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Realização de um filme de média-metragem documental (HD, 52 minutos), que explora as riquezas do Maranhão, desde sua arquitetura e paisagens naturais até cenas do cotidiano e figuras históricas. Para isso, utiliza modernas técnicas de animação digital, dando vida a fotografias de 1908, captadas pelo fotógrafo Gaudêncio Cunha. As imagens são enriquecidas por depoimentos de especialistas e pessoas que guardam memórias da situação retratada, conectando passado e presente.
"Iluminuras Maranhenses" é um mergulho poético na história e cultura do Maranhão, trazendo à vida as fotografias de 1908 de Gaudêncio Cunha por meio de técnicas modernas de animação digital. Com um olhar sensível, o filme conecta passado e presente, explorando paisagens, arquitetura, cenas do cotidiano e figuras emblemáticas do estado. Entre depoimentos emocionantes e análises de especialistas, a obra revela não apenas as histórias por trás das imagens, mas também o tecido cultural que une gerações. Uma celebração vibrante da identidade maranhense que transforma memórias em um legado vivo e acessível. Classificação indicativa: Livre (de acordo com Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ)
Objetivo Geral - Valorizar e preservar a história, a identidade e a cultura do Maranhão por meio do resgate de fotografias históricas de Gaudêncio Cunha, de memórias e de depoimentos, conectando gerações e permitindo que essa incrível coleção fotográfica se torne acessível a toda a população. Objetivo Específico - Realizar o filme documental de média metragem "Iluminuras Maranhenses" (HD, 52 minutos), tendo como destinação inicial TV pública e internet, com estimativa de alcance de, pelo menos, dez mil (10.0000) espectadores em seus primeiros dois anos após lançamento.
O projeto "Iluminuras Maranhenses" propõe um mergulho profundo na rica história e cultura do Maranhão, utilizando modernas técnicas de animação digital para dar vida a fotografias históricas captadas por Gaudêncio Cunha em 1908. Essa iniciativa busca retratar as nuances do estado, desde sua arquitetura e paisagens naturais até momentos do cotidiano e figuras marcantes, criando uma conexão entre o passado e o presente por meio de um olhar artístico e documental que valoriza a memória coletiva. A proposta se justifica pela necessidade de preservar e divulgar o patrimônio cultural e a memória social do Maranhão, revitalizando um importante acervo fotográfico. Ao transformar imagens estáticas em narrativas audiovisuais dinâmicas, o projeto enriquece o acesso ao conhecimento histórico, estimula o pertencimento cultural e fortalece o vínculo entre diferentes gerações, mostrando como a memória pode ser um fio condutor para o entendimento do presente e a valorização das raízes culturais. Nesse sentido, o filme carrega uma abordagem inovadora que considera a memória como um baú vivo e fluido, repleto de histórias e saberes ancestrais. Ao perpetuar essas lembranças e recontá-las com o auxílio de especialistas e depoimentos recordados por quem ouviu relatos de viventes da época retratada, "Iluminuras" transforma a cultura em um legado acessível, promovendo o entretenimento e a reflexão por meio de uma obra genuinamente maranhense. Além disso tudo, nosso documentário se destaca pela alta qualidade técnica e artística. O projeto contará com uma equipe selecionada criteriosamente, a inclusão de itens de acessibilidade para pessoas com deficiências, a construção de um roteiro autêntico e envolvente, e planos de distribuição e comunicação cuidadosamente elaborados para garantir ampla visibilidade e impacto. Diante do que foi exposto, "Iluminuras" alcança o objetivo descrito no inciso II, alínea "a" do Art 3º da Lei 8.313/91, por meio de: "II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais (...)". Em relação aos incisos do Art. 1º da mesma norma citada, a Proposta se justifica pelo seu potencial de: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.
Gaudêncio Rodrigues da Cunha foi um renomado fotógrafo paraense que viveu entre as décadas de 1890 e 1920, deixando um legado significativo no Maranhão. Ele é amplamente reconhecido por seu trabalho no "Álbum do Maranhão", uma coleção de mais de 150 fotografias encomendadas pelo governador Benedito Leite para representar o estado na Exposição Nacional de 1908, no Rio de Janeiro. Suas imagens capturaram a essência da São Luís da época, com sua arquitetura colonial, paisagens urbanas e cenas do cotidiano, além de retratar o interior do estado. Gaudêncio também fundou o ateliê Photographia União, que se tornou um marco na história da fotografia maranhense. As fotografias de Gaudêncio Cunha são mais do que registros visuais; elas são narrativas que conectam o passado ao presente. Suas composições equilibravam elementos da modernidade emergente com a herança colonial, criando uma visão harmônica da transição do Maranhão entre os séculos XIX e XX. Essas imagens não apenas documentam a história, mas também refletem o contexto social e cultural da época, sendo um testemunho valioso da identidade maranhense. Seu trabalho continua a ser uma fonte rica para estudos históricos e culturais, além de inspirar projetos que buscam preservar e divulgar a memória do estado.
Obra audiovisual Documental, finalização em HD, duração de 52 minutos (média-metragem).
Por se tratar de uma proposta de produção audiovisual, cujo produto é destinado a TVs e internet, cabe mencionar a acessibilidade de conteúdo. A obra contará com legenda em português, legenda descritiva (closed caption), audiodescrição e tradução em LIBRAS (itens orçados dentro da porcentagem de custos vinculados).
Inicialmente, o filme será exibido em TVs públicas locais de São Luís-MA. Em seguida, será liberado gratuitamente no canal do YouTube da Guarnicê Produções, podendo ser acessado de qualquer local do Brasil e do mundo. Portanto, atenderemos ao art. 47 da Instrução Normativa MINC Nº 23 de 05 de fevereiro de 2025 no que se refere aos incisos III e IV, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Guarnicê Produções (Proponente, responsável por toda gestão administrativa e financeira do Projeto) Possui mais de uma década de atuação dedicada ao audiovisual e durante esse tempo produziu mais de duzentas obras, entre filmes e episódios de séries, sendo curtas, médias e longas metragens, nos gêneros de animação, ficção e documentário. Algumas dessas obras foram selecionadas para mais de trezentos festivais de cinema do Brasil e do exterior, recebendo mais de setenta e cinco premiações em diversas categorias. A maior parte dessas produções contou com formação de aprendizes por meio de vagas de estágio, incrementando de maneira significativa a qualidade de profissionais no mercado cinematográfico local. A Guarnicê Produções é a produtora mais bem pontuada do Maranhão na ANCINE e conta com diversas obras financiadas pelas leis de incentivo Estadual e Federal, além de várias pelo FSA. Em relação a experiência em filmes documentais, podemos citar: Imortais da Academia Maranhense de Letras (2011); A pedra e a Palavra (2014); A estrela e o vagalume - Carlos e Zelinda (2015); Guerra dos mundos no Maranhão (2016); A tribo do reggae (2017); Pelos olhos de Lindberg Leite (2018); Celso Antônio – Brasileiro (2019); e Antonio Vieira - A pedra e a palavra (2020). Joaquim Haickel (Roteirista, Diretor e Produtor) Escritor e cineasta, membro da Academia Maranhense de Letras (AML) e do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM). Desde 1984, desenvolve projetos de resgate, restauração, conservação e guarda de acervos audiovisuais, bem como produz, roteiriza e dirige diferentes filmes de ficção e documentários sobre fatos e pessoas relevantes na história maranhense e brasileira. Guilherme Specht (Animador das fotografias) Formado em Rádio e TV pela Universidade Metodista de São Paulo, com vasta experiência desde 1997 na pós-produção de filmes para cinema e publicidade. Ele começou na O2 Filmes, adquirindo alto padrão de competência, e atuou como animador, compositor em Flame e supervisor de efeitos, acumulando mais de 2.000 filmes publicitários, muitos premiados nacional e internacionalmente. Há 19 anos, lidera seu próprio estúdio, ampliando sua atuação em projetos de cinema e TV, incluindo mais de 100 curtas e longas, com destaque para o Museu da Língua Portuguesa. A trajetória demonstra expertise técnica e visão ampla na produção audiovisual.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.