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Estabelecer Espaços Culturais Inclusivos: realizaremos a programação de Teatro para Bebês na capital paulista, para estabelecer um ambiente tanto seguro quanto inspirador, meticulosamente concebido para familiarizar o público da primeira infância com o mundo das artes cênicas. Realizar 8 (oito) apresentações teatrais de seu repertório pelas periferias da cidade, 37 (trinta e sete) espetáculos especialmente concebidos para bebês e suas famílias, e 3 (três) estreias de novos trabalhos desenvolvidos neste projeto objetiva não apenas promover a inclusão e a valorização da diversidade cultural
Não se aplica
Objetivos Gerais Estabelecer Espaços Culturais Inclusivos realizaremos a programação de Teatro para Bebês na capital paulista, para estabelecer um ambiente tanto seguro quanto inspirador, meticulosamente concebido para familiarizar o público da primeira infância com o mundo das artes cênicas. Além disso, temos o propósito de aplicar nossa experiência internacional na criação de um espaço inovador que funcione como um catalisador para novos artistas interessados no Teatro para Bebês. Este ambiente será um berço para o estímulo à pesquisa e ao desenvolvimento de propostas artísticas singulares, ajustadas às especificidades e à sensibilidade dos bebês, contribuindo significativamente para a diversificação e o enriquecimento do panorama cultural da cidadeObjetivos Específicos Realizar 8 (oito) apresentações de seu repertório pelas periferias da cidade, 37 (trinta e sete)espetáculos especialmente concebidos para bebês e suas famílias, e 3 (três) estreias de novos trabalhos desenvolvidos neste projeto objetiva não apenas promover a inclusão e a valorização da diversidade cultural, mas também promover a escuta ativa da O QUE DE QUE para atender às expectativas das infâncias das comunidades envolvidas, para além do seu bairro sede, enfatizando a importância de envolver um público mais amplo e diversificado. Esta abordagem fortalece o compromisso com a democratização das artes cênicas e celebra a rica diversidade cultural presente em várias regiões da cidade.
O teatro para bebês em São Paulo é uma iniciativa de grande valor tanto para o cenário cultural quanto para o desenvolvimento infantil. Este espaço não só vai estimular o desenvolvimento cognitivo e sensorial das crianças em uma fase crucial de suas vidas, mas também vai introduzi-las ao mundo da arte e cultura de uma forma lúdica e interativa. Desde muito cedo, os bebês terão a chance de experimentar a magia do teatro, o que pode enriquecer sua percepção visual e auditiva, além de fomentar sua imaginação e criatividade. Esta ação tem o potencial de contribuir significativamente para a educação e formação de público desde a mais tenra idade, promovendo uma sociedade que valoriza e se conecta com seus patrimônios culturais e artísticos. Ao introduzir os bebês ao teatro, estamos não apenas enriquecendo suas vidas com experiências culturais valiosas, mas também estamos investindo na formação de futuras gerações que apreciam, valorizam e sustentam as artes e a cultura.1-Inclusão Cultural e Acesso à Arte- O projeto visa democratizar o acesso à cultura, especialmente para um público muitas vezes negligenciado: os bebês e suas famílias. A criação de uma sala de teatro dedicada à primeira infância promove a inclusão cultural desde os primeiros anos de vida, contribuindo para a formação de cidadãos mais sensíveis e conectados com as artes. - Ao levar apresentações teatrais para as periferias da cidade, o projeto busca reduzir as desigualdades no acesso à cultura, garantindo que comunidades menos favorecidas também tenham contato com produções artísticas de qualidade.2- Desenvolvimento Infantil e Estímulo à Criatividade - A primeira infância é uma fase crucial para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social. O teatro para bebês é uma ferramenta poderosa para estimular a criatividade, a sensibilidade e a interação social, além de fortalecer os vínculos familiares por meio de experiências compartilhadas. - O ambiente seguro e inspirador proposto pelo projeto é meticulosamente planejado para atender às necessidades específicas desse público, garantindo que as experiências artísticas sejam enriquecedoras e adequadas à faixa etária.3- Valorização da Diversidade Cultural - O projeto promove a valorização da diversidade cultural ao criar espetáculos que dialogam com diferentes realidades e identidades, refletindo a pluralidade da sociedade brasileira. Isso contribui para a formação de uma consciência crítica e respeitosa desde a primeira infância.4- Fomento à Produção Artística e Inovação - A realização de 37 espetáculos especialmente concebidos para bebês e 3 estreias de novos trabalhos demonstra um compromisso com a inovação e a experimentação artística. O projeto estimula a criação de novas linguagens cênicas, ampliando as possibilidades do teatro contemporâneo e fortalecendo o setor cultural.5- Impacto Social e Formação de Público - Ao realizar 8 apresentações teatrais nas periferias, o projeto não apenas leva cultura para regiões com menor acesso, mas também contribui para a formação de novos públicos, criando um hábito de consumo cultural desde a infância. - A sala de teatro para bebês na capital paulista pode se tornar um modelo replicável em outras cidades, ampliando o impacto do projeto e inspirando novas iniciativas semelhantes.6- Alinhamento com os Objetivos da Lei Rouanet - O projeto está alinhado aos princípios da Lei Rouanet, que visa fomentar a produção cultural, promover a diversidade e garantir o acesso à cultura como direito fundamental. Ele contribui para a difusão das artes cênicas, a formação de plateias e a inclusão social, atendendo aos critérios de relevância cultural e impacto social exigidos pela lei.7- Sustentabilidade e Legado Cultural - A criação de uma sala de teatro permanente para bebês deixa um legado cultural duradouro, estabelecendo um espaço de referência para a primeira infância na capital paulista. Além disso, o projeto pode gerar empregos diretos e indiretos, contribuindo para a economia criativa.Em resumo, o projeto justifica-se pela sua capacidade de promover inclusão, inovação e acesso à cultura, além de contribuir para o desenvolvimento infantil e a valorização da diversidade cultural, alinhando-se plenamente aos objetivos da Lei Rouanet e às necessidades da sociedade contemporânea.
Não se aplica
Deficiência visual: audiodescrição para contemplar a acessibilidade para esse espectador.Deficiência auditiva: haverá um intérprete de libras em cada sessão.Deficiência física e intelectual: Conforme cumprimento da Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018.O local será criado dentro das normas de acessibilidade prevendo a fácil locomoção para cadeirantes com rampas de acesso na entrada principal, nos banheiros Para fins de promoção ao acesso de conteúdo do produto cultural principal, nos termos do Art. 42 da Lei n. 13.146/15, nas formas previstas no inciso V do Art. 3º da referida Lei, serão adotadas as seguintes medidas: Comunicação (exposição e contrapartida): serão utilizados os caracteres ampliados, os dispositivos multimídia, assim como a linguagem simples, escrita e oral.Adequações do espaço: os espaços onde acontecerão as atividades terão sua estrutura adaptada com rampas de acesso, barras de apoio, corrimões para receber pessoas com limitações física motoras e portadores de necessidades especiais.Espaços em que há maior facilidade de acesso serão reservadas para acomodar pessoas que tenham limitações físico-motoras, deficiências, idosos e gestantes. Conteúdo (exposição: será desenvolvido o conteúdo em formato de audiodescrição.Todas as ações de acessibilidade seguirão as orientações da Associação Brasileira de Normas Técnicas sobre a acessibilidade, e da Convenção Internacional Sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, da Unesco. Plano de Comunicação e Divulgação Acessíveis1. Diretrizes de Acessibilidade na Comunicação Conforme a Instrução Normativa da Lei Rouanet a INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025 a comunicação e a divulgação de projetos culturais devem garantir acessibilidade para diferentes públicos, incluindo:✅ Textos acessíveis: Uso de linguagem clara, com versões em Libras, Braille e fácil leitura.✅ Mídias acessíveis: Vídeos legendados, com audiodescrição e intérprete de Libras.✅ Materiais digitais compatíveis com leitores de tela (PDF acessível, sites com acessibilidade).2. Estratégia de Divulgação para Teatro em São Paulo A divulgação deve abranger canais digitais e físicos, considerando medidas de acessibilidade obrigatórias.A) Materiais Digitais Website acessível Adaptação do site com suporte a leitores de tela e contraste ajustável. Inclusão de textos alternativos em imagens e vídeos. Redes Sociais com acessibilidade Postagens com descrição de imagens e vídeos legendados. Intérprete de Libras para anúncios importantes. Textos com fonte legível e opção de áudio descritivo no conteúdo. Vídeos promocionais com acessibilidade Produção de vídeos legendados, com audiodescrição e Libras. B) Materiais Impressos Programação em Braille e fonte ampliada Impressão de materiais táteis para pessoas com deficiência visual. Cartazes e folders acessíveis Com QR codes para versões em áudio e Libras. C) Comunicação Presencial no Teatro Sinalização acessível Placas em Braille e alto-relevo para orientar o público. Treinamento da equipe para atendimento inclusivo Capacitação de funcionários para lidar com diferentes necessidades. Sistema de audioguia para espetáculos Transmissão de audiodescrição em fones para pessoas com deficiência visual.
Conforme instrução normativa vigente, haverá distribuição gratuita de 10% do total de ingressos com caráter social, educativo ou de formação artística, atendendo especialmente a ONGs, escolas públicas e demais instituições de reconhecido trabalho social. Haverá ainda mínimo de 20% de ingressos comercializados ao preço máximo de R$ 50. Em atenção ao artigo 30 da IN 11/2024, realizaremos uma série gratuita de contação de histórias, duas vezes a cada mês (24 sessões). Assim, atenderemos a dois incisos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Rodrigo Andrade- Coordenação GeralCurrículo resumido:Medalha de Prata de Melhor Ator no maior festival asiático, Marionette Festival Ha-Nói, no Vietnã em 2018.Fundador da cia. O QUE DE QUE de Teatro com Bonecos, que hoje é a única cia. brasileira premiada no segundo maior festival de Teatro deBonecos do mundo, “VISITING ARLEKIN” em OMSK na Rússia e no maior festival asiático, Marionette Festival Ha-Nói, no Vietnã, além de, em 2019,se tornar a primeira cia. brasileira a abrir o festival do maior teatro de bonecos do mundo, o Teatro Obraztsov em Moscou.Idealizador e coordenador do CRFA - Centro de Referência das Formas Animadas e da FEIRA DAS FORMAS ANIMADAS, um festival internacionalde Teatro de Boencos, que contou com 22 espetáculos de 6 países. Já participou, produziu e atuou em turnês por festivais de teatro no Brasil,Rússia, Holanda, Espanha, Turquia, Albânia, Vietnã, Tailândia, Índia, Taiwan, Cazaquistão, Argentina, Venezuela e Equador. Co-produziu e idealizouo FESTIVAL INTERNACIONAL ROTAS de Teatro de Bonecos na ciadade de Assis/SP em 2014.Na Rússia é considerado um dos grandes pesquisadores de Teatro de Bonecos contemporâneo.Para suas criações desenvolve pesquisas na O QUE DE QUE e no GRUPO DE ESTUDOS PRÁTICOS PARA CRIAÇÃO EM DANÇA, coordenadopor Lu Favoreto, nos últimos 6 anos. Grupo esse que permite aprofundar e buscar traduções cênicas das reflexões de pensadores como G. Deleuze,F. Gattari, G. Bachelard e F. Deligny. Ele é o dramaturgo de CADÊ MEU NARIZ?, O JARDINEIRO DA LUA, DE ONDE VEM O BAIÃO e RUAORINDIUVA, ANTIGO 87. Também co-dirigiu O JARDINEIRO DA LUA.Andrade foi um dos revisores da lei de Fomento ao Forró na cidade de São Paulo, além de ser um dos idealizadores da lei de Fomento ao Teatropara as Infâncias e Juventudes, que em breve será apresentada ao Legislativo e Executivo da capital paulista e de discutir na câmara dos vereadoresda capital paulista a criação do Conselho Municipal de Cultura e a execução do Plano Municipal de Cultura.ROSSANA BOCCEA - atriz, bonequeira e bailarinaFormada pela Escola Municipal de Bailados em 1994. A partir de 1990 passa a estudar também com Camilla Pupa, Nilson Soares e Giselle Bellot. Fez cursos de danças brasileiras (Escola Brasílica- com Angelo Madureira), contato-improvisação (Raimundo Costa, Bill Young), Ashtanga Yoga, capoeira angola (Mestre Plinio) Em 1994 passa a integrar o elenco da Watt´s Cia de Dança, sob direção de Nilson Soares, onde permanece até 1998. Em 2002 passa a integrar o elenco do Pults Teatro Coreográfico, sob direção de Marcelo Bucoff e Jorge Garcia. A partir de 2003 até 2012, passa a integrar o elenco da Cisne Negro Cia de Dança, sob direção de Hulda Bittencourt. A partir de 2012, além do trabalho com dança, começa a estudar manipulação de bonecos e objetos e passa atuar e integrar o elenco de criação da Cia O QUE DE QUE. A partir de 2015 atua também na Pia Fraus Teatro de Bonecos.Em 2013, já como artista independente, trabalha com o Núcleo Omstrab de Dança Contemporânea, sob direção de Fernando Lee, onde também começa seu trabalho pessoal de pesquisa como criadora. Em 2017 passa a integrar a Cia Corpos Nômades, sob direção de João Andreazzi, como intérprete criadora. Em 2018, faz o curso de teatro na ETEC-SP. Em 2020 faz parte do grupo de estudos experimentais em formas animadas do CRFA, onde fez oficinas com Mestre Valdeck de Garanhuns, Augusto Barreto (Mamulengo de Cheiroso), Henrique Sitchin (Cia Trucks) entre outros.Pela O QUE DE QUE participou da criação de O JARDINEIRO DA LUA, DE ONDE VEM O BAIÃO, O SÃO JOÃO DOS MAMULENGOS e QUEBRA-NOZES, além de também ser a iluminadora do grupo. DEOGO CARVAkHO - bailarino e atorIntérprete criador com uma trajetória rica e diversificada no mundo da dança e do teatro. Sua carreira teve início em 2003, na cidade de São José dos Campos, São Paulo, marcando o começo de uma série de participações significativas em diversas companhias de renome. Entre 2016 e o presente, Diogo destacou- se como membro do elenco da DUAL cena contemporânea, estreando no espetáculo “Profetas da Selva”. Além disso, contribuiu para as performances da Escape Cia de Dança, sob a direção de Gabriela Dellias, e da Cia de Jazz Cristina Cará entre 2003 e 2005, antes de se juntar à Renato Vieira Cia. de Dança no Rio de Janeiro em 2006.Sua carreira também inclui uma passagem pela Cia de Dança de São José dos Campos, dirigida por Ricardo Scheir, entre 2008 e 2009, e um período de seis anos na Cisne Negro Cia. de Dança, onde interpretou obras de coreógrafos renomados como Itzik Galili, Rui Moreira, Patrick Delcroix, Gigi Caciuleanu, entre outros. Diogo também fez parte do Núcleo Omstrab, dirigido por Fernando Lee, e se destacou em diversas óperas, como “Eugene Onegin”, “Thais” e “Manon Lescaut”. Além de trabalhar com coreógrafos de renome, como Rui Moreira e Dany Bittencourt, teve a oportunidade de explorar a interseção entre dança e teatro no programa “Masked Singer”, sob a direção de Kátia Barros, e atualmente, integra a companhia de teatro O Que de Que, sob a direção de Rodrigo Andrade. A trajetória de Diogo ilustra seu compromisso com a arte da performance, abrangendo um vasto repertório que reflete sua versatilidade e dedicação ao desenvolvimento contínuo como artista.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.