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PRONAC 250799Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

FESTIVAL DECODIFICA

VIRGULA PROJETOS E CONSULTORIA LTDA
Solicitado
R$ 600,0 mil
Aprovado
R$ 600,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-04-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O Festival Decodifica propõe uma jornada que entrelaça artes, cultura e tecnologias emergentes, com enfoque nas dinâmicas sociais e culturais das favelas. Com painéis críticos, oficinas e intervenções artísticas, o evento revela narrativas criadas nas periferias, que exibem a inventividade da população do território. Entre apresentações musicais, poesia e o lançamento do Mapa de dados nacional das Favelas, o festival posiciona a favela como epicentro de inovação e expressão artística.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo geral: Posicionar o Festival Decodifica como um evento propulsor de conhecimentos a partir da articulação entre dados, arte e cultura nas favelas, de modo que garanta um aprofundamento sobre a produção cultural e a inovação tecnológica consolidadas nas comunidades periféricas. Objetivos específicos: 1- Realizar 01 seminário com 04 painéis de debate com participantes de favelas e especialistas em tecnologia e cultura; 2- Apresentar, ao longo do dia do seminário, uma programação artística com 10 atrações ao longo do dia que receberá grupos de música, poesia e DJs da periferia; 3- Capacitar, através de 02 workshops, moradores de favelas para a utilização de dados e visualizações como instrumentos para a construção de políticas públicas; 4- Lançar o Mapa de Dados Nacional das Favelas, que reúne ao menos 50 indicadores específicos sobre as comunidades participantes; 5- Realizar uma exposição artística e cultural colaborativa com o envolvimento de parceiros institucionais; 6- Promover um espaço de diálogo sobre justiça social, que revele diferentes perspectivas da realidade em territórios periféricos.

Justificativa

O Festival Decodifica se propõe a fundir as linguagens da arte e tecnologia com uma abordagem crítica sobre as condições das favelas brasileiras. Ao investir na criação de narrativas próprias e na apropriação de dados, o festival eleva as produções culturais oriundas desses territórios. Sem dúvida, é uma ação que reitera a força da economia criativa nas comunidades periféricas e reconhece esses territórios como pólos de inovação. Esta proposta conecta as expressões culturais das favelas ao universo dos dados. O mapeamento de questões de justiça social, ambiental e raciais, amplia o entendimento sobre o papel das tecnologias digitais na transformação social, daí este ser um projeto tão necessário para a formação de uma consciência crítica. Segundo dados do IBGE (2022), cerca de 17,1 milhões de brasileiros vivem em favelas, onde o acesso a ferramentas digitais permanece restrito. Segundo o Instituto Locomotiva (2021), 70% dos moradores de favelas têm acesso à internet apenas pelo celular, o que limita o engajamento com processos mais sofisticados de análise e uso de dados. Em sintonia com o Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288/2010) e a Lei 13.709/2018, que regulamenta o tratamento de dados no Brasil, o festival busca capacitar comunidades que vivem em situação de vulnerabilidade e quer valorizar o direito à informação. Este projeto responde a uma demanda real. No contexto cultural, a importância deste projeto emerge de uma urgência em descentralizar o acesso às artes e potencializar as vozes de produções locais. Estudos como o da Fundação Getúlio Vargas (2020) indicam que eventos culturais em favelas geram um impacto econômico positivo, pois promovem o aquecimento do comércio e atraem investimentos locais. Nesse sentido, o Festival Decodifica não só fortalece as economias criativas, mas instaura um espaço onde a arte transcende o entretenimento e se transforma em ferramenta de comunicação e empoderamento. A imprensa também destaca o papel dos dados na construção de políticas públicas: o jornal Folha de S. Paulo (2023) publicou que o uso de dados é essencial para mapear desigualdades e projetar políticas que atendam as necessidades reais das populações periféricas. Em sintonia, o Festival Decodifica se propõe a lançar o Mapa de Dados Nacional das Favelas, que contribui com indicadores específicos para uma leitura refinada das urgências desses territórios. Por meio de oficinas, painéis e intervenções artísticas, o projeto irá estimular o protagonismo dos moradores na interpretação de suas próprias realidades, subvertendo o habitual papel passivo das comunidades frente aos dados. Sua programação integra performances de hip hop, poesia e DJs da cena urbana. Portanto, uma celebração às artes que emergem nas favelas e que raramente encontram espaços de divulgação ampla. A inclusão dessas manifestações reforça o que a pesquisa do Itaú Cultural (2021) identificou como um traço fundamental das artes periféricas: sua capacidade de traduzir a realidade das comunidades com autenticidade e audácia, ressignificando o conceito de arte urbana e construindo um diálogo direto com as novas gerações. A pertinência do Festival Decodifica também se alinha ao compromisso assumido pelo Brasil com a Agenda 2030 da ONU, particularmente no que tange aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 4 (Educação de Qualidade) e 10 (Redução das Desigualdades). Estes objetivos contemplam a necessidade de acesso universal a uma educação de qualidade, e a promoção de oportunidades iguais. Ao interligar as artes com a análise de dados, o Festival Decodifica inaugura uma nova frente para a compreensão das dinâmicas culturais e sociais das favelas, posicionando as comunidades como centros de criação e estratégicos espaços de reflexão sobre o futuro. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

Descritivo dos workshops (passível de alteração no decorrer da execução) Painel de discussão I Participantes: Líderes comunitários, pesquisadores e representantes de ONGs. Objetivo: Discutir como os dados podem empoderar as comunidades e influenciar políticas públicas. Painel de discussão II Participantes: Ativistas Climáticos, pesquisadores, governo e representantes de ONGs. Objetivo: Discutir a relação dos dados com as políticas culturais. Painel de Discussão III Convidados: Especialistas em tecnologia, ativistas raciais e representantes de favelas. Debate: Como garantir que as tecnologias sirvam para promover a equidade racial nas comunidades. Painel de Discussão IV Convidados: Especialistas em tecnologia, ativistas raciais e acadêmicos . Debate: Como ter um cenário cultural mais democrático com a contribuição das tecnologias Workshop I Atividade: Criação de narrativas visuais utilizando dados históricos e atuais sobre as favelas. Workshop II Facilitadores: Especialistas em visualização de dados e membros da comunidade. Atividade: Criação de narrativas visuais utilizando dados históricos e atuais sobre as favelas.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL: FESTIVAL OU FESTA POPULAR (SOMENTE ESTRUTURA) / APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local escolhido possui recursos de acessibilidade, como: rampas para pessoas com cadeiras de roda, estacionamento com vagas para pessoas com deficiência, banheiros para pessoas com deficiência. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Audiodescrição em todas as atividades Item orçamentário: Consultores ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as rodas de conversa Item orçamentário: Tradução em tempo real ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Distribuição de abafadores de ouvido Item orçamentário: Monitores PRODUTO SECUNDÁRIO: SEMINÁRIOS / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA / VERNISSAGE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local escolhido possui recursos de acessibilidade, como: rampas para pessoas com cadeiras de roda, estacionamento com vagas para pessoas com deficiência, banheiros para pessoas com deficiência. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Audiodescrição em todas as atividades Item orçamentário: Consultores ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as rodas de conversa Item orçamentário: Tradução em tempo real ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Distribuição de abafadores de ouvido Item orçamentário: Monitores PRODUTO SECUNDÁRIO: EXPOSIÇÃO CULTURAL / DE ARTES ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local escolhido possui recursos de acessibilidade, como: rampas para pessoas com cadeiras de roda, estacionamento com vagas para pessoas com deficiência, banheiros para pessoas com deficiência. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Audiodescrição em todas as atividades Item orçamentário: Consultores ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as rodas de conversa Item orçamentário: Tradução em tempo real ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Distribuição de abafadores de ouvido Item orçamentário: Monitores PRODUTO SECUNDÁRIO: CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local escolhido possui recursos de acessibilidade, como: rampas para pessoas com cadeiras de roda, estacionamento com vagas para pessoas com deficiência, banheiros para pessoas com deficiência. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Audiodescrição em todas as atividades Item orçamentário: Consultores ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as rodas de conversa Item orçamentário: Tradução em tempo real ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Distribuição de abafadores de ouvido Item orçamentário: Monitores

Democratização do acesso

A democratização do acesso no Festival Decodifica pauta-se na gratuidade total e na centralidade das periferias, portanto, assegura a presença das comunidades para as quais o evento se direciona, e garante a genuinidade de suas intenções ao acolher líderes comunitários, jovens, artistas locais e agentes do terrítorio. Com entrada livre em todas as atividades, o festival envolve painéis, oficinas, exposições e apresentações artísticas, criando um ambiente acessível aos residentes das periferias e àqueles interessados em explorar as nuances da inovação social no contexto urbano. O Mapa de Dados Nacional das Favelas, produto essencial deste projeto, será disponibilizado gratuitamente em plataforma digital, essa atitude visa incentivar que o público seja alcançado em diferentes territórios.

Ficha técnica

Matheus Melgaço - Diretor artístico Matheus Melgaço tem 28 anos é Jornalista formado pela PUC-Rio e Sociólogo formado pela UERJ. É fundador da Virgula, produtora cultural com foco em impacto social focada em criar projetos para marcas, onde já atendeu: Sesc Rio, Trybe, Ambev, Flamengo, Maracanã, Tim entre outros. Dentre o seu portfólio de projetos está a exposição da Mercedes Baptista, a primeira Bailarina Negra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Thiago Nascimento - Diretor geral Thiago Nascimento tem 26 anos e é cria do Jacaré, favela na cidade do Rio de Janeiro. Fundou diversos projetos culturais de impacto social como Jaca contra o Corona, Jacaré Basquete, LabJaca, O Clima é Mudança e Próxim8. Selecionado no programa de apoio de Lideranças Negras da Fundação Tide Setubal com apoio do Ibirapitanga e da Porticus. Premiado no Shell Iniciativa Jovem e no LabNip. Conselheiro do Instituto Talanoa e da Platoforma Cipó. É um dos fundadores do Instituto Decodifica de atuação nacional onde relacionada geração de dados, cultura e impacto social Ramon Prado - Diretor de produção Ramon Prado é a mente por trás da fundação da HUSTLERS.BR. Sua versatilidade em desenvolver projetos proprietários ligados a eventos sociais, entretenimento e ao Live Marketing o levou a idealizar uma empresa que agregasse todas as entregas em um mesmo "guarda-chuva". Com quatro anos de vivência internacional, e participação em projetos como Tomorrowland Brasil, Rock in Rio, Olimpíadas 2016, Formula 1 (durante 4 anos), entre outros, Ramon juntou a sua paixão pelo entretenimento e esporte a sua trajetória de carreira. Expandiu neste período também seus conhecimentos em estratégia digital e gestão de personalidades. Eloah Mota - Analista de projetos Eloah Mota se dedica há 10 anos a projetos de impacto social e ativismo pelos direitos humanos. Graduanda em Produção Cultural na Universidade Federal Fluminense e Jovem Negociadora pelo Clima da turma de 2024, tem a participação popular, políticas de financiamento e cultura afro-brasileira como temas centrais de interesse. É membro do comitê gestor da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores, a RENAJOC.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.