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A 7ª MOSTRA DE TEATRO DE HELIÓPOLIS tem por objetivo promover um panorama teatral de grupos e espetáculos que desenvolvam suas atividades em Comunidades Populares ou em regiões periféricas do Estado de São Paulo. O evento será realizado na Comunidade de Heliópolis/SP, com a ocupação das ruas e de espaços públicos, e na sede da Companhia de Teatro Heliópolis. As atividades previstas compreenderão: sessões de espetáculos e oficina teatral. A programação será totalmente gratuita.
OFICINA VIVÊNCIA ARTÍSTICA - 25 jovens vivenciarão por 6 dias o processo de criação de um artista periférico de projeção nacional em sua área, mas que esteja fora do eixo cultural do sudeste do Brasil. Os alunos terão acesso às etapas/meios da criação de uma obra teatral sob o ponto de vista da direção e/ou da atuação e realizarão uma apresentação aberta ao público, resultado da experiência. + Vale ressaltar que o público-alvo destas atividades são jovens (16 a 26 anos) moradores de regiões periféricas do Estado de São Paulo. APRESENTAÇÕES APRESENTAÇÃO de 15 espetáculos teatrais (05 adultos, 08 de rua e 2 performances) que tracem um panorama do teatro periférico brasileiro. MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO - DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 05 RODAS DE CONVERSAS – acesso gratuito com a mediação de Alexandre Mate, entre integrantes dos grupos convidados e o público. FEIRA LITERÁRIA – acesso gratuito Em parceria com editora periféricas, com o objetivo de promover autores e dramaturgos periféricos. OLHAR CRÍTICO - disponível no site do evento Todos os espetáculos que fizerem parte da programação serão acompanhados por um grupo de críticos, que registrarão seu olhar crítico sobre as obras apresentadas.
OBJETIVO GERAL: Realização da 7ª MOSTRA DE TEATRO DE HELIÓPOLIS, na Comunidade de Heliópolis/SP durante 16 dias com o objetivo de promover o teatro produzido por grupos e artista que atuem em territórios periféricos e, por meio de oficina, proporcionar a jovens a experiência e/ou aperfeiçoamento no fazer teatral, servindo também como ferramenta de inclusão social. Oferecendo ao público acesso gratuito em todas as sessões e atividades. OBJETIVO ESPECÍFICO: PRODUTO FESTIVAL, BIENAL, FESTA OU FEIRA (SOMENTE ESTRUTURA): Estrutura para o evento de 16 dias com as seguintes ações culturais: PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: 15 apresentações teatrais. PRODUTO OFICINA: 1 oficinas artísticas para 25 jovens (16 a 26 anos) moradores de regiões periféricas do Estado de São Paulo. Totalizando 24 horas de duração por um período de 6 dias.
É de extrema importância e relevância realizar um evento que proporcione de maneira democrática o acesso ao fazer teatral por parte de grupos oriundos de periferias, os quais dificilmente encontram espaço para difundir seus trabalhos. Ao selecionar e concentrar essas obras na maior Comunidade Popular de São Paulo e, mais ainda, na sede de uma das companhias de teatro mais atuantes e reconhecidas na atualidade, será possível fornecer ao público, de forma gratuita, um extenso panorama da rica produção teatral periférica. Ao mesmo tempo, ao promover o intercâmbio entre artistas, agentes culturais locais e o público em geral, fomentamos e difundimos o teatro e formamos novas plateias. O evento abre espaço para uma série de ações que visam à democratização do espaço da arte por meio da fruição de bens culturais com apresentações de encenações, possibilitando desenvolver gratuitamente conhecimentos no âmbito teatral. A MOSTRA DE TEATRO DE HELIÓPOLIS vem se consolidando como um dos eventos mais importantes na difusão do teatro periférico brasileiro, tendo como alicerce e diferencial sua curadoria, comandada por um dos maiores conhecedores e estudiosos do teatro brasileiro, Alexandre Mate, além de levar o teatro para dentro de Heliópolis e a seus moradores, por meio da ocupação de espaços púbicos. Também sob sua coordenação, haverá uma equipe de estudantes e jornalistas que, após assistirem às peças, emitirão suas críticas (Olhar Crítico) sobre as obras, que ficarão disponíveis para o acesso de todos no site da Mostra. Este exercício é fundamental não só para os estudantes e jornalistas, que poderão praticar o ofício da crítica que, atualmente, é cada vez mais raro neste meio, como também para os artistas, pois é justamente este olhar mais atento por parte de pessoas que se dedicam a estudar o teatro que lhes permitirá refletir e olhar para suas obras e aprimorar seus trabalhos. Ainda, o público se beneficia imensamente desses textos críticos, pois eles contribuem para aguçar seu olhar e fornecem ferramentas para que ele aprimore a qualidade de sua experiência de ir ao teatro. Ao promover uma mostra com obras de grupos e/ou artistas periféricos, o projeto dá visibilidade e espaço às experiências e narrativas vivenciadas nessas localidades e concebidas e produzidas de forma autêntica a partir delas. É fundamental que esses grupos e artistas encontrem um espaço onde possam se apresentar e intercambiar seus processos de criação com os demais artistas e o público em geral. Por meio da divulgação das inscrições, almejamos difundir a mostra para o maior número possível de grupos integrados por artistas que atuem em regiões periféricas do Estado de São Paulo. Com isto, queremos montar um rico mosaico de peças que dê conta da diversidade dos grupos que atuam nas comunidades, diversificar as atrações, tanto em termos estéticos como temáticos, e ocupar literalmente espaços públicos para levar o teatro ao cotidiano das pessoas. Com as rodas de conversa, desejamos fomentar a criação de um olhar crítico sobre as produções e oferecer aos participantes acesso ao processo de desenvolvimento artístico dos grupos; com a feira de livros, pretendemos divulgar escritos, difundir conhecimentos e promover o encontro entre artistas, autores e público em geral. Assim tanto o público como os artistas da mostra terão a oportunidade de usufruir gratuitamente de espetáculos, atividades e atrações de qualidade, o que contribuirá para promover debates sobre como o teatro pode ser um instrumento poderoso de integração e formação de identidades. Outro ponto a ser destacado é a oferta de transporte gratuito para que pessoas de diversas regiões da cidade de São Paulo possam prestigiar os espetáculos que acontecem na comunidade. O projeto atende aos incisos I, II, III, IV, V e VII do Artigo 1º da Lei 8313/91 e aos incisos I, II e III do Artigo 3º da Lei 8313/91.
Metodologia de Ensino: A metodologia a ser implantada na execução da ação: VIVÊNCIA ARTÍSTICA é baseada na prática pedagógica de Paulo Freire (Pedagogia da Autonomia). Freire introduz “Pedagogia da Autonomia” explicando suas razões para analisar a prática pedagógica do professor em relação à autonomia de ser e de saber do educando. Enfatiza a necessidade de respeito ao conhecimento que o aluno traz para a escola, visto ser ele um sujeito social e histórico, e da compreensão de que "formar é muito mais do que puramente treinar o educando no desempenho de destrezas" (p.. 15 do livro Pedagogia da Autonomia). Justifica, assim, o pensamento de que o professor não é superior, melhor ou mais inteligente, porque domina conhecimentos que o educando ainda não domina, mas é, como o aluno, participante do mesmo processo da construção da aprendizagem. Para Freire, “o respeito à autonomia e à dignidade de cada um é imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros (...) O professor que desrespeita a curiosidade do educando, seu gosto estético, sua inquietude, sua linguagem, mais precisamente, sua sintaxe e sua prosódia; o professor que ironiza o aluno, que o minimiza, que manda que "ele se ponha em seu lugar" ao mais tênue sinal de sua rebeldia legítima, tanto quanto o professor que se exime do cumprimento de seu dever de propor limites à liberdade do aluno, que se furta ao dever de ensinar, de estar respeitosamente presente à experiência formadora do educando, transgride os princípios fundamentalmente éticos de nossa existência” (p. 66).
PRODUTO PRINCIPAL MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Será garantido recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou idosas aos locais onde se realizam as atividades culturais e a espaços acessórios, como banheiros, áreas de alimentação e circulação. Rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, inclusive em palcos e camarins, assentos para pessoas obesas, com mobilidade reduzida e idosas, iluminação adequada e piso tátil. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para pessoas com deficiência visual: Placas de sinalização; folder/programa (com acesso programação completa) em braile; versão em áudio das críticas publicadas no site da Mostra; kit completo de acessibilidade (libras, audiodescrição e legenda) em 02 vídeos promocionais do evento. Para pessoas com deficiência auditiva: Intérprete de Libras nas 05 rodas de conversa; kit completo de acessibilidade (libras, audiodescrição e legenda) em 02 vídeos promocionais do evento; monitoria para atender pessoas com deficiência. Para pessoas com deficiência intelectual e autistas: Capacitação de equipes; sensibilização de agentes culturais e monitoria para atender pessoas com deficiência; kit completo de acessibilidade (libras, audiodescrição e legenda) em 02 vídeos promocionais do evento PRODUTO SECUNDÁRIO – Espetáculo Teatral MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Será garantido recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou idosas aos locais onde se realizam as atividades culturais e a espaços acessórios, como banheiros, áreas de alimentação e circulação. Rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, inclusive em palcos e camarins, assentos para pessoas obesas, com mobilidade reduzida e idosas, iluminação adequada e piso tátil. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para pessoas com deficiência visual: Disponibilidade de uma versão em braile de todas as informações dos espetáculos a serem apresentados (sinopse e ficha técnica); visita ao cenário do espetáculo para portadores de deficiência visual, 30 minutos antes da sessão, acompanhados por um agente cultural devidamente capacitado. Para pessoas com deficiência auditiva: Intérprete de Libras nas 15 apresentações teatrais. Para pessoas com deficiência intelectual e autistas: Presença de um monitor capacitado. PRODUTO SECUNDÁRIO – Oficina Teatral MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Será garantido recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida aos locais onde se realizam as atividades culturais e a espaços acessórios, como banheiros, áreas de alimentação e circulação. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para pessoas com deficiência visual: Disponibilidade de versão em braile com todas as informações da oficina; presença de um monitor capacitado. Para pessoas com deficiência auditiva: Intérprete de Libras nos 06 dias da oficina. Para pessoas com deficiência intelectual e autistas: Presença de um monitor capacitado.
O evento será totalmente gratuito. Como medida de ampliação de acesso, serão adotadas no projeto, conforme artigo 47 da IN 23/2025, as seguintes medidas: - Transporte gratuito entre a estação Sacomã do metrô e os locais das apresentações na Comunidade de Heliópolis. - Atividades paralelas gratuitas aos projetos, tais como: - 05 RODAS DE CONVERSA, entre os grupos que participam do evento e público, com mediação de um profissional ligado ao teatro. - OLHAR CRÍTICO - uma equipe de jornalistas será convidada para assistir a todos os espetáculos e escreverá críticas sobre as obras, que ficarão disponíveis no site do projeto. - FEIRA LITERÁRIA - dedicada a escritores periféricos, uma parceria entre a MTH e Editoras que se dedicam a publicação de autoras e autores residentes em territórios periféricos brasileiros. - A Oficina do projeto (Produto Secundário) é destinada ao público jovem (16 a 26 anos) moradores de regiões periféricas do Estado de São Paulo.
ALEXANDRE MATE - curador MIGUEL ROCHA – diretor artístico DALMA RÉGIA – direção de produção DANIEL GAGGINI – diretor de produção Os dirigentes, Dalma Régia e Miguel Rocha, da instituição proponente deste projeto, desempenharão as funções de Direção Artística e Direção de Produção, respectivamente. Ambos serão remunerados pelas funções exercidas e seus cachês estão inclusos na planilha de orçamento apresentada. Currículo Resumido da Dirigente - Dalma Régia Atriz, produtora cultural e fundadora da Companhia de Teatro Heliópolis, ao lado de Miguel Rocha. Entre seus principais trabalhos com atriz e produtora, destaca-se o espetáculo Cárcere ou porque as mulheres viram búfalos (prêmios APCA e Shell de Melhor Dramaturgia e Prêmio Shell de Melhor Música); (IN)Justiça (2019), que foi indicado ao Prêmio Shell 2019 na categoria Música e ao Prêmio Aplauso Brasil 2019 na categoria Melhor Espetáculo de Grupo. O espetáculo rendeu a Dalma o prêmio de Melhor Atriz no 4º Festkaos – Festival Nacional de Teatro do Kaos e no 41º Feste. Por Um Lugar ao Sol, de 2013, ela recebeu no mesmo ano o prêmio de Melhor Atriz no IX Festival Nacional de Limeira. É diretora de produção da Mostra de Teatro de Heliópolis, desde a sua primeira edição. MIGUEL ROCHA – direção artística Diretor e Produtor Cultural, Sócio-fundador da Companhia de Teatro Heliópolis, formou-se em direção teatral na SP Escola de Teatro. Entre os espetáculos que dirigiu, destacam-se CÁRCERE OU PORQUE AS MULHERES VIRAM BÚFALO (2022/23), onde foi indicado ao Prêmio Shell e APCA, como melhor Diretor; (in)justiça (2019) com a Indicação ao Prêmio Aplauso Brasil na categoria melhor espetáculo de Grupo e ao prêmio SHELL 2019 na categoria música, Sutil Violento(2017) e A Inocência do que Eu (Não) Sei (2015) ambos contemplados pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Participou da MIT 2018 dentro das ações pedagógicas realizando o laboratório teatral através das fronteiras destinado exclusivamente a imigrantes e refugiados. Foi idealizador e responsável pela coordenação artística da I, II e III Mostra de Teatro de Heliópolis (2015, 2016, 2021) com apoio do edital Proac. Participou do intercâmbio com o grupo Mc Theater, Holanda, onde co-dirigiu o espetáculo A Hora Final. Participou do curso de produção ministrado por Carla Pollastrelli, organizado pela Fondazione Pontedera Teatro. Participou do Projeto Solos do Brasil, criado por Egla Monteiro, onde teve aulas com Denise Stoklos, Hugo Rodas, Antônio Abujamra, Luís Louis, Eduardo Coutinho, Luiz Fuganti, Caio Ferraz, Ricardo Napoleão. Deste projeto resultou o espetáculo-solo Eu quero ver o sol nascer, mas não do jeito que. Currículo Resumido da Empresa Proponente A Companhia de Teatro Heliópolis é um grupo artístico fundado na comunidade de Heliópolis, uma das maiores favelas de São Paulo. A companhia foi criada, em 2000 com o objetivo de proporcionar acesso à cultura e à arte para os moradores da região, além de promover a inclusão social e a valorização da identidade local. Ao longo de mais de duas décadas é responsável pela produção de mais 15 espetáculos teatrais, recebendo os principais prêmio do teatro brasileiro, atividades de formação e aperfeiçoamento artísticos e eventos de difusão do teatro periférico brasileiro. Desde 2010, a Cia. ocupa, como sua sede, a Casa de Teatro Maria José de Carvalho, imóvel cedido pela Secretaria Estadual de Cultura do Estado de São Paulo e situada no Ipiranga, bairro vizinho a Heliópolis. ALEXANDRE MATE – curador Mestre em Teatro, doutor em História Social (ambos pela USP); Professor aposentado dos cursos de graduação, mas inserido na pós-graduação da mesma instituição; mestrado em Teatro na ECA/USP; pesquisador teatral com inúmeras publicações; militante e orientador na área de teoria de diversos coletivos teatrais brasileiros.; na área de teatro: assessorias, palestras, comissões de seleção e de curadoria em inúmeros projetos, participação em festivais; autor: de centenas de artigos, ensaios e livros concernentes à área teatral. DANIEL GAGGINI – diretor de produção Atua em diversas áreas artísticas. É responsável pela idealização e/ou produção dos eventos: FESTIVAL CINE INCLUSÃO, FESTIVAL POPULAR DE ITAPEVA, FESTIVAL DE CINEMA DE SANTA CRUZ DO SUL/RS, CURTA NA PRAÇA, CINEMIX, SATIRYCINE, FESTIVAL CINE FAVELA DE CINEMA, MOSTRA DE TEATRO DE HELIÓPOLIS, CINE RECREIO, entre outros. Por meio do projeto CINE INCLUSÃO CAPACITAÇÃO, promove a inclusão sociocultural de moradores de regiões periféricas do Estado de São Paulo. Ao longo de 06 anos, mais de 1.500 pessoas já foram beneficiadas. No cinema, dirigiu e produzido o longa-metragem SATYRIANAS, 78 HORAS EM 78 MINUTOS, que teve sua première na mostra competitiva do FESTIVAL DO RIO e foi um dos 05 filmes mais votados pelo público na 36a MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SÃO PAULO, além de ter sido licenciado para HBO e Canal Brasil. TODO CLICHÊ DO AMOR fez sua estreia mundial em Milão (Itália), entrou no circuito comercial em 2018 e, hoje, é exibido no Canal Brasil e no Now. IVAN, estreio no 44º FESTIVAL GUARNICÊ DE CINEMA, onde recebeu 6 prêmios, incluindo Melhor Filme (voto popular). O longa também foi o grande vencedor do VI GOIÁIS HORROR FILM FESTIVAL, incluindo o prêmio de Melhor Filme (voto popular). Eleito CIDADÃO NOTA 10, pela Revista VEJA/SP, eleito Personalidade do Ano, pelo PRÊMIO ACESSIBILIDADE e indicado ao PRÊMIO SHELL de teatro na categoria Inovação Teatral. Foi curador por 4 anos do FESTIVAL CULTURA INGLESA e de outros eventos cinematográficos e teatrais. Sua mais recente produção, a série CHUVA NEGRA, está disponível na Globoplay; em outubro, o documentário LUIZ MELODIA - NO CORAÇÃO DO BRASIL fez sua estreia em janeiro de 2025 e, a série infantil MARIA BONITA, está programada para ser exibida no primeira semestre de 2025.
PROJETO ARQUIVADO.