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PRONAC 250837Autorizada a captação total dos recursosMecenato

IKATU XINGU

ASSOCIACAO DOUTORES DA AMAZONIA
Solicitado
R$ 10,52 mi
Aprovado
R$ 10,52 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Criação Implantaç (Proj Construç Restaur Reforma)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Construção, conservação e implantanção de equipamento cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (4)
Goiânia GoiásCanarana Mato GrossoGaúcha do Norte Mato GrossoSão Paulo São Paulo

Resumo

Conservação, restauro e revitalização do Polo Leonardo Villas Boas, localizado no Parque Nacional do Xingu, com realização de oficinas e registros audiovisuais. Também será construída a OCA Moitará onde haverá exposições, oficinas culturais e encontros interculturais para troca de saberes. Todo o processo da OCA Moitará será baseado na troca e na co-criação entre indígenas e não-indígenas.

Sinopse

Produto BEM MOVEL OCA MOITARÁ Classificação indicativa etária: livre Aqui entra a obra de criação e sensibilização feita entre os povos do Xingu e a equipe do arquiteto Arthur Casas no sentido de um encatamento e quase assombro pela harmonia da etno-arquitetura xinguana. Que resultará nessa construcão híbrida e desmontável, a síntese do diálogo entre dois mundos - o mundo urbano e o mundo xinguano. Uma obra que, por ser desmontável, depois dessa exposicão poderá percorrer o Brasil e o Mundo.

Objetivos

O projeto de memória cultural visa conservar, restaurar e revitalizar o Polo Indígena Leonardo Villas Boas, localizado no Território Indígena do Xingu, com foco na preservação das edificações do Eixo Histórico _ como a Casa Orlando Villas Boas e a Casa da Dona Marina. A iniciativa propõe a retomada simbólica e prática desses espaços pelos povos indígenas, fortalecendo as culturas xinguanas e ressaltando o pioneirismo do primeiro gesto de busca por justiça aos Povos Originários do Brasil. Além disso, o projeto pretende aproximar o brasileiro urbano dos Povos Originários de Abya Yala, demonstrando que a nossa biodiversidade — ambiental, cultural e humana — é nossa maior riqueza. Para isso, aposta na fusão de saberes e na etno-arquitetura, começando com o redesenho de uma OCA itinerante, de aproximadamente 180 m², concebida para durar além do período tradicional de oito a dez anos. Esse espaço, que será lançado em São Paulo, funcionará como um ponto de encontro para a troca de conhecimentos. Por fim, a iniciativa integra políticas de preservação com uma abordagem participativa, coletiva e diversa, registrando e difundindo, por meio de livros e materiais audiovisuais, todas as etapas e saberes gerados durante o processo. Assim, cumpre-se com os incisos IV, V, VI, X, XII, XV do artigo 3º do Decreto nº 11.453, de 2023 ao "promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial"; "incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais"; "fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural"; "apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais"; "impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusãoculturais"; e "apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação". Objetivos específicos: Produto BEM IMÓVEL - RESTAURAÇÃO / PRESERVAÇÃO (principal): conservar e restaurar o Polo Indígena Leonardo Villas Boas, localizado no Território Indígena do Xingu, em Gaúcha do Norte - Mato Grosso. O projeto se debruça ao Eixo Histórico do Polo Leonardo Villas-Bôas: Casa Orlando Villas Boas, Casa da Dona Marina, Casa do Rádio e Refeitório; prédios da saúde, alojamentos, todo o conjunto edificado do Polo, totalizando 11 edificações a serem restauradas. Produto Produto BEM IMÓVEL - RESTAURAÇÃO / PRESERVAÇÃO: construir, cuidar e divulgar a OCA MOITARÁ ponto de encontro e troca de saberes e também centro de uma exposição artística com cerca de 180m2 em sua construcão e QUE FUTURAMENTE VAI ITINERAR ENTRE CIDADES. Começando em São Paulo (SP) no Parque Mario Covas, em plena avenida Paulista. Essa arquitetura de fusão nasceu do encontro acontecido em São Paulo no final de 2023, quando o professor Xinguano Edu Kalapalo deu uma aula sobre a etno-artitetura xinguana para os arquitetos do Studio Arthur Casas. Dessa troca de saberes nasceu o desenho da OCA MOITARÁ. Produto CURSO / OFICINA / ESTÁGIO: realizar 15 cursos que permeiam o projeto, desde questões históricas e críticas, passando pela Zeladoria do Patrimônio Cultural e finalizando com capacitação audiovisual para envolvimento da juventude local no registro do projeto.

Justificativa

O projeto de conservação, restauro e revitalização do Polo Indígena Leonardo Villas Boas, localizado no Território Indígena do Xingu, surge como resposta à crescente pressão sobre a bacia do rio Xingu _ uma região reconhecida por sua enorme diversidade e importância histórica, que abriga 26 povos indígenas e comunidades ribeirinhas em 27 milhões de hectares protegidos. Fundamentado em uma análise histórica que remonta à Marcha para o Oeste, à Expedição Roncador-Xingu (ERX) e à atuação dos irmãos Villas Boas no Serviço de Proteção aos Índios (SPI) e, posteriormente, na FUNAI, o projeto enfatiza o papel decisivo desses protagonistas na reorganização espacial, delimitação dos territórios e preservação das culturas indígenas. A criação do Parque Indígena do Xingu (PIX) em 1961, fruto dessa influência, permanece como um marco histórico na proteção legal das terras indígenas. Hoje, a região enfrenta ameaças provenientes da expansão do agronegócio, invasões ilegais, desmatamento e exploração descontrolada dos recursos naturais, que comprometem a integridade cultural e territorial dos povos xinguanos. Diante desse cenário, o projeto busca proteger as cosmologias, identidades e territórios indígenas, promovendo a conexão entre o brasileiro urbano e suas raízes originárias. A urgência de agir é reforçada pelo contexto atual de combate à emergência climática e pela criação de um Ministério dos Povos Indígenas, que evidenciam a necessidade de iniciativas culturais sustentáveis e inclusivas. Assim, o projeto propõe envolver a sociedade na discussão dos direitos ancestrais dos povos indígenas e na valorização da diversidade cultural e humana _ nossa maior riqueza. Um dos pontos centrais da iniciativa é a construção, preservação e difusão da OCA MOITARÁ, que simboliza o Território Indígena do Xingu como referência histórica e cultural. Essa estrutura representa não apenas a materialização de um patrimônio, mas também a valorização de um espaço de encontro e troca de saberes, reafirmando o compromisso com a preservação dos modos de vida tradicionais e da diversidade linguística e cultural, considerada a maior das Américas. O projeto se justifica também a partir de uma crítica ao legado colonial, que, ao invés de promover uma convivência harmônica com a natureza, resultou em um processo de extermínio e homogeneização cultural. A herança destruidora do colonialismo, seguida pelo mercantilismo e pelo capitalismo, contribuiu para a perda da biodiversidade natural, humana e cultural. Em contrapartida, a proposta atual propõe um retorno à valorização da diversidade, celebrando a pluralidade dos saberes e modos de vida indígenas, e oferecendo uma alternativa para a construção de um futuro mais sustentável. As Leis de Incentivo desempenham papel fundamental na materialização deste projeto, permitindo que a iniciativa não só proteja o legado dos povos xinguanos, mas também inspire a sociedade a reconhecer e valorizar a diversidade como princípio central para a preservação de nossa identidade nacional. Em suma, a proposta representa um compromisso vital com a proteção e valorização da diversidade cultural e ambiental do Xingu. Ao resgatar a história indigenista do país, enfatizar a importância dos irmãos Villas Boas e da "pax xinguensis", e promover a integração entre o saber indígena e a sociedade contemporânea, o projeto almeja garantir a continuidade das tradições e a justiça histórica para os povos originários, contribuindo decisivamente para a sustentabilidade do nosso planeta. O projeto contribui diretamente para a consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. Em particular, o projeto aborda de maneira contundente metas relacionadas à erradicação da pobreza (ODS 1), uma vez que visa fortalecer as comunidades indígenas, promover o desenvolvimento socioeconômico e proteger seus territórios, proporcionando condições para uma vida digna e autossustentável. Além disso, o engajamento na preservação e revitalização das culturas xinguanas contribui para a promoção da igualdade (ODS 10), reconhecendo e respeitando a diversidade étnica e cultural presente na região.A iniciativa também se alinha ao ODS 13, que trata da ação climática, ao combater as ameaças ambientais enfrentadas pelos povos indígenas na região do Xingu, como o desmatamento, a exploração ilegal de recursos naturais e as mudanças climáticas. A preservação do Polo Leonardo Villas Boas e a proteção do Parque Nacional do Xingu atuam como barreiras essenciais contra as práticas que contribuem para a degradação ambiental, promovendo assim a sustentabilidade ecológica e a conservação da biodiversidade (ODS 15). Além disso, o projeto contribui para a promoção da parceria para o alcance dos objetivos (ODS 17), ao estabelecer colaborações entre as comunidades indígenas, entidades governamentais, organizações não governamentais e investidores comprometidos com a causa. A articulação de esforços em prol da conservação cultural e ambiental no Xingu destaca a importância da cooperação para enfrentar desafios complexos e alcançar resultados duradouros. Portanto, o projeto não apenas visa a preservação de um patrimônio histórico e cultural, mas também se alinha aos princípios fundamentais da Agenda 2030, contribuindo para um desenvolvimento sustentável e equitativo na região. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdoslocais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto alcançará os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoalda área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervocinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizaçõesculturais, bem como de suas coleções e acervos;

Estratégia de execução

DAS NECESSIDADES DE UMA AMPLA COMUNICAÇÃO: Além do tão importante restauro do patrimônio edificado, faz-se crucial a comunicação do significado de tal restauro para todo o país e também internacionalmente. O projeto evidencia a importância democrática e humana do TIX – Território Indígena do Xingu – como a valorização da cultura e do modo de via dos Povos Originários brasileiros. “Preservar a memória histórica do projeto do Parque, que se entrelaça com a história do indigenismo brasileiro, é essencial para uma compreensão não apenas da cultura dos povos indígenas xinguanos e do Brasil, mas também de uma continuidade teórico-prática da relação da sociedade criada pelos portugueses quinhentos anos antes. A saída encontrada para a questão do antigo versus novo modo de- ser se materializa no Parque Indígena do Xingu, que serviu de exemplo e consagrou-se na Constituição de 1988. Para além disso, também é imprescindível preservar toda esta memória, porque a questão do antigo versus novo modo-de-ser não está nem de longe encerrado, nos livros de história. Os debates do movimento indígena nacional, incluindo suas lideranças e intelectuais, ainda vêm sendo pautados por essa questão centenária – por séculos de opressão, para dizer o mínimo. Portanto, é crucial preservar um dos episódios mais relevantes da história dos povos indígenas: o Parque Indígena do Xingu, exemplo de respeito mútuo na construção de um país mais justo com os verdadeiros e mais antigos habitantes destas terras que nem se chamavam Brasil. NO SENTIDO DE UMA AMPLA COMUNICAÇÃO. É como o texto anterior explica: a importância do caso TIX, que primeiro foi o PIX (Parque Indígena do Xingu), está na sua determinação do que viria a ser todo um futuro para o modo de ser indígena nesse país. Foi, em 1961, através de sua decretação que se deu o ponto de inflexão, de virada, de salto quântico que se materializaria mais tarde, na constituição de 1988. Por isso: COM O RESTAURO, RESGATE, RETORNO à história, Estaremos RE LEMBRANDO o que devemos ser realmente como nação. Um país mais justo. Que RECONHECE quem aqui chegou muito antes de todos os demais. Que RECONHECE que a diversidade é a nossa maior riqueza. Nossa diversidade cultural, natural e ambiental é o que nos distingue perante o mundo. Estaremos desenvolvendo e registrando todo o processo de restauro, o modo de vida Xinguano e revivendo o grande exemplo que foi dado ao mundo pelos Irmãos Villas-Bôas. E ainda: fazendo desse registro amplo um outro encontro: entre profissionais dos eixos fora do Xingu e profissionais indígenas xinguanos, que trabalharão em colaboração (fotógrafos e vídeo-makers). Quando o Parque Nacional do Xingu foi decretado, em 1961, depois de um incansável trabalho de Orlando, Leonardo e Cláudio Villas Boas, pela priomeira vez no mundo, decretou-se uma terra de grandes proporções e correspondente ao território tradicional de Povos Originários. Era um fato inédito e um pensamento tambem ele, inédito. O direito à terra ancestral e a manutenção desse território o mais fechado possível para que aqueles povos pudessem se adaptar ao convívio com o restante do país durante gerações. Orlando e Claudio nao pensaram como Rondon e Darcy Ribeiro, que sofriam, mas alegavam a inevitabilidade do contato transformador para sempre daquelas vidas. Eles pensaram diferente e promoveram esse isolamento: o Xingu viveu muitas décadas em sí mesmo, o acesso era difícil, as autorizações para visitar, raras. Com isso realmente criou-se um ambiente especial, até hoje de cultura sólida, de rituais vivos e de indígenas convictos de seu modo de vida e do valor de suas linguas, seus jeitos, seus gestos. É mais que oportuno agora, mostrar essa sociedade e essa cultura e refletir sobre as escolhas que foram feitas por Orlando, Cláudio e os sábios caciques e lideranças de então: Aritana Yawalapiti, Takuman Kamayura, Afukaká Kuikuro.E conhecer de perto a beleza desse povo.

Especificação técnica

Produto CURSO / OFICINA / ESTÁGIO Ao longo de todo o período do RESTAURO, os estudantes da Escola Estadual Polo Indígena Leonardo vão ser envolvidos em atividades correlatas a ele e também serão envolvidos nos REGISTROS para o livro e produção dos vídeos. As aulas serão divididas entre os seguintes profissionais e focos: 1. ENCONTRO OU DESENCONTRO: 6 aulas Ministrante: Ana Augusta Rocha - Desenvolvimento do tema: a autora discorrerá sobre o embate/encontro entre culturas desde a chegada do colonizador e seus (des)propósitos, até encontros positivos como os que aconteceram entre os irmãos Villas Boas ou a fotógrafa Cláudia Andujar, por exemplo. - Carga horária: 24 horas 2. RESTAURO E PATRIMÔNIO HISTÓRICO: 6 aulas Ministrantes: Flavia Sutello e Antônio Sarasá Na área de atuação nomeada como Zeladoria o Estúdio Sarasá vem aperfeiçoando as leituras dos processos de investigação, assim como a realização de ações educativas, com o intuito da multiplicação e repercussão pedagógica do zelar. A política de leitura e entendimento das produções culturais da humanidade, na perspectiva da Zeladoria do Patrimônio, busca o despertar da consciência cultural, da apropriação e perpetuação dos valores e da inclusão social. Será trabalhada como uma prática integrada, promovendo não apenas a conservação do patrimônio, mas também fortalecendo os laços comunitários e proporcionando um ambiente propício para a transmissão intergeracional de conhecimentos e tradições. - Carga horária: 24 horas 3. O MUNDO DAS IMAGENS DA LITTLE STORIES na realização de documentários- VÍDEO NAS ALDEIAS: 3 aulas Ministrante: Ricardo Teles A captação e edição de vídeo oferecem oportunidades profissionais para os jovens indígenas, permitindo que eles desenvolvam suas habilidades técnicas e criativas, abrindo portas para áreas como cinema, televisão, produção de conteúdo audiovisual para a internet e até mesmo em projetos de turismo comunitário. O premiado fotógrafo e cinegrafista R. Teles compartilhará sua técnica e trajetória com o grupo de cineastas indígenas do Alto Xingu. - Carga horária: 24 horas Informações adicionais: - Beneficiários do produto da proposta e forma de seleção: estudantes da ESCOLA ESTADUAL INDIGENA CENTRAL LEONARDO VILLAS-BÔAS. A seleção será feita por ordem de inscrição. - Carga horária: 24 horas de aulas e mais alguns dias de campo com os alunos cineastas indígenas. Produto BEM MOVEL OCA MOITARÁ Bem ao modo indígena, traremos uma tecnologia em madeira para estruturar a OCA; mas nessa versão que contempla o diálogo entre arquiteturas, teremos madeiras proveniente de florestas plantadas de Pinus e Eucalipto. Produtos (painéis MLC, NLT, CLT e paredes de Wood Frame) são fabricados dentro de todas as especificações normativas e possuem a mais alta qualidade. Tecnologia que permite montagem e desmontagem. O futuro está no caminho dos materiais renováveis, que não exigem de energia artificial para sua produção: o sol faz todo o trabalho. O telhado dessa OCA-OBRA será coberto por telhas esopecialmente criadas pelos povos Wauja do Alto Xingu, os ceramistas e artistas mais famosos desse território. Essa será uma Oca Urbana, sustentável, leve e replicável.

Acessibilidade

Produto BEM IMÓVEL - RESTAURAÇÃO / PRESERVAÇÃO (principal) a) ASPECTO ARQUITETONICO: rampas, corrimões, banheiros adaptados, piso e mapa táteis. b) ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: contratação de consultores especializados, garantindo que os conteúdos sejam compreensíveis para aqueles que desconhecem as linguagens ou idiomas originais dos materiais. c) ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS: adoção de formatos digitais e impressos que respeitem os padrões de acessibilidade (como textos com contraste adequado, legendas e audiodescrição quando aplicável). Produto BEM IMÓVEL - RESTAURAÇÃO / PRESERVAÇÃO a) ASPECTO ARQUITETONICO: rampas, corrimões, banheiros adaptados, piso e mapa táteis. b) ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: contratação de consultores especializados, garantindo que os conteúdos sejam compreensíveis para aqueles que desconhecem as linguagens ou idiomas originais dos materiais. c) ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS: adoção de formatos digitais e impressos que respeitem os padrões de acessibilidade (como textos com contraste adequado, legendas e audiodescrição quando aplicável). Produto CURSO / OFICINA / ESTÁGIO a) ASPECTO ARQUITETONICO: utilização de instalações já adaptadas (estrutura física acessível). b) ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: disponibilização de intérprete de libras, a ser acionado mediante inscrição prévia; uso de linguagem oral; oferta de mediadores, sob demanda e mediante inscrição prévia. c) ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS: adoção de formatos digitais e impressos que respeitem os padrões de acessibilidade (como textos com contraste adequado, legendas e audiodescrição quando aplicável).

Democratização do acesso

De modo a democratizar o acesso ao bem cultural geral com os recursos da Lei de Incentivo à cultura, a proponente se compromete a adotar as seguintes medidas, conforme o artigo 46 da IN MinC nº 23/2025: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). Como medida de ampliação do acesso, a proponente também se compromete a disponibilizar os registros do projeto na íntegra, gratuita e irrestritamente no site oficial. Assim, adotará de forma adicional a seguinte medida, de acordo com o art. 47 da IN MinC nº 23/2025: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

ONG Doutores da Amazônia: Gestão e produção Fundada em 2015, a ONG tem por missão transformar o acesso à saúde indígena brasileira, oferecendo atendimentos especializados, com uso de técnicas e equipamentos modernos e avançados, sempre respeitando a ancestralidade de suas culturas e valores. Encara a cultura como meio de vida e como exercício de identidade. Visam liderar a assistência a populações em situação de vulnerabilidade, combatendo os efeitos da desigualdade, promovendo atendimento de qualidade, oferecido por profissionais de alta competência, proporcionando qualidade de vida e felicidade aos assistidos. Caio Machado: Responsável pela gestão do processo decisório e pela produção Dentista, 40 anos. Idealizador da ONG Doutores da Amazônia, fundada em 2015, que reúne médicos, dentistas, farmacêuticos, assistência farmacêutica e enfermagem. A ONG provê atendimento especializado em regiões remotas de reservas indígenas, demonstrando para o poder público que, em pleno século 21, é possível conseguir levar os mesmos tratamentos que são realizados nos grandes centros. Ana Augusta Rocha - Auana Editora: Coordenação geral e ministrante de oficinas Ana Augusta Rocha é jornalista e publicitária com larga experiência na produção de livros e campanhas que envolvam as pessoas em causas que valham a pena. Dedicou sua experiência de trabalho nas grandes agências de publicidade, para criar peças de comunicação capazes de mobilizar as pessoas. Autora de mais de 40 livros e editora de outros 40 livros publicados. Em sua experiência também realizou mais de 20 projetos com leis de incentivo fiscal. Especializou-se em desenvolver projetos de comunicação e editoriais voltados para exaltar valores e contribuir para a construção de marcas mais relevantes. Campanhas e clientes para quem Ana já criou muitos trabalhos: NaturaCinexPorscheFrigorífico PrietoIndependênciaCia Suzano de PapéisDuke Energy, Casa da Don’Anna,Globalfood – Advanced Food Technology Estúdio Sarasá – Toninho Sarasá: Arquitetura, conservação e ministrante de oficinas Em 1956, era fundado o Atelier Artístico Gerardo Sarasá, primeira empresa de artes e restaurações da família Sarasá no Brasil. Recebera o nome de uma importante referência na produção artística, nos ofícios de azulejaria e vitrais, Gerardo Martin Sarasá. Amplamente premiado pela sua técnica, vastamente reconhecido por suas atuações, a partir dos anos 70, dedica-se a projetos de conservação e restauração do patrimônio histórico, o que lhe rende, também, importante relevo. Uma das primeiras obras de restauração foi o mural de azulejos da artista plástica Djanira, em meados da década de 80. Graduou-se em Administração de Empresas na Universidade São Marcos em 1999. Em 2001 fundou o Estúdio Sarasa conservação e Restauração, empresa especializada em conservação e restauro do Patrimônio Histórico. Flavia Sutello: Coordenação de Zeladoria, textos e ministrante de oficinasMestranda no Programa de Pós-graduação em Planejamento Urbano e Regional (PROPUR) na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2022/24) com a pesquisa ‘CIDADE, TERRITÓRIO ANCESTRAL INDÍGENA: movimentos e poeti(cidades), resistência ao pensar o urbano’. Atua na linha de pesquisa Cidade, Cultura e Política com foco em Planejamento Urbano, nas políticas públicas, nas contracolonialidades, retomadas e direitos indígenas. Além de outras formações e atuações, é Gestora de Patrimônio e Cultura pelo Centro Universitário Assunção – UNIFAI (2013). Cursou o Programa de Zeladoria do Patrimônio Cultural no Museu de Arte Sacra de SP – MAS-SP (2012). É Diretora de Criação, projetos culturais e zeladoria no Estúdio Sarasá. Saulo Ribas/Little Stories: ministrante de oficinas de Fotografia e Audiovisual Saulo Ribas é autor, produtor e diretor audiovisual. Nos últimos anos tem se dedicado à produção de minidocs, clipes musicais e curtas infantis. Começou sua carreira editorial na Editora Abril na direção de arte de revistas como Terra, Viagem & Turismo e Quatro Rodas. Atuou também na Editora Globo, onde reformulou projetos gráficos de títulos como Época, Marie Claire e Auto Esporte. Empreendeu no mercado de games e conteúdo infantil. Dirigiu a série de animação 'Bia e Nino'. Relançou o personagem Fofão e dirigiu seu DVD. Tem três livros infantis publicados pela Editora Bamboozinho, entre eles o seu xodó, “Cléo e o Mapinguari”. Thaís Diniz / Little Stories É formada em Relações Públicas e especialista em marketing pela FGV. Com mais de quinze anos de experiência em estratégia de marketing de conteúdo, impulsionou o crescimento de marcas consagradas do universo infantil, como Palavra Cantada e Barbatuques. Também colaborou no desenvolvimento de novas marcas audiovisuais, entre as quais o principal case é a série animada “Bia & Nino”, que já soma mais 40 milhões de views apenas no YouTube e faz parte do catálogo dos principais players de streaming. Thais é responsável pelas técnicas de entrevista da empresa LS. Arthur de Mattos Casas - Arquitetura De dentro para fora, do objeto à paisagem, a criação do Studio Arthur Casas está intimamente ligada a uma escala horizontal, onde o que importa é o diálogo na concepção de programas que podem ir de uma cadeira a um bairro, influenciados por um espírito modernista e contemporâneo que é brasileiro sem deixar de ser cosmopolita. Desde 1990, a equipe de designers, arquitetos e urbanistas se divide entre os escritórios de São Paulo e NY, e possui obras em diversas cidades do mundo como Tóquio, Paris, Rio de Janeiro, NY e São Paulo, criando um vocabulário reconhecido e publicado internacionalmente. Em prática desde 1990, o Studio Arthur Casas ganhou notoriedade ao longo dos anos e recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais, como World Architecture Festival, Best of Year, iF Design Award, Frame Awards, Red Dot Design Award, Leaf Awards e Architecture Masterprize, entre outros. NO PROJETO o arquiteto Arthur e sua equipe, são os responsáveis pelo desenho arquitetônico da OCA INSPIRADOS NA ETNO-ARQUITETURA XINGUANA. Amanuá Kamayurá- Coordenação Xingu Amanuá é um experiente coordenador bi-lateral, tendo vivido e trabalhado por muitos anos fora do território indígena, o que lhe dá uma grande versatilidade na comunicação. Já foi o chefe da FUNAI no TIX e hoje exerce um papel de liderança junto a seu povo. NO PROJETO, Amanuá será coordenador indígena e facilitador do diálogo entre os Povos do Alto Xingu e essa iniciativa. Takuman Kamayurá - Coordenação Xingu Jovem liderança do povo Kamayura, Takuman é um hábil contador de histórias sobre seu povo e sua cultura. NO PROJETO, Takuman será coordenador indígena e facilitador do diálogo entre os Povos do Alto Xingu e essa iniciativa.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.