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PRONAC 250903Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Maculelê: Venham todos aprender

FLAVIA SANTANA PARANAGUA
Solicitado
R$ 181,0 mil
Aprovado
R$ 181,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Outras publicações ou Periódicos
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Maculelê
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Santo Amaro
Início
2025-05-05
Término
2026-05-04
Locais de realização (1)
Santo Amaro Bahia

Resumo

Objetivo GeralPreservar e valorizar o Maculelê como manifestação cultural afro-brasileira, fortalecendo a identidade cultural de crianças e adolescentes e promovendo o combate ao racismo e à discriminação por meio da educação e da disseminação do conhecimento. Objetivos EspecíficosQUAIS? QUANTOS? Preservar e valorizar o patrimônio cultural: Documentar e divulgar a história, os movimentos, os instrumentos e o significado do Maculelê, contribuindo para a preservação dessa manifestação cultural. Fortalecer a identidade cultural: Distribuir 10.000 exemplares da cartilha para alunos da Escola Estadual Teodoro Sampaio e comunidades locais, promovendo o sentimento de pertencimento e orgulho pelas raízes afro-brasileiras. Estimular o aprendizado e a criatividade: Produzir uma cartilha com linguagem acessível, ilustrações coloridas e 10 atividades interativas, garantindo um aprendizado lúdico e envolvente. Divulgar o Maculelê para um público amplo: Realizar 5 oficinas culturais em escolas e comunidades, alcançando aproximadamente 500 pessoas, e disponibilizar a cartilha online para acesso gratuito. Objetivos Específicos Preservar e valorizar o patrimônio cultural: Documentar e divulgar a história, os movimentos, os instrumentos e o significado do Maculelê, contribuindo para a preservação dessa manifestação cultural. Fortalecer a identidade cultural: Distribuir 10.000 exemplares da cartilha para alunos da Escola Estadual Teodoro Sampaio e comunidades locais, promovendo o sentimento de pertencimento e orgulho pelas raízes afro-brasileiras. Estimular o aprendizado e a criatividade: Produzir uma cartilha com linguagem acessível, ilustrações coloridas e 10 atividades interativas, garantindo um aprendizado lúdico e envolvente. Divulgar o Maculelê para um público amplo: Realizar 5 oficinas culturais em escolas e comunidades, alcançando aproximadamente 500 pessoas, e disponibilizar a cartilha online para acesso gratuito.

Sinopse

A cartilha explora o Maculelê, uma manifestação cultural afro-brasileira, como um possível objeto de patrimonialização e ação afirmativa. A pesquisa busca analisar a relevância histórica, social e cultural do Maculelê, com foco em sua prática na cidade de Santo Amaro, Bahia, e a figura de Mestre Popó como seu principal expoente. A autora investiga as narrativas de memória que destacam o Maculelê como jogo, resistência e projeção cultural, explorando suas raízes afro-indígenas e sua trajetória como expressão de luta e identidade. A pesquisa aborda a história do Maculelê, seus elementos (música, dança, instrumentos, indumentária), e sua disseminação por meio de grupos folclóricos e da capoeira. A cartilha também analisa o processo de patrimonialização do Maculelê, considerando as políticas públicas de patrimônio imaterial e as ações afirmativas voltadas para a valorização da cultura afro-brasileira. A autora discute como o reconhecimento do Maculelê como patrimônio cultural pode contribuir para a reparação de desigualdades históricas e para a promoção da diversidade cultural. A pesquisa busca compreender o Maculelê como um patrimônio cultural vivo e dinâmico, que merece reconhecimento e valorização como forma de preservar a memória e a identidade afro-brasileira.

Objetivos

Objetivo GeralPreservar e valorizar o Maculelê como manifestação cultural afro-brasileira, fortalecendo a identidade cultural de crianças e adolescentes e promovendo o combate ao racismo e à discriminação por meio da educação e da disseminação do conhecimento. Objetivos Específicos Preservar e valorizar o patrimônio cultural: Documentar e divulgar a história, os movimentos, os instrumentos e o significado do Maculelê, contribuindo para a preservação dessa manifestação cultural. Fortalecer a identidade cultural: Distribuir 10.000 exemplares da cartilha para alunos da Escola Estadual Teodoro Sampaio e comunidades locais, promovendo o sentimento de pertencimento e orgulho pelas raízes afro-brasileiras. Estimular o aprendizado e a criatividade: Produzir uma cartilha com linguagem acessível, ilustrações coloridas e 10 atividades interativas, garantindo um aprendizado lúdico e envolvente. Divulgar o Maculelê para um público amplo: Realizar 5 oficinas culturais em escolas e comunidades, alcançando aproximadamente 500 pessoas, e disponibilizar a cartilha online para acesso gratuito.

Justificativa

O projeto da cartilha "Maculelê: Venham todos aprender" justifica-se pela necessidade de preservar e valorizar uma das mais importantes manifestações culturais afro-brasileiras, o Maculelê, que representa não apenas uma expressão artística, mas também um símbolo de resistência, identidade e ancestralidade. A cartilha surge como uma ferramenta educativa essencial para combater a invisibilidade e o desconhecimento dessa tradição, especialmente entre crianças e adolescentes, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e críticos em relação à diversidade cultural brasileira. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91) é fundamental para viabilizar financeiramente a produção, impressão e distribuição da cartilha, garantindo seu acesso gratuito a escolas públicas, comunidades e instituições culturais. Esse mecanismo permite que recursos sejam captados por meio de renúncia fiscal, assegurando a execução do projeto sem onerar o orçamento público de forma direta. O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: Inciso I: "Estimular a produção cultural e artística brasileira" _ A cartilha promove a produção de conhecimento sobre o Maculelê, uma manifestação artística e cultural de grande relevância. Inciso II: "Preservar e difundir o patrimônio cultural brasileiro" _ O projeto documenta e divulga a história e os elementos do Maculelê, contribuindo para sua preservação. Inciso III: "Estimular a difusão da cultura brasileira" _ A cartilha será distribuída em escolas e comunidades, ampliando o acesso ao conhecimento sobre essa manifestação cultural. Além disso, o projeto atende aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, especialmente: Inciso I: "Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura" _ A cartilha será disponibilizada gratuitamente, garantindo acesso democrático ao conhecimento. Inciso II: "Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal" _ O Maculelê, como manifestação cultural afro-brasileira, possui valor universal e deve ser reconhecido e valorizado. Inciso IV: "Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira" _ O projeto fortalece a cultura afro-brasileira, contribuindo para a preservação de suas expressões tradicionais.

Estratégia de execução

O Bembé do Mercado é uma manifestação cultural e religiosa de grande importância para a história e a cultura afro-brasileira, representando um símbolo de resistência, celebração e identidade.O Bembé do Mercado é uma festividade que ocorre anualmente em 13 de maio, data da Abolição da Escravatura no Brasil. A celebração teve início em 1889, logo após a abolição, quando ex-escravizados e a comunidade negra de Santo Amaro se reuniram para comemorar a liberdade.A manifestação é considerada um "candomblé de rua", pois reúne diversos terreiros de candomblé da região em um grande ritual público. É um símbolo de resistência cultural e religiosa, mantendo vivas as tradições africanas e a memória da luta contra a escravidão.O Bembé do Mercado é reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Brasil, devido à sua relevância histórica, cultural e religiosa. A celebração dura vários dias, com rituais, cânticos, danças e oferendas aos orixás. O ponto central da festa é o Largo do Mercado, onde os terreiros se reúnem para realizar os rituais.A festa atrai milhares de pessoas, incluindo adeptos do candomblé, turistas e pesquisadores.A festa foi fundada por João de Obá e seus filhos de santo, sendo considerado o único candomblé de rua do mundo. O Bembé do Mercado é um espaço de celebração da liberdade e da identidade afro-brasileira.A manifestação preserva as tradições religiosas e culturais africanas, transmitindo-as para as novas gerações, além de ser um importante evento cultural e turístico, atraindo visitantes de todo o Brasil e do mundo.

Especificação técnica

Paginação e Formato: Páginas: O texto inclui imagens e elementos visuais, totalizando um mínimo de 08 páginas, no formato A5 (148 x 210 mm) é prático e econômico.Na diagramação utilizamos fontes legíveis e tamanhos adequados para diferentes públicos, incluindo margens generosas e espaçamento entre linhas para facilitar a leitura.Usamos cores vibrantes que remetam à cultura afro-brasileira, mas com moderação para não sobrecarregar o visual.Insira fotos e ilustrações de alta qualidade para complementar o texto.Utilize legendas para acessibilidade e melhor compreensão. Material: Miolo:Papel couché fosco de 115g a 150g oferece boa qualidade de impressão e manuseio.Capa:Papel couché fosco de 250g a 300g para maior durabilidade.Laminação fosca ou brilho para proteção e acabamento profissional.Impressão:Impressão colorida de alta qualidade para valorizar as imagens.Acabamento:Encadernação tipo grampo canoa. Projeto Pedagógico: Objetivos:Apresentar o Maculelê como patrimônio cultural afro-brasileiro.Valorizar a história e a cultura afro-brasileira.Promover a educação antirracista.Incentivar a prática do Maculelê em escolas e comunidades.Conteúdo:História do Maculelê e sua relação com a diáspora africana.Elementos do Maculelê: grimas, música, dança, indumentária.Importância de Mestre Popó para a preservação do Maculelê.Relação do Maculelê com outras manifestações culturais afro-brasileiras.Legislação relevante: Lei 10.639/2003 e políticas de patrimônio imaterial.Linguagem:Linguagem clara, acessível e inclusiva.Adequada para diferentes faixas etárias.Evitar termos técnicos excessivos.Atividades:Incluir atividades interativas para fixar o aprendizado:Questionários sobre o conteúdo.Espaços para desenhos e colagens.Caça-palavras e cruzadinhas com termos relacionados ao Maculelê.Sugestões de pesquisas e projetos sobre a cultura afro-brasileira.Recursos adicionais (opcional):Incluir um glossário com termos específicos.

Acessibilidade

Para garantir a acessibilidade da cartilha, serão utilizadas diversas estratégias. A linguagem será clara e objetiva, com frases curtas e explicações detalhadas sobre o Maculelê, utilizando exemplos e analogias. O texto será acompanhado por ilustrações, diagramas e infográficos que facilitarão a compreensão. A formatação visual também contribuirá para a acessibilidade, com fontes legíveis, bom contraste e espaçamento adequado. A cartilha será disponibilizada em formato digital, com recursos como aumento de fonte, contraste ajustável e leitura em voz alta, além de ser compatível com leitores de tela. Para atender pessoas com deficiência visual, serão incluídas audiodescrições das imagens e a opção de ouvir a cartilha narrada. Pessoas surdas serão beneficiadas com vídeos em Libras, tanto com intérprete quanto com legendas. A distribuição será ampla, incluindo formato impresso gratuito em bibliotecas e escolas, e formato digital em plataformas acessíveis, garantindo que um público mais amplo tenha acesso ao conhecimento sobre o Maculelê.

Democratização do acesso

O projeto da cartilha "Maculelê: Venham todos aprender" prioriza a ampla democratização do acesso ao conhecimento sobre essa manifestação cultural, garantindo que o material alcance diversos públicos de forma gratuita ou a preços acessíveis. Abaixo, detalhamos as estratégias de distribuição, comercialização e outras medidas de ampliação de acesso: Formas de Distribuição e ComercializaçãoDistribuição Gratuita: 70% dos exemplares impressos serão distribuídos gratuitamente para escolas públicas, bibliotecas comunitárias, instituições culturais e grupos de Maculelê, com foco em comunidades de Santo Amaro e região do Recôncavo Baiano. Parcerias com secretarias de educação e cultura para garantir a entrega do material em locais estratégicos. Comercialização Simbólica: 30% dos exemplares serão disponibilizados para venda a preços acessíveis (custo de produção), visando bibliotecas particulares, pesquisadores e interessados em geral. A receita obtida será reinvestida na produção de novas edições ou na realização de oficinas culturais. Versão Digital Gratuita: A cartilha será disponibilizada em formato PDF e eBook, de forma gratuita, em plataformas online e no site do projeto, garantindo acesso a qualquer pessoa com conexão à internet. Outras Medidas de Ampliação de AcessoOficinas Culturais: Realização de 5 oficinas presenciais em escolas e comunidades, com atividades práticas sobre o Maculelê, incluindo dança, música e confecção de instrumentos. As oficinas serão gratuitas e abertas ao público, com prioridade para crianças, adolescentes e educadores. Eventos de Lançamento: Organização de eventos de lançamento da cartilha, com apresentações de Maculelê, palestras e debates sobre a importância da cultura afro-brasileira. Os eventos serão transmitidos ao vivo pela internet, ampliando o alcance para quem não puder comparecer presencialmente. Transmissão Online: Os vídeos serão divulgados no YouTube e nas redes sociais do projeto, garantindo acesso global. Parcerias com Instituições: Estabelecimento de parcerias com universidades, centros culturais e ONGs para ampliar a distribuição da cartilha e promover atividades complementares. Atividades Interativas: Inclusão de QR codes na cartilha, que direcionam para conteúdos extras, como vídeos, músicas e jogos educativos, enriquecendo a experiência do leitor. Impacto EsperadoDistribuição de 1.000 exemplares impressos, sendo 700 gratuitos e 300 para venda simbólica. Realização de 5 oficinas culturais, beneficiando diretamente cerca de 500 pessoas. Disponibilização da versão digital para download ilimitado, com potencial de alcance nacional e internacional. Transmissão online de eventos e vídeos educativos, ampliando o acesso a milhares de pessoas.

Ficha técnica

Possuo graduação em Licenciatura em História pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB - Campus V, Especialização em Arte e Patrimônio Cultural pela Faculdade São Bento da Bahia. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Arqueologia e Patrimônio Cultural da Universidade Federal do Recôncavo Bahia ( PPGAP - CAHL - UFRB). Exerci o cargo de mediadora cultural do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia- IPAC/Ba, onde trabalhei no Palacete das Artes(Antigo Museu Rodin Bahia atual Museu de Arte Contemporânea - MAC) e no Conjunto Cultural Solar Ferrão(Coleção de Arte Africana Claudio Masella e Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi). Participei do Curso de Formação para Mediadores Culturais da 3 Bienal da Bahia (É tudo Nordeste?, 2014). Lecionei Filosofia e Geografia no Colégio Estadual Alberto Silva - Simões Filho - Ba, e História, Filosofia, Artes, Sociologia pela SEC - BA(Colégio Estadual Gov. César Borges - Terra Nova, Ba), atualmente leciono as disciplinas História, Geografia, Diáspora e Direitos Humanos pela SEC - BA no Colégio Estadual Valdelina Serqueira (antigo Colégio Estadual Luís Eduardo Magalhães CELEM - Saubara, Ba). Pesquisadora do grupo MESCLAS (Memória, Espaço e Culturas), linha de pesquisa: Interfaces do espaço, cultura e patrimônio. Tirocinante do componente curricular: Ritmos Musicais brasileiros (CECULT-UFRB). Membro da REM - Ba (Rede de Educadores em Museus) Áreas de interesse: História, Patrimônio Cultural, Relações Étnico - Raciais, Patrimônio Afrodiaspórico, Educação Patrimonial, Educação Museal, Etnofilosofia, Arte Africana, Antropologia, Arqueologia, Arqueologia da Resistência, Museologia, Políticas Culturais, Música.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.