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2ª edição do Okan Festival, primeiro festival cultural/musical dedicado exclusivamente aos estilos regionais e afro-originários-brasileiros, com shows, palestras, oficinas culturais, rodas de conversa, flash tattoo, exposições artísticas interativas-sensoriais e praça de alimentação.
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OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto Principal - Apresentação Musical: 1. Realizar o dia de abertura da 2ª edição do Okan Festival a preços populares, em horário alternativo das 14h às 22h, com personalidades para compor 02 rodas de conversa, 04 palestras e 04 oficinas, para um público total previsto de 2.000 pessoas, prioritariamente estudantes, professores, pessoas transgêneras, deficientes físicos e intelectuais, maiores de 14 anos, de todas as classes sociais. 2. Realizar os 2º e 3º dias de evento da 2ª edição do Okan Festival a preços acessíveis, em horário alternativo das 14h às 22h, com participação de aprox. 30 atrações musicais e 04 performances ou cortejos, para um público total previsto de 6.000 pessoas, maiores de 14 anos, de todas as classes sociais. Produto - Contrapartida social: 1. Oferecer 10 oficinas artístico-culturais gratuitamente e em formato presencial. Serão 05 de contação de história, apresentando a cultura negra, os mitos afro-brasileiros e a trajetória do povo negro e dos instrumentos que vieram da África e, 05 de danças afro brasileiras e contemporâneas, apresentando uma forma moderna das danças tradicionais dos orixás para, pelo menos, 500 estudantes e professores de Escolas Municipais da Cidade do Rio de Janeiro. OBJETIVOS GERAIS • Disponibilizar 30% dos ingressos inteiramente gratuitos e o os demais comercializados a preços acessíveis e populares. • Disponibilizar 100% de todos os acessos aos conteúdos audiovisuais gerados pelo produto cultural, inteiramente gratuitos e em diversas plataformas. • Fomentar o mercado da cultura negra, gerando mais de 200 empregos diretos. • Potencializar o afroturismo na cidade do Rio de Janeiro. • Investir na formação de plateia, valorização e empoderamento da cultura negra, afro-religiosa e originária, difundindo seus ritmos e danças. • Contribuir para diminuir preconceitos em relação às histórias da cultura afro-originária-brasileira, e reafirmar essa herança cultural como verdadeiras mitologias brasileira. • Utilizar a cultura tradicional brasileira como ferramenta de interação e transformação sociocultural. • Abrir e expandir um novo nicho musical de mercado para o estilo musical afro-originário-brasileiro. • Revelar e impulsionar artistas do Rio de Janeiro e de outros estados, para potencializar a troca de experiências e fortalecer esse novo nicho musical. • Atrair a atenção do público e da mídia, expandindo sua visibilidade e possibilitando sua sustentabilidade e continuidade. • Desenvolver atividades voltadas para desenvolvimento de vivências de cultura afro brasileira tradicional e de patrimônio. • Proporcionar formação de agentes culturais através da realização das palestras e oficinas afro-culturais. • Cultivar e valorizar as tradições e a história afro-originária-brasileira. • Fomentar o turismo étnico, cultural, criativo e de experiência na cidade do Rio de Janeiro. • Reconhecer a diversidade e o valor artístico de manifestações locais de comunidades de matriz africana históricas, comunidades indígenas, tradicionais e quilombolas. Com base nesses objetivos, o projeto atende o art 2º da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 05 DE FEVEREIRO DE 2025 e se enquadra nos seguintes incisos do artigo 3º do DECRETO Nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; XI - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais e bens culturais materiais ou imateriais acautelados ou em processo de acautelamento; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação;
Primeiro festival musical de temática afro-originária-religiosa a ser realizado na cidade do Rio de Janeiro, o Okan Festival realizará sua 2ª edição no mês de julho de 2026. O Okan Festival surge com a proposta de fortalecer o diálogo e valorizar a música trazida dos terreiros e das diversas etnias originárias brasileiras que, junto a uma campanha de divulgação respeitosa e inteligente, irá ampliar sua atuação para além do seu público direto, ajudando no sentimento de pertencimento e no combate da intolerância cultural do país. As atrações selecionadas já possuem em seus repertórios músicas relacionadas aos temas, com base harmônica nos mais diversos estilos das tradições africanas e originárias brasileiras, como: samba de caboclo, caxambu, coco, ijexá, ciranda, jongo, lundu, maracatu, etc., principalmente a MPB clássica. Ter em seu set list músicas que cantem exclusivamente sobre ancestralidade africana e dos povos originários, é inovador. Além disso, o fato de ser realizado no horário alternativo de 10h às 22h e de não ser permitido ou comercializado bebidas alcoólicas, apesar se ser um formato já realizado nos EUA e em países da Europa, no Brasil é uma ação inédita. Trazer para um evento de amplitude relevante músicas e debates com temáticas afro-originárias-brasileiras não é propagar qualquer religião, mas reconhecer que ritmos vindos da diáspora e dos povos originários representam as mais importantes bases da cultura brasileira e por isso, precisam ser respeitados, valorizados e fomentados. As mitologias afro-originárias-diaspóricas são a origem da identidade brasileira, são as histórias contadas pelas narrativas dos seus verdadeiros descendentes e não por narrativas eurocêntricas, criadas para negar heranças culturais, cortar raízes genéticas e submeter um povo à dominação. Quando a pessoa cresce sem acesso à sua cultura de formação e com raízes genéticas negadas, a sua identidade se desenvolve deficiente. E um ser humano com a identidade deficiente, exalta e serve à cultura e a identidade do outro. Uma pessoa sem acesso à própria cultura, fica confusa politicamente, ideologicamente, esteticamente e até afetivamente. Portanto, culturas que foram apagadas, difamadas, criminalizadas e atacadas precisam ser descolonizadas. A educação de terreiro deve ser compreendida porque assim aprendemos quais contribuições as cosmovisões ancestrais junto com oralidade das mais velhas trazem para superarmos questões como o racismo, a fome e tudo o que assola a população preta até os dias de hoje, afinal o Brasil foi o último país da América a abolir a escravidão. O cuidado com o corpo, os novos hábitos e comportamentos, que permeiam as relações existentes dentro do terreiro em que nessa lógica uma criança pode ser mais velha que um adulto e um adulto pode ser considerado apenas um bebê, nos faz refletir sobre uma outra lógica de produção de existência que precisamos compreender. Fazer um evento sobre candomblé e terreiro na cidade do Rio de Janeiro, que tem a sua história atravessada por essa energia, é necessário para que nós criemos memória sobre qual é a verdadeira importância das pessoas pretas e como nós somos diretamente impactados com o que foi produzido pelos escravizados e que nos influencia até hoje. Entender as narrativas a partir da mitologia iorubá é fundamental para preservar e divulgar essa rica tradição cultural. A mitologia iorubá, a partir dos orixás, oferece uma visão única sobre a espiritualidade e os valores da comunidade. Ao olhar nas narrativas, os participantes não apenas se conectam com suas raízes, mas também aprendem a importância da oralidade como forma de transmitir saberes. Além disso, essa prática pode ser um poderoso instrumento para promover a diversidade cultural e fortalecer a identidade, especialmente em contextos urbanos. A troca de saberes ancestrais proporcionará um espaço para novas experiências, criatividade e reflexão sobre o feito dos orixás e como essas realizações impactam a vida de quem pratica o candomblé e de seu entorno. Os diálogos que permeiam sobre Educação de Terreiro são essenciais para promover o reconhecimento e a valorização das práticas educativas das tradições afro-brasileiras. Essas mesas proporcionarão um espaço de diálogo entre educadores, praticantes e acadêmicos, permitindo a troca de experiências e saberes que enriquecem o campo da educação. A educação de terreiro vai além da sala de aula e da educação formal, integrando valores, história e cosmologia dos povos de matriz africana. Discutir essas práticas contribui para a descolonização do conhecimento, valorizando a diversidade cultural e promovendo uma educação mais inclusiva. Além disso, a mesa permitirá abordar temas como a resistência cultural, a formação de identidade e a construção de uma sociedade mais justa. Ao reunir diferentes vozes, o evento fortalecerá a comunidade e incentivará a reflexão crítica sobre a importância da educação de terreiro. O Okan Festival cumpre um papel de resgate ancestral importante para a propagação e proteção da cultura preta e vermelha do país, principalmente no Rio de Janeiro, cidade brasileira que mais recebeu pessoas escravizadas, que teve mais populações indígenas dizimadas e uma das que mais possui praticantes das religiões de matriz africana. O Okan Festival será um grande encontro, um ato de celebração, de louvação e harmonia, com artistas de diversas linguagens, todas desenvolvidas a partir dos ritmos que construíram a base da cultura brasileira. Um espaço onde a cultura prevalecerá sobre a religiosidade e o preconceito dará espaço para a conscientização e equanimidade. Com essas informações, consideramos que no projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91 - A Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto pretende, ainda, alcançar os seguintes objetivos de acordo com o artigo 3º da Lei Rouanet: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Público-alvo: Jovens acima de 14 anos, adultos e idosos; de todas as etnias, classes sociais e orientações sexuais; portadores de necessidades especiais de audição, fala e mobilidade; moradores locais, estaduais, nacionais e internacionais; estudantes e profissionais de todas as atividades intelectuais; formadores de opinião; produtores e público em geral.
Estilos Musicais: Serão realizadas apresentações musicais de grupos de diversos estados brasileiros, nos seguintes estilos: Ritmos do Candomblé, MPB, Afro-latino, Samba de Caboclo, Coco, Ijexá, Ciranda, Lundu, Baião, Samba, Maracatu, etc.
PRODUTO - Festival, bienal, festa ou feira (somente estrutura) Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: Banheiros adaptados serão instalados próximo ao local do evento, onde, a entrada possui largura adequada para cadeirante (conforme item 07 da planilha Orçamentária). O espaço onde acontecerá o evento possui facilidade de acesso de cadeirante e pessoas com mobilidade reduzida. Consultoria especializada: Será contratado um consultor especialista em acessibilidade para orientar todas as atividades do projeto (conforme item 12 da planilha Orçamentária). Acessibilidade para Mobilidade Reduzida: Será disponibilizada uma cadeira de rodas para transporte de pessoas com mobilidade reduzida (conforme item 17 da planilha Orçamentária). Uma área próxima ao palco será restrita a idosos, portadores de necessidades especiais, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo. Acessibilidade Informativa: Todo material de divulgação do projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. PRODUTO - CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Intérprete de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, no 1º dia do Festival e nas oficinas de contação de histórias e de dança afro, que irão traduzir todos os diálogos das apresentações e orientações dos oficineiros. (Conforme item 43 da planilha Orçamentária). PRODUTO PRINCIPAL - APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Intérprete de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS que irá traduzir todos os diálogos das apresentações. (Conforme item 75 da planilha Orçamentária). Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: A produção estará atenta a outras eventuais demandas durante os eventos e se responsabiliza por manter e ampliar a acessibilidade conforme planejado e aprovado em orçamento do projeto.
DISTRIBUIÇÃO DE INGRESSOS Apresentação Musical: No intuito de atender as obrigatoriedades dos incisos I, II, IV, V, VI e VIII do art. 28 da IN nº 01/2023; os incisos I, II, III, V, IX e X dos art. 23 e 24 da IN SECULT/MTUR nº 1, de 04/02/2022; também ao art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 de julho de 2021 e; o art. 8 da Lei nº 12.761, de 26 de julho de 2021, para os dois três de festival, que somam 8.000 acessos: · Disponibilizaremos gratuitamente uma cota de 10% do total de ingressos para a população de baixa renda, estudantes, professores, pessoas transgêneras, deficientes físicos e intelectuais. · Disponibilizaremos uma cota 10% do total de ingressos para distribuição gratuita aos patrocinadores, incentivadores e parceiros. · Disponibilizaremos uma cota 10% do total de ingressos para distribuição gratuita de divulgação, à imprensa e convidados. · Reservaremos os 20% do total de ingressos para serem oferecidos a preços populares. · Reservaremos os 50% restantes do total de ingressos para serem comercializados a preços acessíveis. · Permitiremos a captação de imagens das atividades e das apresentações e autorizaremos sua veiculação por redes públicas de televisão. Contrapartidas Sociais: Também, no intuito de atender os incisos I e II do art. 28 da IN nº 01/2023; os incisos I, II, III, V, IX e X dos art. 23 e 24 da IN SECULT/MTUR nº 1, de 04/02/2022 e; ao inciso V do art. 21 da IN nº 02/2019, como contrapartida social, para formação de plateia, valorização e empoderamento da cultura negra e afro-religiosa, em relação às oficinas de contação de história e dança afro em Unidades Escolares Públicas Municipais, que soma, pelo menos, 500 vagas, disponibilizaremos gratuitamente 100% (500 unidades) para os alunos e professores dessas instituições. ESTRATÉGIAS DE DIVULGAÇÃO O projeto possuirá assessoria de imprensa, que o irá promover em todo estado do Rio de Janeiro, investindo na divulgação direta, em mídias espontâneas de abrangência estadual, tais como jornais, sites, rádios e TVs. As redes sociais do projeto serão alimentadas com, pelo menos, 3 publicações semanais de Feed e Stories ao longo de 6 meses. Serão lançados vídeos institucionais do evento, divulgados e impulsionados nas redes sociais do projeto e de todos os artistas envolvidos, para ampla divulgação. Serão oferecidas sessões de espaço para o patrocinador realizar ações promocionais. PLANO DE COMUNICAÇÃO A menção ao patrocinador será realizada através de sua logomarca e anunciada nos seguintes veículos/peças de divulgação: · Citação nominativa antes de cada apresentação, nos 3 dias de evento. · 200 peças digitais, entre Instagram e Facebook, do projeto, de instituições parceiras e artistas. · 02 vídeos institucionais de divulgação. · 02 Outdoors, ao longo de 2 bissemanas, em pontos estratégicos. · 20 Bussdors, ao longo de 2 meses, em circulação em locais estratégicos. · 200 camisetas confeccionadas. · 40 Spots de rádio de 15’ com veiculação em agências de abrangência estadual. · 200 press kits para imprensa e convidados contendo: panfleto do evento, camisas, copos plásticos ecológicos, cadernetas, canetas, bolsas estilo ecobags 30x40cm. · 10.000 panfletos, tamanho A4, couchê brilho 170gr, 4x4, com dobra. · 5.000 ventarolas, em papel reciclado. · 100 cartazes, tamanho A3, couchê brilho 120gr, 4x0. · 10 Banners sinalizadores internos. · 01 Banner externo em lona com ilhoses. · Backdrop instagramável em lona, tamanho 3,00x4,00m.
Elaine Rodrigues - Coord. de Produção (PROPONENTE DA PROPOSTA - Idealizadora e responsável por todo o projeto) Elaine Rodrigues é formada como atriz pela CAL, em Sociologia e Produção Cultural, pela Cândido Mendes RJ. Possui diversos cursos nas áreas de administração, empreendedorismo, gestão de pessoas, plano de negócios e planejamento financeiro. Na SECECRJ, foi uma das gerentes do Rio Criativo. Junto a Ass. Arebeldia Cultural produziu a 1ª edição do Circuito Gastronômico de Favelas. Contemplada pela Lei Aldir Blanc com os projetos: o Cine Rua Paciência Cultural e Criando Projetos. Ministra aulas de elaboração de projetos pela Oficina de Agentes Culturais, para o Feminacine e para o Museu do Samba. Como produtora executiva, inaugurou a exposição Aos Heróis da Liberdade e A Força Feminina do Samba, em 2023 no Museu do Samba. Participou da gestão de conteúdo na realização da Expo Favela Innovation 2023, na Cidade das Artes, pela CUFA. É Coord. de produção do Filhos de Gandhi do Rio de Janeiro desde 2022 e da Cia Clanm desde 2021, realizando o espetáculo Manifesto Elekô, sucesso de público. O proponente do projeto deverá ser o responsável pela gestão do processo decisório, visto que sua delegação se caracteriza como intermediação, fato que motiva o arquivamento da proposta por contrariar a regulamentação relativa ao uso do incentivo fiscal. Rafael Flores Szabo - Diretor Artístico Rafael Flores Szabo é formado em administração. Produtor artístico com vasta experiência, foi promoter na Boate Happy News de 2009 a 2011. Foi um dos idealizadores e produtores das festas “Ecletic” e “Seduction”, em Niterói levando grandes personalidades de música popular brasileira para públicos de 1.000 a 3.000 pessoas, de 2011 a 2015. Empreendedor no ramo da cervejaria artezanal, idealizou e produziu o Mauá Bier Festival, em Visconde de Mauá, recebendo até 2.500 pessoas por edição, nos anos de 2018 a 2019. Monica Maia Barbosa - Diretor de Arte/Ilustradora Monica Maia é arquiteta e urbanista pela UFRJ; mestra em Yoga pela Sri Aurobindo Center For Studies India And The World, em Aurovile - Índia; tatuadora, com formação na 4 Art Tattoo e; artista plástica, com especialização em diversas técnicas, desde o graffiti até pintura oriental Sumi-e. Erickson Dos Anjos Amaral - Diretor Musical Cantador de histórias que o tambor sopra em seu coração. Idealizador do Tambor de Memórias (2022) – projeto que tece práticas afetivas educacionais cotidianas através da contação de histórias e mediações de leituras em diversos espaços culturais e instituições no Rio de Janeiro como: a biblioteca Jurema Batista( KL/Salgueiro), Museu da Vida Fio Cruz, Inclusartiz, Centro de Artes Calouste, universidades, escolas, quilombos, passeio turísticos e feiras literárias. O Tambor de Memórias se assenta no encontro da poesia com paisagens sonoras orientadas pelas sabenças afroreferenciadas objetivando fortalecer narrativas e produções de imaginários que estão compromissadas com os processos de valorização das histórias e identidades culturais africanas e dos afrodescendentes. Participei do curso de Contação de histórias de Inspiração Griô e Literatura Infanto Juvenil Negra promovido pelo Grupo Cultura e Arte Griô. Diana Anastácia - Produtora Executiva Diana Anastácia é formada em Filosofia (UERJ), professora Mestra em Cultura e Territorialidades (UFF), produtora dona da Braba Produções. Realiza e protagoniza produções artísticas e audiovisuais desde 2012. É compositora e cria do Jacarezinho (favela da zona norte da cidade do Rio de Janeiro), pesquisadora que realiza trocas e provoca reflexões sobre a filosofia na prática e os desafios de ser uma jovem negra moradora de favela. Atuou na SECEC-RJ no Programa Territórios Culturais Favela Criativa. Coordenou projetos como Mão na Massa (PETROBRÁS), Luneta Goes (FIOCRUZ). Tem produções contempladas em editais das leis de incentivo (ISS, ICMS); Ações Locais - Lei Paulo Gustavo (SMC-RJ); Prêmio Antonieta de Barros (MINC), entre outros. Produziu webséries; Mostra de Cinema Favela Criativa no Odeon; Batalha das Tranças em Madureira, Espetáculo de Dança Na Batida-SP, SESC EntreDanças, O Corpo Negro, SESC Verão e SESC Festival de Inverno com os Imperadores da Dança, entre outros. Participou em produções como os espetáculos Manifesto Elekô, BOCA, 5ª Edição Passinho Convida, entre outras. Mariana Ayodeli Bezerra Ferreira Franco da Silva - Advogada Mariana Ayodeli é mestrande em Sociologia e Direito e graduada em Direito pela Universidade Federal Fluminense. Pesquisadore no ÍMA – Laboratório de pesquisa e experimentação em Direito e no NEGRA-UFF – Núcleo de estudos Guerreiro Ramos. Ofereceu minicurso no projeto Diálogos Afirmativos, patrocinado pela Funarte e pelo MinC, sobre "Políticas culturais: direito e imagem". Ofereceu as disciplinas "O haiti é aqui', no primeiro e segundo semestre de 2023, "Políticas culturais, direitos culturais e direitos autorais" e "Direito Socioambiental" no primeiro semestre de 2024, ambos na Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense como estagiária-docente. Fernando Souza - Fotógrafo Fernando Souza é nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, onde se formou em jornalismo. Na faculdade, aprendeu a fotografar e fez disso a sua paixão e profissão. Acabou tornando-se fotojornalista, e em 2007 entrou para o time de fotojornalistas do Jornal do Brasil, atuando até 2009, quando ingressou no Jornal O Dia e por lá trabalhou até 2015. Em 2012 foi finalista do Prêmio Esso de Fotografia com o trabalho em grupo “Rio de Janeiro em Dois Tempos“. Pelo mesmo trabalho em grupo ganhou o Prêmio de Excelência da SND – Society for News Design. Hoje, ele é aluno de História na Universidade Federal Fluminense e trabalha como fotógrafo freelancer, e mantém como projeto paralelo, a Foto3, empresa de fotografia especializada em casamento e família. Davilson Anulino da Silva Lourenço - Redes Sociais Publicitário que há mais de 10 anos atua na área de Marketing. Me especializei em marketing digital e design de performance através de um MBA e outros cursos da área - Facebook Ads e Google Adwords, Inbound Marketing e Photoshop. Desenvolvi vasta experiência na área de Social Media, participando em processos de gestão, identidade visual, curadoria, linha editorial baseada em funil de conversão, métricas e social ads. No design já trabalhei na criação da identidade visual de alguns microempreendedores, no layout de embalagens, peças gráficas (folders, banners, encartes) e diversos trabalhos para formatos digitais - redes sociais, Google Display, websites, aplicativos e ecommerce. Durante a minha carreira já atuei empresa de diversos segmentos - ONG's, educação, saúde, turismo, varejo - o que contribuiu para a construção de trajetória profissional plural e sempre aberta a novos desafios. Ricardo Rocha Ramos - Figurinista Ator pela Escola de Teatro Martins Pena, Design de Moda pela PUC-RIO e Artista Visual pela Universidade Cruzeiro do Sul - SP. Iniciou como figurinista no Ciclo Shakespeare e Mollière para Crianças (2000), contribuiu para a Cia de Ballet da Cidade Niterói, Charles Müller e Claudio Botelho. Recebeu prêmios de melhor figurino com os espetáculos “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare (2000), “Viúva, Porém Honesta” de Nelson Rodrigues (2009) e “Coiteiros de Paixões” de Felipe Botelho (2014). Alessandra da Silva Costa - Assessora de Imprensa Formada em Jornalismo pela Faculdade Pinheiro Guimarães. Especializada em Redação Oficial, pela Fundação João Goulart; Marketing Cultural, pelo Senac-Rio; Gestão para Profissionais de Comunicação e Gerenciamento de Crise. Com 17 anos de experiência no mercado, passou pela Distribuidora de Filmes S/A – RioFilme e pela Kassu Produções, desempenhando o trabalho de Assessoria de Imprensa, Relações Públicas e Gerenciamento de Crises. Atua como assessora de imprensa do Instituto Marielle Franco, da agência de marketing político Baselab, comunicação/assessoria de imprensa da vereadora licenciada e Secretária de Meio Ambiente e Clima, Tainá de Paula, além de espetáculos como: Macacos; Olga e Luiz Carlos - Uma história de amor; O Alienista; Joaosinho e Laíla - Ratos e Urubus, larguem minha fantasia; O Patinho Feio; As Pessoas; Kondima - sobre travessia; O pequeno príncipe preto; Capiroto, Debandada, Iyamesan, Abismo de Rosas, Dias Felizes, Mão, e Festival Drag ZO, entre outros.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.