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PRONAC 250784Autorizada a captação total dos recursosMecenato

VII FESTIVAL FORMAS BREVES

LIGA ECOSSISTEMA EDUCACIONAL S/A
Solicitado
R$ 289,0 mil
Aprovado
R$ 289,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-02-26
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto busca realizar a sétima edição do Festival Formas Breves no formato híbrido (presencial e online), apresentando cenas curtas teatrais cujo foco seja a pesquisa da cena contemporânea, além da realização de atividades culturais, incluindo palestras temáticas e mostra de videoartes.

Sinopse

O Festival Formas Breves possui os seguintes produtos: 1) Apresentação das 20 (vinte) cenas curtas divididas em 02 (duas) mostras (profissional e universitária), com classificação etária a definir, conforme seleção da curadoria. As mostras serão apresentadas presencialmente em 4 dias. 2) Palestras transmitidas online e ao vivo: pesquisadores convidados vão dialogar sobre as temáticas “O performer na cena contemporânea” e “Novas mídias para a cena híbrida”. 3) Entrevistas transmitidas ao vivo e online com os 10 (dez) grupos da mostra profissional de cenas curtas sobre os processos de pesquisa de suas metodologias e linguagens para a cena contemporânea. 4) Apresentação do espetáculo "DOGMA", da companhia Bak Artes Performativas, transmitido online e ao vivo. 5) Mostra de videoarte: a curadoria vai selecionar 10 (dez) videoartes produzidos por alunos de artes cênicas e cinema do Centro Universitário Celso Lisboa para a exibição da mostra, transmitida online e ao vivo.

Objetivos

Objetivos Gerais: - Promover a visibilidade de grupos teatrais da cena contemporânea, ampliando a investigação de uma dramaturgia autoral e a formação de plateia por meio da educação do olhar artístico para o cruzamento das linguagens contemporâneas na cena (performance, instalações visuais, sonoridade, dança contemporânea, tecnologia, artes visuais e poesia). - Realizar, no primeiro semestre de 2026, a sétima edição do Festival Formas Breves, durante 2 (duas) semanas seguidas, no Centro Universitário Celso Lisboa, localizado na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, com uma programação híbrida (atividades presenciais e online/ao vivo). - Realizar duas mostras para apresentação das cenas curtas teatrais: mostra universitária e mostra profissional. Objetivos Específicos:- PRODUTO FESTIVAL (ARTES CÊNICAS): selecionar e apresentar 10 (dez) cenas curtas teatrais para a mostra universitária e 10 (dez) cenas curtas teatrais para a mostra profissional a partir da curadoria do projeto. Distribuição gratuita de ingressos para as mostras de cenas curtas, conforme plano de distribuição. - PRODUTO FESTIVAL (ARTES CÊNICAS): realizar entrevistas transmitidas ao vivo e online com os 10 (dez) grupos da mostra profissional de cenas curtas. - PRODUTO PALESTRA: realizar 2 (duas) palestras transmitidas online e ao vivo sobre as temáticas "O performer na cena contemporânea" e "Novas mídias para a cena híbrida", com palestrantes convidados. - PRODUTO EXPOSIÇÃO ARTÍSTICA: realizar mostra de exibição 10 (dez) videoartes produzidos por alunos de artes cênicas e cinema do Centro Universitário Celso Lisboa, transmitida online e ao vivo, a partir da curadoria. - PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: transmitir ao vivo e online pelo Youtube o espetáculo DOGMA, da companhia Bak Artes Performativas, companhia residente no Centro Universitário Celso Lisboa, que desenvolve pesquisa na cena teatral contemporânea desde 2016.

Justificativa

A proponente Liga Ecossistema Educacional está incubada no Centro Universitário Celso Lisboa, como agente de impulsionamento aos projetos culturais e educacionais na cidade do Rio de Janeiro. Em 2015, o Centro Universitário Celso Lisboa, uma Instituição sem fins lucrativos com 53 anos de tradição na Zona Norte do Rio de Janeiro, no seu propósito de se estabelecer como polo de educação, esporte e cultura, precisava dar mais um passo no alcance desse objetivo. Nasce nesse em 2015, então, a Escola de Artes Celso, como agente interno de provocações e reflexões, necessárias ao contexto social e econômico onde a Instituição está inserida. A Escola de Artes, através de debates, simulações realísticas, oficinas, eventos e atividades culturais, torna-se uma iniciativa que desenvolve arte e cultura através da educação, contribuindo para o tripé institucional Educação, Esporte e Cultura do Centro Universitário. Por meio dos projetos culturais, alunos e o público do entorno vivenciam a expressão da arte em cursos livres, peças teatrais, mostras de cinema, exposições, fotografia, dança, entre outras atividades. Com uma equipe de professores e coordenadores multidisciplinares, com experiência em Direção Teatral, Produção Cultural, Audiovisual, entre outras áreas da Economia Criativa, a Escola de Artes possui um time de profissionais preparados para organizar e produzir um Festival de relevância nacional. A Escola de Artes, comprometida com a inovação de linguagens e a continuidade do processo de pesquisa na cena contemporânea, produz desde 2019 um Festival de acesso gratuito e que abarca espectadores, estudantes, pesquisadores e fomentadores do mercado das artes cênicas, impulsionando o teatro em regiões com menos acesso à cultura e fomentos. Cabe ressaltar que o Centro Universitário está situado entre duas importantes avenidas do Rio de Janeiro (Rua 24 de Maio e Avenida Marechal Rondon), de frente para a comunidade da Matriz, sendo um polo educacional e cultural necessário para o desenvolvimento da região. A Escola de Artes cria, então, em 2019, o Festival Formas Breves, propício para que artistas já formados e estudantes ainda em formação estabeleçam conexões com novos grupos, sobretudo, da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, a qual carece em acesso à cultura. O projeto se enquadra no inciso IV do Art. 1º da Lei 8313/91: proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. Com incentivo, o projeto vai possibilitar uma ajuda de custo para os grupos da mostra profissional e da mostra contemporânea, para que, mesmo os que atuem em outros estados do país, consigam financiar seu deslocamento, contribuindo para a realização de um Festival que privilegia a cena teatral contemporânea e promova o intercâmbio entre diversos grupos artísticos e suas linguagens. Queremos continuar a valorizar a pluralidade artística ao possibilitar um Festival em uma Região onde há escassez desse tipo de iniciativa e, com isso, fortalecer a continuidade de trabalhos a partir de uma rede de engajamento. Fomentar um Festival anual que incentiva a cena contemporânea fora do eixo Zona Sul - Barra na cidade do Rio de Janeiro, é um manifesto de mobilidade e acessibilidade, pois os festivais de teatro estão concentrados nas partes da cidade que também habitam a maior concentração de renda do território. O Festival Formas Breves tem como pilar romper com essa barreira e, ainda, fortalecer o processo de formação de novos artistas plurais da cena teatral. A partir do fomento do projeto cultural, poderemos perpetuar o alinhamento para transformação da sociedade, alinhando aspectos culturais, sociais e econômicos em um único projeto. Diante do exposto, o projeto vai atender aos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: fomento à produção cultural e artística, mediante II - c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante IV - a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O público-alvo do Festival Formas Breves é formado por dois grupos distintos: grupos selecionados para as duas mostras e demais participantes das atividades do Festival. 1) Grupos teatrais participantes das mostras:1.1 Mostra universitária: Estudantes e artistas amadores com idade média entre 18 e 35 anos, sendo 50% do sexo feminino, 30% do sexo masculino e 20% outros, residentes em qualquer estado do país, das classes sociais D (20%), C (60%), A-B (20 %), que desejam alcançar visibilidade e retorno financeiro com as suas produções teatrais autorais. O Festival segue seu propósito no estímulo contínuo desse público-alvo para que se mantenha criando, pois o artista, se depara com as dores de enfrentar um país onde a profissão de artista não é incentivada e, na maioria das vezes, precisa ser relegada à segunda profissão, de forma que passe a maior parte do seu tempo em outra atividade em que consiga obter renda suficiente para se manter e continuar a fazer e produzir arte.1.2 Mostra profissional: Coletivos de artistas profissionais com idade média entre 30 e 50 anos, sendo 55% do sexo feminino, 35% do sexo masculino e 10% outros, das classes sociais, C (40%), A-B (60%), de qualquer região do país, com trajetória profissional comprovada de no mínimo 5 (cinco) anos. 2) Participantes das atividades do Festival: 2.1 Estudantes, pesquisadores e profissionais das artes cênicas.2.2 Amantes do teatro e da cultura, com foco na cena teatral contemporânea. *Para as atividades presenciais, nos 4 (quatro) dias de apresentação de cenas, estima-se um público total de 480 pessoas.**Para as atividades transmitidas ao vivo, estima-se alcançar em torno de 7.000 espectadores durante o festival, tendo como base a última edição, sem fomento, que teve um alcance de 3.000 pessoas.

Estratégia de execução

AÇÃO FORMATIVA Por ser um festival, a pré-produção é o momento mais extenso do projeto, demandando dedicação maior da equipe de Produção. Dessa forma, pretende-se: 1) Abrir uma chamada para recrutar 4 (quatro) monitores de produção cultural, preferencialmente alunos de produção cultural ou artes cênicas que comprovem residir em locais de baixa renda no município do Rio de Janeiro. 2) Selecionar 1 (um) estagiário de produção cultural remunerado, para que desenvolva habilidades e competências na sua área.

Especificação técnica

O Festival Formas Breves é um festival anual de cenas curtas teatrais que reúne artistas e companhias teatrais para celebrar a cena plural do Rio de Janeiro, a cena que integra diferentes linguagens artísticas, como teatro, dança, música, artes visuais, instalações artísitcas e novas mídias. Para a sétima edição do Festival, buscaremos, em nossa curadoria, convidar 20 grupos teatrais divididos em duas mostras teatrais (universitária e profissional), cujos trabalhos explorem o cruzamento das diversas formas de expressão, incentivando a produção de uma linguagem autoral, característica da cena teatral contemporânea. O Festival tem como propósito ir além do teatro de uma única disciplina, mostrando que é possível o fazer teatral para além da supremacia do texto. Como o nome sugere, Formas Breves propõe apresentar ao público cenas curtas, de até 15 minutos, permitindo a participação de um maior número de companhias e artistas. O festival é uma produção da Escola de Artes Celso Lisboa e conta com 6 edições, desde 2019, na Zona Norte do Rio de Janeiro, mais especificamente no bairro do Engenho Novo, região periférica da cidade. Com a experiência adquirida ao longo das edições anteriores, o festival pretende continuar seguindo o seu propósito na emancipação da cena contemporânea no país, oferecendo um espaço de encontro e intercâmbio para artistas plurais, valorizando a multiplicidade de perspectivas e técnicas, mostrando que é possível o fazer teatral para além da cena realista. Para a realização da sétima edição, o projeto planeja expandir a sua atuação e alcançar projeção nacional, envolvendo artistas e produções de todo o Brasil. Serão selecionadas 10 cenas para a mostra universitária e 10 cenas para a mostra profissional. A curadoria seguirá critérios de cruzamento de linguagens das artes integradas e a presença de temas e dramaturgias relevantes às discussões da sociedade atual. Ao longo de duas semanas, a programação incluirá apresentações das cenas curtas, palestras temáticas, espaços para trocas e vivências e exibição de videoartes. Ao final do festival, esperamos que o espectador carioca conheça e vivencie as possibilidades da cena expandida, atualizando formas, pensamentos e conceitos sobre a arte e o mundo em que habitamos.

Acessibilidade

O foco do festival é trazer acessibilidade física e de conteúdo. 1) Acessibilidade Física: O Centro Universitário Celso Lisboa, local onde ocorrem as atividades presenciais do Festival, possui piso tátil por todo o seu campus. Além disso, possui elevadores comuns e também para cadeirantes, com banheiros de assentos elevados e barras de apoio, facilitando o acesso ao público PcD. 2) Acessibilidade de Conteúdo: - Contratar 01 (uma) Coordenação de Educação Inclusiva, que ficará responsável pela execução e acompanhamento das ações de acessibilidade e inclusão. Acessibilidade para pessoas com Deficiência Auditiva: - Contratar intérprete de LIBRAS para as palestras que serão transmitidas online e para os quatro dias de apresentação de cenas curtas no Centro Universitário Celso Lisboa. - Solicitar aos alunos que participarão da exibição dos videoartes que legendem seus filmes. Acessibilidade para pessoas com Deficiência Visual: - Disponibilizar Qr Code para serviço de audiodescrição no dia da exibição online do espetáculo da companhia Bak Artes Performativas. Acessibilidade para o Público Autista: - Contratar 01 (um) colaborador sensibilizado (mediador) para atendimento ao público autista nos dois dias de apresentação das cenas curtas, além de destinar local para esse público nas salas de apresentação.

Democratização do acesso

As ações de democratização do Festival Formas Breves visam ampliar o acesso e a participação de diferentes públicos: 1. Ingressos Gratuitos: Todas as atividades do festival são gratuitas. As inscrições para as apresentações das cenas curtas serão realizadas por plataforma a ser divulgada nas mídias sociais e no Regulamento do Festival. Serão destinados 10% dos ingressos dos quatro dias de apresentação para a parceria que o Centro Universitário Celso Lisboa possui com a Associação da Comunidade da Matriz, comunidade localizada em frente à Instituição. 2. Projetos sociais: organizaremos duas visitas guiadas com os alunos do projeto Instituto de Desenvolvimento Educacional Cultural e Social (IDECS) para que conheçam a dinâmica de um festival. O IDECS é um projeto social da comunidade da Matriz, que atende crianças e jovens menores de 18 anos. A Celso Lisboa é parceira do projeto e oferece aulas gratuitas de teatro para as crianças e jovens do projeto, semanalmente, desde 2024. 3. Transmissão pela internet: transmitiremos ao vivo e online algumas atividades do festival (palestras temáticas e mostra de videoarte) pelo canal do YouTube da Escola de Artes, permitindo que pessoas de outras regiões e estados possam acompanhar. 4. Bolsa acadêmica: ofereceremos 10 (dez) bolsas para o curso de bacharelado em cinema de 70% de desconto até o final do curso para todos os grupos selecionados da mostra universitária.

Ficha técnica

Karina Lisboa, dirigente da Liga Ecossistema Educacional (proponente) participa como Diretora Executiva do Projeto. Minibio:Educadora, performer e produtora cultural, circula entre a educação e a criação artística. Coordena e leciona os cursos superiores da Escola de Artes do Centro Universitário Celso Lisboa. Graduada em administração pela PUC/RJ (2005), especialização em Gestão Empresarial na FGV Rio (2007) e Mestre em Tecnologias Emergentes em Educação - Miami University (2021). Sua pesquisa é voltada para a cena contemporânea e, a partir dessa premissa, fundou em 2015 a Escola de Artes Celso Lisboa, iniciativa de formação superior em artes cênicas e cinema, na Zona Norte do Rio de Janeiro, sendo homenageada por esse trabalho com a Medalha Chiquinha Gonzaga pela Câmara dos Vereadores em 2024. A Trilogia da Violência foi seu mais recente trabalho artístico junto à companhia Bak Artes Performativas, uma criação coletiva a partir do cruzamento de linguagens como dança, artes visuais e performance em três espetáculos: Dogma [2023], Babel [2022] e Ultraviolence [2022]. Atualmente está em processo de criação do trabalho OXIGÊNIO, performance expandida em audiovisual, contemplado pelo Edital Sesc Pulsar 2024. Nome: João Marcelo da Costa Neto Pallottino. Função: Direção Geral. Minibio: Ator e diretor há 26 anos. Vem desenvolvendo sua própria linguagem na cena contemporânea como diretor e professor, trabalhando na pesquisa de uma cena híbrida. Fundou, em 2016, o BAK Artes Performativas – um coletivo de artistas sob sua coordenação, indo para o Festival Fringe de Edimburgo, na Escócia, com dois trabalhos: Alice - Debaixo da terra mora minha mente soterrada e Dilacerado, por Romeo e Julieta (2017). Dirigiu em 2020 a performance Water Steps no Museum of the Moving Image, em Nova York. A partir de 2022, continuou sua pesquisa com a Direçao da Trilogia da Violência, culminando em três espetáculos. Atualmente dirige o trabalho OXIGÊNIO, performance expandida em audiovisual, contemplado pelo Edital Sesc Pulsar 2024. Nome: Evelyn Cristina Gaspar Rocha Pinto. Função: Coordenação de Educação Inclusiva. Minibio: Atriz e educadora. Mestre em Arte e Educação pela UFRJ. Atuou em produções teatrais no Brasil, México e na Europa. Participou de cursos com as Cias Odin Teatret e LUME. Presta consultoria para projetos de educação inclusiva e é docente de pedagogia no Centro Universitário Celso Lisboa desde 2023. Nome: Marcelo de Azevedo Asth. Função: Produção de Encontros e Oficinas. Minibio: Doutor em Artes Cênicas (2020) pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), sendo premiado com a bolsa Doutorado Nota 10 da FAPERJ e tendo a sua tese indicada ao Prêmio CAPES de Teses em 2021 pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UNIRIO. Possui Mestrado em Artes Cênicas (2015 - UNIRIO) e graduação em Licenciatura Plena em Artes Cênicas (2012 - UNIRIO). Tem experiência na área de Artes e Pesquisa em Artes, com ênfase em Performance, Teatro e Arte-Educação. Nome: Deisilaine Gonçalves de Souza. Função: Curadoria. Minibio: Artista do corpo. Graduada em História da arte (2015) pela UFRJ, mestre em Dança pelo PPGDAN/UFRJ na linha de Performance e Performatividade(2023). Dirige e integra o Grupo SATS, companhia de dança carioca. Formou-se em teatro (2013) pela Centenária Escola de Teatro Martins Pena, integrando o Grupo Teatral Moitará (2013-2017) e o APA (Ateliê de Pesquisa do Ator) sob orientação de Stephane Brodt (AMOK/RJ) e Carlos Simioni (LUME/SP) com coordenação do SESC/ Paraty. Nome: Mariana da Costa Inácio. Função: Coordenação de Produção. Minibio: Atriz, musicista e gestora cultural. É integrante do BAK Artes Performativas desde 2016. Atuou em espetáculos no Brasil, México e Europa. Participou de cursos com o Odin Teatret e LUME. Coordenou projetos do Rock In Rio (2022) e atualmente é coordenadora de eventos do Centro Universitário Celso Lisboa. Nome: Lucas de Queiroz Vidal. Função: Produção Executiva. Minibio: Ator e filmmaker, trabalha com audiovisual desde 2021, produzindo conteúdos para EAD. Faz parte da companhia BAK Artes Performativas, desde 2016, atuando na produção de espetáculos teatrais. Nome: Desiree de Jesus Koppke. Função: Coordenação de Tecnologia e Operações. Minibio: Artista multidisciplinar, explora diversas expressões artísticas, iniciando em 2015 na área teatral como assistente de iluminação, evoluindo para o campo audiovisual em 2019. Filmmaker e fotógrafa na companhia BAK artes performativas, participa na direção de arte dos videoartes para a Cena. Entre outros trabalhos que assina como filmmaker: “UltraViolence” no Teatro Dulcina (2022), “Dogma” (2023), Babel (2022), "Alice – Underground Lives My Buried Mind” Edinburgh Festival Fringe, em Edimburgo (Escócia, 2017), “Alice - Debaixo da terra mora minha mente soterrada” na Cidade das Artes Bibi Ferreira e no Teatro Carlos Gomes (2019), “TORN APART” Fringe Festival Edimburgo (2017). Nome: Enildo Proença Dellatorre. Função:Produção de Espaço e Logística. Minibio: Ator e cenógrafo. Desde 2016 é integrante do BAK e atua no círculo de leituras no Gabinete de leituras Guilherme Araújo. Atuou em produções teatrais no Brasil, México e na Europa. Nome: Matheus Zaidan. Função: Técnica . Minibio: Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Celso Lisboa (2021). Experiência em cenotécnica nos espetáculos: “O auto da compadecida” (2021) “Roberto Zucco” (2021) “Love story” (2022) “Despertar da Primavera” (2023). Nome: Pedro Henrique dos Santos Ribeiro. Função: Assistência de Produção. Minibio: Bacharel em Artes Cênicas pelo Centro Universitário Celso Lisboa (2024). Experiência como ator nos espetáculos. "PARADA: Vivências LGBTQIAPN+" (2024) "Isto não é uma peça" (2024) e "Caravana da Ilusão." (2023) do Coletivo Artístico "Ato Futuro" que ocupa o Instituto Municipal Nise da Silveira. Atuou como Produtor Executivo do espetáculo "PARADA: Vivências LGBTQIAPN+." (2024) e na Cenografia e Produção do espetáculo "O Despertar da Primavera." (2024). Nome: Mylena Maciel Soares. Função: Conteúdo Web e Mídias Sociais. Minibio: Atriz e Filmmaker. Compõe parte da equipe do Rio Web Fest desde a edição de 2023, festival audiovisual que acontece anualmente na Cidade das Artes. Desenvolve produção de conteúdo para mídias sociais para o projeto "Ato Futuro", desde 2023.Nome: Sergio André de Sousa Teixeira. Função: Técnico e Operador de Som. Minibio: Profissional da área de áudio atuando desde 2016 com formação em disk jóquei pelo SENAC e pelo I.A.T.E.C. Últimos trabalhos: “BABEL” no Centro Universitário Celso Lisboa/RJ (2023); “BABEL” no Teatro Municipal de Teresópolis/RJ (2023); “DOGMA” no Teatro Firjan Sesi Caxias/RJ (2023); “DOGMA” no Instituto Municipal Nise da Silveira/RJ (2023); “2x Nelson - Vestido de Noiva e Beijo no Asfalto” no Centro Universitário Celso Lisboa/RJ, Teatro Miguel Falabella/RJ e Areninha Renato Russo/RJ; “Despertar as feras: um poema para Bertolt Brecht” no Teatro Miguel Falabella/RJ (2023).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.