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Publicação do livro "Expedição Climática", sobre territórios que correm o risco de se tornarem inabitáveis e submergirem com o aumento do nível do mar. Realização da palestra "Expedição Climática", como contrapartida social. Produção de "video teaser" (aprox 1min) com imagens captadas durante as viagens do autor.
O tema central do livro será contar as histórias de pessoas das chamadas “pequenas ilhas” do Pacífico, os países considerados os mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas. Em especial pelo aumento do nível do mar, a fim de retratar suas realidades com a perda de suas terras, seus modos de vida e suas culturas, e como essa questão se relaciona com as cidades litorâneas do Brasil, que podem ser impactadas futuramente da mesma maneira. A abordagem para tal se dará através de entrevistas, visitas a locais afetados e a convivência em si com essas populações ao longo do projeto, buscando uma compreensão empírica do que a possível “extinção” de seus países significará para elas. Em adição às vozes dessas populações, o livro também contará com informações de cunho científico-ambiental, antropológico, histórico e geopolítico, a fim de contextualizar o impacto na vida dessas pessoas, do nível local para o global. Introdução – Um mundo com bilhões de refugiados Em 2023, o secretário-geral da ONU António Guterres afirmou que nas próximas décadas o planeta pode viver um “êxodo em massa de proporções bíblicas” por conta do impacto que a elevação do nível do mar pode ter nas populações que vivem em locais costeiros ao redor do mundo. Esse será o ponto de partida para contextualizar o momento político e os esforços (ou a falta deles) na corrida contra o tempo a fim de mitigar os efeitos das mudanças climáticas no planeta. PARTE I – PACÍFICO: Fiji – Entre a perda de território e a identidade cultural O primeiro capítulo do livro se dará em Fiji, um dos principais países da região e por ser um dos pioneiros no planeamento para realocação de comunidades em razão das mudanças climáticas. Nesse contexto, será possível abordar um dos principais problemas ao qual o mundo não está preparado para lidar, o deslocamento forçado de pessoas por conta do clima. Mas, também, discorrer sobre o que isso realmente significa no nível humano, como isso vai além de apenas mover as pessoas de um lugar para o outro, especialmente no Pacífico, onde o conceito de “vanua” – que significa a ligação da pessoa com a terra de origem – expõe o dilema entre duas perdas: a de território e a de identidade. Vanuatu: a justiça climática entrando em pauta Em março de 2023 o pequeno arquipélago de Vanuatu conseguiu um dos maiores feitos do direito internacional que foi a aprovação unânime da Assembleia Geral da ONU para que a Corte Internacional de Justiça, em Haia, na Holanda, desse seu parecer a respeito da responsabilização de governos para que ajam contra as mudanças climáticas, e possíveis consequências caso não o façam. Esse é o gancho para a introdução do tema de “justiça climática”, que é uma das principais bandeiras da sociedade civil e governos, não apenas no Pacífico, dos países considerados o menos responsáveis pelo aquecimento global ao mesmo tempo que são suas maiores vítimas. Aqui será contado como Vanuatu se tornou um dos líderes mais proeminentes nas discussões climáticas internacionais, e como as iniciativas dessa pequena ilha do Pacífico podem nortear os caminhos para enfrentar a emergência climática. Tuvalu: A questão do desaparecimento de países Tuvalu é um dos países que mais tem sucesso em chamar a atenção da comunidade internacional para a questão climática – tanto por ele ser um dos mais vulneráveis entre os vulneráveis (sendo composto por atóis, o ponto mais alto do país não chega a 5 metros), quanto pelas ações midiáticas em trazer luz ao perigo da elevação do nível do mar. Através da história de Tuvalu será abordado como a elevação do nível do mar, para além do risco existencial, cria um efeito dominó em sua sociedade – dos impactos ambientais à insegurança alimentar e à escassez de água potável causadas pela salinização do solo, períodos prolongados de seca e alterações nos hábitos migratórios dos peixes, o episódio pretende abordar e mostrar na prática os desafios atuais enfro Kiribati, Ilhas Marshall e Tonga. PARTE II – BRASIL: Oito mil quilômetros à beira de um mar que se eleva Para os capítulos relacionados ao Brasil, serão visitados locais que já vivem, ou podem viver, os problemas enfrentados pelas ilhas do Pacífico, e como o poder público e a sociedade civil está lidando com isso. O plano é que municípios e comunidades mais vulneráveis nas quatro regiões litorâneas do país sejam o tema da discussão: - Porto Alegre/RS – Em maio de 2024, a capital gaúcha ficou por vários dias debaixo da água por conta de chuvas torrenciais as quais a cidade não deu conta de dar vazão. Para além deste evento climático extremo, há também a elevação do nível do mar na Lagoa dos Patos, que pode causar alagamentos, salinização da água e perda de biodiversidade, impactando a economia e o modo de vida local. - Santos/SP – A cidade que abriga o porto mais importante do Brasil também vem há anos sofrendo com a elevação do nível do mar. O ponto a ser abordado aqui é como ela pode impactar um dos principais pontos da economia nacional. - Rio de Janeiro e São João da Barra/RJ – Tanto a capital fluminense quanto o distrito de Atafona, no pequeno município, entraram no mapa da ONU como locais vulneráveis à elevação do nível do mar no Brasil. A análise sugerida aqui duas cidades distantes geográfica e economicamente vivem e se preparam para o avanço do mar. - Recife/PE – A capital pernambucana enfrenta um alto risco de inundações devido à sua baixa altitude e alta densidade populacional em áreas costeiras. `Por conta disso, ela vem se destacando como uma das poucas que já vem fazendo planejamentos eficientes para lidar com a emergência climática. - Belém/PA – A sede da COP30 também é uma das capitais vulneráveis à elevação do nível do mar, que pode impactar o próprio rio Amazonas e outros afluentes na região. Ao mesmo tempo, a capital paraense é aquela com maior número de assentamentos precários do Brasil. A combinação desses dois fatores pode ser fatal para a cidade. OBS: Assim como no caso do Pacífico, outros locais – em especial comunidades ribeirinhas e de povos tradicionais – serão abordados dentro dos capítulos supracitados. Conclusão: Brasil, o Pacífico é logo ali Diplomatas brasileiros classificam as ilhas do Pacífico como a última fronteira diplomática do país, a qual temos uma presença quase nula na região. Assim, a conclusão do livro se dá numa análise de como Brasil pode aprender com os desafios climáticos enfrentados pelos povos do Pacífico, ao mesmo tempo em que ele pode atuar exercer seu papel de liderança no tema para contribuir na mitigação das crises que tais povos enfrentam.
Objetivo Geral O projeto "Expedição Climática" tem como objetivo publicar um livro que irá contar as histórias de pessoas das chamadas "pequenas ilhas" do Pacífico, os países considerados os mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas. Em especial pelo aumento do nível do mar, a fim de retratar suas realidades com a perda de suas terras, seus modos de vida e suas culturas, e como essa questão se relaciona com as cidades litorâneas do Brasil, que podem ser impactadas futuramente da mesma maneira. Trata-se de um registro inédito e urgente, que irá documentar a cultura, a história e a identidade das comunidades presentes nestes locais sob eminente risco de desaparecimento. Busca assim promover a diversidade cultural e valorizar a história, a cultura e os modos de vida únicos das comunidades que habitam estes locais ameaçados. Ao mesmo tempo, pretende sensibilizar o público para os desafios enfrentados por essas regiões e fomentar a conscientização sobre a importância da preservação ambiental e do combate às mudanças climáticas, servindo de alerta e aprendizado para outros povos que futuramente poderão se encontrar na mesma situação, inclusive em comunidades localizadas no Brasil. Objetivos específicos: a) Produto "Livro"- Publicar 500 exemplares da edição bilingue (portugues e inglês) do livro "Expedição Climática";- Distribuir gratuitamente 150 exemplares do livro (50 para o patrocinador, 50 para divulgação e 50 para a população em geral);- Produzir um video teaser sobre a expedição realizada para a produção do livro, de aproximadamente 1min;- Disponibilizar o documentário no site oficial do projeto e em plataformas gratuitas de streaming b) Produto "Contrapartidas Sociais" - Realizar 5 palestras "Expedição Climática" com o autor Vinícius Gomes Melo em escolas e/ou universidades públicas de diferentes cidades brasileiras, alcançando pelo menos 100 pessoas, entre alunos e professores.
O projeto utiliza-se da lei de incentivo à cultura para buscar parceiros e incentivadores que se identifiquem com iniciativas que valorizem a diversidade cultural, a preservação dos diferentes modos de vida e a importância de trazer essas discussões para o Brasil. É essencial que o país se engaje ativamente na reflexão sobre comunidades vulneráveis e ameaçadas, reconhecendo a relevância dessas questões tanto em âmbito nacional quanto global. Após a realização de uma etapa de pesquisa internacional por conta própria, o projeto agora se volta para a investigação e documentação de comunidades em território brasileiro que enfrentam desafios semelhantes de preservação cultural e ambiental. O Brasil abriga inúmeras comunidades cuja existência e tradições estão ameaçadas por diferentes fatores, como mudanças climáticas, urbanização descontrolada e perda de territórios tradicionais. Assim, o projeto busca sensibilizar o público brasileiro sobre essas realidades, reforçando a importância da preservação da riqueza cultural e ambiental do país. A abordagem do "jornalismo literário" exige a vivência do autor junto às comunidades pesquisadas, permitindo entrevistas, participação em manifestações culturais e observação dos impactos ambientais e sociais. Essa experiência imersiva enriquecerá o conteúdo do livro, tornando-o uma fonte confiável e singular sobre o tema. Além disso, essas viagens possibilitarão a documentação da diversidade cultural brasileira, explorando as tradições, costumes e modos de vida das comunidades visitadas. A interação direta com essas populações garantirá uma abordagem mais abrangente e inclusiva na representação das culturas retratadas. Essa etapa de pesquisa também permitirá ao autor estabelecer conexões entre as realidades nacionais e internacionais já exploradas, promovendo um diálogo mais amplo sobre os desafios da preservação cultural e ambiental. Dada a extensão territorial do Brasil e as grandes distâncias a serem percorridas, os custos de deslocamento serão significativos, tornando essencial o apoio para o financiamento dessas viagens. Além disso, há custos relacionados à diagramação, ilustração, tradução e impressão dos livros, serviços que movimentarão a economia criativa do país e contribuirão para a produção de um conteúdo relevante, com potencial para se tornar referência no meio literário brasileiro e internacional. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3o da Lei 8313/91: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
O livro “Expedições Climáticas”', irá apresentar uma jornada extraordinária pelas pequenas ilhas ameaçadas de desaparecimento, utilizando uma narrativa de não-ficção, inspirada no jornalismo literário, envolvente e inspiradora, mergulhando nas histórias e culturas de ilhas que vão do Pacífico ao Caribe, do sul-asiático às costas africanas. Através de relatos de viagens, entrevistas e cobertura de eventos globais de meio ambiente, o autor revelará as lutas e desafios enfrentados por essas comunidades insulares. Das praias paradisíacas que agora são engolidas pelo mar, aos ecossistemas frágeis igualmente ameaçados, cada página é uma janela para a realidade dessas pequenas ilhas em perigo. Com uma escrita que mistura o estilo literário de viagem, crônicas e reflexões sobre a relação entre o ser humano e a natureza, “Expedições Climáticas”' mergulha nas vidas dos habitantes dessas ilhas, oferecendo uma perspectiva autêntica e sensível onde entrelaçam-se histórias de resiliência, perdas, esperanças e lutas por justiça climática. Ao longo dessa jornada literária, o leitor descobrirá a importância de inserir o Brasil nessa discussão humanitária e global, reconhecendo as semelhanças entre as pequenas ilhas ameaçadas e comunidades brasileiras em situação semelhante. A preservação cultural e a valorização dessas vozes tornam-se fundamentais para a construção de um mundo mais justo e consciente. “Expedições Climáticas”' é um convite para explorar o mundo dessas pequenas ilhas e se engajar em uma causa humanitária que transcende fronteiras. É uma leitura imperdível para todos que desejam compreender as complexidades do nosso planeta e se inspirar na luta pela preservação da vida e da cultura nessas terras efêmeras. Como referências de estilo e inspiração para esta obra, o autor destaca títulos consagrados na literatura mundial, como “À margem da história”, de Euclides da Cunha, “O safári da estrela negra”, de Paul Theroux Ébano, “Minha vida na África”, de Ryzard Kapuscinski, “Z. a cidade perdida”, de David Grann, “Sovietistão”, de Erika Fatland, “Caiu do Céu”, de “McKenzie Funk” e “Notícias de um sequestro”, de Gabriel García Márquez, obras que trazem em comum fato de abordarem histórias e relatos de viagem em diferentes contextos e regiões do mundo. Apresentando em alguma medida temáticas sociais, culturais e ambientais e assim, oferecendo perspectivas únicas sobre os lugares visitados. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE IMPACTO AMBIENTAL: Devido à grande quantidade de viagens aéreas previstas no projeto, pretendemos fazer a compensação de emissões de gases de efeito estufa, a ser calculada a partir da quantidade de viagens realizadas e de gases poluentes emitidos nestas viagens. A neutralização do efeito desses gases se dará por meio de organizações ambientais que prestam este tipo de serviço, realizando a plantio do número de árvores proporcional à quantidade de gases de efeito estufa gerados no decorrer do projeto.
LIVRO VERSÃO BILINGUE (500 exemplares) Quantidade aproximada de páginas: 124 Miolo: A5 (14.8 x 21,0 cm); 1x1 (p/b); Couché Brilho 115g; Lombada quadrada; Sem enobrecimento. Capa: A5 (14.8 x 21,0 cm); 4x4 (colorido); Couché Fosco 170g; Orelha 8cm; Laminação Brilho Frente; Vinco; Sem Extras
A) PRODUTO: LivroACESSIBILIDADE FÍSICA/ ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O livro será disponibilizado gratuitamente no site do projeto em uma versão eletrônica convertida no formato EPub3, adequado para deficientes visuais. (Item da planilha: "Site") ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Não se aplica. B) PRODUTO: Contrapartida social - Palestras:ACESSIBILIDADE FÍSICA: As 5 palestras presenciais serão realizadas em locais adaptados para o pleno acesso de para portadores de necessidades especiais, pessoas com mobilidade reduzida e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: Presença de um intérprete de LIBRAS nas 5 palestras presenciais a serem realizadas pelo projeto (Item da planilha: "Comunicação") DEFICIENTES VISUAIS: Utilização de linguagem oral e apresentação descritiva nas 5 palestras presenciais a serem realizadas pelo projeto ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Não se aplica.
O projeto irá seguir e respeitar os limites estabelecidos no art. 46 da IN nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, quanto à DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO: I - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores; II - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). Em complemento, para atender ao estabelecido no art. 47 da IN nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, o projeto se compromete a seguir as seguintes medidas de AMPLIAÇÃO DE ACESSO: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;
Coordenação Editorial: Editora Koju - Proponente Pesquisa e Textos: Vinícius Gomes Melo Direção Minidoc: Flávio Ermírio Gestão Administrativa: Mateus de Lima Currículos: Editora Koju - Theo Horesh Brettas 35019156833 (Proponente) A Editora Koju nasceu da experiência e atuação de sua equipe em grandes editoras como a Editora Abril, Pinus Editora e a Editart, com décadas de atividade no mercado editorial e milhares de publicações periódicas e livros e vídeos lançados no Brasil. Pelo selo Koju, foram lançados os Florestas Imaginárias (2019), Tô Levitando (2019), A Poesia das Coisas (2019). Em 2022 foi contemplada pelo ProAC/SP e lançou o livro Rua Qualquer, Sem Número, de Marcelo Brettas, com prefácio do Padre Júlio Lancellotti, livro que obteve grande espaço na mídia e reverberou nos meios editoriais. Neste projeto o proponente irá exercer a atividade de Coordenação Editorial e parte administrativa, ficando responsável pela gestão e tomada final de decisões em todas as instâncias do projeto. Essa função consta da planilha orçamentária e será remunerada com os recursos do projeto. Vinicius Gomes Melo LITERATURA Autorais: Eu sou – Ensaios de transformação (Editora Liro, 2016) Entre espelhos e fumaça (Editora Letramento, 2019) Bernie Sanders: a revolução política além do voto (Editora Letramento, 2020) Tradução: Em estado de choque: sobrevivendo em Gaza sob o ataque israelense (Autonomia Literária, 2016) Ghoswriter: +10 livros escritos sobre empreendedorismo, política, desenvolvimento pessoal, saúde e autobiografia JORNALISMO Diversos artigos para Revista Fórum, revista Caros Amigos, revista Cidadanista e portal Outras Palavras, como: Mujica: “A luta de classes é como o sol e as estrelas. Negá-la é negar a realidade” (Mar. 2015) Paraísos perdidos: a extinção das ilhas do Pacífico Sul (Jun. 2014) Massacre na Nigéria: “É solitário morrer na África” (Jan. 2015) Brasil, país pacífico? (Mar. 2017 – Revista Caros Amigos / Matéria citada em plenário na Câmara dos Deputados) Os espinhos no caminho entre África e o Tribunal Penal Internacional (Jan. 2017) Em ThuleTuvalu, as primeiras vítimas da mudança climática (Abr. 2015) ROTEIRO PARA VIDEOCLIPE Hotelo - “Eu te...” - https://youtu.be/LjRMKiO4XVc ROTEIRO JOGOS ELETRÔNICOS Webcore: A Próxima Onda – Uma ficção interativa baseando-se num simulador de mensagens em tempo real no qual cada decisão tomada nas conversas pode alterar sua percepção das pessoas e o final da história Flávio Ermírio Diretor, produtor e dramaturgo com passagens por importantes núcleos de formação como New York University (roteiro para cinema e televisão), ESPA Primary Stages (dramaturgia), e Yale University (direção para Teatro) e, no Brasil, Núcleo de Dramaturgia SESI/British Council. Em 2011 constituiu a White Sweet Taco Produções Artísticas Ltda., empresa de produção cultural, cursos e consultoria. Foi professor e sócio fundador da Operahaus Produções Artísticas e Culturais Ltda, escola e produtora de cinema, onde desenvolveu e lecionou os cursos de Roteiro Para Cinema e ShowRunner: Roteiro e Produção de Séries de TV e supervisionou dezenas de produções de curta metragens de alunos, entre 2013 e 2016. Como diretor de audiovisual, gravou diversos clipes musicais e vídeos institucionais. Seu primeiro curta metragem autoral (Produção, Roteiro e Direção), Impenetrável, de 2016, foi selecionado para o Short Film Corner de Cannes e outros festivais internacionais, ganhando o prêmio de Melhor Curta Metragem Estrangeiro no London Independent Film Awards. Seu segundo curta metragem autoral (Produção, Roteiro e Direção), Toda Coração, foi gravado em 2017 e selecionado em 5 festivais internacionais. Entre 2020 e 2022 gravou mais três curtas metragem: “Culto Pessoal”, ganhador do prêmio de Melhor Ator no Berlin Indie Film Festival; “O Último Salto”, atualmente em processo de inscrição em festivais e “Travessias”, em finalização. Mateus de Lima Produtor cultural e consultor para leis de incentivo e editais culturais, trabalhou por 5 anos nos programas “Núcleo de Memória” e “Arte e Tecnologia” da Fundação Telefônica e por 2 anos na área de “Desenvolvimento Cultural e Patrocínios” da Telefônica/Vivo. Desde 2013 atua como consultor e produtor cultural independente, elaborando projetos para leis de incentivo e editais e fazendo a produção executiva de projetos culturais. Entre 2017 e 2018 foi técnico da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, na Coordenação de Cidadania Cultural, área de Fomentos Culturais. Principais projetos • “Loreta - Álbum de estreia” (Música, 2023). Coordenação administrativa e prestação de contas. • “Turma do Folclore - Lidando com as emoções” (curta-metragem em animação, 2023). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • Festival CHIII - 2ª, 3ª e 4ª edição (Música). Coordenação administrativa e prestação de contas (2021, 2022 e 2023). • “O Amor e seus fins” (Teatro, 2022). Coordenação administrativa e prestação de contas. • “Conexões Criativas Rec Beat” (Música, 2021). Coordenação administrativa e prestação de contas. • “Festival REC BEAT SP” (Música, 2021). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • “Fé Refeita - Kimani” (Audiovisual, 2020). Coordenação administrativa e prestação de contas. • “Turnê Luiza Lian - Azul Moderno” (Música, 2019). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • “Entre Muros e Poesias - Fernaum”, (Música, 2019). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • “Festival AMOBANTU” (Música, 2019). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • Espetáculo “Umbigo - Gero Camilo”, Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • Gravação do álbum “Quartabê - Lição #2: Dorival” (Música, 2018). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • “Mulheres Ácidas” (Teatro, 2017). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$5.000,00 em 04/02/2026.