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O Perigo de Estar Lúcida é um espetáculo teatral inédito, baseado na adaptação do livro de mesmo nome de Rosa Montero, adaptação teatral aqui proposta conta com com direção e atuação de Bárbara Paz.O projeto prevê montagem inédita e temporada de 16 apresentações do espetáculo. O texto conta a história de Rosa, uma escritora que sofre de crises de pânico desde criança, carrega consigo a consciência de ter algum desajuste dentro da cabeça. A peça transcorre um inventário da loucura. Um manifesto. Uma tese. Porque e como é chamada "loucura" está intimamente ligada à atividade criativa. Para isso, ela evoca casos exemplares de artistas renomados, principalmente da literatura, narrando como as angústias da instabilidade mental influenciaram grandes artistas.
O Perigo de Estar Lúcida é um espetáculo teatral inédito, baseado na adaptação do livro de mesmo nome de Rosa Montero, adaptação teatral aqui proposta conta com com direção e atuação de Bárbara Paz. O texto conta a história de Rosa, uma escritora que sofre de crises de pânico desde criança, carrega consigo a consciência de ter algum desajuste dentro da cabeça. A peça transcorre um inventário da loucura. Um manifesto. Uma tese. Porque e como é chamada “loucura” está intimamente ligada à atividade criativa. Para isso, ela evoca casos exemplares de artistas renomados, principalmente da literatura, narrando como as angústias da instabilidade mental influenciaram grandes artistas.
Objetivos Gerais: - Ampliar e difundir no país a democratização de acesso às artes cênicas; - Contribuir para o enriquecimento artístico de todas as pessoas envolvidas com o projeto; - A valorização das Artes Cênicas no Brasil; - Estimular as discussões acerca do fazer artístico, criativo no Brasil; - Criar um espaço de diálogo entre a literatura contemporânea e a produção das artes cênicas; - Oferecer de forma democrática e acessível um produto artístico cultural de grande impacto; Objetivos específicos: Do Produto Principal- Adaptar e criar dramaturgia específica e inédita do texto literário de Rosa Montero, O Perigo de Estar Lúcida para o teatro;- Realizar a montagem teatral do espetáculo O Perigo de Estar Lúcida;- Oferecer 16 apresentações do espetáculo O Perigo de Estar Lúcida em teatro privado a ser definido;- Atingir um público estimado de 6.400 pessoas.- Realizar 4 apresentações com audiodescrição e libras; Da Contrapartida Social- Realizar duas masterclass sobre a criação teatral e a adaptação literária para o público de estudantes do ensino médio (atingindo em torno de 500 pessoas no total);- Realizar um bate-papo entre público e equipe, gratuitamente (200 pessoas);
Uma das coisas boas que fui percebendo com os anos é que ser estranho não é nada estranho, ao contrário do que o termo pode sugerir. Na verdade, o que é realmente estranho é ser normal. (Rosa Monteiro - O Perigo de Estar Lúcida) O espetáculo tem o objetivo realizar a adaptação teatral da obra literária O Perigo de Estar Lúcida, sendo uma adaptação da obra literária com mesmo título de Rosa Montero, uma das escritoras contemporâneas mais importantes da literatura espanhola e Ibero Americana, reconhecida tanto por sua produção literária intensa bem como por sua contribuição ao jornalismo cultural. A dramaturgia será construída, assim como o livro, como monólogo, interpretado por Bárbara Paz, entregando uma visão íntima do estado psicológico e emocional da personagem, criando uma conexão direta com público, revelando os conflitos mais íntimos internos, desejos e suas reflexões, sobre o ser e estar lúcida. A autora aborda as condições emocionais e psicológicas que frequentemente acompanham o ato de escrever, sendo em O Perigo de estar Lúcida uma autoficção, incluindo entre os temas centrais no discurso sobre a loucura, a solidão, processo criativo, a dúvida e a obsessão de todos os escritores. Montero sugere que a lucidez excessiva, inibe o processo criativo, a fantasia, o sonhar, o que pode ser aterrador e castrador para um escritor ou para qualquer outro artista. Na construção desta autoficção, Rosa mescla sua perspectiva de mundo, sua personalidade, personagens ficcionais e faz uso de muitas referências a outros escritores e obras literárias, mencionando figuras como Virginia Woolf, Jorge Luis Borges e Dostoiévski, entre outros, para discutir as dificuldades e os encantos do ato de escrever. O texto propõe, assim como um manifesto, decorrer da importância da reflexão do estado da criação, o poder da criatividade, do lúdico e dos sonhos. "Somos todos esquisitinhos, embora, é verdade, uns mais do que outros", ser ou estar louco permite uma compreensão mais profunda das pessoas e suas dores, isso facilita a construção de personagens mais complexas. Na contemporaneidade, em que ¼ da população mundial sofrerá com algum transtorno psíquico, transcorrer sobre o tema que permeia a vida da personagem central é extremamente relevante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras organizações internacionais têm destacado a prevalência e o impacto significativo desses transtornos na qualidade de vida das pessoas e na economia global. Sendo um tema relevante para o público brasileiro refletir, ousar e esquecer do medo de perder sua sanidade, usando o teatro como motor para tal processo de conhecimento-reconhecimento. O Perigo de Estar Lúcida é, portanto, uma meditação profunda e multifacetada sobre o que significa ser escritor, o poder da imaginação, e os desafios psicológicos e existenciais que acompanham a criação. Sendo um texto, agora adaptado ao teatro, que se propõe a uma conexão única entre temas, que partem de um ensaio, dos livros de psicologia, estudos de neurociência e referências literárias. A dramaturgia será realizada a partir do processo dos ensaios, de uma ampla decupagem do livro original de Rosa Monteiro, extraindo fragmentos que refletem o empoderamento da loucura para a construção criativa, a vida múltipla de um artista, em especial dos escritores, com uma forte inclinação ao manifesto, a exposição em formato de tese, de um garimpo real nas palavras e reflexões propostas pelo texto literário. A dramaturgia buscará convocar o público a refletir sobre a essência do processo criativo, da conexão do sonhar com a realidade, dos sentimentos com o lúdico. Por ser um texto de fácil compreensão, buscando a simplicidade das referências, o espetáculo tem a possibilidade de impactar um grande público, apoiando-se também na referência artística e na trajetória de Bárbara Paz, diretora e atriz deste monólogo. O espetáculo O Perigo de Estar Lúcida estima em sua temporada de estreia a realização de 16 apresentações, atingindo um público médio de 6.500 pessoas. Com a realização do espetáculo contemplamos os tópicos abaixo, de acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Com a realização do espetáculo O Perigo de Estar Lucia iremos alcançar os objetivos abaixo, de acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91: - Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização da temporada do espetáculo; - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a temporada a baixo custo, com valor acessível para as apresentações;
Produto principal Realização da montagem de espetáculo de Artes Cênicas: Nome: O PERIGO DE ESTAR LÚCIDA Duração: aproximadamente 90 minutos Classificação indicativa prevista: 14 anos. Contrapartida Realização de uma masterclass para professores e estudantes da Rede Pública de Ensino. Duração: 120 minutos Classificação indicativa: 12 anos.
PRODUTO PRINCIPAL / ESPETÁCULO O projeto prevê como Medidas de Acessibilidade, de acordo com o Art 27 da IN 11 de 2024 e em atendimento a Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), a sua realização exclusivamente em teatros que possuem acessibilidade Arquitetônica, garantindo que o espaço que receberá a atividade presencial possua rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, piso tátil, rampas, elevadores adequados, corrimãos e guarda-corpos, banheiros adaptados, vagas de estacionamento, assentos para pessoas obesas, com mobilidade reduzida e idosas, iluminação adequada, e demais recursos que permitam o acesso de pessoas com deficiência. Além disso, atendendo os critérios específicos de acessibilidade Comunicacional, o projeto prevê a realização de 4 apresentações da temporada proposta com intérprete de libras e audiodescrição, em cada uma destas apresentações. Também será contratada equipe específica para a mobilização do público com deficiência, realizando uma divulgação mediada e direta, buscando uma articulação e comunicação específica, inclusive com o fornecimento de cotas de ingressos para os dias de apresentações acessíveis. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL O projeto prevê como Medidas de Acessibilidade de suas contrapartidas sociais, de acordo com o Art 27 da IN 11 de 2024 e em atendimento a Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), a sua realização exclusivamente em espaços que possuem acessibilidade Arquitetônica, garantindo que o espaço que receberá a atividade presencial possua rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, piso tátil, rampas, elevadores adequados, corrimãos e guarda-corpos, banheiros adaptados, vagas de estacionamento, assentos para pessoas obesas, com mobilidade reduzida e idosas, iluminação adequada, e demais recursos que permitam o acesso de pessoas com deficiência. Além disso, atendendo os critérios específicos de acessibilidade Comunicacional, o projeto prevê que a Masterclass e o bate-papo com o público tenha audiodescrição e libras. Também será contratada equipe específica para a mobilização do público com deficiência, realizando uma divulgação mediada e direta, buscando uma articulação e comunicação específica, inclusive com o fornecimento de cotas de ingressos para os dias de apresentações acessíveis.
Como medidas de democratização de acesso estão previstos: I - 10% dos ingressos de todas as apresentações para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; II - São asseguradas as aplicações das leis de meia entrada em todas as apresentações, tais como meia entrada para estudantes, idosos, para jovens de baixa renda portadores da identidade Jovem e pessoa com deficiência. Em atendimento ao Art.30 da IN Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, prevemos como adoção de medida de ampliação de acesso a realização de uma masterclass gratuita com a atriz e diretora, sobre o processo de adaptação literária para o teatro, tomando como objeto, a adaptação literária de O Perigo de Estar Lúcia, que possui texto original de Rosa Montero, destinada aos alunos da rede pública de ensino. Além desta proposta, é prevista a realização de um bate-papo com equipe técnica e artística do espetáculo, após apresentação.
Bárbara Paz (Diretora e Atriz) Bárbara Paz é uma diretora, artista visual, atriz e produtora brasileira. No cinema, ela dirigiu “Bebenco - Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou" (2019), estreou no Festival Internacional de Cinema de Veneza e ganhou o prêmio de Melhor Documentário na categoria Venice Classics 2019, entre muitos outros festivais internacionais. O filme também foi a escolha oficial do Brasil para representar o país na categoria de Melhor Filme Internacional no 93º Oscar. Em 2021 dirigiu o curta-metragem ATO - que ganhou o prêmio Grande Otelo de Melhor Curta-Metragem de Ficção no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Como atriz fez mais de 25 peças teatrais, estrelando produções que vão desde Oscar Wilde a Tennessee Williams. Protagonizou inúmeros filmes incluindo “Meu Amigo Hindu", último filme de Hector Babenco, ao lado de Willem Dafoe. Na televisão, Bárbara fez varias séries e novelas, e apresentou o programa "A Arte do Encontro" por 4 anos no Canal Brasil, onde entrevistou figuras proeminentes da cena artística brasileira. Em 2013 recebeu a Medalha Cavaleiro do Ministério da Cultura, uma honra ao Mérito Cultural. Como artista visual, atualmente apresenta a exposição "Auto-Acusação" em varias galerias pelo mundo. Atualmente está em finalização do seu próximo documentário, Rua pescador nº6 , um filme sobre a maior catástrofe climática ocorrida em maio 2024 no sul do Brasil. Em 2024 também integrou o júri oficial do Festival de Cinema de Veneza, responsável pelo Prêmio “Luigi De Laurentiis”. Beto Bruel (Iluminação) Iluminador desde 1971. Trabalhou com Oraci Gemba, Antonio Carlos Kraide, Marcelo Marchioro, Ademar Guerra, Edsom Bueno, Felipe Hirsch, Hector Babenco, Zé Celso, Amyr Haddad, Daniela Thomas, Roberto Carlos e Débora Colker . Prêmios recebidos e títulos: Ganhador 23 Vezes do Prêmio Gralha Azul Troféu Glauco Flores de Sá Brito - 1974 Prémio Shell – 2001 RJ – 2005 SP – 2009 RR – 2014 E 2019 SP Troféu Poty Lazzarotto -1997, 1998, 2000, 2002 E 2003 Medalha De Ouro No Wolrd Stge Design Em Seul na Coréia Do Sul Prêmio Questão de Crítica – Rj - 2015 Festival de Teatro Da Amazonia - 2013 Prêmio Funarte – Mestras e Mestres 2023 Fenata – Festival De Teatro de Ponta Grossa, Pr – 2017 Comenda Ordem do Pinheiro -2002 – Governo do Estado do Paraná Victória Mendonça (Adaptação e dramaturgia) VICTORIA MENDONÇA é roteirista, pesquisadora e diretora. Formada em Cinema pela PUC-RJ, estudou Filosofia na UFRJ e possui um MFA em Direção e Roteiro pela EICAR, na França. Seu curta de graduação, "She Walks", estreou no Festival Internacional de Roterdã e foi exibido em diversos festivais nos EUA e Europa. Após trabalhar como pesquisadora na RSA Films, atua como roteirista e pesquisadora de longas e séries para produtoras como RT Features, Biônica e O2 Filmes. Victoria colabora com renomados diretores brasileiros, incluindo Daniel Rezende, Carolina Jabor, Gustavo Pizzi e Bárbara Paz, trabalhando na concepção de seus filmes e projetos de séries, além de escrever bíblias de TV, tratamentos e roteiros, e trabalhar em salas com roteiristas como Elena Soarez e Patricia Andrade. Recentemente, assinou roteiros de longa-metragem para os diretores Paulo Ferreira e Carolina Jabor, ambos produzidos pela Conspiração Filmes, e para o diretor Bruno Mello, para a produtora Nostro. Também escreveu e co-dirigiu o curta “Caiçara” com Oskar Metsavaht como parte do INTERACTIONS, uma iniciativa da organização Art For The World. Victoria também escreve e dirige campanhas publicitárias, videoclipes e conteúdo para iniciativas de sustentabilidade ou direitos humanos. Atualmente, finaliza o média-documentário "Scazzicare", uma coprodução Rússia-França, e desenvolve o longa "As Ondas", uma coprodução Brasil-Holanda, selecionado para o DOK CoPro Market do DOK Leipzig e para a residência Circle Women Doc Accelerator. Seu primeiro longa de ficção como roteirista e diretora, "Mariposa", foi selecionado para o Sesc Argumenta 2019 e a residência internacional de roteiristas Pustnik 2024.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.