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O projeto "Cozinha na Natureza - Expedições Gastronômicas" realiza um documentário em média-metragem, de 52 minutos de duração. No centro da narrativa, está a valorização de ingredientes nativos do Rio Grande do Sul e como eles se articulam com práticas sustentáveis e com as culturas locais, suas tradições, memórias e histórias. A obra acompanha uma viagem de chefs e cozinheiros gaúchos e brasileiros por 3 regiões do estado do gaúcho. Eles terão perfis distintos, escolhidos pela sua relação com a comida de natureza, pela diversidade étnica e pelo perfil de pesquisador, e vivenciarão diálogos com os personagens locais, criando novas formas de usar os alimentos nativos e produzindo um material documental que mostre o potencial cultural, tradicional e turístico das regiões. Além do filme, seminários, oficinas e exibições para estudantes universitários e para o público em geral são parte da proposta.
O documentário "Cozinha na Natureza - Expedições Gastronômicas" leva o espectador a uma jornada única pelas diversas regiões do Rio Grande do Sul, onde a riqueza dos ingredientes nativos se entrelaça com práticas sustentáveis e a cultura local. Sob a condução de chefs e cozinheiros gaúchos e brasileiros, dedicados ao Slow Food, o filme explora não apenas a gastronomia, mas as histórias, memórias e tradições que moldam a identidade dos povos gaúchos. Juntos, os chefs que são parte do documentário mergulham nas paisagens, conhecendo produtores e cozinheiros que fazem parte dessa rica tapeçaria cultural, criando pratos que celebram a autenticidade e a sustentabilidade.
OBJETIVO GERALRealização de um documentário de média-metragem com duração de 52 minutos, finalizado em digital HD/2K para exibição em salas de cinema do circuito alternativo, em festivais de cinema nacionais e internacionais dedicados à temática abordada na obra, em escolas e universidades. OBJETIVO ESPECÍFICO- Realizar um média-metragem documental com duração de 52 minutos, finalizado em formato digital HD/2K;- Realizar 4 exibições com debate gratuitas e abertas ao público (1 em cada cidade das regiões retratadas + 1 na capital Porto Alegre), com a participação da equipe e de chefs que tenham participado como personagens na obra.- Realizar 4 seminários (1 em cada cidade das regiões retratadas + 1 na capital Porto Alegre) com exibição do documentário para alunos universitários dos cursos de gastronomia, história, comunicação, nutrição, filosofia e afins das áreas humanas, numa atividade que contará a participação do diretor e/ou produtora e um professor convidado para tratar de temas como a gastronomia e seu papel enquanto representante da cultura e da história de uma localidade, além da importância e o impacto da alimentação nas práticas sustentáveis na preservação do meio ambiente.- Realizar 4 oficinas culinárias (1 em cada cidade das regiões retratadas + 1 na capital Porto Alegre) como forma de sensibilizar o público para a importância da gastronomia como representação da cultura e da história das regiões; e sobre como as práticas alimentares impactam e contribuem com a preservação do meio ambiente. Os chefs que participaram da obra vão demonstrar a realização de uma receita com alimentos locais e estimular a reflexão através de uma atividade prática que envolva o público.
A gastronomia é um dos pilares fundamentais da cultura de um povo, servindo como um espelho que reflete suas tradições, crenças e modos de vida. No contexto do Rio Grande do Sul, os alimentos nativos e as práticas culinárias se entrelaçam com a identidade local, revelando não apenas a diversidade de ingredientes, mas também as histórias que moldaram essas comunidades ao longo dos séculos. Cada prato conta uma narrativa, uma conexão com a terra e com as gerações passadas, transmitindo saberes que foram aprimorados e adaptados ao longo do tempo. Os alimentos nativos, como o arroz vermelho, a batata-doce e diversas ervas, são mais do que simples ingredientes; eles são símbolos de resistência e continuidade cultural. Suas origens estão intimamente ligadas às práticas agrícolas tradicionais e aos modos de vida dos povos que habitam a região. Ao valorizar esses produtos, promovemos não apenas a preservação da biodiversidade, mas também a valorização das histórias e tradições que cercam cada alimento. Essa conexão entre a gastronomia e a identidade cultural é fundamental para o fortalecimento da autoestima das comunidades, que vêem suas práticas reconhecidas e celebradas. Além disso, as práticas culinárias refletem a intersecção de influências culturais que moldaram a culinária gaúcha. A mistura de tradições indígenas, africanas e europeias criou um mosaico gastronômico rico e vibrante. Ao explorar esses arranjos produtivos e as receitas passadas de geração em geração, podemos documentar e celebrar essa herança cultural, permitindo que as novas gerações se conectem com suas raízes e valorizem a riqueza de sua identidade. Assim, a gastronomia se transforma em um instrumento poderoso de educação e conscientização, promovendo um sentimento de pertencimento e valorização da cultura local. O Rio Grande do Sul é uma região de notável diversidade alimentar, onde a combinação de climas variados e solos férteis propicia o cultivo de uma vasta gama de produtos nativos e tradicionais. O projeto audiovisual proposto busca documentar e explorar essa biodiversidade, revelando os produtos nativos e as técnicas de cultivo que caracterizam a região. Ao destacar os pequenos produtores e suas histórias, o projeto também incentiva a preservação de práticas tradicionais que estão em risco de desaparecimento. O reconhecimento e a valorização dos alimentos nativos podem estimular uma demanda crescente por produtos locais, promovendo uma economia mais sustentável e fortalecendo as comunidades. Explorar e documentar os arranjos produtivos que envolvem pequenos produtores, cooperativas e comunidades tradicionais do Rio Grande do Sul é uma oportunidade valiosa para evidenciar a importância desses sistemas na economia local. Esses arranjos são fundamentais para a manutenção de modos de vida sustentáveis e a preservação de conhecimentos ancestrais. Ao dar visibilidade a essas práticas, o projeto pode fomentar um sentido de comunidade e resiliência, destacando a capacidade dos pequenos produtores de oferecer alimentos frescos e de qualidade, diretamente da fonte ao consumidor. Documentar e disseminar essas práticas contribui para estimular outras regiões, incentivando a adoção de métodos sustentáveis que respeitam a biodiversidade e a cultura local. A interdependência entre esses arranjos produtivos e a preservação ambiental é uma chave para o futuro da agricultura no Rio Grande do Sul e no Brasil, e esse projeto pode ser mais um elemento a ajudar a promover essa mudança. Com isso, contribuímos não apenas para a economia local, mas também para a construção de um futuro mais sustentável e equilibrado. O projeto audiovisual proposto também se configura como uma valiosa ferramenta educativa. Em um mundo onde alimentos industrializados dominam as prateleiras, é crucial resgatar e valorizar as raízes alimentares locais. Essa valorização pode inspirar novas gerações a se engajarem em práticas sustentáveis, garantindo que a riqueza da biodiversidade do Rio Grande do Sul seja preservada para o futuro. Assim, o projeto não só promove a gastronomia como patrimônio cultural, mas também se torna um agente de mudança em prol da sustentabilidade e da valorização do que é local. O aspecto educativo do projeto também pode se estender a escolas e instituições, onde o material produzido pode ser utilizado como um recurso didático. Workshops, palestras e exibições podem ser organizados para compartilhar o conhecimento adquirido durante a expedição, permitindo que crianças e jovens se conectem com suas raízes culturais e aprendam sobre a importância da biodiversidade alimentar. Ao unir educação, cultura e sustentabilidade, o projeto pode gerar um impacto duradouro nas comunidades e na sociedade como um todo. Ao documentar a diversidade de alimentos nativos e as práticas culinárias das comunidades, o projeto cria um rico panorama da cultura do Estado. Essa abordagem não só valoriza os sabores da região, mas também oferece uma imersão nas histórias e nas tradições que cercam esses alimentos, proporcionando aos espectadores uma conexão mais profunda com o lugar que está sendo retratado. Ao criar conteúdos atraentes e informativos, o projeto pode ser amplamente compartilhado em plataformas digitais e redes sociais, e alcançar diferentes públicos não só no Brasil como no exterior. Especificamente no que diz respeito à Lei 8.313/91, entende-se que o projeto atende ao Art. 1°, inciso I, que visa contribuir para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Em atendimento a este inciso, o documentário será disponibilizado em exibições gratuitas em meios alternativos como em universidades e canais da proponente no Youtube e no Vimeo. Além disso, a proposta atende também outros incisos tais como: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; O filme vai mostrar o impacto cultural, histórico e sustentável do cultivo de alimentos e criação gastronômica no Rio Grande do Sul. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O documentário é por si um bem cultural de valor universal. A fruição de conteúdo audiovisual é hoje uma das formas mais populares para busca de conhecimento, colaborando para desenvolvimento da cultura local e preservação da memória. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Estimulando a difusão do filme em canais alternativos de exibição, acreditamos estar ocupando espaços para que o produto originário do país tenha uma maior visibilidade. O projeto atende também ao artigo 3°, inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; visto que irá produzir um filme documentário de média-metragem. Este é um projeto com relevância cultural que justifica a utilização da renúncia fiscal para sua relevância. A lei de incentivo à cultura é fundamental para a viabilização desse projeto, pois permite que artistas e produtores acessem recursos financeiros que, de outra forma, seriam difíceis de obter, fomentando a produção cultural e a diversidade de iniciativas. A lei atrai investimentos privados ao possibilitar que empresas e indivíduos destinem parte de seus impostos a projetos culturais, além de promover a acessibilidade e a inclusão social ao levar a cultura a comunidades carentes. Esses incentivos geram empregos diretos e indiretos, valorizam a identidade cultural local e contribuem para a sustentabilidade dos projetos a longo prazo, estimulando também a inovação e a criação de novas formas de expressão.Isso torna o uso da Lei Rouanet fundamental para a execução desse projeto.
- Obra audiovisual documental de média-metragem com duração aproximada de 52 minutos. Filmada e finalizada em formato digitalHD, com previsão de legendas em português e espanhol, além de contar com versões acessíveis em libras, audiodescrição e legendadescritiva. - Quatro exibições com debate (1 em cada cidade das regiões retratadas + 1 na capital Porto Alegre) gratuitas e abertas ao público, com a participação da equipe e de chefs que tenham participado como personagens na obra. Com duração estimada de 2h.- Quatro seminários (1 em cada cidade das regiões retratadas + 1 na capital Porto Alegre) com exibição do filme documentário para alunos de universidades dos cursos de gastronomia, história, comunicação, nutrição, filosofia e afins das áreas humanas, numa atividade que contará a participação do diretor e/ou produtora e um professor convidado. Com duração estimada de 2h.- Quatro oficinas culinárias (1 em cada cidade das regiões retratadas + 1 na capital Porto Alegre). Os chefs que participaram da obra vão demonstrar a realização de uma receita com alimentos locais e estimular a reflexão através de uma atividade prática que envolva o público. Com duração estimada de 3h.
Visando a fruição do conteúdo audiovisual por todas as camadas da população, a proposta de produção da obra “Cozinha na Natureza - Expedições Gastronômicas” tem previsto em sua realização recursos de acessibilidade da versão final da obra através da audiodescrição, legendagem descritiva e libras garantindo conforme o previsto no Art. 18 da Instrução Normativa no 02/2019 um amplo acesso da obra. Pretendemos também disponibilizar a obra para universidades públicas e privadas que tenham interesse no assunto. Acreditamos que o conteúdo pode ser aproveitado por professores e alunos de maneira muito rica, proporcionando discussão para o entendimento de temas como preservação da memória e cultura, história e costumes. No que diz respeito à acessibilidade física, os produtores do projeto estarão atentos a espaços que ofereçam facilitadores de acessibilidade do público sempre que possível.
O audiovisual é uma potente ferramenta para a comunicação e ampliação de conteúdos que articulam educação com a cultura através do entretenimento estimulando o conhecimento e a reflexão de forma leve. "Cozinha na Natureza - Expedições Gastronômicas" é uma obra alinhada com as demandas do mercado por este tipo de conteúdo de relevância social. Partindo dessa premissa, vai se buscar a inserção do documentário em diferentes janelas de exibição como festivais e mostras, salas de cinema do circuito alternativo e posteriormente também plataformas de streaming que possibilitem a ampliação do alcance do conhecimento produzido para públicos diversos, emissoras de TV Paga e Aberta (que tem um amplo alcance de público) e, por fim, terá exibição liberada no Youtube e canal do Vimeo da proponente, que possibilitam a ampliação do alcance do conhecimento produzido para espectadores diversos. A veiculação nesses canais de internet atinge grande parte da população brasileira, proporcionando a fruição e permitindo o visionamento para diversos públicos. Além de buscar telas para exibição, serão realizadas ações gratuitas que levam o filme ao público em sessões especiais. Estão programadas 4 exibições com debate gratuitas e abertas ao público (uma exibição em cada cidade) das regiões retratadas no documentário, em salas de cinema do circuito alternativo, que exibem documentários em programações especiais com a participação da equipe e de chefs que tenham participado como personagens na obra. No que diz respeito ao art. 22 da IN 02/2019, como parte das ações de contrapartida social, o projeto “Cozinha na Natureza - Expedições Gastronômicas” prevê:- Para o público geral, serão oferecidas 4 oficinas culinárias (1 em cada cidade das regiões retratadas + 1 na capital Porto Alegre) para até 50 pessoas totalizando 200 participantes, como forma de sensibilizar os espectadores para a importância da gastronomia e seu amplo espectro de representações. Os chefs que participaram da obra vão demonstrar a realização de uma receita com alimentos locais e estimular a reflexão através de uma atividade prática que envolva o público.- Direcionado ao público de estudantes, também serão realizados 4 seminários (1 em cada cidade das regiões retratadas + 1 na capital Porto Alegre) com exibição do filme documentário para alunos de universidades dos cursos de gastronomia, história, comunicação, nutrição, filosofia e afins das áreas humanas, numa atividade que contará a participação do diretor e/ou produtora e um professor convidado para tratar de temas como a gastronomia e seu papel enquanto representante da cultura e da história de uma localidade, além da importância e o impacto da alimentação nas práticas sustentáveis na preservação do meio ambiente. Aqui o objetivo é contemplar presencialmente, em média, 60 alunos a cada seminário, totalizando 240 beneficiários diretos, mas não apenas estes, já que os seminários serão também gravados e disponibilizados no canal de Youtube das universidades parceiras e da proponente, possibilitando a participação de todos interessados. Com isso, os seminários da proponente podem ser acessados a qualquer momento por quem se interessar pelos temas apresentados. Temática das oficinas:Oficina Culinária de Raízes e Sabores GaúchosSerá realizada uma oficina de até 2h na qual um chef convidado vai demonstrar a realização da receita de um prato com elementos tradicionais da região, destacando ingredientes locais que foram passados por gerações. A ideia é mostrar a história por trás das receitas, dos alimentos e a importância de manter viva essa cultura alimentar; enfatizar o uso de alimentos da estação, destacando os benefícios ambientais e o frescor que isso traz à gastronomia e comunicar sobre como esses cuidados na produção e no consumo de alimentos podem impactar diretamente no nosso meio ambiente e contribuir para um planeta mais sustentável. Esses temas ajudam a construir uma oficina rica em significado cultural e ambiental, promovendo experiências que conectam o público às suas raízes e incentivam práticas de alimentação mais conscientes e sustentáveis. Palestrantes: Serão convidados os chefs que serão os personagens da expedição para ministrar a oficina. A mediação será feita por professores/orientadores das universidades parceiras que receberão também a ação dos seminários. Carga-horária de cada oficina: 2hCarga horária total das oficinas: 8h Temática dos Seminários:Os seminários serão realizados sempre logo após a exibição do filme e poderão ter abordagens distintas, adequadas às áreas de conhecimento dos cursos aos quais serão destinadas, mas sempre tendo como base a gastronomia. Dentre as temáticas possíveis temos: Gastronomia como Patrimônio Cultural: História e Identidade dos SaboresTemas: Explorar como a gastronomia preserva histórias, tradições e identidades de uma região, analisando sua evolução e o papel da comida na formação de culturas.Abordagem Interdisciplinar: História (origem das receitas), Comunicação (preservação de narrativas culturais), Filosofia (identidade alimentar). A Revolução dos Alimentos Locais e o Resgate da BiodiversidadeTemas: Discutir o impacto de valorizar alimentos locais na preservação da biodiversidade e na sustentabilidade, além de destacar como esses ingredientes ajudam a proteger as tradições culinárias.Abordagem Interdisciplinar: Nutrição (valor nutricional dos alimentos nativos), Gastronomia (técnicas e receitas locais), Filosofia (ética e valorização do produto local). Comida e Sustentabilidade: Práticas Alimentares e o Futuro do PlanetaTemas: Analisar como práticas alimentares sustentáveis contribuem para a preservação do meio ambiente, incluindo o impacto de dietas vegetarianas, veganas e o uso de ingredientes locais.Abordagem Interdisciplinar: Nutrição (impacto na saúde), Filosofia (ética alimentar), Gastronomia (alternativas sustentáveis na cozinha). Alimentação e Identidade Regional: Como os Sabores Constroem ComunidadesTema: Estudar como os sabores de cada região refletem suas tradições e comunidades, e como a gastronomia contribui para a união e o fortalecimento das identidades locais.Abordagem Interdisciplinar: Comunicação (papel da gastronomia na construção de comunidades), História (construção das identidades regionais), Filosofia (sentimento de pertencimento). Esses temas não só alinham aspectos culturais e históricos com questões de sustentabilidade, mas também incentivam uma reflexão profunda sobre o impacto das escolhas alimentares na preservação da cultura e do meio ambiente, aproveitando o potencial interdisciplinar dos cursos dos participantes. Carga-horária de cada seminário: 2h30Carga horária total dos seminários: 10h Palestrantes: Serão convidados integrantes da equipe e/ou personagens e professores/orientadores especialistas das universidades parceiras que receberão os seminários. Assim, as medidas de democratização de acesso elencadas no artigo 21 da IN 02/2019 que serão adotadas pelo projeto, serão as previstas no item III, que prevê a autorização da veiculação do filme documentário por mídias gratuitas como o canal do Youtube e Vimeo da proponente e canal Youtube das universidades parceiras nos seminários; e no item V (realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;) com a realização dos seminários gratuitos em universidades públicas e oficinas abertas ao público.
ALETÉIA SELONK - dirigente da Okna Produções (proponente do projeto)Roteiro e Produção Jornalista, graduada pela Universidade Estadual de Londrina e pós-graduada em Produção Audiovisual pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Doutora em Comunicação Social pela PUCRS, com passagem pela Sorbonne (Paris V – Université René Descartes), foca suas pesquisas na área cinematográfica, em especial nos temas da produção e da distribuição audiovisual. É professora de produção no Curso Superior de Tecnologia de Produção Audiovisual, na PUCRS, desde 2005. Coordenou a implantação do Centro de Produção Audiovisual – Tecna - da universidade. É Presidente do Forcine - Fórum Brasileiro de Ensino de Audiovisual e Cinema e integra o coletivo + Mulheres Audiovisual. Atua no setor audiovisual desde 1995 e a partir de 2001 iniciou sua carreira como produtora executiva e produtora, atuando criativamente na concepção de projetos. Fundou a Okna Produções em 2006, e, hoje, acumula em seu currículo importantes filmes de longa-metragem e séries de TV. Especializada na produção e produção executiva de produtos audiovisuais, a Okna realiza o gerenciamento não apenas de projetos mas também de talentos criativos. Em 2022 a empresa completou dezesseis anos de atuação, mantendo-se como uma das produtoras mais atuantes do sul do Brasil. Em seu catálogo constam longas-metragens, médias, curtas e séries de TV. Juntos, seus filmes já participaram de mais de 250 festivais internacionais e arrebataram mais de 120 prêmios. Suas últimas produções em longa-metragem foram Uma Carta para Papai Noel (direção de Gustavo Spolidoro, lançado em dezembro de 2023) e Até que a Música Pare (direção de Cristiane Oliveira, estreou em 03 de outubro 2024). GRAZIELLA FERSTProdução ExecutivaGraziella Ferst é produtora de cinema e televisão especializada na produção e produção executiva de conteúdos audiovisuais. Formada em Relações Públicas (UFRGS) e especialista em Cinema (Unisinos), iniciou sua carreira na área cultural em 2004. Nesta trajetória, atuou como assistente de produção, coordenadora de produção e assistente de produção executiva antes de assumir o cargo de produtora executiva. É dedicada à gestão financeira e execução orçamentária, e mantém-se em constante atualização, participando de cursos, workshops e eventos de mercado no Brasil e no exterior. Atuou nas diversas frentes de realização como produção, distribuição, exibição e formação. Entre as realizações em que atuou como produtora executiva, destacam-se os longas-metragens ATÉ QUE A MÚSICA PARE (2024), A PRIMEIRA MORTE DE JOANA (2023) e MULHER DO PAI (2017), ambos dirigidos por Cristiane Oliveira; UMA CARTA PARA PAPAI NOEL (2023) de Gustavo Spolidoro, PONTO ZERO (2016) de José Pedro Goulart e o longa-metragem A TEORIA DOS VIDROS QUEBRADOS, uma produção dos uruguaios Parking Films em coprodução com Cordón Films (Uruguai), Okna Produções (Brasil) e Tarea Fina (Argentina). Recentemente, assinou a produção executiva da série de televisão Escritoras e Cidades, produzido pela Lança Filmes, em fase de finalização. Atuou na produção executivas das 5 edições anteriores da SEMENTE. ANA FAGUNDESDireção de ProduçãoIniciou sua carreira em 1983 como produtora na área de shows musicais. Em 1985, fundou a Casa de Cultura da cidade de Mostardas – RS, sendo sua primeira presidente aos 23 anos. Atua no mercado cultural e corporativo com inúmeros trabalhos em consultoria em gestão pública na área da Cultura, Economia Criativa, Planejamento Estratégico, Marketing Cultural e produção de eventos com ênfase em Branding Experience e Live Marketing, participando da produção dos maiores eventos do RS como Planeta Atlântida, Natal Luz, Festival de Cinema de Gramado, Coordenação e produção da Fifa Fan Fest RS (2014), Planejamento Estratégico para o Centro Cultural Santa Casa, entre outros. Coordenou, juntamente com Eva Sopher e sua equipe a implantação do Multipalco Theatro São Pedro. Foi Secretária Adjunta da Cultura de Porto Alegre de 2005 a 2011 onde coordenou e produziu eventos que tornaram-se referência na Cidade como Festival de Inverno, 24 Horas de Cultura, Cinema nos Bairros, Carnaval e Porto Alegre em Cena. Em 2019 assumiu a Diretoria de Artes e Economia Criativa da Secretaria da Cultura do RS, com o desafio de implantar um programa estratégico para fortalecer o setor cultural e criativo do Estado. Criou o RS Criativo, programa que tem a finalidade principal de capacitar e impulsionar os empreendedores e empreendimentos ligados a Economia Criativa do Estado do RS. Em 2024 coordenou a área de Relações Institucionais do South Summit Brazil. MARINA PESSATOAssistência de ProduçãoMarina Pessato é uma realizadora audiovisual gaúcha, formada em Produção Audiovisual pela PUCRS. Já integrou a equipe de produção do 14º Cine Esquema Novo - Arte Audiovisual Brasileira e foi produtora cultural na Cinemateca Paulo Amorim. Atualmente compõe a equipe da Okna Produções, produtora de cinema com mais de 15 anos de experiência e mais de 50 obras produzidas. Na área de roteiro e direção, tem destaque por seus curtas-metragens que foram exibidos e premiados nacional e internacionalmente. Foi selecionada para o 50° Festival de Cinema de Gramado com seu filme “Sintomático”, pelo qual também recebeu o prêmio de Melhor Curta Documentário 2022 no 5° Assimetria - Festival Universitário de Cinema e Audiovisual e os prêmios de Melhor Filme por Visualizações e Menção Honrosa do Júri Oficial no 20° NOIA - Festival do Audiovisual Universitário. Já com “Entrelaços”, seu segundo curta-metragem, foi selecionada e premiada em festivais como o 30° Festival de Cinema de Vitória e o OffCine Festival.
PROJETO ARQUIVADO.