Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 250858Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Sorvete de Morango (Curta-metragem)

18.094.869 MARIO LUIZ AUGELLI BARREIROS
Solicitado
R$ 199,5 mil
Aprovado
R$ 199,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-09-03
Término
2026-09-03
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto tem como objetivo a produção, gravação, edição e distribuição de um filme curta-metragem, de ficção, no formato 2.39:1, com duração de 15 minutos, chamado "Sorvete de Morango", do gênero neo-noir.

Sinopse

Num abafado centro urbano, um torturador e assassino em série de mulheres não para de fazer vítimas. Um policial decadente e alcoólatra, Mauro, juntamente com sua abnegada parceira, Catarina, são chamados para investigar o caso. Ao faze-lo, Mauro, nos recônditos de sua mente, começa a se sentir atraído por alguns procedimentos que o criminoso efetua com suas vítimas. No transcorrer da investigação Mauro e Catarina conhecem a esfuziante prostituta Helena. Ambos tem uma relação de fascínio para com a garota de programa, sendo que ela e Mauro acabam se envolvendo sexualmente, fomentando ainda mais as sombras na mente dele. Com a ajuda de Helena, os dois policiais vão ao encalço do psicopata, sendo que tudo pode acontecer do explosivo encontro desses quatro personagens.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, ao produzir um filme brasileiro e difundí-lo de forma nacional e internacional; - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão, através da criação artística estritamente nacional do roteiro, trilha, direção, etc; - Fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural, considerando que o filme será exibido em plataformas digitais e inscrito em festivais nacionais e internacionais de cinema (nestes representando a cultura nacional); - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais, notadamente, no caso em tela, com a utilização de diversos profissionais especializados da área cinematográfica, tais como: direção de arte e objetos, figurino, direção de fotografia, maquiagem, coreografia de luta, trilha sonora, entre outros. OBJETIVOS ESPECÍFICOS (curta-metragem "Sorvete de Morango") - Gravação e edição do filme deste projeto; - Inserção da obra finalizada nas plataformas digitais YouTube e Vimeo; - Inscrição do filme em festivais nacionais (Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; Festival Internacional do Rio e Festival de Cinema de Gramado) e internacionais (Festival Sundance de Cinema, Festival de Veneza, Festival de Berlim e Festival Internacional de Carmel).

Justificativa

O presente projeto de curta-metragem pretende lançar mão de personagens femininas proativas, que não meramente sofrem a ação, mas também a impõe, lutando de igual para igual com os personagens masculinos, nos conflitos dramatúrgicos trazidos, em um mundo desigual, onde a violência, baseada na força física do homem, ainda impera. A obra propõe também uma investigação sobre os desejos de todos nós, lançando luz sobre as nossas sombras para desnuda-las, a fim de se obter uma visão crítica ante às mesmas. O que devemos fazer com elas? Será que Sigmund Freud estaria correto ao afirmar que "nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons"? Busca-se uma reflexão sobre até qual momento a fantasia é psicologicamente sadia e qual vem a ser o rubicão, que uma vez transposto, a transforma inexoravelmente em realidade concreta. O mero pensar em situações socialmente proibitivas é pernicioso, na medida em que indubitavelmente fomenta a construção do desejo? Quem determina o limite da imaginação posta em prática, a ética ou a moral? Devido ao impacto artístico e social que a presente obra pretende gerar, é de extrema relevância a utilização do mecanismo de incentivo à cultura. Assim sendo, ainda se enquandra nos objetivos tipificados no artigo 1° da Lei 8.313, a saber:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também se enquadra perfeitamente nos objetivos do artigo 3° da mesma Lei:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.

Estratégia de execução

Em complemento ao currículo do proponente, segue o link do curta-metragem "Meu nome não é Clint", o qual foi escrito e produzido pelo mesmo, e no qual também atuou, tendo concorrido nas mostras competitivas de diversos festivais nacionais e internacionais: https://vimeo.com/111838770

Especificação técnica

Este projeto será gravado com uma câmera REd Epic Dragon, captado em resolução 6K e finalizado em resolução 4K no formato 2.39:1.

Acessibilidade

Com base no artigo 42, caput e incisos II e III, da Instrução Normativa MINC número 23, de 05/02/2025, haverá respectivamente as ações tipificadas a seguir: 1-) Aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto: Para Deficientes Visuais - audiodescrição; Para Deficientes Auditivos - janela com intérprete de Libras; Para Deficientes Intelectuais/ Autistas/ Congêneres - audiodescrição para deficientes destes espectros. 2-) Aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto. Todas as informações sobre o projeto, incluindo detalhes sobre a acessibilidade, serão divulgadas de maneira acessível e clara, através dos canais Instagram e Facebook. A divulgação incluirá:Imagens com descrição textual (para deficientes visuais);Textos em formato acessível (como fontes ampliadas e com alto contraste) para pessoas com deficiências intelectuais e congêneres;Vídeos com legendas e janela de Libras para deficientes auditivos. OBSERVAÇÃO: cumpre ressaltar que o inciso I (do artigo 42, da IN de 2025, supra mencionada), o qual versa sobre as ações de acessibilidade no aspecto arquitetônico, não poderá ser realizado pelo proponetne, na medida em que o curta-metragem será exibido em espaços físicos disponibilizados pelos diversos festivais de cinema, nacionais e internacionais, nos quais o filme será inscrito, sendo que não tem o proponente qualquer ingerência sobre a estrutura geral e arquitetônica destes eventos culturais. Assim sendo, neste caso específico o projeto está incurso na exceção a que alude o parágrafo primeiro, do artigo 42, da IN de 2025.

Democratização do acesso

No que tange à democratização de acesso estampada nos artigos 46, 47 e 48, da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, de 05 de fevereiro de 2025, informa-se que o filme será exibido em festivais, nos quais não tem o proponente qualquer ingerência sobre os procedimentos de cobrança de ingresso, assim como, não recebe qualquer provento dos mesmos, aliás, pelo contrário, é cobrado pelos festivais um valor para a inscrição do produto nos referidos. No que concerne à democratização de acesso tipificada no artigo 47, da aludida I.N., assevera-se que o filme será distribuído de forma gratuita, assegurando o acesso democrático, notadamente no que especifica o seu inciso terceiro: "III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;" Assim sendo, a disponibilização ocorrerá através das plataformas YouTube, Vimeo e nas redes sociais do proponente, em todas com acesso gratuito, após a mostra da obra nos festivais, visto que a maioria deles exige ineditismo.

Ficha técnica

Mario Luiz Augelli Barreiros - Proponente, Coordenador do projeto, Autor, Diretor e Ator Ana Carolina Rodrigues Raymundo - Produtora e Atriz Décio Pinto de Medeiros - Ator Fernando Nitsch Borges de Almeida - Ator Gabriel Lodi Serapicos - Trilha sonora Gabriela Moretti Pinto de Lemos - Atriz Luis Gustavo Bricks Boug - Diretor Rodrigo Prata Martins Espírito Santo - Diretor de Fotografia Mario Luiz Principais Trabalhos como ator: TELEVISÃOAs Aventuras de Poliana (SBT);Telecurso TEC (Globo e Cultura);Cidadão Brasileiro (Record);Senta que lá vem comédia – Anjinho Bossa Nova (Cultura);Pícara Sonhadora(SBT);Sangue do meu Sangue(SBT); Direito de Nascer(SBT). CINEMAOpressão, dir.: Mirella Martinelli;A Ordem, dir.: Gal;Faça sua escolha, dir.: Paulo Miranda;Meu nome é Clint, dir.: Letícia de Bertoli;O portal, dir.: Gustavo Bricks. TEATROMata Burro, de Fabio Torres (indicada ao prêmio Shell de 2006), dir.: André Garolli;Pente Fino, de Christopher Welzbach, dir.: Roberto Lage;Quase Nada/Distante, de Marcos Barbosa e Caryl Churchill, dir.: Roberto Lage; Romeu e Julieta, de William Shakespeare, dir.: William Pereira;Tio Vânia, de Anton Tchecov, dir.: Celso Frateschi;Drummond: Alguma Poesia, dir.: Elias Andreato;Procurando Firme, de Ruth Rocha, dir.: Neyde Veneziano;Ensaio sobre o Parque, de Edward Albee, dir.: Roberto Lage;Luzes da Boemia, de Ramón de Valle-Inclán, dir.: William Pereira;Cárcere Privado, de Leonardo Alckmin, dir.: Daniel Chao Hu (espetáculo ganhador da Jornada Sesi);Qualquer um de Nós, autoria e direção: Bosco Brasil;Verás que tudo é mentira, adaptação de Reinaldo Maia, dir.: Marco Antônio Rodrigues;O Mambembe, de Arthur de Azevedo, dir.: Cléber Montanheiro;Assim que Passem Cinco Anos, de Federico Garcia Lorca, dir. Vítor Mendez. Principais Trabalhos como produtor:Departamento de Contratação da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo-SP;O que mais você quer de mim, de Fernando Nitsch, dir.: Fernando Nitsch;Os Maus, de Fernando Nitsch, dir.: Fernando Nitsch;Meu Nome é Clint, curta-metragem de Mario Luiz;Teatro para pássaros, de Daniel Veronese, dir.: Roberto Lage;Drummond, alguma poesia, de Carlos Drummond de Andrade, dir.: Elias Andreato;Tio Vânia, de Anton Tchecov, dir.: Celso Frateschi;Ensaio sobre o Parque, de Edward Albee, dir.: Roberto Lage;Aquele que diz sim, aquele que diz não, de Bertold Brecht, dir.: Mario Luiz. Formação:Escola Superior de Arte Célia Helena, concluído em julho de 1993.Graduado em Direito em dezembro de 1993 (OAB/SP-127.713). Ana Carolina Raymundo Atriz e professora pós-graduada em Direção e Interpretação Teatral, pela Escola Superior de Artes Célia Helena, em 2023. Passou a lecionar na mesma instituição a partir de 2015, bem como no SENAC, Clube Paineiras e Canto Cidadão. Em 2001 fundou o grupo Teatro do Altruísmo, subsidiado pela Prefeitura de São Paulo, por intermédio do edital VAI, realizando dois espetáculos: Religare e Terreiro de Anjos – ganhador do prêmio de melhor espetáculo no Festival Amador Augusto Boal. Foi produtora executiva do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, Folias D’Arte e do espetáculo Ricardo III, com direção de Jô Soares. Em TV participou como atriz da novela As Aventuras de Poliana Moça. Atuou com diversos encenadores, entre eles: Marcelo Lazzaratto, Marco Antonio Braz, Ruy Cortez e Fernando Nitsch. Cursou um intensivo de palhaçaria, ministrado por Cristiane Paoli Quito. Seus trabalhos mais recentes em teatro foram: Medeia – 1 verbo, com direção de Marco Antonio Rodrigues, Folias Galileu, dirigido por Dagoberto Feliz e Nem Romeu, Nem Julieta, dirigido por Gabriela Lemos. Luis Gustavo Bricks Quando estudante de cinema pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP, Gustavo Bricks trabalhou para os estúdios da faculdade acompanhando e auxiliando os alunos na gravação de mais de 80 curtas. Recém formado, ele entrou no mercado publicitário trabalhando como assistente de direção para algumas das principais produtoras de São Paulo como a Cine, Cine vídeo, Tv Zero, entre outras. Trabalhou também como assistente de produção na montagem 12 de 16 do musical Hair Spray da Chaim produções. Na sequência, procurando experiências em todas as áreas, entrou na produção trabalhando alguns programas de TV para a Cine Vídeo, como Mochilão MTV, Taxi solidário (Tv Brasil) e Coral de rua (Rede Record). Nessa época foi chamado para trabalhar como assistente de produção no longa Bruna Surfistinha , produzido pela TVZero. Na sequência participou de um processo seletivo com mais de 60.000 candidatos para um trabalho de videomaker no STB. Selecionado, viajou o mundo todo produzindo, dirigindo e apresentando pequenos vídeos de viagem sobre os principais destinos. Terminado o projeto, de volta ao Brasil, foi contratado pela agência responsável pelo projeto para ficar alocado produzindo vídeos web para os clientes. Paralelo a isso começou a estudar Teatro, primeiro em alguns cursos livres e depois completando o técnico do Célia Helena. Desde então participou de diversas peças e projetos, entre eles: Os Maus, de Fernando Nitsch e 11 Selvagens de Pedro Granato. Hoje trabalha com planejamento criativo e produção de vídeos na agência digital Coworkers, enquanto investe na carreira de diretor, fazendo cursos de técnica e atuação e tocando projetos autorais. Fernando Nitsch Diretor, ator, professor e dramaturgo. Formado pelo Teatro-escola e pós-graduado em Direção Teatral pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Atuou em espetáculos de grupos relevantes da cidade de São Paulo como o Grupo Folias em peças como Nada mais foi dito nem perguntado e Pavilhão 5, Cia Elevador de Teatro Panorâmico em Amor de improviso e Crônicas de um teatro ambulante. Ainda como ator participou dos elencos de vários espetáculos, entre eles: Single Singers Bar, músicas de Cole Porter, Gershwin e Kurt Weill, versões de Claudio Botelho e Carlos Rennó, direção de Dagoberto Feliz; Ricardo III, de William Shakespeare, com direção de Marcelo Lazzaratto; Coelho Branco, Coelho Vermelho, de N. Soleimanpour; Estação Paraíso/12, texto e direção de Celso Frateschi; A tempestade, de William Shakespeare com direção de Marcelo Lazzaratto; A revolução dos bichos, adaptação de Peter Hall para o livro de George Orwell, pelo festival da Cultura Inglesa; Ceci beijou Peri, e aí José?, texto e direção de Reinaldo Maia; A louca de Chaillot, de Jean Giraudoux, com direção de Ruy Cortez; com Cleyde Yáconis, Luis Damasceno entre outros. Em televisão protagonizou a série Gigantes do Brasil, personagem Martinelli, que estreou no History Channel, em 2016. Participou ainda das séries Coisa mais linda, da Netflix, Assédio, da Globo, e O Doutrinador, do canal Space, entre outros. Desde 2014, desenvolve roteiros para eventos, tendo efetuado parcerias com empresas como Serasa, Vivara, entre outras. Diretor artístico da Arena Corinthians e do estádio do Mineirão. Vocalista da banda Koinner. Gabriel Serapicos Compositor e produtor musical de São Paulo, formado na UNESP. Com seu principal trabalho autoral, Serapicos, em que compõe, produz e escreve, já lançou discos e tocou nas principais casas de shows alternativas de São Paulo, como CCSP e Espaço Cultural Porto Seguro. Com seu novo projeto autoral, Compositor Fantasma, vem lançando desde 2018 singles e EPs. Também produz o trabalho de outros artistas, como o elogiado primeiro álbum de Marina Melo, com quem tocou por diversos Sescs de São Paulo. Atualmente, se dedica a paralelamente a composição e produção de trilhas sonoras, entre elas, a música do curta Dead Teenargers Seance, filme premiado no festival Phenomena. Rodrigo Prata Se formou em cinema na FAAP em 2008. Desde então atua no mercado como Diretor de Fotografia e Diretor de Cena. Além disso, é professor de Direção de Fotografia e já ministrou workshops em diversas instituições de ensino e produtoras do país. É o criador e um dos produtores da franquia audiovisual Cidade dos Mortos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.