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PRONAC 250850Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Turnê Orquestra Filarmônica Ramacrisna – Brasil/Reino Unido

INSTITUTO RAMACRISNA
Solicitado
R$ 1,98 mi
Aprovado
R$ 1,98 mi
Captado
R$ 100,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

5.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Concertos sinfônicos
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Betim
Início
2025-08-04
Término
2026-08-03
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisBetim Minas Gerais

Resumo

O Projeto visa garantir as atividades de ensaios e concertos da Orquestra Filarmônica Ramacrisna, para um ano de temporada, com a formação completa e circulação, em Liverpool, Reino Unido, em parceria com a Liverpool Hope University, por meio de um intercâmbio cultural e o aprendizado mútuo. A temporada prevê 2 (dois) concertos em Liverpool e 2 (dois) concertos no Brasil, nas cidades de Belo Horizonte e Betim, estado de Minas Gerais, com expectativa de público de 2.000 pessoas. Todas as atividades são gratuitas e com faixa etária livre.

Sinopse

Serão realizados concertos com duração de 90 minutas com obras para faixa etária livre. A orquestra traz um vasto repertório para esta temporada, desde obras de grande importância para a formação do público e de compositores conhecidos no mundo inteiro. Entre as obras que compõem o repertório, temos: Beatles, Quenn, Pixinguinha, Luiz Gonzaga, Roberto Carlos, Heitor Vila Lobos, Gun’s n Roses, Bach, G.Bizet, Guerra Peixe, Chiquinha Gonzaga, Milton Nascimento, Tom Jobim, Mozart, Michael Jackson, John Williams entre outros tantos compositores.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar as ações da Orquestra Filarmônica Ramacrisna, promovendo atividades artísticas, ao longo de 12 meses. A temporada inclui ensaios semanais e apresentações, culminando em quatro concertos presenciais — dois no Brasil e dois em Liverpool, no Reino Unido.Para as apresentações no Reino Unido, teremos 20 músicos (maiores de idade) e o Maestro, mais a equipe de apoio. No Brasil, 54 músicos, na formação completa. O projeto cultural, em conformidade com incisos do Art. 3 do Decreto 11.453 de 2023, apresenta ações culturais aqui descritas com as seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; XIII - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior e o intercâmbio cultural com outros países. Objetivos Específicos: 1- Realizar 4 (quatro) Concertos presenciais _ sendo 2 (dois) em Liverpool e 2 (dois) no Brasil, gratuitamente, para promover a integração dos jovens com músicos consolidados no cenário cultural e promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior e o intercâmbio cultural com o Reino Unido. No Brasil, a expectativa é de um publico de 1.500 Pessoas (1.0000 em Belo Horizonte 500 em Betim/MG) e 500 pessoas em Liverpool. 2- Difundir a música erudita, clássica e MPB para a população carente e com dificuldade de acesso à cultura, durante os 12 meses de execução do projeto. 3- Possibilitar aos 54 jovens músicos, em situação de vulnerabilidade social, o fomento das aulas de musicalização e para instrumentos de cordas, sopro e percussão, semanalmente, possibilitando a participação em aulas, ensaios e estudos monitorados por naipes.

Justificativa

Justifica- se a inscrição do projeto na Lei de Incentivo à Cultura porque a Lei possui grande relevância para o fomento da cultura no país e o intercâmbio e disseminação da cultura brasileira no exterior. A Lei possibilita patrocínios para ações culturais fundamentais, que em sua maioria, só serão viabilizadas por meio de incentivos. Com apoio de patrocinadores conseguiremos viabilizar um projeto que: 1 - Forma jovens músicos entre 9 e 28 anos provenientes de comunidades periféricas e rurais de Betim, Minas Gerais. Com população de 411.859 habitantes (Censo IBGE 2022), a cidade e o estado tem sido palco do impacto cultural para públicos de vários níveis. 2 - Além de aulas teóricas e práticas, os músicos realizam apresentações gratuitas ou a preços populares, difundindo a música de câmara e a rica diversidade musical brasileira, alcançando populações sem acesso a eventos culturais, em parceria com grande artistas nacionais. 3 _ A Orquestra Filarmônica, atua desde o ano de 2005 e é parte do Instituto Ramacrisna, que há 20 anos mantém parceria com a Liverpool Hope University por meio do intercâmbio "Solidariedade Globalizada". Essa troca anual promove aprendizado mútuo entre músicos da Orquestra e estudantes ingleses, fortalecendo laços culturais entre Brasil e Reino Unido. 4 - A iniciativa, única no Brasil entre instituições de língua não inglesa, destaca-se por unir criatividade e diversidade, alinhando-se aos objetivos do Ano da Cultura Reino Unido/Brasil 2025-2026, ao promover parcerias de longo prazo com impacto social significativo. É uma ação de intercâmbio cultural significativa, destacando a criatividade e a diversidade de ambos os países, por meio de uma abordagem inovadora. A Orquestra Filarmônica Ramacrisna atua nesse contexto, oferecendo oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional e inserção social de membros destas famílias. Atualmente, 29,8 milhões de jovens brasileiros estão fora do mercado de trabalho ou sem qualificação. Se consideramos na baixa renda, 45% encontram-se desempregados. Soma-se a isso, que o acesso a equipamentos culturais no Brasil ainda não está disponível para todos, especialmente nas periferias. Quase 20% dos municípios brasileiros não têm biblioteca pública; mais de 70%, não têm museus, teatros ou casas de espetáculo; em 83%, não têm cinemas. Para mudar essa realidade, a ação do Terceiro Setor é fundamental. Muitas vezes, são as Organizações da Sociedade Civil as responsáveis por criar ações artísticas e culturais em regiões periféricas. Mais do que democratizar o acesso à arte e à cultura, essas ações atingem resultados nos campos da educação e cidadania As ações propostas previstas no Projeto, relativas à formação dos adolescentes e jovens, visam promover reconhecimento e disseminação do trabalho, divulgando o potencial musical dos jovens músicos de forma a fomentar a construção e afirmação da identidade cultural local; promovendo a diversidade cultural. Espera-se aumentar o número de apresentações, especialmente em municípios situados fora da região metropolitana de Belo Horizonte, em outros estados e até mesmo criar oportunidades de viagens internacionais. O Projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. Em relação ao Art. 3º, visamos alcançar os seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999) Com uma liderança diversa e inclusiva — o Maestro Eliseu Barros e a Maestrina Sarah Maia, ambos negros — e uma composição majoritariamente feminina (58%), o projeto adota estratégias concretas de igualdade de gênero, diversidade e inclusão. Os resultados esperados incluem a valorização da cultura nacional e internacional, o fortalecimento das cadeias produtivas culturais Brasil-Reino Unido, a ampliação do acesso à arte e o estímulo a atividades culturais afirmativas, para a diversidade e a cidadania cultural.

Estratégia de execução

O projeto Orquestra Filarmônica Ramacrisna é um catalisador para o fortalecimento da parceria entre o Reino Unido e o Brasil, alicerçada em duas décadas de colaboração com a Liverpool Hope University. Ele promove trocas culturais e pedagógicas, unindo experiências musicais e educacionais que enriquecem ambas as partes. A parceria não só reforça os laços existentes, mas também abre espaço para colaborações mais profundas ao criar um ambiente que fomenta a inovação, o intercâmbio de metodologias e o compartilhamento de boas práticas. Por meio das trocas de experiências, performances e programas de formação, o projeto amplia o alcance de iniciativas conjuntas, integrando professores, músicos e alunos em um contexto global. Além disso, contribui para o desenvolvimento das habilidades sociais e culturais dos participantes, promovendo a inclusão e a diversidade como valores centrais. O impacto transcende o campo musical, ao estimular o crescimento das organizações envolvidas, proporcionando visibilidade internacional e acesso a novas redes de colaboração. Assim, o projeto não apenas solidifica a relação entre o Ramacrisna e a Liverpool Hope University, mas também serve como modelo para parcerias futuras, fortalecendo os laços entre o Reino Unido e o Brasil em diversas áreas culturais e educacionais.

Especificação técnica

Cada concerto terá duração de 90 minutos e faixa etária livre. Expectativa de público: 2.000 pessoas Os concertos da Orquestra Filarmônica Ramacrisna retratam o trabalho desenvolvido ao longo dos 20 anos de atividades do grupo, trazendo arranjos e interpretações de obras clássicas consagradas e sucessos populares da música nacional e internacional. Com repertório diversificado, a Orquestra apresenta-se em formação de 40 jovens músicos, composta pelos instrumentos: violino, viola de arco, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta, oboé e clarineta. A regência é do Maestro Eliseu Martins de Barros. O projeto prevê ensaios semanais da formação completa, para estudo e aprofundamento do repertório escolhido O repertório será escolhido pelo maestro, em concordância com a direção da Orquestra Filarmônica, e respeitando as capacidades técnicas dos membros integrantes do corpo musical e sempre propondo desafios e novas leituras. A Orquestra Filarmônica poderá convidar músicos de fora da orquestra para que participem de concertos e professores para que haja espaço de interação e aprendizado através de Masterclasses. Essa opção é considerada uma importante ferramenta de qualificação profissional e atualização para os integrantes da orquestra e nutre um sentimento de engajamento e comprometimento com a equipe e o fazer coletivo. As apresentações/concertos serão realizadas gratuitamente, para a difusão da música, bem como para o fortalecimento no relacionamento com o público em geral, considerando o papel fundamental que a Orquestra e demais músicos desempenham na promoção da música erudita, clássica e da música popular brasileira. Além disso, outra ação importantíssima é a própria formação dos músicos. O objetivo principal é trazer para a realidade, a beleza do universo da música, a formação de profissionais na arte da música com aprendizado em teoria musical, habilidade para apresentações públicas, aprimoramento da mente, sensibilidade auditiva, disciplina consciente, trabalho em equipe e solidariedade. A programação prevista é: · 1. Música Popular Brasileira · 2. Música Clássica · 3. Jazz Quatro apresentações presenciais em Centros Culturais, Casas de Espetáculos e/ou teatro, duas a cada 6 (seis) meses. Quanto ao projeto pedagógico das oficinas de treinamento dos jovens músicos na Orquestra, o Projeto Pedagógico tem por objetivos gerais desenvolver princípios básicos para apreciação e conhecimento musicais. As atividades propiciarão o desenvolvimento da percepção, através da audição de obras musicais, da prática da música instrumental em conjunto, do treinamento auditivo, leitura, notação e estudo da teoria elementar da música. Trabalhar com música em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento e atuar concomitante com ensino. Para os conteúdos das atividades práticas, espera-se desenvolver uma boa percepção e noção da linguagem musical, deixando os alunos bem encaminhados para absorver conhecimentos mais profundos e apresentações externas. As aulas são realizadas diariamente, de segunda a sexta-feira. Quanto as habilidades exigidas: devem saber dividir o tempo corretamente, executar o seu instrumento tocando na mesma pulsão do grupo. Ter uma boa afinação, percepção de sons, percepção de um intervalo de tempo em que o indivíduo discrimina dois sons, sendo uma habilidade envolvida na música. Justificativa para atendimento deste público: adolescentes e jovens que estejam em situação de risco ou vulnerabilidade social, com necessidades de melhoria da educação, formação humana, social, cultural para melhoria do seu desenvolvimento. Aulas de Teoria e Percepção Musical · Reconhecimento de sons, intensidade; duração; · Reconhecimento de ritmos musicais diversos; · Iniciação a mostragem dos diversos estilos e gêneros musicais; · Iniciação a leitura rítmica e melódica de partitura musical; · Iniciação ao reconhecimento de símbolos musicais; · Aprendizagem ao conteúdo básico de teoria, símbolos, estilos e gêneros musicais diversos, leitura nível básico de ritmo e melodias; · Noções iniciais e básicas de harmonia funcional; · Leitura avançada de partitura musical Aulas de instrumento musical (violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, clarineta, flauta, oboé e percussão) · Preparação do instrumento (montagem) para ser usado; · Preparação para guardar o instrumento (desmontagem) quando não estiver em uso; · Iniciação ao manuseio dos instrumentos; · Iniciação da técnica básica para o aprendizado do instrumento musical; · Iniciação ao manuseio do instrumento correlacionado com leitura inicial, e posteriormente básica, de partituras; · Aprendizagem de lições, peças e concertos musicais, através de métodos específicos; · Iniciação à prática em grupo menor de pessoas, como grupo de câmara, e grupos maiores como conjunto orquestral. Bens e Materiais Permanentes: Em caso de dissolução da entidade, o Instituto Ramacrisna destinará os bens adquiridos com recursos públicos, deverão ser transferidos à outra pessoa jurídica qualificada nos termos da Lei nº 9.790/1999, preferencialmente que tenha o mesmo objeto social e, não sendo possível, deverão ser transferidos para o Ente Público que é parte no Termo de Parceria. Tal destinação é prevista no Estatuto Social da Organização. Informamos que ao final do projeto os materiais permanentes adquiridos, serão utilizados na continuidade das ações propostas. Os materiais de consumo/permanentes serão armazenados nas dependências dos locais de execução das atividades. Tratam-se de local seguro e adequado, com restrições de acesso ao público atendido. A sustentabilidade a longo prazo da parceria entre a Orquestra Filarmônica Ramacrisna e a Liverpool Hope University será assegurada por uma combinação de estratégias colaborativas, compromissos institucionais e esforços contínuos de fortalecimento de laços. As ações propostas incluem: Fomentar e fortalecer o intercâmbio cultural e apresentações artísticas que envolvam alunos, professores e músicos. Tais iniciativas podem incluir concertos internacionais, publicações acadêmicas e projetos de extensão comunitária. Diversificação de Fontes de Financiamento: Buscar parcerias com organizações locais e internacionais, além de explorar editais públicos e privados que apoiem projetos culturais e educacionais, garantindo a sustentabilidade financeira das atividades conjuntas. Engajamento da Comunidade: Fortalecer a participação da comunidade local em eventos e programas da Orquestra, promovendo o impacto social do projeto e consolidando seu valor como um ativo cultural. Monitoramento e Avaliação Contínuos: Estabelecer um sistema de avaliação de impacto que permita identificar sucessos, desafios e oportunidades para ajustes estratégicos, assegurando a relevância e a eficácia das iniciativas. Uso de Tecnologias Digitais: Expandir a presença digital por meio de plataformas virtuais que facilitem colaborações, compartilhem resultados e alcancem um público global, aumentando a visibilidade do projeto. Por meio dessas ações integradas, a parceria visa transcender o escopo inicial do projeto, consolidando-se como um modelo de cooperação cultural e educacional sustentável a longo prazo.

Acessibilidade

O projeto prevê mecanismos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis e da democratização do acesso à cultura, compatíveis tecnicamente com as características do objeto para cada linguagem artística de seus produtos, justificados e fundamentados, nos termos dos Arts. 42 a 44, 54, 63,67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999,do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, considerando adaptações razoáveis que não acarretem ônus desproporcional e indevido em cada caso, de modo a contemplar: PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para as apresentações presenciais, os espaços terão rampas de acesso, cadeiras para obesos, espaço reservado para idosos, entrada especial, espaço para cadeirantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Na abertura de cada apresentação, seja presencial ou live, haverá audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Haverá tradução simultânea com Tradutor e Intérprete de libras e na abertura de cada apresentação. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Manter a apresentações em tom mais suave, com volume baixo, evitando ruídos desnecessários e altos, visto que podem causar desconforto. Ofereceremos assentos específicos próximos ou mais distante do palco e também as saídas de acordo com a necessidade de cada um dos solicitantes. O Instrutor também poderá auxiliar nas demandas de atendimento especializados. Além disso, conforme Art. 45 da IN MinC nº 23/20025: “É obrigatório o uso do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, visando a implementação das medidas de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis”. PRODUTO: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - MÚSICA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para aulas e ensaios, caso tenhamos músicos que necessitem de condições específicas de acompanhamento relacionadas à acessibilidade física, os ensaios são realizados no espaço específico da orquestra, que conta com rampa, entradas alargadas por portas de dupla aba e banheiros adaptados próximos. O local é acessível a pessoas com deficiência. E disponibilizamos Instrutor, que pode atender os músicos em outras demandas específicas de acessibilidade física. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Para músicos com deficiência visual, existem hoje softwares gratuitos de escrita de partituras capazes de gerar arquivos em áudio em mp3 ou midi, como o Musescore. O Instrutor transcreve partituras neste software e salva os áudios nas diferentes velocidades para que o músico possa ouvir a música e tocar junto. A Maestrina e o grupo auxiliam o músico e ajustam os tempos de execução para um bom andamento das obras nos ensaios e concertos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Disponibilização de intérprete de LIBRAS, que auxilia os músicos que necessitem de tradução durante os momentos de fala dos ensaios, masterclasses e apresentações. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Em caso de necessidade, o Instrutor será contratado com requisitos e qualificação específicas para acolhimento e assistência de músicos que registrem tal necessidade no momento da inscrição / audição de seleção. Orientar os profissionais envolvidos para que evitem contato físico, pois alguns indivíduos com espectro autista podem ser sensíveis ao toque.

Democratização do acesso

Produto Principal: APRESENTAÇÃO MUSICAL: O projeto garante a democratização, uma vez que seu público é diversificado, composto por pessoas de todas as faixas etárias e em especial, o público em vulnerabilidade social. As apresentações serão divulgadas na mídia, além das redes sociais. Produto Secundário: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - MÚSICA: Formação gratuita a todos os músicos. As atividades previstas incluem aulas de musicalização e prática instrumental em cordas, sopro e percussão, com acompanhamento técnico. Além disso, os concertos proporcionarão oportunidades de interação entre jovens músicos e profissionais consagrados, difundindo a cultura brasileira e fortalecendo a cidadania cultural. Como medidas de ampliação de acesso, o projeto atende ao Art. 46 da IN nº 23/2025 pois 100% dos ingressos serão gratuitos e não há previsão de receitas. Atende os seguintes incisos do Art. 47 da IN nº 23/2025: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IX - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis; e X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.

Ficha técnica

O proponente do projeto e gestor do Projeto, o Instituto Ramacrisna - Orquestra Filarmônica Ramacrisna, é uma organização da sociedade civil sem fins econômicos, sem vínculos religiosos ou partidários, com 64 anos de atuação. A instituição realiza projetos socioculturais, educativos, esportivos e profissionalizantes voltados para crianças, jovens e famílias em situação de risco social de Betim e de doze cidades do entorno, investindo em ações de longo prazo para transformar a vida das comunidades da região. A Ramacrisna possui grande experiência na realização de projetos e eventos culturais. Com histórico de desenvolvimento de competências em planejamento, implementação e gestão de projetos sociais e culturais, seus dirigentes e membros do Conselho o participam das decisões estratégicas e encaminhamentos dos projetos executados. O proponente será o responsável pela gestão do processo decisório e pela administração técnico-financeira de todo o projeto, sem intermediação, conforme a legislação vigente. A responsável pela Organização, Solange Bottaro, possui 40 anos de experiência como Gestora de Projetos. Solange é formada em Administração, com MBA em Gestão de Organizações do Terceiro Setor pela Fundação Getúlio Vargas e Especialização pelo PAEX - Parceiros para Excelência, Programa de gestão empresarial, in company, da Fundação Dom Cabral. Atualmente, é Vice-Presidente da Instituição e atua, principalmente, na área de gestão de projetos, relacionamento institucional e mobilização de recursos, por meio de captações. É também Presidente da FUNDAMIG - Federação Mineira de Fundações e Associações de Direito Privado. A Coordenação do Projeto ficará a cargo de Aline Fauez, Coordenadora de Projetos do Instituto, que possui ampla experiência em gestão de projetos, em especial, na coordenação das ações da Orquestra. É Pós-Graduada em Gestão de Projetos e programas sociais. Graduada em Educação Física. Atua há 10 anos na supervisão dos projetos do Instituto Ramacrisna. Coordenadora local do projeto Viva o Esporte, junto a Secretaria Municipal de Esportes de Betim. Possui experiência em elaboração, monitoramento, avaliação e prestação de contas das atividades dos projetos executados pelo Instituto. Responsável pela articulação com os parceiros e patrocinadores na mobilização de recursos nacionais e internacionais. A Coordenação de Comunicação do projeto será realizada pela profissional Gabriella Amaral Prado. Gabriella tem graduação em Comunicação Social, com ênfase em Relações Públicas e especialização MBA em Gestão de Projetos. Desde 2012, realiza coordenação de comunicação na instituição social Ramacrisna. Tem experiência em planejamento e realização de eventos socioculturais, sendo responsável pela organização dos eventos: Semana de Comunicação Antenados (2013 a 2019), Festival Primavera (2013 a 2019), Roda de Viola (2013 a 2019), Workshop de Empreendedorismo (2014), Workshop Bridge: Liverpool Hope University ,Teatro de Bonecos Giramundo (2015), FLIB em 2018 (1ª Feira Literária de Betim), Concerto Internacional do Marimbá com Cláudio Mattioli e Massimiliano BarbolinI (2019) e Semana de Comunicação em 2020 (online). A Coordenação Artística e Técnica será realizada pelo músico e maestro Eliseu Martins de Barros. É bacharel em Violino pela Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG, pós-graduado em Neurociência e Psicanálise Aplicada à Educação pela Faculdade São Camilo-MG e mestrando em Gestão Social Educação e Desenvolvimento Local pela UNA BH. Atualmente é violinista da Orquestra Sinfônica da UFMG, regente e coordenador pedagógico das Orquestra Ramacrisna e Orquestra de Câmara do SESC-MG. Integrou as Orquestra Jovem do Mercosul (2001 e 2003) e a Orquestra Jovem Mundial, no Japão, no Pacific Music Festival (2000). Foi professor de viola no curso de bacharelado da UFMG (2005-2006), professor de violino e viola do Conservatório Estadual de Música Maestro Marciliano Braga, de Varginha-MG, professor de violino em festivais de música nas cidades mineiras de Juiz de fora, São João Del Rei, São Brás do Suaçuí, São Joaquim de Bicas, Betim, Ipatinga e Domingos Martins no Espírito Santo. Como violinista e violista, ele atuou como músico convidado nas Orquestras Sinfônicas do Estado de São Paulo, do Teatro Nacional de Brasília, Brasileira (Rio de Janeiro) e de Ribeirão Preto. Atuou ainda como spalla nas Orquestras Sinfônicas de Ribeirão Preto, da UFMG, do SESIMINAS-Musicoop e na Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. De 2008 a 2012 foi concertino (spalla substituto) da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Atua regularmente como intérprete e arranjador musical na área de música popular tendo apresentado com grandes artistas mineiros e nacionais, tais como: Ana Cristina, Caetano Veloso, Célio Balona, Flávio Venturini, Guilherme Arantes, Lô Borges, Maurício Tizumba e Toninho Horta. Ele também já gravou e tocou com as bandas mineiras Skank, Tianastácia, Jota Quest e com a cantora Paula Fernandes, além da dupla sertaneja Betinense Danilo Reis e Rafael, vencedora do The Voice Brasil.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.