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Este projeto tem como objetivo oferecer aulas gratuitas de dança contemporânea, dança de salão, pintura, escrita criativa e música para os associados da Associação de Deficientes Visuais de Itajaí e Região, promovendo inclusão, desenvolvimento criativo e fortalecimento de habilidades sensoriais. Através de atividades práticas propostas busca-se proporcionar experiências artísticas acessíveis, estimulando a criatividade, a socialização e o bem-estar dos participantes. As aulas serão ministradas por profissionais capacitados, com materiais e métodos adaptados para atender às necessidades específicas dos alunos. Além disso, o projeto pretende criar um espaço acolhedor para a expressão pessoal e o reconhecimento do potencial artístico dos alunos, promovendo uma maior integração com a comunidade, criando também uma biblioteca dentro da associação.
Não se aplica.
OBJETIVO GERAL - Oferecer aulas gratuitas de artes aos associados da ADVIR _ Associação de Deficientes Visuais de Itajaí e Região, e instituir uma biblioteca nas dependências da Associação. OBJETIVOS ESPEC;IFICOS - Proporcionar aulas semanais de música, dança contemporânea, dança de salão, pintura e escrita criativa para os associados da ADVIR, durante o período de execução deste projeto; - Estimular a criatividade e a expressão pessoal: Promover o desenvolvimento de habilidades artísticas, permitindo que os participantes expressem suas ideias e emoções de forma criativa através de aulas de dança contemporânea, dança de salão, escrita criativa, pintura e música. - Incentivar o hábito literário: Impulsionar o interesse dos associados pela leitura através da criação de uma biblioteca dentro da ADVIR; - Fortalecer habilidades sensoriais: Utilizar materiais e técnicas táteis para aprimorar a percepção sensorial, como o tato, a audição e o olfato, fundamentais para pessoas com deficiência visual. - Oferecer acesso à cultura e à arte: Introduzir os participantes a diferentes formas de expressão artística, ampliando seu repertório cultural e seu contato com a arte. - Desenvolver habilidades motoras: Trabalhar a coordenação motora fina e ampla através de atividades práticas; - Contribuir para o bem-estar emocional: Proporcionar momentos de lazer, diversão e relaxamento, que ajudem a melhorar a autoestima e a qualidade de vida dos participantes.
O acesso às atividades artísticas é um direito fundamental que contribui para o desenvolvimento pessoal, social e cultural de todos os indivíduos. Para pessoas com deficiência visual, as artes desempenham um papel ainda mais relevante, pois oferecem oportunidades únicas para explorar e expressar sua criatividade por meio de sentidos alternativos ao da visão. Contudo, é evidente que, em muitos contextos, essas pessoas encontram barreiras que limitam sua plena participação em iniciativas culturais, seja por falta de acessibilidade, materiais adaptados ou profissionais capacitados. O apoio público é essencial para superar essas barreiras e garantir que as pessoas com deficiência possam participar plenamente da vida cultural. Investir em ações culturais inclusivas significa promover a democratização do acesso às artes, valorizar a diversidade e estimular o potencial criativo de todos os indivíduos, independentemente de suas limitações físicas, sensoriais ou cognitivas. Oferecer aulas de diversas modalidades artísticas _ como música, dança, escrita criativa _ é essencial para atender às necessidades específicas desse público. Essas modalidades permitem que os participantes explorem diferentes formas de expressão e comunicação, ampliando suas possibilidades de interação com o mundo ao seu redor. Além disso, o contato com as artes contribui para o fortalecimento de habilidades sensoriais, motoras e cognitivas, além de promover a inclusão social e o bem-estar emocional. Essa diversidade de abordagens artísticas é necessária para garantir que cada indivíduo encontre a modalidade que melhor se adapte às suas preferências, capacidades e interesses, respeitando a singularidade de cada participante. Ao criar um espaço acessível e acolhedor, este projeto visa não apenas democratizar o acesso à arte, mas também valorizar o potencial criativo e as conquistas das pessoas com deficiência visual, reforçando seu protagonismo e sua integração na sociedade. Portanto, investir na oferta de aulas de artes adaptadas é uma ação que vai além do ensino técnico: é um compromisso com a inclusão, a cidadania e o fortalecimento de uma sociedade mais justa e plural. O apoio público, por meio de políticas culturais, financiamento de projetos e incentivo a parcerias com organizações da sociedade civil, é imprescindível para garantir que essas iniciativas sejam amplas, regulares e de qualidade. É um investimento que não apenas promove a justiça social, mas também fortalece a cultura como um espaço de transformação, acessível e enriquecedor para todos. Assim, reforçar o compromisso público com ações culturais para pessoas com deficiência é mais do que uma questão de inclusão; é um passo essencial para garantir que a arte e a cultura cumpram seu papel de conectar e transformar vidas, sem deixar ninguém para trás.
No item Plano de Distribuição foi selecionado o produto “curso/oficina/capacitação – artes cênicas” na falta de outro item que inclua todas as atividades propostas. Este projeto irá contemplar os 418 associados da ADVIR, que estão residido na região da AMFRI. Todos terão acesso 100% gratuito às aulas e aos materiais.
Não de aplica.
O projeto em si é sobre acessibilidade e inclusão, e será executado em um ambiente com 100% de acessibilidade arquitetônica - a própria sede da ADVIR. Todos os professores receberão treinamento para que as aulas sejam compatíveis com as necessidades dos alunos, estimulado a audiodescrição dos itens utilizados em aula, bem como o estíimulo sensorial.
Este projeto visa promover a democratização do acesso à arte, oferecendo aulas inclusivas e adaptadas para pessoas com deficiência visual. Ao eliminar barreiras que muitas vezes impedem essa parcela da população de participar plenamente das atividades culturais, buscamos criar um espaço onde todos possam explorar sua criatividade, desenvolver novas habilidades e vivenciar a arte de forma significativa. A inclusão de materiais, métodos e profissionais capacitados assegura que cada participante encontre na arte um meio de expressão acessível e transformador. Democratizar o acesso não é apenas garantir a presença, mas também possibilitar uma experiência que valorize a singularidade e o potencial artístico de cada indivíduo, fortalecendo a inclusão e a diversidade na cultura. Destaca-se que o local de realização das aulas será na própria sede da ADVIR, local que segue às normas de inclusão arquitetônica. Ademais, há neste projeto a previsão de motorista e gasolina para que os alunos possam ser deslocados com segurança de suas casas até às atividades da ADVIR.
Produtora Executiva e Prof. de Dança Contemporânea: GABRIELA SPEZZATTO VARELA Gabriela Spezzatto Varela é Mestre em Teatro pela UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina, especialista em História da Arte – Claretiano, Rede de Ensino, bacharel e licenciada em Dança – UNESPAR/Faculdade de Artes do Paraná, e licenciada em Artes Visuais – Claretiano, Rede de Ensino. Atua como performer, produtora cultural e professora de dança na cidade de Navegantes e Itajaí. Pesquisa temas relacionados à dança contemporânea e filosofia processual aplicada à dança. Participou como proponente e/ou produtora cultural de diversos projetos culturais, tais como: Prêmio Funarte Descentrarte - 2019, sob o título: Dança microsensi(a)tiva, na categoria de Dança; Biblioteca na Vivência Inclusiva, da qual foi produtora cultural, contemplado pelo Edital Prêmio Elisabete Anderle 2021; Letras&Encontros - Acessibilidade, do qual foi produtora cultural, através do Prêmio Elisabete Anderle 2021; Haicai – A poética das sensações, como produtora cultural, por meio do Edital Prêmio Elisabete Anderle 2022; Biblioteca Pública Machado de Assis – Revitalização, como produtora cultural, contemplada pelo Prêmio Elisabete Anderle 2021; Fecho os olhos e danço junto, contemplado pelo Prêmio Elisabete Anderle 2023, atuando como arte-educadora e pesquisadora. Neste projeto, Gabriela atuará como produtora executiva e professora de dança contemporânea. Profa. de Dança de Salão: NAYARA DE JESUS É artista-pesquisadora do Estado do Pará , atuando no Estado de Santa Catarina. pós-graduanda em Educação, Cultura e Diversidade pelo programa de pós-graduação da Uniasselvi. pós-graduanda em Educação Física Escolar pelo programa de pós-graduação da Escola Superior Madre Celeste - ESMAC. É Licenciada em Dança pela Universidade Federal do Pará - UFPA, Licenciada Plena em Educação Física pela Escola Superior Madre Celeste - ESMAC. Foi Professora Contratada na SED (Secretaria de Educação) de Santa Catarina, lecionando a disciplina de Artes em Escola da Rede pública de ensino (2020-2021). Atuou como professora contratada nas secretárias Municipais de Itajaí e Balneário Piçarras-SC lecionando a disciplina de Artes em Escola da Rede pública de ensino (2022). Na categoria artística tem qualificação profissional de INTÉRPRETE/CRIADOR EM DANÇA pela Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará ETDUFPA (2014). É uma das Fundadoras e Diretora artística do Espaço Cultural Bezalel, onde está localizado seu estúdio particular de produções e pesquisas na área da dança e artes cênicas desde 2020, é uma das fundadoras do Projeto Social Bezalel que acessibiliza arte a crianças da rede pública de ensino e comunidades do Brasil desde 2019, uma das fundadoras da Cia de Artes Bezalel uma companhia de arte contemporânea desde 2023, atuou como professora de balé infantil (com crianças de 2 a 5 anos) no Colégio Marco Polo - Itajaí (2022-2024). Atuou como professora voluntária de balé clássico na ONG CSCA (Centro de Solidariedade da Criança e do Adolescente) em Belém do Pará (2018). Atuou como professora de balé clássico na Escola Assistencial La Salle no Município de Ananindeua no Pará (2011-2014). Atuou como bailarina e intérprete na Ribalta Cia de Dança no Munícipio de Ananindeua no Estado do Pará (2018). Atuou como bailarina e intérprete na Cia Tribos Ballet Teatro em Belém do Pará (2012-2017). Possui experiência na área das artes, com ênfase em artes cênicas, atuando principalmente nos seguintes temas: improvisação, processos criativos, dança contemporânea, balé Infantil e juvenil, ensino de arte na educação básica. Prof. de Pintura: DIEGO DOS SANTOS Diego dos Santos é um artista visual e empreendedor social catarinense, cursando Artes Visuais (Uninter), natural de Lages e residente em Itajaí. Autodidata, sua origem humilde sempre o inspirou a buscar oportunidades para aprimorar suas técnicas em arte visual. Aos 21 anos, ingressou em uma ONG que o levou a morar em Israel e Portugal, experiências que enriqueceram sua formação artística. Prof. de Escrita Criativa: HENRIQUE PITT Formação de licenciatura e bacharelado em Geografia (UFMT), pós-graduação em Gestão Escolar (UNINTER), pós-graduação em Educação em Direitos Humanos (em conclusão, UNIFESP), mestrado em Educação Prisional e Tecnológica (IFC), com o estudo e proposta pedagógica seguinte: “Tempoemas - golpes poéticos na ditadura militar: a utilização da literatura marginal em geografia, história e língua portuguesa, para o estudo do período militar do Brasil 1964-1985”. Publicou artigos e capítulos de livros de cunho acadêmico nas temáticas de ditadura militar, narrativas, inclusão, etc. Atuação na área da educação desde 2009, sendo que desde 2017 integra a rede municipal de ensino de Navegantes. Na seara literária, é autor de mais de 10 livros de poesia, além de livros em prosa (contos e romance). Editor e organizador de livros para a Editora Poesofia Crônica (Araraquara, SP). Coordena o Projeto Flores de Estação, de cunho sócio-educativo com viés na educação popular, envolvendo crianças e adolescentes residentes do bairro Meia Praia de Navegantes, que já resultou nos livros de haicai ilustrados Flores de Verão (Poesofia Crônica, 2023), HAICAI - A poética das Sensações (Poesofia Crônica, 2023), realizado através do edital estadual Elisabete Anderle de cultura, e Natsu 夏 Verão (2025, em edição). Profa. de Música: MADLON MARTINS DE FREITAS Graduada pela Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI no Curso de Licenciatura em Música (2014), pós graduada pelo Centro Nacional de Ensino Superior, Pesquisa, Extensão, Graduação e Pós Graduação – CENSUPEG em Artes Cênicas (2017), pós graduada pelo Instituto Superior de Educação Continuada – ISEC em Gestão Educacional (2020), pós graduada pelo Centro Universitário UniDomBosco em Práticas da Educação Bilíngue (2023) e, mestranda em Ciências da Educação pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias atua como professora, instrumentista e pesquisadora. Possui artigos publicados e apresentados em Congressos Nacionais EDUCERE e ENALIC (2013), entre outras publicações. Na UNIVALI: foi bolsista do Projeto PIBID pela CAPES (2010 – 2014); bolsista do Grupo de Percussão de Itajaí (2011 – 2013) vinculado ao projeto de extensão PROLER/UNIVALI atuando como instrumentista (percussionista); bolsista do projeto de extensão “Capacitação docente: assessoria, socialização e instrumentalização do conhecimento musical para professores da educação infantil e ensino fundamental do município de Itajaí e região (2013); atuou também como representante discente do colegiado do Curso de Música (2013). Na área artística possui alguns trabalhos realizados, tendo aprovado um projeto em seu nome referente à gravação de um DVD que está em fase de divulgação por meio da turnê “Ritmos do Mundo”. Como instrumentista participou da 31st ISME World Conference on Music Education (2014) com o Grupo de Percussão de Itajaí; já realizou abertura de shows nacionais; fez participações em shows; gravou dvd; participou de festivais, como também já ministrou e participou de oficinas, workshops e palestras na área da educação, educação musical e performance. Atuou como educadora e instrumentista (percussionista) no projeto Siri na Lata (2013 – 2015), que em 2014 percorreu em algumas escolas do município de Itajaí, com o objetivo de trabalhar a formação estética por meio da divulgação da cultura Itajaiense nas escolas, aproximando os artistas locais do Ensino Regular. Participou do programa Idolos (2009); foi professora de música em instituições privadas de Itajaí, exerceu a função de educadora social de música na Rede Marista de Solidariedade – RMS (2014), lotada no Centro Educacional Marista São José, à frente do projeto “Camerata Marista Entrevero” e, ministrando oficinas de música para crianças, adolescentes e jovens bolsistas. Atuou como professora de música na educação infantil e no ensino fundamental I do Colégio Salvatoriano Nossa Senhora de Fátima (2015). Foi professora de música da educação infantil e do ensino fundamental I na Escola Crescimento unidades Renascença e Calhau (2015 – 2018). Foi professora do ensino fundamental II (2016) e do ensino fundamental I (2015 – 2023) na Escola bilíngue do Maranhão Maple Bear, atuando também à frente do projeto “Musical Experience in Maple Bear” (2017 – 2023). Bibliotecária: MARCELI PEREIRA DE ANDRADE VIGARANI Marceli Pereira de Andrade Vigarani, Bibliotecária, formada na Universidade Federal de Santa Catarina em 2009, bacharel em Arquivologia na Uniasselvi em 2024, pós graduada em Governança de Tecnologia da Informação na faculdade do SENAC em 2013, especialista em Literatura Infantil e Juvenil na Universidade de Caxias do Sul. Trabalha há mais de dez anos na área da Biblioteconomia, possui experiência em biblioteca escolar, universitária, biblioteca especializada e arquivos. Possui cursos na área da biblioteconomia, como gestão de documentos, horas do conto, entre outros. Em 2014 assumiu o cargo efetivo de Bibliotecária na Fundação Cultural de Navegantes, onde atua na organização e administração da biblioteca, bem como nos processos biblioteconômicos e no serviço de referência. Teve projetos contemplados no Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura - Edição 2014, na categoria Literatura, sob o título: Biblioteca Cruz e Sousa: da cultura ao Lazer, projeto contemplado no Prêmio Funarte Descentrarte - 2019, sob o título: Dança microsensi(a)tiva, sob a categoria de Produção Literária; e projetos como Biblioteca na Vivência Inclusiva, da qual foi coordenadora, e LetrasEncontros Acessibilidade, do qual foi proponente e coordenadora, ambos contemplados pelo Prêmio Elisabete Anderle 2021.
PROJETO ARQUIVADO.