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PRONAC 250841Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Iara e Curupira - Uma conversa singular

NATALIA MAYRA DE LIMA
Solicitado
R$ 140,9 mil
Aprovado
R$ 140,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-06-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

"Os Lendeiros - Vivênciando lendas através da arte" é uma imersão sensorial no folclore brasileiro que busca a partir das artes integradas, o estímulo do brincar e do desenvolvimento das habilidades sociais e cognitivas nas crianças de 6 a 12 anos. A base do projeto é a contação de histórias em formato de apresentação teatral e musicada, seguida por uma vivência arteterapeutica, recheada de jogos teatrais e experiências manuais e artísticas.Em "Iara e Curupira - uma conversasingular "os Lendeiros apaixonados por aventura, Nattália e Lisandro estarão em busca do seu lugar em um mundo tão diverso. Para isso, usarão a história da Iara, destacando o poder que tem a sua voz, para muito além da beleza, Iara se expressa de forma única e confiante e a potência da sua expressão atrai multidões; entrelaçaremos essa história com a lenda do Curupira, que protege as matas e cuida dos seus. O bravo ser mítico tem os pés para trás, o que poderia ser visto por muitos como estranho, mas ele é único e essa singularidade é o seu grande poder, pois assim confunde os caçadores e vence suas batalhas. As músicas serão compostas e dirigidas musicalmente pelo grande pesquisador da música brasileira, Alfredo Del Penho.

Sinopse

Os Lendeiros em "Iara e Curupira - uma conversa singular" Uma experiência única onde teatro, canto, dança e Arteterapia se unem para uma vivência das lendas brasileiras. 🎭🎨 Os Lendeiros apaixonados por aventura, Nattália e Lisandro estão em busca de seu lugar em um mundo tão diverso, um pouco perdidos nessa busca contam com a ajuda das lendas entrelaçadas da Iara e Curupira, apresentadas de maneira musicada e bem humorada, os seres míticos mostram a importância da diversidade, a força de ter a sua própria voz e as vantagens de ser único. O espetáculo-vivência também conta com atividades teatrais e arteterapeuticas referente a história apresentada. Classificação: Livre Indicativa etária: 6 aos 12 anos.

Objetivos

O objetivo dos Lendeiros é difundir e ampliar lendas e conhecimentos culturais de uma forma inovadora, usando e abusando de experiências físicas e sinestésicas. É comprovado que crianças aprendem muito mais brincando e experimentando; os Lendeiros possibilitarão que esses conhecimentos passem a ser mais do que uma história por meio das vivências e comecem a fazer parte dos jogos, brincadeiras, memórias emotivas de cada um. Segundo Peter Slade, "O jogo dramático é parte essencial na vida do jovem. Não é apenas uma atividade de ócio, mas, antes, a maneira da criança pensar, comprovar, relaxar, trabalhar, lembrar, ousar, experimentar, criar a absorver. O jogo é na verdade a vida. A melhor brincadeira teatral infantil só tem lugar onde oportunidade e encorajamento lhe são oferecidos por uma mente adulta" Além disso, visamos trabalhar através de arteterapia e jogos teatrais, que ser diferente e valorizar a sua diferença é cada vez mais fundamental, entendendo como essas diferenças coexistem em grupo e praticando o respeito e afeto em relação ao próximo, a partir de jogos teatrais e práticas arteterapeuticas cuidadosamente pensadas com esta finalidade. Objetivo específico: Serão realizadas 16 vivências apresentações + vivências na cidade de São Paulo Cada vivência terá 1h45 de duração. A cada dia, 30 crianças poderão participar da experiência sinestésica, totalizando 60 crianças por semana, 240 por mês e 480 nos 2 meses de execução do projeto. O projeto terá inicio com uma apresentação teatral e musicada do Lendeiros Nattália e Lisandro em busca do seu lugar no mundo, como solução desse conflito aparacere o entrelaçamento cantado da Lenda da Iara e do Curupira, ampliando a beleza da singularidade e a importância de valorizar as diferenças. Após a apresentação havéra a realização da vivência, onde as crianças participarão de três jogos e atividades arteterapeuticas: - Uma brincadeira que tem como foco o canto e o trabalho em equipe. Trazendo também que uma das potencialidades da Iara é a voz que ela coloca no mundo. Dentro dessa brincadeira, além de cantar a música da Iara, o grupo tem como objetivo não deixar que nenhum dos componentes se "afogue", trabalhando a união e trabalho em equipe; - Brincadeira de corda, com canções sobre a lenda assistida, trazendo as antigas tradições de brincadeiras de rua, além do entendimento cognitivo e de tempo e espaço do outro. - Utilizando a arteterapia criarão sua "pegada" no mundo, como o curupira, que tem como marca os pés virados para trás. As crianças imprimirão suas pegadas em papel Craft com o uso de tinta, possibilitando-as também a customizar essa pegada com lantejoula, cores de tintas diferente, cola glitter, entre outros elementos que trarão a subjetividade de cada um, finalizando em um grande mural onde todas as pegadas coexistem. Metas: 1º Estimular o canto como forma de expressão 3º Trabalhar união, senso de objetivo coletivo e prontidão 4º Desenvolvimento do cognitivo e prontidão física. 5º Percepção social do tempo e espaço do outro 6º Trabalhar a subjetividade individual através de características únicas e singulares.

Justificativa

Esse movimento e conscientização na infância é de suma importância em um mundo onde em 2024 ainda vemos casos inadmissíveis que nos partem o coração, como o de Pedro Henrique Oliveira dos Santos, aluno bolsista, gay, preto e periférico que não viu outra saída a não ser tirar sua vida, por não aguentar lidar com o bullying e as humilhações que sofria; infelizmente o suícidio entre adolescentes é cada vez mais frequente e a arte, o lúdico, a arteterapia são ferramentas poderosas que podem e devem serem usadas com fins de estimular o amor, afeto, companheirismo e respeito às diferenças, além do entretenimento e brincadeira. Além disso, é comprovado que o aprendizado ocorre do concreto para o abstrato, sendo necessário aliar a experiência ao conceito e os Lendeiros possibilitarão que as crianças vivenciem no próprio corpo um pedacinho do espetáculo que acabaram de assistir. Por fim, outro ponto relevante do projeto é convidar as crianças a deixarem o mundo virtual de lado e se aprofundarem no mundo das relações por meio de brincadeiras e jogos teatrais, onde a troca acontece frente a frente. Segundo o psicanalista Lucas Liedke é urgente estimular as relações pessoais e encontrar estratégias para diminuir o uso das telas, os Lendeiros propõe jogos e dinâmicas cuidadosamente pensados que visam não apenas o entretenimento e a recreação mas a oportunidade para que as crianças pratiquem a observação, presença, o olhar para si e para o outro, desenvolvendo habilidades sociais, trabalhando o tempo ritmo de cada um, o tempo ritmo do grupo e fortalecendo as relações.

Especificação técnica

Detalhamento técnico: O espetáculo-vivência tem 1h45 de duração e será apresentado ao longo de dois meses, duas sessões aos fins de semana. Os materiais a serem utilizados na vivência serão: -Corda - Papel Kraft - Cola Branca - Tinta Guache - Lantejoula - Conchinha Projeto pedagógico: AÇÕES - Atividade cantada em equipe em prol de um objetivo, estimulando a expressão vocal e a união - Brincadeiras de corda - Atividade arteterapeutica com tinta em papel kraft (sua pegada no mundo) METAS A PARTIR DAS ATIVIDADES: 1º Estimular o canto como forma de expressão 3º Trabalhar união, senso de objetivo coletivo e prontidão 4º Desenvolvimento do cognitivo e prontidão física 5º Percepção social do tempo e espaço do outro 6º Trabalhar a subjetividade individual através de características únicas e singulares

Acessibilidade

Haverá a presença de uma psicopedagoga nas sessões do Domingo (50% das sessões) para auxiliar crianças neurodivergentes a participar das dinâmicas. Além disso, escolha do local para execução do projeto será realizada de acordo com a capacidade de acessibilidade do mesmo em cada uma das cidades, verificaremos se o espaço possuem estruturas acessíveis para deficientes físicos como rampas, banheiros, entre outros. Também contaremos com tradução simultânea de libras em 50% das sessões realizadas. Utilizaremos do design inclusivo no material de divulgação do espetáculo-vivência.

Democratização do acesso

A ação será realizada em espaços públicos ou espaços específicos do patrocinador (no caso de grupo escolar) a descião ocorrerá mediante ao que for melhor para as crianças e excecução do projeto, além de medidas de acessibilidade confirmadas. Para distruibir e convidar para a vivência temos as seguintes propostas: 1. Assessoria de Imprensa A assessoria de imprensa desempenhará um papel crucial na comunicação de nosso projeto aos meios de comunicação tradicionais e especializados. A equipe será responsável por: Elaborar e distribuir press releases: Destacando a singularidade do projeto, a importância cultural e imersiva. Esses materiais serão enviados para jornais, revistas, rádios e canais de televisão, com foco em veículos de cultura e entretenimento. Organizar entrevistas e aparições: Com membros da equipe criativa, para discutir a concepção e a execução do projeto, bem como os temas importantes que ele aborda. 2. Mídias Digitais A promoção através de mídias digitais será o pilar central de nossa estratégia de divulgação. Vamos utilizar uma variedade de plataformas e formatos para maximizar o alcance e engajamento. Com perfis no Instagram @leindeiros_arte e no Youtube, buscaremos de maneira interativa unir arte, educação e comunicação, tornando-os um espaço de informação que contém o trabalho de pesquisa sobre lendas folclóricas, utilizando os cincos sentidos dentro da Arteterapia para crianças e adolescentes, divulgando assim nossa pesquisa, fotos e vídeos da vivências e depoimento do público atingido. Publicações patrocinadas serão realizadas para aumentar o alcance e enquetes, caixas de perguntas, reels dos bastidores favorecendo a troca com o público e transmissões ao vivo da dinâmica. Pré-lançamento: Foco em teasers e contagem regressiva para aumentar a expectativa. 3. Pré-estreia VIP com coquetel: Realizaremos uma pré-estreia VIP para patrocinadores que receberão 20 convites VIP para seus representantes e equipe, garantindo uma experiência única. Durante essa pré-estreia, além da chamada técnica, será exibido um vídeo introdutório destacando a importância do patrocínio, valorizando a parceria com a lei e a empresa. 4. Divulgação nas escolas. O projeto será divulgado nas escolas, públicas e privadas por meio de cartazes contendo a programação e bilhetes enviados nos cadernos dos alunos. Será enviado um vídeo convite dos atores nas escolas para despertar o interesse das crianças, poderá também ocorrer uma visita dos atores em algumas das escolas, incentivando ainda mais a participação das crianças. 5. Gratuidade total do projeto Não será cobrado nenhum tipo de ingresso para o espetáculo-vivência, oferecendo uma experiência 100% gratuita para crianças de todas as classes sociais. 6. Realização de duas sessões em CEUS de São Paulo Serão realizadas 2 das 16 sessões em CEUS de São Paulo, a ser combinado posteriormente com o CEU que se interessar pelo projeto. 7. Transmissão online do espetáculo-vivência Contaremos com transmissão online para facilitar o acesso a arte e arteterapia para crianças de São Paulo e outros Estados.

Ficha técnica

Nattália Lima - Idealizadora, atriz, arteterapeuta Formada em Comunicação Social e pós graduada em ArteTerapia com ênfase em psicologia analítica pelo Instituto Freedom, e também pós graduada em psicologia infantil e escolar,é autora do artigo científico “ Dos pequenos braços ao abraço - um relato sobre a importância do vínculo no complexo mundo dos sentimentos.” escrito com base em sua experiência de um ano como arteterapeuta e professora de teatro no Centro de Acolhimento “ Lar do Alvorecer Cristão”. Recentemente fez a formação "A arte do Brincante para educadores" com foco na cultura popular brasileira, no Instituto Brincante. Se aprofundou através de cursos como “ Jung e a criança”; “mitologia grega e psicologia analítica”, “mitologia afro-brasileira e psicologia analítica”, “conto de fadas e a psicologia analítica” entre outros; além de oficinas que abordam o tema cultura popular brasileira como: Cantadas, dançadas e brincadeiras (Grupo Túia); danças brasileiras e danças afro-brasileiras. No audiovisual é Cíntia Abravanel na série que conta a vida do apresentador brasileiro Silvio Santos, o Rei da Tv, disponível no Starplus. Além disso também integra o elenco de “Setembro” com a personagem Leila, filme que ganhou Paris Play Film Festival e está disponível no Amazon Prime. No teatro, interpretou a personagem Lisístrata na montagem Lisístrata dirigida por Sandra Corveloni; e Rebeca Nurse em Bruxas de Salém uma montagem de Kleber Montanheiro. Atualmente trabalha dezessete peças inéditas de Tennesse Williams no Brasil, sob direção de Nelson Baskerville e atende como arteterapeuta no LAC. Lisandro Di Prospero - Idealizador, ator, professor Lisandro di Prospero é ator, produtor, publicitário, designer gráfico, diretor de arte e professor de teatro na ONG: Lar da Benção, ministrando uma oficina para crianças carentes dos 6 aos 14 anos; dirigiu em 2019 em parceria com a direção da orquestra um espetáculo chamado “O Mundo é nosso Lar” na sala São Paulo, o elenco era composto de 140 crianças estudantes de escolas públicas paulistanas.Cursou interpretação teatral com Guilherme Sant’anna, Sergio Ferrara, Josemir Kowalick, Juçara Morais, André Garolli e Paulo Marcos Brito. Realizou oficina de roteiro no SENAC. No Grupo TAPA, participou do grupo de estudos de Realismo e Shakespeare. Atuou em diversos curtas-metragens, no longa “A Força de um Sorriso”, deRafael Almeida, na minissérie “Hebe”, com direção Mauricio Farias, além da série “O rei da TV” com direção de Marcus Baldine e Júlia Jordão. Atuou nas peças: “Você nunca me vê de onde eu vejo você”, “Havemos de Hamanhecer” e “Todos os Sonhos do Mundo” de João Paulo Lorenzon, “Malandragem” de Guilherme Sant’anna “Angels inAmerica” de Sergio Ferrara, “O Apocalipse de um Diretor” de Angela Ribeiro e Thiago Franco Balieiro, “Benjamin” de Arthur Hayoran, “Gomorra” de Jean Dandrah, “Ladainha para um defunto morto” de Fernando Neves. Participou do grupo de pesquisa em cinema AP43, ministrado por Nara Sakarê. Atualmente é membro da CiaDois de Teatro e d’A Última Cia. Alfredo-Del-Penho - Diretor musical e compositor Cantor. Violonista. Compositor. Ator. Pesquisador. Teve seu primeiro contato com o choro em 1998. A partir de então começou a frequentar as tocatas e serestas de Niterói, onde residia. Frequentava o bar Candongueiro, em Niterói, onde conheceu os integrantes do Grupo Unha de gato, ao qual veio a integrar, sendo este seu primeiro trabalho como músico. Como pesquisador da música popular brasileira, teve seus estudos e trabalhos orientados pelo pesquisador Paulo Cesar de Andrade. Atuou no projeto de restauração do acervo Jacob do Bandolim pelo IJB (Instituto Jacob do Bandolim), e na restauração de fonogramas publicados no Box Elizeth, lançado em 2003 pela gravadora Biscoito Fino. Ao lado de Pedro Paulo Malta, pesquisou e editou o material sonoro de acervos informais de depoimentos de Elizeth Cardoso, que resultou no CD release do Box sobre Elizeth Cardoso idealizado por Hermínio Bello de Carvalho e lançado pela gravadora Biscoito Fino. Em 2003 lecionou no projeto “Educação Musical Carioca”, apresentando como conteúdo a História da Música Popular no Rio de Janeiro. Apresentou workshops sobre música popular em Rio das Ostras, São Paulo, Belo Horizonte, Niterói e Rio de Janeiro. Foi o diretor musical do espetáculo “Ciro Monteiro”, realizado nos teatros do Sesi-RJ e Sesc Pompéia-SP, interpretado por Cristina Buarque, Pedro Miranda e Pedro Paulo Malta; assistente de direção e responsável pela pesquisa, junto a Paulo César de Andrade, no espetáculo sobre Lamartine Babo realizado no Centro Cultural Banco Do Brasil; pesquisador do projeto sobre o acervo da “Banda Do Corpo De Bombeiros” financiado pela Petrobrás, em 2004. Nesse mesmo ano, ministrou ao lado do pesquisador Paulo Cesar de Andrade e do poeta Hermínio Bello De Carvalho os workshops “Levando um Lero”, sobre a música brasileira, no projeto “Escola Portátil de Música”. Em 2006 lecionou História da Música Brasileira e Canto no projeto “Scenarium Musical” patrocinado pela Unesco e coordenado por Henrique Cazes. Trabalhou como um dos consultores, ao lado de Sérgio Cabral, Jairo Severiano, Hermínio Bello De Carvalho, Ruy Castro, Rodrigo Faour e Pedro Paulo Malta, no projeto “Novo MIS”, para criação do novo Museu da Imagem e do Som.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.