife, João Pessoa, Natal, Fortaleza, São Luís, Belém e Manaus. - Fomentar a cultura nacional e a formação de público através das ações de democratização do acesso. - Contribuir com a formação de novos profissionais das artes através da realização de ações sociais de formação. - Gerar postos de trabalho fixos e temporários durante toda a execução do projeto. - Gerar receita na economia criativa do país em cada cidade onde o projeto será realizado.
É através de recursos advindos da renúncia fiscal federal, Lei Roaunet, que a maioria dos projetos culturais brasileiros podem ser realizados. Seja através de patrocínio obtido no setor privado, ou através de editais públicos, este é o mecanismo que transformou a produção cultural nacional, e segue sendo ferramenta fundamental para o crescimento do setor cultural, e pela realização de ações que democratizam o acesso e promovem a descentralização do bem cultural e a formação de novos públicos. Desde 2022, o setor cultural vem se reerguendo e reestruturando, é, portanto, de extrema importância contar com a Lei Federal de Incentivo a Cultura, buscando parceiros contribuintes de todo o país para retomar o papel protagonista que a cultura sempre teve. A proposta aqui apresentada se enquadra nos incisos I, III, IV, V e IX do Art. 1º da Lei Rouanet. E através da realização do projeto, alcançaremos os objetivos II e), IV a) e V b) do Art. 3º da referida Lei.
PRODUTO PRINCIPAL: O espetáculo tem 55 minutos PRODUTO SECUNDARIO A oficina A oficina terá 4horas de duração e será dividida nos seguintes tópicos: 1. A importância da escolha do texto que será montado e a coerência de contratação do elenco e equipe. Porquê, com quem e para quem estamos realizando um novo projeto. 2. Escolhido o texto o que fazer? Aqui dividiremos nossa experiência formatando um projeto para inscrição em leis de incentivo e editais. Principais pontos de atenção na elaboração do projeto. 3. Captamos e agora? A importância da elaboração e cumprimento do cronograma e orçamento de produção para o bom andamento do projeto. Discussão das etapas necessárias de pré-produção, produção, divulgação e prestação de contas. 4. Conclusão e esclarecimento de dúvidas gerais. Os participantes serão selecionados através de inscrição por Goggle Forms, onde deverão enviar breve currículo e texto sobre a motivação para participar da Oficina. Serão 30 vagas. Cada participante receberá apostila impressa que também erá enviada a cada um por email. O programa do espetáculo será disponibilizado em formato digital.
PRODUTO PRINCIPAL: APRESENTAÇÃO DE ESPETÁCULO Acessibilidade física: Os locais onde será apresentado o espetáculo atendem as medidas de Acessibilidade a pessoas idosas, nos termos da Lei 10.741 de 2003 do artigo 23 e portadoras de deficiência, conforme o dispositivo no Art. 46 do decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999. Atendem, portanto, ao artigo 27, inciso II, do Decreto 5.761/06 e aos artigos 25 a 27 da Instrução Normativa nº 1/2013. Facilitando a locomoção no espaço a todos os espectadores. a acessibilidade física não terá custo para o projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Atendendo ao Art. 42 da Lei n 13.146/15, as formas de comunicação prevista no Art 3° da referida lei, e medida de acesso ao CONTEÚDO do produto PRINCIPAL usará o serviço de audiodescrição. Será realizada uma sessão em cada cidade onde o espetáculo se apresentará. Acessibilidade para deficientes auditivos: Atendendo ao Art. 42 da Lei n 13.146/15, as formas de comunicação prevista no Art 3° da referida lei, e medida de acesso ao CONTEÚDO do produto PRINCIPAL, usará o serviço de tradução em libras. Será realizada uma sessão em cada cidade onde o espetáculo se apresentará. Conforme última IN de 06 de fevereiro de 2025, este custo estará dentro dos custos de divulgação do projeto. PRODUTO SECUNDÁRIO: CURSOS/OFICINAS/WORKSHOPS Acessibilidade física: Os locais onde será realizada a Oficina atende as medidas de Acessibilidade a pessoas idosas, nos termos da Lei 10.741 de 2003 do artigo 23 e portadoras de deficiência, conforme o dispositivo no Art. 46 do decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999. Atendem, portanto, ao artigo 27, inciso II, do Decreto 5.761/06 e aos artigos 25 a 27 da Instrução Normativa nº 1/2013. Facilitando a locomoção no espaço a todos os espectadores. A acessibilidade física não terá custo para o projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Visando atender as pessoas com deficiência visual, o projeto usará o serviço de impressão em braile do material pedagógico na execução da oficina. O item está presente na planilha orçamentário do produto CONTAPARTIDA SOCIAL. No caso da oficina, este item será executado no caso de haver, entre os participantes inscritos, portadores de deficiência auditiva. Acessibilidade para deficientes auditivos: Visando atender as pessoas com deficiência visual, o projeto usará o serviço de libras na execução da oficina. O item INTÉRPRETE DE LIBRAS está presente na planilha orçamentário do produto CONTAPARTIDA SOCIAL. No caso dos workshops, este item será executado no caso de haver, entre os participantes inscritos, portadores de deficiência auditiva. PRODUTO SECUNDÁRIO: ENSAIO ABERTO Acessibilidade física: Os locais onde o espetáculo se apresentará atendem as medidas de Acessibilidade a pessoas idosas, nos termos da Lei 10.741 de 2003 do artigo 23 e portadoras de deficiência, conforme o dispositivo no Art. 46 do decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999. Atendem, portanto, ao artigo 27, inciso II, do Decreto 5.761/06 e aos artigos 25 a 27 da Instrução Normativa nº 1/2013. Facilitando a locomoção no espaço a todos os espectadores. a acessibilidade física não terá custo para o projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Atendendo ao Art. 42 da Lei n 13.146/15, as formas de comunicação prevista no Art 3° da referida lei, e medida de acesso ao CONTEÚDO do PRODUTO SECUNDÁRIO usará o serviço de audiodescrição. Conforme última IN de 06 de fevereiro de 2025, este custo estará dentro dos custos de divulgação do projeto. Acessibilidade para deficientes auditivos: Atendendo ao Art. 42 da Lei n 13.146/15, as formas de comunicação prevista no Art 3° da referida lei, e medida de acesso ao CONTEÚDO do PRODUTO SECUNDÁRIO, usará o serviço de tradução em libras. Conforme última IN de 06 de fevereiro de 2025, este custo estará dentro dos custos de divulgação do projeto.
Como medida de ampliação de acesso prevista no Artigo 30, da IN Nº 11, de 30 de janeiro de 2024, o projeto: - Realizará, de acordo com o inciso V (V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;), uma oficina de introdução a produção cultural. Serão 30 vagas em Fortaleza, 30 vagas em Recife, 30 vagas em São Luiz e 30 vagas em Belém, totalizando 120 beneficiários. Como medida de Contrapartida Social prevista no Artigo 32, da IN Nº 11, de 30 de janeiro de 2024, o projeto: - Realizará, para um público total de 500 pessoas composto por estudantes e professores, ensaio aberto do espetáculo nas cidades de Maceió e João Pessoa.
Informamos que o proponente será remunerado nas seguintes funções dentro do projeto: Marco Nanini - Ator Protagonista. Participação nos ensaios e todas as apresentações do espeteaculo na função de ator. Fernando Libonati - Diretor de Produção, captação de recursos e gestão geral do projeto (inclusive processo decisório). Supervisão geral de todas as etapas de produção do projeto, acompanhamento do fluxo financeiro e posterior prestação de contas, acompanhamento do projeto junto aos patrocinadores e ao Ministério da Cultura. Texto e Direção l Gerald Thomas Elenco Protagonista l Marco Nanini Direção de Arte l Gerald Thomas Cenografia l Fernando Passetti Iluminação l Wagner Pinto Figurinos l Antonio Guedes Direção Musical l Ale Martins Produção l Fernando Libonati Gerald Thomas Gerald Thomas tem passado sua vida dividido entre os Estados Unidos, Inglaterra, Brasil e Alemanha, começando sua vida no teatro no La MaMa Experimental Theater, onde ele adaptou e dirigiu algumas peças de Samuel Beckett. No começo dos anos oitenta, Thomas começou a trabalhar com o próprio Beckett, em pessoa, em Paris, adaptando novas ficções do autor. Dentre elas, as mais conhecidas são “All Strange Away” e “That Time” estrelando o legendário fundador do Living Theater, Julian Beck. Desde 1985, quando Thomas formou e estabeleceu a Companhia Ópera Seca, em São Paulo, ela tem se apresentado em 15 países com retornos anuais. Com a Companhia Ópera Seca, Thomas escreveu e dirigiu “Eletra Com Creta”, “A Trilogia Kafka”, “Carmem Com Filtro”, “Mattogrosso”, “The Flash and Crash Days”, “A Trilogia da B.E.S.T.A e M.O.R.T.E”, “Nowhere Man”, “Os Reis do Iê Iê Iê” (“A Hard Day’s Night”), “Ventriloquist”, “Nietzsche Contra Wagner”, “Esperando Beckett” entre outros. Marco Nanini Como ator de teatro participou de mais de 30 espetáculos e acumulou inúmeros prêmios por atuações em peças. Foi dirigido por Aderbal Freire-Filho, Felipe Hirsch, Gerald Thomas, Guel Arraes, João Falcão e Jô Soares. Também é um dos responsáveis pelo maior fenômeno do teatro brasileiro, O Mistério de Irma Vap, 11 anos em cartaz. Fora do teatro, atua também no cinema e na televisão. Tem em seu currículo filmes como Carlota Joaquina e Copacabana, de Carla Camurati, O Xangô de Baker Street, de Miguel Faria Jr., Lisbela e o Prisioneiro, Romancee O Bem Amado, de Guel Arraes, Apolônio Brasil, de Hugo Carvana, A Suprema Felicidade, de Arnaldo Jabor e Greta, de Armando Praça. Ao lado de Marieta Severo, protagonizou o seriado A Grande Família, um dos maiores índices de audiência da televisão brasileira durante 14 anos. Wagner Pinto Light designer de refinamento estilístico e aguda precisão no manejo do instrumental. Inicia sua carreira em 1982, no Teatro dos Quatro, no Rio de Jane iro, como assistente dos profissionais Aurélio de Simoni e Luiz Paulo Nenen. Vencedor do prêmio Shell de Iluminação, em 2018, pelo espetáculo Dilúvio, de autoria e direção de Gerald Thomas. Em 2016, pelo espetáculo A Máquina Tchekhov , de Matei Visniec, pela Cia. A Máquina, direção Denise Winberg e Clara Carvalho. Estagiou em Nova York, não Teatro La MaMa e Casa metropolitana de Ópera , pesquisando e se aprimorando em técnicas de iluminação de Ópera. Em 2012, vencedor do XV Prêmio Carlos Gomes de Ópera e Música Erudita, por L’Efant et les Sortilèges , direção cênica de Lívia Sabag, produção do Theatro Municipal de São Paulo. Em 2010, vencedor do prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem, por Quem Tem Medo de Curupira? autoria, trilha sonora e direção musical de Zeca Baleiro e direção artística de Débora Dubois. Antonio Guedes Atuante nas áreas de figurino, moda e arte urbana. Criador da marca gráfica, a Naked Neuras, onde comercializa roupas com suas ilustrações e gravuras. Começou a carreira no longa Irma Vap, de Carla Camuratti, e assinou seu primeiro figurino em 2005, no espetáculo Um Circo de Rins e Fígados, de Gerald Thomas. Indicado 2 vezes ao prêmio Shell, 4 ao APTR, 2 ao CesgranRio, venceu o prêmio APTR e o prêmio Questão de crítica em 2016 por O Homossexual ou a dificuldade de se expressar. Autor de figurinos como Ubu Rei, 2017, Amor em Dois Atos, 2016, Beije Minha Lápide, 2015, Pterodátilos, 2011, também faz direção de arte, como em Pedro Malasartes e a Arara Gigante, 2014, A Casa não Sabe, 2013. Com a Dobra, sua primeira marca de roupas, desfilou no Fashion Rio em 2010 e 2011. Como artista visual expôs Silks e cartazes na Galeria Atemporal, Babilônia Feira Hype, Reserva+ e MUV Galery. Estreou como diretor na performance multimídia Tundra, texto original seu, exibido no Tempo Festival, em 2015. Fernando Libonati Sócio da Trupe Produções e da Pequena Central e diretor artístico do Galpão Gamboa, esteve a frente de algumas das mais relevantes produções do teatro brasileiro nas últimas décadas. Promoveu, em parceria com o curador Cesar Augusto, 6 edições da mostra Gamboavista, 4 edições da mostra Dança Gamboa, além de exposições e outras atividades que fizeram do espaço uma referência de boa programação a preços populares, ajudando a espalhar pelo Rio de Janeiro arte e cultura acessível. Em 2018 inaugura o REDUTO. Na pequena sala para 40 espectadores, abre programação para jovens artistas. Em 2020 dirige seu primeiro espetáculo nesta função, As Cadeiras, com Marco Nanini e Camila Amado.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.