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O Projeto Turnê IPDAE pelo RS percorrerá 12 cidades do Rio Grande do Sul com apresentações gratuitas de música erudita com a Orquestra Profissional do Ipdae, promovendo acesso à cultura e impactando 3.000 pessoas.
OBJETIVO GERAL: O Projeto Turnê IPDAE pelo RS tem como objetivo geral democratizar o acesso à música erudita no Rio Grande do Sul, promovendo a valorização cultural e artística por meio de apresentações gratuitas em 12 cidades do estado: Porto Alegre, Pelotas, Canoas, São Leopoldo, Caxias do Sul, Viamão, Capão da Canoa, Montenegro, Santa Cruz do Sul, Gramado, Novo Hamburgo e Bento Gonçalves. Com um repertório de 10 músicas, o espetáculo contará com 15 músicos e instrumentos como violino, viola, violoncelo, flauta transversal, contrabaixo, piano e oboé. O projeto busca aproximar o público de diferentes localidades da música clássica, fomentando a apreciação e o interesse por essa expressão cultural. Além de promover momentos de fruição artística, o projeto contribui para a descentralização da oferta cultural, levando espetáculos de alta qualidade para além dos grandes centros urbanos, alcançando um público diversificado e impactando cerca de 3.000 pessoas. Dessa forma, a iniciativa reafirma o compromisso do Instituto de Música em tornar a arte acessível e relevante para todos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Impactar 12 Cidades no Rio Grande do SulRealizar 12 Apresentações com um repertório de 10 músicas.Criar 01 Setlist com as Músicas e Distribuir ao público.Criar 01 vídeo transmissão de todo espetáculo em 01 Cidade.Criar 01 cenário para as apresentações.Criar 01 figurino padrão para os 15 músicos.Impactar 3.000 pessoas com espetáculos.Realizar 32 Ensaios na pré-produção.
JUSTIFICATIVA: Contexto e Importância da Educação Artística: O acesso à música erudita é uma oportunidade de enriquecer a formação cultural das pessoas, ampliando sua percepção estética e intelectual. O Projeto Turnê IPDAE pelo RS visa justamente proporcionar essa experiência a um público diversificado, com apresentações gratuitas de qualidade. Em muitas regiões, mesmo em cidades de porte médio e grande, como Porto Alegre, Caxias do Sul e Canoas, as oportunidades de vivenciar a música clássica são limitadas a um público específico. Ao levar o espetáculo para diferentes localidades do estado, o projeto contribui para democratizar o acesso à arte, oferecendo uma vivência direta com uma orquestra e um repertório de grande profundidade, ampliando os horizontes culturais de quem participa. Benefícios da Música Erudita no Ambiente Comunitário: A música erudita possui o poder de sensibilizar e provocar reflexões importantes sobre a sociedade e a vida. No contexto das cidades atendidas pelo projeto, como Gramado, Bento Gonçalves e Novo Hamburgo, onde as cenas culturais são ricas, mas com foco em determinadas manifestações artísticas, a inserção de um espetáculo de música clássica oferece algo novo e relevante para o público. A proposta do projeto é proporcionar aos cidadãos uma imersão nesse universo musical sofisticado, mas acessível. Isso permite que a comunidade vivencie a harmonia entre diferentes instrumentos, como violino, flauta e piano, e se conecte de forma mais profunda com o poder expressivo e educativo da música erudita, com seus elementos técnicos e emocionais. Desenvolvimento Cultural e Apreciativo: O Projeto Turnê IPDAE pelo RS tem como um de seus objetivos aproximar a música clássica de um público mais amplo, criando um ambiente que favoreça a apreciação e o entendimento dessa forma musical. As apresentações, além de proporcionar uma vivência estética, incentivam a reflexão e a ampliação do repertório cultural dos participantes. As cidades como Viamão, Santa Cruz do Sul e Capão da Canoa, embora dinâmicas, muitas vezes não têm a frequência de apresentações desse tipo, o que torna o projeto ainda mais relevante. Ao integrar repertórios e instrumentos de grande complexidade como o oboé e o violoncelo, o projeto também contribui para o desenvolvimento do gosto pela música clássica, instigando os espectadores a buscar mais conhecimentos sobre a arte musical e seu impacto na sociedade. Alinhamento com a Instrução Normativa MINC Nº 11: Art. 1º e Art. 3º da Lei Nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991: O Projeto Turnê IPDAE pelo RS atende aos objetivos de democratizar o acesso à cultura, promover a regionalização da produção cultural, apoiar e valorizar as manifestações culturais, proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal. O projeto também alinha-se com os objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), buscando contribuir para facilitar o livre acesso às fontes culturais, promover a regionalização da produção cultural e estimular a valorização de recursos humanos e conteúdos locais, ao levar a música clássica para cidades de diferentes tamanhos e regiões do estado.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PROJETO: Detalhes Técnicos: - Número de Apresentações: 12- Números de Cidades Impactadas: 12- Cidades Impactadas: Porto Alegre, Pelotas, Canoas, São Leopoldo, Caxias do Sul, Viamão, Capão da Canoa, Montenegro, Santa Cruz do Sul, Gramado, Novo - Hamburgo e Bento Gonçalves. - Público-Alvo: Público-alvo Aberto sendo prioritário pessoas de regiões socialmente vulneráveis. - Duração total do projeto: 9 meses- Repertório: 10 Músicas- Tempo: em torno de 50 minutos- Músicos: 15 músicos- Instrumentos: 2 violoncelo, 3 Violino primários, 3 Violino secundário, contrabaixo 1, 2 Violas, 2 Flauta Transversal, 1 Piano, 1 Oboé.- Quantidade de Ensaios pré apresentações: 32 Ensaios.- Pessoas impactadas por apresentação: em torno de 250 pessoas por apresentação.- Pessoas impactadas total apresentação: 3.000 Pessoas.
ACESSIBILIDADE: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Lugares equipados com rampas de acesso, banheiros específicos e criaremos lugares prioritários para as apresentações. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Não se aplica. ACESSIBILIDADE VISUAL: Lugares prioritários, apoio de pessoas do projeto e auxílio dos profissionais já presentes nos locais de apresentação. ACESSIBILIDADE INTELECTUAL: Banners Indicativos e Pessoas instruindo o funcionamento.
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO: PÚBLICO: Público preferencial de Regiões de Vulnerabilidade Social ou que não tenham acesso a esse tipo de arte e cultura. COMERCIALIZAÇÃO: Sem custo para o público. REALIZAÇÃO: Realização preferencial em locais de vulnerabilidade.
FICHA TÉCNICA: HUGO DORIGON: Especialista em comunicação digital, empresarial e em projetos ESG e ODS, com ampla experiência na concepção, execução e gestão de iniciativas culturais e sociais. Atuou em parceria com instituições como o Instituto MRV e a Fundação Banco do Brasil em parceria com o Instituto RedeCriar de Porto Alegre, RS, desenvolvendo projetos voltados ao artesanato, arte, impacto social, medidas assistenciais, sustentabilidade ambiental e geração de renda para comunidades socialmente vulneráveis em Porto Alegre, RS. ANTÔNIO FLÁVIO NUNES: Diretor de Produção e Produtor Executivo, com sólida experiência em projetos e ações de responsabilidade socioambiental para empresas, governo e entidades do terceiro setor. Idealizou, coordenou e desenvolveu projetos como: RodaSom, Jornada Nacional de Literatura, Jornadinha, Vida Urgente, Teatro do Sesi, Pró-Guaíba, Implantação do Programa da Mata Atlântica no RS, Viramundos, Viratrânsito, Cheganças, ZH Gastronomia, Donna Fashion Iguatemi, Caravana RGE – Educando para a Eficiência, AES Sul na Comunidade, RGE na Comunidade. YURI RIBEIRO DE ALENCAR: Músico e educador dedicado, com ampla experiência como violinista e professor. Formado pelo CEFART e atualmente concluindo o Bacharelado em Música pela UFRGS, construiu uma trajetória sólida, marcada por estudos com mestres como Fredi Gerling e Camilo Simões, e por masterclasses com artistas renomados, como Emmanuele Baldini e Alessandro Borgomanero. Como instrumentista, Yuri atuou em posições de destaque, incluindo Spalla da Orquestra Filarmônica da UFRGS, chefe de naipe na Orquestra de Câmara da Universidade Estadual de Minas Gerais e líder do Quarteto Ricercar. ADEMIR DARCI SCHMIDT: É Bacharel em Flauta Transversal pela Universidade Federal do RS- UFRGS, sob orientação de Leonardo Winter, Renato Kimachi e João Batista Sartor. Participou da gravação de diversos CDs, entre eles destacam-se: Sons Perdidos - O Violão, de Bruno Kiefer, como flautista solo; do CD da Orquestra de Sopros Eintracht; do CD da Orquestra de Flautas Transversas IPDAE, como Diretor Artístico e Regente. Atuou como flautista em várias Orquestras, entre elas destaca sua participação na OSPA, Orquestra Sinfônica do SESC, Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo (OSNH) e Orquestra de Sopros EINTRACHT.
PROJETO ARQUIVADO.