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O projeto Lascívia é a remontagem do espetáculo teatral de 90 minutos no Rio de Janeiro, abordando o tráfico humano. Estreado em outubro de 2023 na Penha (Zona Norte), foi viabilizado pelo edital FOCA, com 9 apresentações em uma região socialmente conectada ao tema. Agora, busca expandir-se com 12 apresentações no Centro e Zona Sul do Rio de Janeiro. A equipe, majoritariamente feminina, inclui as idealizadoras, ambas atrizes, sendo uma a escritora da obra. Além das apresentações, haverá uma conversa virtual via Zoom, transmitida pelo YouTube, com atores, criadores e especialistas, explorando a construção dos personagens e a pesquisa cênica. O suporte teórico fortalece a pesquisa artística, auxiliando na incorporação de temas sensíveis à dramaturgia e processo de construçãodos atores. A atividade se configura como um estudo para profissionais do teatro. Contaremos com uma oficina de teatro e escrita para pessoas de baixa renda.
PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO LASCÍVIA A história acompanha Bárbara, uma jovem de Manaus que, sem oportunidades na área de jornalismo e enfrentando a falta de espaço no mercado de trabalho, resolve se inscrever em um programa de Babá na Europa, anunciado no popular programa sensacionalista de TV Jonas Com Você. Chegando à Europa, Bárbara é recebida calorosamente por Malu, uma mulher que inicialmente lhe oferece conforto, mas, aos poucos, começa a criar dívidas em nome de Bárbara. Logo, Bárbara se vê presa em um quarto, sem passaporte e contato com a família, forçada a realizar transmissões pela internet no site Lascívia, trabalhando como stripper virtual para quitar as supostas dívidas impostas por Malu. Paralelamente, a Polícia Federal brasileira investiga uma modelo do site Lascívia, que está envolvida no esquema de tráfico humano, convencendo mulheres a irem para fora do país atrás de seus sonhos. Embora seja especialmente relevante para o público feminino, o projeto também se propõe a conscientizar todos os indivíduos que participam ativamente da sociedade, incluindo jovens (a partir dos 14 anos) e adultos de todos os gêneros, raças, etnias, credos e classes sociais, sem qualquer discriminação. Visto que o tráfico humano atinge todas as pessoas, independente do gênero. CONTRAPARTIDA - OFICINA Oficina de teatro com foco em inscritos de baixa renda tem como ênfase a narrativa pessoal, onde cada participante terá a oportunidade de criar uma história autoral. Essa narrativa poderá ser totalmente inventada ou inspirada em um livro, servindo como um meio de expressão artística e autodescoberta.O objetivo principal da oficina é utilizar a arte como ferramenta de empoderamento, incentivando que pessoas de baixa renda se tornem donas de suas próprias histórias. Através do teatro, os participantes poderão explorar suas vivências, desenvolver sua criatividade e encontrar caminhos dentro da arte que fortaleçam sua identidade e voz. Mais do que um espaço de aprendizado técnico, essa oficina será um ambiente de acolhimento e troca, onde cada indivíduo poderá experimentar a construção de uma narrativa que reflita suas experiências, sonhos e perspectivas. Dessa forma, buscamos democratizar o acesso ao fazer teatral e ampliar as possibilidades de transformação social por meio da arte. A oficina tem duração de quatro encontros onde a cada encontro vamos avançar em técnicas teatrais e de escrita. CONTRAPARTIDA - PALESTRAComo parte das ações do projeto Lascívia, realizaremos um bate-papo online via Zoom, com transmissão ao vivo pelo YouTube, reunindo especialistas e artistas para discutir o processo de criação dramatúrgica a partir de temas sensíveis, como o tráfico humano. O evento contará com a participação de pesquisadores, assistentes sociais, atores e dramaturgos, promovendo um diálogo entre conhecimento técnico e criação artística. O objetivo é oferecer um estudo aprofundado para atores, diretores e escritores sobre como construir narrativas realistas e responsáveis sobre crimes como tráfico humano e golpes na internet.
OBJETIVO O projeto Lascívia tem como objetivo circulacular com o espetáculo teatral e promover por meio da tematica, uma reflexão que amplie o debate sobre como a falta de oportunidades, a vulnerabilidade socioeconômica e as desigualdades sociais juntamente com avanço tecnológico (especialmente com o uso da internet) facilitam o aliciamento de vítimas para o tráfico humano e outros golpes. O intuito de fazer uma remontagem e apresentar uma temporada do espetáculo no Rio de Janeiro, com ingressos populares e intérpretes de Libras para garantir que a mensagem chegue a um público diverso que muitas vezes não tem acesso a eventos culturais. Deste modo, usar o teatro como instrumento de mobilização e mudanca social é promover o papel da arte na disseminação de informação, conscientização e prevenção de crimes como o tráfico humano, colaborando para a construção e transformacao de uma sociedade mais informada e crítica. O projeto tem como objetivo fortalecer redes de informação e ampliar o entendimento sobre a prevenção e o combate ao tráfico de pessoas. Para isso, realiza rodas de conversa e debates que reúnem especialistas (psicólogos, delegados, assistentes sociais) e artistas (atores e dramaturgos), promovendo um diálogo entre conhecimento técnico e criação artística. O processo de construção de personagens e textos também é compartilhado, oferecendo uma abordagem que auxilia atores, diretores e escritores a incorporar temas sensíveis, como o tráfico humano, à ficção. OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Ensaiar 3x na semana durante um mês e meio- Apresentar o espetáculo no Estado do Rio de Janeiro, durante um mês e meio, contabilizando 12 apresentações- Contratar intérprete de Libras para apresentações- Contratar designer gráfico para a confecção de cartaz- Produzir QR CODE com audiodescrição disponível na entrada do espetáculo (com informações sobre cenário e aparência de atores e figurino)- Contratar serviço de filmagem para documentação do projeto - Contratar assessoria de imprensa para divulgar o espetáculo - Contratar assessoria jurídica e contábil- Contratar Fotógrafo para documentar e divulgar o projeto- Contratar Social Mídia para divulgação do espetáculo e sobre o tema- Contratar transporte e convidar estudantes de baixa renda/ONG para uma sessão do espetáculo - Realizar um evento online via Zoom e transmitido pelo youtube com conversa com atores, dramaturga e especialistas sobre tráfico humano que darão embasamento teórico para a construção da pesquisa cênica,servindo como estudo e conhecimento para diretores, atores e escritores como indorporar temas sensíveis a dramaturgia- Realizar conversa com estudantes de teatro e atores e público interessado sobre a pesquisa e processo do espetáculo com equipe em um teatro abrindo espaço para perguntas e troca.- Oferecer uma oficina gratuita de teatro e escrita pessoal, dando foco em estudantes de baixa renda.- Disponibilizar ingressos a preços populares, ampliando o acesso a cultura
O projeto Lascívia visa fomentar ações artísticas por meio da remontagem do espetáculo, que aborda o tráfico humano, uma questão de extrema relevância social e humanitária. O uso da arte, particularmente do teatro, como ferramenta pedagógica para transformação social e construção de cidadania é uma estratégia eficaz para gerar reflexão e alertar sobre um problema que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. É necessário encarar que o tráfico humano é a terceira atividade ilegal mais lucrativa do mundo, e que, mulheres e meninas sao as maiores vitimas para fins de exploracao sexual. A ONU diz que 2,5 milhões de pessoas são vítimas desse crime anualmente. O Brasil faz parte da rota do tráfico humano, tanto como país de origem quanto de destino. A Agência Senado identificou 110 rotas de tráfico interno e 131 de tráfico internacional, com destaque para a região Norte, onde as fronteiras internacionais facilitam o trânsito de vítimas. O Amazonas, por exemplo, é uma rota para o tráfico de pessoas através de rios que ligam o Brasil a países como Suriname, Guianas, Venezuela, Peru e Bolívia. Dados que evidenciam a magnitude e complexidade do problema, especialmente em regiões vulneráveis socioeconomicamente, onde a falta de oportunidades faz com que pessoas sejam alvos fáceis para redes criminosas. A tecnologia, por meio da internet, tornou-se um facilitador desse crime, oferecendo uma falsa sensação de segurança e propagação de falsas promessas de emprego. Isso foi agravado pelo impacto da pandemia de Covid-19, que aumentou as vulnerabilidades socioeconômicas no Brasil, expondo ainda mais as pessoas ao risco de aliciamento. A peça Lascívia aborda esses temas de forma direta, expondo as várias formas de exploração _ desde a sexual até o trabalho escravo _ e chamando atenção para a "coisificação" de pessoas como mercadorias. Além disso, a trama da peça tem como protagonista uma jovem cuja cidade natal é Manaus, conectando-se diretamente à realidade de uma das principais rotas de tráfico humano no Brasil. A relevância do projeto é reforçada por recentes operações da Polícia Federal, que têm combatido ativamente o tráfico de pessoas no Brasil. Entre elas, a Operação Perfídia, deflagrada em agosto de 2023, que desmantelou uma rede de tráfico de pessoas em Várzea Grande (MT), Uberlândia (MG) e Rio de Janeiro (RJ), que levava mulheres para exploração sexual na Europa. Nessa, a quadrilha lucrava com 60% das comissões geradas pelos programas de prostituição. E a operação Lenocinium, em Armação dos Búzios - RJ, em 2022, que visava desarticular uma rede criminosa de tráfico internacional, uma das vítimas conseguiu fugir após ficar em cárcere privado na Itália. Operações como essas, são exemplos de como o tráfico de pessoas se estrutura de maneira organizada, lucrativa e complexas, visto que vítimas são recrutadas no Brasil com falsas promessas de trabalho, traficadas para o exterior e forçadas à prostituição. Esses exemplos evidenciam que o tráfico humano é um crime invisível, muitas vezes não reconhecido pela própria vítima, que, devido às inúmeras formas de violência e ameaças sofridas, evita expor sua história. A subnotificação desses casos e a falta de um sistema de coleta de dados unificado dificultam o combate efetivo ao tráfico de pessoas, mas as operações realizadas pelas autoridades mostram um aumento no número de inquéritos e investigações sobre o tema. Diante desse cenário alarmante, o projeto Lascívia oferece uma representação artística da realidade atuando como uma plataforma de alerta. Além das apresentações, serão realizadas rodas de conversa com psicólogas e especialistas, que ajudarão a debater as questões do tráfico humano e seus impactos e conversa com equipe sobre a pesquisa da peça. A realização deste projeto é essencial para ampliar o público e consequentemente, alcançar mais pessoas e pôr em cena um tema tão urgente. A peça original foi encenada em um espaço alternativo com capacidade reduzida, mas, com o apoio deste edital, o projeto poderá mobilizar mais pessoas para a causa, capacitando-as a reconhecer, identificar e denunciar possíveis ocorrências de tráfico de pessoas.
A pesquisa para a criação do espetáculo teve como ponto de partida o curta-metragem Lascívia, realizado em 2023 por meio da SECEC. O espetáculo surge como uma extensão dessa obra audiovisual, aprofundando a temática e ampliando sua abordagem para o palco. Nossa primeira temporada aconteceu em um espaço alternativo na Zona Norte do Rio de Janeiro, proporcionando uma experiência intimista e potente. Com esta remontagem, buscamos expandir a encenação para palcos maiores, elevando a proporção da montagem em termos de cenário, figurino e produção, garantindo uma experiência ainda mais imersiva e impactante para o público.
PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO LASCÍVIA Duração do espetáculo: 90 minutos Previsão de público: 1.000 Atores em cena: 05 CONTRAPARTIDA - OFICINAEncontros: 04Duração: 3 horasPrevisão de público: 50 CONTRAPARTIDA - PALESTRA 02 dias - No zoom (transmitida pelo youtube)Duração: 02 horasPrevisão de público: 20.000 (justificado pelo alcance virtual)
O projeto Lascívia tem como princípio fundamental garantir que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas, possam ter acesso ao espetáculo de maneira inclusiva. Para isso, desenvolvemos um Plano de Acessibilidade que contempla as diversas necessidades e busca promover a inclusão em todas as etapas da circulação do espetáculo. - Acessibilidade Comunicacional: Contaremos com dias de apresentação com intérpretes de Libras, amplamente divulgados para o público-alvo. - Acessibilidade atitudinal: Contratação de pessoa PCD, reforçando o compromisso com a inclusão e a diversidade, promovendo igualdade de oportunidades no mercado de trabalho cultural. - Acessibilidade Física: As apresentações ocorrerão em teatros e espaços culturais que atendem às normas de acessibilidade arquitetônica, com rampas de acesso e assentos reservados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Esses espaços serão previamente selecionados para garantir que todos os espectadores possam acessar de forma segura e confortável. A sinalização adequada também será reforçada, visando facilitar a locomoção de pessoas com deficiência visual ou outras limitações. - Áudio descrição: Na entrada do espetáculo disponibilizamos um QRCODE com audiodescrição do cenário e personagens para ambientar pessoas com deficiência visual. - Formação de Equipes Sensibilizadas: A equipe técnica e de produção do projeto passará por capacitação para garantir um atendimento humanizado e adequado às necessidades do público com deficiência. Todos os profissionais estarão cientes dos protocolos de acessibilidade e prontos para oferecer assistência e suporte durante as apresentações e atividades complementares.
Objetivando a democratização, será disponibilizado um serviço de transporte para levar estudantes de escolas públicas, integrantes de ONGs para assistir o espetáculo, isso permitirá que públicos socialmente vulneráveis, que muitas vezes não têm acesso aos centros culturais ou recursos financeiros para participar de atividades culturais. Para assegurar que o espetáculo seja acessível a todos, o projeto adotará um valor de ingresso fixado em R$ 40,00. Além disso, haverá gratuidade para idosos, pessoas com Deficiência, e meia-entrada para professores, profissionais de cultura, estudantes e para todo o público que contribuir com um alimento não perecível. Isso amplia a acessibilidade, possibilitando que o espetáculo atinja uma gama mais ampla de espectadores. Para ampliar o alcance e atingir diferentes públicos, especialmente os jovens e moradores de regiões periféricas, o projeto fará uso de tráfego pago em redes sociais. Por meio de posts patrocinados e segmentação geográfica, o projeto será divulgado amplamente, possibilitando que mais pessoas tomem conhecimento da peça. Além do espetáculo presencial, o projeto prevê a transmissão ao vivo da rodas de conversa com atores, dramatuga e especialistas no tema do tráfico humano, que será feita através de plataformas digitais como o YouTube sobre o compatilhamento e uma forma de estudo e pesquisa em como aprofundar e utilizar temas sensíveis para construir a dramaturgia. Essa estratégia visa democratizar o acesso à informação e expandir o debate, alcançando audiências de diversas regiões do Brasil e até internacionalmente.
LEONARDO VILLASBOAS - ATOR E PROPONENTE Leonardo nasceu no interior do Paraná e veio para o rio de janeiro ser ator, se formou na CAL e além da atuação, fez diversos trabalhos de assistências de direção e iluminação. Seus principais trabalhos como ator foram: Minissérie da globo "Capitu" Dir.: Luiz Fernando Carvalho (2008); "O casa dessa tal de Mafalda" Dir.: Antônio De Bones (2008); "Disque M para Matar" Dir.: Ole Erdmann (2008) Fundou o projeto de performance pelas ruas e metrô do RJ "Choque de arte" (2008-2010); "Antes e depois" Dir.: Ole Erdmann (2011); "Pop Kamizaze" Dir.: Marcos Nauer (2012); Estreou com a peça no Festival de Curitiba "Do que eu estava falando?" Dir.:Renata Ravani (2018); "Lascívia" curta-metragem Dir.: Renata Ravani e Leonardo Villas-Boas (2023); "Lascívia" peça teatral Dir.: Pedro Medina (2023). Além de trabalhar como ator é finalizador e seus trabalhos principais são para a ONG AfroReggae em diversas séries para Globoplay como: Arcanjo Renegado, A Divisão, Betinho, entre outros. OLIVIA RAMOS - ATRIZ E COORDENADORA ARTÍSTICA Iniciou graduação na modalidade Bacharel em Serviço Social na Universidade Federal Fluminense, pólo universitário de Campos dos Goytacazes (UFF/PUCG). Foi pesquisadora do projeto de pesquisa "A Política de Assistência Social Brasileira no Século XXI" , que integra o Núcleo de Pesquisa e Extensão LOCUSS da Escola de Serviço Social (ESS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Foi estagiária do Serviço Social no Instituto Nacional do Seguro Social, vinculado ao Projeto Assessoria via Extensão Universitária (ESS/UFRJ). Linha de pesquisa: relações étnico-raciais; identidade negra; É idealizadora do projeto “Lascívia: “Lascívia: diálogos que conscientizam”e assume a função de Produtora, Coordenadora de Projeto e Mediadora. Iniciou carreira de atuação há 6 anos. Cursou O Ator e a Almas com Hamilton Oliveira, membro vitalício do Actor's Studio por 3 anos. É idealizadora dos projetos Lascívia Curta-metragem e Lascívia peça (2023), atuando como Produtora e atriz. RENATA RAVANI - ATRIZ E COORDENADORA ARTÍSTICAAtriz, Dramaturga e Roteirista é formada pela CAL e com graduação pela UNIRIO em andamento. Faz parte da associação de atores Studio Casa. Seus últimos trabalhos foram o espetáculo "Deus pelo Avesso" de Yasmin Gomlevsky, o curta-metragem "Lascívia" (2023), onde assinou o roteiro e a direção e a Peça com o mesmo nome "Lascívia" com direção de Pedro Medina, "Do que eu estava falando?" (2018), apresentada no Festival de Curitiba onde assinou como produtora, atriz e dramaturga. "Nora"(2015-2017) uma pesquisa cênica feita com mulheres nas ruas e levadas aos palcos onde assinou como pesquisadora e atriz. Estudou com Hamilton Oliveira técnicas americanas de interpretação e Estrela Strauss, análise de texto em cena e estudou roteiro com Flávia Orlando. Conta em seu currículo com as peças como "Pop Kamizaze - musical" dir.: Marcos Nauer (2012) ,"Incoerências" dir.: Wendell Bendelack (2012); "Viúva, porém honesta" dir.: Renato Icarahy(2009); "Fando e Lis"(festival de teatro do Rio de Janeiro) dir.: Symone Strobel (2007). FABI OLIVEIRA - ATRIZ Atriz, de origem periférica, com descendência afroindigena . Iniciou sua carreira em cursos do Laura Alvim e da Casa da Gávea. Faz teatro há mais 15 anos, tendo realizado inúmeros espetáculos, entre eles: “A batalha da vírgula contra o ponto final” – 2008 (Circuito SESC); “Natal do Barney” – 2009 (Centro Cultural Anglo Americano e lonas culturais); “Lisístrata” – 2010 (Teatro Laura Alvim). Foi atriz e assistente de produção por 4 anos do renomado Grupo Tá Na Rua, recém qualificado como patrimônio imaterial do estado do Rio de Janeiro, tendo realizado os seguintes espetáculos: “Auto de São Jorge” – 2011; “Antônio de Lisboa e a Sereia do fundo do mar” – 2011 (Festival de Inverno/Sesc); Reinauguração da Praça Tiradentes – 2011; Festival de teatro da Puc – 2011; “Anargeros” – 2011; SESC Palco Giratório (Rondônia) – 2013; Auto de Natal - Circulação FUNARTE – 2013; Festival de Arte Pública (3 meses de circulação em praças do RJ) – 2014; "Lascívia" edital FOCA (Penha-RJ) - 2023 FELIPE DUTRA - ATOR Felipe Dutra é natural do Rio de Janeiro e formou-se ator na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) onde tb fez faculdade. Bacharel em artes cênicas, interpreta o personagem "Harum" na série "Reis" da Record e tb "Joel" na série "A Magia de Aruna" do Disney+. No Teatro, ficou em cartaz com o espetáculo "Moléstia" durante três anos e durante a pandemia do Covid-19 esse projeto virou um filme em formato de Cine-Teatro. Protagonizou a Websérie Nômade 7, que está no catálogo da Prime Vídeo, onde foi indicado ao prêmio de melhor ator (ação) no festival internacional Rio Web Fest 2019, com indicação também nos festivais de Roma, Bilbao Miami e Seoul. No cinema participou dos filmes "Virando a Mesa" (Netflix) e "Adyr". Na TV, participou de diversas novelas dentre elas: Travessia, Topíssima, O Tempo Não Para, Jesus, Avenida Brasil, Salve Jorge, Malhação, A Força do querer, Os Dias Eram Assim. PEDRO MEDINA - DIRETOR Formado no curso profissionalizante da CAL em novembro de 2008. Bacharel em artes cênicas pela Faculdade CAL em setembro de 2018. De março de 2009 à dezembro de 2010, integrou o Grupo Tá Na Rua, dirigido por Amir Haddad. Foi selecionado para o primeiro Núcleo de Dramaturgia do SESI/RJ (2014). Escreveu e montou as peças: "O Teatro, número 1" (2012) temporada no Teatro Serrador em 2017; e “Ninguém dirá que é tarde demais” (2020), temporada no Teatro Riachuelo em 2021. Atuou nos espetáculos: “Escola de Molières” (2010), adaptação da obra de Molière, direção: Amir Haddad; “Antes/Depois” (2011), direção: Ole Erdmann; “Vamos aguardar só mais essa aurora” (2021), de Wilson Sayão, direção: Lucio Mauro Filho; “Ninguém dirá que é tarde demais” (2021), de Pedro Medina, direção: Amir Haddad. Atuou na novela das 19 horas da Rede Globo de Televisão, “Aquele Beijo” (2011/2012), autor: Miguel Falabella. Participou da série "Louco Por Elas", da Globo, e dirigiu em 2023 o espetáculo Lascívia. DANIELLE VIANA - PRODUTORA Danielle é formada em publicidade e propaganda e tem experiência de 10 anos na área administrativa, e há três anos como Produtora Executiva no ramo do audiovisual. Nos projetos realizados efetuou cálculos de orçamentos, montagem de cenários, organização de set de filmagens, responsável por gerir a equipe e figuração. Atuando com artistas renomados como Kevin o Chris, Klevis e Biel do furduncinho. No ano de 2024 foi contemplada juntamente com a Odrana Filmes no Edital Paulo Gustavo e está em produção com o clipe "A grande Favela" do artista de trap/rap Klevis, juntamente trabalhando no lançando do seu Álbum 70x7.
PROJETO ARQUIVADO.